ESCONDER ÍNDICE
IFE
22/02/2024

IFE Diário 5.896

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves e Paulo Giovane

IFE
22/02/2024

IFE nº 5.896

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves e Paulo Giovane

Ver índice

IFE Diário 5.896

Regulação

Governo considera antecipar recursos da Eletrobras para reduzir tarifas de energia

O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou que o governo está considerando antecipar a transferência de recursos da privatização da Eletrobras para reduzir as tarifas ao consumidor. A privatização já garantiu a transferência de R$ 26 bilhões para mitigar aumentos nas contas de luz por 30 anos. Parte desses recursos pode ser usada para antecipar o pagamento de dois empréstimos, totalizando R$ 20 bilhões, contraídos durante a pandemia e a crise hídrica de 2021. Silveira também mencionou que o Ministério está trabalhando em três Medidas Provisórias, incluindo uma para conter o aumento de tarifas no Amapá. (Valor Econômico - 21.02.2024)
Link Externo

MME/Silveira: Queremos usar fundo da Eletrobras para alcançar modicidade de tarifas

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o governo poderá publicar em breve uma medida provisória (MP) para garantir acesso a um fundo da Eletrobras que é destinado para políticas de modicidade tarifária. A ideia, segundo o ministro, é utilizar os recursos para quitar dívidas contraídas em anos anteriores e que atualmente são pagas a juros elevados. "Isso é pago hoje pelo contribuinte. Quitar dívidas será atacar tarifas na veia", disse. As dívidas em questão, segundo Silveira, foram acumuladas durante a pandemia de covid-19, quando teria faltado, na visão do ministro, sensibilidade do governo para o setor. "Existe um fundo da Eletrobras que é para ser usado para modicidade tarifária e queremos usá-lo", explicou a jornalistas após a abertura do Seminário "Mineração e transformação mineral de minerais estratégicos para a transição energética", promovido pelo MME. (Broadcast Energia – 21.02.2024)
Link Externo

MP do Amapá deve sair até o fim da semana, diz Feitosa

O governo planeja publicar uma medida provisória nesta semana para amenizar o aumento das tarifas de energia elétrica no Amapá, após o processo de Revisão Tarifária Extraordinária da CEA Equatorial ter sido discutido na reunião da Agência Nacional de Energia Elétrica. Embora a MP não tenha sido emitida na data esperada, o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, indicou que há um esforço contínuo para sua publicação até o final da semana, com o processo agendado para a próxima reunião da diretoria da agência. A proposta inicial da revisão tarifária previa um aumento médio de 44,41%, mas foi posteriormente revisada para uma média de 34,54% após reações da bancada do Amapá no Congresso Nacional e promessas do presidente Lula de medidas para reduzir o aumento. (CanalEnergia - 20.02.2024)
Link Externo

Aneel estabelece quotas da CDE e Proinfa para transmissoras

A Aneel definiu os valores das quotas do encargo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de dezembro de 2023, destinados às concessionárias de transmissão que atendem consumidores livres e/ou autoprodutores conectados à Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN), totalizando R$ 100.093.307,39, com prazo de recolhimento até 10 de março de 2024. Além disso, o regulador estabeleceu os valores das quotas de custeio do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) para abril de 2024, a serem recolhidos pelas concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica até a mesma data, totalizando R$ 32.941.224,67, conforme definido no Anexo do Despacho. (CanalEnergia - 21.02.2024)
Link Externo

Aneel abre consulta pública sobre leilão de transmissão de setembro

A proposta de edital do segundo leilão de transmissão de 2024 estará em consulta pública a partir de 23 de fevereiro, com o certame agendado para 27 de setembro, visando licitar concessões da Rede Básica em sete estados brasileiros, totalizando um investimento de R$ 4 bilhões. Dividido em cinco lotes, o leilão inclui empreendimentos novos e a relicitação de instalações existentes de um contrato de transmissão em fase final de vigência, com destaque para o Lote 1, focado nas interligações Sul e Sudeste. A fase de contribuições à consulta pública se estenderá até 8 de abril, e a aprovação do edital preliminar está prevista para 9 de maio, com a versão final esperada para 20 de agosto. O Lote 4 vai relicitar a primeira instalação de transmissão existente após a publicação do Decreto 11.314, com 163 km de linhas operadas pela Interligação Elétrica Evrecy S.A., cuja concessão vence em 17 de julho de 2025, podendo ser arrematada pela própria concessionária ou por outra empresa, que deverá indenizar os ativos não amortizados. A nova concessionária poderá contratar a atual para realizar a operação e manutenção durante o processo de transição entre julho e novembro de 2025. (CanalEnergia - 20.02.2024)
Link Externo

Aneel vence disputa e impede cobrança de R$ 13 bi dos consumidores

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) venceu uma disputa arbitral contra a Transnorte Energia S.A. (TNE), impedindo a cobrança de R$ 13 bilhões que poderiam ser repassados aos consumidores. A disputa envolve o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato para a construção do Linhão de Tucuruí, um projeto estratégico para interligar Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A TNE enfrentou dificuldades para obter o licenciamento ambiental, o que atrasou o início da obra e levou a empresa a pedir a rescisão do contrato. A Câmara de Comércio Internacional (CCI), que julgou o caso, deu razão à Aneel, definindo a correção pelo IPCA e o teto da Receita Anual Permitida (RAP) em R$ 395,6 milhões. (Valor Econômico - 15.02.2024)
Link Externo

Aneel evita aumento de R$ 13 bi na conta de luz

Desde 2006, a resolução de conflitos por meio de arbitragem rendeu à União R$ 222,5 bilhões em ganhos obtidos e perdas evitadas, de acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU). A AGU representou os interesses do Executivo em 36 processos, metade dos quais ainda estão em curso ou suspensos. Uma vitória recente foi a da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) contra a Transnorte Energia, que poderia ter custado R$ 13 bilhões. A arbitragem, embora presente na legislação desde o Império, tornou-se mais prática após a decisão do Supremo Tribunal Federal em 2001 e a reforma da legislação em 2015. Além dos aspectos legais, o contexto econômico, com o avanço das privatizações e concessões, também impulsionou a arbitragem.(Valor Econômico - 15.02.2024)
Link Externo

