IFE
10/10/2023

IFE Diário 5.822

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves, Maria Luísa Michilin, Paulo Giovane e Sofia Paoli

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10/10/2023

IFE nº 5.822

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Gabriela Mesquita de Vasconcelos, Gustavo Rodrigues Esteves, Maria Luísa Michilin, Paulo Giovane e Sofia Paoli

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IFE Diário 5.822

Regulação

Seminário (online): Sensibilização de Bancos e Stakeholders Financeiros para o uso de Tecnologias de Armazenamento de Energia em Baterias no Brasil

Gostaríamos de convidá-lo(a) para participar de um seminário de grande relevância no cenário do setor de energia e de tecnologia brasileiro. Este seminário, organizado em colaboração entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Grupo de Estudos do Setor Elétrico da UFRJ (GESEL), Mitsidi, e Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, tem como objetivo principal promover o debate sobre o papel do armazenamento no mercado de energia brasileiro. A programação do evento incluirá importantes aspectos sobre o cenário desta tecnologia no país. Sua participação nos debates, sem dúvida, trará contribuições de grande valor para a transição energética. Saiba mais e inscreva-se aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 10.10.2023)
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Governo planeja abastecer alguns condomínios do Minha Casa, Minha Vida com energia solar

O ministro das Cidades, Jader Filho, diz que alguns condomínios do projeto Minha Casa, Minha Vida serão abastecidos por "fazendas de energia solar", pois é uma solução melhor do que instalação de placas individuais. "Estamos em discussão com a Casa Civil e com o Ministério de Minas e Energia. A ideia é contratar a energia de “fazendas de energia solar” para abastecer alguns condomínios. A ideia de instalar placas de energia solar em cada unidade não funcionou: ocorreram problemas de manutenção, e muitas famílias, em momentos de dificuldades financeiras, venderam as placas.”, disse o ministro. Segundo ele, o governo pretende fazer licitações para conseguir reduzir o preço. (Valor Econômico - 09.10.2023) 
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Aneel inclui avaliar sistema de medição na agenda regulatória 23/24

O diretor da Aneel, Sandoval Feitosa, anunciou a inclusão na agenda regulatória da atividade para avaliar o sistema de medição em vista da transição energética e modernização da distribuição. Ele ressaltou a importância estratégica desse tema, dada a atual dinâmica de mudanças no setor. A presença no evento da Enel São Paulo, que celebrou a instalação de 500 mil medidores inteligentes na região metropolitana, foi destacada por Sandoval como uma contribuição valiosa para a regulação. Ele enfatizou o papel da agência como facilitadora e promotora, removendo obstáculos regulatórios e assegurando equilíbrio entre os agentes em benefício da sociedade. (CanalEnergia - 06.10.2023)
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Empresas

Cemig vende participação em usina hidrelétrica para Eletrobras por R$ 393 mi

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) vendeu sua participação indireta de 34% na Baguari Energia por R$ 393 milhões à Eletrobras Furnas. A Baguari Energia detém 49% de participação no Consórcio Baguari, que explora a Usina Hidrelétrica Baguari, em Minas Gerais, com potencial instalado de 140 megawatts (MW) e 81,9 MW de garantia física. O valor total recebido pela Cemig na operação foi de R$ 421,2 milhões, considerando o dividendo de R$ 11,6 milhões recebido pela companhia. (Valor Econômico - 09.10.2023)
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Consórcio liderado pela Enel X leva concessão para gerir iluminação pública de Maringá

