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Transição Energética e ESG
Artigo GESEL: "Os leilões de hidrogênio verde e biometano em Portugal"
Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Vitor Santos (professor catedrático do Instituto Superior de Economia e Gestão [ISEG] da Universidade de Lisboa) e Nivalde de Castro (professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador-geral do GESEL) tratam da transição energética global, destacando as diferenças entre os países produtores de combustíveis fósseis, como os Estados Unidos sob o governo Trump, e aqueles que buscam alternativas renováveis, como Portugal. O texto analisa os avanços do país europeu, principalmente no hidrogênio verde e biometano, como modelos para o Brasil, e como iniciativas como o European Green Deal e o Plano REPowerEU aceleraram a transição, especialmente após a crise do gás natural gerada pela guerra na Ucrânia. A importância do biometano e do hidrogênio verde é ressaltada, destacando suas vantagens e desafios, como os altos custos iniciais do H2V, e a necessidade de incentivar a demanda para escalar a produção. O artigo também explora a experiência de Portugal com leilões para aquisição desses gases renováveis, oferecendo um modelo que pode ser adaptado ao contexto brasileiro, considerando as dificuldades do “dilema do ovo e da galinha” na transição energética. (Valor Econômico - 18.02.2025)
Link Externo Brasil: País adere à IEA, IRENA e carta da Opep+ sem obrigações legais
O ministro do MME, Alexandre Silveira, anunciou que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou a adesão do Brasil a duas agências internacionais de energia, a Agência Internacional de Energia (IEA) e a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), além de sua participação na "carta" da Opep+, grupo de países aliados à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A adesão a essas entidades visa integrar o Brasil em fóruns internacionais de discussão sobre energias globais, com a Opep+ funcionando como um espaço consultivo, sem obrigar o Brasil a seguir decisões vinculativas, como cortes na produção de petróleo. O ministro destacou que a entrada na carta da Opep+ não cria obrigações legais para o país. (Valor Econômico - 18.02.2025)
Link Externo Brasil: Ministério da Fazenda defende discussão de mercado de carbono e pagamento por serviços ambientais na COP30
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou a importância de reunir iniciativas discutidas no G20 e intensificar o debate durante a COP30 em Belém, no segundo semestre. Ele enfatizou dois temas cruciais: a integração dos mercados de crédito de carbono e o pagamento por serviços ambientais. Durante a Conferência do FMI em Al-Ula, na Arábia Saudita, Haddad abordou a resiliência dos mercados emergentes frente às forças da natureza e a organização da COP30. Em relação ao mercado de carbono, ressaltou a parceria com o FMI para evitar o uso da crise climática como pretexto para barreiras comerciais. Sobre os serviços ambientais, mencionou a necessidade de apoiar economias emergentes que investem na preservação de suas florestas. Durante a presidência do G20, o Brasil propôs o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), focado na preservação. Haddad busca aprofundar as discussões sobre esses temas na COP30, alinhado à orientação do presidente Lula de integrar agendas econômicas e socioambientais. Ele acredita na conciliação de interesses para promover a sustentabilidade física, social e ambiental globalmente. (Broadcast Energia – 18.02.2025)
Link Externo Instituto AYA: Brasil pode aumentar seu PIB em até US$ 430 bilhões com economia verde
Um estudo do Instituto AYA, em parceria com diversas organizações, aponta que o Brasil possui grande potencial para aumentar seu PIB em até US$ 430 bilhões até 2030, caso foque em estratégias relacionadas à economia verde e de baixo carbono. O relatório destaca sete cadeias econômicas essenciais, como transição energética, bioeconomia e economia circular, que podem posicionar o país como líder global na transição ecológica. Para isso, são necessários investimentos significativos, estimados entre US$ 130 bilhões e US$ 160 bilhões, além de capacitação da força de trabalho. O Brasil, com seus recursos naturais e biodiversidade, tem uma oportunidade única de gerar crescimento sustentável, empregos e reduzir emissões de carbono, desde que atraia mais investimentos privados e desenvolva tecnologias avançadas. (Valor Econômico - 17.02.2025)
Link Externo IRENA: Entidade propõe adesão ao projeto de transição energética no Brasil
