IFE
20/09/2023

IFE Diário 5.808

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin e Sofia Paoli

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20/09/2023

IFE nº 5.808

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin e Sofia Paoli

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IFE Diário 5.808

Regulação

Artigo GESEL/AHK: “Análise do Plano de Trabalho Trienal do Programa Nacional do Hidrogênio”

Foi publicado novo artigo GESEL no Portal de Hidrogênio Verde da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK). O texto, assinado por Nivalde José de Castro (Coordenador do GESEL), Luiza Masseno Leal (Pesquisadora Plena do GESEL) e Vinícius José da Costa (Pesquisador Jr. do GESEL) é intitulado “ Análise do Plano de Trabalho Trienal do Programa Nacional do Hidrogênio”. Segundo os autores, “o Brasil gradativamente vai se comprometendo com uma agenda em prol do desenvolvimento da economia do hidrogênio de baixa emissão como uma estratégia fundamental para atingir três objetivos: (i) perseguir as metas de redução de emissões de carbono; (ii) contribuir para a transição energética global; e (iii) ser um vetor para a reindustrialização”. Para ler o artigo na íntegra, acesse: https://www.h2verdebrasil.com.br/noticia/analise-do-plano-de-trabalho-trienal-do-programa-nacional-do-hidrogenio/ (GESEL-IE-UFRJ – 20.09.2023)
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PL que regulamenta o mercado de carbono entra na pauta de votação no Senado

O projeto de lei que regulamenta o mercado de créditos de carbono no Brasil entrou na pauta de votações da Comissão de Meio Ambiente do Senado. A relatora do texto, Leila Barros, deve apresentar aos senadores do colegiado uma nova versão do seu parecer. Por isso, ela já costurou um acordo pela aprovação de um pedido de vista (mais tempo para análise) de uma semana. A aliados, Leila sinalizou que pretende fechar uma versão do relatório que tenha aval tanto do governo como da bancada ruralista. A senadora tem dialogado diretamente com Tereza Cristina em busca de um entendimento. (Valor Econômico - 19.09.2023)
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MME: Abertura de consulta pública para criação de diretrizes sobre suspensão no fornecimento de energia

O MME abriu uma consulta pública para elaboração de proposta normativa para estabelecer as diretrizes gerais para o enfrentamento de situações emergenciais de restrição temporária do fornecimento de energia elétrica ou situações com potencial risco iminente de suspensão do fornecimento de energia elétrica, no SEB, relacionadas a ações específicas deliberadas pelo CMSE. O prazo para apresentação de contribuições é de 30 dias. Segundo portaria do ministério, a minuta de Portaria Normativa e a Nota Técnica, que fundamenta a proposta, podem ser obtidas na página do MME na internet. As contribuições de interessados também devem ser apresentadas por meio deste portal. (Valor Econômico - 19.09.2023)
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Aneel: Consumidores têm mais de R$ 20 bi em créditos tributários a receber

A diretoria da Aneel indicou que os consumidores ainda têm mais de R$ 20 bilhões em créditos tributários a receber referentes ao recolhimento indevido de PIS/Cofins nas tarifas. Os valores já são devolvidos, desde 2020, na forma de desconto na conta de luz. A sinalização sobre o montante remanescente foi dada, durante reunião do comando da Aneel, pelo diretor Fernando Luiz Mosna. O direito do consumidor de reaver os valores pagos indevidamente foi garantido em decisão do STF, em maio de 2021. Na sentença, o tribunal definiu que a decisão produz efeito retroativo ao recolhimento feito a partir de março de 2017. A superintendente de fiscalização econômica, financeira e de mercado da Aneel, Maria Luiza Ferreira Caldwell, indicou, em apresentação técnica, que todo o estoque de crédito tributário alcançou R$ 62 bilhões. Ela informou que, entre 2020 e 2023, R$ 30,8 bilhões foram devolvidos pelas concessionárias de distribuição, por meio de reduções nas tarifas de 4,6% a 9,2%, em média, definidas a cada ano. (Valor Econômico - 19.09.2023)
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Aneel publica entendimento sobre aprovação do orçamento de conexão de GD pelas distribuidoras

A Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica (STD) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) emitiu um entendimento para orientar a ouvidoria setorial em casos relacionados à aprovação do orçamento de conexão por parte das distribuidoras de energia. O despacho fornece diretrizes sobre cancelamento, alteração ou invalidação do orçamento, conforme estabelecido na Resolução Normativa n° 1.000/2021, que reúne as principais regulamentações da Aneel para o serviço público de distribuição de energia, incluindo os direitos e obrigações do consumidor. Além disso, destaca que atrasos na injeção de energia de unidades consumidoras com microgeração ou minigeração distribuída causados por condutas irregulares das distribuidoras devem ser responsabilidade da própria concessionária. A relação entre essas empresas e os agentes do mercado de geração distribuída tem sido objeto de escrutínio por parte da agência, com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) reportando mais de 3.1 mil pedidos de conexão cancelados e suspensos pelas distribuidoras. (Broadcast Energia - 18.09.2023)
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Transição Energética

