IFE
09/11/2023

IFE Diário 5.840

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves, Maria Luísa Michilin, Paulo Giovane e Sofia Paoli

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09/11/2023

IFE nº 5.840

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves, Maria Luísa Michilin, Paulo Giovane e Sofia Paoli

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IFE Diário 5.840

Regulação

GESEL conclui curso de pós-graduação para Conselhos de Consumidores

O GESEL – Grupo de Estudos do Setor Elétrico - do Instituto de Economia da UFRJ está concluindo a primeira turma do curso de pós-graduação lato sensu “Regulação do Setor Elétrico” criado no âmbito do projeto de P&D da ANEEL direcionado para os Conselhos de Consumidores das distribuidoras do setor elétrico brasileiro. Como etapa final do curso, foram realizadas reuniões técnicas em Brasília no MME, TCU, ANEEL, ONS e Casa Civil, nos dias 6 e 7 de novembro de 2023 para os 25 alunos, oriundos de diferentes estados do Brasil. O objetivo foi conhecer de que maneira essas instituições do SEB contribui para o aprimoramento das políticas públicas afetas ao SEB, em especial no segmento das distribuidoras de energia elétrica. (GESEL-IE-UFRJ – 09.11.2023)
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CCJ da Câmara aprova PL que obriga governo a reaproveitar demitidos de estatais

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que determina que o governo federal reaproveite em outras estatais os empregados de empresas públicas privatizadas do setor elétrico, sem considerar a atividade desempenhada. Essa medida será aplicada quando não houver opção de permanência no emprego atual. A obrigação se estende também aos empregados de estatais que já foram privatizadas, e os novos cargos e salários devem ser compatíveis com os anteriores. O projeto seguirá para análise no Senado Federal, a não ser que haja um recurso para levá-lo primeiro ao Plenário da Câmara. O texto aprovado na Comissão foi um substitutivo apresentado pela deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao Projeto de Lei 1791/19, originalmente proposto pelo ex-deputado Assis Carvalho (PI), que inicialmente visava garantir o emprego apenas dos funcionários das distribuidoras subsidiárias da Eletrobras privatizada. Agora, a medida se estende a todas as estatais federais do setor elétrico, independente da atividade exercida. O deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) apresentou um substitutivo apenas para corrigir aspectos de redação, alterando a Lei 12.783/13, que trata do setor elétrico. (CanalEnergia – 08.11.2023)
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Aneel abre processo contra distribuidoras de SP por atraso na restauração de energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) planeja abrir um processo formal de fiscalização contra as concessionárias de distribuição de São Paulo devido ao atraso na restauração do fornecimento de energia após tempestades severas. Quatro dias após o evento, 83 mil unidades consumidoras permaneciam sem eletricidade.“É inadmissível levar quatro dias para restabelecer o serviço na maior cidade do país”, disse Ricardo Tili, diretor da Aneel. A Aneel está monitorando de perto cinco grupos que respondem por sete concessionárias, atendendo a mais de 20 milhões de clientes no estado, dos quais 4,17 milhões foram afetados pelo corte de energia. A fiscalização avaliará a adequação dos procedimentos adotados pelas distribuidoras para restaurar a energia e, dependendo dos resultados, poderão ser aplicadas sanções, com multas que podem chegar a 2% do faturamento da empresa. (Valor Econômico - 08.11.2023)
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Transição Energética

Lira Propõe fundo garantidor para financiar a transição energética

O presidente da Câmara, Arthur Lira, propõe a criação de um fundo garantidor de R$ 400 bilhões a R$ 500 bilhões, utilizando precatórios e créditos tributários, para financiar projetos de transição energética a juros baixos. O fundo apoiará o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten), proposto pelo deputado Arnaldo Jardim. O programa tem dois pilares: o primeiro permite que empresas invistam créditos detidos contra a União em um fundo administrado pelo BNDES, recebendo cotas do fundo como garantia para financiamentos. O segundo pilar permite que empresas negociem suas dívidas com o governo federal e obtenham descontos, desde que os recursos sejam aplicados em projetos de desenvolvimento sustentável. A falta de recursos para subsidiar projetos de transição energética é vista como o principal obstáculo para a análise de outras propostas de sustentabilidade. (Valor Econômico - 07.11.2023)
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Eletrobras: Planta de H2V em Itumbiara é certificada pelo CCEE

