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IFE Tecnologia Exponencial 212
Transição Energética e ESG
Artigo GESEL: "Os impactos dos eventos climáticos extremos no setor elétrico brasileiro"
Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Nivalde de Castro (professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador-geral do GESEL) trata dos desafios impostos pelo aquecimento global às distribuidoras de energia elétrica no Brasil, especialmente com a crescente frequência de eventos climáticos extremos (ECEx). O exemplo da Enel, que enfrentou dois severos ECEx em um curto período, destaca a necessidade de melhorias na infraestrutura e na interação com órgãos municipais e estaduais. A solução imediata envolve planos de contingência, como os adotados nos EUA, enquanto a solução a médio e longo prazo passa pela adoção de novas tecnologias e investimentos, conforme o novo contrato de concessão das distribuidoras. Esse contrato, que exigirá redes mais resilientes, poderá permitir investimentos diferenciados e tarifas específicas, adaptadas às necessidades de cada região. A politicagem em torno dos ECEx, segundo o autor, é prejudicial, já que as soluções técnicas e regulatórias para o enfrentamento desses eventos estão claramente mapeadas. (GESEL-IE-UFRJ - 10.03.2025)
Link Externo Brasil: CNPE cria Comitê Técnico para acelerar transição energética
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) instituiu o Comitê Técnico do Programa de Aceleração da Transição Energética (CT-Paten), com o objetivo de propor medidas para regulamentar, executar, supervisionar e aplicar efetivamente o programa, além de acompanhar os projetos aprovados e coordenar estudos para subsidiar as decisões do CNPE. O comitê será composto por representantes de diversos ministérios e entidades, incluindo o Ministério de Minas e Energia, que coordenará os trabalhos, e terá também a participação de representantes da sociedade civil, academia e setor privado. Cada órgão terá um titular e um suplente, e o comitê terá duração de dois anos, podendo ser prorrogado. (Agência CanalEnergia - 05.03.2025)
Link Externo Wood Mackenzie: América do Sul adicionará 160 GWdc de energia solar até 2034
O último relatório da Wood Mackenzie sobre o mercado fotovoltaico solar na América do Sul projeta que a região adicionará 160 GWdc de capacidade solar entre 2025 e 2034, impulsionada por esforços de diversificação e maior demanda por energia. Embora o Brasil enfrente uma desaceleração devido à expansão recente e desafios como excesso de oferta e transmissão atrasada, a energia solar de pequena escala continua crescendo, com projetos de geração distribuída sendo atraentes. O Brasil e o Chile juntos responderão por 78% das instalações regionais, enquanto os projetos híbridos e de armazenamento ganham destaque. O mercado corporativo de PPAs e a crescente demanda por hidrogênio verde também são apontados como fatores chave para o crescimento, especialmente na Argentina, Brasil, Chile e Colômbia. A redução do custo de geração solar e o aumento das tarifas de transmissão são desafios a serem enfrentados nos próximos anos. (Agência CanalEnergia - 05.03.2025)
Link Externo Indústria de petróleo e gás revisa portfólios e foca na redução de emissões de CO2
A indústria de petróleo e gás continua focada na redução das emissões de gases de efeito estufa, mas a abordagem tem mudado, com algumas empresas, como a Shell, revisando seus portfólios de energia renovável. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) destaca que o país tem contribuído para a redução das emissões graças a uma matriz energética mais limpa e ao petróleo brasileiro, que emite menos CO2. O IBP defende que o setor não é o maior emissor e que a transição energética deve ser abordada de forma contextualizada, considerando as diferentes realidades de cada país. Embora a saída dos EUA do Acordo de Paris tenha gerado preocupações, o Brasil tem a oportunidade de se destacar como um provedor de energia confiável. O IBP também destaca o aumento de projetos de baixo carbono no Brasil, com investimentos crescentes em eficiência energética e fontes renováveis, reafirmando a importância de uma transição energética justa e planejada. (Valor Econômico - 11.03.2025)
Link Externo Carbon Clean 200: Empresas de capital aberto brasileiras têm representação em lista de destaques
