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IFE
21/02/2024

IFE Diário 5.895

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves e Paulo Giovane

IFE
21/02/2024

IFE nº 5.895

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves e Paulo Giovane

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IFE Diário 5.895

Regulação

MME prorroga por 10 dias CP sobre enquadramento de GD ao Reidi

O Ministério de Minas e Energia, sob a gestão do ministro Alexandre Silveira, estendeu até 26 de fevereiro o prazo da Consulta Pública no 159, que abrange a proposta de procedimentos para solicitação de enquadramento de projetos de Microgeração e Minigeração Distribuída (MMGD) no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI). A decisão, publicada na Portaria no 770 do Diário Oficial da União, prorrogou o prazo original, que terminaria em 16 de fevereiro, possibilitando a continuidade das contribuições ao tema, que até o momento contabiliza três participações publicadas. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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Aneel abre tomada de subsídios para discutir resiliência das redes

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está focada na questão dos eventos climáticos extremos e seus efeitos na rede elétrica, com um evento marcado para 22 de fevereiro e a abertura da Tomada de Subsídios (TS) 002/2024. A TS busca aprimorar a regulação para aumentar a resiliência dos sistemas de distribuição e transmissão, levando em consideração recentes eventos como as chuvas que deixaram milhões de consumidores sem energia. A nota técnica conjunta sugere a avaliação e debate com a sociedade para definir diretrizes nesse sentido, considerando a importância crítica da infraestrutura elétrica. A TS reunirá contribuições sobre a atuação das distribuidoras e transmissoras em eventos extremos, destacando a necessidade de minimizar impactos e assegurar a resiliência do sistema elétrico. (CanalEnergia - 09.02.2024)
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PL obriga distribuidoras a criarem planos para ondas de calor e eventos extremos

O Projeto de Lei 6041/23, apresentado pelos deputados Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Guilherme Boulos (PSOL-SP), visa obrigar as concessionárias de energia elétrica a desenvolverem planos específicos para manter a normalidade na transmissão e distribuição durante ondas de calor e eventos climáticos extremos, definidos pela Organização Meteorológica Mundial. Sob análise na Câmara dos Deputados, o projeto estipula que a Agência Nacional de Energia Elétrica supervisione as ações das concessionárias, com atenção especial às áreas densamente povoadas, como favelas e periferias, visando a adaptação a situações decorrentes do aquecimento global e das mudanças climáticas. O projeto segue em tramitação, sujeito à análise pelas comissões de Defesa do Consumidor, Minas e Energia, e Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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ONS: PAR/PEL 2024-2028 é publicado

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) publicou o Sumário Executivo do Plano da Operação Elétrica de Médio Prazo do Sistema Interligado Nacional - PAR/PEL 2023 - para o horizonte de 2024 a 2028. O documento apresenta os detalhes dos investimentos de R$ 49 bilhões a serem aplicados nesse período e consolida as perspectivas do desempenho do Sistema Interligado Nacional (SIN) para subsidiar a operação no horizonte temporal definido. Para o ciclo analisado, o perfil dos investimentos é de R$ 4,9 bilhões de novas obras e R$ 44,1 bilhões para projetos de ciclos anteriores que estão sem outorga. Além disso, foram destacados os temas: Desafios da Operação das Fontes Renováveis Variáveis e Importância da Transmissão, ambos a serem considerados para a promoção da flexibilidade, controle e otimização do setor elétrico. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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AGU obtém decisão arbitral que evita R$ 13 bi na disputa pelo Linhão Manaus-Boa Vista

A Advocacia-Geral da União obteve uma decisão favorável em um procedimento arbitral no valor de R$ 13 bilhões envolvendo a disputa entre a Transnorte Energia (TNE) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato para a construção de um projeto de interligação em Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A TNE, buscando rescindir o contrato devido a atrasos no licenciamento ambiental, discordou do valor deliberado pela Aneel. O compromisso arbitral estabeleceu limites para a Receita Anual Permitida, mas durante o processo, a TNE solicitou uma alteração no critério de correção monetária. A AGU obteve o reconhecimento de que fatos posteriores à emissão da licença de instalação não podem ser objeto do procedimento arbitral e a improcedência do pedido da concessionária. Apesar da decisão, o mérito da arbitragem ainda será avaliado pelo tribunal. A AGU sustenta que requisitos técnicos previstos no edital de concessão não justificam o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato. A TNE é uma joint venture entre Alupar (51%) e Eletronorte (49%). (CanalEnergia - 15.02.2024)
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Aneel autoriza 136,99 MW para operação comercial e em teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) concedeu autorização para operação em teste de várias unidades geradoras (UGs) de diferentes empreendimentos de energia renovável, totalizando 66,1 MW de capacidade instalada. Entre eles estão parques eólicos e usinas solares, incluindo UG6, UG11 e UG12 da EOL Ventos de Santa Luzia 11 e 13, UG2 a UG5 da EOL Ventos de São Vitor 9, UG2 da UTE Inpasa Dourados e UG1 da UFV Edr Construções. Além disso, foram autorizados 70,89 MW para operação comercial, abrangendo diversas UGs de diferentes projetos, como a EOL Ventos de Santa Eugenia 10, UFV Brafish, EOL Ventos de Santa Eugenia 08 e UFV Pitombeira. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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Subsídios e governança do setor precisam ser reavaliados, apontam especialistas

A atuação do Congresso Nacional no setor elétrico foi criticada por Jerson Kelman, renomado especialista do setor, por sua eficácia limitada no atendimento às demandas específicas e pela falta de uma visão integrada, muitas vezes cedendo a pressões de grupos de interesse. Kelman exemplificou a interferência legislativa prejudicial, como as alterações no sinal locacional, sugerindo que a retomada da liderança do Ministério de Minas e Energia seria mais adequada para uma governança equilibrada. Maurício Tolmasquim, ex-presidente da Empresa de Pesquisa Energética, reconheceu a importância dos incentivos para o desenvolvimento de tecnologias como eólica e solar, mas destacou a necessidade de estabelecer uma "porta de saída" para esses subsídios. (CanalEnergia - 19.02.2024)
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Aumento da pena para furto de cabos de energia será apreciado no Senado