A planta de produção de hidrogênio renovável instalada na hidrelétrica de Itumbiara (MG/GO) recebeu certificação da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O projeto-piloto de Itumbiara é voltado para estudos de desenvolvimento de soluções de descarbonização em vários setores. A produção acumulada desde o comissionamento da planta, em 2021, ultrapassa 3 toneladas de H2V, com capacidade de produção de cerca de 100 kg/dia. A certificação da CCEE comprova a utilização de energia hídrica e fotovoltaica para a eletrólise. Parte da energia consumida na produção é oriunda da central fotovoltaica de 800 kWp instalada ao lado do sistema e outra parte é proveniente da própria hidrelétrica. O caráter híbrido e a combinação dessas duas fontes limpas são tidos pela Eletrobras como os pontos fortes do projeto, que enfatizam a empresa como um dos principais players do mercado de produção de H2V. (CanalEnergia – 08.11.2023)
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CEO da Amcham sugere parceria Brasil-EUA em transição energética

O CEO da Amcham, Abrão Neto, sugeriu que o Brasil e os Estados Unidos negociem acordos de cadeias de fornecimento, especialmente em áreas de interesse comum como segurança alimentar, preservação ambiental e transição energética. Esses acordos permitiriam às empresas brasileiras acessar os recursos disponíveis nas políticas industriais da administração Biden, que planeja investir mais de US$ 1 trilhão na próxima década. Isso poderia abrir oportunidades para o Brasil vender produtos de valor agregado, como biocombustíveis e equipamentos médicos, para os EUA. Além disso, o Brasil, como grande produtor de biocombustíveis e potencial fabricante de combustível renovável para aviação e hidrogênio verde, tem muito a oferecer aos países que buscam descarbonizar suas economias. (Valor Econômico - 08.11.2023)
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América Latina tem potencial de ser influente em energia global, aponta AIE

A incerteza geopolítica e aceleração das transições energéticas formam um cenário, uma disponibilidade de recursos energéticos e minerais, bem como um histórico de liderança em energia limpa posicionam a América Latina e o Caribe para desempenhar um papel cada vez mais influente no setor energético global. Essa é a avaliação da Agência Internacional de Energia que lançou a primeira versão do relatório Latin America Energy Outlook, derivado do tradicional relatório global de perspectivas para o setor. De acordo com a AIE, os países em análise já têm um dos setores de eletricidade mais limpos do mundo, oferecendo perspectivas para futuras indústrias de energia limpa. As renováveis, lideradas pela hidrelétrica, geram 60% da eletricidade da região, o dobro da média global, enquanto alguns dos melhores recursos eólicos e solares do mundo podem ser encontrados em países como Brasil, México, Chile e Argentina. (CanalEnergia – 08.11.2023)
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Empresas

Eletrobras registra lucro líquido de R$ 1,48 bi no 3º trimestre

A Eletrobras, no terceiro trimestre de 2023, registrou um lucro líquido de R$ 1,48 bilhão. As receitas da companhia do setor elétrico, entre julho e setembro, cresceram 9,3% em relação ao mesmo período de 2022. No mesmo período, a capacidade instalada da empresa aumentou em 3%, em comparação ao mesmo período em 2022, chegando a 43,8 mil megawatts (MW). Em relação à transmissão, a receita anual permitida (RAP) aumentou em 28,4%. Entretanto, no terceiro trimestre, as receitas com geração de energia chegaram a R$ 6,41 bilhões, uma queda de 5% no ano. O resultado financeiro da Eletrobras foi negativo, piorando em 71% o desempenho, por maiores efeitos de despesas financeiras. (Valor Econômico - 08.11.2023)
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Eletrobras registra aumento na dívida, mas expande capacidade instalada

As captações financeiras realizadas pela Eletrobras e por suas subsidiárias Furnas e CGT Eletrosul impactaram o endividamento da companhia no terceiro trimestre. A dívida bruta aumentou em 29,38%, chegando a R$ 70,6 bilhões, e a dívida líquida subiu 16,66%, chegando a R$ 39,1 bilhões no período. Em dezembro do ano passado, Neoenergia e Eletrobras anunciaram uma permuta de ativos, concluída em setembro passado, que envolvia três usinas hidrelétricas que tinham as duas empresas como controladoras. Ao assumir o controle das usinas, a Eletrobras teve aumento da capacidade instalada em 920 megawatts (MW), o que correspondeu a uma alta de 3% na potência total, para 43,8 mil MW. No terceiro trimestre, a Eletrobras se desfez de participação acionária na Copel e do complexo termelétrico a carvão mineral de Candiota. “Registramos um sólido desempenho financeiro no período, quando aceleramos nossa agenda de criação de valor com ênfase na simplificação da estrutura, na adequação de custos e despesas, na otimização da alocação de capital e na gestão de passivos”, disse o presidente da Eletrobras, Ivan Monteiro. (Valor Econômico - 08.11.2023)
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Grupo Enel: Resultados do acumulado de 2023 até setembro

