Publicações

Tipo de texto
Palavra-chave
Autor
Outras categorias
Publicado em: outubro de 2025
Davi Lima

PRORIO – Sandbox Tarifário

Slides de apresentação do seminário “Desafios Regulatórios e Tecnológicos Frente à Transição Energética”, realizado no dia 10 de outubro de 2025 no CRAB Sebrae. O objetivo do evento foi debater os principais desafios regulatórios e tecnológicos da transição energética no Brasil, promovendo um diálogo entre representantes do governo, agências reguladoras, operadoras do sistema e empresas do setor elétrico sobre temas como abertura de mercado, geração distribuída, papel dos operadores de rede (DSO) e inovações tarifárias.

Outras categorias
Publicado em: outubro de 2025
Enio Cunha

Apresentação Equatorial

Slides de apresentação do seminário “Desafios Regulatórios e Tecnológicos Frente à Transição Energética”, realizado no dia 10 de outubro de 2025 no CRAB Sebrae. O objetivo do evento foi debater os principais desafios regulatórios e tecnológicos da transição energética no Brasil, promovendo um diálogo entre representantes do governo, agências reguladoras, operadoras do sistema e empresas do setor elétrico sobre temas como abertura de mercado, geração distribuída, papel dos operadores de rede (DSO) e inovações tarifárias.

Outras categorias
Publicado em: outubro de 2025
Gabriel Konzen

Inserção da Geração Distribuída na Matriz Elétrica Brasileira

Slides de apresentação do seminário “Desafios Regulatórios e Tecnológicos Frente à Transição Energética”, realizado no dia 10 de outubro de 2025 no CRAB Sebrae. O objetivo do evento foi debater os principais desafios regulatórios e tecnológicos da transição energética no Brasil, promovendo um diálogo entre representantes do governo, agências reguladoras, operadoras do sistema e empresas do setor elétrico sobre temas como abertura de mercado, geração distribuída, papel dos operadores de rede (DSO) e inovações tarifárias.

Outras categorias
Publicado em: outubro de 2025
Fernando Maia

Sandbox Tarifário Conta Inteligente Energisa

Slides de apresentação do seminário “Desafios Regulatórios e Tecnológicos Frente à Transição Energética”, realizado no dia 10 de outubro de 2025 no CRAB Sebrae. O objetivo do evento foi debater os principais desafios regulatórios e tecnológicos da transição energética no Brasil, promovendo um diálogo entre representantes do governo, agências reguladoras, operadoras do sistema e empresas do setor elétrico sobre temas como abertura de mercado, geração distribuída, papel dos operadores de rede (DSO) e inovações tarifárias.

Outras categorias
Publicado em: outubro de 2025
Aldo Pessanha

Abertura de Mercado

Slides de apresentação do seminário “Desafios Regulatórios e Tecnológicos Frente à Transição Energética”, realizado no dia 10 de outubro de 2025 no CRAB Sebrae. O objetivo do evento foi debater os principais desafios regulatórios e tecnológicos da transição energética no Brasil, promovendo um diálogo entre representantes do governo, agências reguladoras, operadoras do sistema e empresas do setor elétrico sobre temas como abertura de mercado, geração distribuída, papel dos operadores de rede (DSO) e inovações tarifárias.

Outras categorias
Publicado em: outubro de 2025
Luis Falcone

Abertura do mercado – Baixa tensão

Slides de apresentação do seminário “Desafios Regulatórios e Tecnológicos Frente à Transição Energética”, realizado no dia 10 de outubro de 2025 no CRAB Sebrae. O objetivo do evento foi debater os principais desafios regulatórios e tecnológicos da transição energética no Brasil, promovendo um diálogo entre representantes do governo, agências reguladoras, operadoras do sistema e empresas do setor elétrico sobre temas como abertura de mercado, geração distribuída, papel dos operadores de rede (DSO) e inovações tarifárias.

Artigos acadêmicos
Publicado em: outubro de 2025
Cristina da Silva Rosa Renata Lèbre La Rovere Lucca Zamboni Ana Eduarda Rodrigues de Oliveira Vagner Fernandes Tumaz

Novas tarifas de energia elétrica para clientes residenciais: experiências e lições para o Brasil

Os avanços em direção à transição energética têm gerado desafios operacionais significativos para a rede elétrica, principalmente devido à intermitência das fontes renováveis, como a energia solar e eólica. Nesse contexto, a resposta da demanda (RD) desponta como uma solução promissora, aumentando a flexibilidade e a confiabilidade do sistema elétrico, ao mesmo tempo em que reduz os custos operacionais e fortalece a resiliência das redes. No Brasil, cuja matriz elétrica é majoritariamente renovável, o atendimento ao crescente consumo de energia no setor residencial representa um desafio, dado o aumento projetado dessa demanda ao longo do tempo. Para enfrentar esse cenário, a implementação de novas modalidades tarifárias, como aquelas inspiradas na Tarifa Branca, surge como uma oportunidade estratégica para aprimorar a gestão do consumo energético. O artigo tem como objetivo investigar experiências internacionais com tarifas baseadas em RD, com foco na Time-of-Use (ToU) e na Peak Time Rebate (PTR), a fim de identificar boas práticas que possam ser aplicadas aos sandboxes tarifários para baixa tensão em desenvolvimento no Brasil. A metodologia adotada combina uma revisão sistemática da literatura com a análise de estudos de caso de países como Portugal, Itália, Reino Unido, Canadá e Estados Unidos, considerando aspectos regulatórios, design tarifário, infraestrutura tecnológica, estratégias de clusterização dos consumidores e estratégias de comunicação com os consumidores. Os resultados evidenciam que o sucesso na implementação destas tarifas depende de um design adaptado às particularidades locais, da adoção de tecnologias avançadas, como medidores inteligentes, e de uma comunicação eficaz com os consumidores. As experiências internacionais reforçam a relevância de modelos regulatórios inovadores, como os sandboxes tarifários, e de estratégias de adesão opt-out, capazes de aumentar a participação e gerar benefícios significativos para o sistema elétrico brasileiro. Acesse o artigo na íntegra aqui: https://sbpe.org.br/index.php/rbe/article/view/909

