IFE
18/10/2023

IFE Tecnologia Exponencial 153

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Ana Eduarda Rodrigues, Cristina Rosa, Felipe Diniz e Maria Luísa Lunardi
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

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18/10/2023

IFE nº 153

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Ana Eduarda Rodrigues, Cristina Rosa, Felipe Diniz e Maria Luísa Lunardi
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

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IFE Tecnologia Exponencial 153

Transição Energética e ESG

Brasil: Comissão apresenta relatório preliminar do Marco Legal do Hidrogênio de Baixo Carbono

A Comissão Especial de Transição Energética e Produção de Hidrogênio (CEEnergia) apresentou no último dia 10/10 o relatório preliminar que propõe o Marco Legal do Hidrogênio de Baixo Carbono, que dispõe sobre a Política Nacional do Hidrogênio de Baixo Carbono, seus princípios, objetivos, conceitos, governança, instrumentos e também cria o Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixo Carbono – PHBC. A CEEnergia abrirá, agora, o prazo de 15 dias para que sejam apresentadas sugestões ao texto. Ao final, o relatório será submetido à avaliação e à aprovação pela Comissão. “É um grande passo que damos rumo ao protagonismo que o Brasil pode assumir na nova Economia, a Economia Verde. Temos condições para sermos líderes mundiais e precisamos da segurança jurídica e dos incentivos que isso exige”, diz o deputado federal Arnaldo Jardim, presidente da Comissão. (GESEL-IE-UFRJ - 11.10.2023)
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Thymos: Projetos de hidrogênio sustentável devem movimentar US$ 28 bilhões no Brasil até 2030

Os projetos de hidrogênio sustentável devem movimentar US$ 28 bilhões no Brasil até 2030, aponta levantamento feito pela consultoria Thymos Energia com base em dados da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). Em todo o mundo, a expectativa é que US$ 350 bilhões circulem por conta de iniciativas relacionadas ao combustível. A estimativa leva em consideração tanto o hidrogênio verde, que é aquele gerado com energia de fonte eólica ou solar, quanto o hidrogênio azul, que é o gerado com fontes como o gás natural unido à captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS, na sigla em inglês). (Broadcast Energia - 11.10.2023)
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DFC: EUA podem cooperar no financiamento de projetos renováveis no Brasil

Há espaço para os Estados Unidos fecharem acordos com o Brasil para o desenvolvimento de cadeias de fornecimento associadas à transição energética que possam se conectar à base industrial americana, afirma Jake Levine, CCO do U.S. International Development Finance Corporation (DFC), instituição de financiamento para desenvolvimento dos EUA. Levine afirma que enxerga oportunidades de cooperação em temas como mineração, siderurgia, veículos, energia, combustíveis, eletrificação, aquecimento e refrigeração. O interesse ocorre no contexto do Inflation Reduction Act (IRA), pacote do governo americano de estímulo à transição energética. “Os produtores de aço do Brasil estão refletindo sobre como tornar a produção mais verde, por exemplo. Se alguém produz aço verde no Brasil e pode exportar para os mercados que valoram o carbono na cadeia de produção, é uma enorme oportunidade econômica. Isso é perfeitamente consistente com o espírito do IRA”, afirma. (EPBR - 16.10.2023)
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IEA: Crescimento das energias renováveis irá desacelerar a demanda por gás natural

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) prevê que o crescimento da demanda global por gás natural diminuirá a médio prazo devido à expansão das energias renováveis e ao aumento da eficiência energética. Segundo o Relatório de Mercado de Médio Prazo do Gás 2023 da IEA, a demanda global de gás deverá crescer a uma média de 1,6% ao ano entre 2022 e 2026, em comparação com a média de 2,5% ao ano entre 2017 e 2021. A crise energética global em 2022, desencadeada pela invasão da Ucrânia pela Rússia, marcou uma mudança nos mercados globais de gás após uma década de crescimento robusto. A demanda global de gás nos mercados maduros da Ásia-Pacífico, Europa e América do Norte atingiu o pico em 2021 e deve diminuir em 1% ao ano até 2026, impulsionada pela rápida implantação de energias renováveis e melhorias na eficiência energética. Para ler o relatório na íntegra, clique aqui. (Renews.Biz – 10.10.2023)
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IRENA: Modernização da infraestrutura é fundamental para acelerar a transição energética na África

Uma análise recente da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA, na sigla em inglês) destaca que a adoção de energias renováveis na África desde 2000 resultou em economias de US$ 19 bilhões em custos de combustíveis fósseis no setor elétrico. Dado que o potencial de energia renovável da África supera em muito sua projeção de demanda de eletricidade até 2040, o continente possui recursos renováveis mais do que suficientes para impulsionar o crescimento inclusivo e o desenvolvimento sustentável, como previsto na Agenda 2063 da União Africana. No entanto, a IRENA aponta que a expansão das fontes renováveis depende da atualização da infraestrutura de rede do continente. (IRENA – 09.10.2023)
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União Europeia: Geração renovável bate novo recorde no 3º trimestre

