IFE
26/09/2022

IFE 5.579

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
26/09/2022

IFE nº 5.579

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.579

Regulação

Artigo GESEL sobre oportunidades para o Brasil no cenário de transição-crise energética internacional

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (Professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do GESEL‐UFRJ), Roberto Brandão (Pesquisador sênior do GESEL‐UFRJ) e Nelson Siffert (Diretor da ICT Rede de Estudos do Setor Elétrico – ICT-RESEL) abordam o processo de transição energética mundial e apresentam as oportunidades para o Brasil neste cenário. Segundo os autores, a partir dos “potenciais econômico, de recursos naturais abundantes e do novo cenário internacional, abre-se para o Brasil a oportunidade de iniciar um novo ciclo de investimentos, possivelmente podendo se configurar em um processo de reindustrialização, focado na produção de bens intermediários direcionados para o mercado interno e para exportação”. (GESEL-IE-UFRJ – 26.09.2022)
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Transição Energética

Departamento de Energia dos EUA divulga roteiro para alcançar emissões de aviação neutras em carbono

A Secretária de Energia dos EUA, Jennifer M. Granholm, anunciou hoje (23 de setembro) o lançamento do Guia do Grande Desafio de Combustível de Aviação Sustentável, um plano abrangente que descreve uma estratégia de todo o governo para ampliar novas tecnologias para produzir combustíveis de aviação sustentáveis ​​(SAFs) em todo o mundo. indústria aérea norte-americana. Uma colaboração entre os Departamentos de Energia, Agricultura, Transporte dos EUA, a Agência de Proteção Ambiental e a Administração Federal de Aviação, o roteiro estimulará a inovação tecnológica para produzir SAF, posicionar o país como líder global no mercado emergente de SAF e permitir que a América cumprir a meta de energia limpa do presidente Biden de uma economia líquida de carbono zero até 2050.  (EE Online - 26.09.2022)
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NYISO vê um caminho difícil pela frente para cumprir as metas de emissão zero

O New York Independent System Operator (NYISO) divulgou seu System & Resource Outlook 2021-2040 que identifica o que chama de “nível sem precedentes de investimento no sistema elétrico” necessário para atender aos requisitos da política climática do estado de Nova York. O relatório disse que 95 GW de novos recursos de emissão zero precisarão ser adicionados até 2040, com pelo menos 20 GW adicionados até 2030. Ele também alertou que os recursos de geração de fósseis podem precisar permanecer na mistura após 2040 se as implantações de recursos de carbono zero ficarem aquém. O relatório incluiu quatro cenários: Um caso de referência que avaliou um futuro com poucas mudanças em relação a hoje; um caso de contrato que incluiu cerca de 9.500 MW de capacidade renovável adquirida pelo estado; e um caso de política que examinou dois cenários futuros separados que atendem aos mandatos de política de Nova York.  (Power Grid - 26.09.2022)
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Transição energética: conceito vai muito além da energia

A transição energética é uma mudança de paradigma que envolve não só a geração de energia, mas também o consumo e o reaproveitamento dela. O conceito parte da migração de matrizes energéticas poluentes – como combustíveis fósseis à base de carvão ou petróleo – para fontes de energia renováveis, como hidrelétricas, eólicas, solares e de biomassas. Mas não é só isso. O olhar da transição energética se estende para o meio ambiente, gestão de resíduos, eficiência energética, digitalização e outros meios necessários para que atinjamos o objetivo comum de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e as suas consequentes influências nas mudanças climáticas. (Engie - 23.09.2022)
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Empresas

Equatorial compra Celg-D da Enel por R$ 1,57 bi

A Equatorial Energia fechou com a Enel a compra da Celg Distribuição, rebatizada de Enel Distribuição Goiás por R$ 1,57 bilhão. O preço de aquisição poderá ainda ser acrescido de earn-out em função de pagamentos e recebimentos de contingências, nos termos do contrato de compra e venda. De acordo com a Equatorial, a operação diversifica a atuação do grupo no segmento de distribuição para mais uma região geográfica e consolida o seu papel na distribuição de energia. A compra ainda depende do aval de órgãos reguladores, como a Aneel e o Cade. A Equatorial disse ainda que não tem interesse no prazo de um ano, em cancelar o registo da Celg-D de companhia aberta. O contrato de compra e venda prevê a reestruturação dos empréstimos existentes entre a Celg-D, a Enel e outros agentes no valor de R$ 5,71 bilhões. Os valores serão pagos em até 12 meses após o fechamento da operação. A Enel Distribuição Goiás tem cerca de 3,3 milhões de unidades consumidoras e sua área de concessão atende 237 municípios. Em maio, a Enel anunciou o interesse e vender distribuidora goiana. A Celg-D havia sido privatizada em 2016, quando foi arrematada pela Enel em lance único de R$ 2,1 bilhões, com ágio de 28%. A Eletrobras e o Governo de Goiás eram os principais acionistas da distribuidora, que era administrada pela estatal federal. Logo após o anúncio, o governador Ronaldo Caiado (União) se manifestou, prometendo acompanhar de perto a transição e os serviços da Equatorial. Caiado fez oposição ao processo de privatização da Celg-D quando era senador e foi um crítico contumaz da atuação da Enel no estado, chegando a pedir a cassação da concessão e uma nova licitação. “Com a chegada da Equatorial damos um passo fundamental para superar nosso problema de distribuição de energia elétrica e vamos colocar nossa economia para voar ainda mais alto”, disse o governador no Twitter. (CanalEnergia – 23.09.2022) 
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Equatorial vê potencial de crescimento com Celg-D