O diretor-geral da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena), Francesco La Camera, visitou o Brasil para discutir parcerias com o governo e fortalecer iniciativas de transição energética. Durante a visita, ele confirmou a adesão da Irena ao projeto de Coalizão Global para Planejamento da Transição e Segurança Energética, que será lançado no Brasil em junho, em parceria com o BNDES. La Camera também propôs uma integração regional na América do Sul, semelhante à Parceria Acelerada para Renováveis na África, e destacou a importância da colaboração entre os países da região. Além disso, ele se reuniu com representantes do Ministério de Minas e Energia, Ministério das Relações Exteriores e visitou o Centro de Pesquisas da Petrobras, conhecendo projetos de captura de carbono e biocombustíveis. La Camera retornará ao Brasil para a COP30 em novembro e aguarda a aprovação do Congresso Brasileiro para a adesão formal do país à Irena. (Valor Econômico - 17.02.2025)
Link Externo BNEF: Investimentos precisam triplicar entre 2025 e 2030 para neutralidade de carbono
O mundo atingiu em 2024, pela primeira vez, um investimento de US$ 2,1 trilhões em tecnologias ligadas à transição energética. O volume de recursos mais do que dobrou desde 2020, quando alcançou a marca de US$ 929 bilhões, segundo o estudo “Energy Transition Trends 2025”, da BloombergNEF (BNEF), publicado no fim de janeiro. O relatório, que analisou dez setores diferentes, aponta uma distinção clara: a maior parte dos investimentos está indo para segmentos onde a tecnologia é madura, tem escala comercial e modelos de negócios estabelecidos, como a eletrificação dos transportes e energias renováveis (US$ 757 bilhões e US$ 728 bilhões, respectivamente). Em contraste, as tecnologias emergentes, como calor eletrificado, hidrogênio verde, captura e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês) e indústria e transporte limpos, ainda enfrentam alguns desafios de maturidade tecnológica e escala, de modo que atraíram US$ 154 bilhões em 2024, ou 7% do total. O relatório alerta que o aporte ainda está aquém do necessário para atingir a neutralidade de carbono - o chamado “net zero” - até 2050. Para isso, os investimentos precisam triplicar entre 2025 e 2030, chegando a US$ 5,6 trilhões/ano no período. O Brasil se destaca entre os dez países com maiores investimentos, embora tenha registrado uma queda de 4,3% em relação ao ano anterior. (Valor Econômico - 17.02.2025)
Link Externo BNEF: Custo global das energias renováveis continuará caindo nos próximos anos
Em artigo publicado pela BloombergNEF (BNEF), a entidade aponta que o custo das tecnologias de energia limpa, como eólica, solar e baterias, deve cair entre 2% e 11% em 2025, superando os recordes de 2024. A pesquisa revela que novos parques eólicos e solares estão se tornando mais baratos do que usinas de carvão e gás em quase todos os mercados globais. Além disso, o custo de referência para projetos de armazenamento de baterias caiu 33% em 2024, chegando a US$ 104/MWh, impulsionado pelo excesso de capacidade e pela desaceleração das vendas de veículos elétricos. No entanto, o aumento do protecionismo, especialmente por tarifas de importação da China, pode afetar temporariamente essa queda de custos. Mesmo assim, a BNEF prevê que o custo nivelado de eletricidade para tecnologias limpas cairá entre 22% e 49% até 2035. O relatório também destaca que as usinas solares nos EUA já estão muito próximas dos custos das usinas a gás, o que torna a energia solar ainda mais competitiva, principalmente se o mercado global de gás natural for exposto à competição de preços. (Renews.Biz – 07.02.2025)
Link Externo Espanha: Participação do gás natural na matriz energética cairá para 13% em 2050
Em artigo publicado pela DNV, a consultoria apresentou uma análise sobre a transição energética na Espanha, destacando a diminuição gradual da participação dos combustíveis fósseis na matriz energética do país. O gás natural, que atualmente representa 21% do fornecimento primário de energia, terá sua participação reduzida para 13% até 2050, conforme a capacidade renovável aumente. Além disso, a demanda por gás natural deve cair 60%, de 37 bilhões de metros cúbicos em 2023 para 13 bcm em 2050. O carvão será progressivamente substituído por hidrogênio renovável no setor siderúrgico, e o consumo de petróleo deverá cair 70% até 2050, impulsionado pela eletrificação e eficiência energética. Embora as usinas de ciclo combinado ainda desempenhem um papel importante na segurança da rede elétrica, sua viabilidade a longo prazo dependerá da adaptação a tecnologias mais limpas, como o hidrogênio verde. A análise da DNV também ressalta a importância de políticas específicas e de um mercado de capacidade para garantir a confiabilidade do sistema elétrico, essencial para o cumprimento das metas de descarbonização do país até 2050. (Energias Renovables – 12.02.2025)
Link Externo Japão: Metas de descarbonização e planos para reativação da energia nuclear até 2040
