IFE
30/05/2023

IFE 5.731

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
30/05/2023

IFE nº 5.731

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.731

Regulação

Artigo GESEL: "Cenários de aprimoramento do modelo do Setor Elétrico Brasileiro"

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (Professor no Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do GESEL), Alessandra Gedu Dutra Amaral (Economista, diretora da Energisa (2004-2019) e da Light (2019-2023)) e Bianca de Castro (Advogada e pesquisadora associada do GESEL) analisam o modelo regulatório do Setor Elétrico Brasileiro (SEB) estabelecido em 2004 e destaca quatro objetivos centrais desse modelo: expandir a capacidade instalada de geração e transmissão, recompor o planejamento, universalizar o acesso à energia elétrica e garantir tarifas moderadas. Após quase 20 anos, o modelo demonstrou sucesso na expansão da oferta de geração e transmissão, proporcionando segurança aos investimentos e reduzindo o risco de racionamentos. No entanto, o artigo ressalta que a transição energética e a transformação digital estão impactando o setor elétrico, exigindo novos desenhos de mercado. Os consumidores estão se tornando mais ativos, buscando independência e exigindo qualidade de fornecimento, atenção a questões socioambientais e tarifas moderadas. O crescimento do mercado livre é impulsionado por consumidores que se tornam produtores de energia, especialmente por meio da geração distribuída fotovoltaica. Por fim, concluiu-se que e é necessário repensar o modelo regulatório implementado em 2004, levando em consideração o consumidor empoderado e digital, bem como o papel de cada elo do SEB. Espera-se que o novo modelo garanta uma energia de qualidade, acessível a todos os brasileiros, com preços competitivos e respeito ao meio ambiente. A configuração atual da matriz elétrica brasileira é vista como uma vantagem competitiva estratégica no contexto da transição energética global. (GESEL-IE-UFRJ – 30.05.2023)
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Lula e Maduro falam em retomada da importação de energia pelo Brasil

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolás Maduro defenderam em entrevista coletiva a retomada da relação energética do Brasil com a Venezuela, com o retorno da importação de energia elétrica do país vizinho para Roraima. Maduro disse que seu país está preparado para reconstruir a cooperação elétrica com o estado e toda a população fronteiriça, e anunciou uma oferta de 120 MW de energia hidrelétrica, cujo escoamento, segundo ele, depende “de um investimento básico” de US$ 4 milhões ou US$5 milhões na reconstrução da linha de transmissão de Guri. O encontro dos dois chefes de estado aconteceu nesta segunda-feira, 29 de maio, às vésperas da reunião em Brasília de presidentes de países da América do Sul. A compra de energia da Venezuela foi suspensa em março de 2019, quando o agravamento da crise naquele país provocou apagões generalizados e resultou na interrupção do fornecimento de energia à capital Boa Vista. (CanalEnergia - 29.05.2023) 
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Lula defende mercado sul-americano de energia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs nesta terça-feira (30) um prazo de 120 dias para que os governos dos países sul-americanos definam um novo formato para uma maior integração regional. Ele também defendeu um estímulo para a criação de um mercado sul-americano de energia. O brasileiro discursou durante a abertura de uma reunião com os presidentes vizinhos, em Brasília. “Esse grupo terá 120 dias para criar um mapa do caminho para a integração da América do Sul”, afirmou Lula. “Enquanto estivermos desunidos, não faremos da América do Sul um continente desenvolvido”, completou o presidente brasileiro. (Valor Econômico – 30.05.2023)
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MME: definição política para retomar a importação de energia da Venezuela já está tomada

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, sinalizou nesta segunda-feira, 29, que já há uma definição política para retomar a importação de energia da Venezuela para abastecer Roraima, único Estado brasileiro que não está conectado ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Contudo, ele ressaltou que é necessário analisar a viabilidade técnica para retomar a compra do insumo do país vizinho. “A definição política está tomada. A partir de uma definição política, todos nós sabemos, racionalmente, que existem passos técnicos e econômicos”, afirmou o ministro a jornalistas no Palácio do Planalto. Pouco antes, em coletiva de imprensa ao lado do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também indicou o interesse em retomar o negócio com o país vizinho. (O Estado de São Paulo – 29.05.2023)
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MME deve divulgar regras para renovação de concessão de distribuidoras até 25/6, diz secretário