A aquisição da Enel Goiás pela Equatorial teve como um dos principais impulsionadores dessa operação a possibilidade de diversificar a atuação do grupo no segmento de distribuição. Com a operação, a empresa, que já opera em cinco diferentes estados no Norte, Nordeste e no Sul, chega a mais uma região geográfica e consolida o seu papel neste segmento. “A nossa disciplina financeira mais o nosso olhar único para identificar as oportunidades de crescimento nos permitiu realizar uma alocação de capital a um retorno muito atrativo como este. Identificamos uma oportunidade única e essa aquisição nos permitiu avançar na diversificação e fortalecimento do nosso portfolio ao trazer um perfil de mercado complementar. Além disso, a proximidade com o processo tarifário no ano que vem nos traz a possibilidade de um crescimento expressivo”, disse o CEO do grupo, Augusto Miranda. O executivo ainda declarou que o estado de Goiás vem crescendo acima da média do Brasil. O contrato de compra e venda prevê a reestruturação dos empréstimos existentes entre a Celg-D, a Enel e outros agentes no valor de R$ 5,71 bilhões. Segundo Miranda o financiamento para fazer a renegociação dessas dívidas já está 100% contratado e o prazo para pagamento será de 12 meses após o closing da operação. Já para a parte vendedora, a Enel, a empresa afirma que a transação está em linha com o atual plano estratégico do grupo, uma vez que contribui para o objetivo de melhorar e otimizar constantemente o perfil de risco-retorno e de sua base de ativos, com foco nos negócios prioritários. Nesse sentido, a venda está alinhada com a atual estratégia de focar o negócio de distribuição em redes urbanas e aproveitar plenamente as oportunidades decorrentes da presença integrada no contexto da transição energética, com o avanço da geração distribuída e das redes inteligentes nos próximos anos. Ele ainda afirmou que a companhia pretende ampliar os investimentos nas seguintes áreas: geração distribuída, área de mobilidade elétrica nos transportes e no armazenamento de energia. O executivo do Grupo Enel afirmou que eles deram à população goiana, em especial, um serviço melhor. (CanalEnergia – 23.09.2022) 
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Região amazônica ocupa posição de destaque em estratégia da Eneva

O estado do Amazonas está no centro da estratégia de crescimento da Eneva, que nos últimos 2 anos já realizou investimentos de cerca de R$ 2 bilhões naquela região. No começo desse ano a geradora lançou os compromissos de ESG 2030, onde pretende implantar três vertentes principais e interdependentes. A primeira é atuar para reduzir a intensidade de emissões por MW gerado, investindo em tecnologias para redução das emissões, eficiência energética e energias renováveis. A segunda é trabalhar para desenvolver os territórios onde a empresa atua. No caso da região amazônica, que possui grandes desafios em relação ao índice de desenvolvimento humano, promovendo parcerias locais para que as operações tragam, além do desenvolvimento econômico, desenvolvimento ambiental também. E a terceira vertente está focada no socioambiental, onde a Eneva está trabalhando com apoio às iniciativas que promovam a biodiversidade. Para desenvolver suas ações estratégicas na Amazônia, a Eneva firmou parcerias com entidades como o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). Na parceria com o BNDES, por meio do Programa Floresta Viva, a Eneva se comprometeu a liberar R$ 10 milhões para integrar um grupo formado por grandes empresas que financiam um projeto de restauração florestal até 2030. O Floresta Viva é uma iniciativa de restauração ecológica de biomas brasileiros. O programa envolve a formação de corredores ecológicos e recuperação de bacias hidrográficas, com investimento de R$ 500 milhões em sete anos. (CanalEnergia – 23.09.2022) 
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ENC Energy Brasil amplia ações sociais com foco em ESG