Na próxima quarta-feira, 21 de fevereiro, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado irá analisar o projeto de lei que propõe o agravamento das penas para crimes de furto e receptação de equipamentos utilizados no fornecimento de serviços públicos, como cabos de energia elétrica e internet. O PL 2.459/2022, de autoria da senadora Leila Barros (PDT-DF), sugere aumentar as penas entre um terço e o dobro para esses casos, emendado pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) para permitir a aplicação de furto privilegiado. O relatório favorável do senador Jorge Kajuru (PSB-GO) indica a aprovação do projeto em caráter terminativo na CCJ. (CanalEnergia - 20.02.2024)
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Projeto prevê fornecimento de água e energia elétrica para circos e teatros de rua

A Câmara dos Deputados está examinando o Projeto de Lei 64/24, que visa obrigar as prestadoras de serviços públicos de energia elétrica e saneamento básico, incluindo água potável, a fornecerem temporariamente esses serviços a circos e teatros de rua. Segundo o texto, para o fornecimento temporário de energia elétrica, é necessário que o interessado apresente autorização para ocupação da área do espetáculo, com a distribuidora tendo um prazo de 10 dias para elaborar e fornecer gratuitamente o orçamento para a conexão ao sistema de distribuição. O projeto, de autoria do deputado Tiririca (PL-SP), destaca a importância cultural dessas apresentações e sua contribuição para a formação educacional e social dos cidadãos. A proposta também contempla o fornecimento de água e será avaliada pelas comissões de Cultura, Minas e Energia, Desenvolvimento Urbano e Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. (CanalEnergia - 20.02.2024)
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Transição Energética

Investimento em infraestrutura: foco em renovável, saneamento e mobilidade urbana

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com o Pátria Investimentos, o International Finance Corporation (IFC) e o CAF, banco de desenvolvimento da América Latina, anunciou um fundo de crédito em infraestrutura com o objetivo de captar R$ 5 bilhões em até três anos. O fundo, que já tem R$ 1,6 bilhão comprometido, focará em energia renovável, saneamento básico e mobilidade urbana, apoiando projetos de pequeno e médio porte que normalmente têm dificuldade para acessar financiamento tradicional. A carteira do fundo será composta principalmente por debêntures, incluindo as novas debêntures de infraestrutura, voltadas para investidores institucionais. O fundo tem até três anos para investir, com a política de diversificação de no máximo 10% do capital para cada ativo. (Valor Econômico - 20.02.2024)
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Elétricas buscam se posicionar no mercado de carbono

Com a expectativa de que o mercado voluntário de créditos de carbono atinja o volume de US$ 20 bilhões de negociações no Brasil até 2030, segundo a consultoria Way Carbon, e com o avanço do projeto que regulamenta esse mercado na Câmara dos Deputados, o setor passou a ser um negócio interessante para empresas de todos os nichos. O mercado de créditos de carbono se torna extremamente interessante para as empresas que querem compensar as suas emissões, especialmente para as mais poluentes, que ganham tempo para reestruturar suas ações rumo à neutralidade de carbono e avançar no cumprimento das metas do Acordo de Paris. Nos últimos anos empresas dos mais diversos portes anunciaram, ainda de forma voluntária, que passaram a compensar as suas emissões. A entrada de elétricas não apenas comprando, mas negociando créditos neste mercado, no entanto, tem crescido consideravelmente nos últimos anos. (Broadcast Energia – 20.02.2024)
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Auren lança plataforma de e-commerce de créditos de carbono para pessoas físicas

Com foco em pessoas físicas, jurídicas e organizadores de eventos que desejam compensar as emissões de CO2, a Auren Energia, companhia controlada pelo grupo Votorantim e pela CPP Investments, decidiu lançar sua primeira plataforma de e-commerce de créditos de carbono. O sistema de venda de créditos visa promover um "intercâmbio" entre as empresas que emitem grandes quantidades de gases de efeito estufa, os cha- mados GEE, e as que estão abaixo do limite. A compensação, na prática, é uma espécie de indenização pela degradação ambiental causada, na qual os impactos ao meio ambiente são incorporados aos custos da empresa. (Broadcast Energia – 20.02.2024)
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Investimentos em energias limpas: US$ 4,5 bi por ano necessários até 2030

Para frear o aquecimento global em até 1,5ºC, o setor financeiro e o mercado de capitais têm um papel crucial. A Agência Internacional de Energia estima que os investimentos em energias limpas devem chegar a US$ 4,5 bilhões por ano até 2030. No entanto, o investimento atual está aquém do necessário. Ainda falta uma percepção clara de que a tese climática e as boas práticas ESG têm valor econômico. É importante que as empresas percebam que investir em práticas sustentáveis é uma vantagem comparativa. O crescimento do mercado de dívida verde depende da materialização dos benefícios esperados de investimentos feitos anos atrás. A regulação no Brasil melhorou muito, com a CVM tornando obrigatória a divulgação de dados de sustentabilidade a partir de 2026. (Valor Econômico - 21.02.2024)
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Artigo de Guilherme Teixeira e Fred Seifert: "O crédito sem carbono"

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Guilherme Teixeira (sócio líder do setor financeiro para o Brasil na ERM) e Fred Seifert (sócio líder do setor financeiro para a América Latina e o Caribe na ERM) tratam da importância do crédito tradicional na transição para uma economia de baixo carbono no Brasil. Eles destacam que, apesar da crescente discussão sobre créditos de carbono, o crédito tradicional não deve ser ofuscado, pois é fundamental para financiar tecnologias de redução de emissões e adaptação a eventos climáticos. Além disso, argumentam que as condições de crédito podem ser ajustadas para incentivar práticas mais sustentáveis, sem a necessidade de criar novos instrumentos financeiros. Eles também mencionam o papel do crédito na atração de capital internacional para combater as mudanças climáticas no Brasil, e citam o Plano ABC e o Plano Safra como exemplos de iniciativas que já utilizam o crédito para promover a sustentabilidade. (GESEL-IE-UFRJ – 21.02.2024)
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Empresas

