IFE
24/11/2023

IFE Tecnologia Exponencial 158

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Ana Eduarda Rodrigues, Cristina Rosa, Felipe Diniz e Maria Luísa Lunardi
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

IFE
24/11/2023

IFE nº 158

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Ana Eduarda Rodrigues, Cristina Rosa, Felipe Diniz e Maria Luísa Lunardi
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

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IFE Tecnologia Exponencial 158

Transição Energética e ESG

COP28: Cúpula climática terá como foco futuro dos combustíveis fósseis

A COP28, que terá início em Dubai no dia 30, tem como principal foco o futuro dos combustíveis fósseis. Apesar da pressão de ambientalistas e cientistas, as expectativas são baixas devido ao forte lobby do petróleo e à recente declaração conjunta dos EUA e da China, que não abordou a questão dos combustíveis fósseis. A emissão de gases de efeito estufa por queima de combustíveis fósseis é a principal causa da crise climática, e a maioria desses recursos precisa permanecer inexplorada. As opções para sequestro de carbono incluem parar o desmatamento, reflorestamento, mudança nos padrões agrícolas e tecnologias emergentes, mas todas essas soluções levariam anos ou décadas para ter efeito. A linguagem diplomática tem sido usada para ganhar tempo, com termos como "phasing down" ou "phasing out" de combustíveis fósseis. O relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente destaca a urgência da situação, com 86 dias em 2023 registrando temperaturas mais de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. (Valor Econômico - 21.11.2023)
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Brasil: Ministérios trabalham em conjunto para descarbonizar indústria

O MME e o MDIC estão trabalhando em conjunto para propor novas medidas para descarbonizar a indústria brasileira e aumentar a eficiência energética das pequenas e médias empresas. Essas propostas são baseadas em estudos realizados pela GIZ, uma entidade do governo alemão, e apoiadas pela Confederação Nacional da Indústria. A implementação de um plano nacional de eficiência energética poderia resultar em uma economia de custos de cerca de R$ 10 bilhões até 2050, além de evitar a emissão de aproximadamente 4,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente. As propostas incluem melhorias no uso de energia térmica e aperfeiçoamento do Programa de Eficiência Energética da Aneel. A indústria é responsável por uma significativa parcela do consumo de energia e das emissões de gases de efeito estufa no Brasil, tornando essas medidas cruciais para o cumprimento das metas de descarbonização do país. (Valor Econômico - 21.11.2023)
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S&P Brasil: Potencial do país em transição energética é grande, mas precisa de investimentos

O Brasil tem um tremendo potencial no segmento de transição energética e poderá mostrar todo seu avanço durante a realização das reuniões do grupo das 20 maiores economias do mundo (G20) a partir de dezembro. O País precisa, entretanto, usar a vitrine global que conseguirá a partir de agora para atrair investimentos e materializar seus projetos, na avaliação do diretor e analista líder da agência de classificação de risco S&P para Brasil, Manuel Orozco. Orozco ressaltou que o governo Lula tem uma agenda ambiciosa na área ambiental e que o mercado doméstico já iniciou atividades na área de mercado de carbono. Será importante, segundo ele, evidenciar os avanços obtidos internamente para a comunidade externa ao longo do G20, que tem as questões sustentáveis como um de seus principais temas. (Broadcast Energia - 13.11.2023)
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McKinsey: Brasil tem potencial de ir além do net zero e ser sumidouro de carbono

O Brasil tem potencial para virar um sumidouro mundial de carbono em 2050. Ou seja, em vez de emitir gases de efeito estufa, o país poderá contribuir para a redução dessas emissões. Dos 7 bilhões GtCO2e (gigatoneladas de dióxido de carbono equivalente) que o mundo precisa capturar para atingir a meta net zero (saldo zero entre emissões e captações de gases de efeito estufa) dentro de 27 anos, o País tem potencial de capturar 1,7GtCO2e. O dado está um estudo da McKinsey & Company que identificou mais de 50 alavancas para essa transformação do País, que hoje é um emissor. Com a queda de 22% do desmatamento nos 12 meses encerrados em setembro, o Brasil emite atualmente cerca de 1,6 GtCO2e. Segundo o estudo, o “Brasil pode passar do sexto maior emissor do mundo, em 2020, para net zero, em 2030, e gerar absorções líquidas de 1,7GtCO2e por ano até 2050”. (Broadcast Energia - 14.11.2023)
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Conselho Mundial de Energia: Brasil é incorporado como novo membro da organização

Recentemente, o Brasil se tornou membro oficial do Conselho Mundial de Energia. De acordo com a organização, a incorporação do Brasil é uma ocasião importante, representando um reforço para o compromisso com uma colaboração transfronteiriça mais eficaz no progresso de uma transição energética mais rápida e mais justa. Angela Wilkinson, secretária-geral da entidade, afirmou: "Estamos entusiasmados em receber o Brasil como nosso mais novo membro. O Conselho Mundial de Energia valoriza as contribuições do Brasil para a transição energética global justa e acredita que a participação do país irá enriquecer nossa agenda de impacto visionária". (PEi – 17.11.2023)
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EUA e China: Acordo para triplicar capacidade global de energia renovável

