IFE
24/11/2023

IFE Diário 5.849

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves, Maria Luísa Michilin, Paulo Giovane e Sofia Paoli

IFE
24/11/2023

IFE nº 5.849

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves, Maria Luísa Michilin, Paulo Giovane e Sofia Paoli

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IFE Diário 5.849

Regulação

GESEL participa de Painel de Referência do TCU

O GESEL foi convidado pelo TCU para participar do Painel de Referência sobre a Matriz de Planejamento da Auditoria Operacional do Planejamento da Expansão da Transmissão, no dia 16/11. Representaram o GESEL, no evento, os pesquisadores sêniores Nelson Hubner e Lillian Monteath. O painel também teve participação do MME, ANEEL, ONS e EPE, ABRATE, ABEÓLICA, ABSOLAR, ABRACE e da VoltRobotics. Mais uma vez, a presença do GESEL, referenciado na categoria "academia", confirma a interação e parceria com o TCU, contribuindo para o aprimoramento da política pública do SEB. As contribuições do GESEL, já enviadas formalmente, contaram com a colaboração do pesquisador associado Prof. Sidnei Martini (USP). (GESEL-IE-UFRJ – 24.11.2023)
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GESEL na mídia: Nivalde de Castro no podcast Jabuticaba sem Caroço

O Coordenador do GESEL, Professor Nivalde de Castro, foi entrevistado pelo podcast Jabuticaba sem Caroço, produzido pela agência de notícias Sputnik Brasil. Os jornalistas Thaiana de Oliveira e Maurício Bastos fizeram perguntas sobre o recente apagão na cidade de São Paulo. Ouça o podcast na íntegra aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 24.11.2023)
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Prorrogação de subsídios a energia renovável pode aumentar conta de luz em R$ 6 bi

Uma Medida Provisória (MP) do governo federal que visa prorrogar os subsídios para energias renováveis pode resultar em um acréscimo de cerca de R$ 6 bilhões na tarifa de energia, de acordo com estimativas da Abrace, associação que representa os grandes consumidores de energia. A MP pretende estender o benefício para fontes incentivadas, como energia solar, eólica, biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), por 36 meses. A medida gerou preocupação no setor elétrico, que teme um impacto direto no consumidor de energia. Organizações como o Instituto Acende Brasil, a Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), o União pela Energia, e o ex-diretor da Aneel, Edvaldo Santana, manifestaram-se contra a MP, uma vez que 40% dos custos da energia são impostos, perdas e encargos, incluindo os subsídios. Em 2023, a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo setorial criado para financiar políticas públicas pagas pelos consumidores via tarifa de energia, custará R$ 35 bilhões aos brasileiros.(Valor Econômico - 22.11.2023)
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Setor elétrico se une para combater alta carga de subsídios a energia renovável

Rumores indicam que o governo planeja enviar uma medida provisória (MP) ao Congresso para estender o prazo de subsídios oferecidos a projetos de geração de energia renovável. Apesar da oposição do setor elétrico, que argumenta que os subsídios aumentam as contas de luz, o ministro Alexandre Silveira expressou apoio à medida. Em 2021, o estímulo foi estendido por 12 meses para novos pedidos de outorga de projetos, resultando em uma enxurrada de pedidos na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Se a MP for confirmada, espera-se uma reação semelhante. Os consumidores brasileiros pagaram R$ 8,7 bilhões em subsídios às fontes incentivadas na tarifa entre janeiro e novembro deste ano. A Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia (Abrace) estima que a MP gerará um impacto de R$ 6 bilhões por ano na CDE, o fundo que reúne os encargos repassados para a conta de luz, a partir de 2029. (Valor Econômico - 23.11.2023)
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CP para prorrogação dos prazos de revisão cadastral de unidades consumidoras rurais

