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IFE
02/04/2025

IFE Diário 6.157

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Gabriel Eleotério, Gustavo Rodrigues Esteves, Paulo Giovane e Tatiane Freitas

IFE
02/04/2025

IFE nº 6,157

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Gabriel Eleotério, Gustavo Rodrigues Esteves, Paulo Giovane e Tatiane Freitas

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IFE Diário 6.157

Regulação

GESEL publica TDSE 135 “Mecanismos de garantia de confiabilidade em sistemas elétricos“

Diante da transição energética e do crescimento das fontes renováveis variáveis, como solar e eólica, garantir a confiabilidade dos sistemas elétricos tornou-se um dos maiores desafios globais. O TDSE 135, elaborado pelo GESEL, apresenta uma análise aprofundada sobre os Mecanismos de Garantia de Confiabilidade (MGC) adotados em países como Austrália, China, EUA, Reino Unido e membros da União Europeia — além de examinar a realidade e os desafios do caso brasileiro. O documento discute o papel estratégico do armazenamento, a importância de mercados de capacidade, e a necessidade de flexibilidade regulatória para manter a segurança energética em sistemas com alta penetração de renováveis. No Brasil, o texto reforça a urgência de adaptar a regulação e a infraestrutura de transmissão para acompanhar o crescimento do mercado livre e o avanço das fontes limpas. Leia o documento completo e entenda como o setor elétrico pode evoluir com sustentabilidade, resiliência e inovação. Acesse o estudo aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 02.04.2025)

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Aneel inicia renovação de contratos de distribuidoras de energia com exigências de modernização

A Aneel deu início ao processo de renovação dos contratos de concessão de 19 distribuidoras de energia, cujos prazos vencem entre 2025 e 2031. A EDP Espírito Santo foi a primeira a solicitar a prorrogação por 30 anos, com análise marcada para reunião pública. As renovações exigirão investimentos em modernização, digitalização das redes (como medição inteligente) e adaptação às mudanças climáticas. Além disso, as empresas precisarão lidar com inadimplência e fraudes, seguindo novas regras para garantir eficiência, transparência e tarifas justas, com prazos definidos para a formalização dos contratos. (Valor Econômico - 01.04.2025)


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Aneel submete à consulta pública revisão da RAP de três transmissoras

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu consulta pública para revisar a Receita Anual Permitida (RAP) das transmissoras Evrecy, Afluente T e Light T. O prazo para contribuições vai de 2 de abril a 16 de maio de 2025. O resultado preliminar, com valores atualizados para junho de 2025, indica um aumento total de 4,6% na RAP, equivalente a R$4,4 milhões. A Evrecy terá alta de 8%, a Afluente T, 2,6%, enquanto a Light T terá redução de 4,7%. Os contratos dessas concessionárias resultam da desverticalização do setor. A revisão analisa não apenas os componentes da receita, mas também os investimentos em melhorias e reforços realizados pelas empresas. A medida visa ajustar os valores conforme as necessidades e desempenho do setor de transmissão. (Broadcast Energia - 01.04.2025)


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São Paulo notifica grandes consumidores a pagar ICMS sobre tarifas de energia

O governo de São Paulo começará a notificar cerca de 300 grandes consumidores de energia, como hospitais, shoppings e bancos, para que paguem ICMS sobre as tarifas Tusd e Tust. A medida, baseada em decisão do STJ, pode arrecadar aproximadamente R$ 700 milhões. A Tusd custeia a rede de distribuição, enquanto a Tust financia a transmissão de energia. A ação visa regularizar o pagamento do imposto conforme a legislação. (Folha de São Paulo – 31.03.2025)

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Transição Energética

Brasil pode virar carbono negativo com apoio do setor privado, diz governo

O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, destacou o papel crucial do setor privado para o Brasil atingir as metas climáticas e se tornar carbono negativo. Durante o COP 30 Business Forum, organizado pela Amcham Brasil, ele afirmou que investimentos privados são essenciais para a neutralidade de emissões, mas exigem compromisso genuíno, não apenas financeiro. Capobianco citou a restauração florestal como caminho prioritário, além das vantagens brasileiras em energia limpa, biocombustíveis e renováveis. Para acelerar a transição, defendeu políticas públicas estáveis, crédito acessível e parcerias público-privadas, garantindo uma mudança justa. Com engajamento empresarial e ações governamentais, o país avança rumo a uma economia sustentável. (Broadcast Energia – 31.03.2025)