O Brasil tem oito representantes listadas no Carbon Clean 200, ranking internacional que reúne as 200 companhias de capital aberto que mais se destacam na transição energética global, considerando receitas provenientes de fontes limpas. O Banco do Brasil foi a empresa brasileira mais bem posicionada, ocupando a 37ª colocação, seguida pela Cemig na 40ª posição e a Neoenergia em 42ª. As demais que estão listadas são a Copel, na 96ª colocação; a Coelba, em 140ª; Engie Brasil, em 151ª; e a Sabesp, em 155ª. O ranking é atualizado periodicamente e, nesta edição, incluiu dados até 29 de janeiro de 2025. A Copel, em destaque, passou a gerar energia a partir de ativos 100% renováveis em 2024, baseada em fontes limpas, como hidrelétricas, solar e eólica. (Agência CanalEnergia - 10.03.2025)
Link Externo Geração Distribuída
Aneel: Agência inclui GD no cálculo de perdas não técnicas das distribuidoras
A Aneel aprovou uma nova regra que inclui a energia injetada na rede por Micro e Minigeração Distribuída (MMGD) no cálculo das perdas não técnicas das distribuidoras, como furtos e fraudes. Antes, o cálculo considerava o mercado faturado, mas agora será baseado no mercado avaliado, refletindo melhor a energia efetivamente registrada nos medidores. Essa alteração, válida a partir dos processos tarifários de 2025, aumenta os limites de perdas permitidas e impacta os reajustes tarifários das operadoras. A medida também inclui o MMGD no cálculo de energia necessária, o que pode reduzir o custo de energia para os consumidores. (Agência Infra - 12.03.2025)
Link Externo ABGD: Brasil atinge 37 GW de potência instalada em geração distribuída
O Brasil atingiu 37 GW de potência instalada em geração distribuída (GD), equivalente a duas usinas de Itaipu e meia, destacando a importância da micro e minigeração distribuída (MMGD), que permite aos consumidores gerar sua própria energia com fontes renováveis como solar, eólica, biomassa, PCHs e hidrogênio verde. A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) prevê um crescimento de 20% na potência instalada em 2025, o que resultaria em mais de R$ 25 bilhões em investimentos privados e a criação de 100 mil empregos. Apesar das preocupações sobre o impacto da GD no Sistema Interligado Nacional, especialmente em relação ao curtailment, a ABGD esclarece que a GD opera de forma descentralizada e alinhada à demanda dos consumidores, e que os problemas de curtailment são causados pela falta de planejamento e limitações das redes de transmissão, e não pela GD.(Agência CanalEnergia - 28.02.2025)
Link Externo ABGD: Associação afirma que curtailment não é culpa da GD
A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) defende que o corte, ou corte de geração, não é culpa da geração distribuída (GD), mas sim da infraestrutura incluída do setor elétrico brasileiro. A GD, que superou 37 GW de potência instalada em fevereiro de 2025 e deve crescer 20% neste ano, é considerada essencial para a segurança energética do país para reduzir a dependência da rede elétrica convencional e promover a sustentabilidade. Segundo o presidente da ABGD, Carlos Evangelista, o problema do corte decorre da falta de planejamento e da limitação das redes de transmissão, não da GD, que, ao contrário, ajuda a aliviar o sistema gerando energia próxima ao consumo e redução de perdas na rede. (Canal Solar - 28.02.2025)
Link Externo Aneel: 39 mil usinas de GD iniciam operação em fevereiro
Mais de 39,1 mil novas usinas de Geração Distribuída (GD) entraram em operação em fevereiro deste ano, adicionando mais de 398 MW à potência instalada no Brasil. Ao todo, 51,8 mil Unidades Consumidoras (UCs) foram beneficiadas pela modalidade. Os números são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Annel) e têm como base os dados fornecidos pelas distribuidoras, que podem sofrer pequenas atualizações com o tempo. O estado de Goiás liderou o ranking em potência instalada no mês, totalizando 47,4 MW, com 3,5 mil UCs. Logo atrás vem São Paulo, com 45,7 MW e 11,3 mil unidades consumidoras. (Canal Solar - 03.03.2025)
Link Externo Brasil: Parque Tecnológico de Sorocaba instala usina de GD com quase 10 mil painéis solares
Sorocaba, cidade com mais de 700 mil habitantes no Estado de São Paulo, inaugurou uma nova usina de geração distribuída (GD) no Parque Tecnológico, equipada com quase 10 mil módulos fotovoltaicos e capacidade para gerar 10 GWh por ano — energia suficiente para abastecer mais de 3,4 mil residências. Desenvolvida pelo Grupo VA Soluções Sustentáveis em parceria com a Prefeitura, a usina reduzirá a emissão de 290 toneladas de CO₂ anualmente, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da cidade. Além do impacto ambiental positivo, o projeto promete atrair investimentos, investir na economia local e gerar empregos, ao mesmo tempo que fortalece a infraestrutura energética e estimula a inovação por meio de projetos de pesquisa e desenvolvimento no Parque Tecnológico. (Canal Solar - 04.03.2025)
Link Externo Armazenamento de Energia