Greve no Ibama ameaça travar projetos de energia

A paralisação das atividades de campo dos servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) afeta o processo de licenciamento ambiental de projetos de transmissão e geração de energia elétrica, bem como de ativos de exploração e produção de petróleo e gás. A não concessão de licenças traz riscos financeiros e de judicialização para as detentoras desses ativos. Um dos exemplos de impacto que a greve causa é o desfecho do processo de licenciamento iniciado pela Petrobras para a perfuração de um poço na Bacia da Foz do Rio Amazonas, no Amapá. No ano passado, o Ibama negou a licença ao entender que o processo não atendia aos requisitos ambientais necessários. A estatal recorreu e ainda aguarda novo posicionamento do órgão. (Broadcast Energia – 21.02.2024)
Link Externo

Transição Energética

Mudança no regimento da Câmara ameaça aprovação do mercado de carbono

Uma mudança no regimento da Câmara dos Deputados ameaça atrasar a aprovação do projeto do mercado de carbono no Brasil. A disputa surge da existência de dois projetos de lei sobre o tema, um originado na Câmara e outro no Senado. A nova regra do regimento interno da Câmara, aprovada em 2022, estabelece que a proposta mais antiga tem precedência, o que neste caso é a da Câmara. Isso gerou reações dos senadores, que pediram providências ao presidente da Casa. A definição de qual Casa votará a versão final da proposta é crucial, pois há divergências significativas entre os textos do Senado e da Câmara, particularmente em relação à regulamentação do mercado voluntário de carbono. (Valor Econômico - 15.02.2024)
Link Externo

Hidrogênio verde ganha destaque nos debates do Congresso em 2024

Em 2024, a transição econômica para a energia verde, com foco na produção de hidrogênio verde, emerge como um dos principais temas em debate no Congresso. Esse tipo de hidrogênio é obtido através da eletrólise da água, utilizando energia elétrica proveniente de fontes renováveis, como as de matriz hidrelétrica, eólica, solar e derivadas de biomassa e biogás. Essa abordagem visa não apenas reduzir as emissões de carbono, mas também impulsionar a independência energética e promover a sustentabilidade ambiental, alinhando-se aos esforços globais de combate às mudanças climáticas. (Agência Senado – 16.02.2024)
Link Externo

Governo mapeia novas áreas ricas em minerais estratégicos para transição energética

O governo federal brasileiro planeja mapear o território do país em busca de novas áreas ricas em minerais estratégicos, como lítio, cobre, níquel, terras raras, grafite e cobalto. O Ministério das Minas e Energia instruirá o Serviço Geológico do Brasil a priorizar o mapeamento geológico desses minerais, essenciais para a transição energética. A pesquisa pode incluir terras indígenas e áreas de proteção ambiental, respeitando as restrições legais. Além disso, o ministério pretende revisar a política Pró-Minerais Estratégicos, lançada durante o governo Jair Bolsonaro, para enfatizar os cuidados com os impactos ambientais e sociais. Paralelamente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social está discutindo a criação de um fundo para financiar projetos nessa área. (Valor Econômico - 16.02.2024)
Link Externo

Governo lançara programa de incentivo à mineração para transição energética

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou que o governo lançará ainda este ano um programa de incentivo à mine- ração com foco na transição energética. O pacote não foi detalhado, mas, segundo adiantou, incluirá a emissão de debentures para os minérios críticos para transição energética - aqueles demandados para energia eólica e fotovoltaica, por exemplo. "Temos que garantir apoio a uma mineração responsável e que coloque o País ainda mais como protagonista da transição energética", afirmou Silveira. Para o ministro, o Brasil deve aproveitar do potencial para a economia de baixo carbono e que a mineração não deve ser vista como antagonista à sustentabilidade ambiental. (Broadcast Energia – 21.02.2024)
Link Externo

Transição energética: Brasil com potencial para atrair capital com matriz limpa e etanol

A agenda climática tornou-se uma estratégia de negócios essencial, com empresas, incluindo brasileiras, investindo na transição energética de baixo carbono. O Brasil, com uma matriz energética limpa e um mercado de etanol desenvolvido, tem potencial para atrair mais capital. Em 2023, o Brasil bateu recorde de energia limpa, com 93% vindo de fontes renováveis. A produção de biocombustíveis, especialmente o Combustível Sustentável de Aviação (SAF), pode reduzir significativamente as emissões de CO2. O Brasil, sendo um grande produtor agrícola, tem um volume colossal de biomassa residual, tornando a rota de biocombustíveis ainda mais atraente. A política de promoção de biocombustíveis do Brasil é vista como um diferencial competitivo na economia verde. Com a evolução da sustentabilidade, surgem necessidades regulatórias para destravar investimentos e definir o que é sustentável. O governo brasileiro tem focado na descarbonização, com políticas e incentivos, incluindo o Plano de Transformação Ecológica, o Novo PAC e a Nova Indústria Brasil. (Valor Econômico - 15.02.2024)
Link Externo