A ENC Energy Brasil fechou uma parceria com cinco ONGs sem fins lucrativos visando ampliar suas ações e práticas ESG, além de engajar a sociedade no consumo consciente de energia limpa e renovável. As ONGs são: Habitat, Instituto IADIS e Centro Sabiá, em Pernambuco, e Instituto Antônio Brunno e a entidade Justiça nos Trilhos, no Maranhão. Vale destacar que a companhia doa energia limpa e renovável para as cinco entidades e compensa 100% do consumo nas instalações atendidas, totalizando mais de 12.421 kWh. Essa energia é proveniente da produção das usinas a biogás da ENC Energy Brasil, localizadas em Igarassu (PE) e Rosário (MA). A energia é injetada no sistema de distribuição das concessionárias locais, gerando créditos que são abatidos das contas das entidades parceiras, permitindo uma economia média mensal de cerca de R$ 2.500/mês para cada organização. A iniciativa visa contribuir para o desenvolvimento social e econômico dos municípios onde as instituições estão instaladas, em linha com a ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, da Agenda 2030 da ONU. “A companhia percebeu a importância do fortalecimento comunitário para o desenvolvimento da região, prestando assistência às comunidades e promovendo a educação”, afirma Igor Urasaki, Diretor de Novos Negócios da ENC Energy Brasil. Segundo a companhia, em Pernambuco, as entidades recebem energia por meio da usina localizada em Igarassu, Região Metropolitana do Recife. A unidade conta com 4 motogeradores e capacidade instalada de 4 MW, o suficiente para abastecer 48 mil habitantes. Hoje, a companhia atende mais de 30 clientes no estado. Já no Maranhão, a usina está instalada no município de Rosário e possui 3 motores, com capacidade de geração de 3MW, o suficiente para abastecer 36 mil habitantes. No estado, a companhia atende mais de 40 clientes, entre pequenas e médias empresas. (CanalEnergia – 23.09.2022) 
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CEI Energética investe em startup de soluções para transformação digital

A Companhia Energética Integrada realizou no último mês investimento na empresa Lanum Tecnologia, startup de soluções de transformações digitais e que já vem atuando desde 2021 em projetos de desenvolvimento de novos produtos e serviços do grupo. A meta da parceria é de enfatizar o compromisso das empresas em investir em produtos disruptivos, que tragam inovação, acessibilidade, flexibilidade e escalabilidade em soluções em energia, a fim de responder à evolução que o setor vivencia mundialmente. A CEI Energética é uma plataforma de soluções em energia, que atua em quatro segmentos: geração, operação & manutenção de usinas, desenvolvimento de projetos solares e hídricos e comercialização de energia e etanol. Segundo Romero Ferreira, presidente do Grupo CEI, a decisão de se unir à Lanum acelera a visão de ser uma plataforma de soluções em energia, provendo ao grupo e ao mercado inovação e protagonismo no setor energético brasileiro. De acordo com ele, é um importante marco para a organização, dando fôlego ao propósito de gerar valor ao mercado através da tecnologia. Já Mauro Moraes, CEO da Lanum, afirmou que estão sendo reunidas condições de desenvolver novas soluções e produtos para o mercado, ainda mais em um nicho como o da energia limpa, crescente no Brasil e no mundo. (CanalEnergia – 23.09.2022) 
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GNA é eleita uma das melhores empresas para trabalhar no Rio de Janeiro pela GPTW

Pelo segundo ano consecutivo, a GNA – Gás Natural Açu foi eleita uma das melhores empresas para trabalhar no Rio de Janeiro, de acordo com a consultoria global GPTW (Great Place to Work). “Estar entre as melhores empresas do Estado do Rio de Janeiro para se trabalhar pelo segundo ano consecutivo é motivo de grande orgulho para nós! É resultado de muita dedicação para proporcionar um ambiente de trabalho saudável, alinhado aos nossos valores de cuidado com as pessoas, trabalho em equipe, em prol da excelência nos resultados. Só temos a agradecer ao nosso time por mais esse resultado, disse o diretor-presidente da GNA, Bernardo Perseke. Para a escolha das empresas, a GPTW analisa as práticas ligadas à gestão de pessoas e clima organizacional, além dos resultados da pesquisa de clima respondida pelos colaboradores da GNA no ano passado, quando a companhia foi certificada, também pelo segundo ano consecutivo, como Uma das Melhores. Atualmente, a GNA conta com um quadro de funcionários composto por 53% pelo público feminino e 32% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres (dados de agosto de 2022). E vale destacar que a pandemia da covid-19 ampliou os cuidados da companhia com os colaboradores e as comunidades. Foi implementado home office para a equipe direta, bem como ações para manter a integração e motivação do time, como happy hour, celebração dos aniversariantes do mês e festa de fim de ano, todos em modelos virtuais com envio de kits para a casa dos colaboradores. Há ainda auxílio financeiro para o trabalho em home office. (CanalEnergia – 23.09.2022)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário se mantém em R$ 55,70 por MWh em todos os submercados