Petrobras aguarda decisão da Novonor para novo parceiro na Braskem

A Petrobras aguarda uma decisão da Novonor para conhecer seu novo parceiro na administração da Braskem. A Adnoc e a PIC do Kuwait são potenciais candidatas, com a Adnoc já tendo feito uma oferta não-vinculante. A Petrobras, que detém 36,1% do capital total da Braskem, ainda não esclareceu se pretende manter ou aumentar essa participação. As negociações estão em andamento, sem prazo definido para conclusão. Além disso, a Petrobras está considerando um convite para retornar à gestão da Refinaria de Mataripe, vendida ao Fundo Mubadala Capital em 2021. O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, negou planos de reajustes nos preços dos combustíveis nesta semana. (Valor Econômico - 21.02.2024)
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Belo Monte: Pagamento de R$ 197,6 mi em royalties em 2023

A Usina Hidrelétrica Belo Monte pagou R$ 197,6 milhões de Compensação Financeira pela Utilização dos Recursos Hídricos (CFURH) em 2023. Conforme ordenamento legal, o montante é distribuído pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aos estados e municípios de atuação do empreendimento e ao Governo Federal e órgãos da administração direta da União. Segundo a empresa, desde o início da operação em abril de 2016, os royalties oriundos de Belo Montem já chegaram a R$ 1,07 bilhão, sendo R$ 860 milhões para os municípios de Vitória do Xingu e Altamira – instalações e atuação, respectivamente – e R$ 210 milhões para o Governo Federal. (CanalEnergia - 19.02.2024)
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Itaipu: Aporte de R$ 7 mi para obras e projetos no Paraná

A Itaipu Binacional destinou recursos para obras de infraestrutura e projetos socioambientais no município de Colombo (PR) como parte do Programa Itaipu Mais Que Energia. A entidade investiu cerca de R$ 7 milhões e o município entrou com mais R$ 1,3 milhões para serem aplicados em melhorias na qualidade de vida da população. O convênio prevê a compra de um biodigestor para resíduos orgânicos, trabalhos de recuperação e proteção de nascentes e construção de estradas. O objetivo é contribuir nas políticas ambientais e sociais que têm reflexos também na preservação da qualidade do reservatória e da vida útil de Itaipu. Assim, reforça a Binacional, a iniciativa trará benefícios tanto na defesa do meio ambiente quanto para o bem-estar da população. (CanalEnergia - 20.02.2024)
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Receita líquida da Isa Cteep aumenta 14% em 2023, para R$ 6,2 bi

A Isa Cteep reportou um lucro líquido de R$ 1,02 bilhão no quarto trimestre de 2023, um aumento de 88,3% em relação ao mesmo período de 2022. No acumulado do ano, a empresa lucrou R$ 2,8 bilhões, um aumento de 25,6% em relação a 2022. A receita líquida da empresa foi de R$ 6,2 bilhões em 2023, um aumento de 14% em relação ao ano anterior. A empresa também destacou a entrada em operação integral da Interligação Elétrica Itaúnas, o pagamento de R$ 1,4 bilhão em juros sobre o capital próprio aos acionistas e o resgate antecipado de notas promissórias. Além disso, a empresa ganhou três novas concessões em leilões da Aneel, com um investimento total previsto de R$ 5,6 bilhões. A empresa tem cerca de R$ 15 bilhões em investimentos a serem realizados, principalmente nos anos de 2026 e 2027. (Valor Econômico - 20.02.2024)
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Cemig-D: Aprovação da emissão de R$ 2 bi em debêntures

A Cemig Distribuição aprovou, em 06 de fevereiro, a emissão de R$ 2 bilhões em debêntures sustentáveis. A operação será feita em papéis simples de espécie quirografária, em até duas séries, não conversíveis em ações e com valor nominal unitário de R$ 1 mil, compreendendo, então, a emissão de dois milhões de títulos. Os recursos obtidos com a primeira série serão destinados para a recomposição de caixa da empresa, enquanto os da segunda série serão utilizados no reembolso de gastos a um projeto de 2022. A oferta, por fim, será realizada sob a coordenação do Banco Votorantim, com liquidação em 06 de março e data limite para o anúncio do encerramento em 31 de agosto. (CanalEnergia - 14.02.2024)
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Enel SP multada em R$ 273,69 mi por falhas no fornecimento de energia

A Enel Distribuição São Paulo (Enel SP) enfrentou várias penalidades em fevereiro, totalizando R$ 273,69 milhões, devido a falhas no fornecimento de energia. As multas foram aplicadas pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A maior multa, de R$ 165,8 milhões, foi devido a um apagão em novembro do ano passado, que deixou os consumidores sem energia por até uma semana. Além disso, a Aneel confirmou uma multa de R$ 95,8 milhões devido ao histórico de falhas no fornecimento em 2021. A Enel SP contestou o valor da sanção, mas teve o recurso negado. (Valor Econômico - 21.02.2024)
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Copel: Plano de investimentos de R$ 252 mi para melhorias na rede

A Copel colocou em execução o plano de investimentos de R$ 252,5 milhões para fortalecer e modernizar a infraestrutura elétrica do Noroeste do Paraná. Do montante, R$ 53,6 milhões serão destinados a obras de alta tensão e R$ 198,8 milhões para a média e baixa tensão. Dentre as principais obras, destacam-se a construção das subestações Morangueira, em Maringá, Bandeira, em Campo Mourão, e Cinturão Verde, em Cianorte. Além disso, parte dos investimentos será orientado para o Paraná Trifásico, que receberá R$ 120,4 milhões para serem aplicados na expansão, automatização e reforço da rede elétrica rural. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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Eneva: Três novas declarações de comercialidade nas Bacias do Parnaíba e Amazonas

A Eneva apresentou à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Declaração de Comercialidade de três novas descobertas de acumulação na Bacia do Parnaíba e do Amazonas. Foi solicitado também que as acumulações recebam a alcunha de Gavião Vaqueiro, Tambaqui e Azulão Oeste. Gavião Vaqueiro tem a estimava de gas-in-place (VGIP) variando em em 1,5 Bm3 (P90), 2,2 Bm3 (P50) e 3,3 Bm3 (P10). A projeção para o Campo de Tambaqui varia em 1,6 Bm3 (P90), 3,6 Bm3 (P50) e 5,7 Bm3 (P10). Já a estimativa para Azulão Oeste varia em 1,4 Bm3 (P90), 2,3 Bm3 (P50) e 6,1 Bm3 (P10). Uma vez declaradas comerciais, a companhia terá até 180 dias para apresentar à Agência os planos de desenvolvimento dos campos. (CanalEnergia - 15.02.2024)
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Renova publica edital de venda de ativos no RN