Os Estados Unidos e a China, principais emissores de gases de efeito estufa, concordaram em triplicar a capacidade global de energia renovável até 2030 e combater a perda de florestas. A China também se comprometeu a estabelecer metas de redução para todas as emissões de gases de efeito estufa, incluindo metano e óxido nitroso. Além disso, ambos os países criarão um grupo de trabalho para ampliar a ação climática, com foco na transição energética, economia circular e eficiência de recursos. Eles também estão determinados a acabar com a poluição plástica e desenvolver um instrumento internacional juridicamente vinculante sobre plástico. (Valor Econômico - 15.11.2023)
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EUA: Governo Biden anuncia US$ 6 bilhões de investimento em resiliência climática

O presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou recentemente mais de US$ 6 bilhões em investimentos destinados a tornar as comunidades em todo o país mais resilientes aos impactos das alterações climáticas, nomeadamente através do fortalecimento da envelhecida infraestrutura da rede elétrica do país. Como resultado da publicação do Quinto Relatório de Avaliação Climática Nacional (NCA5, na sigla em inglês), foi diagnosticado que não só todas as regiões do país já sofrem os impactos das alterações climáticas, como também estão em curso ações climáticas ambiciosas em todas as regiões do país. As ações de mitigação e adaptação federais, estaduais, locais e tribais aumentaram significativamente, afirma o relatório, enquanto as tecnologias de baixo carbono estão se tornando rapidamente mais acessíveis às empresas, indústrias e indivíduos. (Power Grid – 14.11.2023)
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Canadá: Oferta de subsídios para captura de carbono e projetos de energia renovável

O governo do Canadá apresentará neste mês uma legislação para começar a pagar subsídios para captura de carbono e projetos de energia limpa, disse uma fonte com conhecimento do assunto, como parte de um plano de cerca de 20 bilhões de dólares canadenses ao longo dos próximos cinco anos. Um longo atraso no apoio estatal a projetos de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS) e a equipamentos usados para produzir energia de baixo carbono levou a indústria a alertar, em setembro, que cerca de 50 bilhões de dólares canadenses em investimentos estariam em risco se o governo não agisse logo. (Broadcast Energia - 20.11.2023)
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Irlanda: Plano de segurança energética terá foco nas energias renováveis

O governo irlandês anunciou recentemente que o país irá se concentrar no desenvolvimento de energias renováveis para melhorar a sua segurança energética. O documento estratégico "Segurança Energética na Irlanda até 2030", descreve como o país deve se mobilizar para garantir a segurança energética durante a década corrente. O documento afirma que a geração crescente de energias renováveis é o caminho “certo” para garantir o fornecimento de eletricidade do país, porém, ressalta que, a curto prazo, , é necessário melhorar a segurança do abastecimento de gás do país, sublinhando a importância da criação de uma “reserva estratégica de emergência de gás” que atenderia à demanda satisfeita caso ocorresse uma interrupção significativa no fornecimento de gás atual. (Renews.Biz – 15.11.2023)
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ESG: Maioria das empresas brasileiras adota práticas, mas ainda não estabelece metas

O levantamento "Tendências de RH 2023" da Korn Ferry revela que 67% das empresas brasileiras adotaram práticas de ESG (ambientais, sociais e de governança), mas a maioria (54%) ainda não estabeleceu metas. A pesquisa, que contou com a participação de 652 empresas da América do Sul e 265 do Brasil, indica que a adoção de práticas de ESG é vista como uma responsabilidade corporativa, não individual. No entanto, muitas empresas enfrentam dificuldades para estabelecer metas tangíveis e integrar essas práticas à cultura organizacional. Além disso, quase metade das empresas não possui um comitê específico para tratar de práticas de ESG, o que pode exigir a contratação de profissionais especializados na área. (Valor Econômico - 14.11.2023)
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Geração Distribuída

ONS: Geração solar atendeu quase 20% da demanda recorde de energia no Brasil

A energia solar atendeu 19,2% da demanda no Brasil, com um total de 19.403 MW em um dos momentos críticos de grande carga já registrada no país. Segundo dados do ONS, no dia 13 de novembro, houve uma alta no consumo instantâneo de energia elétrica no SIN, por conta do período da maior onda de calor já registrada nos últimos anos no território nacional. Na data em que esse patamar foi registrado, o Sol brilhava forte no céu: o atendimento à carga era feito por 8.505 MW de geração solar centralizada (8,4%) e 10.898 MW de geração solar proveniente de MMGD (10,8%). Já a geração hidráulica atendeu 61.649 MW (61,1%), a geração térmica foi responsável por 10.628 MW (10,5%) e a eólica por 9.284 MW (9,2%). Na avaliação da ABSOLAR, a simultaneidade de picos de calor com altos níveis de geração solar nas usinas e nos telhados é uma característica singular da fonte fotovoltaica, o que garante mais robustez e segurança ao sistema elétrico como um todo. (Portal Solar - 17.11.2023)
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CCEE: Geração de energia solar cresce 91% na primeira quinzena de novembro