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) segue em R$ 55,70 por MWh para todos os submercados do País nesta sexta-feira, 23 de setembro, no décimo dia consecutivo em que aparece no patamar regulatório mínimo, segundo informações da CCEE. Não há oscilação no valor praticado ao longo do dia, de modo que os preços médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas sobre os reservatórios e o nível de armazenamento nas usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 23.09.2022) 
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ONS: Carga de energia do SIN deve cair 4,2% em setembro a 67.719n MW médios

A carga de energia no SIN de setembro foi revisada para 67.719 MW méd, queda de 1,2% em relação à estimativa anterior, informou o ONS no mais recente Programa Mensal da Operação (PMO) divulgado. O montante representa uma queda de 4,2% em relação ao mesmo mês de 2021. No subsistema Sudeste/Centro-Oeste, houve redução de 2,1% em relação à previsão da semana passada, para 38,815 MW méd. Em base anual é esperada uma redução de 4,8%. Para o Sul, o ONS espera que a carga caia 1,9% em setembro para 11.053 MW méd, o que corresponde à redução de 5,6% em base anual de comparação. No Nordeste e no Norte a carga deve aumentar 1,9% para 11.109 MW méd e 6.866 MW méd, respectivamente. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a carga no Nordeste deve ficar 6,4% menor e no Norte 6,3% maior. (BroadCast Energia – 23.09.2022) 
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ONS: Custo Marginal da Operação cai 12% entre 24 e 30/09, para R$ 36,00 por MWh

O Custo Marginal da Operação (CMO) para a semana de 24 a 30 de setembro caiu 12% em todos os submercados, para R$ 36,00 o MWh, informou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O CMO é o custo para se produzir 1 MWh para atender ao Sistema Interligado Nacional (SIN). (BroadCast Energia – 23.09.2022) 
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ONS relata outro recorde de carga na região Norte

O Operador Nacional do Sistema Elétrico informou em seu boletim diário, IPDO, que na última quarta-feira, 21 de setembro, às 23h14min, foi registrado um novo recorde de carga na região Norte com um valor de 7.671 MW, sendo que o recorde anterior era de 7.662 MW, ocorrido na data anterior, 20 de setembro de 2022. (CanalEnergia – 22.09.2022) 
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Região Nordeste está com 68,1% da capacidade

Operando com 68,1% de sua capacidade de armazenamento, os reservatórios do Nordeste tiveram redução de 0,2 ponto percentual em seus níveis na última quarta-feira, 21 de setembro, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada marca 35.208 MW mês e ENA de 1.926 MW med, equivalente a 63% da MLT. A região Norte teve recuo de 0,5 p.p e os reservatórios trabalham com 78,1% da capacidade. A energia retida é de 11.955 MW mês e ENA de 1.835 MW med, valor que corresponde a 80% da MLT. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste diminuiu 0,2 p.p e a capacidade está em 51,7%. A energia armazenada mostra 105.667 MW mês e a ENA é de 16.612 MW med, valor que corresponde a 69% da MLT. Os reservatórios da Região Sul contaram com queda de 0,1 p.p e operam com 84,1%. A energia armazenada é de 17.202 MW mês e a energia natural afluente marca 11.580 MW med, correspondendo a 81% da MLT. (CanalEnergia – 22.09.2022) 
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ONS divulga projeções dos reservatórios até fevereiro de 2023

O ONS divulgou os cenários para atendimento da demanda de energia nos próximos seis meses. Pelas projeções, o principal subsistema do País, o Sudeste/Centro-Oeste, responsável por acumular 70% da água, deverá chegar ao final de fevereiro de 2023 com níveis entre 45,3% e 72,6% nos cenários conservador e favorável. Em fevereiro de 2021, um momento crítico, os reservatórios estavam com o nível médio de 29,5%. Nos demais subsistemas, as estimativas para o final de fevereiro de 2023 também apontam para um cenário semelhante. O Nordeste, responsável por acumular 18% da água, deve atingir níveis entre 76,2% e 80%, superiores ao aferido em fevereiro de 2021 (52,2%) e similares àquele de fevereiro de 2022 (81,7%). No Sul, as projeções apontam níveis entre 40% e 42% em fevereiro de 2023, perspectiva mais favorável ao patamar registrado ao final de fevereiro de 2022 (28,3%). Por fim, a estimativa para o Norte para o mesmo período aponta para níveis entre 73,8% e 96,5%, uma estabilidade, no cenário mais favorável, em relação a fevereiro de 2022 (97,8%) e superior a fevereiro de 2021 (52,2%). (CanalEnergia – 22.09.2022) 
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ONS: Reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste devem terminar setembro com 50,2% da capacidade