A Renova Energia publicou o edital de leilão da Unidade Produtiva Isolada (UPI) Cordilheira dos Ventos – Remanescente. A planta é formada pelos ativos do potencial eólico desenvolvido em 73 terrenos arrendados nos municípios de Cerro Corá, Lajes e São Tomé, no Rio Grande do Norte. Em comunicado, a empresa destaca que esta ação está em observância ao Plano de Recuperação Judicial do grupo. O interesse pelo lote poderá ser manifestado até 21 de fevereiro, as propostas poderão ser apresentadas até 06 de março e audiência para a abertura das propostas está agendada para 13 de março. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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Prime Energy: Conformação do grupo buscando eficiência

A Prime Energy anunciou a formação do grupo Prime Energy, resultante da união das empresas Exata Energia, Ativa Energia e Arion. A integração marca o início da jornada da empresa como portfolio company da Shell, que adquiriu a companhia e suas operações no fim de 2023. Segundo comunicado, a iniciativa otimizará as atividades a partir da consolidação das expertises das integrantes na gestão de temas como o custo da energia, eficiência, geração distribuída e mercado livre. A promessa, por fim, é entregar uma experiência mais eficiente aos clientes. (CanalEnergia - 19.02.2024)
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Grupo Nordex: Resultados preliminares de 2023

O Grupo Nordex divulgou dados preliminares sobre seus resultados de 2023. As vendas consolidadas cresceram € 800 milhões no ano chegaram a € 6,5 bilhões. Já o ebtida ficou em € 2 milhões, revertendo o resultado negativo de 2022. Além disso, a companhia terminou fechou o ano com pedidos de 7,4 GW e perspectiva promissora. Em relação aos investimentos, entretanto, o valor ficou abaixo da previsão de € 200 milhões, sendo registrados € 131 milhões em 2023. (CanalEnergia - 14.02.2024)
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Hitachi Energy: Novo presidente de operações no Brasil

A Hitachi Energy anunciou Glauco Freitas como o novo presidente das operações no Brasil. Ele substituirá José Paiva, que deixa o cargo por aposentadoria. Freitas é engenheiro elétrico pela Universidade Federal de Itajubá (Unifei) e possui 30 anos de experiência no setor de energia. Ele reingressou na Hitachi Energy em 2017 e ocupava o posto de vice-presidente de marketing e vendas no Brasil. (CanalEnergia - 14.02.2024)
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Grupo Prysmian: Novos CEOs no Brasil e América Latina

O Grupo Prysmian comunicou a troca no comando executivo das operações no Brasil e na América Latina a partir do segundo trimestre de 2024. Raul Gil Boronat, CEO Brasil desde 2020, assumirá como CEO América Latina enquanto Emerson Tonon, VP de Operações do Grupo Prysmian na América Latina, será o novo CEO Brasil. Boronat está na Prysmian desde 1996 e, no novo posto, passará a supervisionar a operação da multinacional que conta com 13 fábricas e cerca de 4 mil funcionários distribuídos em sete países da AL, incluindo o Brasil. Já Tonon, no grupo desde 2015, conciliará o exercício de seu cargo atual com as atribuições do novo posto em um período de transição. (CanalEnergia - 19.02.2024)
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Sonepar: Novas presidências para as Américas

A Sonepar anunciou mudanças em sua estrutura organizacional. Seguindo a aposentadoria de Hervé Salmon, Yannick Laporte assume a presidência da Sonepar América do Sul. Além disso, com a saída do presidente das regiões da Europa Ocidental e América do Sul, Patrick Salvadori – também por aposentadoria -, Rob Taylor ocupará o cargo de presidente da Sonepar Américas. Essa mudança estratégica reflete não apenas uma sucessão planejada, mas também é uma abordagem para fortalecer ainda mais a presença da companhia no continente americano. O grupo enfatiza, ainda, que a nova composição executiva contribuirá para impulsionar a Sonepar em direção a novas oportunidades de crescimento e expansão. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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Isa Cteep: Nova diretoria de Auditoria, Riscos e Compliance

A Isa Cteep anunciou a chegada de Bruna Victorelli na diretoria de Auditoria, Riscos e Compliance da empresa. Ela substitui Hugo Nicolas Genoni, que assumiu a vice-presidência de Riscos e Compliance da controladora ISA. Victorelli acumula experiência no setor elétrico, consultoria de auditoria e gestão de riscos corporativos. Na companhia, ela assumirá o desafio de contribuir com a estratégia da empresa aplicando sua expertise na avaliação de riscos, gestão de riscos estratégicos e operacionais e programa de compliance. (CanalEnergia - 09.02.2024)
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Engie: Processo seletivo para vagas exclusivas para PCDs

A Engie Brasil Energia abriu inscrições para a segunda edição do programa #geraInclusão, centrado na capacitação de pessoas com deficiência. Serão oferecidas 18 vagas para atuação em áreas como administração, compras e tecnologia da Engie em diversas regiões do país. As vagas são para nível de assistente e a contratação inicial tem duração de 15 meses no regime CLT. Podem participar do processo seletivo pessoas com deficiência acima de 18 anos, recém-formadas ou estudantes, de ensino médio ou superior. As inscrições podem ser realizadas até 22 de fevereiro. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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Siemens: Escassez de transformadores comandou abertura de fábrica nos EUA

A Siemens Energy, diante da escassez de transformadores de energia nos Estados Unidos, anunciou investimentos de US$ 150 milhões para expandir as suas operações na Carolina do Norte. Atualmente, apenas 20% da demanda por grandes transformadores nos EUA é atendida. A disponibilidade desses equipamentos é essencial para o avanço dos esforços de descarbonização, visto que cumprem funções de conexão, conversão e estabilização na rede de energia. O principal gargalo na cadeia desse produto, entretanto, está nos longos prazos de entrega. Estudos preveem que 25% dos projetos globais de energia renovável estão em risco devido a longos prazos de entrega para os transformadores. Para aumentar a produção, além do aporte da companhia, a iniciativa também contará com o apoio do governo estadual por meio de uma concessão de Investimento para Desenvolvimento de Empregos. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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Leilões