O Consórcio Luz de Maringa, encabeçado pela Enel X e Celt Engenharia, ofereceu uma proposta de contraprestação de R$ 821,7 mil mensais, e venceu o leilão de Parceria Público-Privada (PPP) para administrar pelos próximos 13 anos o sistema de iluminação pública do município de Maringá, no Paraná. O valor corresponde a um deságio de 54,30% em relação ao valor máximo de R$ 1,798 milhão estabelecido em edital. Desta maneira, as empresas que compõem o consórcio devem substituir os 55 mil pontos de energia localizados em praças, ruas e avenidas do município. A expectativa é que o serviço gere uma economia de R$ 1,5 milhão por mês ao município. O leilão foi realizado na B3, em São Paulo, e contou com outros quatro consórcios concorrentes. (Broadcast Energia - 06.10.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário volta ao piso regulatório depois de alta na quinta-feira

Depois de subir na quinta-feira, 05, o Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) médio diário voltou ao piso regulatório, de R$ 69,04 por megawatt-hora (MWh), segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O preço não apresenta oscilações ao longo do dia em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), de forma que os PLDs médios, mínimos e máximos coincidem em todos os submercados do País. O cálculo do PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 06.10.2023) 
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Carga no SIN deve aumentar em 6,1% em outubro

A carga no Sistema Interligado Nacional deve terminar outubro com variação de 6,1%, O valor está em linha com os 6,2% previstos na semana passada na primeira reunião do Programa Mensal de Operação para o período. Os dados são do Informe do PMO do Operador Nacional do Sistema Elétrico. A previsão inclui a geração distribuída. A região Norte tem uma subida acentuada, de 14,7%, sendo seguida pelo Sul, com uma estimativa de crescimento na carga de 6% No Sudeste/Centro-oeste, a carga deve subir 5,2%, enquanto o Nordeste tem a menor variação, de 4,6%. Os níveis dos reservatórios continuam satisfatórios. O destaque é a redução na região Norte, que com a forte seca, deve chegar ao fim do mês com volume de 59,4%, o menor de todos. (CanalEnergia - 06.10.2023) 
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Região Sul cresce 0,6 p.p e opera com 90,7% do nível

O submercado do Sul apresentou crescimento de 0,6 ponto percentual e estava operando com 90,7% da capacidade, na última quinta-feira, 5 de outubro, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A energia armazenada marca 18.556 MW mês e ENA é de 37.780 MW med, equivalente a 72% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. As UHEs G.B Munhoz e Passo Fundo funcionam com 87,07% e 93,79% respectivamente. A região Sudeste/Centro-Oeste diminuiu 0,2 p.p e está em 71,4%. Os reservatórios do Norte caíram 0,5 p.p e operam com 70,1% da capacidade. A região Nordeste baixou 0,3 p.p e opera com 65,7% da sua capacidade. (CanalEnergia - 06.10.2023) 
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Mobilidade Elétrica

BYD promete investir R$ 3 bi na sua primeira fábrica fora da Ásia, em evento na Bahia

Em um evento na Bahia, a chinesa BYD apresentou seus planos de iniciar a produção entre 2024 e 2025, com a intenção de produzir 150 mil veículos elétricos por ano em um primeiro momento. Durante o evento, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), anunciou um projeto de lei do governo do Estado que prevê isenção de 100% de IPVA de carros elétricos até R$ 300 mil e IPVA fixo de 2,5% para veículos elétricos acima desse preço. A BYD promete investir R$ 3 bilhões na que será sua primeira fábrica de carros híbridos fora da Ásia. Além disso, planeja fabricar ônibus e caminhões elétricos na mesma unidade. (Valor Econômico - 09.10.2023) 
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CAF apoia Santander com US$ 50 mi para impulsionar a mobilidade elétrica e híbrida

O Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF) destinou US$ 50 milhões (cerca de R$ 250 milhões) ao Santander Brasil com o objetivo de apoiar financiamentos de veículos híbridos e elétricos. Estefanía Laterza, representante do CAF no Brasil, aponta que tal parceria representa o compromisso de impulsionar a transição para veículos mais sustentáveis, fomentando a adoção de tecnologias limpas no Brasil. Com essa operação, já são seis as linhas que o CAF concedeu ao Santander, totalizando US$ 450 milhões. Esses valores já foram utilizados para financiar painéis de geração de energia solar, crédito para mulheres empreendedoras nas regiões norte e nordeste, entre outras iniciativas.(Valor Econômico - 09.10.2023)
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Tesla: Montadora pressiona concorrência dos veículos elétricos

