IFE
24/04/2023

IFE 5.706

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
24/04/2023

IFE nº 5.706

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.706

Regulação

Governo impõe sua vontade e emplaca dois membros no conselho da CCEE

O resultado da eleição na Assembleia Geral Ordinária que sacramentou a nomeação de Alexandre Ramos Peixoto para o lugar que hoje é ocupado por Rui Altieri Silva e de Eduardo Rossi que substitui Rose Santos, foi conhecido no meio da tarde desta quarta-feira, 19 de abril. Os nomes dos indicados e posteriormente aprovados não estavam no radar do setor. Oficialmente não foi divulgado o resultado, mas as informações é de que foram aprovados por unanimidade. Quanto ao nome para a presidência do Conselho, atribuição do governo, não houve nenhuma surpresa. O que fez desta AGO peculiar foi uma segunda indicação vinda do Executivo, para a vaga que normalmente é resultado do consenso do mercado, e que estava sendo ocupada pela conselheira Roseane Santos em seu primeiro mandato. O eleito, Rossi, é especialista em Regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica. Dentro da governança da CCEE, a vaga que ele ocupará representa o conjunto de todos os agentes da câmara. O restante dos lugares é preenchido por membros das áreas de geração, comercialização e distribuição. (CanalEnergia – 19.04.2023)
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Câmara: CME aprova convites a Alexandre Silveira e Hélvio Guerra

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, será convidado pela Comissão de Minas e Energia da Câmara para apresentar os programas prioritários da pasta, além de prestar informações sobre ações adotadas até agora, em especial as relacionadas à implementação das regras de integridade e de políticas antissuborno. Um outro convite aprovado na CME pede que Silveira esclareça os motivos da indicação do advogado Raul Lycurgo Leite para a presidência da Eletronuclear. Os dois requerimentos para ouvir o ministro foram votados pela comissão na reunião nesta quarta-feira, 19 de abril. O primeiro é do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) e o segundo do deputado Julio Lopes (PP-RJ). O parlamentar fluminense é responsável pela criação da Frente Parlamentar Mista de Tecnologia e Atividades Nucleares, e tem reclamado da indicação de Lycurgo para a presidência da estatal. (CanalEnergia – 19.04.2023)
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MME/Silveira: momento hídrico bom impede discussão sobre horário de verão

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou hoje que o bom momento hídrico, com usinas hidrelétricas com reservatórios cheios, impede a discussão sobre o horário de verão. Desde a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, populares discutem a possibilidade de o novo governo retomar essa política, que deixou de ser realizada durante o governo Bolsonaro. Questionado, em entrevista à CNN, sobre a possibilidade de retorno do horário de verão em 2023, Silveira disse gostar do horário de verão, mas destacou que o País vive “o melhor momento hídrico da nossa história”. (Broadcast Energia - 19.04.2023)
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MME abre consulta pública sobre indicadores globais do plano de recuperação de reservatórios

O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu consulta pública sobre as ações e construção de indicadores globais do Plano de Recuperação dos Reservatórios (PRR) de usinas hidrelétricas do País. O relatório de estruturação dos indicadores foi publicado no portal da Pasta para consulta dos agentes. A formulação seguiu resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), de julho de 2022, que aprovou o plano de recuperação, cuja elaboração foi determinada pela Lei nº 14.182, de 12 de julho de 2021, que, por sua vez, permitiu a privatização da Eletrobras. Os agentes podem contribuir de hoje até 08 de maio por meio do portal do MME. A abertura da consulta foi informada por meio de publicação no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 18. (Broadcast Energia - 19.04.2023)
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Unidades geradoras liberadas pela Aneel somam 128 MW

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para início da operação comercial, a partir de 20 de abril, as UG1 a UG3, da CGH Água Clara, com 3,9 MW de capacidade instalada; as UG3 a UG7, da EOL Tucano IV, com 31 MW; as UG2 e UG3, da EOL Ventos de São Roque 04, com 11 MW; e por fim, as UG1 a UG8, da UFV AC XVI, com 39,2 MW. Juntos, os empreendimentos somam 85,1 MW de capacidade instalada. Para operação em teste, a Aneel autorizou a UG3, da EOL Ventos de São Roque 03, com 5,7 MW de capacidade instalada; e as UG1 a UG4, da UTE Prosperidade II, com 37,2 MW. Juntas, as unidades geradoras somam 42,9 MW de capacidade instalada. (Canal Energia - 20.04.2023) 
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STF derruba lei de MG que isentava tarifa de consumidores atingidos por enchentes

O Plenário do Supremo Tribunal Federal declarou, por maioria de votos, a inconstitucionalidade de lei de Minas Gerais que permitia ao governador conceder isenção de tarifa de energia a consumidores residenciais, industriais e comerciais atingidos por enchentes no estado. Na sessão virtual finalizada no dia 24 de março, o colegiado julgou procedente o pedido formulado pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica na Ação Direta de Inconstitucionalidade 7337. Os dispositivos legais questionados já estavam suspensos por liminar deferida pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, referendada pelo Plenário. No julgamento do mérito, prevaleceu o voto do relator pela procedência do pedido. (Canal Energia - 20.04.2023)
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Artigo de Guilherme Ramalho de Oliveira: "Flexbilidade para o novo paradigma do setor elétrico"