Curso GESEL: “Dinâmica e características técnicas dos Sistemas de Armazenamento de Energia no Contexto da Transição Energética”
O GESEL vai realizar o curso sobre “Dinâmica e características técnicas dos Sistemas de Armazenamento de Energia no Contexto da Transição Energética”. O início do curso será no dia 18 de março de 2025 e término no dia 10 de abril de 2025. O curso, em modo virtual, é dividido em oito módulos: aulas de 2h, duas vezes por semana, somando carga horária de 16h. O objetivo central é construir uma visão qualificada e geral sobre a necessidade e importância dos sistemas de armazenamento para o Setor Elétrico Brasileiro no horizonte de até 2030. Serão analisados com os mais qualificados especialistas do setor: transição energética, armazenamento em escalas de rede, tecnologias, aplicações, regulação, mercados e modelos de negócios relacionados a sistemas de armazenamento. Vagas Limitadas. Saiba mais e inscreva-se aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 10.03.2025)
Link Externo Greener: Armazenamento de energia pode movimentar R$ 22,5 bilhões no Brasil até 2030
A demanda por componentes para sistemas de armazenamento de energia (BEES) no Brasil cresceu 89% em 2024, segundo a Greener. A maior parte dessas instalações deve ocorrer até 2025, com investimentos no setor estimados em R$ 22,5 bilhões até 2030. O país acumulou 685 MWh de capacidade instalada até 2024, sendo 70% voltados para sistemas isolados. Apenas no último ano, foram adicionados 269 MWh, um aumento de 29% em relação a 2023. A confiabilidade do fornecimento elétrico é apontada como o principal fator para a adoção dessas soluções, já que quedas de energia frequentes geram prejuízos significativos. No cenário global, o mercado de armazenamento por baterias deve superar 760 GW de potência instalada até 2030, liderado por China e Estados Unidos. De acordo com a Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (ABSAE), a adoção dessas tecnologias poderia gerar uma economia anual de até R$ 900 milhões por gigawatt de potência instalada, reduzindo custos e diminuindo a dependência de termelétricas. O mercado brasileiro tem potencial para atrair R$ 44 bilhões em investimentos até 2030, sendo R$ 14 bilhões para soluções off-grid em comunidades isoladas, R$ 14 bilhões para sistemas behind-the-meter (BTM) voltados à redução de custos e participação em programas de resposta à demanda, e R$ 16 bilhões em soluções in-front-of-the-meter (FTM), impulsionadas por leilões de Reserva de Capacidade. A ausência de um marco regulatório é apontada como a maior incerteza do setor, dificultando a definição de tarifas, regimes de outorga e fontes de receita. Segundo o presidente da ABSAE, Markus Vlasits, avanços na estrutura tarifária e maior participação dos consumidores em programas de resposta à demanda são fundamentais para consolidar o armazenamento de energia no Brasil. (Portal Solar - 05.03.2025)
Link Externo IEA: Indústria global de baterias está se tornando cada vez mais integrada e competitiva
Em 2024, a demanda global por baterias ultrapassou 1 TWh, refletindo o crescimento acelerado do setor impulsionado pelo avanço tecnológico e pela redução dos custos de produção. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), o preço médio das baterias para veículos elétricos caiu para menos de US$ 100 por kWh, enquanto o custo das baterias de lítio recuou mais de 85% nos últimos dois anos, favorecido pela produção em larga escala. A capacidade global de fabricação de baterias atingiu 3 TWh, com potencial de triplicar nos próximos cinco anos, caso os projetos anunciados sejam concretizados. A IEA destaca que o setor está se tornando mais integrado e competitivo, impulsionado por economias de escala, parcerias estratégicas e inovações tecnológicas. Esse cenário pode levar à consolidação da indústria e à diversificação geográfica da produção, reduzindo a dependência de um único fornecedor. A China permanece líder na fabricação global, representando mais de 75% da produção, com expectativa de expandir sua presença na Europa por meio de novas fábricas e parcerias estratégicas. Projetos de joint venture podem acelerar a adoção de baterias de lítio na região e reduzir a diferença de custos em relação ao mercado chinês. (Canal Solar - 07.03.2025)
Link Externo SecPower: Investimento em novos produtos e capacitação visando impulsionar mercado de armazenamento