ANP, produtores e usuários projetam crescimento do uso de biogás e biometano

Especialistas ouvidos em uma audiência na Câmara dos Deputados brasileira destacaram o papel do biogás e do biometano na descarbonização de setores poluentes da economia. A Associação Brasileira do Biogás (Abiogas) enfatizou que apenas 2% do potencial brasileiro de produção de biogás está sendo aproveitado atualmente, com planos ambiciosos de aumentar significativamente a produção de biometano até 2029. A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) reconhece o crescimento global do biometano como uma fonte de energia e está revisando regulamentos para promover sua produção. Casos de sucesso, como os da montadora Scania e da empresa Cocal, demonstraram a viabilidade e a escalabilidade da produção de biogás e biometano no Brasil, incluindo a partir de resíduos agrícolas e de aterros sanitários. O projeto de lei em análise no Congresso busca regulamentar e incentivar o uso desses combustíveis do futuro, alinhado com o Programa RenovaBio, que já contribuiu para evitar milhões de toneladas de emissões de CO2 no país. (Agência Câmara de Notícias – 06.02.2024)
Link Externo

EUA consideram nova contribuição de US$ 47 mi para o Fundo Amazônia

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, informou ao presidente Lula que os EUA estão considerando uma nova contribuição de US$ 47 milhões para o Fundo Amazônia. Esta notícia segue a contribuição anterior de US$ 500 milhões anunciada pelo presidente Biden em 2023. O fundo, que já garantiu mais de R$ 6,5 bilhões em recursos, visa captar doações para a prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento na Amazônia Legal. Após quatro anos de paralisia, o fundo captou R$ 726 milhões em 2023, mas enfrentou a suspensão de aportes da Noruega e Alemanha em 2019 devido a mudanças na estrutura de administração do fundo pelo governo Bolsonaro. (Valor Econômico - 22.02.2024)
Link Externo

Sistema de baterias da Vale reduz demanda elétrica em até 55%

A Vale implementou um sistema de armazenamento de energia em baterias no Terminal Ilha da Guaíba (TIG), no Rio de Janeiro, reduzindo em 55% a demanda no horário de ponta e diminuindo em 40% os gastos com eletricidade da concessionária local. Composto por baterias de íon-lítio da Tesla e software de gestão da Micropower, o sistema tem capacidade para armazenar 10 MW por hora, suficiente para abastecer 45 mil residências por esse período ou metade dos equipamentos do terminal de minério simultaneamente durante duas horas por dia. O carregamento ocorre durante períodos de baixa demanda elétrica, contribuindo para evitar o acionamento de termelétricas fósseis. Essa iniciativa pioneira, sendo o maior sistema do tipo em um consumidor final no país, reflete o compromisso da Vale com a descarbonização, parte de um investimento de pelo menos US$ 2 bilhões para reduzir suas emissões em 33% até 2030, com o objetivo final de atingir emissões líquidas zero até 2050, alinhado com as metas do Acordo de Paris. (CanalEnergia - 20.02.2024)
Link Externo

Pátria lança FDIC para transição com BNDES, CAF e IFC que pode chegar a R$ 5 bi

O Pátria Investimentos anunciou nesta terça-feira, 20 de fevereiro, a criação do Pátria Infra Crédito FIDC, um novo Fundo de Crédito para Infraestrutura, voltado para áreas que impactam diretamente a transição energética e o desenvolvimento econômico e social, como energia, saneamento e mobilidade urbana. O fundo, que majoritariamente deverá ter foco em projetos de pequeno e médio porte inicialmente na faixa entre R$ 50 a R$ 100 milhões, já começa com R$ 1 bilhão captados junto a bancos de fomento como BNDES, IFC e CAF e tem como meta chegar aos R$ 5 bilhões no longo prazo. Em coletiva de imprensa, o Head de Energia do Pátria, Marcelo Souza, revelou que há um notório déficit de investimentos na infraestrutura brasileira e o fundo chega para se posicionar de forma complementar aos bancos de desenvolvimento. De acordo com ele, os olhares deverão estar voltados para projetos de Geração Distribuída, usinas eólicas, solares, PCHs e biocombustíveis. Mobilidade elétrica e PPPs de Iluminação Pública também poderão se beneficiar, assim como o hidrogênio renovável. O fundo terá três anos para seleciona os projetos. (CanalEnergia - 20.02.2024)
Link Externo

Auren lança e-commerce de créditos de carbono

A Auren Energia lançou neste mês uma plataforma de e-commerce de créditos de carbono. A página oferece uma solução simplificada para pessoas físicas, jurídicas e eventos que desejam compensar suas emissões por meio de projetos de energia renovável e florestal. A iniciativa faz parte de um conjunto de estratégias da empresa para expandir o negócio, que em 2023 registrou a marca de 1,66 milhão de créditos comercializados no mercado global, gerando uma receita superior a R$ 25 milhões. O cliente poderá selecionar o tipo de crédito que deseja adquirir. Além disso, é possível obter informações sobre as características técnicas de cada projeto, que abrange os empreendimentos Ventos do Araripe III, Ventos do Piauí I e Legado Verde do Cerrado, todos registrados na certificadora mundial de compensações voluntárias Verra. Também há a opção de escolha de um único projeto ou um combo que mescla a compensação de dois tipos de títulos. O pagamento pode ser via pix ou cartão de crédito com alternativa de parcelamento. (CanalEnergia - 21.02.2024)
Link Externo

Atlas Agro contrata consórcios para fábrica de fertilizantes verdes em MG

A suíça Atlas Agro anunciou a contratação de dois consórcios de engenharia e construção que realizarão, em paralelo e de forma competitiva, o desenvolvimento do projeto de engenharia para construção da primeira fábrica de fertilizantes nitrogenados a partir do hidrogênio renovável no Brasil. A planta será implantada em Uberaba (MG), com investimentos totais de aproximadamente R$ 4,3 bilhões. Após esta primeira fase de desenvolvimento, a companhia planeja avançar para a fase de FEED (Front-End Engineering Design), onde será detalhado todo o projeto, cuja previsão de entrada em operação comercial é para 2028. Quando pronta, a unidade consumirá 2,5 GWh de energia limpa anualmente. Em uma operação industrial integrada, será produzido o H2V, amônia verde e nitrato de amônia verde. Os produtos finais atenderão aos agricultores locais brasileiros.(CanalEnergia - 20.02.2024)
Link Externo