A geração de energia a partir de fontes renováveis atingiu um novo recorde no terceiro trimestre de 2023, de acordo com um novo relatório do analista de dados de energia EnAppSys. O documento revelou que a geração de energia renovável no trimestre aumentou 12% em comparação com o terceiro trimestre de 2022, marcando a maior taxa de crescimento de qualquer terceiro trimestre até agora. Isso foi atribuído principalmente aos altos níveis de geração eólica, que totalizaram 95 TWh ao longo do trimestre e ultrapassaram os 84 TWh registrados no terceiro trimestre de 2022. O relatório também aponta que durante o terceiro trimestre de 2023, registrou-se uma queda sustentada dos preços atacadistas de eletricidade, prolongando uma trajetória descendente que teve origem no terceiro trimestre de 2022. (Renews.Biz – 12.10.2023)
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Portugal: Antecipação da meta de energias renováveis

Portugal tinha como meta ter, em 2030, 80% da energia produzida no país oriunda de fontes de energia renovável. O plano era parte da meta de neutralidade climática assumida pelo país para 2045. Contudo, o governo português anunciou recentemente que a meta está sendo antecipada em quatro anos. Já em 2026, Portugal terá 80% de energia gerada por fontes renováveis. De acordo com o JN Portugal, atingir a meta 2026 é parte do Plano Nacional Energia e Clima 2030 (PNEC), o principal guia da política energética e climática entre os anos de 2021 a 2030. Nele, estão previstos: metas, objetivos e formas de atuação relativas ao posicionamento do país em relação à energia e ao clima. O PNEC foi lançado em julho de 2020 e foi revisado, pela primeira vez, mantendo a conformidade com o Regulamento do Governo da União da Energia e Ação Climática. Contudo, uma nova revisão do plano foi feita, estabelecendo metas mais ambiciosas. (Além da Energia – 13.10.2023)
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BNDES: Petrobras pode ajudar o Brasil a zerar emissões de carbono

Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, defendeu que a renda do setor de petróleo e gás seja usada para acelerar a transição energética e os investimentos no país, com a Petrobras desempenhando um papel fundamental. Ele acredita que a Petrobras pode ajudar o Brasil a ser o primeiro país do G20 a zerar as emissões de carbono. No entanto, o BNDES está limitado por uma lei que restringe o financiamento à Petrobras a um prazo de cinco anos, e uma regra do Banco Central que limita a exposição a um mesmo grupo econômico a 25% do patrimônio de referência da instituição. (Valor Econômico - 11.10.2023)
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BNDES: Petrobras tem tecnologia para ser competitiva em fontes de transição energética

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, disse que a Petrobras tem toda tecnologia para ser muito competitiva em fontes complementares para a transição energética, defendendo que haja investimentos para desenvolvimento de eólica offshore e citando o potencial do hidrogênio verde para o futuro. Durante o evento "Caminhos para transição energética justa no Brasil", realizado em parceria com a estatal, o executivo afirmou que uma das medidas em andamento é em relação aos fornecedores da Petrobras. "Se eles têm contratos recebíveis, nós podemos acelerar financiamento e ajustar, mesmo porque há uma fuga de fornecedores desse setor em função do desafio da transição climática, mas eles ainda são imprescindíveis tanto para isso quanto para a transição climática e para novas fontes de energia". (Broadcast Energia - 11.10.2023)
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Petrobras: Investimento em energias renováveis e H2V

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou recentemente que a estatal está em busca de parceiros para desenvolver projetos de energias renováveis e hidrogênio verde no Nordeste. A estatal já está analisando portfólios e a busca deve durar mais seis a oito meses. Os projetos de energias renováveis serão acoplados à produção de hidrogênio verde. A produção de hidrogênio verde pode ser destinada tanto à exportação quanto ao uso interno da Petrobras. A estatal é uma das maiores consumidoras de hidrogênio no Brasil, utilizando em suas refinarias. (Valor Econômico - 12.10.2023)
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Geração Distribuída

Aneel: Indeferimento de recurso da Abradee sobre regras para conexões de GD

A Aneel rejeitou o pedido da Abradee para suspender um despacho que estabeleceu orientações para a ouvidoria setorial em relação à aprovação do orçamento de conexão pelas distribuidoras. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, envolve a responsabilização das distribuidoras em caso de atraso na injeção de energia de unidades consumidoras com MMGD. A Abradee argumentou que a Aneel excedeu suas competências e que a medida traz insegurança jurídica, mas o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, afirmou que não há evidência de irregularidades e que as regras estabelecidas trazem segurança jurídica para o setor. O embate entre distribuidoras e agentes do mercado de geração distribuída tem gerado tensões, com mais de 3.1 mil pedidos de conexão cancelados e suspensos pelas distribuidoras. (Broadcast Energia - 09.10.2023)
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Wood Mackenzie: Brasil será 5º maior mercado de energia solar do mundo até 2032