O ONS revisou previsão de afluências sobre os reservatórios das hidrelétricas que atendem ao SIN em todos os submercados em setembro. A informação consta no Programa Mensal da Operação (PMO) divulgado. No Sudeste/Centro-Oeste a projeção é que as Energias Naturais Afluentes (ENAs) terminem o mês em 81% da média de longo termo (MLT), alta de 8 pontos percentuais (p.p.) em relação à projeção anterior. Com isso, os reservatórios devem chegar a 50,2%. A estimativa para a região Sul é que as ENAs fiquem 21 p.p. menores do que o esperado, em 86% da média. Caso a projeção se confirme, os níveis armazenados devem ficar em 82,3% ao final de setembro. No Nordeste, espera-se que as afluências sejam de 64% da MLT, redução de 1%. Os reservatórios das hidrelétricas devem alcançar 66,0%. Já na região Norte está previsto um aumento de 2 p.p. para 78%, e os níveis armazenados em 77,8%. (BroadCast Energia – 23.09.2022) 
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Mobilidade Elétrica

Barreiras para a maior difusão da mobilidade elétrica

Os VEs contribuem para a redução das emissões de gases e da poluição sonora. Essas vantagens são conhecidas por poucos, mas a maior barreira, atualmente, é o preço. Segundo o portal Webmotors, as buscas por esse tipo de veículo cresceram 23% na comparação entre o primeiro semestre deste ano e o mesmo período de 2021. Esse consumidor, contudo, não tem encontrado pechinchas. O carro elétrico mais em conta à venda no Brasil é o Renault Kwid e-Tech, que custa R$ 147 mil. O custo elevado não é exclusividade do Brasil. A falta de componentes gerada pela crise sanitária atrasou os planos de eletrificação das montadoras em um momento de maior interesse pelos produtos. Há desejo, mas faltam opções. Em maio de 2021, a Transport & Environment (federação europeia de transporte e meio ambiente) divulgou um estudo que apontava para a redução acentuada dos preços de acordo com o ganho de escala. Segundo a pesquisa, um automóvel compacto elétrico seria mais barato que seu equivalente a gasolina já em 2027. O agravamento da crise dos semicondutores colocou a previsão sob dúvida, mas ainda há esperança. Além disso, Davi Bertoncello, CEO da Tupinambá Energia, lembra que muitas das tomadas estão em shoppings premium, em que se vêem carros que custam mais de R$ 600 mil plugados em pontos gratuitos. O preço cobrado é basicamente o valor do estacionamento. Ele calcula que o Brasil tem um déficit de 4.000 carregadores públicos, e o aumento da oferta deve vir acompanhado da tarifação do serviço. Hoje a Tupinambá tem alguns carregadores que funcionam mediante pagamento, mas o preço não ultrapassa os R$ 2 por kWh. Dessa forma, reabastecer as baterias de um Porsche Taycan Turbo S (R$ 1,1 milhão) custaria, no máximo, R$ 187. No caso do Renault Kwid E-Tech, a recarga que permite rodar cerca de 290 km sairia por R$ 54. (Valor Econômico - 21.09.2022)  
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Jaguar Land Rover inicia conversão de fábrica inglesa para VEs

Como parte de sua transformação em uma marca totalmente elétrica, a Jaguar Land Rover começou a converter sua fábrica em Halewood, na Inglaterra, para deixar a unidade pronta para a produção de apenas carros de emissão zero. Em Halewood, um subúrbio do sudeste de Liverpool, o primeiro Land Rover movido a bateria será produzido, entre outros futuros veículos elétricos. Ele será vendido a partir de 2024. A modernização da fábrica Halewood estava pendente há algum tempo e agora finalmente começou. A unidade terá um papel fundamental na estratégia do grupo chamada Reimagine, segundo a qual haverá uma rápida virada para a eletrificação tanto da Jaguar quanto da Land Rover. De acordo com o comunicado, a Jaguar, que só produzirá carros elétricos a partir de 2025, dará vida a modelos topo de gama (querem competir com a Bentley) feitas com plataformas e tecnologias dedicadas que serão desenvolvidas com um investimento de quase 3 bilhões de euros (2,5 bilhões de libras), enquanto a Land Rover seguirá com um pouco mais de tempo. (Inside EVs - 25.09.2022) 
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GM fecha super pedido de VEs para a locadora Hertz

