IFE
07/11/2023

IFE Diário 5.838

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves, Maria Luísa Michilin, Paulo Giovane e Sofia Paoli

IFE
07/11/2023

IFE nº 5.838

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves, Maria Luísa Michilin, Paulo Giovane e Sofia Paoli

Ver índice

IFE Diário 5.838

Regulação

GESEL oferece curso para setor financeiro sobre armazenamento de energia

O GESEL-UFRJ irá promover o curso "Fundamentos de Sistemas de Armazenamento de Energia Elétrica” direcionado, exclusivamente, para profissionais do setor financeiro, tendo como objetivo central dar uma visão qualificada e geral sobre a necessidade dos sistemas de baterias. Como objetivos específicos, o curso irá analisar a importância de mecanismos e produtos de financiamento – para produtores e consumidores das baterias – para viabilizar a difusão desta nova tecnologia no sistema elétrico brasileiro. O curso, gratuito e virtual, é uma resultante de pesquisa realizada pelo GESEL, que teve apoio da GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit). Serão quatro módulos, realizados nos dias 28 e 30 de novembro e 05 e 07 de dezembro, no horário das 18h30 às 20h. Saiba mais e inscreva-se aqui: https://forms.gle/neru1JcfHhmQea399 (GESEL-IE-UFRJ – 07.11.2023)
Link Externo

GESEL: Evento climático desproporcional justifica demora na reposição de energia em São Paulo, diz professor Nivalde de Castro

Segundo o professor Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o evento climático que ocorreu em São Paulo e deixou mais de 2,1 milhões de consumidores da Região Metropolitana sem energia, foi desproporcional e não teria como culpar as concessionárias pela demora no restabelecimento dada a magnitude do evento. Castro avalia que a demora não transgride os limites de DEC e FEC e a empresa deveria recorrer ao direito de excludente de responsabilidade. “A demora se deve porque não há como fazer investimentos em equipes para atender a estes movimentos tão radicais. Por outro lado, a cidade de São Paulo é densamente povoada e um evento dessa magnitude é difícil conseguir rapidamente recuperar (…). Na nossa avaliação, isso deve ser considerado como um evento que dá à Enel o direito de apelar para o conceito de excludente de responsabilidade”, diz o professor. (Valor Econômico - 05.11.2023)
Link Externo

GESEL: Redes subterrâneas são solução para reduzir impactos de eventos climáticos, avalia Nivalde de Castro

No dia 3 de novembro de 2023, um evento climático deixou mais de 2,1 milhões de consumidores da Região Metropolitana de São Paulo sem energia. Segundo o professor do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, a solução tecnológica para reduzir os impactos dos eventos climáticos são redes subterrâneas, dado que boa parte dos problemas se deve à queda de árvores. “Em redes subterrâneas, árvores não caem, mas para fazer isso é preciso ter investimentos”, afirma o professor do Gesel. Entretanto, esse investimento impactaria as tarifas, já que nestes casos a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não autoriza as distribuidoras a fazerem melhorias ou aportes em sistemas que custam mais caro. “Ela não investe em rede subterrânea dado o custo elevado e que a Aneel não autoriza em função da modicidade tarifária”, diz Castro. (Valor Econômico - 05.11.2023)
Link Externo

Aneel, distribuidoras e governo se reúnem para discutir impactos do clima extremo nas redes elétricas

O diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, planeja se reunir com representantes da Enel Distribuição São Paulo, Elektro, EDP São Paulo, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e a Arsesp para discutir os impactos do clima extremo nas redes de distribuição. A reunião, motivada pelas fortes chuvas e vendavais que afetaram a região metropolitana de São Paulo em novembro de 2023, buscará soluções para tornar a rede elétrica mais resiliente a eventos meteorológicos extremos. As tempestades resultaram em quedas de árvores na rede elétrica e interrupção do fornecimento de energia para 2,5 milhões de pessoas. Feitosa vê a reunião como o início de um esforço para implementar ações corretivas e preventivas contra os efeitos do clima extremo nas redes de energia em áreas densamente povoadas, o que pode levar a mudanças regulatórias, urbanísticas e de engenharia. (Valor Econômico - 05.11.2023)
Link Externo

Aneel homologa diferença na receita de aplicação da tarifa social e repasse da CDE de setembro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou a diferença mensal de receita (DMR) da tarifa social de energia elétrica e os recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) a serem repassados às distribuidoras em setembro deste ano. O valor total da DMR e o repasse da CDE para o mês foram fixados em R$ 498,01 milhões, distribuídos entre as empresas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). (Broadcast Energia - 01.11.2023)
Link Externo

Aneel libera mais de 24 MW entre operação comercial e em teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o início da operação comercial da unidade geradora UG1 da Usina Termelétrica (UTE) Amitec, com capacidade de 748,80 kW, no estado do Paraná, a partir de 2 de novembro. Além disso, a Aneel também liberou para operação comercial a UG1 da Usina Eólica Ventos de São Vitor 1, com 6,2 MW, e a UG2 da Usina Eólica Ventos de São Vitor 7, com 6,2 MW, ambas localizadas na Bahia. Para operação em teste, a agência autorizou a UG2 da Usina Eólica Serra do Seridó XII, com 5,8 MW, na Paraíba, e a UG5 da Usina Eólica Ventos de São Roque 26, com 5,7 MW, no Piauí. (CanalEnergia – 03.11.2023)
Link Externo