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Brasil avança em energia limpa, mas indústria e transporte ainda desafiam transição

Durante o COP 30 Business Forum em São Paulo, Mariana Espécie, assessora do Ministério de Minas e Energia, destacou os avanços do Brasil na transição energética, com fontes renováveis saltando de 74% para 89,1% na matriz elétrica em dez anos. No entanto, os setores industrial e de transporte ainda representam desafios, exigindo políticas como o Programa Combustível do Futuro (biocombustíveis para aviação e marítimo) e a Lei do Paten. Espécie enfatizou a importância da cooperação internacional, especialmente com os EUA, em tecnologias como captura de carbono, e reforçou que regulações globais em formação demandam colaboração para consolidar a transição energética no país. (Broadcast Energia – 31.03.2025)

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BNDES deve induzir financiamento para novas fontes de energia, diz diretora

Luciana Costa, diretora do BNDES, destacou que o banco precisa impulsionar financiamentos para novas fontes de energia, como solar, eólica, etanol e hidrelétricas, durante a transição energética. Ela citou desafios como juros altos e tecnologias ainda caras, mas afirmou que o BNDES busca maior eficiência nesse papel. Costa ressaltou que 60%-70% dos recursos virão do setor privado, enquanto bancos de desenvolvimento e fundos públicos contribuirão com até 40%. As declarações foram feitas no Bloomberg NEF Fórum São Paulo. (Broadcast Energia - 01.04.2025)


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Descarbonização pressiona setores intensivos em carbono, alerta Moody’s

A Moody’s Ratings alerta que setores intensivos em carbono, como petróleo, gás e mineração de carvão, enfrentam alto risco de crédito devido às metas de descarbonização. Embora os investimentos em energia limpa cresçam, as emissões globais ainda aumentam, dificultando o alcance das metas de "net zero". A economia global precisa de US$2,7 trilhões anuais até 2030 para fechar a lacuna de investimento climático. Fatores como mudanças políticas, geopolítica e alta demanda energética são desafios, mas a Moody 's espera que compromissos nacionais e a competitividade das renováveis mantenham o impulso da transição para uma economia sustentável. (Broadcast Energia – 31.03.2025)


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Estudo aponta desafios na Europa para o hidrogênio

O hidrogênio foi posicionado como um elemento crucial na estratégia de descarbonização da Europa. Para impulsionar esse avanço, foram anunciados investimentos substanciais, totalizando €32,9 bilhões apenas no quarto trimestre de 2024. No entanto, o progresso tem sido lento devido a obstáculos regulatórios, altos custos, desafios econômicos e uma demanda fraca pelo hidrogênio. Como resultante, cerca de 20% dos projetos europeus foram cancelados ou paralisados. De acordo com o levantamento da Westwood Global Energy Group, apenas 17% da capacidade planejada no bloco deve se concretizar. O estudo também destaca que a infraestrutura do hidrogênio está sob forte pressão, com custos elevados e atrasos regulatórios. Entretanto, o estudo aponta também um cenário otimista de concretização de até 70% dos projetos previstos na UE. (Petronotícias – 02.04.2025)

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Crise Climática

Projeto "COP30 Amazônia" inicia seminário em Belém para discutir mudança climática

O projeto "COP30 Amazônia" começará com um seminário em Belém (PA) na quinta-feira, 3 de abril, reunindo autoridades, especialistas e representantes de empresas e sociedade civil para discutir a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que ocorrerá em novembro na capital paraense. O evento abordará temas como o enfrentamento da crise climática global, as expectativas em torno da COP30 e o papel da Amazônia e do Brasil nas negociações climáticas. A iniciativa visa aprofundar o debate sobre questões-chave, como a redução de emissões, adaptação às mudanças climáticas e financiamento para países em desenvolvimento. O projeto, que inclui cinco eventos e publicações semanais, contará com a cobertura especial de Valor, "O Globo" e CBN, com patrocínio de JBS e Vale e apoio do governo do Estado do Pará. (Valor Econômico - 02.04.2025)