Todas as empresas de aluguel de carros estão se movendo para eletrificar suas frotas. A Hertz, já encomendou 100.000 carros elétricos da Tesla, 65.000 da Polestar e agora dá mais um passo ao anunciar mais um pedido de 175.000 veículos elétricos da General Motors. De acordo com os planos, os primeiros carros devem ser entregues em 2023 e chegarão em etapas até 2027. A GM fornecerá vários modelos à Hertz. Os primeiros a entrar na frota de carros da empresa, no entanto, não serão aqueles equipados com a nova bateria ultium: na verdade, as entregas vão começar com o Chevrolet Bolt. Os veículos elétricos que a GM fornecerá à Hertz serão das várias marcas pertencentes ao grupo de Detroit: Chevrolet, Buick, GMC, Cadillac e também a BrightDrop, uma divisão especializada em vans elétricas para entregas de última milha. A ideia da Hertz, que não revelou os números do acordo no momento, é ter uma ampla linha de carros de origem GM, desde SUVs de diferentes tamanhos até picapes a veículos de luxo. As duas empresas envolvidas não citam especificamente quais serão os modelos, mas acredita-se que a Hertz receberá lotes de Chevrolet Equinox e Silverado, Hummer EV, Cadillaq Lyriq e (posteriormente) Celestiq. A Hertz está renovando sua frota de veículos e avançando em direção à elétrica com a previsão de que nos próximos 5 anos seus clientes viajarão algo como 13 bilhões de km exclusivamente com zero emissões. Esta é uma enorme distância global que equivale, em termos de emissões, a uma economia de 3,5 milhões de toneladas de CO2. (Inside EVs - 24.09.2022) 
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Países discordam de restrições impostas no Inflation Reduction Act

Uma linha direta entre o presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol e o presidente dos EUA Joe Biden, tinha como objetivo, pelo menos por parte de Seul, de derrubar a altamente contestada Inflation Reduction Act (IRA), a nova lei norte-americana que revisa os incentivos para carros elétricos, vinculando-os a modelos "Made in USA". Os dois líderes se reuniram em Londres, durante o funeral da Rainha Elizabeth, e depois em Nova York, para a Assembleia Geral da ONU. Duas ocasiões em que Yoon Suk-yeol arrebatou de Biden a promessa de continuar os diálogos, para colocar a Hyundai e a Kia – sem fábricas na América até 2025 – protegidas das últimas regras. Essa notícia foi dada pela Reuters, com base em um comunicado divulgado por Seul. Do outro lado da mesa, Biden disse estar "bem ciente" dos temores de seus parceiros internacionais. Os temas de discussão incluíram a resiliência das cadeias de suprimentos, a segurança econômica e energética e a crise climática. A Coreia do Sul está em boa companhia, porém, porque nas últimas horas a China se juntou ao coro de vozes levantadas contra Washington. Pequim, como a própria Seul e a União Europeia, também está denunciando uma suspeita de violação da Organização Mundial do Comércio (OMC). Shu Jueting, porta-voz do Ministério do Comércio da China, ameaçou "medidas para salvaguardar seus direitos legítimos, se necessário", disse à Reuters. O país seguirá e avaliará a situação, assim como o Japão e a Europa. Em Bruxelas, destacou-se Valdis Dombrovskis, Vice-Presidente da Comissão da UE e Comissário de Comércio, que encontrou sua correspondente americana, Katherine Tai, em uma tentativa de encontrar um meio-termo. A próxima reunião está marcada para o final do mês na Indonésia, onde serão realizados os trabalhos preparatórios para o G20. Por outro lado, foi a ACEA (a associação que reúne os fabricantes europeus de automóveis) que disparou o alarme: as condições exigidas pela IRA arriscam "limitar a adoção de veículos elétricos", comprometendo a "conversão para tecnologias verdes" e a luta contra as mudanças climáticas. (Inside EVs - 25.09.2022) 
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Inovação e Tecnologia

Hidrogênio é ‘aposta’ na transição para baixo carbono

De um fiorde na Escandinávia a uma praia no Nordeste brasileiro projetos para estudar a viabilidade de produção de hidrogênio verde se proliferaram no mundo, na esteira da busca por novas fontes que garantam o suprimento de energia ao mesmo tempo em que ajudem a reduzir emissões na transição para uma economia de baixo carbono. Na Europa, as atenções se voltaram ao hidrogênio depois que a guerra na Ucrânia e as sanções à Rússia reduziram a oferta de petróleo e gás. Na corrida para suprir essa nova demanda, o Brasil se tornou candidato natural a concorrer para produzir o hidrogênio verde pelo alto índice de energias renováveis que tem na matriz elétrica. Um dos desafios no mundo para o crescimento desse setor é a regulação, ainda em desenvolvimento. No Brasil ainda não está claro se o setor ficará sob a competência da ANP ou da Aneel. O CNPE instituiu, no começo de agosto, o Programa Nacional do Hidrogênio (PNH2), que vai debater a regulação do setor, além de identificar oportunidades para a abertura e crescimento desse mercado no país. (Valor Econômico - 26.09.2022) 
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Crise energética global impulsiona a demanda por hidrogênio verde