A SecPower projeta um crescimento significativo no mercado de armazenamento de energia em 2025, impulsionado por fatores como leilões setoriais e a COP 30. Para acompanhar essa expansão, a empresa amplia seu portfólio, investe na capacitação de integradores e reforça a necessidade de regulamentação no Brasil. A empresa desenvolve soluções para diferentes setores, desde o agronegócio, que demanda alta potência e grande capacidade de armazenamento, até os mercados urbano e industrial, que requerem sistemas mais compactos. Além disso, investe em ferramentas que auxiliam no dimensionamento e precificação de sistemas, aumentando a precisão das soluções oferecidas. A SecPower também se dedica à capacitação de distribuidores e integradores, promovendo treinamentos e boas práticas no setor. A empresa enfatiza a importância da escolha de tecnologias certificadas e seguras, alertando para a crescente oferta de produtos de qualidade duvidosa no mercado. (Canal Solar - 07.03.2025)
Link Externo Enerzee e WEG: Uso de novas baterias para residências e pequenas empresas
A Enerzee anunciou a introdução das baterias WEG no Brasil, voltadas para residências e pequenas empresas, com o objetivo de reduzir a dependência da rede elétrica e promover a autonomia energética. A evolução tecnológica e a redução de custos tornaram essas soluções mais acessíveis, com os preços diminuindo cerca de 40% em relação a modelos anteriores. A tecnologia beneficia tanto consumidores residenciais quanto pequenos negócios, garantindo o funcionamento dos equipamentos mesmo em casos de interrupção no fornecimento de energia. A versatilidade das baterias permite sua instalação em apartamentos e espaços reduzidos, além de oferecer um sistema plug and play para fácil implementação. Outro diferencial é o gerenciamento inteligente do consumo, permitindo recarga em horários de tarifas mais baixas e utilização nos períodos de pico, resultando em economia e previsibilidade nos custos. A integração com sistemas fotovoltaicos potencializa os benefícios, aumentando a independência energética dos usuários. (Canal Solar - 05.03.2025)
Link Externo Veículos Elétricos
ABVE: Vendas de veículos eletrificados crescem 24,3% em fevereiro
O mês de fevereiro de 2025 registrou 12.988 novos emplacamentos de veículos leves eletrificados, um aumento de 24% em relação ao mesmo período de 2024, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). O resultado também é 3,4% superior às vendas catalogadas no mês de janeiro. Os modelos elétricos plug-in (BEV e PHEV) seguiram dominando o mercado dos eletrificados em fevereiro, representando 80% das vendas do mês, ao passo que os híbridos convencionais (HEV e HEV Flex) responderam por 20% do total. As tecnologias que tiveram avanço mais significativo, todavia, foram BEV (+21,4%) e HEV Flex (+140%), cujo mérito tem participação dos incentivos fiscais estaduais, como deduções do Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA). Quanto ao desempenho regional, a região Sudeste (46,6%) liderou as vendas de eletrificados no mês, seguida pelo Sul (17,6%), Nordeste (17%), Centro-Oeste (15%) e Norte (3,8%). Segundo o presidente da associação, Ricardo Bastos, o crescimento do mercado neste início de 2025 reflete a maior conscientização dos consumidores sobre os benefícios ambientais e financeiros da eletrificação, bem como a maior confiança eletromobilidade impelida pelo crescimento da infraestrutura púbica de recarga. (Agência CanalEnergia - 07.03.2025)
Link Externo Novo PAC: Programa prevê investimentos em ônibus elétricos
A nova fase do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) em 2025 destinará R$ 8,4 bilhões para mobilidade urbana e renovação da frota do transporte público, com financiamento do FGTS. Desse montante, R$ 4,4 bilhões serão voltados à aquisição de ônibus elétricos, infraestrutura de recarga, veículos Euro 6 para sistemas de BRT e transporte convencional, além da compra de material rodante para sistemas sobre trilhos. O objetivo é ampliar o acesso da população a um transporte público de maior qualidade, facilitando oportunidades de emprego, estudo, saúde e lazer. Em 2024, o PAC já havia investido R$ 25 bilhões na área, sendo R$ 10,6 bilhões para renovação da frota e R$ 9,9 bilhões para 74 projetos de infraestrutura. (Automotive Business - 26.02.2025)
Link Externo BYD: Montadora irá apresentar nova tecnologia de recarga para VEs
A BYD se prepara para lançar uma plataforma de alta voltagem de 1000V em março, com o objetivo de aprimorar a eficiência e reduzir os tempos de recarga de seus veículos elétricos. A tecnologia permitirá carregamentos ultrarrápidos com uma taxa de 5C, possibilitando até 300 km de autonomia em cinco minutos. Inicialmente, será implementada em modelos premium, como os veículos da série Dynasty, incluindo os modelos Han L e Tang L. A nova plataforma proporciona ganhos significativos em eficiência energética, reduzindo o aquecimento da bateria e aumentando sua vida útil. Motores elétricos também se beneficiam da tecnologia, atingindo velocidades mais altas sem aumento de tamanho. Além disso, a BYD desenvolve a arquitetura elétrica BOX, voltada para otimização do sistema e maior eficiência. Imagens recentes indicam que a infraestrutura para suportar essa inovação está em desenvolvimento, com estações de recarga na China já operando acima de 1000V e oferecendo taxas de carregamento de 6C. (Inside EVs - 05.03.2025)