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a Consulta Pública nº 042/2023, que trata da proposta de prorrogação dos prazos de revisão cadastral das unidades consumidoras da classe rural, beneficiadas com tarifas especiais para irrigação e aquicultura, conforme estabelecido no art. 665 da Resolução Normativa (REN) nº 1.000/2021. O artigo em questão definiu o procedimento de revisão cadastral para essas unidades desde 2021, com a revisão ocorrendo a cada três anos após o primeiro ciclo, que se encerra em dezembro de 2023. A proposta inclui medidas como permitir a autodeclaração do consumidor para o segundo ciclo de revisão, possibilitar a autodeclaração para consumidores que perderam o benefício tarifário nos dois ciclos sem direito a refaturamento, e republicar o modelo de autodeclaração da REN nº 901/2020. (Aneel - 22.11.2023)
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Aneel recebe Selo Ouro de Boas Práticas Regulatórias

Nesta quarta-feira (22/11), durante o Encontro de Reguladores realizado na sede da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foi agraciada com o Selo Ouro de Boas Práticas Regulatórias pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin. A diretora Agnes da Costa recebeu o prêmio, que reconhece e incentiva a implementação de normas alinhadas às melhores práticas nacionais e internacionais. A Aneel foi distinguida por três Resoluções Normativas: REN nº 954/2021, REN nº 1.020/2022 e REN nº 1.045/2022. O evento contou com a presença do ministro Vinícius Carvalho (CGU), a chefe de gabinete da Aneel, Elvira Justino, a secretária de Competitividade e Política Regulatória do MDIC, Andrea Macera, a diretora executiva da ENAP, Natália Mota, e representantes da Fiesp e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). (Aneel - 22.11.2023)
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Governador do Rio discute com Aneel, Enel e Light consequências do temporal

O governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, está em diálogo com a Aneel, Enel Rio e Light sobre as consequências do temporal e da onda de calor recentes na rede elétrica das distribuidoras. Uma explosão em uma subestação de Furnas devido ao calor excessivo e chuvas fortes que interromperam a rede da Enel foram citadas como causas para a falta de energia. O governo estadual disponibilizou recursos de segurança pública e do Corpo de Bombeiros para auxiliar na recuperação das redes e no restabelecimento da energia nas áreas afetadas. Segundo dados recentes da Enel Rio, 81% dos clientes afetados pelo temporal já tiveram a energia restaurada. (Valor Econômico - 22.11.2023)
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Transição Energética

Vale, Petrobras e BNDES se unem para impulsionar transição energética no Brasil

A transição energética tem sido o foco das relações entre a Vale, a Petrobras e o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A parceria entre as empresas, mediada pelo BNDES, visa impulsionar o Brasil na corrida global pela transição energética, com foco em áreas como hidrogênio verde e eólica offshore. Apesar dos desafios regulatórios, os presidentes da Vale e da Petrobras veem a parceria como fundamental para tornar o Brasil mais competitivo nesse campo. As empresas assinaram um memorando de entendimento para trabalhar em projetos de baixo carbono, incluindo o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis e tecnologias de captura e armazenamento de carbono. O BNDES também está trabalhando em uma nova parceria com a Vale para um programa especial de minerais críticos. Especialistas e executivos concordam que é necessário acelerar a regulação dos produtos de baixa emissão de gases de efeito estufa. (Valor Econômico - 23.11.2023)
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Amazônia e outros biomas são cruciais para combate às mudanças climáticas

Ilan Goldfajn, presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), afirmou que as taxas de juros próximas a zero ou negativas, comuns em economias de mercados desenvolvidos nas últimas três décadas, não devem retornar, embora ele preveja uma queda em relação aos níveis atuais. Ele destacou que os governos precisarão ser mais seletivos na alocação de recursos devido ao aumento dos juros. Goldfajn ressaltou que a América Latina e o Brasil, em particular, representam uma oportunidade de investimento, pois podem contribuir para a solução de problemas globais, como o aquecimento global, a segurança alimentar e a transição energética. Ele enfatizou o papel crucial da Amazônia e outros biomas latino-americanos no combate às mudanças climáticas, o potencial do Brasil como fornecedor global de alimentos e a posição privilegiada do país na transição energética devido à sua matriz energética limpa e abundância de fontes renováveis. (Valor Econômico - 23.11.2023)
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Demanda por energia deve crescer 70% no Sul Global, diz estudo

