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Artigos de opinião
Publicado em: agosto de 2026
Nivalde de Castro David Alexander Gustavo Esteves

O El Niño 2026 e o Setor Elétrico Brasileiro

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (Professor do Instituto de Economia da UFRJ e Coordenador-Geral do GESEL-UFRJ), David Alexander e Gustavo Esteves (Pesquisadores associados do GESEL-UFRJ) tratam dos riscos do El Niño de 2026 para a segurança e a flexibilidade do sistema elétrico brasileiro. Os autores destacam que a fonte hidráulica respondeu por 51,2% da oferta interna de eletricidade em 2025 e que Jirau, Santo Antônio, Tucuruí e Belo Monte somam cerca de 27,1 GW, tornando alterações hidrológicas especialmente relevantes. A redução das vazões pode limitar a capacidade das hidrelétricas de modular a geração diante das rampas provocadas pela expansão da geração solar distribuída, exigindo maior despacho termelétrico, elevando custos e pressionando tarifas. Também são apontados riscos logísticos, queimadas, tempestades e conflitos pelos usos da água. Como resposta, defendem reforço da resiliência das redes, planos de contingência, baterias, usinas hidrelétricas reversíveis e leilões de reserva de capacidade, considerando que eventos climáticos extremos tendem a aumentar em frequência, duração e intensidade.
(Publicado pelo Broadcast Energia)

Outras categorias
Publicado em: agosto de 2026
Milad Shadman

Aproveitamento de potencial energético da eólica offshore no Brasil

Slides de apresentação do webinar “Energia eólica offshore: análise da Nota Técnica sobre critérios para seleção de áreas”, que aconteceu no dia 19 de agosto de 2026. O evento teve como objetivo analisar o documento que estabelece os princípios metodológicos para a seleção das áreas destinadas à implantação de parques eólicos offshore e de suas áreas de influência. O webinar, realizado com o apoio institucional da Coalizão Eólica Marinha (CEM Brasil), contou com a participação do Ministério de Minas e Energia (MME), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e de representantes da sociedade civil e de agentes econômicos.

Outras categorias
Publicado em: agosto de 2026
Marcelo Cabral

Uma metodologia comum – Aplicações proporcionais

Slides de apresentação do webinar “Energia eólica offshore: análise da Nota Técnica sobre critérios para seleção de áreas”, que aconteceu no dia 19 de agosto de 2026. O evento teve como objetivo analisar o documento que estabelece os princípios metodológicos para a seleção das áreas destinadas à implantação de parques eólicos offshore e de suas áreas de influência. O webinar, realizado com o apoio institucional da Coalizão Eólica Marinha (CEM Brasil), contou com a participação do Ministério de Minas e Energia (MME), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e de representantes da sociedade civil e de agentes econômicos.

Outras categorias
Publicado em: agosto de 2026
Karina Araujo

Eólicas offshore

Slides de apresentação do webinar “Energia eólica offshore: análise da Nota Técnica sobre critérios para seleção de áreas”, que aconteceu no dia 19 de agosto de 2026. O evento teve como objetivo analisar o documento que estabelece os princípios metodológicos para a seleção das áreas destinadas à implantação de parques eólicos offshore e de suas áreas de influência. O webinar, realizado com o apoio institucional da Coalizão Eólica Marinha (CEM Brasil), contou com a participação do Ministério de Minas e Energia (MME), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e de representantes da sociedade civil e de agentes econômicos.

Outras categorias
Publicado em: agosto de 2026
Amanda Vinhoza

Eólicas Offshore no Brasil – Estudos da EPE

Slides de apresentação do webinar “Energia eólica offshore: análise da Nota Técnica sobre critérios para seleção de áreas”, que aconteceu no dia 19 de agosto de 2026. O evento teve como objetivo analisar o documento que estabelece os princípios metodológicos para a seleção das áreas destinadas à implantação de parques eólicos offshore e de suas áreas de influência. O webinar, realizado com o apoio institucional da Coalizão Eólica Marinha (CEM Brasil), contou com a participação do Ministério de Minas e Energia (MME), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e de representantes da sociedade civil e de agentes econômicos.

Artigos de opinião
Publicado em: agosto de 2026
Nivalde de Castro Vitor Santos

O que aprender com a eletrificação europeia

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador-geral do GESEL) e Vitor Santos (professor catedrático do Instituto Superior de Economia e Gestão [ISEG] da Universidade de Lisboa) analisam a eletrificação europeia como política simultaneamente climática, industrial, tecnológica e de segurança energética. Sustentam que a forte dependência de combustíveis fósseis importados expõe a União Europeia à volatilidade de preços e a riscos geopolíticos, apesar do avanço expressivo das fontes limpas na geração elétrica. O Plano de Ação para a Eletrificação busca elevar a participação da eletricidade no consumo final, hoje estagnada, enfrentando barreiras nos transportes, no calor industrial e nos edifícios, além do alto custo relativo da eletricidade. Os autores destacam a necessidade de redes, armazenamento, financiamento e incentivos bem calibrados, mas alertam contra subsídios permanentes e metas sem condições econômicas. Concluem que a eletrificação só reforçará soberania e competitividade se for eficiente, atraente e acompanhada por infraestrutura, proteção aos vulneráveis e capacidade industrial.
(Publicado pelo Broadcast Energia)

Artigos de opinião
Publicado em: julho de 2026
Nivalde de Castro Paulo Mauricio A. Senra