Link Externo Celesc: Chamada pública para instalação de eletropostos em SC é prorrogada
A Celesc prorrogou a Chamada Pública para seleção de locais para instalação de novas estações de recarga do Corredor Elétrico Catarinense. Com mais de R$ 5 milhões em investimentos, a nova etapa do projeto pretende contar com 65 novos eletropostos que, somados aos já existentes, devem totalizar 100 unidades até o fim do ano, distribuídas por todas as regiões do estado, garantindo um intervalo máximo de 50 quilômetros entre um e outro. De acordo com a empresa, a prioridade agora é a busca por locais com grande fluxo de pessoas, de fácil acesso aos condutores e que ofereçam segurança e conforto aos usuários. O modelo de negócio prevê a cobrança de uma tarifa pelo uso do eletroposto, de modo a cobrir os custos com aquisição de energia, operação, aplicativo de recarga e manutenção, garantindo qualidade no atendimento e satisfação do cliente. A empresa, ainda, reforça que arcará com todo o investimento necessário à implantação das unidades, de modo que os parceiros na investida não terão custo algum com a instalação e operação dos eletropostos. As inscrições podem ser realizadas por entes públicos ou privados até 28 de março. (Agência CanalEnergia - 11.03.2025)
Link Externo J.D. Power: Satisfação de proprietários de VEs atinge níveis recordes
O cenário para os VEs nos Estados Unidos enfrenta desafios regulatórios e de incentivos. Os créditos fiscais do IRA estão ameaçados, impactando os preços dos modelos elétricos, que ainda possuem custo elevado. Além disso, a possibilidade de tarifas sobre México e Canadá pode comprometer a acessibilidade dos automóveis em geral. Apesar dessas incertezas, a satisfação dos proprietários de VEs permanece alta. Segundo o Estudo de Propriedade da Experiência de Veículos Elétricos (EVX) 2025 da J.D. Power, os EVs representam 9,1% das vendas de carros novos nos EUA, um aumento em relação aos 8,4% do ano anterior. No entanto, a participação de mercado deve permanecer estável em 2025 devido às incertezas sobre os incentivos fiscais, que foram um fator decisivo para mais da metade dos compradores entrevistados. Mesmo assim, a fidelidade ao segmento é elevada: 94% dos proprietários de VEs pretendem adquirir outro modelo elétrico no futuro. A satisfação também se mantém alta, com notas de 725 e 726 pontos, respectivamente, para os EVs convencionais e premium, em uma escala de 1.000. Apenas 12% dos entrevistados considerariam voltar a um carro a gasolina ou híbrido. (Inside EVs - 02.03.2025)
Link Externo FAW e SiEngine: Parceria para produção de chips automotivos na China
A SiEngine Technology, desenvolvedora chinesa de semicondutores automotivos, estabeleceu uma nova unidade de pesquisa e desenvolvimento em parceria com a FAW, que mantém joint ventures com Volkswagen e Toyota na China. O objetivo é acelerar a aplicação de chips automotivos em veículos inteligentes, incluindo carros autônomos. Fundada em Wuhan em 2018, a SiEngine se tornou uma das principais projetistas chinesas de sistemas automotivos em chips, lançando em 2021 o primeiro chip de cockpit inteligente do país, utilizado por Geely e FAW. Paralelamente, a Hyundai criou a subsidiária CoMo em Xangai, focada em pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial. Fundada no final de dezembro, a empresa recebeu um investimento inicial de US$ 29 milhões. Além disso, a montadora sul-coreana intensifica a introdução de veículos elétricos a bateria (BEVs) na China, com o lançamento de seu primeiro modelo específico para o mercado ainda este ano, equipado com um sistema de direção autônomo baseado em IA generativa da Haomo.AI. (Automotive Business - 26.02.2025)
Link Externo Gestão e Resposta da Demanda
CPFL: Implementação de 1,6 milhão de medidores inteligentes até 2029