A transição energética começou, mas não está progredindo em um ritmo suficiente para superar os desafios no médio e longo prazo, inclusive registrando um novo aumento nas emissões de CO2 relacionadas com a energia. A avaliação é do último relatório anual sobre cenários para sistemas energéticos da TotalEnergies sobre o período 2000-2021, no qual a percentagem de combustíveis fósseis sobre energia ainda ronda os 80%. A análise é de que o investimento em energias hipocarbónicas ainda é insuficiente para satisfazer as demandas necessárias a partir do crescimento da população mundial. O TotalEnergies Outlook 2023 distingue três zonas geográficas: os países Net Zero 50 – os quarenta países (principalmente da OCDE) que se comprometeram a alcançar a neutralidade líquida de carbono até 2050 -; China; e Sul Global, o resto do mundo. (CanalEnergia - 23.11.2023) 
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ESG: BNP Paribas lança financiamento sustentável para bancos de microcrédito

O BNP Paribas, em parceria com o JuST Institute, lançou seu primeiro financiamento sustentável para bancos de microcrédito, incluindo o Banco da Família no Brasil, o L’Adie na França e o Banco Permicro na Itália. O Banco da Família receberá R$ 6 milhões através do novo instrumento de crédito ESG, com foco em projetos de energia renovável, acesso à água, gestão de riscos e oportunidades relacionadas à biodiversidade, e concessões agrícolas com indicadores de clima e biodiversidade. A iniciativa visa fortalecer o compromisso do banco com a agenda ESG, reconhecendo que as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade afetam especialmente os lares de menor renda, microempresas e pequenos negócios. (Valor Econômico - 23.11.2023)
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Sterlite Power Brasil: Certificação de neutralidade de carbono

A Sterlite Power Brasil recebeu o selo ‘Carbon Free’ após compensar 13,5 mil toneladas de carbono equivalente (tCO2) de três empreendimentos e da sede em São Paulo. A certificação foi concedida pela Carbon Free Brasil, especialista em desenvolver inventários de gases de efeito estufa (GEEs) e gerir emissões conforme normas internacionais. Segundo a Sterlite, sua iniciativa de descarbonização se fez em três etapas: definição de estratégias de neutralização, elaboração de um inventário de emissões e aquisição de créditos de carbono. Além disso, o procedimento foi feito integralmente nos escopos 1 e 2 – atividades diretas – e parcialmente no escopo 3 – atividades indiretas - do Programa Brasileiro GHG Protocol. (CanalEnergia - 23.11.2023)
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Empresas

Eletrobras: Aquisição de 100% da UHE Retiro Baixo

A Eletrobras adquiriu a participação da Cemig e da Orteng na hidrelétrica Retiro Baixo Energética. Com a conclusão da operação, a companhia, que tinha 49% do ativo por meio da subsidiária Eletrobras Furnas, passa a deter 100% de participação. A usina é localizada no baixo curso do rio Paraopeba (MG), tem potência instalada de 82 MW e a transação totalizou R$ 223,4 milhões. Para a Cemig, essa alienação está alinhada ao Planejamento Estratégico da companhia, que prevê o desinvestimento de participações minoritárias do grupo. A usina é localizada no baixo curso do rio Paraopeba (MG), tem potência instalada de 82 MW e a transação totalizou R$ 223,4 milhões. (CanalEnergia - 23.11.2023)
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Lançamento colaborativo do Projeto do programa “Itaipu Mais que Energia”