O Brasil e o novo cenário mundial da energia nuclear

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (Professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador-geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico [GESEL-UFRJ]) e Paulo Mauricio Senra (Pesquisador Associado do GESEL-UFRJ) analisam como as crises internacionais de energia recolocam a energia nuclear no centro das estratégias de segurança energética. Os autores retomam a crise do petróleo de 1973 para mostrar como ela impulsionou investimentos em alternativas energéticas, destacando o etanol, o gás natural e o programa nuclear brasileiro. Argumentam que o Brasil desenvolveu uma cadeia produtiva nuclear completa, mas limitada pela ausência de escala e por restrições institucionais que dificultam investimentos privados. Sustentam que a atual conjuntura geopolítica, agravada pelos conflitos recentes e pela instabilidade no mercado de petróleo e gás, cria uma oportunidade para reposicionar o país no setor, especialmente com o avanço dos pequenos reatores modulares (SMRs). Concluem que a retomada de Angra III e a adoção de novos modelos de investimento são condições essenciais para fortalecer a competitividade da cadeia nuclear brasileira e ampliar sua inserção internacional.
(Publicado pelo Broadcast Energia)

Artigos de opinião
Publicado em: julho de 2026
Cesar Sobral Mauricio Moszkowicz Henrique Reis João Vieira

A Lacuna Regulatória dos BESS Embarcados: Entre a Inovação Tecnológica e a Fragmentação Normativa

Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Cesar Sobral (pesquisador sênior do Gesel-UFRJ), Mauricio Moszkowicz (pesquisador sênior do Gesel-UFRJ), Henrique Reis (sócio do Demarest Advogados) e João Vieira (Project Manager da Karpowership Brasil Energia) analisam os desafios regulatórios relacionados aos sistemas de armazenamento de energia por baterias (BESS) embarcados, móveis e flutuantes, destacando o descompasso entre a rápida evolução tecnológica e a fragmentação normativa existente. Os autores sustentam que a ausência de um regime jurídico específico não inviabiliza essas soluções, desde que haja coordenação entre normas já existentes e adoção de padrões técnicos reconhecidos internacionalmente. O texto examina a experiência internacional, os avanços recentes da regulação brasileira promovidos pela Aneel, pelo MME e pela EPE, bem como as limitações desses marcos diante das características dos ativos móveis. Conclui que o Brasil deve priorizar uma regulação flexível, funcional e tecnologicamente neutra, capaz de promover segurança jurídica sem restringir a inovação, favorecendo a integração dos BESS embarcados à transição energética nacional.
(Publicado pela Agência CanalEnergia)

Artigos de opinião
Publicado em: julho de 2026
Nivalde de Castro Kalyne Brito Cristina Rosa

Transição energética e política industrial verde no Brasil

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Nivalde de Castro (Professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador-geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico – Gesel-UFRJ), Kalyne Brito e Cristina Rosa (Pesquisadoras associadas do Gesel-UFRJ) defendem que a transição energética deve ser compreendida não apenas como uma agenda ambiental, mas como estratégia de desenvolvimento industrial, segurança energética e fortalecimento da competitividade nacional. Os autores argumentam que, embora o Brasil disponha de vantagens naturais e tecnológicas relevantes, elas não se converterão automaticamente em capacidades produtivas sem políticas públicas coordenadas que promovam inovação, agregação de valor e fortalecimento das cadeias produtivas domésticas. O texto distingue reconversão verde e diversificação produtiva, ressaltando que ambas precisam ser articuladas para consolidar uma indústria de baixo carbono. Ao analisar iniciativas como a Política Nacional de Transição Energética, a Nova Indústria Brasil e o Plano de Transformação Ecológica, conclui que o êxito da estratégia brasileira dependerá da coordenação entre financiamento, regulação, planejamento, inovação e qualificação profissional para transformar vantagens potenciais em capacidades industriais efetivas.
(Publicado pelo Valor Econômico)

Artigos de opinião
Publicado em: julho de 2026
Nivalde de Castro David Alexander Gustavo Esteves

Os desafios do Setor Elétrico Brasileiro em busca de flexibilidade

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (professor do Instituto de Economia da UFRJ e Coordenador-Geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico – GESEL-UFRJ), David Alexander (pesquisador associado do GESEL e doutorando da COPPE-UFRJ) e Gustavo Esteves (pesquisador associado do GESEL e mestrando do Instituto de Economia da UFRJ) analisam como a transição energética vem impondo ao Setor Elétrico Brasileiro o desafio crescente da flexibilidade operacional, indispensável para equilibrar rapidamente oferta e demanda diante da expansão das fontes renováveis, especialmente da geração solar distribuída. Os autores explicam que o avanço acelerado da micro e minigeração distribuída intensifica a chamada “curva do pato”, amplia a ocorrência de cortes de geração e exige novos mecanismos operacionais e regulatórios. Nesse contexto, destacam a realização do primeiro leilão de reserva de capacidade voltado a sistemas de armazenamento por baterias como um avanço importante, ao lado da perspectiva de futuros projetos de usinas hidrelétricas reversíveis. Concluem que a solução dependerá da construção de um portfólio diversificado de tecnologias de armazenamento e flexibilidade, sustentado por leilões recorrentes, previsibilidade regulatória e planejamento compatível com a trajetória da transição energética brasileira.
(Publicado pelo Broadcast Energia)