A Tesla, hoje, é a fabricante de veículos elétricos mais dominante nos EUA e exerce forte pressão de preços à concorrência com montadoras tradicionais. O Model Y da Tesla, que no começo de 2023 era quase US$ 20 mil mais caro que o preço médio de um carro novo, eliminou a diferença ainda em abril. Já em outubro, nova variante do veículo já começa US$ 4 mil mais barato. A única empresa que compete na escala da Tesla em veículos elétricos é a chinesa BYD. A partir da decisão de parar de fabricar carros sem plugues e concentrar-se totalmente em veículos elétricos, a montadora tornou-se dominante na China e, hoje, pode superar a Tesla em vendas globalmente. A ascensão meteórica da BYD mostra que é possível para uma montadora tradicional se tornar elétrica, mas isso pode exigir a eliminação dos próprios produtos e práticas comerciais que antes a tornavam bem-sucedida. (O Estadão - 07.10.2023)
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Preço dos ônibus elétricos se igualará ao dos a diesel até 2030 na Europa, diz presidente mundial da Daimler

Segundo o presidente mundial da Daimler Buses, Till Oberwörder, a eletromobilidade tende a avançar de forma rápida no transporte público global, por ser um serviço essencial. É natural que os municípios se esforcem para obter financiamento para o transporte livre de carbono. O executivo alemão prevê que, até 2030, 100% dos ônibus urbanos vendidos na Europa serão livres de carbono e, até lá, estima que o preço de um modelo elétrico estará equiparado ao do tradicional a combustão, já que a troca de veículos a diesel por elétricos recebe subsídios e os municípios precisam organizar seu sistema de transporte à medida que a demanda aumenta e o ônibus tem a capacidade de se integrar ao modelo intermodal e de atender ao aumento de demanda de forma mais rápida, segundo Oberwörder. (Valor Econômico - 09.10.2023)
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Falta de infraestrutura impede o crescimento do mercado de ônibus elétricos

Till Oberwörder, presidente mundial da Daimler Buses, na abertura da maior feira do setor, apontou a necessidade de expandir a infraestrutura de recarga de baterias nas rodovias da Europa e, assim, levar a eletromobilidade para as estradas. Segundo ele, a instalação de pontos de recarga em rodovias não vem acompanhando a evolução tecnológica dos veículos. Por isso, será difícil alcançar a meta de carbono zero em 45% dos ônibus rodoviários vendidos no continente até 2030, disse Oberwörder. Ele estima que pela falta de estações de recarga não mais do que 20% das vendas de rodoviários estarão livres de carbono em sete anos. “A discussão não é fácil. Mas temos que ser realistas. Não há meios de vender ônibus elétricos sem infraestrutura”, diz. (Valor Econômico - 09.10.2023)
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Energias Renováveis

Pesquisa da Solfácil aponta que São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas lideram o ranking de geração solar no país

Nos últimos 12 meses, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul lideraram a geração de energia solar no Brasil, de acordo com dados da Solfácil, o maior ecossistema de energia solar da América Latina. São Paulo teve a maior geração com 1.346 MWp, seguido por Minas Gerais com 932 MWp e Rio Grande do Sul com 728 MWp. O levantamento, baseado em dados do dispositivo inteligente Ampera da Solfácil, abrangeu todos os municípios do Brasil, refletindo uma tendência no setor. Confira o ranking completo de potência instalada no Brasil nos últimos 12 meses, de agosto de 2022 a agosto de 2023. (Petronotícias - 07.10.2023)
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Kinsol: Empresa cresceu com reformulação de operações e superou a pandemia