A Itaipu Binacional, em parceria com a Prefeitura de Foz do Iguaçu (PR), o Instituto de Habitação (Fozhabita) e a Fundação Parque Tecnológico Itaipu-Brasil (PTI-BR), lançou o Projeto Moradias. A iniciativa colaborativa integra o programa Itaipu Mais que Energia e objetiva beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social que vivem em uma área de risco em Vila Brás, próximo do Rio Poty. As casas serão construídas em terrenos doados pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU) à Prefeitura de Foz do Iguaçu, com uma área que totaliza 30 mil metros quadrados. O investimento inicial para o projeto é de R$ 76,3 milhões, dos quais R$ 61 milhão são aporte da Itaipu, e a previsão é que 254 sejam construídas para entrega até julho de 2024. (CanalEnergia - 23.11.2023)
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Enel Brasil: Nicola Cotugno deixa presidência

Nicola Cotugno deixou a presidência da Enel Brasil após cinco anos. Para assumir a posição, Antonio Scala, executivo com uma história de 18 anos na Enel, foi indicado. Para amparar o processo de substituição e as recentes contingências, a saída Cotugno foi prorrogada e ficou definida para 22 de novembro. Ainda, até que as etapas administrativas para a nomeação de Scala sejam concluídas, presidente do conselho de administração, Guilherme Gomes Lencastre, assumirá a diretoria de forma interina. (CanalEnergia - 23.11.2023)
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Proposta de federalização de empresas de MG é vista como alternativa ao RRF

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, expressou otimismo sobre a federalização de empresas estaduais para quitar a dívida pública com a União “Tem todas as condições. Estamos bastante otimistas”, disse Zema. Uma proposta apresentada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. A ideia, que foi formalmente proposta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é vista como uma alternativa ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Paralelamente, o Estado planeja solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF), em conjunto com a União, uma prorrogação do prazo para aderir ao atual modelo do RRF, que termina em 20 de dezembro. Dessa forma, o governo ganharia tempo para decidir entre a proposta de Pacheco ou o modelo atual do RRF. (Valor Econômico - 23.11.2023)
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Ações de Cemig e Copasa caem após proposta de federalização

As ações da Cemig e da Copasa sofreram uma forte queda na B3 no dia 22 de novembro, após o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, expressar concordância com a proposta do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, de federalizar empresas do estado para pagar a dívida pública à União. A Cemig PN liderou as baixas do Ibovespa com uma perda de 9,71%, enquanto as ações da Copasa caíram 2,8%. A proposta, apresentada a Luiz Inácio Lula da Silva, envolveria o governo federal recebendo participações acionárias em estatais mineiras com uma cláusula de recompra pelo Estado de MG em até 20 anos. (Valor Econômico - 22.11.2023)
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Bancos e corretoras criticam possível federalização de Cemig e Copasa

Bancos e corretoras criticaram a possível transferência de controle das estatais mineiras Cemig e Copasa para o governo federal, questionando o valor a ser pago pelas empresas. A XP Investimentos e o Itaú BBA consideraram a operação negativa para as empresas e seus acionistas, citando experiências passadas de federalização e possíveis mudanças nas gestões. O Banco Safra destacou as dificuldades que o processo pode enfrentar até sua concretização, enquanto o BTG Pactual questionou o método de avaliação que será usado no processo. A participação do Estado foi considerada pequena diante do tamanho da dívida, com o valor de mercado da Cemig e da Copasa totalizando R$ 8,2 bilhões, contra uma dívida de R$ 160 bilhões.(Valor Econômico - 23.11.2023)
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Cemig pode pagar até 80% de tag along em caso de federalização

A proposta de federalização das estatais mineiras Cemig e Copasa, como meio de reduzir a dívida do governo estadual com a União, pode acionar o "tag along", um direito que permite aos acionistas minoritários receber uma oferta de compra se o controle da empresa for vendido. No entanto, a obrigatoriedade dessa oferta depende da estrutura da operação. Se a operação envolver a entrega de ações representativas de empresas controladas em troca do abatimento da dívida, será caracterizada a alienação onerosa do controle, o que exigirá uma Oferta Pública de Aquisição (OPA), segundo Gustavo Gonzalez, ex-diretor da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A Copasa, que faz parte do Novo Mercado da B3, tem a obrigação de pagar 100% de tag along em caso de alienação de controle, enquanto a Cemig, que está no Nível 1, pode pagar até 80% neste caso. Ainda não há detalhes sobre como seria a operação nem definição sobre a federalização da Cemig. (Valor Econômico - 23.11.2023)
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Cemig nega envolvimento em discussões sobre federalização