O Brasil será o quinto maior mercado de energia solar do mundo até 2032, mostra estudo da consultoria Wood Mackenzie. Em termos de capacidade instalada acumulada, o país só será superado pela China, Estados Unidos, Índia e Alemanha. No final de 2022, o Brasil alcançou a 8ª colocação global, conforme levantamento da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA, na sigla em inglês). Com mais de 24 GW, o país entrou pela primeira vez na história entre os dez primeiros colocados. A Wood Mackenzie calcula que o acréscimo de capacidade de energia solar deve registrar uma média anual de 4% nos próximos dez anos, chegando a 360 GW em 2032. (Portal Solar - 16.10.2023)
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Delta Energia: Construção de fazendas solares visando geração remota

O grupo Delta Energia anunciou recentemente a ampliação do seu portfólio solar com um plano de investimentos que prevê a construção de fazendas com 110 MWp de potência instalada para entrar em operação até junho de 2024. Serão cerca de 30 a 35 usinas fotovoltaicas instaladas em nove estados do Sudeste, Sul, Nordeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal. A previsão da companhia é atender cerca de 60 mil unidades consumidoras de baixa tensão no país. O fornecimento da eletricidade será feito pelo modelo de geração compartilhada remota. Os clientes contratam a energia através da LUZ, empresa do grupo que atua na geração distribuída, e são atendidos pelas distribuidoras locais. (EPBR - 17.10.2023)
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Vivo: Empresa dá início a autoprodução de energia

A Vivo deu mais um passo importante em sua estratégia ESG, para a diversificação da matriz energética, de fontes 100% renováveis. A companhia firmou parceria com a Elera Renováveis, uma das maiores empresas do setor de energia, para se tornar autoprodutora em quatro parques solares que somam 237 MWp. O complexo destinado à Vivo está instalado em Janaúba, Minas Gerais, e deve abastecer mais de 200 unidades consumidoras em média tensão. Desta forma, a Vivo torna- se a primeira companhia do seu setor a atuar neste modelo de suprimento de energia. Carlos Guerra, vice-presidente Comercial e de Novos Negócios da Elera, reforça que a parceria com a Vivo traduz o compromisso com a agenda de transição energética sustentável da companhia. “A construção do maior complexo solar das Américas é um marco histórico para o Brasil e para nossa empresa. O complexo que entrou em operação este ano evita a emissão mais de 740 mil toneladas de CO2 por ano, e ajuda a nossos clientes atingirem suas metas de descarbonização de forma competitiva". (Consumidor Moderno - 18.10.2023) 
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República Dominicana: GD atinge 2% de participação na matriz energética do país

A República Dominicana passou de 80 MW em 2019 para mais de 320 MW em 2023 de geração distribuída interligada ao sistema elétrico no âmbito do Programa Net Metering, evidenciando o interesse coletivo em reduzir a dependência de combustíveis fósseis e cuidar do meio ambiente. O diretor executivo da Comissão Nacional de Energia (CNE), Edward Veras, indicou que nos últimos anos tem havido um crescimento exponencial tanto na potência instalada como no número de pessoas e empresas que procuram instalar sistemas de energias renováveis. “Os pedidos de incentivos fiscais que recebemos na CNE para colocação de painéis em coberturas triplicaram. Passamos de 1,5% em 2020 para 2% em 2023, com cerca de 320 MW já instalados”, disse Veras. (BN Americas - 17.10.2023)
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Armazenamento de Energia

Bulgária: Leilão com subsídios para projetos de armazenamento de energia

A Bulgária está tomando medidas significativas para promover a energia limpa e o desenvolvimento de capacidade de armazenamento de energia por meio de seu primeiro leilão de energias renováveis. Este é o primeiro leilão desse tipo no país. A primeira fase do leilão apoia a proposta de geração de 570 MW de capacidade renovável, incluindo energia eólica e solar. Além disso, o leilão inclui 150 MW de capacidade de armazenamento de energia, essencial para lidar com a intermitência de fontes de energia renovável. Para financiar esses projetos, a Bulgária contará com recursos da União Europeia, totalizando cerca de US$ 143,3 milhões. A Bulgária é o mais recente país da região da Europa Central e Oriental a aproveitar os fundos da UE para impulsionar o armazenamento de energia em larga escala. (Energy Storage – 13.10.2023)
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S&P Global: Importação de sistemas de armazenamento de baterias residenciais diminui na Europa

O segundo trimestre de 2023 foi o primeiro registado em que as remessas globais de armazenamento de energia residencial diminuíram ano após ano, uma queda de 2%, de acordo com a S&P Global Commodity Insights. Os envios para a Europa abrandaram significativamente, com a Bélgica e a Espanha a registarem quedas anuais de 60%, enquanto a Itália registou uma queda de mais de 40%. Em contraste, a África do Sul emergiu como um mercado de destaque, com os envios a aumentarem mais de 300% nos últimos 12 meses. Os níveis de inventário residencial da Europa, especialmente de sistemas importados, aumentaram consideravelmente no final de 2022. Juntamente com a procura moderada no primeiro semestre do ano, este excedente de inventário contribuiu para o declínio nas remessas. (PV Magazine – 13.10.2023)
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Austrália: Governo aprova maior projeto de armazenamento do país