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MMA: Omissão dos EUA com compromisso climático impele trabalho reforçado de outras nações

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em viagem ao Vietnã e Japão, reforçou o convite para a COP30 em Belém (PA) e destacou a importância da conferência em um cenário de desafios geopolíticos. Ela ressaltou que a ausência dos EUA no Acordo de Paris exige mais esforço de países como Brasil, China e da União Europeia para fortalecer o multilateralismo e a luta contra as mudanças climáticas. Sobre a ocorrência de eventos climáticos cada vez mais intensos, a ministra alertou para a urgência da tomada de ação de mitigação. No caso do Brasil, destacou que o governo reforçou equipes de combate ao fogo e busca zerar o desmatamento até 2030; ponderou, entretanto, que serão necessárias medidas complementares e intersetoriais para avançar na frente da descarbonização. Além disso, Silva defendeu a criação de um fundo global para pagamento por serviços ecossistêmicos. Por fim, a ministra alertou para os impactos diretos da crise climática na população, como a morte de milhares de pessoas por ondas de calor e a necessidade de adaptar escolas brasileiras com climatização e arborização para enfrentar o aumento das temperaturas. (Folha de São Paulo – 31.03.2025)

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Empresas

Eletrobras: Conselho propõe distribuição de R$ 16,5 mi em dividendos

O Conselho de Administração da Eletrobras aprovou, para deliberação na Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada em 30 de abril, a proposta de deliberação sobre a distribuição do lucro líquido ajustado no valor de cerca de R$ 16,5 milhões, na forma de dividendos. Do valor total, R$ 8.122.216,70, correspondente a R$ 0,690377674 por ação ordinária, foi distribuído de forma antecipada em 03 de fevereiro de 2025. Já o pagamento restante será efetuado em 08 de maio de 2025, ou na data deliberada pela AGE. (Agência CanalEnergia - 01.04.2025)

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Vale e GIP: Formação de joint-venture na Aliança Energia

A Vale anunciou, em 31 de março, que foi acertado com a Global Infrastructure Partners (GIP) um acordo para formar uma joint-venture na Aliança Energia. Na investida, a Vale receberá US$ 1 bilhão e terá uma participação de 30% no empreendimento. Segundo a mineradora, a transação vai garantir "volume estratégico de geração de energia para manter a matriz elétrica” e o negócio "garante custos de energia competitivos”. (Folha de São Paulo – 31.03.2025)


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CPFL Geração vende participação na Epasa para a Ebrasil

A CPFL Geração concluiu, em 28 de março, um Contrato de Compra e Venda de Ações que tem por objeto a venda das 50.900.370 ações ordinárias de emissão da Centrais Elétricas da Paraíba (EPASA) detidas pela CPFL Geração à Ebrasil Gás e Energia. Com a transação, serão transferidos 182 MW de capacidade instalada ao portfólio de geração do grupo CPFL Energia, que passará de 4.254 MW para 4.072 MW. O fechamento da operação, todavia, ainda está condicionado ao cumprimento de certas condições precedentes estabelecidas no Contrato, incluindo a aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Uma vez concluída a transação, a CPFL Geração não mais terá participação societária na EPASA. (Agência CanalEnergia - 31.03.2025)

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CPFL pede à Aneel a renovação de três concessões de distribuição

A CPFL Energia solicitou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a renovação por 30 anos de três concessões de distribuição de energia em São Paulo. As distribuidoras em questão são a RGE Sul Distribuidora de Energia Elétrica, CPFL Paulista e CPFL Piratininga, com concessões que expiram entre 2027 e 2028. Juntas, essas empresas atendem a uma população de 21,8 milhões de pessoas e possuem 10,2 milhões de unidades consumidoras registradas em 642 municípios. A solicitação de renovação das concessões é um passo importante para garantir a continuidade e a estabilidade no fornecimento de energia elétrica para milhões de consumidores em São Paulo. A renovação por um período de 30 anos demonstra o compromisso da CPFL Energia em manter a qualidade dos serviços prestados e em continuar investindo na infraestrutura necessária para atender às demandas da população. Essas concessões de distribuição de energia desempenham um papel fundamental no fornecimento de eletricidade para residências, empresas e indústrias em todo o estado de São Paulo. A renovação das concessões permitirá que as distribuidoras continuem operando de forma eficiente e sustentável, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da região. A CPFL Energia, como uma das principais empresas do setor elétrico no Brasil, tem um histórico de compromisso com a inovação e a excelência na prestação de serviços de energia. A renovação das concessões é mais um passo nessa trajetória de sucesso, assegurando a continuidade do fornecimento de energia elétrica de qualidade para milhões de pessoas em São Paulo pelos próximos 30 anos. (Broadcast Energia – 31.03.2025)