Leilão de transmissão: Investimento em 14 estados e 34,5 mil empregos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou a publicação do edital do primeiro leilão de novas linhas e subestações de transmissão de energia de 2024, com previsão de investimento de R$ 18,2 bilhões em 15 lotes de empreendimentos. Os projetos impactarão 14 estados, gerando 34,5 mil empregos e adicionando 9.200 MVA de capacidade de transformação. A assinatura dos contratos de concessão pelos vencedores ocorrerá no dia 28 de junho, após a homologação do resultado do leilão, marcado para 28 de março. As novas redes de alta tensão servirão para escoar energia renovável de novos projetos de geração no Nordeste. (Valor Econômico - 20.02.2024)
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Leilão oferecerá 5 lotes com investimento de R$ 4,06 bi e geração de 10,8 mil empregos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a abertura de consulta pública para o segundo leilão de transmissão de energia de 2024, previsto para 27 de setembro. O leilão oferecerá cinco lotes de projetos, totalizando um investimento de R$ 4,06 bilhões e potencialmente gerando 10,8 mil empregos em sete estados. O maior lote, com um investimento de cerca de R$ 3 bilhões, visa reforçar o intercâmbio de energia entre Paraná e Santa Catarina. Este leilão, diferentemente do primeiro de 2024, foca no reforço das redes existentes para garantir mais capacidade e confiabilidade à operação. (Valor Econômico - 20.02.2024)
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Leilões de transmissão: R$ 18,2 bi para escoar energia renovável do Nordeste

O governo planeja contratar novas linhas de transmissão em 2024, com investimentos totalizando R$ 22,26 bilhões. O primeiro leilão, marcado para 28 de março, tem projetos orçados em R$ 18,2 bilhões e visa escoar a crescente oferta de energia renovável do Nordeste para outras regiões. O segundo leilão, previsto para 27 de setembro, com investimento de R$ 4,06 bilhões, foca no reforço das redes existentes. Se todos os projetos dos dois leilões forem contratados, espera-se a geração de mais de 45 mil empregos em diversos estados. (Valor Econômico - 21.02.2024)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

PLD segue no piso para março, aponta CCEE

Durante o Encontro PLD conduzido pela CCEE em 15 de fevereiro, foi mantida a projeção média do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) em R$ 61,08/MWh para todos os submercados na segunda quinzena de fevereiro, com alterações previstas a partir de junho em cenários mais críticos. A estimativa, baseada em análises utilizando redes neurais artificiais e transformação logarítmica, apresentou variações na Energia Natural Afluente, indicando um aumento de 74% para 85% da Média de Longo Termo (MLT) em março no Sistema Interligado Nacional, com diferentes valores nos submercados. Os encargos de serviços do sistema estão projetados como nulos para o mês, com um custo de descolamento de R$ 1 milhão em relação ao ano anterior, e o Mecanismo de Realocação de Energia sinaliza 87% para fevereiro, com um GSF previsto de 85,4% para o ano. (CanalEnergia - 15.02.2024)
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Aumento da oferta de geração em 2024 será de 10,1 GW, prevê Aneel

Depois de um 2023 surpreendente, com o maior crescimento anual da matriz elétrica desde o início das medições pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a previsão é de um 2024 também de grandes proporções.  A Aneel estima a ampliação da matriz elétrica brasileira em 10.106 megawatts (MW) este ano. Se alcançado, este será o segundo maior avanço anual já verificado pela Agência desde sua criação em 1997 – atrás apenas do crescimento de 10.324,2 MW no ano passado. Em janeiro, o incremento verificado foi de 621,56 MW, sendo 422,20 MW provenientes de fonte eólica, 198,12 MW de centrais fotovoltaicas e 1,24 MW de pequenas centrais hidrelétricas. (Aneel – 20.02.2024) 
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Região Norte cresce 0,4 p.p e opera com 64,6% da capacidade

A Região Norte apresentou crescimento de 0,4 ponto percentual, no último domingo, 18 de fevereiro, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O subsistema está operando com 64,6% da capacidade. A energia armazenada mostra 9.889 MW mês e a ENA aparece com 16.552 MW med, o mesmo que 65% da MLT. O subsistema do Nordeste aumentou 0,4 p.p e opera com 60,7% da sua capacidade. A energia armazenada indica 31.382 MW mês e a energia natural afluente computa 8.833 MW med, correspondendo a 58% da MLT. A região Sudeste e Centro-Oeste teve elevação de 0,1 p.p e está com 62,4%. A energia armazenada mostra 127.734 MW mês e a ENA aparece com 40.353 MW med, o mesmo que 52% da MLT. A Região Sul subiu 0,1 p.p e está operando com 72% da capacidade. (CanalEnergia - 19.02.2024) 
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Renováveis iniciam operação de 43,04 MW

A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou para operação comercial, a partir de 17 de fevereiro, as UG1 a UG176, da UFV Mendubim X, com 29,92 MW de capacidade instalada; a UG1, da UFV Coletek, com 0,72 MW; e as UG5 e UG7, da EOL Santo Agostinho 5, com 12,4 MW. No total, foram liberados 43,04 MW de capacidade instalada. Para operação em teste, a Aneel liberou a UG10 a UG13, da EOL Anemus Wind 3, com 16,8 MW de capacidade instalada. (CanalEnergia - 19.02.2024) 
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Mobilidade Elétrica

ArcelorMittal: Teste de eletrificados para transporte carga pesada

A ArcelorMittal realizou um teste de transporte de bobinas com um caminhão 100% elétrico em rotas de curta e média distância. Para o experimento, foi utilizado um caminhão a diesel convertido para elétrico. A opção foi escolhida porque o Brasil ainda não conta com o desenvolvimento de veículos elétricos pesados que atendam a dimensão de peso da carga operada pela siderúrgica. Segundo a companhia, os resultados indicam para a mesmas condições de dirigibilidade, segurança e facilidade de operação que ofereciam os veículos tradicionais. Além disso, o teste foi apontado como um desdobramento da estratégia de descarbonização da ArcelorMittal, que já conta com a otimização de caminhões e meios de transporte alternativos. Nesse roteiro, o próximo passo consiste em avaliar alternativas e rotas para ter início a substituição mais ampla do diesel pela eletricidade. (CanalEnergia - 15.02.2024)
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Raízen/Mussa: Eletromobilidade não vai frear a demanda por etanol