As regras e diretrizes que vão nortear a renovação das concessões de distribuidoras cujo contratos vencem nos próximos anos devem ser divulgadas pelo Ministério de Minas e Energia (MME) entre 22 e 25 de junho, afirmou o secretário Nacional de Energia Elétrica da pasta, Gentil Nogueira. De acordo com ele, a data foi enviada ao Tribunal de Contas da União (TCU). Inicialmente, a data indicada ao TCU era o início de abril. No começo de maio, o ministro Alexandre Silveira havia dito que o lançamento se daria entre duas e três semanas, mas até agora o conteúdo do que será proposto pelo governo ainda não foi divulgado. A declaração foi dada a jornalistas logo após a cerimônia do Prêmio Aneel de Satisfação do Consumidor 2022, em Brasília. Ao todo, foram treze premiações para concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica que alcançaram as melhores colocações no índice Aneel de satisfação do consumidor. (Broadcast Energia - 25.05.2023)
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Aneel revisa agenda regulatória para biênio 2023-2024

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) comunicou nesta sexta-feira, por meio do Diário Oficial da União (DOU), que realizou a primeira revisão da agenda regulatória para biênio 2023-2024, documento utilizado pela agência reguladora para informar seu planejamento nos dois anos citados. De acordo com o voto do diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, a revisão contempla duas revisões de entregas e cronogramas, e quatro inclusões de atividades, das quais duas são necessárias para o atendimento ao Decreto nº 10.411, de 2020, referentes a Análise de Resultado Regulatório (ARR). Ao todo, a agenda conta agora com 39 atividades. Entre as inclusões estão a definição de ambientes regulatórios controlados (sandbox) para prestação de serviços ancilares e a regulação da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) no Procedimentos do Programa de Eficiência Energética (PROPEE). (Broadcast Energia - 25.05.2023)
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Luiz Eduardo Barata pede mais participação dos consumidores em decisões

Em Mesa Redonda com especialistas realizada nesta segunda-feira, 29 de maio, pelo Instituto Clima e Sociedade, o presidente da Frente Nacional de Consumidores de Energia, Luiz Eduardo Barata, pediu mais participação dos consumidores nas decisões que impactam na tarifa de energia, pondo fim a iniciativas que criam exatamente o efeito contrário. “Temos mostrado a necessidade do conjunto dos consumidores ser um ator participante das discussões do que a gente quer para o futuro da indústria de eletricidade do Brasil. Não podemos mais continuar a ser pagadores de conta”, afirma. Para ele, o atual arcabouço do setor está superado porque as bases que o construíram foram modificada ao longo do tempo, como a inserção de eólicas e renováveis e da modalidade de geração distribuída. (Agência CanalEnergia – 29.05.2023)
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Transição Energética

Aumento da temperatura média deve ser maior no Brasil e traz risco para o SEB, alerta estudo

Um estudo da Coalização Energia Limpa aponta que o Brasil poderá sentir de forma mais intensa os efeitos da crise climática. O aumento médio na maioria das regiões do país é calculado em pelo menos 4 graus Celsius na temperatura média e isso poderá trazer grandes impactos no setor elétrico brasileiro dado a renovabilidade da matriz elétrica nacional. Segundo o estudo “Vulnerabilidade do setor elétrico brasileiro frente à crise global e propostas de adaptação” o risco, no Brasil, deve-se ao fato de que o país conta com quase dois terços de seu matriz baseada na hidroeletricidade. São quase 10% de toda a produção mundial dessa fonte. O que deixa o sistema fortemente dependente de variações climáticas, como as chuvas essenciais para as afluências aos reservatórios dessas usinas. Por isso, com a mudança do comportamento das chuvas devido às mudanças climáticas, esta geração está cada vez mais ameaçada. O estudo está disponível para download na página do Instituto Climainfo: https://climainfo.org.br/relatorio-coalizao-energia-limpa/ (Agência CanalEnergia – 29.05.2023)
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Ilan Cuperstein: a expansão nacional do gás é incompatível com a meta do Acordo de Paris

Ilan Cuperstein, diretor regional para a América da Latina na C-40, apresentou estudo (durante uma Mesa Redonda realizada pelo Instituto Clima e Sociedade, nesta segunda-feira, 29 de maio) em que a expansão do gás fóssil se mostra incompatível com a meta de redução de 1,5º C do Acordo de Paris. Segundo ele, apesar da previsão nacional estimar o uso de gás em 2%, precisaria diminuir em -73% para estar no caminho certo ao cenário acertado em 2050. Ainda de acordo com ele, os planos de expansão de gás no Brasil aumentariam as emissões nacionais em 126%. A C- 40 é um grupo que reúne grandes cidades no mundo que atuam em prol da luta contra as mudanças climáticas. O Brasil, ao lado do Vietnã e da Grécia, aparece como um dos países que mais tem projetos anunciados se comparados com o que já existe. Esse quadro coloca o gás fóssil como grande aposta e demandaria um debate sobre a real necessidade de construção de todas as infraestruturas. (Agência CanalEnergia – 29.05.2023)
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Empresas