Fmase alerta para PL sobre Política Nacional para Atingidos por Barragens

O Fórum de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Setor Elétrico expressou preocupações em uma carta enviada ao ministro e à cúpula do Ministério de Minas e Energia sobre o PL 2788/2019, que trata da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens. Embora reconheça a importância da política, o Fórum acredita que o texto precisa de aprimoramentos, pois é considerado impreciso e sujeito a interpretações diversas, o que gera insegurança jurídica para investidores em projetos de construção de barragens. O Fórum destaca que o projeto não faz distinção entre tipos de barragens, afetando diversas áreas, como prefeituras municipais e setores como agricultura, turismo, energia, mineração e saneamento. Além disso, a carta ressalta a necessidade de diferenciar os direitos das populações atingidas pela implantação de barragens daquelas afetadas por acidentes, como os ocorridos em Mariana e Brumadinho. (CanalEnergia – 03.11.2023)
Link Externo

Transição Energética

Lula anuncia viagem aos Emirados Árabes para promover energia verde

Durante a reunião ministerial sobre Infraestrutura, Lula anunciou que visitará os Emirados Árabes e possivelmente o Catar e a Arábia Saudita para promover a energia verde, acompanhado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele expressou a intenção do Brasil de ser um modelo mundial em questões climáticas e energéticas, especialmente em energia renovável. Lula destacou que, apesar dos subsídios de outros países para a energia verde, o Brasil tem todas as condições para liderar esse mercado, citando a generosidade da natureza com o país. (Valor Econômico - 03.11.2023) 
Link Externo

Fazenda defende separar benefícios tributários de projeto sobre hidrogênio verde

A equipe econômica quer separar os benefícios tributários do projeto que tramita na Câmara sobre hidrogênio verde. Uma nota técnica elaborada pelo Ministério da Fazenda, à qual o Broadcast Político teve acesso, recomendou ao deputado Bacelar (PV-BA) fazer uma divisão do projeto de lei sobre produção de hidrogênio com baixa emissão de carbono em duas partes: uma sobre a regulação em si, que tramitaria primeiro, e a outra sobre os incentivos tributários a serem concedidos às empresas produtoras. A votação do texto, prevista inicialmente para esta semana, foi adiada para a próxima terça-feira, 7, em meio ao impasse entre a equipe econômica e o relator. (Broadcast Energia - 31.10.2023)
Link Externo

Energy Big Push: Projeto aliado da transição energética gera frutos

O Energy Big Push é uma parceria entre o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), a Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) que nasceu com a ambição de ser um catalisador de temas da transição energética. A iniciativa tem a finalidade de auxiliar na definição de políticas públicas, promoção do desenvolvimento sustentável e reforço da colaboração internacional. “O projeto trabalha nesse sentido. De propor um grande impulso para a sustentabilidade, com base nessa transição energética, com o desenvolvimento tecnológico, industrial, criação de empregos, inserção social. Então são todos os aspectos que essa trajetória pode trazer de oportunidades para o Brasil”, resume Marcelo Poppe, coordenador do CGEE. Alguns frutos importantes do trabalho, como a plataforma inova-e e uma base de dados de inovação, subsidiaram a adoção de soluções de energia. Para Poppe, ainda, o projeto também tem papel fundamental para soluções na América Latina e na África, e o apio da Comissão Europeia marca a etapa que a equipe vem chamando de Energy Big Push 2.0. (CanalEnergia – 06.11.2023)
Link Externo

Descarbonização no mundo não pode ser feita sem América Latina na mesa

Em tempos de transição energética nos holofotes, não é possível pensar em fazer uma descarbonização da economia global sem ter a América Latina sentada à mesa, avalia o presidente e economista em Madri do Real Instituto Elcano, Jose Juan Ruiz. A região tem a matriz energética mais limpa do planeta, além de ter a floresta Amazônica e passou por transformações econômicas importantes nos últimos anos, disse em apresentação durante conferência internacional do Santander. Palco de várias crises mundiais no passado, como nos anos 80, a América Latina era responsável por seis de cada dez crises globais, em episódios de hiperinflação, calotes soberanos e maxidesvalorização de moedas, ressaltou o economista. (Broadcast Energia - 01.11.2023)
Link Externo

Empresas

Eletrobras: Companhia desiste de vender ações da Isa Cteep

A Eletrobras desistiu de avaliar a venda de suas ações na Isa Cteep. O alvo da intenção de venda eram os 52,48% do total de ações preferenciais da transmissora que a Eletrobras detinha. A oferta pública foi uma possibilidade considerada enquanto a empresa ainda era estatal e estavam em processo de reorganização. A companhia afirmou, no entanto, que a oferta potencial não será levada adiante pois o volume de ações disponível para ser negociado foi ‘muito aquém do esperado para o seguimento imediato da operação’. (CanalEnergia – 06.11.2023)
Link Externo

AES Corporation tem lucro líquido 35% menor no terceiro trimestre

A AES Corporation, controladora da AES Brasil, registrou um lucro líquido de US$ 291 milhões no terceiro trimestre de 2023, uma queda de 35% em relação ao mesmo período do ano anterior. A redução é atribuída a menores contribuições das transações de gás natural na unidade de negócios estratégicos de infraestrutura energética, embora tenha sido parcialmente compensada por contribuições favoráveis em outras áreas. A empresa assinou contratos para 3,7 gigawatts (GW) de energias renováveis em 2023 e planeja concluir a construção de 3,5 GW de energias renováveis no mesmo ano. Além disso, concordou com vendas minoritárias de empresas na República Dominicana e no Panamá, gerando US$ 190 milhões em receitas de venda de ativos. (Valor Econômico - 03.11.2023)
Link Externo