A produção de energia solar das usinas fotovoltaicas conectadas ao SIN cresceu 91,5% na primeira quinzena de novembro, para 3.125 MWm, ante 1.632 MWm no mesmo período de 2022, mostra análise preliminar da CCEE. Conforme o boletim, as usinas hídricas e eólicas apresentaram avanço de 6% e 40,3%, respectivamente, no mesmo período. Já as térmicas tiveram redução de 1,5%. No total, a geração de energia no SIN registrou 72,926 MW médios, crescimento de 4,8 % em relação ao igual período anterior. De acordo com a CCEE, o consumo de energia elétrica no SIN, impulsionado pela onda de calor do início do mês, registrou 69.859 MWm, significando um aumento de 11,1% em relação ao mesmo período de 2022. (Portal Solar - 23.11.2023)
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Aneel: Fontes solar e eólica responderam por 90% da expansão da matriz elétrica em 2023

O Brasil se aproximou em outubro dos 8 GW em empreendimentos de geração centralizada inaugurados em 2023, concluindo o mês com uma expansão de 7,79 GW registrada para Aneel ao longo do ano. Duas fontes, a eólica e a solar centralizadas, responderam por 89,8% desse avanço, com a entrada em operação de 7 GW nos últimos 10 meses. A ampliação da matriz elétrica foi verificada até outubro em 19 estados das cinco regiões brasileiras. Em ordem decrescente, apresentaram os maiores resultados até o final de outubro os estados do Rio Grande do Norte (1.957,1 MW), Bahia (1.934,0 MW) e Minas Gerais (1.815, 7 MW). No início de novembro, a energia solar fotovoltaica ultrapassou a marca de 35 GW no Brasil, o equivalente a 15,9 % da matriz elétrica do país. O país acrescentou quase 14 GW de potência solar nos últimos doze meses, um avanço de cerca de 66%. Atualmente, o mercado nacional conta com 24,34 GW na geração distribuída e 10,68 GW na geração centralizada. (Portal Solar - 21.11.2023)
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Aneel: Restrição da reprova de projetos solares de até 75 kW

A Aneel deverá implementar uma nova regulação para restringir as distribuidoras de energia de rejeitarem projetos de até 75 kW sob a alegação de inversão de fluxo. A informação foi divulgada pela Aliança Solar, formada pelo MSL (Movimento Solar Livre) e INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa e Sustentável), após reunião técnica realizada entre representantes da ANEEL e membros da Aliança Solar. “Nós conseguimos convencer o pessoal da ANEEL de que até 75 kW não tem sentido algum para as distribuidoras negarem o acesso e a conexão aos integradores e aos consumidores de energia elétrica do Brasil”, afirmou Múcio Acerbi, integrante da Aliança Solar. (Canal Solar - 22.11.2023)
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Estudo aponta que geração solar será principal fonte de energia do mundo antes de 2050

Pesquisa conduzida pela Universidade de Exeter e pela Universidade de Londres, ambas da Inglaterra, indica que o mundo pode ter ultrapassado o “ponto de não retorno” que tornará a solar fotovoltaica a principal fonte de energia. A pesquisa, baseada em um modelo de dados tecnológicos e econômicos, mostra que a energia solar deverá ser a fonte dominante antes de 2050, mesmo sem o apoio de políticas climáticas ambiciosas. Porém, ela alerta para quatro barreiras que podem atrapalhar essa trajetória: a criação de redes elétricas estáveis; o financiamento de energia solar em economias em desenvolvimento; a capacidade das cadeias de fornecimento; e a resistência política de regiões economicamente dependente de combustíveis fósseis. Os pesquisadores avaliam que políticas que ataquem esses obstáculos podem ser mais efetivas para promover a transição energética do que instrumentos de preço, como a taxação de carbono. “O recente progresso das renováveis significa que projeções dominadas por combustíveis fósseis não são mais realistas”, declarou a pesquisadora da Universidade de Exeter, Femke Nijsse. (Portal Solar - 22.11.2023)
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Entidades se posicionam contra possível extensão de desconto na TUST

A notícia de que o governo federal prepara uma medida provisória que estende a concessão de subsídios para energia renovável por meio da manutenção de desconto da TUST não caiu bem para o segmento de consumidores. Duas entidades que representam essa classe manifestaram contrariedade com essa possibilidade que poderá aumentar o prazo que era de 48 meses por mais 36 meses para fontes como a eólica, solar, biomassa e PCHs. O grupo União pela Energia, representado pelo presidente da Abividro, Lucien Belmonte, e por Fernando Pimentel, presidente da Abit, argumenta que o subsídio a energia incentivada é o item que cresce na conta da CDE, cujo valor deverá ficar na casa de R$ 37 bilhões para o ano de 2024. E que sobre os quais os consumidores pagarão em torno de R$ 12 bilhões em impostos. Outra manifestação na manhã desta terça veio da Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNC). A FNC argumenta que o país tem das contas de luz mais caras do mundo, fator determinante de pobreza e perda de competitividade. E que para alcançar competitividade, geração de renda e redução de desigualdades é preciso impulsionar a indústria, atrair investimentos e reduzir o peso sobre o orçamento das famílias. (CanalEnergia - 21.11.2023)
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Equador: Atualização do arcabouço regulatório da GD