IEA inicia conversas com Índia sobre adesão como membro pleno

A Agência Internacional de Energia (IEA) anunciou que iniciará conversações com a Índia sobre a sua adesão como membro de pleno direito, reconhecendo a importância estratégica da Índia para os desafios energéticos e climáticos. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, destacou o papel crucial da Índia nos assuntos energéticos e acredita que a IEA se beneficiará com uma maior participação da Índia. A Índia, que não é membro da OCDE, está preparada para desempenhar um papel cada vez mais central na segurança energética e na luta contra as mudanças climáticas. Siddharth Goel, conselheiro político sênior do Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável, vê vantagens para a Índia ao se tornar membro pleno da IEA, incluindo a partilha de lições valiosas sobre a implantação de energias renováveis. A decisão da IEA de expandir sua base de membros para incluir mais economias emergentes é vista como um passo encorajador para se tornar uma entidade verdadeiramente global no setor energético. (Valor Econômico - 15.02.2024)
Link Externo

Artigo de Jorge Arbache: "Como unir negócios e transição justa"

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Jorge Arbache (vice-presidente de setor privado do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF) trata da transição verde e justa, um tema em ascensão internacionalmente devido à crescente consciência da crise climática e das desigualdades sociais. Apesar da resistência de alguns grupos, evidências sugerem que a transição para práticas sustentáveis não é antagônica aos interesses comerciais, mas abre novas oportunidades de negócios e promove inovação. No entanto, Arbache ressalta que as condições específicas de cada país podem influenciar a adoção dessa agenda pelas empresas, e que obstáculos como o nacionalismo e a fragmentação do comércio global podem impor desvantagens para empresas em países em desenvolvimento. (GESEL-IE-UFRJ – 15.02.2024)
Ver PDF

Artigo de Roberta Jardim de Morais, Rafael Baleroni e Carolina Teixeira Piñeira: "Por que a cadeia de suprimentos é um dos maiores desafios para o ESG em 2024"

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Roberta Jardim de Morais, Rafael Baleroni e Carolina Teixeira Piñeira (sócios do Cescon Barrieu) tratam da avaliação de riscos e adequações socioambientais na cadeia de suprimentos como um dos principais desafios ESG em 2024. Destacam que este será o primeiro ano base para a aplicação da norma europeia que regulamenta a divulgação de informações sobre sustentabilidade, com relatórios a serem publicados a partir de 2025. As empresas, incluindo grupos econômicos brasileiros com presença na União Europeia, deverão divulgar informações sobre os impactos sociais e ambientais de sua cadeia de suprimentos e as medidas adotadas para identificá-los, monitorá-los e mitigá-los. Além disso, os relatórios devem demonstrar a compatibilidade do modelo de negócios e estratégia da empresa com a transição para uma economia sustentável e a limitação do aquecimento global a 1,5°C, em consonância com o Acordo de Paris. As empresas também devem relatar seus objetivos de redução de emissões de gases de efeito estufa e o progresso em direção a esses objetivos. (GESEL-IE-UFRJ – 15.02.2024)
Ver PDF

Empresas

Petrobras e BNDES criam fundo de US$ 100 mi para startups de tecnologia

A Petrobras e o BNDES estão estruturando um fundo de apoio a micro, pequenas e médias empresas de tecnologia, alinhadas à transição energética e às estratégias de longo prazo das duas empresas. O fundo será um corporate venture capital (CVC) e seu gestor, escolhido por edital público, terá independência para decisões e investimentos. A iniciativa é resultado de um acordo de cooperação assinado em junho de 2023, com vigência de quatro anos. A governança do CVC e os valores a serem aportados ainda serão aprovados internamente. A Petrobras prevê um total de US$ 100 milhões para investimentos em CVC em cinco anos. (Valor Econômico - 21.02.2024)
Link Externo

WEG: Resultados da operação em 2023

A WEG divulgou seus resultados referentes a 2023. A companhia fechou o ano com o lucro líquido de R$ 5,7 bilhões, que assinala uma alta de 36,2% em relação ao ano anterior. O ebtida superou R$ 7 bilhões, tendo crescido 26,2%, e a receita operacional líquida aumentou 8,7%, chegando a R$ 32,5 bilhões. Dentre os segmentos de negócio, a divisão de equipamentos eletrônicos industriais é a mais representativa, respondendo a 45,9% da receita operacional da WEG, seguida de perto por Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD), responsável por 41,6%. No Brasil, o crescimento foi baseado no bom desempenho das vendas de equipamentos de ciclo longo, especialmente nos negócios de transmissão e distribuição. Já no mercado externo, foi impulsionado pela venda de transformadores para parques de geração de energia renovável e concessionárias de energia. (CanalEnergia - 21.02.2024)
Link Externo

WEG: Pagamento de dividendos complementares de mais de R$ 1,2 bi

O Conselho de Administração da WEG aprovou a declaração de dividendos complementares no valor total de R$ 1.249.939.825,23 aos titulares de ações na data de 23 de fevereiro de 2024. O montante corresponde ao valor de R$ 0,297942793 por ação, que serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 26 de fevereiro. Já o pagamento dos dividendos complementares e dos juros sobre capital próprio (JCP) ocorrerá em 13 de março. Além disso, o CA aprovou a proposta de aumento do capital social da companhia em R$ 1 bilhão a ser submetida à próxima Assembleia Geral. (CanalEnergia - 21.02.2024
Link Externo