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) declarou que não está envolvida em discussões sobre uma possível federalização da empresa, afirmando que qualquer processo nesse sentido estaria ocorrendo externamente e sem o conhecimento da companhia, além do que foi divulgado pela mídia. A empresa também mencionou que a articulação do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para a federalização da Cemig para abater a dívida de Minas Gerais, foi uma apuração da imprensa. Até o dia 22 de novembro, a Cemig não tinha novas informações que justificassem a divulgação de um ato ou fato relevante sobre o assunto. (Valor Econômico - 23.11.2023)
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Cemig conclui venda de participação na Retiro Baixo para Furnas por R$ 223,4 mi

A Companhia Elétrica de Minas Gerais (Cemig) anunciou que sua subsidiária, a Cemig GT, concluiu a venda de sua participação de 49,9% na Retiro Baixo para a Furnas Centrais Elétricas. A operação foi avaliada em R$ 223,4 milhões, dos quais foram deduzidos R$ 5,9 milhões em dividendos, resultando em um valor líquido de R$ 217,5 milhões. A Cemig afirmou que a venda está alinhada com seu planejamento estratégico, que inclui a desinvestimento de participações minoritárias. (Valor Econômico - 22.11.2023)
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Cemig: Adesão ao Movimento Transparência 100% da ONU

A Cemig se tornou signatária do Movimento Transparência 100% do Pacto Global da ONU. A inciativa visa avançar no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 16 (ODS16), que consiste no combate de todas as formas de corrupção através do estabelecimento de ações para o engajamento das empresas. Ao integrar o movimento, a companhia deve se comprometer a perseguir 100% de transparência das interações com a Administração Pública; remuneração 100% íntegra da Alta Administração; 100% da cadeia de valor de alto risco treinada em integridade; 100% de transparência da estrutura de Compliance e Governança; e 100% de transparência sobre os canais de denúncias. O prazo estabelecido para que esses objetivos sejam atingidos é 2030. (CanalEnergia - 22.11.2023)
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Copel planeja expansão significativa com foco em leilão de capacidade em 2024

A Copel Geração e Transmissão planeja participar de forma competitiva no leilão de reserva de capacidade em 2024, afirmou o diretor-geral Moacir Carlos Bertol durante o Copel Day. Destacou-se a possibilidade de ampliação da usina hidrelétrica Foz do Areia em 872 MW e a potencial expansão da usina Segredo em leilões subsequentes. Embora o Capex não tenha sido divulgado por motivos competitivos, os diretores asseguraram que a empresa estará "muito competitiva" e alcançará uma "excelente taxa de retorno". Bertol enfatizou a simplicidade do licenciamento ambiental para a expansão, garantindo que não impactará o cronograma. O diretor de Desenvolvimento de Negócios, Cássio Santana da Silva, destacou que as principais despesas se concentram nas novas máquinas. (Broadcast Energia - 22.11.2023)
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Copel espera cortar até R$ 480 mi em custos com pessoal

A Copel anunciou metas de eficiência operacional, incluindo cortes de despesas com pessoal e investimentos em linhas de transmissão e base de remuneração regulatória (BRR). A empresa espera cortar custos com pessoal, material, serviços e outros entre R$ 460 milhões e R$ 480 milhões de 2024 a 2026, impactando o Ebitda entre R$ 510 milhões e R$ 550 milhões. Planeja investir R$ 200 milhões em melhorias e reforços nas linhas de transmissão nos próximos três anos, com potencial de R$ 1,5 bilhão em novas autorizações na próxima década. A BRR deve aumentar para R$ 14,3 bilhões em 2024, com um aumento adicional em 2025. (Valor Econômico - 22.11.2023)
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Isa Cteep: Avanço no projeto que dará mais confiabilidade ao serviço de energia