A CPFL Energia prevê a substituição de cerca de 1,6 milhão de medidores convencionais por inteligentes em cidades das áreas atendidas pelas distribuidoras Paulista, Piratininga e Santa Cruz até 2029. Com uma projeção de investimento de R$ 1,2 bilhão, incluindo R$ 800 milhões do programa BNDES Mais Inovação, , a iniciativa beneficiará aproximadamente 400 mil consumidores por ano. O objetivo é oferecer mais qualidade, transparência e eficiência no uso da energia elétrica. Os equipamentos são fabricados no Brasil e permitem um acompanhamento digital do consumo, trazendo maior controle e informação para eficiência da operação do sistema e, consequentemente, gerando benefícios de qualidade e de relacionamento com os consumidores. O planejamento da empresa compreende uma instalação gradativa dos medidores, contemplando cerca de 400 mil clientes a cada 12 meses. Os municípios de Ourinhos (SP), Jacarezinho e Ribeirão Claro (PR) serão os primeiros a receber os novos equipamentos. (Agência CanalEnergia - 07.03.2025)
Link Externo Eficiência Energética
Brasil: Fiep lança iniciativas de eficiência energética para a indústria
A Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) lançou duas iniciativas para impulsionar a eficiência energética na indústria local. A primeira é uma cartilha sobre linhas de crédito para modernização energética, que facilita o acesso a financiamentos para projetos como instalação de sistemas fotovoltaicos e substituição de motores antigos, com o objetivo de reduzir custos e promover a sustentabilidade. A segunda iniciativa é o Mapa Energético do Paraná, um estudo em parceria com a Copel, que visa diagnosticar a matriz energética do estado e identificar oportunidades de investimentos em fontes renováveis, visando otimizar o uso de energia e fortalecer a competitividade do setor industrial. (G1 - 19.02.2025)
Link Externo Brasil: Sindimiva fomenta eficiência energética nas indústrias junto ao governo federal
O Sindicato Intermunicipal das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Vale do Aço (Sindimiva) promoveu um encontro com a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A (ENBPAR) para incentivar a adoção de medidas de eficiência energética nas indústrias. Em parceria com o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), a iniciativa selecionará até 170 indústrias para otimizar seus sistemas de ar comprimido, oferecendo gratuitamente diagnósticos energéticos e acompanhamento na implementação das melhorias. As indústrias participantes deverão investir cerca de R$ 23 mil, com retorno rápido por meio da redução no consumo de energia elétrica, o que contribuirá para aumentar a competitividade e sustentabilidade do setor metalmecânico da região. (FIEMG - 07.03.2025)
Link Externo Brasil: Inmetro atualiza tabela de eficiência energética de veículos
O Inmetro atualizou a tabela do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) para 2025, destacando a eficiência energética e as emissões dos veículos comercializados no Brasil. A tabela classifica os veículos em várias categorias, como elétricos, híbridos e a combustão, e fornece dados sobre a autonomia dos carros elétricos e os menores índices de emissões de gases poluentes. Além disso, o PBEV incentiva a inovação no setor automotivo e a adoção de tecnologias mais eficientes, alinhando o Brasil aos padrões internacionais de emissões, como o PROCONVE L8, que estabelece limites mais rigorosos para gases nocivos, promovendo a sustentabilidade e a melhoria da qualidade do ar. (Amazonas Atual - 11.03.2025)
Link Externo Eficiência energética pode reduzir em até 16% o consumo de combustível na indústria marítima
A adoção de tecnologias de eficiência energética na indústria marítima pode reduzir o consumo de combustível em até 16%, mas enfrenta desafios como o alto custo de implementação, a incerteza sobre o retorno do investimento e a falta de padronização global. Essas dificuldades dificultam a transição para práticas mais sustentáveis e competitivas no setor. No entanto, ao superar esses obstáculos, as empresas podem não apenas reduzir custos operacionais, mas também contribuir para a preservação ambiental. Para isso, é fundamental investir em inovação, treinamento e parcerias, promovendo um futuro mais sustentável e responsável para a indústria marítima. (Naval Porto Estaleiro - 10.03.2025)
Link Externo Moldávia e França: Cooperação para eficiência energética em edifícios públicos
O Ministério da Energia da Moldávia e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) assinaram um acordo de financiamento de € 30 milhões para o projeto INSPIREE, que visa melhorar a eficiência energética em edifícios públicos do país. O projeto, que será implementado com apoio cofinanciado pelo Governo Alemão e Moldávio, busca renovar instituições como escolas e hospitais, promovendo economias de energia e melhorando os serviços públicos para beneficiar 200.000 cidadãos moldavos. Além de fortalecer a independência energética da Moldávia, o projeto está alinhado com as metas de sustentabilidade e integração europeia do país. (AFD - 11.03.2025)
Link Externo Microrredes e VPP
Schneider Electric: Inclusão de laboratórios de testes de microrrede ao centro global de P&D