O Japão estabeleceu novas metas de descarbonização com o objetivo de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em mais de 70% até 2040, em relação aos níveis de 2013, e alcançar a neutralidade de carbono até 2050. O plano inclui a redução de emissões em 60% até 2035 e 73% até 2040, com fontes renováveis fornecendo até metade da eletricidade do país até 2040. Além disso, o Japão planeja reverter sua política de eliminação da energia nuclear, com a meta de que a energia nuclear represente 20% da matriz energética até 2040. No entanto, a reativação de reatores enfrenta desafios, como um rigoroso processo de aprovação e a oposição de comunidades locais. O governo apoia a reativação de reatores e a construção de novos reatores de geração futura para cumprir as metas, mas essa mudança ainda encontra resistência em algumas áreas. (Agência Eixos - 18.02.2025)
Link Externo União Europeia: Associação solicita criação de Banco de Eletrificação
Em artigo publicado pela Eurelectric, a organização solicita à Comissão Europeia a criação de um Banco de Eletrificação dentro do próximo Plano de Ação de Eletrificação. A proposta visa centralizar conhecimentos especializados, opções de financiamento e instrumentos de redução de risco para apoiar a transição dos setores industriais para a eletrificação. O banco não seria uma nova empresa de investimento, mas um instrumento de financiamento que reuniria oportunidades da UE e dos estados-membros. O financiamento seria alocado por meio de leilões, diferenciando indústrias com base em seus processos de aquecimento. A Eurelectric sugere também que fundos não utilizados do Quadro Financeiro Plurianual e do Mecanismo de Recuperação e Resiliência possam ser redirecionados para projetos de eletrificação, além de recomendar o envolvimento do Banco Europeu de Investimento (BEI) para melhorar o perfil de risco dos projetos. A eletrificação, conforme o documento, pode melhorar a eficiência energética, reduzir custos operacionais e aumentar a segurança energética, enquanto o Banco de Eletrificação ajudaria a impulsionar a demanda por eletrificação industrial. (Renews.Biz – 12.02.2025)
Link Externo Gestão e Resposta da Demanda
Artigo GESEL: "Sistemas de energia solar promovem desigualdades sociais no Brasil"
Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Nivalde de Castro (professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador-geral do GESEL) e Gabriel Konzen (doutorando do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento da UFRJ [PPED/UFRJ]) tratam da desigualdade no acesso à energia solar no Brasil, destacando que, apesar da crescente adoção de sistemas fotovoltaicos, apenas 3% das instalações estão em lares de baixa renda, enquanto 67% estão concentradas em residências de maior poder aquisitivo. A pesquisa revela que a política de incentivos à microgeração distribuída (GD), iniciada em 2012, tem beneficiado desproporcionalmente as classes mais altas, enquanto os subsídios são pagos por todos os consumidores. Para corrigir essa disparidade, os autores sugerem a adoção de políticas públicas mais eficazes, como o Programa Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Energia Renovável Social, além da redução dos subsídios indiscriminados, para tornar a transição energética mais justa e inclusiva. (GESEL-IE-UFRJ - 20.02.2025)
Link Externo Aneel: Instalação de sistemas de MMGD para 65 mil consumidores em janeiro
Em janeiro de 2025, mais de 65 mil consumidores brasileiros instalaram sistemas de micro e minigeração distribuída (MMGD), de acordo com a Aneel, acrescentando 725 MW de potência à rede, principalmente com painéis solares fotovoltaicos. A instalação desses sistemas permitiu a geração própria de energia, com o excedente sendo enviado à rede para uso posterior. São Paulo, Goiás e Minas Gerais lideraram em número de instalações e potência. Com 3,28 milhões de sistemas em operação, a MMGD no Brasil é aproximada de 37 GW, com consumidores residenciais representando a maior parte das usinas e potência instalada. A ANEEL não soma a MMGD com a geração centralizada, pois as formas de utilização da energia gerada são diferentes. (Aneel - 17.02.2025)
Link Externo CCEE: Geração de energia solar cresce 32,9% em janeiro
A geração de energia solar fotovoltaica no Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu 32,9% em janeiro, para 3.912 megawatts médios (MWmed), ante 2.945 MWmed no mesmo período de 2024, mostra o boletim da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A geração de usinas hidrelétricas e eólicas também apresentaram incremento no mês, com avanços de 4,8% e 4,2%, respectivamente. Na mesma base de comparação, as termelétricas registraram queda de 13,5% na produção de energia elétrica. No total, a geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) registrou 73.442 MW médios, aumento de 4,1% em relação ao igual período anterior (73.460 MW médios). (Portal Solar - 17.02.2025)