O governo do Equador atualizou o marco regulatório da geração distribuída (GD) para o autoabastecimento dos consumidores regulados de energia. A publicação da norma pelo regulador de energia e recursos naturais não renováveis (ARCERNNR) acompanha a emissão, por parte do Ministério de Energia e Minas, de diretrizes para promover ainda mais a GD. O novo regulamento (ARCERNNR-008/23) substitui e amplia o texto publicado em 2021 (ARCERNNR-001/2021) e permite capacidade superior a 2 MW para eletricidade não injetada na rede e de até 2 MW para despacho na rede, em comparação com o limite anterior de 1 MW, entre outros ajustes. (BN Americas - 23.11.2023)
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BYD: Expansão da produção de módulos fotovoltaicos no Brasil

A BYD Energy do Brasil, fabricante de VEs e módulos fotovoltaicos, está aguardando o desenvolvimento de uma política nacional para o setor de energia solar que permita a produção em maior escala de módulos fotovoltaicos. Marcello Von Schneider, diretor institucional, defende uma política que favoreça a produção local e a expansão das fabricantes no país, reduzindo a dependência das importações asiáticas. A indústria nacional atualmente tem capacidade de produzir apenas 1 GW, muito abaixo da demanda de 17,4 GW importados em 2022. Schneider argumenta que, com condições de mercado favoráveis, a BYD poderia multiplicar sua produção com várias fábricas no Brasil, destacando que o painel solar produzido em Campinas (SP) tem maior eficiência do que o produzido na China. (Valor Econômico - 17.11.2023)
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Neoenergia: Lançamento de plataforma que indica locais para novas conexões de GD

A Neoenergia anunciou, para o mercado de geração distribuída (GD) em média tensão, o GODEL Conecta, um sistema com tecnologia desenvolvida pela companhia por meio do programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação regulado pela Aneel, destinado a avaliar a capacidade da rede elétrica para acomodar novas conexões de geradores distribuídos. Por meio de uma plataforma online, projetistas e integradores agora podem, com base no CEP e coordenadas geográficas, obter informações sobre o ponto de conexão mais apropriado para seus novos projetos de GD. “Com essa plataforma pioneira, estamos promovendo maior transparência e autonomia, otimizando a análise e reduzindo o tempo de resposta aos clientes. A Neoenergia continua transformando o setor elétrico brasileiro, oferecendo soluções avançadas para os clientes”, ressaltou José Antonio Brito, gerente corporativo de Pesquisa & Desenvolvimento da Neoenergia. (Canal Solar - 22.11.2023)
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ABSOLAR: Evento comemora 10 anos da entidade

Em razão da comemoração dos dez anos da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), a entidade vai reunir, no dia 23 de novembro, na cidade de São Paulo (SP), autoridades e agentes do setor solar para uma série de atrações, homenagens e lançamento de livro comemorativo com a trajetória do mercado fotovoltaico e da própria associação. “O crescimento e evolução do setor solar fotovoltaico brasileiro e da própria ABSOLAR estão ligados diretamente à atuação dedicada de pessoas e empresas, que alçaram a fonte solar em posição de destaque no Brasil. Por isso, queremos confraternizar com todos os agentes que contribuíram e contribuem com essa trajetória de sucesso”, comenta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR. (Canal Solar - 23.11.2023)
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Armazenamento de Energia

Roland Berger: Armazenamento de energia de longa duração é viável e facilmente aplicável à descarbonização da indústria

As tecnologias de armazenamento de energia de longa duração (LDES, na sigla em inglês) combinadas com energia renovável poderiam reduzir as emissões provenientes do uso de energia industrial em quase dois terços, afirmou um novo relatório da consultoria Roland Berger. Cerca de 65% dos aproximadamente 12,5 bilhões de toneladas de GEE emitidos através de processos industriais a nível mundial em 2021 poderiam ter sido cortados, de acordo com o novo estudo "Conduzindo para a indústria para o net zero através do armazenamento de longa duração". O conclui que o LDES poderia permitir uma maior utilização de fontes renováveis para geração de energia elétrica, argumentando que as tecnologias são “viáveis, econômicas e facilmente aplicáveis” a esses processos. (Energy Storage – 15.11.2023)
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Veículos Elétricos

China: Competição de produtos chineses no mercado internacional é alvo de críticas