Maurício Krivelin, empresário que comprou a Kinsol em 2018, comenta aspectos que fizeram a empresa de energia solar crescer cerca de 35 vezes desde 2019. Sabendo que muitas pessoas passaram a ver a energia solar como uma oportunidade de reduzir a conta de energia, ele cita que mudar a experiência de atendimento no sentido de aproximação ao consumidor foi parte reformulação implementada já inicialmente. Com isso, ele começou a focar na venda de energia mais barata por meio de “fazendas de painéis solares” instaladas em áreas específicas. Visto o sucesso dessas iniciativas, a empresa passou a oferecer a instalação de sistemas de energia solar em residências e empresas, que estima levar a uma redução de até 90% da conta de energia. Com a pandemia do covid-19, empresário diz que fez “plano de guerra” para redução de gastos. Segundo ele, a resiliência dos sócios e dos vendedores nessas circunstâncias fizeram com que a empresa prosperasse. Assim, mesmo em meio às dificuldades, a Kinsol conseguiu expandir suas operações com aumento da procura por painéis solares e com a redução de custos relacionada à entrada da China na fabricação do equipamento. (O Estadão - 08.10.2023)
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Energia eólica offshore: como a geração no mar chegará ao Sistema Interligado Nacional

O caminho para a economia de baixo carbono passa, necessariamente, pela transição energética, já que o consumo de energia responde por mais de 70% das emissões de gases de efeito estufa do planeta. Nesse sentido, diversas formas de geração de energia que não utilizam combustíveis fósseis estão avançando mundialmente, entre elas, as usinas eólicas. Essas estruturas captam a energia do vento e podem ser instaladas em terra (onshore) ou no mar (offshore). Em terra, a tecnologia já é conhecida e disseminada no Brasil, chegando a representar 13% da capacidade de geração de energia do país no ano passado (veja mais a seguir). Já a exploração da energia eólica offshore está em fase de regulamentação , com previsão de que as primeiras usinas estejam operantes não antes de 2030, o que exige a superação de alguns desafios, como regulação e infraestrutura. (Além da Energia – 09.10.2023)
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Sabesp investe em energia renovável para reduzir custos e emissões

A Sabesp tem investido em novos projetos de energia renovável para diversificar seu abastecimento e atingir a meta de 45% de autoprodução e 4,5% de geração distribuída por meio de usinas solares fotovoltaicas até 2027. Além disso, a empresa realiza neste momento um investimento de aproximadamente R$ 240 milhões para implantar 34 novas usinas fotovoltaicas. “Estamos diversificando a carteira de energia, que é um dos maiores custos operacionais de empresas de saneamento básico”, afirma Paula Violante, diretora de engenharia e inovação da companhia paulista. Apenas com as usinas de geração distribuída, a projeção é de uma economia nos gastos com energia na ordem de R$ 55 milhões por ano, diz ela. Nos últimos anos, a Sabesp já tem buscado reduzir os custos com energia por meio da migração do fornecimento para o mercado livre, que hoje já representa 65% do consumo total. (Valor Econômico - 09.10.2023) 
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Demanda maior atrai investimentos em novas usinas de etanol de cana e, principalmente, de milho

O mercado de etanol no Brasil está experimentando um aumento significativo, impulsionando a abertura de novas usinas de produção, tanto a partir da cana-de-açúcar quanto do milho. Atualmente, existem 22 plantas de etanol de milho homologadas pela ANP, com mais seis em processo de autorização. Empresas como o Grupo Inpasa e o Grupo Nardini Agroindustrial anunciaram investimentos substanciais para expansão da produção. A União Nacional do Etanol de Milho (Unem) prevê que a produção alcance 10 bilhões de litros em 2030, representando mais de 20% do mercado brasileiro de combustíveis. Além disso, o etanol está se tornando uma solução não apenas para a descarbonização de veículos, mas também para o transporte aéreo e marítimo, com novas tecnologias em ascensão. Além disso, o mercado de exportação de etanol para refinarias nos Estados Unidos está se expandindo, com empresas brasileiras já credenciadas para fornecer o produto. (O Estadão - 07.10.2023)
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Gás e Termelétricas