A crise energética global está aumentando o interesse em hidrogênio de baixa emissão e o pipeline de projetos está se expandindo, mas apenas uma pequena parte dos projetos está em construção em todo o mundo. A fabricação de eletrolisadores deve crescer fortemente e projetos-piloto estão surgindo em novas aplicações, como aço e transporte. Mas esta é apenas uma pequena parte do potencial do cenário do hidrogênio, destacando a necessidade de maior apoio político, diz um novo relatório da IEA. A Global Hydrogen Review anual aponta que desenvolvimentos encorajadores em tecnologias de hidrogênio para apoiar a transição de energia limpa incluem um aumento esperado de seis vezes até 2025 na capacidade global de fabricação de eletrolisadores. Isso é muito necessário para produzir hidrogênio de baixa emissão a partir de eletricidade renovável. (Renewable Energy World - 26.09.2022)
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Pure Storage lança ferramenta que ajuda medir e gerenciar o consumo de energia

A Pure Storage acaba de lançar uma solução totalmente focada em sustentabilidade: a Pure1 Sustaintability Assessment, que permite aos clientes ter visibilidade sobre seu impacto ambiental e sugere proativamente oportunidades de otimização do consumo de energia. A ferramenta permite a análise de economia de energia com visibilidade da potência utilizada em comparação com a carga nominal de energia do dispositivo. Ele também consegue monitorar as emissões de gases de efeito estufa com estimativas de uso direto de carbono com base na energia utilizada. Além disso, a Pure também lançou a família FlashBlade//S, mais que o dobro da eficiência energética das versões anteriores. O software construído para flash, compressão sempre ativa e arquitetura Evergreen – tanto o FlashBlade quanto o FlashArray podem alcançar grande economia de energia – superior a qualquer sistema de armazenamento concorrente no mercado. (CanalEnergia – 23.09.2022) 
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Energias Renováveis

CMU planeja ampliar oferta de energia solar em 15 vezes

Com 1,2 GWp de potência em usinas solares destinadas à autoprodução, a CMU Comercializadora planeja dar um salto de mais de 15 vezes na capacidade instalada destinada à modalidade em quatro anos. A ideia, segundo o presidente da CMU, Walter Fróes, é de viabilizar a construção de 29 novas usinas solares, que totalizam 19 GWp de potência. As novas usinas estarão localizadas majoritariamente no Sudeste e Centro-Oeste, em uma área correspondente a 36 mil hectares. A empresa investiu R$ 4 bilhões na construção das seis primeiras usinas, já em andamento, localizadas em Minas Gerais e em São Paulo, voltadas para atender grandes consumidores que buscam reduzir custos da energia elétrica nos respectivos processos produtivos com o uso de fontes renováveis, seguindo a tendência de adoção de critérios ESG. (Valor Econômico - 26.09.2022) 
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Após venda da Celg-D, Enel quer focar em geração renovável e eletrificação

Com a venda da distribuidora Enel Goiás (antiga Celg Distribuição - Celg-D), o presidente da Enel Brasil, Nicola Cotugno, afirmou que a empresa agora vai focar os investimentos em geração, armazenamento e eletrificação, com atenção especial para mobilidade. A empresa anunciou que chegou a um acordo com a Equatorial Energia para venda da Celg-D por R$ 1,57 bilhão em dinheiro, além de R$ 5,71 bilhões em dívidas. O executivo disse que o Brasil continua nos planos da companhia e que o dinheiro deve ser reinvestido no país, e reforçou que não pretende sair do segmento de distribuição nem vender outras distribuidoras, mas focar em setores mais estratégicos. (Valor Econômico - 23.09.2022) 
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Mercedes-Benz planeja construir parque eólico de 100 MW na Alemanha

A Mercedes-Benz anunciou que pretende construir um parque eólico com capacidade de mais de 100 MW na sua pista de testes em Papenburg, no norte da Alemanha. A montadora diz que planeja instalar pelo menos dez turbinas eólicas no terreno de aproximadamente 800 hectares. Com o projeto, a Mercedes-Benz vai cobrir mais de 15% da demanda por eletricidade de suas operações no país. (Valor Econômico - 19.09.2022) 
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Potência de motores é desafio para uso do biometano em frota pesada

A adoção do biometano como substituto do diesel ou do gás natural na frota pesada ainda encontra barreiras na potência dos motores desses veículos e na falta de uma rede de distribuição para os mercados consumidores. A Cocal, que começou a produzir biometano neste ano, utiliza o gás em oito veículos - basicamente caminhões e tratores com motores apropriados ao biometano de fábrica. Mas a adoção em máquinas agrícolas pesadas, como em colhedoras de cana, está distante, segundo André Gustavo Alves da Silva, diretor comercial e de novos produtos da companhia. Em alguns casos, é possível instalar kits em veículos totalmente a diesel que permitem rodagem com 50% de diesel e 50% de biometano. “Mas essa opção vai melhor em equipamentos de baixa potência, como caminhões de até 300 cavalos e veículos leves”, afirma ele. Mesmo para as opções existentes, uma dificuldade é que o maquinário com motor a biometano de fábrica é mais caro que o movido a diesel. Uma saída tem sido atender a demanda industrial. A Raízen, por exemplo, fechou contratos para vender biometano a fábricas de Yara e Volkswagen a partir de 2023. (Valor Econômico - 26.09.2022) 
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Gás e Termelétricas