Lira pretende avançar em carbono, offshore e hidrogênio no segundo semestre

O presidente da Câmara do Deputados, Arthur Lira (PP-AL), anunciou em Nova York nesta segunda-feira, 18 de setembro, que três temas estão na pauta da casa para apreciação em curto prazo: a regulamentação do mercado de carbono e os marcos regulatórios da eólica offshore e do hidrogênio verde. Lira disse que pretende avançar nesses temas ainda neste semestre, e defendeu como “imprescindível” a criação de incentivos aos biocombustíveis no país. “Tratava disso ontem, muito particularmente com o ministro [da Fazenda, Fernando] Haddad sobre alternativas que todos juntos, Rodrigo [Pacheco, presidente do Senado], empresários, Congresso Nacional e Poder Executivo, possamos abrir de alternativas para um orçamento já estrangulado. Pois alternativas o Brasil tem, por sua riqueza e diversidade, por sua grandiosidade, de encontrar formas de subsidiar essas novas formas de produção de energia limpa”, disse durante evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e pela Confederação Nacional da Indústria. (CanalEnergia - 18.09.2023)
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Ministério da Fazenda: Agenda ambiental é complementar às agendas social e fiscal

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a dizer que a agenda ambiental que está sendo elaborada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é complementar à agenda social e fiscal do Executivo, ao citar rapidamente o novo arcabouço fiscal, recém-sancionado. Haddad voltou a dizer que o Brasil está pronto "para ajudar a descarbonizar o planeta". "Temos a matriz energética mais limpa do mundo", falou o ministro. "Somos produtores e exportadores de energia limpa e materiais raros, essenciais para a transição ecológica". Haddad também apontou que o Brasil "tem oportunidade para produzir uma série de bens que podem ser consumidos com certificação verde", e também voltou a defender uma maior cooperação entre os países na pauta ambiental. Nesse sentido, disse que o Brasil pode colaborar com o resto do mundo em relação ao que investiu nas últimas décadas, ao lembrar que o país é líder na produção de biocombustível. (Valor Econômico - 19.09.2023)
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John Kerry: missão dos EUA ao Brasil vai visitar 25 empresas sobre agenda verde

O Departamento de Estado americano vai enviar uma “missão verde” ao Brasil no próximo sábado, dia 22. A iniciativa ocorre na esteira do novo encontro bilateral entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Joe Biden agendado para esta semana, às margens da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e tem como objetivo visitar 25 empresas brasileiras. De acordo com Kerry, a missão vai se reunir com empresários e 25 empresas para mensurar o interesse em tecnologias verdes, programas verdes e como desenvolver energia limpa. “Eles irão conhecer pessoas e ouvir, acho que ouvir é muito importante”, disse. (Broadcast Energia - 18.09.2023)
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CNI/Andrade: Indústria está comprometida com desenvolvimento sustentável e descarbonização

O presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) Robson Andrade, reforçou hoje que a indústria brasileira está comprometida com o desenvolvimento sustentável e que o setor irá investir cada vez mais no processo de descarbonização da produção. “Temos vantagens comparativas e competitivas para atração de investimento e desenvolvimento de empresas; é o momento oportuno de fazer um chamamento a todos investidores e empresários que olhem o Brasil com perspectiva de futuro promissor”, afirmou Andrade durante participação do painel “Brasil em foco: mais verde e comprometido com o desenvolvimento sustentável” da CNI, em Nova York. Entre as vantagens da indústria brasileira, Andrade citou que boa parte da energia utilizada no País é de matriz sustentável e que as emissões de gases do efeito estufa do Brasil estão abaixo da média das nações que compõem o G20 e a OCDE. (Broadcast Energia - 18.09.2023)
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Energias renováveis e transição energética na pauta do Brazil Climate Summit

Energias renováveis e transição energética foram temas abordados durante o Brazil Climate Summit, evento que aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos, e teve como propósito apresentar iniciativas que contribuam para destacar o Brasil na corrida global pela descarbonização. Um dos objetivos do país é atrair negócios e investimentos que fortaleçam a economia de baixo carbono. O BCS teve como palco o “The Forum”, um espaço da Universidade de Columbia, em Nova York. Para os organizadores do evento, esta é uma oportunidade para posicionar o Brasil como potência de soluções para a crise climática global. Para discutir a transição energética e as energias renováveis, o BCS convidou Arthur Ramos, diretor geral e sócio do BCG, André Clark, vice-presidente sênior da Siemens Energy, Anne-Sophie Corbeau, acadêmica de Pesquisa Global da Columbia CGEP, Clarissa Lins, sócia-fundadora do Catavento, Raphaella Gomes, CEO da Floen, e Guilherme Lencastre, presidente da Enel Brasil. (Além da Energia – 19.09.2023)
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Petrobras: Companhia irá compensar emissões de carbono da gasolina Podium