O grupo Enel fechou setembro com lucro de 5 bilhões de euros no acumulado de 2023, uma alta de 65,2% em comparação ao ano anterior. A companhia diz que o resultado é reflexo o desempenho das operações e uma diminuição do impacto de juros. Outras métricas e explicações também foram divulgadas: o EBTIDA ficou em €16,4 bilhões (+29,3%) por efeito do negócio integrado; as receitas do balanço foram €69,5 bilhões (-34,1%) devido à redução do volume de energia gerada e a estabilidade dos preços médios; e a dívida líquida atingiu €63,3 bilhões (+5,4%) e considerou o efeito positivo do fluxo de caixa pela venda de ativos não estratégicos. Ainda, os investimentos totalizaram €8,8 bilhões (-5,9%), com a continuidade de aportes para redes de distribuição e energia renovável. Por fim, as vendas de eletricidade nos nove meses de 2023 somaram 228,8 TWh (-5,6%) e a geração do totalizou 158,3 TWh (-9,1%), com destaque para o aumento de fontes renováveis (+10,5 TWh) e redução da produção térmica (-25,4 TWh). (CanalEnergia – 07.11.2023)
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Cemig: Distribuidora adota cabo com isolamento composto por material sustentável

A Cemig está instalando, na sua rede aérea de distribuição, um cabo de alumínio que tem o isolamento feito de material de origem vegetal. O chamado “cabo Green” tem na base de composição do seu sistema de isolamento 20% de polietileno de origem vegetal, advindo da cana-de-açúcar, diferentemente dos cabos de alumínio tradicionais do mercado, que têm isolamento feito 100% de polietileno de origem fóssil. A Cemig será a primeira distribuidora a fazer esse uso de um cabo de alumínio sustentável. De acordo com a companhia, a inciativa reforça seu compromisso com a constante modernização do setor de energia e com as práticas ESG, além de contribuir para a diminuição da emissão de CO2. A fabricante do material é a Prysmian e, segundo ela, o efeito combinado do CO2 capturado e do CO2 não emitido pela utilização do polietileno vegetal é de quase 1,8 tonelada do gás de efeito estufa para cada 10 km de cabo. (CanalEnergia – 08.11.2023)
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Programa de incentivo da BP Bunge já movimentou R$ 100 mi em antecipações

O programa AceleraBio da BP Bunge Bioenergia, plataforma de antecipação de recebíveis, celebra um ano de atividade com R$ 100 milhões registrados em antecipações para fornecedores de serviços e materiais. Mais de 52 mil títulos foram antecipados em todo o Brasil, sendo 42% deles de parceiros atuando em Goiás, Tocantins e Minas Gerais. A iniciativa busca fortalecer a cadeia de suprimentos da empresa e contribuir para o desenvolvimento local, otimizando o capital de giro de seus fornecedores. A plataforma online do programa é fornecida pela fintech Monkey, que permite a participação de múltiplas instituições financeiras, proporcionando competitividade e melhores condições de antecipação para os fornecedores. A adesão à plataforma é gratuita e as operações são isentas de IOF. (Petronotícias - 07/11/2023)
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Tetra Pak: soluções sustentáveis para embalagens usando 100% de energia renovável

Entre 2020 e 2030, a Tetra Pak planeja investir € 100 milhões por ano em soluções sustentáveis, visando produzir uma caixa longa vida 100% de celulose. No entanto, o desafio é grande, pois três das seis camadas das embalagens ainda não podem ser substituídas por materiais renováveis. A empresa, que liderou a estruturação da cadeia de reciclagem de embalagens longa vida no Brasil, enfrenta desafios devido à queda dos preços das aparas de papel em 2023. Apesar disso, as operações da Tetra Pak no Brasil já utilizam 100% de energia renovável e suas fábricas em Monte Mor (SP) e Ponta Grossa (PR) possuem a Certificação Lixo Zero. (Valor Econômico - 08.11.2023)
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Leilões