Link Externo Abeeólica: Entidade sugere que perdas por cortes sejam compartilhadas com setor de geração distribuída
Geradores centralizados afetados pelos cortes de geração (curtailment) defendem que empreendimentos de micro e minigeração distribuída (MMGD) também compartilham essas perdas, argumentando que a expansão da geração distribuída contribuiu para o excesso de oferta. A Abeeólica propõe à Aneel a redistribuição dos custos, enquanto a ABGD contesta a medida, alegando que a MMGD não usa redes de transmissão e não é responsável pelos cortes. O setor debate soluções como a revisão do direito a indenizações e o controle da carga da MMGD pelas distribuidoras, seguindo modelos internacionais. (Eixos - 18.12.2025)
Link Externo GEM: Capacidade instalada das fontes solar e eólica alcança 4,4 TW em 2024
A capacidade de energia solar e eólica aumentou 20% no último ano, com projetos de grande porte previstos para alcançar 4,4 TW até 2024, sendo 2 TW para solar e 2,5 TW para eólica, de acordo com o Global Energy Monitor (GEM). A China lidera com a maior capacidade potencial, representando mais de um quarto do total global, seguida por países como Brasil, Austrália, EUA e Espanha. A Índia também se destaca, com uma meta de adicionar quase 130 GW nos próximos anos. No entanto, os países do G7, responsáveis por 45% do PIB global, estão construindo apenas 59 GW, com a China respondendo por mais de 70% da construção global de projetos solares e eólicos. O relatório destaca que, apesar de sua menor participação, os países do G7 têm maior sucesso em cumprir prazos de operação, com 76% dos projetos concluídos no prazo, enquanto a China e outros países têm taxas mais baixas. (Agência CanalEnergia - 11.02.2025)
Link Externo França: Proposta prevê redução de tarifas para sistemas solares de até 500 kW
O Ministério da Transição Ecológica da França propôs reduzir as tarifas de alimentação (FiTs) para sistemas fotovoltaicos de até 500 kW, alegando restrições orçamentárias e maturidade do setor. As tarifas para sistemas de 1 kW a 9 kW cairão de € 0,127/kWh para € 0,04/kWh, enquanto no segmento de 100 kW a 500 kW serão reduzidas para € 0,095/kWh entre fevereiro e abril. Além disso, sistemas de 200 kW a 500 kW migrarão para um mecanismo de licitação em julho de 2025. O setor fotovoltaico francês criticou a medida, alertando para impactos negativos na viabilidade econômica dos projetos, levando à paralisação do mercado e possíveis demissões em massa. (PV Magazine – 17.02.2025)
Link Externo Aneel: Atualização das tarifas com projetos piloto de sandboxes tarifários
A Aneel iniciará a atualização das regras de cálculo de tarifas de forma paralela aos projetos piloto de sandboxes tarifários, que só devem ser concluídos em 2027. A superintendente Camila Bomfim explicou que as mudanças serão feitas conforme os resultados parciais dos experimentos das distribuidoras. A agência também está discutindo a modernização das tarifas por meio de uma tomada de subsídios e futuras consultas públicas, incluindo propostas para a cobrança de custo de disponibilidade e para consumidores de geração distribuída. A ideia é criar tarifas mais adaptadas às necessidades do mercado e do setor elétrico brasileiro, levando em consideração características regionais e evitando subsídios. A expectativa é que os projetos de sandboxes, que envolvem empresas como Energisa, EDP e Enel, se intensifiquem em 2025, com um diagnóstico em 2026 e resultados finais em 2027. O objetivo é encontrar modelos tarifários que incentivem o consumo de energia de forma mais eficiente e justa. (Agência CanalEnergia - 14.02.2025)
Link Externo Alemanha: Implementação de medidores inteligentes deve ser realinhada
Em artigo publicado pela Smart Energy, destaca-se que a Alemanha pretende acelerar a implementação de medidores inteligentes com um novo modelo de "implementação de controle", exigindo a instalação de dispositivos de controle junto aos medidores em casos de autogeração controlável ou sistemas de gerenciamento de energia residencial. A proposta, acordada entre SPD, Aliança 90/Verdes e CDU/CSU, ainda aguarda aprovação do Bundesrat. Segundo Kerstin Andreae, do BDEW, a medida fortalece a integração das energias renováveis. Outras mudanças incluem a redução de picos fotovoltaicos, incentivos ao aquecimento urbano e à eletromobilidade, além de ajustes para tornar o sistema de digitalização mais robusto. (Smart Energy – 07.02.2025)
Link Externo Alemanha: Inauguração de usina de energia para estabilidade da rede