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Enel protocola na Aneel pedido de renovação da concessão em SP por 30 anos

A empresa italiana Enel solicitou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a antecipação da renovação de seu contrato de concessão em São Paulo por 30 anos. O pedido foi protocolado recentemente e está em processo de avaliação pelo órgão regulador e pelo Ministério de Minas e Energia. Em São Paulo, a Enel atende a 8,2 milhões de consumidores em 24 municípios, incluindo a capital e a região metropolitana. Nos anos anteriores, a distribuidora enfrentou críticas pela demora na restituição do fornecimento de eletricidade após eventos climáticos, o que resultou em pressões de autoridades como o prefeito de São Paulo, o governador do Estado e o ministro de Minas e Energia. A situação culminou na abertura de uma CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo e na revisão das regras para renovação de contratos pelo ministro Alexandre Silveira. Além da Enel, outras distribuidoras também manifestaram interesse em renovar suas concessões, como a Equatorial no Pará e no Maranhão, e a CPFL em diferentes regiões. Este movimento demonstra a importância e o interesse das empresas em manter suas operações e o fornecimento de energia elétrica para os consumidores. (Broadcast Energia – 31.03.2025)

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Agência recomenda renovação de concessão da EDP ES, mas decisão é adiada

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) indicou, em 1º de abril, que recomendaria a renovação do contrato de concessão da distribuidora EDP Espírito Santo (antiga Escelsa), considerando que a empresa cumpriu todos os requisitos necessários. A decisão, caso confirmada, seria encaminhada ao Ministério de Minas e Energia para a assinatura de um termo aditivo que prorrogaria o contrato por 30 anos. No entanto, o diretor Fernando Mosna pediu vista do processo, adiando a decisão para aprofundar a análise. A relatora Ludimila Lima destacou que, na renovação, devem ser avaliados fatores como a qualidade do serviço prestado e a capacidade econômico-financeira da distribuidora para garantir sua sustentabilidade. (Valor Econômico - 01.04.2025)

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EDP ES/Mosna: Processo de renovação merece ser analisado com cuidado

O diretor da EDP Espirito Santo, Fernando Mosna, sobre o pedido de vistas do processo de renovação da concessão, explicou que o intuito da ação não era outro senão a análise do processo de forma detalhada. A concessionária foi uma das primeiras a formalizar o pedido de renovação, que fora feito 36 meses antes do vencimento da concessão, segundo a companhia. A prorrogação da outorga por 30 anos, consoante proposta em pauta, se faz mediante a comprovação do cumprimento de critérios de eficiência no fornecimento de energia elétrica e na gestão econômico-financeira da concessão. O parecer da equipa técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) quanto à aderência do desempenho da EDP ES à luz dos critérios estabelecidos do publicado menos de 30 dias após o requerimento da empresa. Pela norma, o prazo é de 60 dias. “Acredito que vale a pena ter um cuidado e analisar com mais vagar a conclusão da área técnica”, justificou o executivo. (Agência CanalEnergia - 01.04.2025)


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Agência propõe aumento de 9,4% na tarifa da Energisa Tocantins

A Aneel abriu consulta pública para revisão tarifária da Energisa Tocantins, com proposta de aumento médio de 9,4% para os consumidores. O reajuste reflete principalmente custos financeiros (4,18%) e pressões nos gastos com distribuição e encargos setoriais. Após a consulta, a agência poderá optar por escalonar o reajuste nos próximos anos. A nova tarifa, se aprovada, entrará em vigor em 4 de julho de 2025. O período de contribuições públicas vai de 2 de abril a 16 de maio de 2025, com audiência a ser marcada. A Energisa Tocantins, sediada em Palmas, atende 674 mil unidades e tem faturamento anual de R$2,28 bilhões. A decisão final da Aneel considerará as manifestações recebidas durante a consulta. (Broadcast Energia - 01.04.2025)