Copel: Contratação de bancos e avanço na privatização

A Copel deu mais um passo no seu processo de privatização. Ela fechou como sindicato de bancos que irá conduzir a oferta subsequente de ações que resultará na sua privatização. Farão parte o banco BTG Pactual, Itaú BBA, Bradesco BBI, Morgan Stanley e o Brasil Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários, que serão os coordenadores na estruturação da potencial oferta. A oferta de ações da estatal paranaense é inspirada no modelo da Eletrobras. O recente anúncio dos ministérios de Minas e Energia e da Fazenda em estabelecer bônus de outorga de R$ 3,71 bilhões para a renovação da concessão de três usinas hidrelétricas da Copel foi considerado como aceno de que a União não vai interferir na privatização da elétrica. “O primeiro passo é a estruturação da potencial oferta com o engajamento do sindicato dos bancos e a partir de agora vamos começar o trabalho de ‘investor education’, ou seja, contactar os investidores, falar da potencial oferta”, disse o CEO da empresa, Daniel Slaviero. (Valor Econômico - 30.05.2023)
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Santander: Revisão tarifária aprovada pela Aneel é positiva para Cemig

Os números finais da revisão tarifária de 2023 da Cemig Distribuição (Cemig-D) aprovados pela Aneel são positivos, uma vez que foram mais fortes do que as estimativas, diz o Santander, em relatório. Os analistas Andre Sampaio, Guilherme Lima e Julio Zaniolo destacam a aprovação pela Aneel do Ebitda regulatório de R$ 3,48 bilhões, 2,2% acima da projeção do banco. A revisão tarifária aprovada implica um aumento tarifário de 13,27% para os clientes finais. Os analistas escrevem que os investidores já anteciparam os impactos, pois os números ficaram em linha com a proposta preliminar da Aneel. (Valor Econômico - 29.05.2023)
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PSR vence disputa para estudo sobre formação de preço no Brasil

A CCEE firmou um contrato de 30 meses com a PSR para desenvolvimento de um estudo para formação do modelo de cálculo de preço para os próximos anos. A iniciativa integra o Projeto Meta II, estabelecido pelo Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e o MME, e contará com o apoio de um conjunto de empresas e especialistas nacionais e internacionais. O acordo acontece após uma concorrência pública, com a Câmara firmando a parceria com a proposta técnica mais aderente à execução do trabalho. A conselheira e vice-presidente da CCEE, Talita Porto, disse se tratar de um marco importante para o futuro do mercado de energia, já que a metodologia de preço no Brasil é debatida há anos. Para subsidiar a discussão da formação por oferta, o projeto visa indicar o melhor arranjo para o mercado brasileiro, inclusive com as adequações necessárias no ambiente comercial, regulatório e as melhores práticas empresariais. Também conta com uma fase de análise do atual mecanismo de formação de preço por custo, sinalizando quais seriam os avanços necessários para aprimorar a eficiência operativa e a sinalização econômica associadas aos modelos computacionais. Entre os entregáveis estão previstas uma análise das vantagens e desvantagens entre a formação de preço por custo e a formação de preço por oferta, além da realização de diversos workshops, debates e reuniões nos próximos meses. O empréstimo do MME com o BIRD no projeto Meta II é de US$ 38 milhões, dos quais R$ 33 milhões são destinados à CCEE para este e outros três projetos. (CanalEnergia - 29.05.2023) 
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Energisa tem alta de 2,6% no consumo em abril

O Grupo Energisa registrou alta de 2,6% no consumo de energia elétrica em relação ao mesmo mês do ano anterior, com o resultado sendo puxado pelas classes residencial, comercial e industrial, que subiram 4,9%, 2,5% e 1,7%. Outro fator de impacto ressaltado pelo boletim mensal da companhia foi o calendário faturado maior em sete das 10 distribuidoras, além dos ramos de alimentos, bebidas e minerais não-metálicos se destacando positivamente. Nove das 10 distribuidoras apresentaram aumento na demanda em suas áreas de concessão, em especial na Paraíba, Mato Grosso do Sul e Rondônia. O resultado no segmento comercial foi puxado pelo setor de distribuição de alimentos e varejistas em geral. A classe outros apresentou aumento de 0,2% no consumo, enquanto a rural computou queda puxada pelas concessões do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Sul-Sudeste, impactadas principalmente pela maior utilização de geração distribuída e efeito da Resolução 901. (CanalEnergia - 29.05.2023)  
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EDP inaugura SE Jerônimo Monteiro