Enel Distribuição São Paulo reduz quadro de funcionários em 36%

A Enel Distribuição São Paulo reduziu seu quadro de funcionários em 36% desde 2019, mas o diretor de operações da companhia, Vincenzo Ruotolo, assegura que isso não afetou a qualidade do serviço prestado. A diminuição foi estratégica e envolveu a terceirização de algumas áreas, como a leitura de medidores. Além disso, a empresa tem investido em digitalização, incluindo a implementação de medidores inteligentes (Smart Meters), como parte de sua estratégia de gestão e automação. (Valor Econômico - 05.11.2023)
Link Externo

Light perdeu R$ 600 mi por conta de furto de energia

O furto de energia é o motivo central da Light passar por dificuldades financeiras seríssimas, afirmou o empresário Nelson Tanure, principal acionista da empresa."Essa situação não é sustentável, mas a companhia não tem como resolvê-la sozinha. Por isso, defendo que vamos recuperar a Light com muito trabalho e diálogo, envolvendo consumidores, governos, sociedade civil, credores e acionistas", disse Tanure. Segundo, ele nos últimos 12 meses a empresa perdeu R$ 600 milhões por conta do furto de energia. (Valor Econômico - 03.11.2023)
Link Externo

Cemig testa cabos de energia com plástico de origem vegetal

Cemig é a distribuidora de energia elétrica pioneira na utilização do “cabo green”, cabos cujo isolamento tem em sua composição o uso de material contendo plástico de origem vegetal. Ainda em período de teste, a empresa prevê a instalação de 10 quilômetros do cabo com objetivo de atestar o uso seguro do novo produto com diferentes características climáticas. Segundo Marcondes Silvestre Takeda, gerente de produto da Prysmian, a cada quilo de polietileno verde corresponde a um impacto de 5 quilos de CO2 a menos na atmosfera. Considerando a comercialização média de 23 mil toneladas de cabos de distribuição por ano, ele calcula que o uso do biopolietileno evitaria a emissão de 4.600 toneladas de CO2. Atualmente, o custo médio está entre 6% a 8% acima do preço de um cabo com isolamento tradicional, porém, com maior escala, o preço poderia cair. (Valor Econômico - 03.11.2023)
Link Externo

Omega: Empresa prospecta novos cortes de energia

A Omega, que mudou de nome para "Serena", considerou “imaterial” o impacto do apagão de 15 de agosto que deixou consumidores de 25 estados e do DF sem energia. A companhia comunicou que houve uma perda de aproximadamente 8 gigawatts-hora (GWh) com a ocorrência e que, no consolidado do trimestre, anotou perda de 38,7 GWh, que traduz cerca de R$ 5,8 milhões. Segundo o diretor executivo da companhia, Bernardo Bezerra, são esperados novos cortes de geração nas usinas da companhia, mas a dimensão do desafio de preços é ainda mais preocupante. A declaração diz respeito ao cenário de baixos preços de energia em decorrência do elevado nível dos reservatórios das hidrelétricas e do aumento da geração distribuída, que aumentam a sobreoferta. (Broadcast Energia - 01.11.2023)  
Link Externo

CDPQ planeja dobrar o tamanho de seu negócio de transmissão de energia no Brasil

O fundo de pensão canadense CDPQ planeja dobrar o tamanho de seu negócio de transmissão de energia, a Verene Energia, nos próximos cinco anos, através de novos projetos conquistados em leilões ou pela compra de ativos operacionais. Recentemente, a gestora adquiriu a Intesa, subsidiária da Equatorial Energia, por R$ 396 milhões, elevando o valor total da operação para R$ 714 milhões, incluindo as dívidas da empresa. A conclusão do negócio, que ainda depende da aprovação do Cade e da Aneel, está prevista para dezembro. Com a aquisição, a CDPQ passará a operar um total de 1.900 km de linhas de transmissão no Brasil, gerando uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 360 milhões. (Valor Econômico - 03.11.2023)
Link Externo

Alupar: Vitória em leilão de LTs no Chile

A Alupar comunicou ao mercado no dia 3 de novembro que a controlada Alupar Inversiones Chile S.p.A venceu o Grupo 2 do Leilão de Transmissão feito no país. O objeto é a realização de obras em 3 novas subestações do grupo 2: as Seccionadoras El Pimiento (220kV), Monte Blanco (110kV) e El Lazo (110kV); além do projeto de 15,7 km de linhas de transmissão de 110kV que conectam essas unidades em pares. A Receita Anual Permitida (RAP) vencedora ficou em US$ 5,19 milhões e o Capex de Refêrencia (CEN) é de US$ 45,96 milhões, diante do qual é estimada a economia de 10% a 15%. Além disso, o prazo de concessão é perpétuo, enquanto o prazo de construção do empreendimento é de até 48 meses após publicação do Decreto de Adjudicação, previsto para dezembro. (CanalEnergia – 06.11.2023)
Link Externo