A redução de preços e os esforços de fabricantes da China – como de veículos elétricos e painéis solares – para penetrar mercados internacionais estão provocando tensões comerciais, que observam a concorrência chinesa como ameaça. Na União Europeia, reguladores abriram uma investigação antissubsídios para contestar o grande número de veículos elétricos de baixo custo vindos da China. Também, a Índia investiga se o país teria sido inundado de produtos chineses a preços injustos. Os EUA, por sua vez, lançaram taxas sobre produtos metálicos vindos da China sob a alegação de preços injustamente baixos. Ainda, o Vietnã começou a examinar se a importação de torres eólicas prejudicaria fabricantes nacionais. As autoridades chinesas, entretanto, afirmam que a competição se dá de forma justa e justifica que seus produtos são atraentes para compradores estrangeiros. Além disso, governos locais do país têm subsidiado viagens para vendas no exterior e solicitam que instituições financeiras façam empréstimos para a expansão de empresas e que direcionem crédito ao setor industrial. (Broadcast Energia - 11.11.2023)
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Montadoras: Descontos e financiamento para estimular vendas de VEs

Fabricantes de automóveis em mercados ocidentais estão oferecendo descontos significativos em veículos elétricos para compensar o interesse mais fraco do que o esperado dos compradores. Isso ocorre devido ao aumento dos preços, publicidade negativa sobre questões de carregamento e segurança, ataques políticos aos veículos elétricos e maior cautela dos compradores. Essa desaceleração na demanda por veículos elétricos, a primeira desde que as vendas decolaram, levanta preocupações de que as montadoras terão que sacrificar a rentabilidade para cumprir as metas de emissões globais. No Reino Unido, dois terços dos carros elétricos novos vendidos estavam em oferta ou tinham financiamento com taxas de juros muito reduzidas. A desaceleração ocorre em um momento em que as montadoras estão lutando para convencer uma nova parcela de compradores a trocar os modelos a gasolina ou diesel por elétricos. (Valor Econômico - 17.11.2023)
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Raízen: Brasil não tem vocação para VEs

O CEO da Raízen, Ricardo Mussa, afirmou que o Brasil não tem a mesma vocação para VEs que outros países e considera os híbridos uma opção mais inteligente. Mussa criticou subsídios para VEs, defendendo que o governo priorize saúde e infraestrutura. Ele comentou a decisão do governo brasileiro de aumentar gradualmente os impostos sobre VEs a partir de janeiro de 2024. A Raízen, segundo Mussa, está preparada para todos os cenários. O retorno gradual do imposto de importação para VEs, híbridos e híbridos plug-in a partir do próximo ano foi anunciado pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) para incentivar a indústria automotiva nacional. (epbr - 14.11.2023)
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Raízen: Parceria com a Indigo para expansão da infraestrutura de recarga

A Raízen Power, por meio do programa Shell Recharge, celebrou parceria com a Indigo para a expansão da infraestrutura de recarga de VEs no Brasil. O acordo que visa alavancar soluções para a rede de carregadores que sejam diversificadas e abrangentes, de modo a impulsionar o ecossistema de mobilidade elétrica nacional. Para tanto, a cooperação desses dois grandes players marca um avanço significativo para o setor de Ves e atrai novos investimentos, tecnologias e iniciativas de sustentabilidade. A previsão é a implantação de até mil postos de recarga em 2024. Segundo o CEO da Raízen Power, Frederico Saliba, a cooperação é motivada pelo anseio de democratizar a mobilidade sustentável em todo o país. “Junto à Indigo, estamos entusiasmados em dar mais um passo rumo ao avanço da eletromobilidade, somando sinergias para a conexão de pessoas, locais, negócios sustentáveis e serviços de forma responsável e eficiente”, completou. (Petronotícias - 17.11.2023)
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Engie: Parceria com Aena e Higer para ônibus elétricos em aeroportos

A Engie fechou uma parceria com a operadora aeroportuária Aena e com a fabricante de ônibus elétricos Higer para a realização de testes de uma modalidade elétrica de transporte a serviço de aeroportos do Brasil. No projeto, a Engie ficará encarregada do planejamento e execução através de investimentos na transição para motores elétricos e infraestrutura de recarga. A Higer, por sua vez, cederá o ônibus elétrico Azure A12BR para testes no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O veículo será, então, utilizado para o transporte de passageiros dentro do aeroporto. O objetivo da Aena com o projeto é substituir o uso de combustíveis fósseis em 100% da frota, começando por Congonhas. (Broadcast Energia - 16.11.2023)
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ABB e Scania: Acordo visando carregamento de caminhões elétricos

A ABB E-mobility e a Scania anunciaram um acordo global para soluções de carregamento rápido de corrente contínua (CC) para caminhões elétricos. A parceria inclui o Terra 360, um dos carregadores de VEs mais rápidos do mundo. A ABB E-mobility fornecerá à Scania seu portfólio completo de soluções DC, abrangendo recarga em depósitos, no destino e recarga pública, com capacidades que variam de 24 kW a 600 kW. O objetivo da Scania é vender anualmente 50% dos VEs até 2030. No início do ano, ambas as empresas concluíram o primeiro sistema de carregamento de megawatts, reduzindo pela metade o tempo de carregamento de veículos pesados. O acordo reflete a crescente eletrificação em diversos setores do transporte rodoviário, impulsionada pela transição para veículos elétricos. O mercado de VEs está estimado em atingir US$ 8,8 trilhões em vendas acumuladas até 2030, com projeções conservadoras para US$ 57 trilhões em 2050. (epbr - 13.11.2023)
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Stellantis e CATL: Parceria visando produção de baterias para VEs