A EnBW e a TransnetBW inauguraram uma nova usina de estabilidade de rede em Marbach, Alemanha, destinada a garantir a segurança da rede elétrica em situações de falhas, como em transformadores ou subestações. A instalação, que não gera eletricidade para o mercado, pode restaurar a estabilidade da rede em caso de falha de equipamentos. A escolha de Marbach foi motivada pela infraestrutura existente e espaço disponível. A usina, com uma produção elétrica de 300 MW, começou a operar em setembro de 2024, após atrasos devido a dificuldades de entrega e danos em componentes. Além disso, a EnBW planeja uma grande instalação de armazenamento de baterias de 100 MWh no local, com comissionamento previsto para 2025. (PEi – 18.02.2025)
Link Externo EUA: Flexibilidade contribuirá para a gestão da rede no futuro próximo
Em artigo publicado pela Duke University's Nicholas Institute for Energy, Environment & Sustainability, Tyler Norris conclui que as redes elétricas dos EUA têm a capacidade de atender ao crescimento da demanda de data centers de IA com maior flexibilidade. Ao adotar práticas de "resposta à demanda", onde os maiores clientes ajustam seu consumo durante períodos de alta demanda, seria possível adicionar até 76 gigawatts de nova demanda sem a necessidade de novas usinas de energia. Essa flexibilidade permitiria reduzir os custos do sistema elétrico e diminuir as emissões, sem comprometer a confiabilidade da rede. O relatório propõe que empresas e operadores de rede estabeleçam acordos contratuais para implementar essas soluções, tornando a rede mais inteligente e eficiente. (Factor This – 12.02.2025)
Link Externo Armazenamento de Energia
Austrália: Instalações residenciais de baterias aumentam 30% em 2024
Em relatório do CEC Momentum Monitor, a Austrália registrou um crescimento de 30% na instalação de baterias residenciais desde 2023, totalizando 121.551 sistemas. Em 2024, foram adicionadas 28.262 unidades. Segundo Andrew Stock, do Climate Council, a capacidade das baterias em escala de rede aumentou 50%, desempenhando um papel essencial na estabilidade do sistema elétrico. Com o fechamento das usinas a carvão, há urgência em investir em energias renováveis combinadas com armazenamento. Incentivos governamentais, como empréstimos a juros zero, impulsionaram a adoção, reduzindo a dependência da rede e ampliando o uso de energia limpa. (PV Magazine – 13.02.2025)
Link Externo China: Lançamento de plano para fortalecer indústria de armazenamento de energia
A China anunciou um ambicioso plano de ação visando fortalecer a indústria de armazenamento de energia de nova geração até 2027. O documento, desenvolvido pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação em conjunto com outros órgãos, destaca a busca por avanços em tecnologias consolidadas, como as baterias de lítio, e o estímulo a inovações disruptivas. O governo chinês pretende otimizar o consumo energético na fabricação, expandir o uso de fontes renováveis e integrar tecnologias emergentes, como blockchain, big data, inteligência artificial e 5G, no setor de armazenamento de energia. Em uma perspectiva global, a China almeja fortalecer parcerias estratégicas com países e regiões-chave, como no âmbito do Brics e da Iniciativa do Cinturão e Rota (BRI), com o objetivo de promover a cooperação industrial e fortalecer as cadeias produtivas. Este plano demonstra o compromisso da China em impulsionar a inovação e consolidar sua competitividade internacional no setor de armazenamento de energia, alinhando-se com as tendências globais de transição para uma economia mais sustentável e tecnologicamente avançada. (Broadcast Energia – 18.02.2025)
Link Externo Veículos Elétricos
Brasil: Inauguração da primeira rede pública de recarga para VEs no RJ
O Rio de Janeiro inaugurou o primeiro eletroposto exclusivo para veículos elétricos e híbridos em área pública do Brasil, localizado na Barra da Tijuca. O ponto de recarga rápida é parte do Projeto Eletroposto Carioca, desenvolvido pela empresa EZVolt em parceria com a Prefeitura e a rede C40 Cities. A inauguração ocorre em um momento de crescimento acelerado do mercado de veículos elétricos no Brasil, com 79.304 unidades vendidas no primeiro semestre de 2024, um aumento de 146% em relação ao ano anterior. O Rio registra mais de 2.500 veículos elétricos licenciados e uma demanda crescente por pontos de recarga. A estação faz parte do programa Sandbox.Rio, que visa a experimentação de novas tecnologias. O eletroposto funciona 24 horas por autoatendimento, com carregadores de 500 kW e custo de R$ 2,50 por kWh. O modelo Grid Zero permite recarga ultrarrápida sem conexão direta à rede elétrica. A iniciativa contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa e fortalece a infraestrutura de mobilidade urbana sustentável, alinhando-se aos objetivos do Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática do Município, que visa neutralizar as emissões de GEE até 2050 e atingir 40% da frota elétrica ou híbrida até esse ano. (Diário do Rio - 15.02.2025)
Link Externo Allos: Empresa planeja instalar 600 carregadores de VEs em shoppings