A EDP ES inaugurou na última quinta-feira, 25 de maio, a Subestação de Jerônimo Monteiro, a primeira do município, situado no Sul do Espírito Santo. Com investimento de cerca de R$ 9 milhões, o projeto eleva a capacidade do sistema energético da região, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social. A nova subestação, segundo a distribuidora, beneficia diretamente mais de 20 mil clientes das cidades de Cachoeiro de Itapemirim, Jerônimo Monteiro e Alegre com um serviço de distribuição de energia ainda mais seguro e de melhor qualidade. A SE Jerônimo Monteiro apresenta dois níveis de tensão (69/13,2 kV), um transformador de 6,7 MVA de potência e dois alimentadores de média tensão. A unidade é 100% digitalizada e conta com moderno sistema de automação e supervisão. Toda a sua iluminação é composta por lâmpadas LED, garantindo maior eficiência e reforçando a preocupação da empresa com a comunidade e com a preservação do meio ambiente. (Agência CanalEnergia – 29.05.2023)
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Tereos de olho no mercado de comercialização de energia e eletropostos

A Tereos anunciou que recentemente avaliou a comercialização de energia para varejistas e já deu o primeiro passo ingressando na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). “Aprovamos o ingresso na CCEE e agora estamos na fase de consolidação da documentação. Tudo isso para que possamos aderir os nossos consumidores varejistas em 2024”, disse o diretor comercial da companhia, Gustavo Segantini. Segundo Segantini, eles ainda estão no período de prospecção e suporte aos clientes para que eles façam e organizem toda a documentação para poder fornecer energia a eles a partir de 2024. “Nós temos aqui na Tereos muitos clientes do varejo e da indústria que hoje compram açúcar e que não tem acesso ao mercado livre de energia e com isso temos essa vantagem nesse mercado”, disse. (Agência CanalEnergia – 29.05.2023)
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Lemon Energia contrata CFO Alessandra Mak

A startup Lemon Energia anunciou a contratação de uma nova CFO. Alessandra Mak chega para o lugar de Ariel Amar, que vai se dedicar a projetos pessoais, mas segue como um dos principais sócios da startup. Com mais de 15 anos de experiência em grandes empresas como, Quinto Andar, Somos Educação, Nike, Itaú e Santander, além de startups, a executiva chega em um momento de aceleração do crescimento da Lemon Energia. (Agência CanalEnergia – 29.05.2023)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário segue no patamar mínimo regulatório em todos os submercados do País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) segue no patamar mínimo regulatório, estabelecido atualmente em R$ 69,04 por MWh, nesta segunda-feira, de acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Já são oito meses no valor mínimo que, em 2022, era de R$ 55,70 por MWh. O montante praticado não apresenta oscilações ao longo do dia em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), de forma que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do País. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 29.05.2023) 
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Renováveis atingem 91,4% de participação no SIN

A demanda de carga do Sistema Interligado Nacional (SIN) nos quatro primeiros meses do ano foram atendidas em uma média de 91,4% pela geração hidráulica, eólica e solar, segundo dados do ONS. Em abril as três fontes somadas registraram 89,4% de representatividade, ante 91% em janeiro, 92,6% em fevereiro e 92,4% em março. O percentual médio por fonte indica que, entre os meses de janeiro a abril, 77,2% vieram da geração hidráulica, 11,5% de eólica e 2,7% dos painéis fotovoltaicos. A participação nesse ano foi superior à mediana do mesmo período de 2022, quando computou 87,8%. (Agência CanalEnergia – 29.05.2023)
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Níveis dos reservatórios pelo Brasil

A Região Norte apresentou níveis estáveis, no último domingo, 28 de maio, segundo o boletim do ONS. O subsistema está operando com 99% da capacidade. A energia armazenada mostra 15.147 MW mês e a ENA aparece com 14.089 MW med, o mesmo que 69% da MLT. A UHE Tucuruí segue com 99,85%. O subsistema do Nordeste teve queda de 0,1 p.p e opera com 89,4% da sua capacidade. A energia armazenada indica 46.187 MW mês e a energia natural afluente computa 2.877 MW med, correspondendo a 56% da MLT. A hidrelétrica de Sobradinho marca 85,87%. A região Sudeste e Centro-Oeste apresentou níveis estáveis e está com 86,1%. A energia armazenada mostra 176.239 MW mês e a ENA aparece com 29.970 MW med, o mesmo que 75% da MLT. Furnas admite 99,43% e a usina de Itumbiara marca 99,15%. A Região Sul teve aumento de 0,1 p.p. e está operando com 82,8% da capacidade. A energia armazenada marca 16.948 MW mês e ENA é de 3.747 MW med, equivalente a 56% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. As UHEs G.B Munhoz e Passo Fundo funcionam com 97,07% e 85,79% respectivamente. (Agência CanalEnergia – 29.05.2023)
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Mobilidade Elétrica