A Stellantis firmou recentemente uma parceria com a fabricante chinesa CATL para construir uma fábrica de baterias na Europa. O objetivo é produzir baterias mais baratas do tipo fosfato de ferro-lítio (LFP) no mercado europeu. A CATL fornecerá inicialmente baterias LFP à Stellantis para equipar VEs dos segmentos de automóveis de passeio e SUVs compactos e médios. Como parte do plano estratégico Dare Forward 2030, a Stellantis anunciou planos para atingir um mix de vendas de 100% de VEs a bateria no segmento de automóveis de passeio na Europa, e de 50% entre as picapes nos Estados Unidos até 2030. (Automotive Business - 22.11.2023)
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Volkswagen: Vendas de VEs quase dobram

A Volkswagen registrou um aumento de 10,7% nas vendas globais, totalizando 765 mil unidades. As vendas de veículos elétricos quase dobraram, com um total de 23.393 unidades vendidas, representando um aumento anual de 98%. Por região do mundo, os destaques da montadora foram os aumentos nas vendas na América do Norte (25,5%), América do Sul (18,7%), Oriente Médico e África (20,6%), Europa Ocidental (11,3%), Europa Central e Leste Europeu (8,1%), Ásia Pacifico (4,2%) e China (5,1%). (Valor Econômico - 17.11.2023)
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Xiaomi: Investimento de 1,7 bi de yuans no desenvolvimento de VEs

A Xiaomi, que obteve um lucro líquido de 4,87 bilhões de yuans (US$ 674 milhões) no terceiro trimestre de 2023 e uma receita líquida de 70,89 bilhões de yuans (US$ 9,82 bilhões), afirmou ter investido 1,7 bilhão de yuans no desenvolvimento de seu carro elétrico, no trimestre. (Valor Econômico - 20.11.2023)
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GlobalData: Escassez de matérias-primas ameaça crescimento dos VEs

Um estudo realizado pela GlobalData elegeu como principal gargalo do segmento de veículos elétricos as matérias-primas usadas na produção de baterias. O relatório "Baterias - Inteligência Temática" identificou que questões que envolvem as matérias-primas são cruciais à medida em que os governos de todo o mundo focam na descarbonização. A falta de matérias-primas de baixo custo é a maior ameaça à segurança do fornecimento. A procura por baterias baratas irá disparar nos próximos dez anos", disse Thomas Pothalingam, analista da GlobalData. A GlobalData projeta que as receitas da indústria de baterias de íon-lítio aumentarão a uma taxa de crescimento anual de 12,5%, saltando de US$ 88,6 bilhões, em 2022, para US$ 408,3 bilhões, em 2035. (Automotive Business - 21.11.2023)
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Eficiência Energética

Cemig economiza 7,4 GWh com programa de eficiência energética

O programa de eficiência energética da Cemig, que completou 25 anos, investiu R$ 1 bilhão em soluções de economia de energia em Minas Gerais, resultando em uma economia de 7.423 GWh e retirando 168 MW do sistema elétrico. A maior parte dos recursos foi aplicada no projeto Cemig nas Comunidades, que promove a troca de lâmpadas e geladeiras antigas por modelos mais eficientes. O programa é regulado pela Aneel e inclui o projeto Minas Trifásico, que substitui redes monofásicas em áreas rurais. A Cemig também busca conscientizar os clientes sobre a melhoria das instalações elétricas, especialmente para aqueles que consideram a compra de carros elétricos e a instalação de painéis solares. (Valor Econômico - 21.11.2023)
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Investidor brasileiro investe em baterias de concreto para descarbonizar setor imobiliário

Luis Claudio Garcia de Souza, investidor do Áurea Finvest CarbonCap, se deparou com um projeto no MIT que transformava concreto em uma bateria alimentada por energia solar. Isso o inspirou a investir em empresas que fornecem ferramentas para descarbonizar o setor imobiliário no Brasil, já que mais de 40% das emissões de carbono no mundo estão relacionadas a essa cadeia. Ele também assinou um acordo para um fundo de pesquisa com o MIT, visando desenvolver tecnologias que reduzam o impacto climático dos imóveis. Uma dessas tecnologias é uma mistura de cimento, água e carbono negro pode se transformar em uma bateria, podendo ser usada em edifícios e estradas para armazenar energia. (Valor Econômico - 21.11.2023)
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EUA: PSE&G propõe investimento de US$ 306 milhões para estender programas de eficiência energética em Nova Jersey