Uma rede de carregadores para veículos elétricos será instalada em shoppings centers de nove cidades do país. A iniciativa marca o início das operações da Karg, divisão de eletropostos da Allos, em parceria com a Weg. A administradora, responsável por mais de 50 shoppings no Brasil, pretende instalar 600 carregadores em um período de até dois anos, com a meta de ter um terço desses equipamentos em funcionamento até março. Os eletropostos contarão com carregadores rápidos e modelos específicos para veículos híbridos, operando por meio de um aplicativo. Detalhes sobre custos e monetização do serviço não foram divulgados, mas há expectativa de aumento no fluxo de visitantes nos shoppings participantes. A instalação dos 13 primeiros carregadores já foi definida, abrangendo estabelecimentos em nove cidades. Em São Paulo (SP), os pontos selecionados incluem o Shopping Villa Lobos, Mooca Plaza Shopping, Shopping Metrô Santa Cruz e Plaza Sul. No Rio de Janeiro (RJ), os equipamentos estão sendo montados no Shopping Leblon e Shopping Tijuca, enquanto em Niterói (RJ) a instalação ocorrerá no Plaza Shopping. A lista inclui ainda o Shopping da Bahia (Salvador/BA), Parque Dom Pedro (Campinas/SP), Shopping Tamboré (Barueri/SP), Manauara Shopping (Manaus/AM) e os Shoppings Catuaí em Maringá (PR) e Londrina (PR). (Automotive Business - 13.02.2025)
Link Externo Renault e Geely: Parceria visando produção de VEs no Brasil
A Renault SA e a Zhejiang Geely Holding Group Co. firmaram uma parceria para produzir e vender veículos elétricos e de baixa emissão no Brasil. A Geely investirá na unidade brasileira da Renault e, em troca, terá acesso à sua rede de produção, vendas e serviços no país. As duas montadoras já colaboram em motores de combustão e híbridos por meio do empreendimento Horse. A produção conjunta ocorrerá no complexo Ayrton Senna, no Paraná. O acordo ainda depende de negociações finais e da aprovação de autoridades regulatórias, e os termos financeiros não foram divulgados. (Valor Econômico - 17.02.2025)
Link Externo BYD: Expansão da exploração de lítio no Brasil
A exploração de lítio no Brasil tem sido alvo de uma nova iniciativa, com a aquisição de dois lotes no chamado Vale do Lítio, em Minas Gerais, por uma subsidiária da montadora chinesa BYD. Segundo reportagem da Reuters, documentos indicam que a compra foi realizada no final de 2023 pela BYD Exploração Mineral do Brasil, empresa criada no mesmo ano para atuar no setor. Os direitos de exploração abrangem uma área de 852 hectares (8,5 km²) no município de Coronel Murta (MG), localizado no Vale do Jequitinhonha. A região, considerada estratégica para a produção de baterias de veículos elétricos e híbridos, abriga também operações de outra mineradora estrangeira, a Atlas Lithium, dos Estados Unidos. A proximidade da área com a fábrica que a BYD está construindo em Camaçari (BA), a aproximadamente 825 km de distância, reforça a relevância do projeto para a cadeia produtiva da empresa. (Automotive Business - 14.02.2025)
Link Externo Toyota: Lançamento de célula combustível a hidrogênio
A Toyota desenvolveu novo sistema de célula de combustível a hidrogênio para aplicação em automóveis de passeio e veículos pesados, com lançamento previsto para 2026 nos mercados da América do Norte, Europa, China e Japão. O hidrogênio vem sendo explorado como biocombustível desde 2014, quando foi introduzido o sedã Mirai, modelo que já alcançou aproximadamente 28 mil unidades vendidas em 30 países. No Brasil, o Mirai tem sido utilizado em estudos sobre o hidrogênio como alternativa para a descarbonização e já integrou um projeto, em parceria com a Shell e a USP, que utiliza etanol como fonte de energia para células de combustível a hidrogênio. Além do uso automotivo, as células de combustível também serão fornecidas para outras aplicações, incluindo ônibus, navios e ferrovias, além de estações de recarga destinadas a mais de 100 clientes em escala global. (Automotive Business - 18.02.2025)
Link Externo EUA: AEP prevê que vendas de VEs aumentem 8,6% ao ano
A American Electric Power (AEP) projeta um crescimento médio de 8,6% ao ano na carga elétrica de varejo normalizada pelo clima nos próximos três anos, impulsionado por data centers e instalações industriais. Para atender à demanda, a empresa estima investimentos de US$ 10 bilhões em infraestrutura, além de seu plano de US$ 54 bilhões para cinco anos. A AEP espera crescimento significativo nas vendas comerciais e, embora o setor residencial tenha baixo crescimento, as vendas gerais devem aumentar entre 8,4% e 8,9% de 2025 a 2027. A empresa também está investindo em células de combustível para garantir resiliência energética e expandir sua infraestrutura de transmissão, com um gasto de US$ 20,6 bilhões. (Utility Dive – 18.02.2025)