A Ministra Australiana do Meio Ambiente e Água, Tanya Plibersek, deu sua aprovação ao Melbourne Renewable Energy Hub (MREH), que abrigará o maior projeto de armazenamento de energia em baterias da região Ásia-Pacífico. A bateria terá uma capacidade de 1.200 MW/2,4 GWh, o que é suficiente para alimentar cerca de 1 milhão de residências. O projeto também inclui uma pequena instalação de energia solar, e há planos de expansão que podem abranger instalações de hidrogênio. O projeto está localizado em um terreno de 90 hectares em Plumpton, a 25 quilômetros a noroeste de Melbourne. A propriedade do projeto pertence à Equis Development, com o apoio da Autoridade de Investimentos de Abu Dhabi e do Ontario Teachers Pension Plan Board. (PV Magazine – 11.10.2023)
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Veículos Elétricos

ABVE: BYD lidera a venda de elétricos no Brasil

Em setembro de 2023, 1.830 VEs foram vendidos no Brasil, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). O número é 56,8% maior se comparado a agosto, com 1.167 unidades. Além disso, também é o recorde de vendas da categoria em um único mês. De janeiro a setembro, os emplacamentos somaram 7.725. Entre os modelos mais vendidos, a liderança fica com o BYD Dolphin. O hatch da fabricante chinesa registrou 1.036 emplacamentos em setembro. O Dolphin, aliás, teve mais vendas no mês do que todos os outros modelos do segmento somados. O sucesso do modelo (que agora tem uma versão mais potente e com autonomia maior) fica ainda mais perceptível se analisarmos o número de vendas gerais de carros no Brasil em setembro. Isso porque o hatch chinês foi o 43º modelo mais comercializado, de acordo com a Fenabrave. A frota de eletrificados (híbridos e elétricos) no Brasil agora é de 177.321 veículos. (Valor Econômico - 06.10.2023)
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McKinsey: VEs e veículos a combustão terão mesmo custo no Brasil em 2028

Os VEs de passeio no Brasil deverão atingir paridade de custo com os veículos a combustão até 2028, de acordo com um estudo de consultoria McKinsey. A transação econômica será ainda mais rápida para veículos comerciais devido ao uso diário intenso. O estudo considera o Custo Total de Propriedade (TCO), abrangendo aquisição, uso e manutenção do veículo. Prevê-se que o Brasil tenha 11 milhões de VEs em 2040, representando 55% das vendas de automóveis novos e uma receita anual de US$ 65 bilhões. O avanço na eletrificação deve afetar o mercado de distribuição de energia, pois a recarga dos veículos aumenta a demanda por eletricidade. Desde 2015, a importação de carros elétricos é isenta de impostos no Brasil, mas recentemente houve discussões sobre a retomada da tributação no setor automotivo. (ABSOLAR - 09.10.2023)
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JBS e EZ Volt: Ampliação de pontos de recarga para caminhões elétricos

A empresa de locação de VEs No Carbon, pertencente à JBS, fechou acordo com a EZVolt, da Vibra, para expandir os pontos de recarga de caminhões frigoríficos elétricos. Atualmente, o No Carbon possui 100 pontos de recarga e pretende instalar mais 30 até o final do ano. Os carregadores da EZVolt estão localizados em 11 centros de distribuição da JBS em 10 estados brasileiros. A No Carbon tem uma frota de 260 caminhões elétricos frigoríficos e pretende ampliar sua infraestrutura de recarga para apoiar uma logística sustentável e de baixo carbono da empresa. (epbr - 11.10.2023)
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CAF e Santander: Financiamento visando impulsionar a mobilidade elétrica no Brasil

O Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF) destinou US$ 50 milhões (cerca de R$ 250 milhões) ao Santander Brasil com o objetivo de apoiar financiamentos de veículos híbridos e elétricos. Estefanía Laterza, representante do CAF no Brasil, aponta que tal parceria representa o compromisso de impulsionar a transição para veículos mais sustentáveis, fomentando a adoção de tecnologias limpas no Brasil. Com essa operação, já são seis as linhas que o CAF concedeu ao Santander, totalizando US$ 450 milhões. Esses valores já foram utilizados para financiar painéis de geração de energia solar, crédito para mulheres empreendedoras nas regiões norte e nordeste, entre outras iniciativas. (Valor Econômico - 09.10.2023)
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BEI e Cepsa: Financiamento visando promoção da mobilidade elétrica em Espanha e Portugal