O diretor-presidente da Raízen, Ricardo Mussa, declarou que, mesmo com a tendência à eletrificação de frotas de veículos, a demanda por etanol permanecerá aquecida no longo prazo. Parte da explicação, segundo ele, vem de que, no mercado brasileiro, diferente de outros países, as opções para a introdução de veículos elétricos são mais diversas, mas o mais provável é que aconteça principalmente por meio de automóveis híbridos – que funcionam tanto com combustíveis tradicionais quanto com eletricidade. Além disso, ele destacou que há também uma demanda crescente por etanol para finalidades além do setor automotivo, como o setor da aviação, que almeja reduzir suas emissões, mas que não será eletrificado no curto prazo. “Temos que ficar preocupados é se temos etanol suficiente [para atender essa demanda]”, concluiu o executivo. (Broadcast Energia – 19.02.2024)
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Vendas de híbridos disparam 30% em 2023, superando elétricos em 14 países

Em 2023, os automóveis híbridos tiveram um aumento de vendas mais forte do que os veículos elétricos nos principais mercados, com um crescimento de 30% em 14 países. A confiabilidade questionável dos veículos elétricos, os altos custos e a falta de conveniência são algumas das razões para essa tendência. Além disso, o fim dos subsídios em alguns países também afetou as vendas de veículos elétricos. As montadoras estão se adaptando a essa mudança, com a Ford reformulando seus planos de investimento e a Toyota, Honda e Nissan aumentando suas ofertas de híbridos. Apesar disso, espera-se que a demanda por veículos elétricos cresça a médio e longo prazo.(Valor Econômico - 20.02.2024)
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Energias Renováveis

Petrobras: Temos capacidade para aumentar a oferta de energia solar em 100 vezes

Durante o seminário "Energia limpa: A transição energética no Brasil", o diretor de Sustentabilidade da Petrobras, Mauricio Tolmasquim, destacou o potencial do Brasil para expandir sua capacidade de energia solar em até 100 vezes, considerando a capacidade instalada atual de 30 gigawatts (GW). Ele também apontou que a capacidade de energia eólica poderia ser aumentada em 25 vezes, especialmente em terra (onshore), e destacou o potencial significativo em alto-mar (offshore). Tolmasquim enfatizou a qualidade dos recursos brasileiros, indicando que um aerogerador instalado no país pode gerar o dobro de energia em comparação com a Europa, devido ao alto fator de capacidade. (Broadcast Energia – 19.02.2024)
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Solar atinge 39 GW e 17% da matriz elétrica nacional

O Brasil alcançou mais de 39 GW de potência instalada proveniente da fonte fotovoltaica desde 2012, incluindo tanto usinas de grande porte quanto sistemas de geração própria em telhados, fachadas e pequenos terrenos. Esse total equivale a 17% da capacidade operacional da matriz energética do país, com 2 GW adicionados somente nos primeiros 51 dias de 2024. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), esse crescimento resultou em mais de R$ 189,3 bilhões em investimentos, R$ 51,6 bilhões em arrecadação fiscal e cerca de 1,1 milhão de empregos gerados até o momento. Além disso, a energia solar contribuiu significativamente para a redução de emissões de CO2, evitando a emissão de 47,7 milhões de toneladas na produção de eletricidade. Na geração distribuída, a capacidade atingiu 26,8 GW, representando aproximadamente R$ 134,9 bilhões em investimentos, com mais de 805,2 mil empregos gerados. Enquanto isso, na geração centralizada, as usinas solares de grande porte contribuíram com cerca de 12,2 GW, resultando em R$ 54,3 bilhões em investimentos, mais de 366,6 mil empregos e arrecadação fiscal superior a R$ 18,2 bilhões. (CanalEnergia - 20.02.2024)
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Grandes usinas solares atingem 12 GW, aponta Absolar

Um mapeamento realizado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) revelou que o Brasil ultrapassou a marca de 12 gigawatts (GW) de potência operacional nas grandes usinas solares. Desde 2012, esse segmento atraiu mais de R$ 54,3 bilhões em investimentos, gerou mais de 365,2 mil empregos verdes e proporcionou aproximadamente R$ 19 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. Atualmente, as usinas solares de grande porte estão presentes em todos os estados do país, com destaque para o Nordeste, que lidera em termos de potência instalada, seguido pelo Sudeste. A Absolar destaca que essa expansão da energia solar é crucial para fortalecer a economia brasileira e impulsionar a transição energética, contribuindo para a descarbonização das economias globais. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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Preço da solar cai 31% em um ano no Brasil, aponta Solfácil

O preço médio da energia solar no Brasil registrou uma queda significativa de 31% no último ano, de acordo com o indicador Radar da Solfácil, passando de R$ 4,22 por Wp no último trimestre de 2022 para R$ 2,91 por Wp no último trimestre de 2023. Essa redução foi impulsionada pela queda nos preços dos equipamentos, no valor do dólar e nos custos de importação de fretes. A região Centro-Oeste apresenta o preço médio mais baixo do país, com R$ 2,77/Wp, representando uma queda de 32% em relação a 2022. Todos os estados brasileiros registraram uma diminuição no preço médio da energia solar, com as maiores reduções ocorrendo em Sergipe (39%), Alagoas (35%), Paraíba (33%), Rio Grande do Norte (32%) e Maranhão (32%). (CanalEnergia - 15.02.2024)
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Complexo solar de R$ 355 mi inicia operação no PE