Isa Cteep: Resultados operacionais de 2023

A Isa Cteep divulgou seus resultados operacionais referentes a 2023. A companhia terminou o ano com lucro líquido de R$ 1,942 bilhão, que representa um aumento de 107,7% em relação ao ano anterior. Além disso, o ebtida ficou em 3,13 bilhões, registrando um aumento de 26,9%, e a receita líquida chegou a R$ 3,9 bilhões, revelando alta de 22,3%. A dívida líquida, por sua vez, cresceu 24,5%, somando R$ 7,9 bilhões. Segundo a diretora executiva de Finanças e RI, Carisa Portela, o desempenho de 2023 foi impulsionado pelo início da operação de novos projetos de transmissão, efeitos de reajuste tarifário e retorno das indenizações relacionadas à Rede Básica Sistema Existente (RBSE). Quanto aos objetivos futuros, a companhia pretende conduzir seu plano de investimentos R$ 15 bilhões em novas instalações e melhorias nos próximos anos. (CanalEnergia - 21.02.2024)
Link Externo

Isa Cteep: Nova emissão de debêntures pode chegar a quase R$ 2 bi

O Conselho de Administração da Isa Cteep aprovou a realização da 15ª emissão de debêntures da companhia, que consiste no lançamento inicial de 1,19 milhão de títulos a R$ 1 mil cada, totalizando uma operação de R$ 1,19 bilhão. A emissão será feita em três séries: a primeira de 685 mil, com vencimento em 2029, e a segunda e a terceira de 400 mil e 110 mil mínimos, com vencimento em 2031 e 2034, respectivamente. Em comunicado, ainda, a empresa indica a possibilidade de aumentar a quantidade de debêntures em 800 mil na segunda e terceira séries, que aumentariam o montante da operação para 1,99 bilhão. Os recursos captados serão utilizados em sua totalidade nos lotes 1 e 7 do Leilão de Transmissão n.º 001 de 2023 e para o refinanciamento da dívida e recomposição de caixa da companhia. (CanalEnergia - 21.02.2024)
Link Externo

Isa Cteep avalia participação em leilão de transmissão de energia

A transmissora colombiana Isa Cteep está avaliando sua participação no leilão de transmissão de energia em março, com a decisão dependendo da pressão sobre sua dívida. A alavancagem financeira da empresa foi de 2,39 vezes em dezembro de 2023, apesar dos investimentos e aportes em projetos. A empresa planeja manter a atenção na alavancagem ao longo do tempo, com um portfólio de R$ 15 bilhões para realizar nos próximos anos. Em 2023, a Isa Cteep ganhou três novas concessões da Aneel, com um investimento total de R$ 5,6 bilhões. A alavancagem é esperada para permanecer estável até 2025, mas pode aumentar para entre 3,5 e 4 vezes nos próximos anos. A empresa reportou um lucro líquido regulatório de R$ 1 bilhão no quarto trimestre de 2023, um aumento de 88,3% em relação ao mesmo período de 2022. (Valor Econômico - 21.02.2024)
Link Externo

Enel SP: EcoEnel concedeu R$ 970 mi em descontos

A Enel São Paulo, em 2023, recebeu mais de 2,6 mil toneladas de resíduos recicláveis de cerca de 16,7 mil clientes em troca de descontos na conta de luz. Como parte do Programa Ecoenel, a iniciativa ofereceu R$ 970 mil em descontos e possibilitou uma economia de mais de 11,8 milhões KWh de energia no período. Após o cadastro no programa, os clientes podem entregar os materiais em postos onde eles serão pesados e valorados e a bonificação é creditada automaticamente na conta de energia ou de uma instituição social indicada. O objetivo da iniciativa é estimular a consciência ambiental a partir do reconhecimento da importância das práticas de reciclagem e permitir economia nas faturas de energia. (CanalEnergia - 21.02.2024)
Link Externo

Enel SP: Aneel mantém multa de R$ 12,1 mi sobre ocorrência de 2019

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não acatou recurso administrativo apresentado pela Enel São Paulo e manteve a multa de R$ 12,1 milhões aplicada contra a empresa por problema na prestação de serviços em janeiro de 2019. A penalidade corresponde à interrupção do fornecimento que afetou 427.007 consumidores e causou danos em instalações e equipamentos elétricos. A avaliação da ocorrência realizada pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) constatou que não houve eficiência na identificação da gravidade e da dimensão dos danos por parte da companhia, que só tomou ciência do problema depois de três dias. Além disso, a multa contempla o descumprimento da empresa quanto à determinação da Arsep para a reanálise de ressarcimento de pedidos de 447 unidades consumidoras. (Broadcast Energia – 20.02.2024)
Link Externo

Light negocia com seus credores

Os credores da Light foram surpreendidos com o pagamento de juros sobre debêntures devido a um erro operacional do Itaú Unibanco, responsável pela custódia dos papéis. O Itaú está regularizando os créditos feitos indevidamente, garantindo que não haja prejuízo para a Light ou seus investidores. A Light, que está em recuperação judicial, está negociando um novo plano com seus credores. A quantia desembolsada pela empresa é estimada entre R$ 20 milhões e R$ 38 milhões, embora o Itaú não tenha divulgado o valor exato devido ao sigilo bancário. (Valor Econômico - 15.02.2024)
Link Externo

Light em recuperação judicial: desafios para credores e acionistas

Os detentores de bônus da Light apresentaram uma contraproposta ao acordo de pagamento que a empresa em recuperação judicial estava negociando, mas a proposta foi mal recebida, resultando em uma pausa nas negociações. A contraproposta dos bondholders previa uma taxa de conversão de dívida em participação acionária mais favorável a eles. O principal acionista da Light, Nelson Tanure, endureceu as negociações e afirmou que a injeção de R$ 1 bilhão não está mais disponível. Apesar disso, ainda há a possibilidade de um acordo antes da Assembleia Geral de Credores marcada para 21 de março. Além disso, houve um erro operacional que resultou no pagamento indevido de juros referentes ao título LIGHB0, emitido em 2020, que foi posteriormente estornado. (Valor Econômico - 16.02.2024)
Link Externo