Sterlite: Separação de áreas de negócios

A indiana Sterlite Power Transmission Limited anunciou que vai desmembrar a sua área de transmissão na Índia e no Brasil. A SPTL cindida continuará a deter o negócio de Produtos Globais e Serviços EPC Especializados, assim como o negócio de cabos e fios condutores. O negócio de Infraestrutura de Transmissão de Energia, por outro lado, que abrange os ativos na Índia e no Brasil, será transferido para a Sterlite Grid 5 Limited. Ambas terão Conselhos independentes e times de gestão executiva exclusivos. Segundo Pratik Agrawal, Diretor Geral da STPL, a cisão permitirá que as entidades criem estruturas de capital independentes e atraiam investimento adequados para o perfil de crescimento particular de cada entidade. O resultado esperado é a geração de valor substancial para os acionistas e a consolidação de entidades de classe mundial que possam amparar as mudanças previstas para o setor de energia. (CanalEnergia – 03.11.2023)
Link Externo

Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Dcide: Preços de referência para energia de longo prazo sobem pela sexta semana seguida

Os preços de referência para a energia de longo prazo - a ser entregue entre 2025 e 2028 - subiram pela sexta semana consecutiva tanto na comparação semanal quanto na mensal. A variação anual, no entanto, segue negativa, segundo informações do mais recente boletim da consultoria Dcide. O índice convencional subiu 2,15%, passando de R$ 106,74 por megawatt-hora (MWh) para R$ 109,03 por MWh. No mês, o indicador apresenta valorização de 12,65%, enquanto na comparação com o mesmo período do ano passado observa-se queda de 22,99%. O índice de energia incentivada, que é gerada por usinas eólicas, solares, biomassa ou Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e conta com desconto de 50% no fio, apresentou aumento de 1,82%, saindo dos R$ 138,77 por MWh para R$ 141,30 por MWh. (Broadcast Energia - 01.11.2023) 
Link Externo

CCEE: PLD médio diário retorna ao patamar mínimo regulatório em todos os submercados

O Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) médio diário permanece no piso regulatório de R$ 69,04 por megawatt-hora (MWh) nesta sexta-feira, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O preço não apresenta oscilações ao longo do dia em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), de forma que os PLDs médios, mínimos e máximos coincidem em todos os submercados do País. (Broadcast Energia - 03.11.2023) 
Link Externo

ONS: Carga de energia do SIN cresce 7,3% em setembro frente a setembro/22

A carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) alcançou 76.256 megawatts médios (MWmed) em setembro, o que corresponde a um crescimento de 7,3% em setembro em relação ao valor verificado no mesmo mês de 2022, informou o Boletim de Carga Mensal do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), divulgado hoje, 01. Entre os submercados, o Sudeste/Centro-Oeste registrou aumento de 8% na comparação anual, para 43.541 Mwmed. No Sul, a carga verificada aumentou 5,5% em relação setembro do ano passado. No Nordeste o aumento da carga foi de 4,8% na mesma base de comparação. No Norte o crescimento da carga registrado em setembro foi de 10,1% em relação ao valor anotado no mesmo mês do ano passado. (Broadcast Energia - 01.11.2023) 
Link Externo

ONS: Carga de energia do SIN deve aumentar 10,6% em novembro, para 79.485 MW médios

A carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) deve encerrar novembro em 79.485 megawatts médios (MWmed), alta de 10,6% em relação ao mesmo mês do ano passado, informou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) no mais recente Programa Mensal da Operação (PMO). No Sudeste/Centro-Oeste, principal mercado de energia do País, a previsão é que a carga termine o mês em 45.098 MWmed, alta de 4,0% frente ao PMO anterior. No Sul, a estimativa é que ela fique em 13.269 MWmed, elevação de 0,4% ante a projeção divulgada na semana passada. Para o Nordeste, o consumo de energia deve terminar o mês em 13.448 MWmed, elevação de 2,1% ante o PMO anterior. No Norte, a carga deve terminar novembro em 7.670 MWmed, alta de 0,2% em relação à estimativa da semana passada, mas de 14,4% em base anual de comparação. (Broadcast Energia - 01.11.2023) 
Link Externo

ONS: Custo Marginal da Operação é mantido em R$ 0,00 por MWh

Custo Marginal da Operação (CMO) permanece em R$ 0,00 por megawatt-hora (MWh) em todos os submercados na semana de 04 a 10 de novembro, informou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) no mais recente Programa Mensal da Operação (PMO). O CMO é o custo para se produzir 1 megawatt-hora (MWh) para atender ao Sistema Interligado Nacional (SIN). (Broadcast Energia - 01.11.2023) 
Link Externo

ONS: Previsão de ENA para novembro é revisada para cima em todos os subsistemas

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou para cima a estimativa de Energias Naturais Afluentes (ENAs) para todos os subsistemas em novembro. A informação consta no mais recente Programa Mensal da Operação (PMO) divulgado hoje. Para o subsistema Sudeste/Centro-Oeste, a quantidade de água que chega aos reservatórios das hidrelétricas deve terminar o mês em 122% da média histórica, alta de 22 pontos percentuais (p.p.) em relação à estimativa anterior. No Sul, que sofre a influência do fenômeno climático El Niño, espera-se que a ENA alcance 522% da média, acréscimo de 216 p.p., frente à estimativa divulgada no último PMO. Para o Nordeste a previsão é que a ENA seja de 36%, acrescimento de 3 p.p., informou o ONS. Já no Norte, é esperado que a ENA fique em 66% da média, acréscimo de 12 p.p. frente à projeção da semana passada. (Broadcast Energia - 01.11.2023) 
Link Externo