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Guilherme Ramalho de Oliveira, consultor da Ampere Consultoria, aborda as mudanças no setor elétrico brasileiro necessárias para acomodar a transição energética na matriz elétrica nacional. O autor aponta que a participação crescente das fontes renováveis intermitentes "têm implicações importantes para a operação do setor elétrico. [...] As rampas de tomada e alívio de carga - quando há grandes variações no despacho das usinas - se tornarão cada vez mais acentuadas, demandando maior flexibilidade operativa dos ativos do sistema, que incluem os ativos de geração, as cargas, as redes de transmissão e os sistemas de armazenamento de energia". Neste sentido, Oliveira indica que a solução de flexibilidade passará pelas linhas de transmissão: "na realidade, o uso das redes para elevar a flexibilidade do sistema já vem ocorrendo, por meio da programação de ociosidade de blocos de capacidade para que atuem no intercâmbio de energia em momentos de maior necessidade. Esse tipo de operação tende a aumentar, mas pode ser insuficiente nos horários em que houver demanda simultânea por flexibilidade em todas as regiões do país". Por fim, o autor frisa que um correto sinal de preços é essencial para o desenvolvimento das soluções de flexibilidade pelo lado do consumo. Além disso, "o desenvolvimento de um mercado intradiário, por meio do qual poderia ser realizado o ajuste fino da operação em relação à programação do dia anterior, aumentaria as possibilidades de integração dos recursos flexíveis". (GESEL-IE-UFRJ – 24.04.2023)
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Transição Energética

Lula cobra de países desenvolvidos compromissos de financiamento climático

Em evento virtual com chefes de Estado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou dos países desenvolvidos compromissos de financiamento climático. Segundo ele, desde que o compromisso foi assumido, em 2009, os recursos oferecidos por esses países estão aquém da promessa de US$ 100 bilhões por ano. "É preciso que todos façam sua parte", declarou Lula. De acordo com o presidente, é urgente que se busque uma "relação de confiança" entre os países, diante dos acordos firmados em prol da preservação do meio ambiente. "Desde que o compromisso foi assumido, em 2009, o financiamento climático oferecido pelos países desenvolvidos mantém-se aquém da promessa de 100 bilhões de dólares por ano." As declarações ocorreram de forma virtual durante a Cúpula Virtual do Fórum das Grandes Economias sobre Energia e Clima, promovida pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta quinta-feira, 20. A fala foi fechada e, há pouco, o Palácio do Planalto divulgou o discurso do presidente brasileiro. Apenas o discurso inicial do presidente americano foi transmitido ao vivo. (Broadcast Energia - 20.04.2023)
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União Europeia vai taxar importações com base em emissões de carbono

O parlamento da União Europeia aprovou uma legislação para tributar as importações com base na emissão de gases de efeito estufa resultante da fabricação desses produtos, eliminando o obstáculo final para que o plano se torne lei e a regulamentação climática seja anexada às regras do comércio global pela primeira vez. A votação de ontem encerra quase dois anos de negociações sobre o imposto de importação, que visa pressionar as economias de todo o mundo a colocar um preço nas emissões de dióxido de carbono, ao mesmo tempo em que protege os fabricantes da UE de países que não regulam as emissões de forma tão rígida ou de forma alguma. O imposto dá crédito aos países que colocam um preço no carbono, permitindo que os importadores de mercadorias desses países deduzam os pagamentos feitos por emissões no exterior do valor devido nas fronteiras da UE. (Broadcast Energia - 19.04.2023)
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Diretor Executivo da IEA se dirige a líderes mundiais sobre áreas críticas para ação no Fórum das Principais Economias sobre Energia e Clima

O diretor executivo da IEA, Fatih Birol, dirigiu-se aos líderes mundiais hoje (21 de abril) no Fórum das Principais Economias sobre Energia e Clima, convocado pelo presidente dos EUA, Joe Biden, destacando as áreas críticas em que é necessária ação imediata para reduzir as emissões nesta década com rapidez suficiente para manter a meta de limitar o aquecimento global a 1,5 °C dentro do alcance. Com o objetivo de dinamizar esforços para enfrentar a crise climática, o Fórum das Grandes Economias reuniu os presidentes e líderes governamentais da Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Egito, Comissão Europeia, Alemanha, Indonésia, Japão, Coréia, México, Türkiye, Estados Unidos Emirados Árabes e Reino Unido - além do secretário-geral das Nações Unidas e ministros da China, França, Índia e Itália. O evento foi presidido pelo enviado presidencial especial dos EUA para o clima, John Kerry. (EE Online – 24.04.2023)
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Empresas

Petrobras: Maurício Tolmasquim aponta necessidade por diversificação do portfólio da estatal

