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Artigos acadêmicos
Publicado em: maio de 2011
Nivalde de Castro

“Condições energéticas ímpares”

Em artigo publicado no periódico Brasil Econômico, o coordenador do GESEL, Nivalde de Castro, expõe seu ponto de vista sobre as transformações no cenário energético mundial e a inserção do Brasil neste panorama. Segundo o coordenador do GESEL, “pode-se concluir que o Brasil para as próximas décadas não terá problemas de segurança energética e de restrições à ampliação da oferta de energia limpa, renovável e a custos relativamente baixos. Estas possibilidades reais garantem as bases para a ampliação da competitividade econômica e ambiental do Brasil em relação ao resto do mundo”.

Textos de discussão - TDSE
Publicado em: maio de 2011
Nivalde de Castro Roberto Brandão

TDSE 33 “Causas, consequências e busca de soluções para os atrasos em projetos de novos empreendimentos de geração”

O TDSE 33 trata dos atrasos em projetos de novos empreendimentos de geração. O texto ressalta que problemas nos projetos de geração já contratados têm causas diversas, como incapacidade de obter o licenciamento ambiental, problemas na conexão à rede elétrica, falta de capacidade financeira do empreendedor e até a inexperiência de novos agentes com a atividade de geração de energia elétrica. Os atrasos nos cronogramas dos projetos provocam tanto consequências energéticas quanto financeiras. O texto também propõe soluções para estes atrasos.
ISBN: 978-85-93305-13-9

(Publicado em maio de 2013)

Textos de discussão - TDSE
Publicado em: maio de 2011
Nivalde de Castro Roberto Brandão Luiz Ozório

TDSE 34 “O Desempenho financeiro das distribuidoras de energia elétrica e o processo de revisão tarifária periódica”

O terceiro ciclo de revisão tarifária elaborado pela Aneel, processo que define e fixa os parâmetros dos quais dependem essencialmente a lucratividade das distribuidoras nos quatro anos subsequentes, gerou polêmica no setor elétrico, pois teve como resultante a redução das margens das distribuidoras ao pretender beneficiar o consumidor com a modicidade tarifária. As distribuidoras, por sua vez, têm questionado e resistido, com o argumento de que as novas tarifas serão um desestímulo ao investimento e consequentemente uma ameaça à qualidade do serviço prestado. Sendo assim, o estudo pretende avaliar a decisão da Aneel e os possíveis impactos que gerará a revisão tarifária para a saúde financeira das empresas e a na dinâmica de fusões e aquisições do setor.

(Publicado em maio de 2011)

 

Artigos de opinião
Publicado em: abril de 2011
Nivalde de Castro Roberto Brandão Guilherme Dantas

Crise nuclear japonesa e o advento de um novo cenário energético

Os pesquisadores do GESEL-UFRJ, em artigo publicado no site do CanalEnergia, analisam os principais impactos da crise nuclear japonesa. Os autores abordam desde o problema da oferta total de energia elétrica, passando pela questão ambiental, pelas questões estratégicas de volatilidade dos preços internacionais e fontes alternativas para suprir o inevitável gap no planejamento para a geração de energia. É destacada também a situação brasileira nesse cenário, dizendo que o “Brasil é um ‘ponto fora da curva’ da crise energética nuclear”. Segundo o texto, “uma eventual decisão de sustar os investimentos [nucleares] não criam insegurança energética, pois o potencial de recursos energéticos disponíveis em território nacional”.
(Publicado na Agência CanalEnergia)

Artigos acadêmicos
Publicado em: abril de 2011
Nivalde de Castro Roberto Brandão Guilherme Dantas

“Crise nuclear japonesa e o advento de um novo cenário energético”

Os pesquisadores do GESEL-UFRJ, em artigo publicado no site do CanalEnergia, analisam os principais impactos da crise nuclear japonesa. Os autores abordam desde o problema da oferta total de energia elétrica, passando pela questão ambiental, pelas questões estratégicas de volatilidade dos preços internacionais e fontes alternativas para suprir o inevitável gap no planejamento para a geração de energia. É destacada também a situação brasileira nesse cenário, dizendo que o “Brasil é um ‘ponto fora da curva’ da crise energética nuclear”. Segundo o texto, “uma eventual decisão de sustar os investimentos [nucleares] não criam insegurança energética, pois o potencial de recursos energéticos disponíveis em território nacional”.