Região Norte diminui 0,5 p.p e opera com 55,4% da capacidade

A Região Norte apresentou redução de 0,5 ponto percentual, no último domingo, 05 de novembro, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O subsistema está operando com 55,4% da capacidade. A energia armazenada mostra 8.479 MW mês e a ENA aparece com 1.659 MW med, o mesmo que 33% da MLT. A UHE Tucuruí segue com 31,57%. O subsistema do Nordeste teve aumento de 0,1 p.p e opera com 59,3% da sua capacidade. A energia armazenada indica 30.629 MW mês e a energia natural afluente computa 1.642 MW med. A região Sudeste e Centro-Oeste teve níveis estáveis e está com 68,5%. Furnas admite 78,06% e a usina de Itumbiara marca 72,48%. A Região Sul cresceu 0,2 p.p e está operando com 91% da capacidade. (CanalEnergia – 06.11.2023) 
Link Externo

SP tem desligamento automático de SE e LT

O Operador Nacional do Sistema Elétrico informou em seu boletim diário, IPDO, que na última quinta-feira, 02 de novembro, às 09h39, ocorreu o desligamento automático de toda a SE Ramon Rebert Filho e da LT 345 kV Leste–Tijuco Preto C1, que estão localizadas em São Paulo. Com isso, houve a interrupção de 452 MW de carga. (CanalEnergia – 03.11.2023) 
Link Externo

Distribuidoras de SP trabalham para restabelecer serviço para mais de 700 mil clientes

Milhões de pessoas ficaram sem energia no estado de São Paulo, após as fortes chuvas de sexta-feira, 03 de novembro, acompanhadas de rajadas de vento de até 100 km/h e provocaram quedas de árvores e galhos sobre a rede elétrica, danificando trechos inteiros da rede de distribuição em diversos pontos. As concessionárias estão trabalhando para restabelecer de forma gradual o serviço, dando prioridade aos casos mais críticos, como serviços essenciais. Do lado do Grupo CPFL Energia, na região da CPFL Santa Cruz, as áreas de Jacarezinho e Ourinhos foram as mais afetadas. Já na CPFL Piratininga, Sorocaba, Indaiatuba e a Baixada Santista tiveram mais impactos. (CanalEnergia – 06.11.2023) 
Link Externo

Empresas de energia do Amazonas enfrentam desafios na seca histórica

Geradoras independentes e distribuidoras enfrentam desafios para manter o fornecimento de energia elétrica na seca histórica dos rios da região amazônica. No Estado do Amazonas, municípios atendidos por sistemas isolados vivem racionamento e constantes interrupções do serviço. Queimadas, longas distâncias para manutenção das linhas de transmissão e problemas no transporte de combustíveis, com viagens que podem durar até 30 dias, estão entre as causas dos problemas. O diretor de Relações Institucionais da distribuidora Amazonas Energia S.A, Radyr Gomes de Oliveira, conta a situação "esteve pior", mas está sendo aos poucos normalizada. Cerca de 25% dos consumidores do Estado estão em sistemas isolados apenas com acesso fluvial. (Broadcast Energia - 01.11.2023) 
Link Externo

Montenegro tem potencial para se tornar grande fornecedor de energia da Europa

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que Montenegro tem potencial "para se tornar um grande fornecedor de energia nesta região". Atualmente, o país passa por processo de adesão à União Europeia. Durante discurso realizado no país, von der Leyen apresentou um "plano de crescimento" que se baseia em quatro pilares, que envolvem o Mercado Único Europeu, um "Mercado Regional Comum" - que, se concluído, "poderá aumentar o PIB da região em 10%" -, reformas para condições de concorrência e acompanhamento da transição digital. (Broadcast Energia - 31.10.2023) 
Link Externo

Mobilidade Elétrica

GM diz que demissões estavam ligadas a custos de carros elétricos

A General Motors reverteu a decisão de demitir 1.245 funcionários de suas fábricas em São Paulo, um dia após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) rejeitar o pedido da empresa para manter as demissões. Analistas sugerem que as demissões estavam ligadas aos altos custos de desenvolvimento de carros elétricos, um setor atualmente dominado por montadoras chinesas. Especialistas preveem que as empresas chinesas estão mirando a América do Sul, e especialmente o Brasil, como um mercado-chave para a expansão internacional devido ao seu tamanho e posição como hub de exportação. (Valor Econômico - 04.11.2023)
Link Externo

Toyota supera Tesla em margem de lucro

A Toyota teve lucro líquido de US$ 17,2 bilhões e atinge uma margem de lucro de 11,8%, superando pela primeira vez em mais de dois anos a margem da Tesla entre abril e setembro de 2023. Esse aumento foi impulsionado pelo aumento de preços e por um iene fraco. Mesmo tendo um forte semestre, a empresa se mantém em alerta pois a indústria está passando por uma transição que ocorre uma vez a cada século, e a Toyota ainda está acelerando o desenvolvimento de veículos elétricos. A Toyota conseguiu ‘alcançar uma base financeira sólida sobre a qual podemos promover investimentos para o futuro’ e ‘Continuaremos nos esforçando para fortalecer nosso poder aquisitivo’, disse Yoichi Miyazaki, diretor financeiro da Toyota. A Toyota também está investindo em veículos híbridos e com células de combustível, com planos de injetar pelo menos 8 trilhões de ienes em veículos eletrificados até 2030. (Valor Econômico - 02.11.2023)
Link Externo