A Schneider Electric anunciou a adição de um laboratório de testes de microrredes ao seu centro global de P&D em Andover, Massachusetts, com o objetivo de avançar na criação de soluções de energia resilientes e sustentáveis. O laboratório, de 1.500 pés quadrados, permite que clientes e pesquisadores testem sistemas de microrredes em condições reais, utilizando fontes de energia renováveis locais, como solar, geradores de backup e sistemas de armazenamento de energia de bateria. A infraestrutura inclui simuladores de rede e solares, além de sistemas como o BESS, para validar a integração de recursos de energia distribuída. A Schneider Electric visa acelerar a implantação de controles de microrredes robustos e personalizados, adaptáveis às rápidas mudanças nos requisitos de energia. (Data Center Frontier - 12.03.2025)
Link Externo EUA: VPPs são utilizadas para reforçar resiliência do fornecimento de energia em condições climáticas extremas
As Usinas Virtuais de Energia (VPPs, na sigla em inglês) estão se tornando uma ferramenta essencial para preparar os serviços públicos dos EUA para enfrentar condições climáticas extremas, como ondas de frio intensas e picos de calor. Com a crescente volatilidade climática, essas usinas aproveitam recursos de energia distribuída, como energia solar, baterias, veículos elétricos e dispositivos inteligentes, para equilibrar a oferta e a demanda de eletricidade. O Departamento de Energia dos EUA estima que a capacidade das VPPs deve crescer significativamente, de 30-60 GWh para 80-160 GWh, para lidar com as demandas crescentes. Além disso, as VPPs oferecem flexibilidade e resiliência à rede elétrica, permitindo respostas rápidas a picos de demanda e ajudando a reduzir os custos de energia. (Power - 05.03.2025)
Link Externo Tesla e GVEC: Lançamento da primeira parceria de VPP em larga escala nos EUA
A Guadalupe Valley Electric Cooperative (GVEC) se uniu à Tesla para lançar a primeira usina de energia virtual (VPP) em escala de utilidade pública no Texas, marcando um avanço significativo na integração de recursos de energia distribuída na rede elétrica do estado. Utilizando baterias Tesla Powerwall instaladas nas casas dos clientes, o programa permitirá que até 70% da capacidade de cada bateria seja usada para reduzir a demanda da rede ou fornecer energia de volta durante períodos de pico. Os participantes receberão incentivos financeiros, ajudando a aumentar a resiliência da rede, especialmente durante condições climáticas extremas. Esta parceria é um passo importante para modernizar a infraestrutura energética do Texas e promover uma rede mais confiável e sustentável. (APNA KAL - 09.03.2025)
Link Externo Tecnologias e Soluções Digitais
Carrier e Google Cloud: Parceria visando sistema de energia baseado em IA
A Carrier Global Corporation e o Google Cloud anunciaram uma parceria para aprimorar a flexibilidade da rede elétrica e oferecer soluções mais inteligentes de gestão energética. A colaboração combina o Sistema de Gestão de Energia Residencial (HEMS) da Carrier com a análise de inteligência artificial (IA) do Google Cloud e os modelos WeatherNext AI, criando um ecossistema energético inteligente para clientes residenciais de HVAC. A iniciativa, liderada pela Carrier Energy, integrará sistemas HVAC e baterias da Carrier com IA para otimizar o armazenamento e o uso de energia, especialmente durante períodos de alta demanda. Essa tecnologia permitirá economia de custos e maior eficiência energética. Os modelos WeatherNext do Google otimizarão ainda mais o funcionamento dos sistemas HVAC com base em previsões meteorológicas. O projeto busca equilibrar oferta e demanda na rede elétrica dos EUA, expandindo a capacidade do sistema energético. A solução conjunta gerenciará fluxos de energia em tempo real, ajustando carregamento e consumo de acordo com a demanda da rede e as condições climáticas. A próxima geração de bombas de calor da Carrier, anunciada na Climate Week NYC, incluirá armazenamento em bateria, previsão inteligente de energia e recursos interativos com a rede elétrica. A implementação ocorrerá em fases até 2027, com previsão de adoção em larga escala nos EUA. A parceria representa um avanço rumo a um ecossistema energético mais eficiente e conectado, impulsionado por IA. (Investing - 05.03.2025)
Link Externo Eletrobras: Inauguração de centro de monitoramento de ativos e clima para melhorar gestão energética