Light em negociações para reestruturar dívida bilionária

A Light está em discussões com seus principais credores para reestruturar sua dívida e planeja apresentar uma nova versão do seu plano de recuperação judicial "oportunamente". Após o fim de um acordo de confidencialidade, a empresa divulgou apresentações com informações financeiras e propostas para a reestruturação da dívida. No entanto, essas informações, que envolvem bonds e debêntures emitidos pela Light Serviços de Eletricidade e pela Light Energia, não foram atualizadas, pois as reuniões ocorreram durante o período de confidencialidade. (Valor Econômico - 21.02.2024) 
Link Externo

Casa dos Ventos: Abertura do mercado de energia dará novo rumo à atuação varejista

A Casa dos Ventos, diante da abertura do mercado de energia para toda a alta tensão, está estudando o melhor caminho a ser perseguido por sua atuação varejista. Segundo o diretor executivo da companhia, Lucas Araripe, esse novo cenário da comercialização de energia deve mudar o perfil de atuação da CDV. A esse respeito, ele destaca o envolvimento da sócia Total Energies, que traz ao portfólio da companhia um alcance e diversidade maior de clientes. Além disso, estão sendo analisadas parcerias estratégicas em oportunidades que incluem a aquisição de gestoras já estabelecidas, de modo a impulsionar a capilaridade da Casa dos Ventos. (CanalEnergia - 20.02.2024)
Link Externo

Unigel renegocia R$ 3,9 bi em dívidas e pode ter novos sócios

A Unigel, uma tradicional petroquímica brasileira, avançou na renegociação de R$ 3,9 bilhões em passivos, o que pode resultar em novos sócios, vindos do grupo de credores, que receberão 50% das ações da empresa em troca de parte da dívida. A empresa apresentou um plano de recuperação extrajudicial, que lhe dará mais 90 dias de proteção contra execução de dívidas, tempo que será usado para detalhar o plano e buscar a aprovação de ao menos 50% dos credores. A companhia poderá emitir nova dívida e levantar cerca de US$ 100 milhões adicionais. A crise da indústria petroquímica mundial impactou fortemente a Unigel, que acumulou prejuízo líquido de R$ 1 bilhão entre janeiro e setembro do ano passado. (Valor Econômico - 22.02.2024)
Link Externo

Diretor-presidente da Taesa, André Moreira, renuncia ao cargo

André Augusto Telles Moreira, que ocupava o cargo de diretor-presidente da Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa) desde novembro de 2020, renunciou ao cargo. Enquanto a companhia realiza o processo sucessório, o diretor financeiro e de relações com investidores, Rinaldo Pecchio Junior, assume o cargo interinamente. (Valor Econômico - 21.02.2024)
Link Externo

Glauco Freitas assume a presidência da Hitachi Energy no Brasil

Glauco Freitas, com 30 anos de experiência em marketing e vendas no setor de energia, será o novo presidente da Hitachi Energy no Brasil, substituindo José Paiva, que se aposenta após 43 anos de serviço. Freitas pretende dar continuidade ao trabalho de Paiva, que conduziu a transição da empresa ao se tornar parte do grupo Hitachi e ajudou a empresa a crescer três vezes nos últimos três anos, apesar de desafios como a pandemia e a volatilidade de preços. A Hitachi Energy, uma das três maiores fabricantes globais de transformadores, está acumulando experiências no boom do setor de transmissão de energia na Europa e nos EUA, que podem ser replicadas no Brasil. Freitas enfatiza a importância de parcerias estratégicas nos próximos anos. (Valor Econômico - 14.02.2024)
Link Externo

Oferta e Demanda de Energia Elétrica

ONS: Abertura de consulta sobre procedimentos do PMO e CMO semi-horário

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) abriu consulta externa sobre os Procedimentos de Rede envolvendo o Programa Mensal da Operação Energética (PMO) e o Custo Marginal da Operação (CMO) semi-horário. Os submódulos que podem receber sugestões incluem: critérios para estudos energéticos e hidrológicos (2.4) e programação mensal da operação energética (4.3). As alterações contemplam também revisões de baixo impacto para a compatibilização de processos e a consolidação dos dados de entrada da cadeia de modelos computacionais. As contribuições serão aceitas até 26 de fevereiro de 2024. (CanalEnergia - 20.02.2024)
Link Externo

Região SE/CO conta com 62,7% da capacidade

O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou crescimento de 0,2 ponto percentual e a capacidade está em 62,7% na última terça-feira, 13 de fevereiro, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A energia armazenada mostra 128.318 MW mês e a ENA é de 48.266 MW med, valor que corresponde a 53% da MLT. Furnas admite 72,95% e a usina de Nova Ponte marca 62,09%. A Região Sul teve recuo de 0,4p.p e está operando com 71,2% da capacidade. A energia armazenada marca 14.569 MW mês e ENA é de 9.380 MW med. Os reservatórios do Norte aumentaram 0,8 ponto percentual e estão com 66,2% da capacidade. A Região Nordeste teve elevação de 0,5 p.p e operava com 61,5% da sua capacidade. (CanalEnergia - 21.02.2024) 
Link Externo

Reservatórios do Sul operam com 71,6% da capacidade

Os reservatórios do Sul apontaram queda de 0,4 ponto percentual na última segunda-feira, 19 de fevereiro, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O subsistema trabalha com 71,6% de sua capacidade. A energia armazenada marca 14.642 MW mês e ENA é de 9.019 MW med, equivalente a 78% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A região Nordeste teve aumento de 0,3 p.p e está operando com 61% de sua capacidade. A energia retida é de 31.513 MW mês e ENA aponta 8.748 MW med, valor que corresponde a 58% da MLT. A Região Norte contou com crescimento de 0,8 p.p e trabalha com 65,4%. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou elevação de 0,1 p.p e operava com 62,5% do armazenamento. (CanalEnergia - 20.02.2024) 
Link Externo