Aneel aprova edital do leilão de transmissão marcado para 15 de dezembro

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 07, o edital do segundo leilão de transmissão de 2023, após sugestões do Tribunal de Contas da União (TCU). A previsão é que a disputa, marcada para 15 de dezembro, movimente investimentos na ordem de R$ 21,7 bilhões, o maior volume em valores absolutos já registrado em certames desse tipo. O leilão ofertará três lotes, com empreendimentos em Goiás, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. Os vencedores terão entre 60 e 72 meses para concluir os projetos. O grande destaque da rodada será o lote 1, que prevê um empreendimento de grande porte com intuito de aumentar a capacidade de escoar energia excedente gerada no Nordeste para o Centro-Oeste. A previsão é que o projeto, que foi dividido em quatro sublotes, exija investimentos da ordem de R$ 18,1 bilhões. (Broadcast Energia - 07.10.2023) 
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MME disponibiliza sistema para declaração de compra dos leilões A-1 e A-2

O Ministério de Minas e Energia disponibilizou em sua página a plataforma para recebimento das Declarações de Necessidades de Compra de Energia Elétrica para os leilões de energia existente A-1 e A-2. Os agentes devem enviar as declarações, juntamente com os documentos solicitados, até o dia 20 de novembro para contratar energia de empreendimentos já existentes. As retificações e ratificações serão recebidas por meio do Sistema de Declaração Digital (DDIG), onde estão disponíveis o modelo de declaração e o Termo de Compromisso de Compra de Energia Elétrica. O leilão A-1 tem início de suprimento previsto para 1º de janeiro de 2024, e o A-2, para 1º de janeiro de 2025. Serão negociados Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR) na modalidade por quantidade para qualquer fonte. As declarações somente serão aceitas por meio eletrônico. (CanalEnergia – 08.11.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Aneel aprova transferência de DIT de Furnas para Enel Rio

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a transferência da linha de transmissão em 138 kV Alcântara – Adrianópolis, circuito 1, de Furnas para a Enel Distribuição Rio, juntamente com os trechos dos circuitos 2 e 3. Os ativos do circuito 1 serão retirados da base de remuneração regulatória da Enel Rio e os ajustes serão feitos na revisão tarifária de março de 2023. A solicitação foi feita em 2022 e a Aneel considerou que não havia restrições para a transferência, apesar das objeções da distribuidora fluminense, que alegou aumento de gastos e falta de benefícios operacionais. A Aneel enfatizou que os benefícios não se limitam ao compartilhamento operativo entre os agentes e que o aumento nos gastos é um risco inerente à prestação do serviço de distribuição. (CanalEnergia – 07.11.2023) 
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Amazonas Energia pode prorrogar contratação de backup para Manicoré

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a Amazonas Energia a prorrogar a contratação de um backup por até 180 dias para fornecer energia à cidade de Manicoré (AM), inicialmente suprida pela Powertech através da UTE Manicoré I. A decisão foi tomada devido à situação financeira complicada da Powertech, que está em recuperação judicial, e à necessidade de garantir o abastecimento da cidade. A Aneel também irá fiscalizar as usinas. A Powertech foi autorizada em 2017 a operar a UTE Manicoré Powertech, mas enfrentou dificuldades financeiras em 2021, levando à contratação de um backup pela Amazonas Energia. A contratação pode ser prorrogada por até 36 meses, se necessário. (CanalEnergia – 07.11.2023)
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Inovação e Tecnologia

Sistema pioneiro da Neoenergia indica locais para novas conexões de GD

A Neoenergia apresenta o GODEL Conecta, um projeto pioneiro no setor elétrico brasileiro voltado para geração distribuída em média tensão. Desenvolvido através do programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação regulado pela Aneel, o sistema permite que projetistas e integradores obtenham informações sobre o ponto de conexão mais apropriado para novos projetos de geração distribuída. A plataforma oferece transparência e eficiência ao mostrar pontos disponíveis para conexão imediata de geradores, além de possibilitar a verificação da necessidade de obras de reforço. O GODEL Conecta reflete o compromisso da Neoenergia com a inovação e eficiência, visando aprimorar a experiência do cliente e otimizar o processo de conexão. (CanalEnergia - 07.11.2023)
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Energias Renováveis