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Copel conclui parcialidade do desinvestimento em ativos de geração de pequeno porte

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) anunciou, em 1º de abril, a conclusão parcial de seu desinvestimento em ativos de geração de pequeno porte, recebendo R$ 219,5 milhões, o que representa 49% do valor total da operação. O contrato, firmado em novembro, tem um valor total de R$ 450,5 milhões e envolve a venda de ativos com 118,7 megawatts de potência instalada para a Electra Hydra. O pagamento dos ativos restantes será realizado conforme o cumprimento das condições estabelecidas no contrato. (Valor Econômico - 01.04.2025)

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Eduardo Sattamini assume nova função como representante da Engie Brasil

A Engie Brasil anunciou que seu diretor-presidente, Eduardo Antonio Gori Sattamini, assumirá também a função de representante do grupo no Brasil, substituindo Mauricio Stolle Bähr, que permanecerá como presidente dos conselhos de administração da Engie Brasil, Jirau Energia e Transportadora Associada de Gás (TAG). Bähr, que liderava a Engie no Brasil desde 1997, afirmou que a sucessão foi cuidadosamente planejada para alinhar com os objetivos de crescimento e sustentabilidade da empresa. Sattamini reafirmou seu compromisso com a execução da estratégia de longo prazo da companhia, que, com receita de R$ 12,3 bilhões em 2024, possui cerca de 13 GW de capacidade instalada e controla uma rede de gasodutos de 4.500 quilômetros por meio da TAG. (Valor Econômico - 01.04.2025)

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EDP é multada em R$ 8,57 mi por atraso em implantação de infraestrutura de transmissão

A empresa EDP Transmissão Litoral Sul foi multada em R$ 8,57 milhões devido ao atraso na implantação de um conjunto de infraestruturas de transmissão em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A decisão foi divulgada no Diário Oficial da União de 31/03/2025. O projeto em questão refere-se ao lote Q do Leilão nº 13/2015-Aneel, que resultou no Contrato de Concessão nº 18/2016-Aneel, com prazo limite de 27 de junho de 2020 para entrar em operação comercial. A Aneel rejeitou o pedido de excludente de responsabilidade feito pela empresa. Além disso, a agência comunicou que um desconto de 25% no valor da multa será aplicado caso a empresa renuncie ao recurso administrativo dentro do prazo estabelecido. Este caso demonstra a importância do cumprimento de prazos e obrigações contratuais no setor de transmissão de energia, destacando a atuação rigorosa da Aneel na fiscalização e aplicação de penalidades quando necessário. (Broadcast Energia – 31.03.2025)

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Leilões

Leilão de transmissão é previsto para 31 de outubro

A Aneel vai abrir consulta pública com a proposta de edital do leilão de transmissão previsto para 31 de outubro. O certame vai licitar instalações com investimentos previstos de R$ 7,67 bilhões, incluindo concessões com processo de caducidade em tramitação na agência. Serão licitados 1.178 km de novas linhas e 4.400 MVA em transformação nos estados de Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul e São Paulo. Serão ofertados 11 lotes, as contribuições serão recebidas pela Aneel de 4 de abril a 19 de maio. A aprovação deve acontecer em 25 de junho. (Agência CanalEnergia - 01.04.2025)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário começa semana em R$ 282,01 por MWh no Sudeste/Centro-Oeste

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) médio diário desta segunda-feira, 31 de março de 2025, foi divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). No Sudeste/Centro-Oeste, o PLD ficou em R$ 282,01 por megawatt-hora (MWh), enquanto no Sul foi de R$ 283,12 por MWh. As curvas de preços apresentaram oscilações ao longo do dia, iniciando em R$ 277,53 e R$ 277,54 por MWh, respectivamente, e atingindo as máximas intraday de R$ 298,25 e R$ 298,26 por MWh às 18h. No entanto, no Nordeste e no Norte, o PLD permaneceu estável no piso regulatório de R$ 58,60 por MWh em todas as faixas horárias, sem variações. Esses valores são calculados considerando os limites máximos e mínimos para cada período e submercado, levando em conta diversos fatores como carga, chuvas e nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. A análise desses dados é crucial para o setor elétrico, pois impacta diretamente na precificação e distribuição de energia no país. (Broadcast Energia – 31.03.2025)