Volvo inaugura seu 1º eletroposto rápido no estado do Rio de Janeiro

A Volvo inaugurou sua primeira estação de recarga rápida para carros elétricos no estado do Rio de Janeiro. O anúncio faz parte da segunda etapa do programa para a criação de uma infraestrutura de carregamento no país. Com oito eletropostos rápidos em funcionamento e mais de 1.000 wallbox instalados em todo o Brasil, a marca sueca anuncia seu mais novo ponto de recarga rápida para veículos 100% elétricos, que fica na cidade de Barra Mansa, localizado no Posto Metano - Rod. Pres. Dutra, s/n - Km 275. “A rota Rio-São Paulo é muito importante para nossa estratégia que busca permitir viagens interestaduais para cada vez mais longe. Barra Mansa é um local estratégico tanto para quem está indo a São Paulo quanto para o Rio de Janeiro”, ressalta Marcelo Godoy, diretor de Finanças Volvo Car América Latina e Operação de Infraestrutura de Carregamento Brasil. Vale lembrar que a primeira fase do plano de infraestrutura de carregamento prevê 13 pontos de recarga em rodovias, e na recém-anunciada segunda fase, mais 15 locais, totalizando 10.000 km de estradas cobertas em sete estados. Todos eles têm monitoramento 24h por dia, 7 dias por semana, garantindo um pleno funcionamento dos equipamentos. Nesta segunda etapa de expansão, estão previstos pontos de recarga nas cidades de Angra dos Reis, Cabo Frio e Paraty (RJ); em Imbaú (PR), Balneário Camboriú e São José (SC); em Anápolis e Campo Alegre de Goiás (GO), além de Rondonópolis e Nova Mutum (MT). Minas Gerais ganhará ainda mais postos nos municípios de Juiz de Fora e Matipó, idem para São Paulo, que receberá pontos de recarga também em Marília, Penápolis e Castilho. Com previsão de conclusão até fevereiro de 2024, a segunda fase é parte do objetivo da Volvo de ajudar a eliminar os gargalos e fortalecer cada vez mais a rede de recarga nas rodovias, tornando viáveis as viagens estaduais e até interestaduais com carros elétricos. (Inside EVs - 29.05.2023) 
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Ford: "Chineses são o principal concorrente”

O CEO da Ford, Jim Farley, disse que as montadoras chinesas são as maiores rivais da marca do Oval Azul no mercado de veículos elétricos, e não a GM ou a Toyota, de acordo com o Automotive News, que citou Farley após sua fala no Morgan Stanley Sustainable Finance Summit. "Vemos os chineses como o principal concorrente, não a GM ou a Toyota", disse o CEO da Ford, acrescentando que "os chineses serão a potência". Farley citou BYD, Geely, Great Wall Motor (GWM), Changan e SAIC como os "vencedores" entre as montadoras chinesas, dizendo que, para vencê-los, a Ford precisa de uma marca diferenciada ou custos mais baixos: "Mas como você os supera no custo se a escala deles é cinco vezes maior que a sua?", questionou. "Os europeus deixaram (as montadoras chinesas) entrarem, então agora estão vendendo em alto volume na Europa." O executivo acredita que a montadora com sede em Michigan já tem uma marca distinta, então reduzir os custos é o único caminho a seguir. Para que isso aconteça, a Ford quer construir uma fábrica de baterias de veículos elétricos de US$ 3,5 bilhões em Michigan usando a tecnologia da chinesa CATL, mas esse acordo atraiu resistência de políticos como o líder da maioria republicana na Câmara, Steve Scalise, e o senador da Flórida, Marco Rubio, que citaram possíveis laços com o Partido Comunista Chinês. (Inside EVs - 29.05.2023) 
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GM e Posco: Construção de fábrica de componentes de baterias