Inovação Tecnológica

Sigma Lithium confirma potencial de 110 milhões de toneladas de lítio no Vale do Jequitinhonha

A companhia de mineração e industrialização de lítio de grau para baterias, Sigma Lithium, afirmou que seu programa de exploração de recursos minerais teve um potencial aumento nas suas reservas, chegando ao montante de 110 milhões de toneladas situadas no Vale do Jequitinhonha(MG). O relatório técnico atual apontou estimativas de 77 milhões de toneladas de recursos minerais medidos e indicados e 8,6 milhões de toneladas de recursos inferidos, ambos com classificação de 1,43% de óxido de lítio (Li2O). ‘A Sigma é atualmente um produtor em grande escala e de baixo custo, mas também tem estimativas de recursos minerais que ultrapassam potencialmente 110 milhões de toneladas de depósitos a céu aberto. Esta escala sublinha a nossa relevância estratégica para nos tornarmos a base de cadeias de abastecimento globais que proporcionarão a descarbonização das baterias EV.’ disse Ana Cabral, CEO da Sigma e copresidente do conselho de administração. (Valor Econômico - 02.11.2023)
Link Externo

RN receberá usina de biomassa com captura de CO2

O Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) anunciou que o Rio Grande do Norte poderá se tornar o primeiro estado brasileiro e polo da América Latina a ter uma infraestrutura para estudos sobre recirculação química com captura de dióxido de carbono (CO2) para produção de energia a partir de biomassa. A Unidade de Recirculação Química para Biomassa está sendo preparada na Espanha e tem previsão de embarque para o Brasil no início de 2024. A iniciativa busca impulsionar projetos na área e acelerar a transição para soluções de energia mais sustentáveis, contribuindo para a redução de emissões de CO2 nos processos produtivos. A tecnologia de recirculação química retém o CO2 em vez de liberá-lo na atmosfera, representando um avanço significativo na busca por soluções mais limpas e eficientes. A implantação dessa nova unidade faz parte de uma iniciativa financiada pelo Plano de Desenvolvimento de Competências (PDC) do Senai nacional, em parceria com outros institutos de inovação, visando o desenvolvimento de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) na área de energias renováveis. (CanalEnergia – 06.11.2023)
Link Externo

Unicamp: Projeto de acompanhamento do ciclo de vida das baterias

Pesquisadores do Centro de Estudos de Energia e Petróleo (Cepetro) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) iniciaram os estudos para desenvolver um “passaporte digital de baterias”. A proposta é criar um sistema de rastreamento desses dispositivos e mapeamento do ciclo de vida completo. “É como se colocasse um chip em todas as etapas pelas quais as baterias passam para mapear os processos e saber o quanto elas emitem de CO2, quanta energia elétrica e água foram utilizadas e quem são os responsáveis por fazer a reciclagem delas”, explica o professor e coordenador do projeto, Hudson Zanin. A plataforma online do projeto contará com informações integradas para a criação de modelos preditivos e estratégias de carregamento e de segundo uso. Além disso, Zanin comentou que o Brasil poderia seguir a rota da União Europeia na regulamentação do setor de baterias, como o estabelecimento de regras de sustentabilidade, descarte e exigências mínimas para a composição do produto. (CanalEnergia – 06.11.2023)
Link Externo

Energias Renováveis

Acelen, Perfin Infra e Illian fecham acordo para construir usina solar na Bahia

A Acelen, em parceria com o Fundo Perfin Discovery Mercury e a Illian Energias Renováveis, assinou um acordo para investir em um empreendimento de geração de energia solar na Bahia. A usina terá uma capacidade de 161 megawatts-pico (MWp) e será construída em João Dourado, no semiárido baiano. A Acelen também firmou um contrato de longo prazo para compra de energia autoproduzida, incluindo créditos de carbono gerados pela futura usina. O projeto faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal e está previsto para iniciar operação comercial no primeiro trimestre de 2025, com a expectativa de gerar 500 empregos durante a construção e cerca de 30 após a entrada em operação. O fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições usuais para projetos dessa natureza. (Broadcast Energia - 01.11.2023)
Link Externo

Grupo Cartão de Todos expande serviço de energia solar a clientes atendidos pela Energisa em SP

O grupo mineiro Cartão de Todos está expandindo seu serviço de energia solar fotovoltaica para clientes em 70 municípios paulistas atendidos pela Energisa. A empresa, que iniciou essa unidade de negócios em 2021 em Minas Gerais, tem como objetivo alcançar até março de 2024 uma base de 41 mil residências, com um consumo de 6 gigawatts-hora (GWh) mensais, em São Paulo e Minas Gerais. O serviço inicialmente será oferecido apenas para os filiados ao Cartão de Todos nas cidades contempladas, com planos de expandir para toda a população local posteriormente. A iniciativa busca democratizar o acesso à energia solar, especialmente para consumidores das classes C e D, que representam cerca de 90% dos filiados ao cartão. A empresa opera sob o modelo de arrendamento de usinas construídas por empreendedores, com investimentos totais de R$ 190 milhões, sendo R$ 160 milhões em empreendimentos em Minas Gerais e R$ 30 milhões em São Paulo. O grupo tem como meta expandir o serviço para a região Sudeste em 2024 e iniciar operações no Centro-Oeste e Nordeste, atendendo até 200 mil unidades consumidoras. (Broadcast Energia - 01.11.2023)
Link Externo