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DTC Campus: Obtenção de autorização para conectar data center à rede básica

A DTC Campus Jundiaí I foi autorizada a acessar a rede básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) para conectar o Data Center Aurea 02. Conforme despacho no Diário Oficial da União (DOU), o acesso se dará por meio da construção de uma linha de transmissão em 440 kV, que se conectará à subestação Bom Jardim, localizada em Jundiaí, e gerida pela Isa Brasil. (Broadcast Energia - 01.04.2025)

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Mobilidade Elétrica

Vibra: Primeira ofertante de lubrificantes avançados SQ para veículos híbridos no Brasil

Os lubrificantes da nova categoria SQ, desenvolvidos para veículos híbridos, chegaram ao mercado brasileiro, com a Vibra Energia sendo a primeira empresa a disponibilizá-los. Esse novo rótulo supera a atual SP do Instituto Americano do Petróleo (API, na sigla em inglês) e busca minimizar problemas como corrosão interna e carbonização nos cilindros, comuns em motores híbridos devido à alternância entre eletricidade e combustão. A mudança atende a exigências mais rigorosas de controle de emissões e representa a primeira atualização desde 2020. (Folha de São Paulo – 31.03.2025)


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Governo chinês incentiva reestruturação de montadoras estatais para transição a VEs

O governo chinês anunciou que incentivará a reestruturação e consolidação entre as principais montadoras estatais, que enfrentam desafios na transição para veículos elétricos. Gou Ping, vice-presidente da Comissão de Administração e Supervisão de Ativos Estatais, destacou que o objetivo é concentrar recursos de desenvolvimento e melhorar a competitividade global das empresas, como China South Industries, Dongfeng Motor e China FAW Group. O governo busca, assim, melhorar a qualidade dos veículos e enfrentar a cautela dos mercados estrangeiros em relação aos veículos elétricos chineses de baixo custo. Changan e Dongfeng já indicaram planos de reestruturação com outra estatal, e especula-se que a FAW possa estar envolvida em uma possível fusão. (Valor Econômico - 02.04.2025)

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Energias Renováveis

Aneel revoga outorga de usina solar da Copel por falta de contratos

A Aneel revogou a outorga da usina fotovoltaica Aventura Solar, da subsidiária Aventura Holding (Copel), conforme pedido. A decisão, publicada no Diário Oficial em 28/03/2025, ocorreu porque o projeto, planejado para Touros (RN) com capacidade de 10 MW, não possuía contratos essenciais, como conexão à rede, participação no mercado livre ou no Ambiente de Contratação Regulada (ACR). Originalmente concedida à EDP Renováveis e depois transferida, a outorga foi cancelada devido à inviabilidade operacional sem esses compromissos. A ação reforça a importância do cumprimento das normas da Aneel para garantir a segurança e eficiência do sistema elétrico. (Broadcast Energia – 31.03.2025)

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Casa dos Ventos inicia testes de novas unidades eólicas na Bahia

A Casa dos Ventos recebeu autorização para testar duas novas unidades geradoras (UG) de usinas eólicas na Bahia. As UGs autorizadas possuem capacidade de 4,5 MW cada e pertencem às usinas Ventos de Santo Antônio 06 e 08, localizadas em Morro do Chapéu e Várzea Nova. O despacho foi publicado no Diário Oficial da União em 2 de abril de 2025. A iniciativa reforça o compromisso com a expansão da energia eólica no Brasil, contribuindo para a diversificação da matriz energética nacional. (Broadcast Energia - 02.04.2025)


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TÜV: Nova diretoria da Divisão de Produtos Solares e Comerciais na América do Sul

A TÜV Rheinland anunciou Vinicius Gibrail como o novo Diretor da Divisão de Produtos Solares e Comerciais para a América do Sul. O executivo será responsável pela direção estratégica e pelos resultados financeiros da divisão, com foco especial na expansão dos serviços nos principais mercados da região, incluindo Brasil, Argentina e Chile. Assim, ele assume a missão de impulsionar o crescimento da empresa no setor, fortalecendo sua presença na certificação, testes e aprovações de produtos e sistemas solares, componentes, eletrônica de potência e máquinas. (Agência CanalEnergia - 01.04.2025)