A Isa Cteep comunicou que está avançando no Projeto Riacho Grande, cuja conclusão vai aumentar a confiabilidade no fornecimento de energia elétrica para a região do ABC e da capital paulista. O empreendimento conta com investimento superior a R$ 1,1 bilhão e prevê a contratação de mais de 2.000 profissionais diretos e indiretos. Além disso, contempla a construção de 44,6 km de linhas de transmissão subterrâneas de 345 kV divididas em dois circuitos. Esses serviços serão executados pela EP Engenharia e, para a realização dos trabalhos com segurança, as vias passarão por interdições parciais. O projeto foi arrematado no lote 7 do Leilão de Transmissão nº 01/20 realizado pela Aneel e tem o prazo máximo de entrega para março de 2026. (CanalEnergia - 23.11.2023)
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Quantum: 2ª emissão de debêntures da Pampa Transmissão é concluída

A Quantum Participações concluiu a segunda emissão de debêntures da concessão Pampa Transmissão de Energia no valor de R$ 140 milhões. O prazo de vencimento da operação é para 15 de março de 2033. Ainda, em nota, a companhia disse que essa emissão equacionou os recursos de longo prazo para o projeto. (CanalEnergia - 23.11.2023)
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EDF Renewables Brasil: Novo diretor de novos negócios assume

A EDF Renewables no Brasil anunciou que Alexandre Azevedo como o novo diretor de novos negócios da companhia. O executivo será responsável pela área de investimentos, prospecção & desenvolvimento de novos negócios, regulação, responsabilidade socioambiental e fundiário. Ele ingressou na companhia em 2020 como gerente de novos negócios e acumula mais de 10 anos de experiência em grandes empresas do setor de renováveis. Além disso, Azevedo é graduado em engenharia elétrica pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), possui mestrado em energias renováveis pela École d’Ingénieurs Généralistes (EIGSI), além de um MBA em gestão estratégica e econômica de negócios pela FGV. (CanalEnergia - 23.11.2023)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Consumo de energia sobe 6,2% em outubro, aponta CCEE

O consumo de energia elétrica no Brasil subiu pelo sexto mês consecutivo, encerrando outubro com demanda de 70.047 megawatts médios, volume 6,2% maior na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados integram o Boletim InfoMercado Quinzenal, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que associa a alta ao calor intenso que tem provocado um uso maior de ventiladores e ar-condicionado no período. O maior avanço foi observado no mercado regulado, com 44.448 MW médios e crescimento de 7,6%. O restante, 25.599 MW médios, foi fornecido ao mercado livre, cujo aumento foi de 3,8%. Entre os 15 ramos econômicos avaliados no índice, os maiores avanços foram registrados nos setores de extração de minerais metálicos (10,4%), comércio (9,4%), bebidas (8,5%), serviços (7,2) e alimentícios (6,7%). Apenas quatro ramos registraram recuo na demanda: têxteis (0,2%), saneamento (1%), telecomunicações (2,5%) e veículos (4,7%). (CanalEnergia - 22.11.2023) 
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Região Nordeste opera com 56,6% da capacidade

Os reservatórios do Nordeste apresentaram recuo de 0,2 ponto percentual e estão operando com 56,6% de sua capacidade de armazenamento, na última quarta-feira, 22 de novembro, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A região Norte diminuiu 0,2 p.p e os reservatórios trabalham com 49,9% da capacidade. A energia retida é de 7.639 MW mês e ENA de 1.494 MW med, valor que corresponde a 37% da MLT. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste caiu 0,1 p.p e a capacidade está em 64,5%. A energia armazenada mostra 131.946 MW mês e a ENA é de 20.380 MW med, valor que corresponde a 73% da MLT. Os reservatórios da Região Sul tiveram crescimento de 0,4 p.p. e operam com 94,2%. (CanalEnergia - 23.11.2023) 
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SE Nova Santa Rita opera dentro dos patamares de segurança