O Banco Europeu de Investimento (BEI) concedeu um empréstimo de 150 milhões de euros à Cepsa para instalar mais de 1.800 postos de carregamento ultrarrápido para VEs em Espanha e Portugal. Esse projeto visa promover a eletrificação e a descarbonização da modal rodoviária, apoiando a estratégia “Movimento Positivo” da Cepsa. Além disso, o financiamento contribuirá para atingir a meta da União Europeia de um milhão de estações de carregamento de VEs nas estradas da Europa até 2025, afetando a redução das emissões do setor de transportes, que é responsável por cerca de 73% das emissões na UE. Mais de 70% desses carregadores serão instalados em regiões de menor renda per capita. O projeto também se alinha com os objetivos da Estratégia de Mobilidade Sustentável e Inteligente da UE e ajudar na segurança energética da UE, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis. A Cepsa planeja instalar carregadores ultrarrápidos em mais de 1.000 postos de abastecimento até 2030. (EletricEnergyOnline - 10.10.2023)
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Daimler: Preço dos ônibus elétricos se igualará ao dos a diesel até 2030 na Europa

Segundo o presidente mundial da Daimler Buses, Till Oberwörder, a eletromobilidade tende a avançar de forma rápida no transporte público global, por ser um serviço essencial. É natural que os municípios se esforcem para obter financiamento para o transporte livre de carbono. O executivo alemão prevê que, até 2030, 100% dos ônibus urbanos vendidos na Europa serão livres de carbono e, até lá, estima que o preço de um modelo elétrico estará equiparado ao do tradicional a combustão, já que a troca de veículos a diesel por elétricos recebe subsídios e os municípios precisam organizar seu sistema de transporte à medida que a demanda aumenta e o ônibus tem a capacidade de se integrar ao modelo intermodal e de atender ao aumento de demanda de forma mais rápida, segundo Oberwörder. (Valor Econômico - 09.10.2023)
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Daimler: Falta de infraestrutura impede o crescimento do mercado de ônibus elétricos

Till Oberwörder, presidente mundial da Daimler Buses, na abertura da maior feira do setor, apontou a necessidade de expandir a infraestrutura de recarga de baterias nas rodovias da Europa e, assim, levar a eletromobilidade para as estradas. Segundo ele, a instalação de pontos de recarga em rodovias não vem acompanhando a evolução tecnológica dos veículos. Por isso, será difícil alcançar a meta de carbono zero em 45% dos ônibus rodoviários vendidos no continente até 2030, disse Oberwörder. Ele estima que pela falta de estações de recarga não mais do que 20% das vendas de rodoviários estarão livres de carbono em sete anos. “A discussão não é fácil. Mas temos que ser realistas. Não há meios de vender ônibus elétricos sem infraestrutura”, diz. (Valor Econômico - 09.10.2023)
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ICCT: VEs emitem até 67% menos CO2 que veículos flex

Um estudo do Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT, na sigla em inglês) concluiu que VEs a bateria (BVE, na sigla em inglês) podem reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 64% a 67% em comparação com veículos a combustão com motores flex ao longo de seus ciclos de vida. Isso considera uma participação média do mercado entre gasolina e etanol. No entanto, mesmo veículos flex com consumo de etanol mais eficiente não conseguem se igualar aos BVEs, e os híbridos com baixo teor de emissões em até 15% comparados com os flex. O estudo enfatiza a necessidade de uma transição para veículos elétricos para atingir as metas climáticas do Brasil. (epbr - 10.10.2023)
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One Energy: Ativação do maior hub de recarga de caminhões elétricos nos EUA

A One Energy energizou o maior local de carregamento de caminhões elétricos nos EUA em um hub de 30 MW em Findlay, Ohio. Esse local representa uma solução para o problema da infraestrutura de carregamento de caminhões elétricos em escala. A instalação tem capacidade para carregar 90 caminhões simultaneamente e utiliza uma configuração de carga radial para otimizar a eficiência. Além disso, a One Energy planeja incorporar geração de energia renovável, como energia eólica e solar, à medida que a demanda cresça. A iniciativa é vista como um avanço para apoiar a transição para frotas de caminhões elétricos em larga escala. (EletricEnergyOnline - 10.10.2023)
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China: Aumento nos investimentos em lítio na América do Sul

A China aumenta seus investimentos na região do triângulo do lítio (Argentina, Chile e Bolívia), fortalecendo a cadeia de suprimentos de veículos elétricos desses países. Os presidentes do Chile e Argentina, estão na China discutindo investimentos em lítio com líderes empresariais. O Chile fechou um acordo com o Tsingshan Holding Group para preços preferenciais de lítio, visando um projeto de valor agregado. (Valor Econômico - 16.10.2023)
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Gestão e Resposta da Demanda