Mobilidade Elétrica

Lítio: Iniciativa dos EUA para veículos elétricos ganha impulso

A startup Lilac Solutions planeja extrair lítio, um mineral valioso usado em baterias recarregáveis, do Grande Lago Salgado em Utah, com o objetivo de minimizar o impacto ambiental. A empresa pretende produzir até 20 mil toneladas de lítio por ano, utilizando um método que envolve a drenagem de água do lago, a extração do lítio e a reinjeção da água. Este projeto faz parte de um esforço maior nos EUA para construir um fornecimento interno de lítio e outros minerais para baterias, à medida que a adoção de veículos elétricos aumenta. A Lilac afirma que seu processo é mais rápido e menos prejudicial ao meio ambiente do que os métodos tradicionais de extração de lítio. (Valor Econômico - 12.02.2024)
Link Externo

BYD avalia fábrica no México para entrar no mercado americano

A montadora chinesa de veículos elétricos, BYD, está avaliando a construção de uma fábrica no México como uma estratégia para entrar no mercado dos EUA e evitar altas tarifas de importação. A empresa, que fabrica muitas das peças usadas em seus veículos, incluindo baterias, para reduzir os custos de produção, ainda não anunciou planos oficiais de expansão. A entrada da BYD no mercado americano poderia intensificar a competição, segundo executivos de montadoras dos EUA. Atualmente, veículos elétricos fabricados na China enfrentam uma tarifa de importação de 27,5% nos EUA, que poderia cair para 2,5% ou até mesmo ser eliminada se fabricados no México. (Valor Econômico - 16.02.2024)
Link Externo

Ações da Tesla despencam 26%: pior início de ano desde 2016

As ações da Tesla tiveram o pior início de ano desde 2016, com uma queda de 26%. As expectativas de lucro para 2024 caíram 20%, de US$ 3,84 para US$ 3,08 por ação. Em outubro, após maus resultados no terceiro trimestre, as projeções de lucro caíram 30%, alinhadas com a desvalorização de 24% das ações. Quando Elon Musk anunciou sua intenção de comprar o Twitter em abril de 2022, as ações caíram 60% até o final do ano, mas as estimativas não mudaram. A revisão das estimativas agora se deve a vários fatores, incluindo a redução dos preços dos veículos da Tesla e a alta dos juros, que diminuíram a demanda por carros elétricos. (Valor Econômico - 14.02.2024)
Link Externo

Sony Honda Mobility lançará três modelos elétricos até 2028

A Sony Honda Mobility, uma joint venture entre a Sony e a Honda, planeja lançar três modelos de veículos elétricos até o final da década de 2020: um sedã em 2025, um SUV em 2027 e um compacto "acessível" em 2028 ou mais tarde. Os veículos, que compartilharão o mesmo chassi para reduzir custos, serão lançados sob a marca Afeela e competirão com a Tesla nos Estados Unidos. A empresa também está expandindo sua equipe e desenvolvendo jogos para entretenimento em carros. Apesar da recente desaceleração nas vendas de veículos elétricos, espera-se um crescimento no médio e longo prazo. (Valor Econômico - 15.02.2024)
Link Externo

Energias Renováveis

Minas Gerais atrai R$ 3,9 bi em investimentos em energia renovável em 2023

Em 2023, Minas Gerais atraiu R$ 3,9 bilhões em investimentos em energia renovável. A Neuman & Esser, de origem alemã, investiu R$ 70 milhões em uma fábrica de geradores de hidrogênio verde em Belo Horizonte, e a Acelen, do grupo Mubadala Investment Company, investiu R$ 125 milhões em um centro de inovação e tecnologia em Montes Claros para desenvolver biocombustíveis a partir da macaúba. Além disso, a italiana Asja investiu R$152 milhões em uma usina de biometano em Sabará. Esses investimentos destacam o estado como um protagonista na transição para uma economia mais sustentável. (Valor Econômico - 15.02.2024)
Link Externo

Petrobras e BNDES estruturam fundo para energias renováveis e de baixo carbono

A Petrobras e o BNDES estão realizando estudos para criar um fundo de Corporate Venture Capital (CVC) destinado a apoiar micro, pequenas e médias empresas de base tecnológica, com foco em setores relacionados à transição energética. Com um montante inicial previsto de US$ 100 milhões nos próximos cinco anos, conforme o Plano Estratégico 2024-2028, esse será o primeiro fundo desse tipo entre as duas instituições. O fundo será estruturado de acordo com as normas da CVM e terá um gestor escolhido por edital público, com independência para decisões e aportes. A iniciativa faz parte de um Acordo de Cooperação Técnica assinado no ano anterior, visando à formação de uma Comissão Mista voltada para áreas como óleo e gás, pesquisa científica, transição energética e desenvolvimento produtivo. A governança do CVC e os valores a serem investidos ainda serão submetidos a aprovações internas, com o objetivo de promover a originação de negócios, desenvolvimento de fornecedores, inteligência tecnológica e remuneração do capital. O fundo permitirá fomentar ideias e modelos de negócios inovadores, integrando-se ao arcabouço de inovação já desenvolvido pela Petrobras em seus projetos de pesquisa e desenvolvimento. (CanalEnergia - 21.02.2024)
Link Externo

Expansão das fontes renováveis: solar e eólica respondem por 90% da energia gerada

Em 2023, o setor elétrico brasileiro registrou o menor índice de emissões de CO² desde 2011, graças à expansão das fontes renováveis de energia, como solar e eólica. Essas fontes foram responsáveis por quase 90% dos 75,6 mil MW médios injetados no sistema elétrico brasileiro em 2023, com um crescimento de quase 50% em relação ao ano anterior. O governo brasileiro destaca o potencial dessas energias como um diferencial na corrida por investimentos em transição energética. No entanto, há preocupações sobre os riscos socioambientais dessa expansão, especialmente em relação às comunidades tradicionais da região Nordeste. (Valor Econômico - 16.02.2024)
Link Externo