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Coppe e ORE Catapult firmam acordo para pesquisa no setor eólico

A Coppe/UFRJ e a empresa britânica ORE Catapult firmaram um acordo para pesquisa e desenvolvimento no setor de energia eólica offshore. O foco principal é o projeto piloto de uma plataforma flutuante de concreto projetada para suportar uma turbina de 15 MWe. O desenvolvimento abrange o método construtivo, o uso de IA na manutenção e a produção de hidrogênio a partir da energia eólica. A parceria foi formalizada no dia 24 de março, durante o Brazil-UK Workshop on Offshore Wind. Por fim, uma outra conquista relevante foi a indicação do professor Milad Shadman pelo Departamento de Transição Energética (DTE) do Ministério de Minas e Energia para integrar o grupo de trabalho em energia eólica offshore. (Agência CanalEnergia - 31.03.2025)

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BloombergNEF espera retomada eólicas no Brasil a partir de 2028 ancorada em eletrificação

A demanda por novos projetos no setor eólico no Brasil deve voltar a crescer a partir de 2028, conforme apontado em um estudo da BloombergNEF. O aumento da eletrificação no país está impulsionando o consumo de eletricidade, o que beneficia a expansão da energia eólica. No entanto, o setor enfrenta desafios como a expansão da energia solar, incertezas sobre a limitação da geração, gargalos de transmissão e a queda de novos contratos de compra e venda de energia. Em 2024, os investimentos no setor eólico tiveram uma queda significativa em comparação com o ano anterior, fechando o ano com US$ 1,8 bilhão. A liderança em investimentos em fontes renováveis ficou com a energia solar, seguida pelos biocombustíveis, que têm potencial para desempenhar um papel relevante globalmente, especialmente na produção de combustível sustentável de aviação. No entanto, a produção real de biocombustíveis pode ficar abaixo do anunciado devido às dificuldades na conclusão de projetos de SAF. O Brasil também se destaca na produção de aço verde, com preços competitivos em comparação com outros países. Além disso, o país está investindo em incentivos para a cadeia de hidrogênio de baixo carbono, reservas de minerais estratégicos e na agricultura generativa. Como anfitrião da COP30, o Brasil tem a oportunidade de influenciar a agenda climática global e destacar seus avanços na transição para uma economia mais sustentável. (Broadcast Energia – 31.03.2025)

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Indústria faz conversão para biogás, que deve ter crescimento de produção

A empresa Gás Verde, responsável por quase 40% da produção de biometano no Brasil, planeja expandir significativamente sua produção até 2028. O presidente da empresa, Marcel Jorand, revelou que a meta é quadruplicar a produção para 640 mil m³ diários, através da conversão de dez térmicas para biogás. Esse aumento na produção está alinhado com as projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para o setor de biometano no país. De acordo com a EPE, a produção do combustível deve crescer entre 11,1% e 20,4% entre 2024 e 2033, podendo chegar a 6,5 bilhões de metros cúbicos normais (Nm3) no cenário mais otimista. Algumas empresas brasileiras já estão adotando o biogás como alternativa sustentável. A Nestlé, por exemplo, planeja substituir o GLP por biometano em suas fábricas, como parte de um amplo investimento de R$ 8,5 bilhões no país entre 2023 e 2026. Além disso, a Louis Dreyfus Company Brasil está avançando na construção de sua fábrica de biogás, com previsão de conclusão em 2026, conforme informado por Paulo Hladchuk, responsável global pela plataforma de sucos da empresa. Essas iniciativas indicam uma crescente tendência de empresas adotando fontes de energia mais limpas e sustentáveis, contribuindo para a redução de emissões de gases de efeito estufa e promovendo a transição para uma economia mais verde e sustentável. A expansão da produção de biometano no Brasil representa não apenas um avanço na busca por fontes de energia renovável, mas também uma oportunidade para impulsionar a economia e gerar empregos no setor de energias limpas. (Broadcast Energia – 31.03.2025)