Engie/Takamori: Preço da energia estará acima do custo de expansão

A compra de cinco usinas de geração solar fotovoltaica, que pertenciam à Atlas, adicionará 661 megawatts-pico (MWp) em capacidade de geração ao portfólio da Engie Brasil com a energia contratada a valores maiores do que os praticados hoje no mercado livre, disse o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da empresa, Eduardo Takamori. Os empreendimentos têm contratos vigentes para a venda da energia até 2042, período no qual os preços do mercado livre devem se recuperar e superar o custo marginal de expansão, principal dificuldade encontrada hoje por ativos novos. (Broadcast Energia - 01.11.2023) 
Link Externo

Auren/Zanfelice: Melhor fonte para projetos greenfield é solar fotovoltaica

A Auren Energia planeja expandir a iniciativa de hibridização de usinas eólicas com energia solar, após obter resultados positivos. O diretor-presidente da empresa, Fabio Zanfelice, afirmou que a energia solar fotovoltaica é a fonte mais promissora para novos projetos de geração de energia, devido à redução de preços de painéis e custos de implantação. A companhia tem a intenção de avançar com a hibridização e considerar aquisições de novos projetos nas regiões Norte, Nordeste e em Minas Gerais, onde a insolação é mais favorável. Zanfelice também destacou que estão avaliando tanto o crescimento por meio de novos projetos quanto por aquisições, de acordo com as oportunidades do mercado. (Broadcast Energia - 01.11.2023)
Link Externo

Auren aposta em energia solar e eólica para expandir portfólio

A Auren está finalizando a construção uma usina solar com capacidade inicial de 59 MWp e planeja colocar em operação outros dois parques solares a Sol do Jaíba (626 MWp) e Sol do Piauí (58 MWp). A empresa pretende expandir seu portfólio de geração de energia renovável através de projetos que unem geração solar e eólica. Fábio Zanfelice, presidente da Auren, disse que segue atento a projetos híbridos que combinam complementaridade entre as fontes solar e eólica e tem projetos prontos para serem desenvolvidos. (Valor Econômico - 02.11.2023)
Link Externo

EOL Cajuína B13 inicia teste de 5,7 MW

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para início da operação em teste, a partir de 4 de novembro, a UG7, da EOL Cajuína B13, com 5,7 MW de capacidade instalada. O empreendimento está localizado no município de Lajes, no estado do Rio Grande do Norte, e é de titularidade da Ventos De São Ricardo 10 Energias Renováveis S.A. (CanalEnergia - 06.11.2023)
Link Externo

Declaração de Bali diz que UHEs devem se juntar a renováveis para impulsionar crescimento sustentável

A Declaração de Bali, divulgada pelo Congresso Mundial de Energia Hidrelétrica, destaca a importância da colaboração entre energia hidrelétrica, solar e eólica para impulsionar o crescimento sustentável no futuro, antes da COP 28. A declaração ressalta que a hidrelétrica deve ser a base das estratégias nacionais para construir economias de baixo carbono, apoiadas por energia limpa e renovável. Ela enfatiza o papel fundamental da energia hidrelétrica como a maior fonte mundial de produção e armazenamento de energia renovável, especialmente nas economias em desenvolvimento. A declaração oferece quatro recomendações, incluindo o planejamento das demandas energéticas futuras, o incentivo ao desenvolvimento sustentável da energia hidrelétrica, a aceleração das energias renováveis com eficiência no licenciamento e a incorporação de práticas de sustentabilidade nas regras de governo. A declaração sublinha que o compromisso com projetos sustentáveis não é suficiente por si só. (CanalEnergia – 06.11.2023)
Link Externo

Artigo de Rogério Pereira Jorge: "Renováveis no Brasil e sua importância para o futuro do planeta"

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Rogério Pereira Jorge, CEO da AES Brasil, destaca o papel de liderança do Brasil na transição energética global. Segundo o autor, o país possui uma matriz elétrica composta por 87,9% de fontes renováveis, sendo um exemplo para a redução de emissões. Ressalta o crescimento significativo na geração de energia eólica nos últimos anos e destaca a contribuição de diversos setores na descarbonização das operações. Pereira Jorge enfatiza que o Brasil pode oferecer um modelo eficaz para a mudança na oferta de energia a nível mundial. (GESEL-IE-UFRJ – 07.11.2023)
Ver PDF

Gás e Termelétricas

Petrobras assina contrato de R$ 536 mi até 2034 com distribuidora de gás natural do RN

A Petrobras assinou na terça-feira, 31, novos contratos para fornecimento de gás natural com a Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Norte (Potigás), no valor de cerca de R$ 536 milhões, com vigência até dezembro de 2034. Os contratos são resultado de processo para ampliação do suprimento de gás para atendimento ao mercado cativo da distribuidora, no Rio Grande do Norte. De acordo com a Petrobras, esta é a 11ª contratação entre companhia e as Companhias Distribuidoras Locais (CDLs), aderente à nova carteira de produtos da estatal, considerando as recentes contratações no segundo semestre, sendo a quarta no Nordeste, "o que demonstra a ampliação da participação e competitividade da Petrobras no suprimento de gás natural nesta região", informou a companhia. (Broadcast Energia - 01.11.2023) 
Link Externo