O Complexo Solar São Pedro e Paulo, operacional desde janeiro, é fruto de um investimento conjunto da Elétron Energy e Kroma Energia, totalizando R$ 355 milhões. Com uma capacidade de 101 MWp, abrange 17 municípios do Sertão do Pajeú, gerando 18.000 MWh por mês por meio de 153.816 painéis instalados, em uma área equivalente a 170 campos de futebol. Durante a construção, que durou cerca de um ano, foram criados 748 empregos diretos, beneficiando principalmente a população local e municípios vizinhos como Flores, Serra Talhada e Triunfo. Mais de 400 desses empregos foram preenchidos por moradores locais, contribuindo para a qualificação da mão-de-obra regional. Com a conclusão do projeto, o parque emprega atualmente 40 colaboradores diretos, metade dos quais são especializados em áreas técnicas como engenharia elétrica, eletrotécnica, enquanto a outra metade está envolvida em funções gerais de eletricista e serviços gerais. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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Casa dos Ventos aprovará 1 GW em projetos solares em 2024

A Casa dos Ventos planeja aprovar em 2024 seus primeiros projetos solares, que devem somar cerca de 1 GW de capacidade instalada. Esses projetos fazem parte de um investimento de R$ 12 bilhões até o fim de 2026 para expandir os negócios da empresa. Cerca de 500 MW de energia solar serão viabilizados em parques eólicos já existentes, com outros 500 MW planejados para um grande projeto solar. A empresa também está estudando a criação de um parque solar de grande porte nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, com previsão de operação até o final de 2025. A expectativa é que a carteira total de projetos nas fontes eólica e solar alcance 4,2 GW até 2026. (Valor Econômico - 20.02.2024)
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Casa dos Ventos anuncia investimento de R$ 12 bi em energia renovável

A Casa dos Ventos planeja investir mais de R$ 12 bilhões até o fim de 2026 para expandir seus negócios em energia renovável, com um portfólio atual de 3,1 GW em operação e construção. A meta é alcançar 3,1 GW de capacidade instalada até 2025 e aprovar os primeiros projetos solares em 2024, expandindo o portfólio de geração solar e eólica para 4,2 GW até 2026. O financiamento virá de capital próprio e de longo prazo via BNDES, BNB e mercado de capitais. A parceria com a TotalEnergies, que comprou cerca de um terço da elétrica brasileira, reduziu o custo de capital e trouxe acesso a clientes globais. A empresa também tem planos para o segmento de hidrogênio verde e derivados, com foco no setor siderúrgico e de fertilizantes. (Valor Econômico - 21.02.2024)
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EDP investe R$ 500 mil em usina solar que beneficiará 200 famílias em favela de SP

A Favela dos Sonhos, em Ferraz de Vasconcelos (SP), verá um benefício significativo com a instalação de uma usina solar social pela EDP, através do Instituto EDP. Com um investimento de mais de R$ 500 mil, o projeto proporcionará energia renovável aos moradores, reduzindo seus gastos com eletricidade. Com capacidade instalada de 75 kW, a energia gerada será distribuída na forma de créditos na conta de luz até 2026, resultando em um desconto médio de 50 kWh/mês por família, cerca de R$ 35, acumulativo com outros benefícios como a Tarifa Social de Energia Elétrica. A iluminação pública sustentável também foi melhorada com a instalação de 30 postes de energia solar, em parceria com o Instituto EDP, Litro de Luz e Gerando Falcões, proporcionando uma melhoria significativa na segurança e qualidade de vida dos moradores. (CanalEnergia - 14.02.2024)
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Romanha Alimentos investe mais de R$ 3,8 mi em energia fotovoltaica

A Romanha Alimentos investiu mais de R$ 3,8 milhões em sustentabilidade e eficiência energética, aprovado pelo programa de eficiência energética da Copel e regulado pela Aneel. O projeto inclui a instalação de uma usina fotovoltaica, sistema de baterias e armazenamento de energia em sua fábrica em Pinhais, com previsão de gerar cerca de 705 MWh/ano de energia limpa. Nos últimos dois anos, a empresa viu um aumento na produção e uma redução notável no consumo de energia, visando em breve utilizar energia 100% solar em sua produção para reduzir significativamente as emissões de CO2. (CanalEnergia - 16.02.2024)
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Aché entra na autoprodução solar após acordo com Atiaia Renováveis

O Aché Laboratórios firmou um contrato com a Atiaia Renováveis para se tornar autoprodutor de energia elétrica a partir de fontes fotovoltaicas, como parte de sua estratégia para alcançar o abastecimento de 100% de eletricidade proveniente de fontes renováveis em suas unidades até janeiro de 2025. A energia será fornecida pela usina Maravilhas II, com 27,5 MW de capacidade instalada, localizada em Goiana (PE), com a transação sujeita à aprovação do Cade e ao cumprimento de condições precedentes. O acordo inclui certificados de energia renovável (I-RECs), destacando o compromisso da empresa com a sustentabilidade. O modelo de autoprodução é apontado como vantajoso pela Atiaia, que nos últimos dois anos registrou um crescimento de 60% em sua potência instalada, impulsionado pela diversificação de fontes de geração. (CanalEnergia - 19.02.2024)
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UFV Arinos 12 inicia teste de 131,28 MW

A Agência Nacional de Energia Elétrica concedeu autorização para operação em teste de várias unidades geradoras (UGs) de diferentes empreendimentos de energia renovável. Para a UFV Arinos 12, foram liberadas as UGs1 a UG218, totalizando 45,78 MW de capacidade instalada, enquanto para a EOL Ventos de Santa Luzia 3 e 5, foram autorizadas as UGs1 a UG10, com um total de 85,5 MW. No total, foram liberados 131,28 MW de capacidade instalada para teste. Além disso, para operação comercial, a Aneel autorizou as UGs1 a UG10 da EOL Ventos de Santa Luzia 1, com 45 MW de capacidade instalada. (CanalEnergia - 14.02.2024)
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UFV Boa Sorte inicia teste de 130,2 MW

A Agência Nacional de Energia Elétrica concedeu autorização para operação em teste, a partir de 9 de fevereiro, para as unidades geradoras de 1 a 14 da UFV Boa Sorte 4, 7 e 8, totalizando 130,2 MW de capacidade instalada. Além disso, para operação comercial, a Aneel liberou a unidade geradora 4 da EOL Santo Agostinho 18, com capacidade instalada de 6,2 MW. (CanalEnergia - 09.02.2024)
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EOL Santo Agostinho 6 recebe liberação para unidade geradora