Indicado para assumir a nova Diretoria de Transição Energética e Energias Renováveis da Petrobras, o pesquisador Maurício Tolmasquim sinalizou nesta semana que a empresa deve ampliar e diversificar o seu portfólio de produtos. O movimento é uma reação à transição energética, na medida em que a demanda por petróleo deverá cair nas próximas décadas. Tolmasquim participou de um evento no Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), no Rio de Janeiro, que tratou sobre o tema ESG (sigla em inglês para meio ambiente, social e governança. Durante o encontro, o futuro diretor reconheceu que o petróleo continuará sendo o foco principal da Petrobras. Mas, ao seu ver, a companhia deve também olhar para outras fontes energéticas. Tolmasquim disse ainda que a Petrobras está atrasada na redução das emissões de escopo 3 (isto é, as emissões pelas quais a empresa é indiretamente responsável, tais como as provenientes de deslocamento ou geradas na cadeia de fornecedores). No entanto, ele reconheceu que a companhia está bem adiantada nas emissões de escopos 1 e 2 – que tratam das emissões diretas e das emissões associadas à geração de eletricidade, respectivamente. O pesquisador destacou também que a ideia de aumentar os investimentos em projetos de transição energética vai atrair acionistas e financiadores, facilitando a obtenção de empréstimos. (Petronotícias - 19.04.2023) 
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Eletrobras aportará R$ 4 bi para reduzir dívida de Santo Antônio

A Santo Antônio Energia convocou assembleia geral de debenturistas da 3ª emissão para o dia 10 de maio com a proposta de antecipar pagamentos de até R$ 4 bilhões a serem quitados até o dia 31 de dezembro. Esse valor refere-se a dívida junto a instituições financeiras públicas e privadas, entre elas BNDES, BNB e Basa. Essa é mais uma ação da empresa para a redução do endividamento financeiro e que é uma das metas da sua controladora, Furnas. A assembleia tem como meta ter a anuência dos debenturistas para a realização da operação. De acordo com a empresa, que detém a concessão da UHE Santo Antônio (3.568 MW, RO), a sua controladora indireta, a Eletrobras, fará o aporte para assumir a totalidade da dívida junto às instituições financeiras. As garantias dadas para os contratos de financiamento continuariam da forma que estão. Os contratos que se referem essa dívida foram fechados entre março de 2009 e agosto de 2013. De acordo com a proposta apresentada, o aporte de até R$ 4 bilhões será pela modalidade de Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (AFAC). Desse montante serão R$ 1,9 bilhão destinados ao BNDES e o restante até o valor do aporte aos bancos repassadores. (Canal Energia - 20.04.2023) 
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Privatização da Emae pode levantar até R$ 1,5 bi

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), estima que a privatização da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) pode render até R$ 1,5 bilhão aos cofres do Estado. “A gente ainda vai levantar nos estudos (valores da privatização), mas talvez em torno de R$ 1 bilhão/R$ 1,5 bilhão”, calculou hoje o governador, em entrevista a jornalistas após o anúncio de que a Toyota vai investir R$ 1,7 bilhão na produção de carros híbridos flex no Brasil, que serão montados em Sorocaba, interior paulista. O início do processo de privatização da estatal já foi liberado hoje pelo plenário do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP), após ter sido suspenso em março por determinação do conselheiro Renato Martins Costa. Na decisão, ele argumentou que o Estado não poderia realizar licitação para contratar a empresa que faria os estudos da privatização. Com a liberação do TCE, o governo deve fazer, em até 20 dias, o certame para contratar a consultoria que fará os estudos de viabilidade da venda da Emae. A previsão do governador é concluir a privatização até o fim deste ano. (Broadcast Energia - 19.04.2023)  
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Light: Justiça mantém suspensão de dívidas da distribuidora

A Justiça negou três pedidos de credores da Light para a suspensão da liminar que permite à companhia de energia elétrica não pagar determinadas dívidas por um período de até 60 dias. A decisão é do desembargador José Carlos Paes, da 12ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Os pedidos de suspensão foram apresentados por um grupo de gestoras, por um fundo de investimento em direitos creditórios e pelo banco Morgan Stanley. Na decisão sobre o pedido das gestoras, o desembargador afirma que elas não fazem parte do polo passivo do processo. Na ação da Light, são citados como credores os agentes fiduciários que representam os investidores. Sobre o pedido do Morgan Stanley, ele afirma que “não há nos autos prova de que a não concessão de efeito suspensivo possa gerar ao agravante dano grave, de difícil ou impossível reparação, destacando a necessidade de se avaliar com maior profundidade a discussão trazida a julgamento a fim de não deixar de lado a relevância da função social da empresa e o princípio que objetiva sua preservação”. (Valor Econômico - 20.04.2023)
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Enel X Brasil e Selt vencem certame para iluminação pública de Itanhaém (SP)

