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Slides de apresentação do seminário “O Futuro do Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”, dedicado ao papel do hidrogênio de baixo carbono como um dos vetores mais promissores e consistentes da transição energética no Brasil e no mundo. O encontro, realizado no dia 19 de março de 2026, marcou o encerramento do projeto de P&D “Pecém H2”, desenvolvido no âmbito do Programa de P&D da ANEEL, com financiamento da EDP Brasil, que resultou na construção da primeira planta de hidrogênio verde no contexto da transição energética no país, além do lançamento do livro “Um caminho para o Mercado de Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”.
Slides de apresentação do seminário “O Futuro do Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”, dedicado ao papel do hidrogênio de baixo carbono como um dos vetores mais promissores e consistentes da transição energética no Brasil e no mundo. O encontro, realizado no dia 19 de março de 2026, marcou o encerramento do projeto de P&D “Pecém H2”, desenvolvido no âmbito do Programa de P&D da ANEEL, com financiamento da EDP Brasil, que resultou na construção da primeira planta de hidrogênio verde no contexto da transição energética no país, além do lançamento do livro “Um caminho para o Mercado de Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”.
Slides de apresentação do seminário “O Futuro do Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”, dedicado ao papel do hidrogênio de baixo carbono como um dos vetores mais promissores e consistentes da transição energética no Brasil e no mundo. O encontro, realizado no dia 19 de março de 2026, marcou o encerramento do projeto de P&D “Pecém H2”, desenvolvido no âmbito do Programa de P&D da ANEEL, com financiamento da EDP Brasil, que resultou na construção da primeira planta de hidrogênio verde no contexto da transição energética no país, além do lançamento do livro “Um caminho para o Mercado de Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”.
Slides de apresentação do seminário “O Futuro do Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”, dedicado ao papel do hidrogênio de baixo carbono como um dos vetores mais promissores e consistentes da transição energética no Brasil e no mundo. O encontro, realizado no dia 19 de março de 2026, marcou o encerramento do projeto de P&D “Pecém H2”, desenvolvido no âmbito do Programa de P&D da ANEEL, com financiamento da EDP Brasil, que resultou na construção da primeira planta de hidrogênio verde no contexto da transição energética no país, além do lançamento do livro “Um caminho para o Mercado de Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”.
Slides de apresentação do seminário “O Futuro do Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”, dedicado ao papel do hidrogênio de baixo carbono como um dos vetores mais promissores e consistentes da transição energética no Brasil e no mundo. O encontro, realizado no dia 19 de março de 2026, marcou o encerramento do projeto de P&D “Pecém H2”, desenvolvido no âmbito do Programa de P&D da ANEEL, com financiamento da EDP Brasil, que resultou na construção da primeira planta de hidrogênio verde no contexto da transição energética no país, além do lançamento do livro “Um caminho para o Mercado de Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”.
Slides de apresentação do seminário “O Futuro do Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”, dedicado ao papel do hidrogênio de baixo carbono como um dos vetores mais promissores e consistentes da transição energética no Brasil e no mundo. O encontro, realizado no dia 19 de março de 2026, marcou o encerramento do projeto de P&D “Pecém H2”, desenvolvido no âmbito do Programa de P&D da ANEEL, com financiamento da EDP Brasil, que resultou na construção da primeira planta de hidrogênio verde no contexto da transição energética no país, além do lançamento do livro “Um caminho para o Mercado de Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”.
Slides de apresentação do seminário “O Futuro do Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”, dedicado ao papel do hidrogênio de baixo carbono como um dos vetores mais promissores e consistentes da transição energética no Brasil e no mundo. O encontro, realizado no dia 19 de março de 2026, marcou o encerramento do projeto de P&D “Pecém H2”, desenvolvido no âmbito do Programa de P&D da ANEEL, com financiamento da EDP Brasil, que resultou na construção da primeira planta de hidrogênio verde no contexto da transição energética no país, além do lançamento do livro “Um caminho para o Mercado de Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil”.
Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Nivalde de Castro (professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador-geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico [GESEL]), Angela Livino (pesquisadora associada do GESEL-UFRJ), Roberto Brandão (diretor técnico-científico do GESEL-UFRJ) e Ana Carolina Chaves (pesquisadora plena do GESEL-UFRJ) tratam do papel estratégico do armazenamento hidráulico na transição energética brasileira, destacando que a matriz elétrica nacional, fortemente renovável e baseada em hidrelétricas, é uma vantagem ainda subestimada. Argumentam que a expansão de eólicas e solares exige soluções de flexibilidade e confiabilidade, sendo os Sistemas de Armazenamento Hidráulico (SAH) essenciais por funcionarem como “baterias de água” capazes de armazenar energia em larga escala e por longos períodos. O Brasil reúne condições únicas para liderar esse modelo, mas enfrenta entraves regulatórios, econômicos e institucionais que dificultam investimentos. O artigo defende a criação de mecanismos de remuneração, ajustes legais e coordenação entre órgãos para viabilizar os SAH, transformando-os em infraestrutura central para garantir segurança energética, competitividade e sustentabilidade no longo prazo.
(Publicado pelo Valor Econômico)
Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador-geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico [GESEL]) e Vitor Santos (professor catedrático do Instituto de Economia e Gestão [ISEG] da Universidade de Lisboa) tratam da Guerra do Irã sob a perspectiva da geopolítica energética mundial e da transição energética, destacando que o eventual bloqueio do Estreito de Ormuz — por onde passam 20% do petróleo e do gás natural consumidos globalmente — gera riscos sistêmicos de suprimento e volatilidade de preços, afetando gravemente países importadores enquanto amplia a hegemonia e as oportunidades comerciais dos Estados Unidos. Os autores apontam que a vulnerabilidade da União Europeia e da China decorre da elevada dependência de combustíveis fósseis, cenário que permite aos EUA aproveitarem contratos de exportação ultracompetitivos e fundamentarem políticas de “destransição energética”, contrastando com a necessidade pragmática das demais potências de buscarem autonomia energética. Defendem, assim, a aceleração do processo de transição energética como a solução estratégica central, focada no aumento da segurança energética e no investimento em inovações tecnológicas e rotas renováveis para blindar as economias nacionais contra as incertezas e instabilidades impostas pela geopolítica dos recursos não renováveis.
(Publicado pelo Broadcast Energia)
O Grupo de Estudos do Setor Elétrico (GESEL-UFRJ) está publicando o Texto de Discussão do Setor Elétrico (TDSE) nº 155, intitulado “Marco Legal e Regulação do Armazenamento de Energia: análise das Consultas Públicas e perspectivas para a aprovação do marco regulatório e do primeiro Leilão de Reserva de Capacidade”. O estudo analisa o atual estágio do arcabouço normativo e as discussões sobre o aprimoramento da regulação para inserção de novas tecnologias de armazenamento no sistema elétrico, considerando a promulgação da Lei nº 15.269/2025 e a necessidade de flexibilidade operativa frente à expansão das fontes renováveis. Foram quatro eixos centrais de discussão: o reconhecimento da competência regulatória da Aneel e a definição do novo regime de outorga para sistemas de armazenamento (SAE); a estruturação de mecanismos competitivos de contratação centralizada, abrangendo leilões de reserva de capacidade e de transmissão; as regras específicas aplicáveis ao armazenamento hidráulico e hidrelétricas reversíveis; e a implementação de benefícios tributários e fiscais, como a inclusão no Reidi. O trabalho examinou como o aperfeiçoamento das normas infralegais e a segurança jurídica trazida pelo novo Marco Legal do Armazenamento podem subsidiar a superação de incertezas regulatórias, garantindo a resiliência do Sistema Interligado Nacional (SIN). Os debates concentraram-se em temas como a tarifação do uso da rede (TUST/TUSD) e a necessidade de evitar a dupla cobrança para assegurar a competitividade; a definição da incidência de encargos setoriais (CDE, ESS, Proinfa) sob a premissa de que o armazenamento possui natureza técnica e não caracteriza consumo final; e o desenho técnico do primeiro Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) para baterias, incluindo requisitos de grid-forming e bonificações locacionais.O estudo acena para a complexidade dessa integração, que exige reconfigurações profundas na regulação e uma articulação institucional coordenada entre órgãos como MME, Aneel, EPE, ONS e ANA. Conclui-se que o principal desafio nacional será consolidar um ambiente regulatório estável e tecnicamente consistente, de modo que o sucesso da transição energética dependerá de arranjos capazes de transformar o potencial tecnológico em infraestrutura estratégica de armazenamento, assegurando a segurança energética e a modicidade tarifária no país.