A General Motors (GM) e a Posco vão financiar metade de uma fábrica de componentes de baterias para veículos elétricos de C$ 600 milhões (US$ 442 milhões) em Quebec, no Canadá. Em março de 2022, as empresas americana e sul-coreana anunciaram planos para formar uma joint venture chamada Ultium Cam e construir uma fábrica de material catódico em Becancour, a meio caminho entre Montreal e a cidade de Quebec. Os governos do Canadá e de Quebec contribuirão cada um com cerca de C$ 150 milhões para o projeto, que deverá criar 200 empregos. A planta está programada para entrar em operação em dois anos. “Esta produção será usada para fabricar baterias para o programa Ultium da GM, que visa produzir um milhão de veículos elétricos por ano até 2025”, disse o governo de Quebec, em um comunicado à imprensa. (Valor Econômico - 29.05.2023)
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Inovação e Tecnologia

Do amianto ao solar, Eternit leva telha que gera energia na favela

A Eternit, empresa em recuperação judicial desde 2017, está deixando para trás o amianto e se dedicando à geração de energia solar em telhas. Após fabricar telhas de concreto com capacidade de gerar energia elétrica em residências de alto padrão, agora a empresa lançará as telhas solares de fibrocimento, um produto inédito no Brasil, com o objetivo de popularizar a fonte de energia, inclusive em comunidades de baixa renda. A reestruturação da empresa tem sido bem-sucedida, com pagamento de dividendos aos acionistas nos últimos dois anos, e ela está investindo e adquirindo concorrentes para impulsionar seus negócios. A Eternit realizou parcerias para um projeto piloto em favelas no Rio de Janeiro, visando demonstrar a viabilidade do novo produto. Além disso, a empresa está buscando a incorporação das telhas de fibrocimento em construções populares, mostrando às construtoras os benefícios de economia na conta de luz. A Eternit patenteou a tecnologia nacionalmente e tem planos de exportar o produto, além de explorar oportunidades no agronegócio. (Broadcast Energia - 26.05.2023)  
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Energias Renováveis

Energia solar cresce 110% em um ano e ultrapassa Itaipu

Em um ano, a energia solar teve um crescimento de 110% na potência instalada em residências, comércios, indústrias, produtores rurais, prédios públicos e pequenos terrenos no Brasil, segundo mapeamento da Absolar. Em maio de 2022, o país tinha chegado a marca de 10 gigawatts e este ano, no mesmo mês, está com 21 gigawatts. Isto corresponde a uma e meia usina hidrelétrica de Itaipu, que tem a capacidade de 14gw De acordo com a Absolar, o país tem atualmente mais de 1,9 milhão de sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, com 2,5 milhões de unidades consumidoras. Desde 2012, foram cerca de R$ 105,8 bilhões em novos investimentos. Pelo mapeamento da associação, a tecnologia solar fotovoltaica está em 5.527 municípios e em todos os estados brasileiros, sendo que os estados líderes em potência instalada são, respectivamente, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. (O Globo/Blog da Miriam Leitão - 29.05.2023)
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UFVs que somam 539 MW são autorizadas

A Aneel autorizou a operação comercial, a partir de 26 de maio, a UG4, da EOL Ventos de São Roque 04, com 5,5 MW, no estado do Piauí; as UG1 a UG14, da UFV Serra do Mato III, com 46,2 MW, localizada no estado do Ceará; e as unidades geradoras de 1 a 140, das usinas fotovoltaicas Futura 3 a 22, que juntas somam 492,8 MW e estão localizadas no estado da Bahia. Para operação em teste, foram liberadas as UG1 e UG2, da PCH Confluência, com 26,2 MW, localizada no estado do Paraná. A agência reguladora decidiu ainda liberar, a partir de 27 de maio, a operação em teste da UG4, da EOL Cajuína A2, com 5,7 MW. E prorrogar, até 23 de junho de 2023, a operação comercial da unidade geradora UG31, de 150 MW, da UTE Santa Cruz, de titularidade da Furnas. As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 29 de maio. (Agência CanalEnergia – 29.05.2023)
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Solfácil investe em novo Centro de Distribuição no Nordeste

A Solfácil está investindo R$ 100 milhões na inauguração de um novo Centro de Distribuição em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco. A iniciativa complementa a estratégia da empresa de desenvolver uma divisão própria de equipamentos, iniciada com a aquisição da Solar Inove no começo do ano. O espaço, segundo a empresa, irá armazenar todos os equipamentos necessários para atender a necessidade dos parceiros instaladores, como placas, inversores, baterias, sistemas de monitoramento como o Ampera, tanto para projetos com finalidade residencial, comercial, industrial ou agrícola. A expansão da empresa para o Nordeste por meio do Centro de Distribuição também promoverá melhorias nos prazos de entrega dos equipamentos na região, que passam dos atuais 14 dias para seis em média. Além de estoques otimizados, o CD terá um alto nível de reposição e assistência técnica disponível localmente. (CanalEnergia - 29.05.2023) 
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Eneva: Autorização para operação comercial de complexo solar