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Gás e Termelétricas

Petrobras recebe autorização para operar polo de gás natural em Itaboraí

A Petrobras recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para a operação plena do polo de processamento de gás natural do Complexo de Energias Boaventura (ex-Comperj), localizado em Itaboraí (RJ). O empreendimento agora poderá atuar com sua capacidade máxima, de 21 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. A informação foi publicada hoje (1º) no Diário Oficial da União. O Complexo opera com duas Unidades de Processamento, cada uma com capacidade de 10,5 milhões de metros cúbicos diários. Ademais, a autorização da ANP também contempla a área de armazenamento e as utilidades essenciais para o funcionamento do polo. Por fim, o Complexo contará com unidades para produção de combustíveis com baixo teor de enxofre e lubrificantes de grupo II. (Petronotícias – 01.04.2025)

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Eletronuclear: Obtenção de aval para operação de unidade de armazenamento de combustível

A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) concedeu a Autorização para Operação Permanente da Unidade de Armazenamento Complementar a Seco de Combustível Irradiado (UAS), localizada na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), em Angra dos Reis (RJ). A medida, que tem a validade de 40 anos e pode ser prorrogada, representa uma evolução em relação à Autorização de Operação Inicial obtida pela empresa em 2021. Segundo a empresa, a unidade foi projetada para comportar até 72 módulos de armazenamento de combustível nuclear irradiado (Hi-Storms). Na resolução, publicada em Diário Oficial da União, a CNEN destacou garantias suficientes de que a operação da CNAAA-1 pode ser conduzida sem risco indevido à segurança dos trabalhadores, do público e do meio ambiente. A companhia reforçou ainda que os combustíveis utilizados não são considerados rejeitos radioativos, já que ainda possuem um significativo potencial energético que poderá ser reaproveitado no futuro, e que países como Rússia, França e Japão já utilizam técnicas de reciclagem para este material. (Agência CanalEnergia - 31.03.2025)


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Tokyo Gas adquire parte de campo de gás de xisto da Chevron no Texas

A Tokyo Gas decidiu adquirir parte de um campo de gás de xisto no Texas da Chevron, com o acordo previsto para ser fechado em abril. Estimado em dezenas de bilhões de ienes, a empresa japonesa usará o gás natural extraído para negociar no mercado e fornecer a usinas de energia e outros clientes, aproveitando o crescimento da demanda por gás de xisto devido à menor emissão de CO2 em comparação ao carvão. A Tokyo Gas também adquiriu a Rockcliff Energy em 2023 e está focada em reduzir custos de instalação de gasodutos. Com a expectativa de aumentar o lucro operacional de seu setor de xisto, a empresa planeja investir cerca de 300 bilhões de ienes nesse negócio até 2028, especialmente na formação Haynesville, para ampliar a produção de gás com custos mais baixos. (Valor Econômico - 01.04.2025)

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Mercado Livre de Energia Elétrica

CCEE: Lançamento de painel interativo e conjunto de dados para ampliar informações sobre mercado livre

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) lançou duas novas soluções para ampliar a disponibilidade de informações sobre o mercado livre de energia elétrica. Os serviços “DataSet” e “Painel Mercado Varejista”, assim, têm o intento de auxiliar a tomada de decisões e levar dados estratégicos para os interessados. As novidades vão trazer visibilidade completa para os indicadores mais relevantes do cenário atual, permitindo a consulta do número de unidades consumidoras que fizeram a migração para o ambiente de contratação livre (ACL) e a evolução do consumo destas cargas, com recortes por representantes, submercados, estados e ramos de atividade. O painel interativo, em formato de dashboard, apresenta uma visualização simples e consolidada para dados acerca das principais movimentações no ACL: quais agentes varejistas foram responsáveis pelo maior número de migrações, quais as Unidades Federativas ou ramos de atividades mais engajados etc. Já o DataSet, disponível no Portal Dados Abertos da CCEE, traz os indicadores em planilhas, para serem usados pelos especialistas do setor para construírem suas próprias soluções. Além disso, a plataforma possibilita a utilização de tecnologias de API, que permite coleta automatizada das informações por sistemas próprios. (CCEE – 01.04.2025)

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Biblioteca Virtual

CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO Roberto; ZAMBONI, Lucca; MONTEATH, Lillian; DAHER, Mário J.; MATZ, Marcello; ROSA, Cristina. TDSE 135 “Mecanismos de garantia de confiabilidade em sistemas elétricos“.

Acesse o estudo abaixo.

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