Link Externo EUA: Financiamento de US$ 55 milhões para infraestrutura de recarga de VEs na Califórnia
Em julho de 2025, provedores de serviços de carregamento de veículos elétricos (VE) poderão solicitar financiamento do Fast Charge California Project, que destinará até US$ 55 milhões para estações de carregamento rápido de corrente contínua (CC) em empresas e locais públicos. O projeto integra o California Electric Vehicle Infrastructure Project (CALeVIP), lançado em 2017 pelo Center for Sustainable Energy (CSE) com apoio da California Energy Commission (CEC). Até o momento, o CALeVIP incentivou quase 10.000 carregadores para atender 1,5 milhão de VEs na Califórnia. O novo financiamento cobrirá até 100% dos custos aprovados, limitados a US$ 100.000 por porta de carregamento, com prioridade para comunidades tribais, desfavorecidas e de baixa renda. A Califórnia busca expandir a rede de carregadores para cumprir sua meta de vender apenas veículos de emissão zero até 2035. (PV Magazine - 19.02.2025)
Link Externo Eficiência Energética
IRENA: Entidade aponta o Brasil como país estratégico para eficiência energética do mundo
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), Francesco La Camera, destacou o papel fundamental do Brasil na promoção da eficiência energética e no aumento da capacidade de fontes renováveis, como solar, eólica e hídrica. Em reunião com o ministro Alexandre Silveira, foi ressaltada a importância do Brasil para alcançar as metas globais de duplicar a eficiência energética e triplicar a capacidade de energias renováveis. O Brasil, com sua matriz elétrica majoritariamente renovável, tem se destacado pela inclusão de mais de 9 gigawatts de renováveis no ano passado e está colaborando com a IRENA na elaboração de um relatório sobre a transição energética na América Latina. (O Imparcial - 13.02.2025)
Link Externo Evento: Fórum Regional de Eficiência Energética acontece em SP
O Fórum Regional de Eficiência Energética, realizado em 12/02, reuniu empresários para discutir soluções para redução de custos de energia nas empresas. O evento, promovido pela Prime Energy, Tenergy, Ciesp Bauru e Senai Bauru, contou com palestras sobre otimização do consumo energético, mercado livre de energia e práticas sustentáveis. Especialistas destacaram a importância de estratégias eficazes para economia e redução de emissões de carbono, além do suporte oferecido pelo Senai em consultorias para micro e pequenas empresas. (Sampi 15.02.2025)
Link Externo Egito e Arábia Saudita: Parceria visando eficiência energética
O Egito e a Arábia Saudita assinaram um acordo para desenvolver um plano de cooperação em eficiência energética durante a Conferência Internacional de Energia do Egito (EGYPS 2025). A iniciativa visa estabelecer um programa nacional de eficiência energética no Egito, com a Arábia Saudita contribuindo com expertise técnica e suporte. O acordo incluirá o desenvolvimento de padrões, regulamentações e programas de treinamento, além de criar oportunidades de financiamento para projetos de economia de energia. Também será explorada a criação de uma entidade conjunta para implementar projetos de eficiência energética renovável, com a supervisão de metas e indicadores de desempenho. (Egypt to Day - 18.02.2025)
Link Externo Microrredes e VPP
ONS: Operador sugere a criação de DSOs visando resiliência do setor elétrico
Para reduzir o risco de blecautes nos próximos anos, o ONS propôs, no PAR/PEL, a criação do operador de recursos energéticos distribuídos (DSO), responsável pela gestão da demanda e geração distribuída fora do alcance do ONS. O operador já iniciou diálogos com autoridades do setor e contratou consultorias para desenvolver a interface entre os DSOs e o operador. Embora a figura do DSO seja recente, países como o Reino Unido já implementaram modelos similares, como a Octopus Energy, que gerencia recursos na rede de distribuição. No Brasil, a implementação dessa mudança exigirá alterações regulatórias, legais e tarifárias, com a participação de diversos atores. O ONS sugeriu que as distribuidoras seriam as candidatas naturais para operar as novas centrais distribuídas conectadas às redes. (Valor Econômico - 16.02.2025)
Link Externo Austrália: VPPs da Tesla reforçam a segurança energética no país
A Austrália lidera a transformação energética com Usinas Virtuais de Energia (VPPs, sigla em inglês) e baterias de larga escala, promovendo estabilidade na rede, redução de emissões e economia para consumidores. Projetos como a South Australia Virtual Power Plant (SAVPP), da Tesla, conectam até 50.000 residências, permitindo compartilhamento de energia solar excedente e remuneração por serviços à rede. Regulamentações inovadoras e incentivos financeiros impulsionam essas iniciativas, garantindo segurança energética e sustentabilidade. O Brasil, com vasto potencial renovável, pode adotar esse modelo por meio de políticas adequadas, financiamento estruturado e engajamento do consumidor, viabilizando uma matriz energética mais limpa e descentralizada. (Canal Solar - 13.02.2025)