O Consórcio Luz de Itanhaém, formado pela Enel X Brasil e pela Selt Engenharia, arrematou a concessão de iluminação pública da cidade de Itanhaém, no sul do litoral paulista. A empresa apresentou o menor valor de contraprestação mensal máxima, de R$ 413.351,13. O montante representa um deságio de 54,51% frente aos R$ 908.723,47, teto estabelecido para o certame. Ao todo, seis proponentes fizeram propostas. A Parceria Público-Privada (PPP) conta com recursos do Fundo de Apoio à Estruturação de Projetos de Concessão e Parceria Público-Privada - PPP (FEP Caixa) e, em 13 anos, prevê investimento de cerca de R$ 90 milhões. O contrato prevê a troca de todos os 28 mil pontos de iluminação pública da cidade, além do atendimento da demanda reprimida. O objetivo visa ainda a maior eficiência operacional por meio da implantação de sistemas de telegestão. (Broadcast Energia - 20.04.2023) 
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Engie e TIM: Parceria visando gestão da iluminação pública em Curitiba

A Engie venceu leilão de iluminação pública de Curitiba e vai fazer a operação, manutenção, além da expansão da infraestrutura de iluminação da cidade, que conta com mais de 160 mil pontos de luz por 23 anos. A empresa francesa tem ainda a obrigação de implantar de um sistema de telegestão em 28% das vias, interligado a um centro de controle operacional. Para isso vai contar com a ajuda TIM em soluções de conectividade em 45 mil pontos de telegestão das luminárias inteligentes distribuídas pela cidade. A expectativa é iniciar o processo de implementação este ano, após mapeamento e modernização de rede. Mesmo sendo um serviço público pago pelo contribuinte, o valor do contrato não foi revelado. O CEO da TIM Brasil, Alberto Griselli, e o diretor-presidente da Engie Soluções, Jacques-Olivier Klotz, contam que a parceria que começou em 2018 em projetos de eficiência e fornecimento de energia se amplia com o novo projeto. O executivo da Engie lembra que estes serviços de iluminação pública com a iniciativa privada têm se notabilizado no Brasil por trazer eficiência energética e redução de custos e é a plataforma ideal para incorporar as novas tecnologias a cidades inteligentes. (Valor Econômico - 23.04.2023)
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Copel avança com a instalação de 60 mil medidores inteligentes

A Copel está expandindo o Programa Rede Elétrica Inteligente a Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba. A partir da próxima segunda-feira, 24 de abril, eletricistas farão a troca dos medidores convencionais por 60 mil modelos digitais e inteligentes, sem custo para o consumidor. Os novos equipamentos emitem sinais em tempo real para o centro de operações da companhia, agilizando o atendimento nos casos de falta de luz. O programa também já está em fase de conclusão em Araucária e Contenda, ambas com mais de 80% das implementações finalizadas. Os próximos municípios a receberem a nova tecnologia são Mandirituba, Quitandinha e Piên. Para a Copel os novos medidores são peças-chave para a transformação dos centros urbanos em cidades inteligentes. Iniciado em 2021, 73 municípios das regiões Sudoeste e Centro-Sul do estado já foram contemplados com as ações, que avançam agora para mais 28 cidades da Região Metropolitana, Campos Gerais e Ilha do Mel. (Canal Energia - 20.04.2023)  
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BYD Energy anuncia três novos centros de distribuição no país

A BYD Energy vai inaugurar nos próximos meses três novos centros de logística distribuídos estrategicamente nos principais pontos do país, como Nordeste, Sul e Centro-Oeste. A ampliação vai aumentar em 50% a capacidade de armazenamento da BYD, passando de 1 GW a 1,5 GW ao ano. Cada CD da BYD Energy terá capacidade para armazenar em média 20 MW em módulos fotovoltaicos. Segundo o diretor de vendas da BYD Energy, Marcelo Taborda, a abertura dos novos CDs em Porto Alegre e Goiás já em maio, e no Nordeste, no segundo semestre, mostra a capacidade de entrega de kits no Brasil. Ele ainda afirmou que este é um momento de dificuldade do mercado, mas acredita que o crescimento da energia solar não vai parar no Brasil. (Canal Energia - 20.04.2023) 
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Trading da Equinor entra no mercado nacional de energia elétrica

Após receber um aporte de R$ 288 milhões, a empresa de trading da Equinor, Danske Commodities, anunciou o início de suas atividades no mercado de energia elétrica brasileiro, com a realização das primeiras negociações. Detalhes dos contratos não foram divulgados, mas a empresa destacou que o fechamento dessas primeiras operações no mercado brasileiro também marcam a entrada no mercado sul-americano e corroboram na preparação da Equinor para atuar no segmento de energias renováveis no País. Segundo o vice-presidente e head de Trading Global & Desenvolvimento de Mercados da Danske Commodities, Jesper Tronborg, a empresa entra no País com a visão de longo prazo de ser o braço de negociação de energia elétrica da Equinor. A empresa deve ajudar a petroleira a gerenciar o crescente portfólio de energias renováveis, que atualmente inclui investimentos na usina solar de Apodi, com capacidade de 162 MW, e no projeto solar de Mendubim, de 531 MW. (Broadcast Energia - 19.04.2023)  
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Statkraft recebe sinal verde da Aneel para construir usinas híbridas no Brasil