(re)energisa: Clientes terão isenção na primeira fatura de assinatura solar

A (re)energisa vai conceder 100% de desconto na primeira fatura da assinatura solar para clientes de diversos municípios em Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Além disso, quem assinar o contrato até o dia 30 de novembro terá uma economia na conta entre 16% e 25%, dependendo do estado. O objetivo, segundo a empresa, é incentivar os consumidores a repensarem a sua relação com a energia para um modelo de aluguel de geração solar com recebimento de créditos para abater da conta de luz. A assinatura está disponível para pessoas físicas e jurídicas com gasto mensal de conta de luz a partir de R$ 500 ou 600 kWh. Não é preciso investimento inicial, ter espaço físico disponível para a instalação de painéis solares e nem se preocupar com gestão e manutenção. (CanalEnergia – 08.11.2023)
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Integradores ganham em média R$ 7 mil por mês, revela pesquisa

Uma pesquisa realizada pela energytech 77Sol revelou que os integradores de projetos fotovoltaicos no Brasil têm uma renda média mensal de R$ 7 mil, sendo 90% deles do gênero masculino. Do total de mais de 13 mil profissionais cadastrados na plataforma, 55,6% possuem ensino superior completo e 35% ingressaram na área há pelo menos três anos. A faixa etária predominante é de 30 a 40 anos, representando 44,4% dos cadastros. São Paulo lidera como o estado com maior representatividade, com 13,97% dos profissionais atuando na região. O estudo também destacou que os integradores estão focados em oferecer os melhores serviços e soluções aos clientes, e que a plataforma da 77Sol é utilizada principalmente pelos melhores preços de mercado (35%) e pela possibilidade de profissionalização do trabalho (30%). A média mensal de projetos fechados via a plataforma varia de 1,8 a 2,7 para cada integrador. (CanalEnergia – 08.11.2023)
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AES anuncia o início das operações do Complexo Eólico de Cajuína 1

A AES Brasil anunciou a conclusão da Fase 1 do Complexo Eólico Cajuína, no Rio Grande do Norte, com 314 MW de capacidade instalada e 100% de operação comercial. A operação e manutenção do complexo serão conduzidas exclusivamente por mulheres. A Fase 2 está 84% concluída, com expectativa de operação completa no início do próximo ano. A geração consolidada no 3T23 foi de 4.302 GWh, com aumento significativo em relação ao mesmo período do ano anterior. A fonte eólica contribuiu significativamente para o EBITDA da empresa no trimestre. O CEO da AES Brasil, Rogério Pereira Jorge, destacou o foco da empresa na expansão do portfólio e na oferta de soluções customizadas para os clientes, além da consolidação da presença no Nordeste do Brasil, uma região fundamental para a energia renovável. (Petronotícias - 07/11/2023)
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Compass e São Martinho: Contrato para comercialização de biometano

A Compass e a São Martinho assinaram, em 06 de novembro, um contrato para comercialização de biometano. O gás será produzido a partir de resíduos da fabricação de etanol pela unidade Santa Cruz da São Martinho e adquirido pela Compass. Segundo as empresas, o contrato tem prazo inicial de cinco anos e prevê a produção média diária de 63 mil metros cúbicos de biometano no período da safra - abril a novembro – a partir de 2025. A construção da planta do combustível teve um investimento de R$ 250 milhões e marca a entrada da São Martinho no mercado de gás natural de origem renovável. Já para a Compass, a assinatura do contrato potencializa o crescimento do segmento de Marketing & Serviços da companhia. (CanalEnergia – 08.11.2023)
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China terá 80% da cadeia da global solar entre 2023 e 2026, aponta relatório

De acordo com um relatório da Wood Mackenzie, a China investiu mais de US$ 130 bilhões na indústria solar em 2023 e deverá deter mais de 80% da capacidade mundial de fabricação de polissilícios, wafers, células e módulos de 2023 a 2026. A expansão foi impulsionada por altas margens para polissilício, atualizações tecnológicas e apoio político. A previsão é que a capacidade chinesa seja suficiente para atender à demanda global anual até 2032. A China continuará a ser líder tecnológica global, anunciando a construção de mais de 1.000 GW de capacidade de células do tipo N, a próxima geração após as células do tipo P. A Índia também se destaca como a segunda maior região de produção de módulos até 2025. No entanto, a indústria de fabricação solar na China enfrenta desafios com preocupações de excesso de oferta em linhas de produção mais antigas. (CanalEnergia - 07.11.2023)
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Parte da frota da Emirates já está voando com combustível SAF fornecido pela Shell