Austrália: Endeavor Energy promove atualização de medidores inteligentes

A agência Endeavour Energy, de Nova Gales do Sul, Austrália, recebeu uma autorização experimental do regulador de energia australiano (AER, na sigla em inglês) para atualizar 5.600 medidores inteligentes. A autorização permite que a Endeavour Energy realize essa atualização, melhore a gestão da carga elétrica, reduza os custos da rede e introduza novos serviços de energia. Esta é a primeira autorização desse tipo concedido pelo regulador australiano, sendo um marco importante em seu trabalho regulatório. O teste de 30 meses compartilhará lições aprendidas sobre a modernização de medidores inteligentes e auxiliará futuros testes de sandbox. (Smart Energy - 11.10.2023)
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Hive: Termostatos inteligentes proporcionaram economia de £ 325 milhões aos clientes no Reino Unido

A Hive, subsidiária de tecnologia da Centrica, empresa de energia elétrica do Reino Unido, divulgou dados que destacam como seus termostatos inteligentes economizaram mais de 1 milhão de toneladas de emissões de carbono e cerca de £ 325 milhões nas contas de energia dos britânicos ao longo da última década. A tecnologia permitiu que os usuários controlassem seu aquecimento por meio de dispositivos móveis, ajudando a gerenciar melhor o uso de energia e economizar dinheiro. A crescente preocupação com as mudanças climáticas e o custo de vida levou mais pessoas a adotar tecnologia inteligente para otimizar o uso de energia em suas casas. O uso de termostatos inteligentes, como os da Hive, é uma maneira acessível de contribuir para metas de sustentabilidade e eficiência energética. (EletricEnergyOnline - 09.10.2023)
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Eficiência Energética

IEA: Neutralidade de carbono demanda crescimento da eficiência energética

O novo relatório net zero da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) enfatiza a importância de uma meta global para duplicar o progresso da eficiência energética para atingir as metas de emissões líquidas zero e limitar o aquecimento global a 1,5 °C. O documento da IEA destaca a necessidade de triplicar a capacidade de energia renovável até 2030, reduzir o uso de combustíveis fósseis e duplicar as melhorias na eficiência energética. Este último requer um aumento significativo na taxa de melhoria da eficiência, com benefícios potenciais enormes, como economia de energia equivalente ao consumo global de petróleo no setor de transporte rodoviário de 2022, redução significativa das emissões e criação de empregos. A IEA insta os governos a fazerem deste objetivo uma prioridade na COP28. (EletricEnergyOnline - 10.10.2023)
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Clasp: Lacunas na regulação de lâmpadas bloqueiam transição sustentável para LED

O Brasil pode e deve continuar melhorando a eficiência energética das tecnologias de iluminação utilizadas por consumidores, indústrias e poder público. Mas para destravar a transição sustentável para o LED, considerado a alternativa mais econômica, eficiente e ambientalmente responsável, é necessário fazer mudanças no ambiente regulatório. Especialistas defendem a adoção de níveis mais rigorosos de eficiência energética e a aplicação de uma mesma regulamentação de etiquetagem a todos os produtos de iluminação. Essa é a conclusão de um estudo feito pela Clasp, um programa global colaborativo de padrões de equipamentos e etiquetagem, e divulgado recentemente por meio de um relatório do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). O estudo destaca que a atual regulação brasileira falha em oferecer informações claras aos consumidores para comparar os produtos de iluminação, definir revisões periódicas e estabelecer níveis mínimos dos requisitos de eficiência energética para lâmpadas. (Idec - 17.10.2023)
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Cemig: Ações de eficiência energética em MG

A Cemig está substituindo lâmpadas de quase 5 mil famílias em Coronel Fabriciano (MG). O "Cemig nas Comunidades", como é chamado, consiste na substituição de lâmpadas de alto consumo por outras de LED. O é objetivo oferecer mais oportunidades de economia de energia e conscientizar a população. O principal benefício, segundo a Companhia, são as orientações de eficiência energética, que incentivam a mudança de hábitos simples e que representam uma importante possibilidade de redução do desperdício de energia e consequente redução da fatura de energia. O Cemig nas Comunidades faz parte do Programa de Eficiência Energética da Cemig é regulado pela Aneel, que busca promover o uso sustentável da energia elétrica e melhorias na qualidade de vida dos mineiros. (G1 - 18.10.2023)
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Duke Energy: Lançamento de programa de eficiência energética embutido na tarifa

A partir de 2024, a Duke Energy, uma concessionária de energia elétrica, oferecerá um programa de eficiência energética “tarifado na fatura” para clientes da Carolina do Norte. Esse programa fornecerá acesso a atualizações de aparelhos de aquecimento e resfriamento, reformas residenciais, reparos ou substituições de custos HVAC e muito mais. As melhorias serão pagas através da cobrança na conta do cliente, facilitando a melhoria de atualizações de eficiência. Organizações de defesa do meio ambiente e energia sustentável elogiaram o programa inovador para ampliar o acesso a melhorias de eficiência energética e ajudar a cumprir as metas de redução de carbono. Esse programa também visa atender moradores de baixa e moderada renda. (Utility Dive - 11.10.2023)
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TEP: Parceria com consumidores visando projetos de eficiência energética nos EUA