OSP: Refinaria da Amazônia vende gás de cozinha 72% mais caro do que refinarias da Petrobras

O preço do gás de cozinha vendido pela Refinaria da Amazônia (Ream), privatizada no último mês do governo de Jair Bolsonaro, é o mais alto do País e custa 72% acima do cobrado pela Petrobras, segundo levantamento do Observatório Social do Petróleo (OSP). A Ream comercializa o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 quilos a R$ 54,41, enquanto nas unidades estatais o gás de cozinha sai por R$ 31,66. "A diferença de R$ 22,75 em relação ao preço praticado pela Petrobras é a maior desde que a Ream foi privatizada, em dezembro do ano passado", informou o OSP. (Broadcast Energia - 01.11.2023) 
Link Externo

Recôncavo Energia recebe autorização para comercializar gás natural

A Recôncavo Energia SPE foi autorizada a exercer a atividade de comercialização de gás natural, conforme despacho da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicado na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União. Com isso, a empresa também obteve o registro de "agente vendedor de gás natural" junto ao regulador. A autorização não contempla o exercício das atividades de distribuição de Gás Natural Comprimido (GNC) a granel ou Gás Natural Liquefeito (GNL) a granel. Também não permite a realização de Projeto para Uso Próprio e de Projeto Estruturante. (Broadcast Energia - 03.11.2023) 
Link Externo

TCU aponta que obras de usina nuclear de Angra 3 estão em 'ritmo bastante reduzido'

O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que as obras da usina nuclear de Angra 3, a ser instalada em Angra dos Reis (RJ), estão em "ritmo bastante reduzido", o que pode prejudicar o cronograma para conclusão do empreendimento. A constatação está no relatório consolidado do Fiscobras, aprovado nesta quarta-feira, 1, pelo plenário do órgão fiscalizador. As obras da usina começaram em 1981, mas em decorrência de ineficiências, ausências de recursos, rescisões contratuais e investigações de corrupção no âmbito da Lava Jato foi retomada e interrompida reiteradas vezes. O custo estimado para conclusão totaliza investimentos da ordem de R$ 20 bilhões. Já um eventual abandono do empreendimento, por sua vez, custaria mais de R$ 10 bilhões. (Broadcast Energia - 01.11.2023) 
Link Externo

Mercado Livre de Energia Elétrica

Cemig fecha acordo com Grupo TORA para venda de energia no varejo do mercado livre

A Cemig fechou contrato para venda de energia no varejo do mercado livre, no modelo flexibilidade total, para o Grupo Tora, do segmento de logística. Pelo acordo, a empresa terá a garantia de receber energia 100% renovável certificada. O negócio foi firmado por meio do Programa de Pontos do Energia Livre Cemig, com apoio da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), através da gerência de energia da entidade, que presta consultoria aos associados até a finalização do processo de migração. De acordo com a Cemig, no modelo de flexibilidade total, o Grupo Tora receberá a energia sem obrigações de consumo mínimo ou limite máximo. (Broadcast Energia - 03.11.2023)  
Link Externo

Electrolux amplia compra de energia da Enel X no mercado livre e mira eletrificação

A Electrolux, fabricante de eletroeletrônicos, firmou um acordo com a Enel X para ampliar sua compra de energia renovável certificada no mercado livre, atingindo 100% de suas operações no Brasil a partir de 2024. Atualmente, a empresa atende a 87% de seu consumo elétrico por meio da Enel X. O acordo cobre quatro instalações da Electrolux, e no próximo ano, dois armazéns também serão incluídos. Essa aquisição de energia renovável está alinhada com as metas de descarbonização da empresa até 2030 e com o aumento do uso de equipamentos eletrificados em suas instalações. A Electrolux tem implementado iniciativas para eletrificar suas operações, substituir veículos a gás por modelos elétricos, e planeja isso para outras áreas, como o transporte de produtos. Além disso, estão em testes de caminhões movidos a energia solar, mas a adoção em larga escala ainda é um desafio devido aos custos e à necessidade de infraestrutura para a eletrificação completa do transporte por caminhões. (Broadcast Energia - 03.11.2023) 
Link Externo

Auren: Abertura de mercado permitirá acessar novos consumidores com margens maiores

A Auren Energia está buscando contratos no mercado livre de energia com consumidores do Grupo A, que poderão migrar para essa modalidade a partir de janeiro de 2024. O presidente da empresa, Fábio Zanfelice, observa que, embora esses consumidores tenham uma demanda menor, a abertura do mercado livre permite margens mais atrativas para as comercializadoras em comparação com grandes consumidores. A empresa está ativa na busca por esses clientes devido à conjuntura de mercado favorável, com preços elevados no mercado regulado. Para garantir a segurança, a Auren já contratou sua energia por três anos e está observando as mudanças nos preços, incluindo riscos causados ​​pelo El Niño. (Broadcast Energia - 31.10.2023) 
Link Externo

Biblioteca Virtual

JORGE, Rogério Pereira. "Renováveis no Brasil e sua importância para o futuro do planeta".

Ver PDF