A Eletrobras inaugurou um centro de monitoramento de ativos e clima em sua sede no Rio de Janeiro, com o objetivo de melhorar a gestão da sua rede de geração e transmissão de energia em todo o Brasil. O centro, que já recebeu um investimento inicial de R$ 30 milhões e receberá mais R$ 110 milhões até 2025, reúne tecnologias de monitoramento de diferentes unidades da empresa para supervisionar 87 mil ativos, como usinas, subestações e transformadores. Utilizando inteligência artificial e sistemas de georreferenciamento, a iniciativa visa prever e mitigar os impactos climáticos, que têm afetado a infraestrutura elétrica, além de antecipar riscos meteorológicos e fornecer alertas e previsões especiais. A Eletrobras busca melhorar a resposta a incidentes, a qualidade do serviço e o uso eficiente dos ativos, especialmente após os apagões que afetaram o Brasil em 2023 e 2024. (Valor Econômico - 09.03.2025)
Link Externo Isa Energia: Projeto de monitoramento e combate a queimadas no Piauí
A Isa Energia Brasil implementou no Piauí um projeto que utiliza câmeras autônomas off grid para realizar o monitoramento em tempo real de áreas críticas para ocorrência de queimadas. Instaladas estrategicamente em quatro torres de transmissão da Interligação Elétrica Norte-Nordeste (IENNE), as câmeras têm a capacidade de monitorar até 25 km ao redor das estruturas, possibilitando a identificando de focos de incêndio em fase inicial nas imediações. Segundo a empresa, a solução foi implementada a partir de um plano de melhoria contínua da empresa para reduzir os impactos das queimadas nas linhas de transmissão e já tem demonstrado resultados promissores. Desde agosto de 2024, quando foi implementada, a iniciativa proporcionou melhorias de confiabilidade do sistema elétrico, aumento de segurança dos colaboradores e otimização do tempo de atendimento em até quatro horas, além de evitar a emissão de cerca de 4.000 kg de CO2 relacionadas ao consumo de combustível para a realização de inspeções. Ainda, no comparativo com o último trimestre de 2023, houve uma redução de 75% no número de desligamentos por queimadas na linha de transmissão monitorada. (Agência CanalEnergia - 10.03.2025)
Link Externo Gartner: Agentic AI resolverá autonomamente 80% dos problemas comuns de atendimento ao cliente sem intervenção humana até 2029
Até 2029, a Agentic AI resolverá de forma autônoma 80% dos problemas comuns de atendimento ao cliente, reduzindo em 30% os custos operacionais, segundo a Gartner, Inc. Essa tecnologia representa uma evolução dos modelos anteriores de IA, que se limitavam a gerar texto ou resumir interações, permitindo que sistemas atuem de forma independente para concluir tarefas. Clientes e empresas poderão utilizar a Agentic AI para automatizar interações por meio de agentes e bots, transformando o relacionamento entre equipes de atendimento e consumidores. Diferentemente das ferramentas tradicionais de inteligência artificial generativa, que apenas auxiliam com informações, essa nova abordagem resolverá ativamente solicitações em nome dos clientes. A transição para esse modelo exigirá adaptação das equipes de atendimento, que precisarão gerenciar interações tanto com clientes humanos quanto com sistemas de IA. A expectativa é que a automação se torne a estratégia dominante no setor, à medida que as interações orientadas por IA se consolidam como padrão. (TI Inside - 05.03.2025)
Link Externo Segurança Cibernética
Latam e IBM: Acordo para reforçar segurança digital
A Latam Airlines firmou um acordo com a IBM para aprimorar sua cibersegurança por meio da automação de processos com inteligência artificial. O contrato inclui defesa cibernética, ciberinteligência e o uso da plataforma IBM X-Force Protection, que integra IA e automação para aumentar a visibilidade e a segurança digital da companhia aérea. Com a parceria, a Latam busca se preparar melhor para ameaças emergentes, mantendo a inovação contínua em suas operações. Além disso, a colaboração com a IBM visa fortalecer a proteção do ecossistema digital da Latam, garantindo maior segurança em suas operações e proteção contra ataques cibernéticos. (Aero Magazine - 12.03.2025)
Link Externo Cisco: Abertura de inscrições para curso gratuito de cibersegurança
A Cisco abriu as inscrições para o programa CiberEducação Cisco Brasil, oferecendo um curso gratuito de capacitação profissional em cibersegurança. O curso, dividido em três etapas, começa com a fase online de "Defesa de Redes", que pode ser concluída até 6 de abril. Aqueles que completarem essa fase terão acesso à segunda etapa, que oferece 1.500 bolsas de estudo para capacitação profissionalizante. A última fase proporcionará oportunidades práticas, com estágio e empregos em empresas parceiras da Cisco. Desde seu início, o programa já formou mais de 7,3 mil profissionais na área de cibersegurança. (Hora Brasil - 10.03.2025)
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