A CGT Eletrosul informou que desde a madrugada da última terça-feira, 21 de novembro, não há registro de alagamento no pátio da Subestação Nova Santa Rita, no Rio Grande do Sul. A SE Nova Santa Rita, localizada na região metropolitana de Porto Alegre, segue operando dentro dos patamares de segurança, a partir da gestão remota do Centro de Operação do Sistema Elétrico da companhia, em Florianópolis (SC), em consonância com os parâmetros, diretrizes técnicas e procedimentos de rede do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). (CanalEnergia - 22.11.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Caoa Chery traz três modelos híbridos e elétricos da China

Em 2024, o mercado brasileiro receberá veículos de duas novas marcas chinesas, Omoda e Jaecoo, ambas pertencentes à Chery, representada no Brasil pelo grupo Caoa. Essas marcas venderão modelos híbridos e elétricos importados da China, com três modelos diferentes planejados para lançamento em várias versões. Os veículos serão equipados com tecnologias híbridas leves, híbridas plug-in e 100% elétricas. A empresa afirmou que a recente decisão do governo brasileiro de reintroduzir o Imposto de Importação para veículos eletrificados em janeiro de 2024 não afetará a entrada da companhia no país. (Valor Econômico - 23.11.2023)
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Energias Renováveis

FiberX Renováveis e Trina Solar: Parceria para equipamentos solares

A FiberX Renováveis e a Trina Solar firmaram uma parceria para o fornecimento de módulos fotovoltaicos e rastreadores solares que vão equipar usinas de Geração Distribuída (GD) em diferentes regiões do Brasil, com capacidade total para produzir 100MWp. Os módulos que serão utilizados foram desenvolvidos pela própria Trina Solar e vêm se tornando padrão no setor. Os rastreadores, por sua vez, possuem tecnologia com certificação de qualidade internacional, que apresentam bom desempenho mesmo em condições climáticas e geográficas adversas. Além disso, ainda em 2023, uma fábrica da Trina Tracker entrará em operação em Salvador (BA). O empreendimento visa contribuir com a produção local de rastreados para conferir mais agilidade na correspondência de demandas e dispor de uma equipe técnica preparada para fornecer soluções personalizadas. (CanalEnergia - 23.11.2023)
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BNDES financia usina gaúcha de biometano

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratou financiamento no valor de R$ 157 milhões para a construção de uma usina de biometano em Triunfo, no Rio Grande do Sul. A estimativa é de que a unidade tenha capacidade de produção de 13 milhões de metros cúbicos de biometano ao ano e evite a emissão de mais de 14 mil toneladas de CO2 equivalente/ano na atmosfera. O apoio do BNDES ao empreendimento da Bioo Holding S.A. foi estruturado como Project Finance, modelo em que as garantias são o próprio ativo e o fluxo de caixa do empreendimento. E o investimento total previsto, consideradas outras fontes de recursos além do BNDES, é de R$ 196 milhões. (CanalEnergia - 23.11.2023) 
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Gás e Termelétricas

AIE: Players de óleo e gás representam 1% do investimento em energia limpa

Um novo relatório publicado pela Agência Internacional de Energia (AIE) mostra que o setor de óleo e gás tem tido uma participação fraca na transição para a nova economia energética baseada em geração limpa. Segundo o texto, as empresas desse setor representam apenas 1% do investimento em energia limpa no mundo e 60% do mundo vem de apenas quatro players. Além disso, o diretor geral da AIE, Faith Birol, enfatiza que a continuidade dos negócios dessa indústria como são hoje não é social nem ambientalmente responsável. A projeção da AIE indica que a procura global por óleo e gás deve atingir seu pico em 2030, mas deve cair 45% do nível atual até 2050. A esse respeito, o relatório sugere uma rota viável para que os players desse setor assumam uma participação real no caminho para o Net Zero e estejam mais alinhados às metas climáticas. No entanto, a previsão para esse cenário aponta que petróleo e o gás deverão tornar-se um negócio menos lucrativo e mais arriscado ao longo do tempo. (CanalEnergia - 23.11.2023)
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