A Emirates realizou os primeiros voos com a utilização de combustível sustentável de aviação (SAF) fornecido pela Shell Aviation a partir do aeroporto internacional de Dubai. A aeronave EK 412 com destino a Sydney foi uma das primeiras a operar com SAF. A Shell forneceu 315 mil galões de SAF misturado para uso no hub da Emirates em Dubai. O SAF misturado foi composto por uma proporção de 40% de SAF puro e 60% de combustível convencional Jet A-1, o que permite sua integração à infraestrutura de combustível atual sem necessidade de modificações. O SAF reduz as emissões de gases de efeito estufa em até 80% quando comparado ao combustível de aviação convencional. A Emirates também está monitorando o uso do SAF por meio da plataforma Avelia, alimentada por blockchain da Shell Aviation. A iniciativa faz parte dos esforços da Emirates para promover voos mais sustentáveis e reduzir emissões. A companhia aérea e a Shell assinaram um pré-acordo para explorar áreas de colaboração e promover viagens sustentáveis e experiências de viagem baseadas em tecnologia. (Petronotícias - 07/11/2023)
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Gás e Termelétricas

UTE a gás natural no Pará terá apoio de R$ 1,8 bi do BNDES

O BNDES contratou financiamento de R$ 1,8 bilhão para implantação de usina termelétrica a gás natural em Barcarena, no Pará. A UTE Novo Tempo Barcarena terá capacidade instalada de 624 MW e será apoiada por meio do BNDES Finem, em operação estruturada na modalidade Project Finance (projetos em que as garantias são o próprio ativo e o fluxo de caixa do empreendimento). A estimativa é de que sejam gerados 1.128 empregos diretos e indiretos nas diferentes fases do projeto, que integra o Novo PAC, do Governo Federal. Os recursos do BNDES representam cerca de 65% do investimento total da Centrais Elétricas Barcarena S.A (CELBA 2), sociedade de propósito específico criada para implantação e operação da usina. (CanalEnergia – 07.11.2023) 
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Ecopetrol registra queda de 46,5% do seu lucro líquido

A Ecopetrol registrou uma queda de 46,5% do seu lucro líquido no terceiro trimestre de 2023 em comparação com o mesmo período de 2022, arrecadando US$ 1,27 bilhão. Embora a produção no terceiro trimestre tenha aumentado em 2,8%, o volume de vendas caiu 0,1% no mesmo período. “Estamos satisfeitos com o desempenho operacional e financeiro excepcionais no terceiro trimestre em todas as nossas linhas de negócios, mesmo com o cenário dinâmico do setor”, disse Ricardo Roa Barragán, diretor-presidente da Ecopetrol. (Valor Econômico - 08.11.2023)
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Rei Charles III anuncia expansão de licenças de petróleo e gás

No seu primeiro discurso de abertura do Parlamento, o rei Charles III do Reino Unido destacou as prioridades do seu governo, incluindo uma surpreendente mudança na agenda climática. Apesar de ser conhecido por sua defesa do meio ambiente, Charles anunciou planos para expandir as licenças de exploração de petróleo e gás no Mar do Norte, visando reforçar a segurança energética e reduzir a dependência do mercado internacional. No final do discurso, houve uma breve menção ao combate à emergência climática, mas foi ofuscada pelo anúncio sobre combustíveis fósseis. "Todas as superpotências globais estão investindo em infraestrutura verde, em energias renováveis e na tecnologia limpa, porque sabem que isso leva a crescimento econômico, geração de empregos e ajuda o planeja a 'parar de queimar'. Em vez disso, nosso premiê decidiu emplacar uma bonança de licenciamentos para seus amigos da indústria do petróleo", afirmou Rebecca Newson, chefe da agenda política do Greenpeace no Reino Unido. (Valor Econômico - 07.11.2023)
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Mercado Livre de Energia Elétrica