A PSE&G propôs uma extensão de seis meses e um investimento de US$ 306 milhões para seu programa de Eficiência Energética Futura em Energia Limpa (CEF-EE), que gerou economias anuais de centenas de milhões de dólares para clientes de Nova Jersey. A extensão visa garantir a continuidade dos programas de eficiência energética para clientes residenciais e empresariais até dezembro de 2024. Além disso, a PSE&G planeja apresentar uma proposta em dezembro para o próximo ciclo do programa, CEF-EE II, para um período de 30 meses a partir de janeiro de 2025. A proposta incluirá novas iniciativas, como uma oferta de resposta à demanda e uma iniciativa de descarbonização de edifícios. (UtilityDive - 16.11.2023)
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EUA: DOE investe US$ 40,8 milhões em energias renováveis e eficiência energética de edifícios

O Departamento de Energia dos EUA (DOE, na sigla em inglês) está destinando US$ 40,8 milhões em subsídios para expandir a força de trabalho em energia limpa e aprimorar a eficiência de edifícios. Financiado pela Lei Bipartidária de Infraestrutura, os fundos estabelecerão 17 centros de avaliação industrial e 10 centros de treinamento e avaliação de edifícios. Esses centros trabalharão em mais de 25 estados e territórios, oferecendo assistência técnica e avaliações em edifícios comerciais, institucionais e pequenos e médios fabricantes. O programa visa formar mais de 3 mil estudantes e trabalhadores para carreiras em energia limpa. Os participantes estarão preparados para funções como gerentes de energia de edifícios e técnicos em setores como fabricação de baterias e energia solar. (UtilityDive - 20.11.2023)
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Joulea: Medidas de eficiência energética podem gerar economia de 31% em edifícios

Novos edifícios comerciais da cidade de Atlanta têm potencial para economizar mais de 31% de energia anualmente, revela o projeto piloto da Joulea, plataforma de avaliação energética. As propostas de melhorias, como a substituição de luminárias por LED e ajustes no sistema de aquecimento e aquecimento, poderiam resultar em uma economia total de US$ 2,2 milhões e 19,7 milhões de quilowatts-hora por ano. O programa piloto da Joulea utilizou drones independentes para identificar vazamentos nos edifícios, uma fonte significativa de ineficiência energética. Além disso, a Joulea está desenvolvendo um sistema de visualização de vazamento de ar como parte de um projeto de US$ 1,5 milhão financiado pelo Departamento de Energia dos EUA. (UtilityDive - 13.11.2023)
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Microrredes e VPP

EUA: AutoGrid e Puget Sound Energy combatem as mudanças climáticas com VPPs

A AutoGrid e a Puget Sound Energy (PSE), a maior concessionária de energia elétrica do estado de Washington, expandiram sua parceria para desenvolver uma solução de Usina Virtual de Energia (VPP) na plataforma AutoGrid Flex. A colaboração visa melhorar a confiabilidade da rede e atingir metas de descarbonização. A VPP VPP permitirá a PSE despachar capacidade suficiente para lidar com os picos do sistema, reduzir custos e manter um fornecimento de energia confiável para mais de 1 milhão de clientes. O projeto também incentiva os clientes a compartilhar ativos com a rede para obter incentivos financeiros, promovendo a eficiência energética. (EletricEnergyOnline - 14.11.2023)
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Tecnologias e Soluções Digitais

Samsung: Aplicativo de casa inteligente já é compatível com recarga de VEs

O aplicativo doméstico inteligente da Samsung, SmartThings, agora inclui um recurso de carregamento de VEs, em parceria com o fornecedor de infraestrutura de carregamento EV dos EUA, EvLoop. Esse recurso permite aos usuários gerenciar e monitorar a carga de seus veículos, integrando informações em vários dispositivos domésticos, como smartphones, TVs e refrigeradores. A novidade segue a parceria recente da Samsung com a marca de consumo ivie da Chameleon Technology, incentivando os britânicos com medidores inteligentes a participar do serviço de flexibilidade de demanda. Essa iniciativa visa reduzir o uso de eletricidade em horários específicos durante o inverno de 2023/24, proporcionando recompensas financeiras e prêmios para os participantes. A abordagem "configure e esqueça" do SmartThings facilita a gestão de dispositivos conectados, complementando esquemas flexíveis como o da ivie. (SmartEnergy - 13.11.2023)
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EUA: DOE fornece US$ 50 milhões para projeto inovador de rede elétrica do futuro

O Departamento de Energia dos EUA (DOE) concedeu à National Grid uma doação de US$ 50 milhões para o Projeto Future Grid de US$ 140 milhões. O projeto tem como objetivo implantar tecnologia digital e otimizar o uso de REDs para melhorar a confiabilidade e resiliência do sistema elétrico. Além disso, pretende desenvolver e adotar tecnologias de baixo carbono, como energia solar e armazenamento de energia. O financiamento federal complementará um investimento de US$ 90 milhões da National Grid. O projeto se concentrará em comunidades desfavorecidas em Nova York e Massachusetts, buscando maximizar o valor dos REDs e modernizar a infraestrutura elétrica. (TDWorld - 17.11.2023)
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Siemens: Lançamento de novo software para gestão inteligente de redes de baixa tensão