A Agência Nacional de Energia Elétrica concedeu autorização para operação comercial à Unidade Geradora 1 (UG1) da EOL Santo Agostinho 6, com 6,2 MW de capacidade instalada, a partir de 20 de fevereiro. O projeto, pertencente à Eólica Santo Agostinho 6 S.A, está situado no município de Lajes, no estado do Rio Grande do Norte. (CanalEnergia - 20.02.2024)
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Petrobras: Investida em eólica offshore aguarda o marco regulatório

O diretor de Sustentabilidade da Petrobras, Mauricio Tolmasquim, afirmou que a petroleira só vai adentrar os negócios de energia eólica offshore depois que existir um marco regulatório. A declaração foi dada no seminário "Energia limpa: A transição energética no Brasil", realizado em São Paulo. Em reforço, o executivo lembrou que as áreas marítimas para essas instalações pertencem à União e, dessa maneira, somente com a concessão dessas localidades é que se pode construir os parques eólicos. "Não basta ter a Lei, é preciso ser organizado o leilão para a concessão das áreas e depois para a construção é necessário que o empreendimento seja viável e haja demanda. São condições necessárias", afirmou completou Tolmasquim. (Broadcast Energia – 19.02.2024)
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UHE Sinop conclui plano de revitalização e amplia segurança operacional

A Sinop Energia finalizou um plano de revitalização das estruturas da casa de força da Usina Hidrelétrica Sinop (MT – 401,88 MW), visando aumentar a segurança operacional do empreendimento. O plano, que teve início em fevereiro de 2023 e envolveu uma avaliação técnica multidisciplinar realizada durante 2022, contou com investimento total de cerca de R$ 2,5 milhões. As melhorias incluíram aprimoramentos no sistema de drenagem da casa de força, bem como no sistema de esgotamento das unidades geradoras, permitindo uma drenagem completa do circuito hidráulico das turbinas. Além disso, foram realizadas manutenções para corrigir desgastes nos equipamentos e melhorar a funcionalidade da lubrificação e do resfriamento interno, visando aumentar a confiabilidade operacional e a segurança dos sistemas. (CanalEnergia - 20.02.2024)
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Faro Energy: Operação recorde junto ao mercado de capitais para projetos de GD

A Faro Energy comunicou ter consagrado a maior operação de financiamento para projetos de geração distribuída (GD) já lançada junto ao mercado de capitais no Brasil. Foram captados R$ 320 milhões que serão investidos em 71 projetos em todas as regiões do Brasil. A transação foi estruturada por meio de um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), lastreado em créditos imobiliários, e obteve classificação AAA na escala nacional pela Fitch Ratings. Além disso, a operação teve coordenação do BTG Pactual e do Santander Brasil. Segundo a empresa, o movimento atraiu o interesse do mercado – além de tê-lo ‘educado’ - e registrou uma demanda quase duas vezes superior à oferta inicial. (CanalEnergia - 15.02.2024)
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Artigo de Jerson Kelman: "O papel das usinas reversíveis"

Em artigo publicado pelo Brasil Energia, Jerson Kelman (presidente do Grupo Light e interventor na Enersu) trata do desafio de aumentar a produção de energia das usinas despacháveis em cerca de 30 GW num intervalo de apenas 3 horas, especialmente ao entardecer quando a produção de eletricidade fotovoltaica cai abruptamente. Ele destaca a importância do robusto parque hidroelétrico brasileiro, que tem sido capaz de lidar com essas flutuações, apesar de não ter sido projetado para isso. Kelman também discute as restrições operativas impostas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) às hidroelétricas, que causam variações de vazão turbinada e podem levar a erosões e prejuízos para outros usuários rio abaixo. Ele sugere a necessidade de aperfeiçoar a modelagem para incluir explicitamente essas restrições e realizar uma avaliação integrada dos benefícios e custos de eventuais obras destinadas a atenuá-las. Além disso, Kelman aponta para o potencial das usinas reversíveis e das baterias como alternativas para lidar com as abruptas variações da carga líquida, embora reconheça que o Brasil pode não ter um papel de liderança no desenvolvimento tecnológico de baterias devido à complexidade da cadeia produtiva. Por fim, ele menciona a Consulta Pública nº 39/23 da Aneel, que busca endereçar os empecilhos à adoção de sistemas de armazenamento dentro da matriz de geração nacional. (GESEL-IE-UFRJ – 19.02.2024)
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Gás e Termelétricas

Greve do Ibama afeta licenciamento ambiental de projetos de energia e petróleo e gás

A paralisação das atividades do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) está afetando o licenciamento ambiental de projetos de energia e petróleo e gás, trazendo riscos financeiros e possíveis judicializações. A greve, que inclui servidores do ICMBio e do Serviço Florestal Brasileiro, impacta a emissão de licenças prévias, de instalação e de operação, essenciais para a execução e funcionamento de diversos empreendimentos. Um exemplo é a Petrobras, que aguarda a reconsideração do Ibama para a perfuração de um poço na Bacia da Foz do Rio Amazonas. Atrasos na concessão de licenças podem levar a penalidades pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e atrasar a geração de receita em projetos de petróleo e gás. (Valor Econômico - 21.02.2024)
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Greve do Ibama preocupa setores de óleo, gás e energia elétrica

Entidades dos setores de óleo, gás natural e energia elétrica expressaram preocupação com possíveis atrasos na concessão de licenças ambientais pelo Ibama devido à greve. O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) alertou que a paralisação pode postergar projetos de mais de 20 novas plataformas para produção de petróleo e gás, com investimentos previstos acima de R$ 100 bilhões até 2028. A Associação Brasileira da Empresas de Transmissão de Energia (Abrate) também expressou preocupação com o impacto nos leilões de transmissão de energia renovável. A interrupção do serviço de licenciamento ambiental pode afetar a qualidade e o preço do fornecimento de energia elétrica, segundo a Abrage. (Valor Econômico - 21.02.2024)
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Biblioteca Virtual

TEIXEIRA, Guilherme; SEIFERT, Fred. "O crédito sem carbono".

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KELMAN, Jerson. "O papel das usinas reversíveis".

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