A Statkraft, empresa global e maior geradora de energia renovável da Europa, líder em energia hidrelétrica, obteve aprovação da Aneel para sete outorgas do projeto Solar na Bahia, de 228 MW. As usinas serão extensões do Complexo Brotas de Macaúbas (usina Sol de Brotas 1), Complexo Morro do Cruzeiro (usina Sol de Brotas 2) e Complexo Ventos de Santa Eugênia (usinas Sol de Brotas 3, 4, 5, 6 e 7), o seu maior empreendimento fora da Europa. De acordo com a empresa, por compartilharem a mesma infraestrutura de conexão das usinas em operação, não haverá risco para conexão e escoamento da energia produzida pela Statkraft ao SIN. (Broadcast Energia - 20.04.2023)  
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ABB Energy Insights: Empresas apontam alta do custo de energia como ameaça à competitividade

Para 92% dos empresários consultados em 10 países, o aumento nos custos da energia representa uma ameaça à competitividade e à rentabilidade de seus negócios, afirma o relatório ABB Energy Insights, realizado pela ABB Eletrificação. Foram ouvidos executivos de variados segmentos com empresas em Austrália, Brasil, China, Alemanha, Índia, Itália, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos de 12 de dezembro de 2022 a 6 de janeiro de 2023. Segundo a pesquisa, a maior parte dos entrevistados (44%) considera a variação de preços de energia como uma ameaça moderada, enquanto 30% vê o tema como uma grande ameaça e 18% com uma pequena ameaça. Questionados sobre quais áreas devem ser afetadas pelo aumento nos custos de energia num intervalo de três a cinco anos, 42% afirmaram que gastarão menos com recrutamento, 38% com salários, horas extras e bônus; e 37% com treinamento e desenvolvimento de pessoal. Na frente ambiental, 58% dos entrevistados disseram que o custo da energia pode atrasar o alcance das metas de sustentabilidade e redução de carbono nos próximos anos. (Broadcast Energia - 18.04.2023)  
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Multas a distribuidoras da Energisa são mantidas

A Agência Nacional de Energia Elétrica manteve multas no valor de R$ 1,2 milhão, além da penalidade de advertência à Energisa Mato Grosso por problemas no faturamento de centrais geradoras conectadas à rede de distribuição. A concessionária foi autuada em março de 2019, após fiscalização da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager/MT). Também foi confirmada multa à Energisa Sul-Sudeste no valor R$ 165,5 mil. Segundo a Aneel, a empresa descumpriu determinação para pagamento em até 180 dias de compensação aos consumidores por ultrapassagem dos indicadores individuais de qualidade. Por conta disso, foi multada em 2019 pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp). (Canal Energia - 20.04.2023)
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(re)energisa: Marcelo Trevisani é o novo CMO

A (re)energisa, braço de geração, comercialização e soluções de valor agregado do Grupo Energisa, informou que Marcelo Trevisani é o novo CMO (Chief Marketing Officer) da marca. Na (re)energisa, o executivo será responsável pelas áreas de Inteligência de Mercado, Gestão de Clientes & Soluções e Comunicação, tendo como foco a consolidação da marca, o desenvolvimento e gestão do portfólio de soluções e a constante evolução do NPS (Net Promotion Score) dos clientes com objetivo de tornar a (re)energisa a top of mind do mercado. Ele também será o responsável por gerir a inteligência e estratégia de marketing para alavancar o crescimento sustentável das linhas de negócio da empresa, se reportando à Roberta Godoi, vice-presidente de soluções energéticas e líder da (re)energisa. (Canal Energia - 20.04.2023) 
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Dimensional anuncia fusão com a Maxel Materiais Elétricos

A Dimensional, do Grupo Sonepar, anuncia a fusão com a Maxel Materiais Elétricos. Com a movimentação, a Dimensional passa a ser uma companhia com faturamento superior a R$ 1,2 bilhão líquido em vendas. De acordo com o presidente da Dimensional, esta é a terceira fusão que a companhia concretiza com alguma gigante do setor nos últimos quatro anos, em uma estratégia que proporciona um forte aumento no market share e, consequentemente, na receita. O executivo ainda destacou que a junção com a Maxel faz parte do plano de expansão da Dimensional no mercado nacional. Ele afirmou que importantes projetos já estão em andamento, como o novo centro de distribuição em Joinville (SC), inaugurado no último ano, e novas filiais projetadas. Eles também darão sequência à construção de um estratégico novo centro de distribuição em Goiânia (GO), que respaldará a capacidade de cobertura sobretudo no Centro-Oeste, além de mais três novas estruturas de service (duas na região Sul e outra em Minas Gerais), para atuar também na cobertura dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. (Canal Energia - 20.04.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

ONS aumenta projeção de carga de abril em 193MWmed e prevê aumento de 0,3% ante mesmo mês de 22