A Siemens lançou o LV Insights X, um produto voltado para auxiliar as concessionárias no gerenciamento eficaz das redes de baixa tensão, diante do crescimento expressivo dos REDs. Prevê-se que até 2030, o número de REDs aumente consideravelmente, desafiando a capacidade das redes de baixa tensão. O LV Insights X fornece transparência, identificando segmentos críticos e permitindo redução de interrupções e aumento da capacidade da rede. Integrado ao Siemens Grid Software Suite, o software simplifica o gerenciamento de redes de baixa tensão, promovendo flexibilidade e escalabilidade. O sistema também facilita a criação de um modelo digital da rede e oferece informações planejadas em tempo real, diminuindo tempos de interrupção e melhorando a eficácia dos investimentos para os DSOs. (SmartEnergy - 15.11.2023)
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Áustria: Rede de cidade inteligente de Aspern será modelada com gêmeo digital

A Siemens Software desenvolverá um gêmeo digital da rede de baixa tensão da Aspern Smart City, como parte da longa demonstração de pesquisa do projeto. Utilizando o software de gerenciamento de rede LV Insights X, a Siemens busca visualizar toda a rede de baixa tensão, identificando segmentos críticos e aumentando a capacidade utilizável sem expansão adicional da rede. Localizado em Aspern Seestadt, no nordeste de Viena, o projeto Aspern Smart City Research é um importante desenvolvimento urbano residencial e empresarial. A implementação do LV Insights X é considerada um marco na parceria entre Siemens e Aspern Smart City Research, fornecendo insights valiosos para superar desafios na rede elétrica e garantir operações eficientes e confiáveis. O software está alinhado com a plataforma Siemens Xcelerator, facilitando a transformação digital e promovendo o caminho para a neutralidade de carbono. (SmartEnergy - 17.11.2023)
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Eaton: Novo centro de inovação será focado em P&D de REDs

A Eaton inaugurou um Centro de Inovação Global em Brossard, Quebec, focado em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de REDs. A construção do centro visa acelerar o desenvolvimento de soluções para REDs, incorporando disciplinas como segurança cibernética, software, design centrado no ser humano e automação. A empresa pretende criar aproximadamente 150 empregos especializados na região. O centro faz parte do investimento da Eaton de US$ 3 bilhões em pesquisa e desenvolvimento direcionados para soluções sustentáveis até 2030. O foco está na contribuição da flexibilidade na geração, distribuição e uso de eletricidade para promover um futuro mais sustentável. (PowerGrid - 14.11.2023)
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Segurança Cibernética

União Europeia e Ucrânia: Parceria visando melhores práticas cibernéticas em matéria de segurança energética

A Agência da União Europeia para a Cibersegurança (ENISA) formalizou um acordo de trabalho com os seus homólogos da Ucrânia, centrado em parte no intercâmbio de melhores práticas para garantir o alinhamento da legislação e a implementação, sendo a energia um foco principal. A parceria, assinada pela ENISA, o Centro Nacional de Coordenação de Cibersegurança (NCCC) e a Administração do Serviço Estatal de Comunicações Especiais e Protecção de Informação da Ucrânia (SSSCIP), visa alinhar a implementação da legislação cibernética, incluindo NIS2, especialmente em setores como a energia e telecomunicações. (Smart Energy – 16.11.2023)
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EUA: Líderes em segurança cibernética advertem contra cortes orçamentários na CISA

Um grupo bipartidário de executivos da indústria de segurança cibernética e tecnologia, liderado pelo CEO da Tenable, Amit Yoran, instou os líderes do Congresso a apoiarem o financiamento para a Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura (CISA). O grupo alerta que cortes no orçamento fiscal de 2024 poderiam aumentar o risco de ataques cibernéticos, dada a crescente atividade ameaçadora de ataques de hackers. A CISA tem enfrentado reações adversárias de membros republicanos da Câmara, com propostas de cortes orçamentários que podem prejudicar a capacidade da agência de monitorar ameaças contra redes federais. Executivos notáveis, incluindo Nikesh Arora da Palo Alto Networks e George Kurtz da CrowdStrike, enviaram uma carta em defesa do financiamento adequado da CISA. (CyberSecurityDive - 10.11.2023)
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Setor energético norte-americano aprimora defesas contra ameaças cibernéticas

Mais de 250 organizações participaram do exercício bienal GridEx da North American Electric Reliability Corp. (NERC), simulando um ataque cibernético à rede elétrica dos EUA. O cenário deste ano incluiu eventos que simulam desafios na cadeia de abastecimento, perda de acesso a edifícios das concessionárias de energia devido a ameaças físicas e a presença de ameaças externas. O exercício visa avaliar respostas do setor de energia, a eficiência dos protocolos de comunicação e a coordenação intersetorial em caso de uma perturbação real. A participação de mais fornecedores, incluindo empresas de segurança cibernética e fabricantes de equipamentos, foi destacada para fortalecer a preparação do setor energético contra ameaças crescentes. (CyberSecurityDive - 17.11.2023)
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