Faro Energy capta R$ 320 mi para construir 71 usinas fotovoltaicas

A Faro Energy, uma empresa de gestão de ativos solares, captou R$ 320 milhões no mercado de capitais brasileiro para financiar a construção de 71 usinas fotovoltaicas em 14 estados. Esta é a maior operação de financiamento para projetos de geração distribuída já lançada no Brasil e a primeira a ser avaliada pela Fitch Ratings. A transação foi estruturada através de um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e vai apoiar o plano de expansão da empresa, que pretende financiar 89 MWp. A Faro Energy tem como principal acionista a Modern Energy, um fundo de investimentos americano, e planeja atingir cerca de 250 MWp em operação até 2025. (Valor Econômico - 14.02.2024)
Link Externo

Casa dos Ventos quer 1 GW solar, metade em parques híbridos

A Casa dos Ventos está prestes a expandir suas operações para o setor solar, planejando hibridizar projetos eólicos na Bahia e no Rio Grande do Norte, com cerca de 1 GW em seu pipeline. A empresa tem em mente a operação desses projetos até 2026, com um plano de investimento total de R$ 12 bilhões até esse ano, divididos entre projetos eólicos e solares. O foco inicial será na Bahia, aproveitando a sinergia natural entre os ventos noturnos e a energia solar, enquanto os parques do Rio Grande do Norte terão uma hibridização em uma etapa posterior. A companhia está em processo de avaliação de localidades para empreendimentos solares no Sudeste/Centro-Oeste, com um volume projetado entre 400 MW e 600 MW. O financiamento para esses projetos virá principalmente do BNDES, BNB e mercado de capitais, enquanto a empresa também planeja investir em projetos eólicos, totalizando cerca de 3 GW de potência instalada até 2026. (CanalEnergia - 20.02.2024)
Link Externo

Serviço de assinatura solar é inaugurado no interior de SP

Mais de 227 municípios do Estado de São Paulo agora contam com um serviço de assinatura de energia solar, graças à inauguração de uma usina fotovoltaica em Américo de Campos, no noroeste paulista. A iniciativa, fruto da parceria entre a GreenYellow e a Sun Mobi, visa atender pequenas e médias empresas de forma remota em toda a área de concessão da distribuidora Elektro, incluindo a Grande São Paulo, o litoral e outras regiões do estado. Com 5 MW de potência instalada, o serviço é acessível online, proporcionando aos consumidores uma alternativa simples, moderna e 100% digital, sem a necessidade de investimento ou obras nos imóveis. Além disso, a oferta se estende a outras regiões do estado, como o norte, o sul e o noroeste, ampliando o acesso à energia solar em todo o território paulista. (CanalEnergia - 20.02.2024)
Link Externo

EOL Santo Agostinho 6 recebe liberação para unidade geradora

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) autorizou a operação comercial da unidade geradora 1 (UG1) da EOL Santo Agostinho 6, com capacidade instalada de 6,2 MW, a partir de 20 de fevereiro. Pertencente à Eólica Santo Agostinho 6 S.A., o empreendimento está situado no município de Lajes, no estado do Rio Grande do Norte. (CanalEnergia - 20.02.2024)
Link Externo

Engie: Operação comercial de nova turbina eólica na usina Santo Agostinho 6

A Engie, junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), obteve autorização para a operação comercial de uma nova turbina eólica da usina Santo Agostinho 6. O aval, dessa vez, o aval foi dado para a unidade geradora (UG) 1, de 6,2 megawatts, do empreendimento que foi construído no município de Lajes, no Rio Grande do Norte. (Broadcast Energia – 20.02.2024)
Link Externo

Gás e Termelétricas

Eneva declara comercialidade de três novas descobertas de gás e óleo

A Eneva declarou à ANP a comercialidade de três descobertas nas bacias do Parnaíba e do Amazonas, nomeadas como Gavião Vaqueiro, Tambaqui e Azulão Oeste. O Campo de Gavião Vaqueiro, com estimativas de gás entre 1,5 e 3,3 bilhões de metros cúbicos, é o décimo segundo campo da Bacia do Parnaíba a ser declarado comercial. O Campo de Tambaqui, com estimativas de gás entre 1,6 bilhão e 3,6 bilhões de metros cúbicos e de óleo entre 8,8 milhões e 18,9 milhões de barris, e o Campo de Azulão Oeste, com estimativas de gás entre 1,4 bilhão e 6,1 bilhões de metros cúbicos, foram declarados comerciais na Bacia do Amazonas. A Eneva tem até 180 dias para apresentar os planos de desenvolvimento para os campos. A empresa também divulgou a atualização da certificação de reservas das bacias do Parnaíba, Amazonas e Solimões. (Valor Econômico - 15.02.2024)
Link Externo

BP e Adnoc formam joint venture de gás natural no Egito

A BP e a Abu Dhabi National Oil Co. (Adnoc) formaram uma joint venture no Egito para focar no gás natural, com a Adnoc fornecendo financiamento para futuras oportunidades de crescimento. A iniciativa é um passo significativo para a Adnoc na construção de seu portfólio internacional de gás natural. O Egito, que fornece gás natural liquefeito à Europa, tem sido um local de desenvolvimento de campos de gás por produtores europeus como a BP e a Eni SpA. A BP e a Adnoc também tentaram um acordo de gás na região do Mediterrâneo, mas as negociações estão atualmente suspensas devido à guerra na região. (Valor Econômico - 14.02.2024)
Link Externo

Biblioteca Virtual

ARBACHE, Jorge. "Como unir negócios e transição justa".

Ver PDF

MORAIS, Roberta Jardim de; BALERONI, Rafael; PIÑEIRA, Carolina Teixeira. "Por que a cadeia de suprimentos é um dos maiores desafios para o ESG em 2024".

Ver PDF