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Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (Professor do Instituto de Economia da UFRJ e Coordenador-Geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico – GESEL), Cristina da Silva Rosa (Pesquisadora Associada do GESEL e doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Economia da UFRJ) e Piero Carlo Sclaverano dos Reis (Pesquisador Associado do GESEL e doutorando do PPE da Coppe – UFRJ) analisam o papel do sandbox regulatório como instrumento estratégico para a modernização do Setor Elétrico Brasileiro (SEB) diante dos desafios impostos pela transição energética. Os autores argumentam que a crescente complexidade decorrente de inovações tecnológicas, novos modelos de negócio e descentralização da geração exige mecanismos regulatórios mais flexíveis e adaptativos. Nesse contexto, o sandbox surge como ambiente experimental supervisionado pela Aneel, permitindo testar soluções inovadoras com menor risco institucional e maior capacidade de aprendizado regulatório. O texto destaca a evolução desse instrumento no Brasil, sua aplicação inicial no campo tarifário e sua expansão para áreas como resposta da demanda, serviços ancilares e inclusão energética. Conclui que a consolidação do sandbox como ferramenta estruturante depende de sua integração a uma estratégia regulatória mais ampla, capaz de promover inovação com segurança, eficiência e estabilidade institucional.
(Publicado pelo Broadcast Energia)
Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Roberto Brandão (GESEL-UFRJ), Djalma Falcão (COPPE/UFRJ), Glauco Taranto (COPPE/UFRJ), Lillian Monteath (GESEL-UFRJ), Henrique Reis (L.O. Baptista Advogados) e Paulo Esmeraldo (State Grid Brasil) argumentam por um sandbox regulatório para armazenamento na transmissão. Segundo os autores, “a necessidade de um quadro regulatório adequado para a tecnologia é evidente, o que faz com que a proposta pela ANEEL de um sandbox regulatório ganhe sentido. Este ambiente experimental poderia funcionar como um laboratório para superar as barreiras técnicas e regulatórias existentes, promovendo um terreno fértil para a inovação e colaboração entre os diversos atores do Setor Elétrico Brasileiro”.
(Publicado pela Agência CanalEnergia)