Artigos de opinião
Publicado em: abril de 2011
Nivalde de Castro

Brasil: sistema integrado e energia da água

Em artigo publicado no jornal O Povo, de Fortaleza, o prof. Nivalde J. de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (GESEL), aponta as causas dos últimos apagões do sistema elétrico brasileiro como decorrência de situações climáticas adversas e falhas técnicas/humanas das empresas de transmissão. Segundo o autor, isso decorre de características próprias do sistema elétrico brasileiro, que possui um dos maiores sistemas interligados do mundo, apresentando enormes distâncias entre os centros produtores e os – densos- centros de consumo.
(Publicado no Jornal O Povo)

Artigos acadêmicos
Publicado em: abril de 2011
Nivalde de Castro

“Brasil: sistema integrado e energia da água”

Em artigo publicado no jornal O Povo, de Fortaleza, o prof. Nivalde J. de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (GESEL), aponta as causas dos últimos apagões do sistema elétrico brasileiro como decorrência de situações climáticas adversas e falhas técnicas/humanas das empresas de transmissão. Segundo o autor, isso decorre de características próprias do sistema elétrico brasileiro, que possui um dos maiores sistemas interligados do mundo, apresentando enormes distâncias entre os centros produtores e os – densos- centros de consumo.

Textos de discussão - TDSE
Publicado em: abril de 2011
Nivalde de Castro Marcel Biato

TDSE 32 “Integração Regional na América do Sul e o Papel da Energia Elétrica”

ENGLISH TRANSLATION AVAILABLE

A integração da América do Sul tem como objetivo maximizar a competitividade dos países envolvidos na atual economia globalizada. Dessa forma, é necessário criar as bases e estruturas materiais que permitam consolidar um espaço econômico integrado e assim, multiplicar as vantagens comparativas.  Para isso, é fundamental que os investimentos em infraestrutura sejam priorizados para que seja criada uma base física efetiva para a integração. O objetivo deste estudo é delimitar os desafios e sugerir linhas de ação efetivas, tendo como principal foco o papel aglutinador de oferta e demanda de energia elétrica da América do Sul.

(Publicado em abril de 2011)

Textos de discussão - TDSE
Publicado em: março de 2011
Nivalde de Castro Roberto Brandão Simona Marcu Guilherme de A. Dantas

TDSE 31 “Mercados de energia em sistemas elétricos com alta participação de energias renováveis”

Sistemas elétricos que tem forte participaçao de geradores com uma estrutura de custos centrada em custos fixos e com custos marginais muito baixos, como hidroelétricas, parques eólicos e também centrais nucleares, tem dificuldade em desenvolver um mercado de eletricidade nos moldes dos mercados europeus. Os mercados europeus de energia estao estruturados em torno de um mercado diário de energia, onde os geradores fazem ofertas de preços por seu produto e os consumidores declaram sua demanda. Este mercado define o preço spot da energia, que serve também de referencia para os contratos futuros e os contratos bilaterais entre agentes. Mas em sistemas com grande presença de geradores com custos marginais baixos ou nulos, o preço do mercado spot perde a capacidade de sinalizaçao econômica adequada. É o que se percebeu em 2010 no mercado ibérico: a conjunçao do avanço das renováveis com a ocorrencia de um período com chuvas e ventos acima da média fez com que os preços spot fossem demasiado baixos por longos períodos. O texto aborda os fundamentos microeconômica dos mercados de energia elétrica, com especial atençao para os cados brasileiro e ibérico.

(Publicado em março de 2011)

Artigos de opinião
Publicado em: fevereiro de 2011
Nivalde de Castro

Belo Monte, um grande desafio e muitas externalidades na sua construção

No artigo, Nivalde Castro faz uma análise justificando a construção da UHE de Belo Monte a despeito das criticas internacionais, mostrando como essas desconsideram os pesados investimentos em mitigações dos impactos ambientais e como a construção da mega usina vai de acordo com as prioridades estratégicas brasileiras.
(Publicado na Agência CanalEnergia)