BBCE tem mais negócios em outubro e movimenta R$ 3,2 bi

O retorno da volatilidade nos preços spot de energia impulsionou os negócios no Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia (BBCE) em outubro. Ao longo do mês passado, foram transacionados 35.367 GWh, volume 39,5% superior ao registrado em setembro e 26,1% maior na comparação com o mesmo mês de 2022. Em termos financeiros, as operações movimentaram R$ 3,2 bilhões, alta de 48,8% em relação a setembro e de 7,4% ante outubro do ano passado. O número de operações também cresceu, com 3.386 negócios, 62,7% mais frente ao mês anterior e de 36,1% na comparação anual. O perfil de operações resultou em tíquete médio de 10,44 GWh. Segundo o superintendente de Produtos, Comunicação e Marketing da BBCE, Marcelo Bianchini, o aumento na volatilidade do mercado foi um dos principais fatores que impulsionaram a BBCE a alcançar o recorde mensal. Ele se refere ao registro de oscilação no Preço de Liquidação das Diferenças Horário (PLD Horário) durante o mês de outubro, com pico de R$ 349,83 por Mwh. (Broadcast Energia - 07.10.2023) 
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Engie: Temos estratégia de capturar clientes na abertura do mercado livre

O gerente de Relações com Investidores da Engie Brasil, Rafael Bósio, disse há pouco que a empresa mantém as vendas no mercado livre e reduziu em 74 megawatts médios (MWmed) o volume de energia descontratada no período entre 2025 e 2028, embora os preços atuais estejam em patamares mais baixos. Bósio destacou, ainda, que diante das condições de mercado, o apetite é menor pela venda em contratos de prazo mais longo. Contudo, segundo ele, a Engie tem adotado a estratégia de apostar em nichos nos quais é possível praticar valores um pouco maiores, e que olha especialmente para os consumidores que poderão migrar para o mercado livre no início de 2024. “Nossa estratégia é capturar a expansão do mercado livre, especialmente em nichos onde o consumidor tem um apetite maior e a gente, por nosso lado, encontra preços melhores”, comentou. (Broadcast Energia - 07.10.2023) 
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Ludfor e Enerbrax vão investir juntas R$ 180 mi no mercado de energia

A Ludfor, que atua no mercado livre de energia, anunciou parceria comercial com a Enerbrax, que atua no segmento de gestão de energia, para ampliar a atuação no mercado atacadista e varejista de energia no Brasil. Com a parceria, as empresas preveem investir juntas, nos próximos cinco anos, mais de R$ 180 milhões em geração de energia de fonte limpa e renovável nos segmentos do mercado livre e de geração distribuída (GD). (Broadcast Energia - 07.10.2023) 
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2W Ecobank alcança marca de 1.000 clientes

A 2W Ecobank atingiu o marco de 1.000 clientes em sua carteira varejista. Apenas em 2023, a companhia afirmou ter adicionado 603 novos clientes à base, crescendo 152% em comparação com o fechamento de 2022. Esse total é composto por clientes que migraram recentemente e outros que ainda estão no processo de migração. Grande parte pertence ao grupo A, com menos de 500 kW de demanda, consumidores que terão a oportunidade de migrar a partir de janeiro de 2024, conforme estabelecido pela Portaria 50 do Ministério de Minas e Energia, que se refere à primeira fase da abertura do mercado. De acordo com a empresa, uma das estratégias para manter o crescimento acelerado é o estabelecimento de parcerias que aumentam a capilaridade comercial, aliado ao investimento em tecnologia para escalar vendas e melhorar o atendimento e a experiência do cliente.Além disso, a inovação também tem um papel relevante em relação aos novos produtos que permitem à 2W Ecobank oferecer uma proposta de valor mais ampla, que vai além da economia em energia. (CanalEnergia – 08.11.2023) 
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Encontro Anual do Mercado Livre acontecerá em resort exclusivo na Bahia

A 15ª edição do Encontro Anual do Mercado Livre acontecerá de 29 de novembro a 1º de dezembro no Hotel Sauípe Grand Premium Brisa, na Bahia, com foco no mercado livre de energia e a atração de novos consumidores. O evento terá cerca de 350 participantes e mais de 100 empresas do setor. A programação inclui palestras, painéis e workshops pela manhã, enquanto as tardes promoverão interação e networking. Destacam-se palestras de Rodrigo Ferreira da Abraceel, Mário Menel do FASE, e Edvaldo Santana da Neal sobre política energética e modernização do setor. O evento abordará a agenda regulatória e de mercado, com a presença do conselheiro de Administração da CCEE, Marcelo Loureiro. O segundo dia trará um case internacional sobre o mercado de energia no Texas, enquanto o último dia debaterá o futuro do mercado de energia elétrica no Brasil com a participação de importantes nomes do setor. (CanalEnergia – 08.11.2023) 
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