A Eneva anunciou que a Aneel autorizou o início da operação comercial do Complexo Solar Futura 1, localizado em Juazeiro (BA). A companhia diz que o complexo é um dos maiores parques solares do Brasil, com 692,4 MWac, elevando em 8% a capacidade de geração solar na matriz elétrica do País. “A entrega do projeto representa um marco para a companhia, que agora conta com uma base de ativos renováveis e com uma maior presença no mercado livre de energia”, afirma a Eneva. A empresa já havia concluído a energização das 22 centrais geradoras fotovoltaicas em 11 de maio e será remunerada pela energia gerada ao longo do período. (Valor Econômico - 30.05.2023)
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AIE: investimento em energia solar deve ser maior que na produção de petróleo pela 1ª vez

De acordo com a Associação Internacional de Energia (AIE), o investimento global em energia limpa está previsto para atingir US$ 1,7 trilhão em 2023, superando os gastos com combustíveis fósseis. A energia solar deverá ultrapassar a produção de petróleo pela primeira vez, impulsionando o crescimento. Prevê-se que mais de US$ 1 trilhão seja investido em carvão, gás e petróleo, enquanto mais de US$ 1,7 trilhão será destinado a tecnologias limpas, como renováveis e veículos elétricos. O investimento em energia limpa é esperado para aumentar 24% entre 2021 e 2023, liderado por economias avançadas e pela China. No entanto, as economias emergentes e em desenvolvimento têm deficiências significativas nesse aspecto. A energia solar e as tecnologias de eletricidade de baixa emissão devem dominar o investimento em geração de energia, e as vendas de veículos elétricos também estão previstas para aumentar. (Broadcast Energia - 25.05.2023) 
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TotalEnergies e Governo do RJ assinam MoU para projetos de eólicas offshore

A TotalEnergies e o Governo do Rio de Janeiro anunciaram na última sexta-feira, 26 de maio, a assinatura do Memorando de Entendimentos para colaborar com o desenvolvimento da geração eólica offshore no estado. O acordo, com duração de 2 anos, contempla a colaboração da empresa para os estudos relacionados aos incentivos fiscais, tributários e a expansão do sistema do Grid para futuros projetos. De acordo com Charles Fernandes, Diretor Geral da TotalEnergies EP Brasil e Country Chair da Companhia no Brasil, a companhia tem reconhecida experiência no segmento e a assinatura está alinhada com a estratégia de alcançar a neutralidade de carbono até 2050 e com o compromisso de investir a longo prazo no país. (Agência CanalEnergia – 29.05.2023)
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Voltalia aposta em contratos de O&M em parques eólicos

O grupo francês Voltalia tem centrado suas apostas em contratos de operação e manutenção (O&M) de parques eólicos de terceiros, diante de um ambiente mais desafiador para a implantação de novos projetos de geração de energia renovável. E já na largada fechou um acordo com uma das principais geradoras do setor elétrico brasileiro para prestar serviços em 500 MW de parques eólicos da empresa, cujo nome é mantido em sigilo. Com isso, a Voltalia alcança mais de 2 GW em contratos de O&M no Brasil. Desde o ano passado, com a recuperação acelerada dos reservatórios das hidrelétricas, o preço da energia no mercado livre despencou a níveis muito próximos do piso do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), de R$ 69,04 por MWh, provocando um descasamento entre o valor do insumo e o custo para a construção de novos projetos, o chamado custo marginal da expansão, o que desestimula a instalação de usinas. O executivo explicou também que mesmo observado uma demanda menor por contratos de longo prazo (PPAs), a empresa continua desenvolvendo projetos de geração próprios, visando a preparação para um momento em que esse nicho volte a ficar aquecido. Hoje a expectativa do mercado é que os PPAs de energia renovável voltem a ganhar tração a partir do final de 2024, caso a economia brasileira mostre sinais de retomada mais forte, elevando a carga de energia do SIN. Caso contrário, estima-se que os projetos já previstos para entrar em operação devem ser suficientes para suprir a demanda por energia nova. (Broadcast Energia - 25.05.2023) 
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Gás e Termelétricas

Petrobras aprova novos produtos de venda de gás natural, com nova carteira comercial