NTS anuncia plano de investimentos de R$ 12 bi para inverter o caminho do gás

A NTS, empresa de gasodutos responsável pelo transporte de metade de todo o gás natural do País, anunciou um plano de investimentos de R$ 12 bilhões para os próximos oito anos. O objetivo é redesenhar a operação de atendimento às regiões Sudeste e Sul e adicionar uma nova unidade de negócio, voltada à estocagem de gás natural liquefeito (GNL), no Norte Fluminense. O principal foco da NTS é adaptar e incrementar a capacidade da malha existente no trecho que acompanha o litoral, transferindo os pontos por onde o gás entra no sistema de gasodutos, hoje consolidados em São Paulo (Paulínia, Guararema e Caraguatatuba), para o Rio de Janeiro. O novo foco será as atividades na Baía de Guanabara (GNL), em Itaboraí e no Porto do Açu. Na prática, a empresa busca se adaptar ao deslocamento das fontes do gás, que passará a vir mais da produção do pré-sal e cada vez menos da Bolívia ou do campo de Mexilhão, na Bacia de Santos. (BroadCast Energia – 23.09.2022) 
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ES Gás fecha contrato de R$ 1,9 bi com a Galp Energia para compra de gás por dez anos

A ES Gás fechou um contrato com a portuguesa Galp Energia para compra de 912 milhões de m³ de gás natural nos próximos dez anos, com valor de R$ 1,9 bilhão. Pelo acordo, o suprimento será feito pela Petrogal, subsidiária da Galp no Brasil. E, segundo a empresa, a previsão é que sejam entregues 100 mil m³ por dia m³/d na rede da concessionária de gás natural capixaba entre os anos de 2023 e 2024, e 200 mil m³/d em 2025. Já a para o período de 2026 e 2032 os montantes de suprimento passam a 300 mil m³/d. A iniciativa atende à perspectiva de aumento de consumo de gás natural no Espírito Santo ao longo dos próximos anos, especialmente com a evolução da indústria capixaba. Na semana passada, por exemplo, a empresa começou a atender o Alto-Forno 3 da ArcelorMittal Tubarão com 250 mil m³/d. (BroadCast Energia – 23.09.2022) 
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Transportadoras têm derrota contra gasoduto da Comgás, mas judicialização deve seguir

A Justiça Federal negou, um mandado de segurança à Associação de Empresas de Transporte de Gás por Gasoduto (Atgás) contra negociações que visam reclassificar o gasoduto Subida da Serra como estrutura de transporte em vez de distribuição. A estrutura pertence à Companhia de Gás de São Paulo, a Comgás, controlada pela Compass, do grupo Cosan. As tratativas entre a Agência Nacional do Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP) e a Agência Reguladora de Serviços Públicos de São Paulo (Arsesp) para reclassificar o Subida da Serra são conduzidas, na ANP, pelo diretor Fernando Moura, alvo da ação da Atgás na Justiça. A decisão foi do juiz federal Diego Câmara, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Na decisão, ele rejeita o argumento da associação de que a negociação de Moura com a Arsesp seria ilegal por atropelar prerrogativa da diretoria colegiada da agência reguladora. (BroadCast Energia – 23.09.2022) 
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Alemanha garante mais embarques de gás com visita de chanceler ao Golfo

O chanceler alemão Olaf Scholz plantou uma árvore em um parque nos Emirados Árabes Unidos neste domingo, durante uma visita de dois dias à região do Golfo focada principalmente em garantir novos suprimentos de combustíveis fósseis e novas alianças contra a Rússia. A Alemanha está tentando se livrar das importações da Rússia em resposta à invasão da Ucrânia, evitando uma escassez de energia nos próximos meses de inverno. Para isso, o governo alemão tem buscado novos fornecedores de gás natural e instalado terminais para levar o combustível ao país por navio. Scholz se encontrou com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, o sheik Mohammed bin Zayed Al Nahyan, para assinar um acordo sobre cooperação energética e discutir a realização das negociações climáticas da ONU no próximo ano. A empresa de serviços públicos alemã RWE anunciou neste domingo que receberá um primeiro carregamento de gás natural liquefeito (GNL) da Companhia Nacional de Petróleo de Abu Dhabi este ano. (BroadCast Energia – 25.09.2022) 
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Biblioteca Virtual

CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto; SIFFERT, Nelson. "Brasil: Oportunidades no cenário de transição-crise energética internacional".

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