O ONS aumentou a projeção de carga para abril em 193 MWmed frente à expectativa da semana passada e prevê que o mês se encerrará com consumo de 70.837 MWmed. Trata-se de um avanço de 0,3% ante o registrado no mesmo período de 2023. O órgão setorial também prevê acréscimo na carga de dois subsistemas na comparação entre abril deste ano e do ano passado: o Norte, deve ter alta de 15,1% (6.758 MWmed), e o Sul, de 2,1% (11.806 MWmed). No primeiro, houve a adição de 41 MWmed da projeção anterior e, no segundo, a redução de 321 MWmed ante a expectativa da semana passada. No Sudeste/Centro-Oeste, maior centro de carga do País, espera-se a redução de 2,0% (40.879 MWmed). No Nordeste, também deve haver queda, mas de apenas 0,8% (11.394 MWmed). No primeiro, o aumento ante a projeção da semana passada foi de 403 MWmed e, no último, de 70 MWmed. (Broadcast Energia - 20.04.2023) 
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ONS faz novo aumento na projeção de afluência em dois submercados do País para o fim abril

O ONS fez novo ajuste da projeção de afluências para os subsistemas do centro-sul do País, aumentando as perspectivas para o fim do mês em dois submercados do País. Com isso, o órgão setorial prevê que o nível dos reservatórios das hidrelétricas ficará acima de 80% em todos os subsistemas às vésperas do início do período seco. Segundo a mais recente revisão do Programa Mensal de Operação, divulgada nesta quinta-feira, a Energia Natural Afluente (ENA) deve ficar em 101% da média histórica no Sudeste/Centro-Oeste, alta de 5 pontos porcentuais (p.p.) frente a previsão da semana passada. No Sul, a expectativa passou a ser de 95% (+16p.p.). No Nordeste, a estimativa se manteve em 36% da média de longo termo (MLT), e no Norte, houve ligeira redução da expectativa, de 1 p.p., para 107%. (Broadcast Energia - 20.04.2023) 
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ONS: Custo Marginal da Operação chega à 18ª semana seguida zerado

O Custo Marginal de Operação (CMO) para a semana operativa de 22 a 28 de abril foi estabelecido em R$ 0,00 por MWh em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN), informou nesta quinta-feira o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O CMO é o custo para se produzir 1 MWh para atender ao SIN. Esta é a 18º semana seguida em que o valor segue zerado, refletindo, mais uma vez, as boas condições de armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas e, portanto, de geração de energia elétrica no País, cuja matriz elétrica é preenchida em mais da metade por essa fonte. (Broadcast Energia - 20.04.2023) 
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ONS: projeção é de vazões acima da média no Sudeste em abril

A última revisão semanal para o Programa Mensal de Operação de abril indica dois subsistemas do país com afluências acima da média de longo termo. A previsão é de que o Sudeste/Centro-Oeste e o Norte terminem o mês com vazões mais elevadas do que o normal para o período. No primeiro, a estimativa é de energia natural afluente de 101% da MLT e no segundo está em 107%. No Sul, o índice não está longe e é previsto alcançar 95%. Apenas o Nordeste está destacado dos demais, com apenas 36% da média. Quanto à carga, houve uma leve aceleração ante a semana passada quando sinalizava para estabilidade. Agora é esperado um aumento de 0,3% na comparação com o mesmo período de 2022. No maior centro de carga, o SE/CO ainda é estimado queda, agora de 2%, mas não é único que deve apresentar retração, o NE indica retração de 0,8%. Já no Sul, alta de 2,1% e no Norte um crescimento de 15,1%, estimulado ainda por conta da retomada de um grande consumidor intensivo na Rede Básica. (Canal Energia - 20.04.2023) 
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Região Nordeste tem queda de 0,4 p.p e conta com 90,7% da capacidade

Os reservatórios do Nordeste apresentaram queda de 0,4 ponto percentual e estão operando com 90,7% de sua capacidade de armazenamento, na última quarta-feira, 19 de abril, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do OONS. A energia armazenada marca 46.907 MW mês e ENA de 3.548 MW med, equivalente a 38% da MLT. A região Norte teve níveis estáveis e os reservatórios trabalham com 98,2% da capacidade. A energia retida é de 15.026 MW mês e ENA de 27.910 MW med, valor que corresponde a 70% da MLT. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste caiu 0,1 p.p e a capacidade está em 85,8%. A energia armazenada mostra 175.648 MW mês e a ENA é de 60.250 MW med, valor que corresponde a 79% da MLT. Os reservatórios da Região Sul tiveram crescimento de 0,2 p.p e operam com 85%. A energia armazenada é de 17.387 MW mês e a energia natural afluente marca 11.850 MW med, correspondendo a 74% da MLT. (Canal Energia - 20.04.2023) 
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Submercado do Norte registra recorde de demanda

O Operador Nacional do Sistema Elétrico informou em seu boletim diário, IPDO, que na última quarta-feira, 19 de abril, às 21h34min, foi verificado recorde de demanda máxima do submercado Norte no valor de 7.877 MW, sendo o recorde anterior de 7.855 MW verificado no dia 09 de outubro de 2022. (Canal Energia - 20.04.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Governo Federal estuda linha de crédito para impulsionar carro elétrico no Brasil