A Tucson Electric Power (TEP), empresa de energia elétrica localizada em Tucson, Arizona, nos Estados Unidos, lançou o programa TEP Trade Ally, uma iniciativa que visa simplificar e tornar conveniente a implementação de projetos de eficiência energética para empresas locais. O programa conecta proprietários de empresas a empresários interessados, eliminando as suposições na seleção de parceiros e facilitando a solicitação de descontos. O programa da TEP busca reduzir a demanda na rede energética por meio de eficiência energética e oferece fundos para apoiar essas mudanças. Empresas interessadas em se voltar Aliadas Comerciais da TEP podem se inscrever com referências e, se aprovadas, trabalhar diretamente com empresários em seus projetos de eficiência energética. (EletricEnergyOnline - 10.10.2023)
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Microrredes e VPP

PG&E: Lançamento de programa de incentivo de microrredes

A Pacific Gas and Electric Company (PG&E) lançou um Programa de Incentivo à Microrrede (MIP, na sigla em inglês) com um financiamento total de US$ 200 milhões. Este programa visa apoiar a construção de microrredes de energia limpa em comunidades desfavorecidas e vulneráveis na Califórnia. A Comissão de Serviços Públicos da Califórnia aprovou o programa, alocando US$ 79,2 milhões para a PG&E. Projetos selecionados sob o MIP poderão receber até US$ 15 milhões em financiamento para desenvolver microrredes comunitárias. As microrredes são projetadas para fortalecer a resiliência das comunidades, fornecendo energia confiável durante períodos intermediários e também participando no mercado de energia estadual. (Smart Energy - 12.10.2023)
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Eaton e Bloom Energy: Parceria visando construção de microrrede na Califórnia

A Eaton e a Bloom Energy estão colaborando para desenvolver um microrrede para um centro médico na Califórnia, com o objetivo de reduzir os custos de energia do local em até 20% e as emissões de gases de efeito estufa em cerca de 25%. A indústria de saúde dos EUA é responsável por quase 8,5% das emissões de carbono a nível nacional. A Eaton assinou o Compromisso Climático do Setor de Saúde da Casa Branca e do Departamento de Saúde e Serviços Humanos para reduzir as emissões de GEE em 50% até 2030. O projeto de microrrede do centro médico fará parceria com os controles de microrrede da Eaton e contará com aproximadamente 1,75 MW de células de combustível da Bloom Energy. A Eaton fornece projetos de sistemas de microrrede prontos para uso, engenharia e equipamentos de distribuição de energia. (MicrogridKnowledge - 11.10.2023)
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Schneider Electric: Construção de microrredes em instalações militares nos EUA

A Schneider Electric está colaborando com as forças militares dos EUA para criar instalações resilientes e sustentáveis que enfrentem os impactos das mudanças climáticas. A ameaça das mudanças climáticas à infraestrutura energética nacional tornou-se uma prioridade para as bases militares dos EUA. A implementação de microrredes de energia renovável, com foco na produção local de energia e cibersegurança, é crucial para reduzir a dependência de fontes externas de energia e manter as operações militares em caso de falhas. A Schneider Electric já entregou projetos notáveis, incluindo a primeira base de energia líquida zero em Albany, Geórgia, e a Estação Aérea do Corpo de Fuzileiros Navais em Miramar, Califórnia. Essas iniciativas visam fortalecer a segurança nacional e a sustentabilidade diante das mudanças climáticas e ameaças cibernéticas. (MicrogridKnowledge - 13.10.2023)
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Tecnologias e Soluções Digitais

União Europeia: Criação de Grupo de Peritos em Energia Inteligente

A União Europeia formou o Grupo de Peritos em Energia Inteligente e está aceitando candidaturas para membros. Este grupo foi previsto para auxiliar a Comissão Europeia na transformação digital do sistema de energia do bloco. Sua função é aconselhar a Comissão em iniciativas para coordenar e acelerar a transformação digital e sustentável do sistema energético da UE, em alinhamento com os objetivos de transição ecológica e digital. Três subgrupos propostos trabalharão em dados para energia, capacitação e proteção do consumidor, e cibersegurança. O grupo será composto por até 80 membros, incluindo autoridades dos Estados-Membros da UE e organizações relacionadas com a energia e a digitalização. A convocatória para membros está aberta até 6 de novembro. (Smart Energy - 12.10.2023)
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Taiwan: Concessionária de energia cria plataforma de licitação de energias renováveis