Artigos de opinião
Publicado em: setembro de 2025
Nivalde de Castro Vitor Santos

O desafio dos curtailments na União Europeia

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (Professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador-geral do GESEL) e Vitor Santos (Professor Catedrático do ISEG) abordam o desafio crescente dos curtailments na União Europeia (UE). A transição energética europeia, focada em reduzir emissões de CO2 e aumentar a segurança energética, acelerou a expansão de fontes intermitentes (eólica e solar), cuja produção atingiu 47,6% em 2024. Essa dinâmica resultou na externalidade negativa dos curtailments (cortes de geração devido a restrições técnicas ou excesso de oferta) e na redução da flexibilidade operacional dos sistemas elétricos. Embora a média de curtailment se mantenha geralmente abaixo de 4%, exemplos como a Alemanha e a Irlanda demonstram que a falta de investimentos em redes e a capacidade de armazenamento limitada agravam o problema. Em 2022, os custos dos redespachos derivados de congestionamentos atingiram € 5 bilhões na UE, com estimativas de que possam chegar a € 103 bilhões em 2040. Para enfrentar esse cenário preocupante, há um consenso europeu na necessidade de desenvolver iniciativas para melhorar os mecanismos de curtailment e realizar alterações estruturais que reforcem a flexibilidade do sistema elétrico. As prioridades consolidadas incluem investimentos urgentes em redes de transmissão e distribuição, adoção de instrumentos operacionais para flexibilização e, notadamente, investimentos em sistemas de armazenamento de energia. Os autores concluem que o enquadramento analítico da UE, embora deva respeitar as diferenças setoriais, pode servir de base para a busca de soluções conjunturais e estruturais para os crescentes volumes de curtailments que já impactam o Setor Elétrico Brasileiro.
(Publicado pelo Broadcast Energia)

Artigos de opinião
Publicado em: setembro de 2025
Gabriel Konzen Nivalde de Castro

Geração distribuída e a transição energética injusta no Brasil

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Nivalde de Castro (professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador-geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico [GESEL]) e Gabriel Konzen (doutor em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento pela UFRJ) tratam da necessidade de uma transição energética justa no Brasil, destacando o crescimento da micro e minigeração distribuída (GD) solar como vetor importante, mas marcado por fortes desigualdades. Embora a GD já atenda 10% do consumo cativo, os benefícios se concentram nas famílias de maior renda, enquanto os custos dos subsídios — que somaram R$ 11,5 bilhões em 2024 — recaem sobre todos os consumidores, sobretudo os mais pobres. O estudo citado pelos autores mostra que apenas 3% dos sistemas estão em domicílios de baixa renda e que a expansão da GD tem pressionado tarifas em até 8% em algumas regiões. A Lei nº 14.300/2022 introduziu avanços ao prever o pagamento gradual pelo uso da rede, mas não elimina os impactos tarifários. Os autores defendem a modernização do modelo de cobrança, com tarifas em duas partes, para refletir adequadamente os custos fixos e variáveis do setor, compatibilizando a expansão da energia solar com equidade social e sustentabilidade do sistema elétrico.
(Publicado pelo Valor Econômico)

Artigos de opinião
Publicado em: setembro de 2025
Katarina Ferreira Ana Carolina Chaves David Alexander Nivalde de Castro

Relevância estratégica dos sistemas de armazenamento de energia hídrica

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (Professor do Instituto de Economia da UFRJ e Coordenador-Geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico [GESEL-UFRJ]), Ana Carolina Chaves (Pesquisadora Sênior do GESEL-UFRJ), Katarina Ferreira (Pesquisadora Associada do GESEL-UFRJ) e David Alexander (Pesquisador Associado do GESEL-UFRJ) abordam a relevância estratégica dos sistemas de armazenamento de energia hídrica (SAEH), como as usinas hidrelétricas reversíveis (UHRs), na transição energética global. Com a crescente eletrificação e a expansão acelerada de fontes renováveis intermitentes, como a solar e a eólica, o Brasil e outros países enfrentam um desequilíbrio diário entre oferta e demanda, levando a cortes de produção (curtailments) pelo ONS. Os SAEH, que representam mais de 90% do armazenamento mundial e possuem vida útil superior a 40 anos, sustentabilidade e capacidade de armazenar energia por longos períodos, surgem como solução essencial para prover flexibilidade operativa e otimizar o uso dos recursos. A China lidera os investimentos em SAEH globalmente, mas, no Brasil, apesar do forte crescimento de fontes renováveis e da volatilidade da matriz elétrica, ainda não há um arcabouço regulatório claro para incentivar essa tecnologia estratégica. A ANEEL tem realizado estudos e consultas públicas e espera-se que o próximo Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap) estabeleça as bases para futuros leilões específicos. Os autores recomendam o aprofundamento dos estudos sobre a regulamentação de remuneração e operação dos SAEH para estimular investimentos, pavimentando o caminho para um setor elétrico mais sustentável, confiável e econômico no Brasil.
(Publicado pelo Broadcast Energia)