Link Externo EUA: Programa piloto busca reforçar a rede com VPPs no Texas
O Texas está testando um programa piloto de Usinas Virtuais de Energia (VPPs, na sigla em inglês) , permitindo que residentes com painéis solares, baterias e termostatos inteligentes enviem energia de volta à rede elétrica em troca de créditos na conta. Uma iniciativa, liderada por empresas como Bandera Electric Cooperative e Tesla , agrega pequenos recursos energéticos distribuídos para fortalecer a rede quando necessário. Com a demanda por eletricidade no estado previsto para dobrar até 2030, essas soluções podem fornecer energia rapidamente sem a necessidade de novas usinas tradicionais. Estima-se que os dispositivos já instalados possam fornecer vários gigawatts de energia, tornando esse modelo um complemento essencial para a confiabilidade da rede do Texas. (Texas Tribune - 18.02.2025)
Link Externo México: Niko arrecada US$ 8 milhões para desenvolver a primeira VPP do país
A startup mexicana Niko Energy levantou US$ 8 milhões em financiamento de capital e US$ 15 milhões em financiamento de dívida para expandir seus serviços de energia solar. A empresa financia, instala e gerencia painéis solares para residências e pequenos comércios, tornando a energia limpa mais acessível. Com os novos recursos, a Niko desenvolverá a primeira Usina Virtual de Energia (VPP) do México, ampliará o armazenamento de baterias e expandirá seus serviços. Segundo o cofundador Edoardo Dellepiane, a empresa busca liderar a gestão de recursos energéticos descentralizados no país, alinhando-se às prioridades do novo governo. (Latam List - 04.02.2025)
Link Externo Filipinas: Nova rodada de leilões de microrredes começará no segundo trimestre
O Departamento de Energia das Filipinas lançará um novo leilão para provedores de sistemas de microrrede (MGSP) no segundo trimestre de 2025, após o fracasso da rodada anterior devido à falta de propostas fornecidas. A seleção será escolhida em maio, com premiação prevista para o final do ano. O governo tem como meta eletrificar mais de 200 localidades até 2028, mas enfrenta desafios financeiros, já que o investimento necessário está estimado entre P85 bilhões e P100 bilhões, enquanto o orçamento anual tem sido insuficiente. Diante disso, o governo estuda formas mais realistas de viabilizar a eletrificação total do país, incluindo parcerias com o setor privado para ampliar os investimentos em infraestrutura energética. (Business World - 17.02.2025)
Link Externo Tecnologias e Soluções Digitais
PSR: Nova versão do software OptGen tem foco em análise de risco e customização de cenários
A PSR lançou uma nova versão (8.2) do OptGen, seu modelo de planejamento de expansão de capacidade. Segundo o head em ferramentas analíticas na PSR, Alessandro Soares, o cenário atual exige um planejamento energético mais estratégico, que leve em conta incertezas climáticas, variabilidade dos preços de combustíveis e investimento em novas tecnologias. Destarte, a atualização do software – admitindo essas condições – teve foco especial na análise de risco e customizações do usuário, como a criação de restrições genéricas de investimento e operação. Isso permite uma modelagem mais precisa e flexível - alinhadas às transformações do setor -, auxiliando empresas e reguladores a tomarem decisões estratégicas mais eficientes nos segmentos de geração, transmissão e distribuição. (Agência CanalEnergia - 14.02.2025)
Link Externo Eletrobras: Promoção de desafio tecnológico para voos autônomos de drones
A Competição EletroQuad SAE BRASIL – Eletrobras 2025, patrocinada pela Eletrobras, por meio da plataforma de conexão Innovation Grid, está com inscrições abertas. A iniciativa, voltada para estudantes e professores de graduação e pós-graduação, visa contribuir para a formação profissional de todos os participantes. O desafio consiste em otimizar – empregando soluções multidisciplinares - todas as etapas de construção e realização de voo autônomo de um drone quadrotor. Segundo a Eletrobras, o principal objetivo da competição é fomentar o intercâmbio de técnicas e conhecimentos em engenharia de sistemas e robótica, bem como estimular o empreendedorismo e a inovação, além da difusão e aprofundamento de novas tecnologias. A Eletrobras fará a conexão dos talentos revelados na competição com futuras oportunidades no Programa de Estágio ou Programa Trainee, e a SAE Brasil premiará financeiramente as cinco melhores equipes. Os grupos interessados em participar da competição podem se inscrever gratuitamente pelo site da SAE Brasil. (Agência CanalEnergia - 14.02.2025)
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