A empresa estatal de energia elétrica de Taiwan, Taipower, está lançando uma nova plataforma de licitação para vender energia renovável a pequenas e médias empresas. Esta plataforma tem como objetivo facilitar a aquisição de energia limpa para um público mais amplo, indo além das grandes corporações e dos acordos bilaterais de compra de energia (PPAs, na sigla em inglês). A Taipower planeja disponibilizar 10 GWh de energia renovável ainda este mês, com planos de aumentar para 50 GWh até o final do ano. O fornecimento de energia renovável para os vencedores das licitações começará em janeiro. Os PPAs podem ter duração de um a cinco anos, e a plataforma oferecerá aos licitantes a escolha entre seis pacotes diferentes, permitindo que eles atendam às suas necessidades específicas. (PV Magazine – 16.10.2023)
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E.DSO: Radar mapeia tendências tecnológicas que moldarão as redes de distribuição

Mais de 30 tecnologias são identificadas como tendo diferentes níveis de impacto nos ORD da Europa durante a próxima década, de acordo com o Radar tecnológico da E.DSO. No curto prazo até 2025, a computação em nuvem, drones e inteligência artificial terão os maiores impactos, enquanto as comunicações avançadas e a realidade virtual/aumentada terão impactos menores. No prazo médio até 2030, as baterias de estado sólido, hidrogênio, microrredes e gêmeos digitais terão impactos médios a altos. Tecnologias como a Internet das Coisas, a computação quântica e a computação periférica estão se tornando transformacionais. No longo prazo até 2035, surgirão tarifas inovadoras para mobilidade e supercondutores, mas seus impactos serão médios a baixos, enquanto as redes de baixa inércia se tornarão transformacionais devido à implantação de energias renováveis em grande escala. (Smart Energy - 13.10.2023)
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SSEN: Compartilhamento de dados visando transição energética

A Scottish and Southern Electricity Networks (SSEN) do Reino Unido está disponibilizando dados de energia como parte de sua abordagem de "redes abertas". Eles lançaram o portal Near Real-time Data Access (NeRDA) e um portal de dados de distribuição. O NeRDA fornece dados de uso de rede em tempo quase real e APIs, apoiando uma rede flexível para tecnologias de baixo carbono. O portal de dados de distribuição, desenvolvido em parceria com o Icebreaker One, oferece informações sobre ativos de dados, capacidade de rede, gestão de interrupções e outros aspectos. Os dados disponibilizados podem ajudar na decisão sobre a localização de carregadores de veículos elétricos, bombas de calor e painéis solares. (Smart Energy - 12.10.2023)
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Hydro One e VR Vision: Parceria visando atendimento ao cliente usando ferramentas de realidade virtual

A Hydro One, uma empresa canadense de energia elétrica, está colaborando com a VR Vision para oferecer um programa de treinamento de realidade virtual (VR, na sigla em inglês) aos seus funcionários de atendimento ao cliente e serviço de campo. O programa de treinamento em VR acelerará o processo de aprendizagem, proporcionando aos funcionários experiências práticas em um ambiente realista e interativo. Isso promove a empatia, melhora a compreensão das perspectivas dos clientes e aumenta a retenção de conhecimentos e habilidades. A iniciativa tem como objetivo melhorar a experiência do cliente e treinou 530 funcionários da Hydro One até junho de 2024. A colaboração é a primeira do tipo no Canadá para equipes de serviços públicos de atendimento ao cliente. (EletricEnergyOnline - 12.10.2023)
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Segurança Cibernética

PwC: Maioria das empresas ainda vê segurança cibernética como custo

Uma pesquisa com 645 conselhos de administração realizada pela PwC descobriu que quase metade (49%) ainda vê a segurança cibernética como um desafio. O levantamento revela, no entanto, que quase três quartos (64%) dos membros de conselhos aumentaram a quantidade de tempo dedicado à segurança cibernética, com 46% relatando que gastaram horas estudando questões de segurança cibernética. Mais de um terço (38%) disse ter consultado especialistas terceirizados. Pouco mais de um terço (35%) também aumentou o número de reuniões com CISOs. Matt Gorham, líder do Cyber & Privacy Innovation Institute da PwC, disse que a pesquisa, publicada na semana passada, mostra que está havendo progresso em termos de conscientização entre os membros de conselhos sobre os problemas de segurança cibernética que as organizações enfrentam, mas ainda há muito trabalho a ser feito. (CISO Advisor - 16.10.2023)
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EUA: Agências federais pressionam provedores de infraestruturas críticas sobre cibersegurança

As agências federais dos EUA estão intensificando os esforços para melhorar a segurança do software de código aberto utilizado por fornecedores de infraestruturas críticas, devido ao aumento dos riscos de ataques maliciosos. O guia de segurança de código aberto elaborado em conjunto com a Joint Cyber Defense Collaborative exorta os fornecedores e fornecedores de infraestruturas críticas a desenvolver iniciativas para reduzir riscos. Isso inclui apoiar o desenvolvimento e a manutenção de software de código aberto, gerenciar vulnerabilidades, melhorar políticas de autenticação e autorização e promover o uso de patches em ambientes de tecnologia operacional e sistemas de controle industrial. A crescente dependência de infraestruturas conectadas aumenta a ameaça de perturbações críticas na cadeia de abastecimento. (CyberSecurityDive - 12.10.2023)
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