Cladtek vai expandir capacidade produtiva no Brasil e contratar mão de obra para atender demanda do setor de óleo e gás

A multinacional Cladtek já está no Brasil há mais de 12 anos fornecendo revestimentos resistentes à corrosão (Weld Overlay) e tubos revestidos mecanicamente (MLP). Nessa trajetória, a companhia já coleciona um bom histórico de contratos conquistados dentro do setor de óleo e gás e vislumbra muitos novos negócios para os próximos anos. Em entrevista ao Petronotícias, o vice-presidente para Américas da Cladtek, Eduardo Menezes, afirma que a fábrica da empresa em Santa Cruz, no Rio de Janeiro, já conta com cerca de 1.000 colaboradores e a tendência é que esse número seja expandido até 2025. “Durante o ano de 2023, já conseguimos aumentar nosso efetivo de trabalho em quase 20%, em resposta ao mercado aquecido”, declarou. (Petronotícias - 09.10.2023) 
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Aneel tem força-tarefa para regularizar Termonorte I e II, diz Feitosa

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) autorizou na quarta-feira, 4 de outubro, a retomada da disponibilidade das usinas termelétricas Termonorte I e II, em Porto Velho (RO), conforme noticiado. Agora, de acordo com o diretor da Aneel, Sandoval Feitosa, a agência está fazendo todos os esforços para regularizar essas usinas. “Uma delas não tem outorga e as duas estão descontratadas e não tem contrato de conexão. Nós vamos fazer todos os ajustes regulatórios para que elas possam ser conectadas”, disse. Segundo executivo, isso não é nenhum obstáculo intransponível, pois a Aneel como em outros momentos foi chamada para dar e buscar soluções. (CanalEnergia - 06.10.2023) 
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Turquia e o Azerbaijão iniciam construção de um gasoduto entre os dois países

O Azerbaijão e a Turquia iniciaram a construção do gasoduto que já estava planejado há muito tempo para ligar a rede de gás da Turquia ao gasoduto do Azerbaijão. A construção foi formalmente lançada numa cerimônia com a presença do presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, e do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan. Os dois assinaram também acordos sobre energia, transportes e habitação pública. O novo gasoduto, que está a ser construído deverá estar concluído até ao final de 2024, percorrerá 80 km dentro da Turquia até à fronteira  e depois por mais 17,5 km dentro da cidade Nakhchivan. Uma vez concluída, a linha permitirá ao Azerbaijão abastecer Nakhchivan com o seu próprio gás fornecido através da Turquia. (Petronotícias - 07.10.2023) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

Novas tecnologias favorecem mercado livre de energia elétrica, diz especialista

Inovações como Smart Grids - redes elétricas inteligentes que utilizam tecnologia da informação -, Internet das Coisas (IOT), Inteligência Artificial e Big Data - favorecem a expansão do mercado livre de energia elétrica, segundo o gerente da CAS Tecnologia, Octavio Brasil. “As novas tecnologias favorecem a expansão do mercado livre de energia elétrica, possibilitando maior economia, controle e eficiência”, diz. O comentário ocorre num momento em que o Ambiente de Comercialização Livre (ACL) está às portas de uma mudança de regras, a partir de 2024, quando todo consumidor atendido em alta tensão passará a poder escolher seu fornecedor de energia. Para o gerente da CAS Tecnologia, a completa liberalização do mercado brasileiro passa pela implementação avançada de soluções inteligentes e integradas. Segundo ele, a adoção de novas tecnologias desempenha um papel relevante especialmente no aumento do controle e na eficiência do crescente do mercado livre de energia. (Broadcast Energia - 06.10.2023) 
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