A Petrobras informou há pouco que aprovou novos produtos de venda de gás natural e que está participando dos processos competitivos de chamadas públicas de distribuidoras estaduais com a nova carteira comercial, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Com a abertura do mercado de gás natural, que já conta com contratos de mais de 14 supridores, a estatal desenvolveu uma nova carteira comercial para venda de gás natural com prazos, indexadores e local de entrega diversificados, com o objetivo de assegurar a sua competitividade nas chamadas públicas em curso pelas distribuidoras estaduais e na comercialização via Mercado Livre. Segundo comunicado ao mercado, as fórmulas de precificação só poderão ser divulgadas quando concluídos os processos competitivos das distribuidoras locais, que correm sob confidencialidade. (Broadcast Energia - 29.05.2023) 
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TAG poderá emitir debêntures incentivadas para financiar obras de gasoduto do terminal Sergipe

A TAG recebeu autorização do Ministério de Minas e Energia para emitir debêntures incentivadas para financiar obras do gasoduto do terminal Sergipe. Isso porque o empreendimento foi aprovado como prioritário pela Pasta, conforme publicação de edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União (DOU). O projeto aprovado envolve a construção da Fase 1 do gasoduto, que interligará o Terminal Sergipe ao gasoduto Catu-Pilar (já existente). O duto terá 25 quilômetros de extensão e 24 polegadas de diâmetro, entre outras obras adjacentes. O prazo para conclusão é maio de 2024. As obras serão feitas nos municípios de Barra dos Coqueiros, Santo Amaro das Brotas e Rosário do Catete, em Sergipe. (Broadcast Energia - 29.05.2023) 
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Indústria química encolhe à espera de gás mais barato

A exploração do pré-sal e a perspectiva de maior disponibilidade de gás natural criaram uma expectativa de redução de custo de energia para as indústrias nos últimos anos. Um dos segmentos que mais apostou neste movimento foi a indústria química. No entanto, como a promoessa do gás barato não se concretizou, o setor já começa a senntir os efeitos do aumento dos preços. Segundo dados da Abiquim, de janeiro a março, a produção de químicos de uso industrial encolheu 11,45%, as vendas internas caíram 6,6% e o consumo aparente nacional, resultado da soma da produção e da importação menos a exportação, teve leve recuo, de 0,8%, suportado pelo avanço das importações. Com isso, o nível de utilização da capacidade instalada no setor recuou sete pontos percentuais na média dos primeiros três meses de 2023, para 69%. Isso equivale, alerta a Abiquim, a ociosidade maior que 30%, um sinal “preocupante”, que pode levar ao fechamento de mais capacidades, se não houver melhora já no curto prazo. (Valor Econômico - 30.05.2023)
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Setor vive contradição entre discurso e prática, apontam especialistas

Especialistas em uma Mesa Redonda do Instituto Clima e Sociedade destacaram as deficiências entre o discurso e a prática no setor de óleo, gás e energia. No setor elétrico, é solicitada maior participação dos consumidores nas decisões que aderiram às tarifas de energia, questionando iniciativas que têm o efeito contrário. A realização de satisfações para fontes renováveis ​​também levanta preocupações sobre o benefício para um pequeno grupo em detrimento de todos. No setor de gás, estudos mostram que a expansão do gás fóssil é incompatível com as metas de redução de emissões do Acordo de Paris. As energias renováveis ​​são competitivas em preço e geradoras de empregos, enquanto a produção de petróleo no pré-sal brasileiro é de alta qualidade, mas há preocupações com a Margem Equatorial e a proteção ambiental do petróleo produzido. (CanalEnergia - 29.05.2023) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

Mercado livre cresce 11% e ACR recua 1,3% no primeiro trimestre

O mercado livre de energia elétrica voltou a registrar recorde de consumo em março deste ano, com 27.899 MW médios absorvidos por 32.627 unidades consumidoras, aponta o último boletim da Abraceel. Já no primeiro trimestre a demanda no ACL cresceu 11% na comparação anual, enquanto o mercado regulado recuou 1,3% no mesmo período. Em março o volume foi 13% superior, enquanto o ACR recuou 0,5%. Segundo o levantamento, o ambiente livre atraiu 4.752 novas unidades consumidoras no acumulado de 12 meses encerrados em março, crescimento de 17%, somando agora 32.627 unidades agrupadas em 11.421 consumidores, apenas 0,04% dos 89 milhões de unidades registradas no Brasil. São grandes consumidores industriais e de serviços, que podem escolher o fornecedor e buscar preços mais baixos. (CanalEnergia - 29.05.2023) 
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Biblioteca Virtual

CASTRO, Nivalde de; AMARAL, Alessandra Gedu Dutra; CASTRO, Bianca de. "Cenários de aprimoramento do modelo do Setor Elétrico Brasileiro".

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