A BYD está em negociações avançadas para a instalação de sua fábrica no Brasil. Nesse contexto, os executivos da montadora chinesa se reuniram com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para tratar dos detalhes da futura instalação, onde surgiram demandas para alavancar as vendas de carros elétricos no país. Conforme já noticiamos, o projeto inicial da BYD era adquirir o parque industrial da Ford em Camaçari (BA), que atualmente está desativado. Em visita recente à China, Lula visitou a sede da montadora e se reuniu com os executivos, que reafirmaram a instalação da fábrica em solo brasileiro, mesmo que a negociação não dê certo com a Ford, segundo uma apuração recente da Reuters. O plano B da gigante chinesa seria construir uma fábrica totalmente nova, em outro local fornecido pelo governo da Bahia. Conforme relatado pela reportagem, a BYD até prefere esta segunda opção, pois os chineses consideram que seria mais rápido construir uma fábrica do zero do que fazer adaptações em uma instalação já existente. E segundo o governador da Bahia, os planos da BYD para o Brasil são grandes: a ideia da montadora chinesa é construir a maior linha de montagem para veículos elétricos e eletrificados fora da China, com a missão de abastecer o mercado interno e os países da América Latina. No entanto, a montadora fez algumas exigências para avançar com o projeto, e entre elas está a criação de linhas de crédito para alavancar as vendas de VEs junto a motoristas de aplicativo, taxistas e a população de renda mais baixa. Também está na lista de exigências políticas públicas para que os governos Federal e Estadual assumam o compromisso de incorporar veículos elétricos em suas frotas oficiais, além de ambulâncias, ônibus escolares e transporte público. Por fim, foi colocado na mesa a questão da isenção de IPVA, que o governador disse que eventualmente pode ser atendida de forma parcial. (Inside EVs - 20.04.2023) 
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Canadá iguala subsídios ao dos EUA para ganhar fábrica de baterias da Volks

O governo do primeiro-ministro Justin Trudeau concordou com subsídios que podem chegar a 13 bilhões de dólares canadenses (US$ 9,7 bilhões) ao longo de uma década para construir uma fábrica de baterias para veículos elétricos da Volkswagen AG, a primeira da empresa fora da Europa. O dinheiro vem por meio de um contrato inédito negociado pelo ministro da Indústria de Trudeau, François-Philippe Champagne. O Canadá fornecerá subsídios anuais à produção, bem como uma concessão para o custo de capital da fábrica - igualando efetivamente o que a montadora alemã poderia ter recebido por meio da Lei de Redução da Inflação se tivesse se instalado nos EUA, de acordo com funcionários do governo. (Broadcast Energia - 20.04.2023) 
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Inovação e Tecnologia

Comissão do hidrogênio do Senado prevê audiência com Silveira e Marina no dia 26 de abril

A comissão especial criada no Senado para discutir políticas públicas sobre hidrogênio verde terá sua primeira audiência pública no dia 26 de abril. A audiência contará com a presença dos ministros de Minas e Energia e do Meio Ambiente, além de representantes de embaixadas, para discutir o papel do hidrogênio na descarbonização das economias globais. A comissão realizará sete audiências públicas no Senado, cinco em diferentes estados e visitará projetos e plantas de produção. A ideia é identificar pontos de sinergia ou conflitos com o segmento de hidrogênio verde e subsidiar os senadores e frentes parlamentares organizadas para tratar do tema. O calendário de reuniões prevê a apresentação de dois relatórios parciais em 2023. (CanalEnergia – 19.04.2023)
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Energias Renováveis

Energia solar ultrapassa 20 GW em telhados e pequenos terrenos

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) anunciou que a energia solar atingiu mais de 20 GW de potência instalada em todo o país, abrangendo residências, comércios, indústrias e áreas rurais. A entidade também destacou a necessidade de ampliar o uso da tecnologia em áreas isoladas da região amazônica e em populações de baixa renda. Segundo a Absolar, o país possui mais de 1,8 milhão de sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, presentes em 5.526 municípios em todos os estados brasileiros. São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso lideram em potência instalada. (CanalEnergia – 19.04.2023)
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Investimento de R$ 8,5 bi anunciado pela Solatio prevê 2 parques solares e aposta em hidrogênio

O investimento de R$ 8,5 bilhões em um complexo solar de 2,5 GW que ocupará 3,5 mil hectares no Mato Grosso do Sul anunciado na quarta-feira, 18, pela Solatio envolve três "clusters", dois quais um está sendo pensado para abastecer um eventual projeto de hidrogênio verde, a procura de parceiros. A empresa brasileira, detida por três espanhóis, tem como responsável por sua área comercial a CMU Energia desde 2018, informou o presidente da segunda empresa, Walter Fróes. Fróes explicou que a escolha pelo Estado envolveu, principalmente, a disponibilidade de conexões na região. O executivo informou que, além de recursos da Solatio e da comercializadora Tradener, anunciada como parceira do projeto, há um terceiro grupo entre os investidores, cujo nome não pôde ser revelado. Ele informou que 75% do recurso que virá da Solatio já tem financiamento, cujos credores também não puderam ser revelados. (Broadcast Energia - 19.04.2023) 
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Complexo Solar Caldeirão Grande 2 é oficialmente inaugurado no Piauí

O Complexo Solar Caldeirão Grande 2, da Ibitu Energia, foi inaugurado no Piauí e está operando com 100% da capacidade instalada de 252 MWp. O projeto gerará energia limpa equivalente ao consumo de mais de 280 mil casas brasileiras e reforça o compromisso da empresa de ser Net Zero até 2027. A construção do complexo levou pouco mais de 1 ano e teve cerca de R$816 milhões investidos, com R$429 milhões financiados pelo Banco do Nordeste. O projeto contou com quase mil pessoas trabalhando simultaneamente, sendo que 60% eram de Caldeirão Grande e das cidades próximas, além de uma etapa de pré-montagem dos trackers ter contado com 100% de mão de obra feminina. (CanalEnergia – 19.04.2023)
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Pan American Energy fecha contratos para eólica na Bahia

A Pan American Energy fechou acordos comerciais para fornecer pelo menos 70 MW de energia elétrica por até cinco anos a partir de 2024, gerados pelo Complexo Eólico Novo Horizonte na Bahia, que terá capacidade instalada de 423 MW. A obra, que envolve investimentos de R$ 3 bilhões, consiste em 10 parques eólicos, com 94 aerogeradores, linhas de transmissão e subestação própria. O grupo também está trabalhando em outras alternativas de autoprodução de energia e registro do projeto no mercado de emissões de créditos de carbono. (CanalEnergia – 19.04.2023)
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MPF: Projetos renováveis poderão ter protocolo para licença ambiental na PB

Diversos órgãos formaram um grupo de trabalho para criar um protocolo de consulta livre, prévia e informada para emissão de licenças ambientais de empreendimentos de energias renováveis na Paraíba, com o objetivo de proteger as áreas de comunidades tradicionais e territórios quilombolas. O grupo discutirá o protocolo de consulta à luz do regramento normativo que tutela as comunidades tradicionais e a produção de energia renovável não pode gerar impactos excessivos para agricultores familiares, quilombolas e comunidades tradicionais do Semiárido nordestino. A reunião contou com a presença de vários órgãos, como o Ministério Público Federal, Universidade Federal da Paraíba, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública da União, entre outros. (CanalEnergia – 19.04.2023)
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Biogás está trazendo oportunidades de negócios, avalia Mercurio Partners

Potencializado pelo novo mercado do gás, o biogás tem se transformado em oportunidades de novos negócios para o setor no Brasil. O energético é produzido a partir de resíduos efluentes. De acordo com o diretor da Mercurio Partners, Leonardo Vannier, há muitas indústrias que geram resíduos que não eram tratados e que podem ser transformados em biogás. “É um negócio novo com um retornos bastante positivo, vender biogás ou biometano para consumidores. É um mar gigante de possibilidades de investimentos”, explica. Ele vê o mercado aquecido, mas considera que o financiamento ainda é um desafio para o biogás no país, assim como a comercialização e a logística do energético. Segundo Vannier, a falta de gasodutos em determinadas regiões pode dificultar a viabilização de negócios. (Canal Energia - 20.04.2023) 
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Gás e Termelétricas

Prefeitura de Angra dos Reis embarga obra de Angra 3 por desacordo com o projeto aprovado

A obra da usina nuclear Angra 3 foi suspensa nesta quinta-feira, 20, após notificação da Prefeitura de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, por não cumprir condições acordadas com o poder público. Segundo a Eletronuclear, responsável pela obra, até o momento a empresa não teve acesso à fundamentação do processo que originou a decisão da prefeitura e, portanto, não pode se manifestar sobre o assunto. Segundo uma fonte da empresa, o auto do embargo foi recebido na quarta-feira, 19, "por execução de obra em desacordo com o projeto aprovado". A fonte nega, porém, qualquer alteração no projeto que justificasse a medida, já que a documentação encaminhada teve o alvará de construção concedido. Segundo a prefeitura de Angra, o motivo para a paralisação da construção foi a mudança de projeto urbanístico de Angra 3, que ficou em desacordo com a proposta inicialmente aprovada pelo governo do município. (Broadcast Energia - 20.04.2023) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

Abraceel: em 12 meses, mercado livre cresceu 19%

Dados do Boletim da Energia Livre da Abraceel mostram que o mercado livre de energia cresceu 19% nos últimos 12 meses, acumulando 4.957 novas unidades consumidoras no período que se encerrou em janeiro de 2023. Com isso, o ambiente de contratação livre passou a somar 31.686 unidades consumidoras, agrupadas em 11.149 consumidores. Desse total, são 9.409 consumidores especiais e 1.740 livres. Cada unidade consumidora equivale a um medidor de energia. As 31.686 unidades consumidoras que estão no mercado livre correspondem a apenas 0,03% dos 89 milhões de unidades consumidoras de energia registradas no Brasil. O consumo de energia no ACL representa 36% de toda a energia consumida no país, subindo 9% nos últimos 12 meses. O volume de energia transacionada no mercado livre chegou a 108.086 MW med, que equivale a 68% de toda a energia transacionada no Brasil. (Canal Energia - 20.04.2023) 
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Biblioteca Virtual

OLIVEIRA, Guilherme Ramalho de. "Flexbilidade para o novo paradigma do setor elétrico".

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