A Petrobras anunciou que irá compensar totalmente as emissões relacionadas a todo o ciclo de vida da gasolina Podium. A compensação das emissões da chamada nova Gasolina Petrobras Podium carbono neutro será feita por créditos de carbono gerados por ações de preservação ou de recuperação florestal de biomas nacionais. Vanessa Gordilho, vice-presidente de negócios, produtos e marketing da Vibra, antiga BR Distribuidora, diz que a empresa tem o compromisso de apoiar a transição energética. “Ter a Gasolina Petrobras Podium carbono neutro em nossos postos é um passo importante nesta missão”, afirma em nota. “Nosso time trabalha visando a evolução, buscando sempre embarcar tecnologia e inovação em nossos produtos. Vamos continuar expandindo a nossa presença e oferta da nova Podium em novas regiões e praças para que os clientes de todo o país tenham acesso a produtos com mais benefícios e atributos". (Valor Econômico - 19.09.2023)
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Roland Berger: Biometano pode gerar ao Brasil R$ 200 bi por ano em 2050

A produção de biometano pode render ao Brasil quase R$ 200 bilhões por ano em 2050, movida pela crescente penetração no mercado em substituição do gás natural. A constatação faz parte de um estudo da consultoria alemã Roland Berger, que estima que o energético poderá atingir 39 bilhões de m³ de volume de vendas ao ano. Já o potencial de produção estimado é ainda maior e pode ir a 59 bilhões de m3 por ano, impulsionado pela grande quantidade de resíduos agroindustriais disponíveis nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. O insumo energético é apontado como alternativa para a substituição sustentável aos combustíveis fósseis, em especial ao gás natural, e tem alto potencial para descarbonizar diferentes setores como o de bens de produção, eletricidade e transportes. O gerente de projetos sênior da Roland Berger, João Martins, explica que o insumo é algo atrativo no Brasil, que depende muito do gás natural para fins industriais e residenciais. “A previsão é que, até 2050, a demanda doméstica por produtos de gás natural e derivados deverá crescer de forma constante, atingindo cerca de 80 bilhões de m3. Já a penetração de mercado do biometano no Brasil, atualmente em apenas 4%, tem potencial de aumentar para 10% até 2030 e 50% até 2050”, aponta Martins. (Valor Econômico - 20.09.2023)
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Maersk e CMA CGM: Parceria visando desenvolvimento de combustíveis verdes para embarcações

A Maersk e a CMA CGM, duas das maiores transportadoras de contêineres do mundo, se juntaram em uma iniciativa para acelerar transição energética no setor e avançar no uso de combustíveis verdes. As empresas vão colaborar no desenvolvimento de novos combustíveis para embarcações, incluindo metano e metanol verdes, com criação de protocolos de uso dos produtos e iniciativas de produção em massa. Nos últimos anos, a Maersk vem avançando na compra de embarcações que são impulsionadas por biometanol, enquanto a CMA CGM aposta em navios movidos a gás natural liquefeito para reduzir emissões. (Valor Econômico - 19.09.2023)
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ONU: líderes globais adotam declaração para acelerar objetivos de desenvolvimento sustentável

Líderes mundiais adotaram uma declaração política para acelerar as iniciativas para alcançar os 17 objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), disse o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, nesta segunda-feira, em Nova York, segundo comunicado no site do organismo. Os 17 objetivos são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. A meta é alcançar esses objetivos até 2030. Os líderes mundiais adotaram os ODS em 2015, com o compromisso de não deixar ninguém de fora. Os objetivos incluem acabar com a pobreza extrema e a fome, garantir o acesso à água potável e ao saneamento, bem como à energia verde, e proporcionar educação universal de qualidade e oportunidades de aprendizagem ao longo da vida. (Broadcast Energia - 18.09.2023)
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Empresas

2W Ecobank: Empresa avalia realização de IPO

A empresa de energia 2W Ecobank informou que está avaliando a realização de uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Em fato relevante, a companhia afirma que engajou o Itaú BBA, o BTG Pactual e o Santander Brasil para avaliar a viabilidade e estruturar a potencial oferta. Segundo a 2W Ecobank, a efetivação da operação “está sob análise da companhia e de seus acionistas, não havendo, nesta data, definição sobre seus termos e condições, incluindo o volume efetivo a ser captado, o preço por ação ou o cronograma para a sua implementação”. Destaca ainda que a eventual realização está sujeita, entre outros fatores, à obtenção das aprovações necessárias, bem como às condições políticas e macroeconômica nacionais e internacionais e ao interesse de investidores. (Valor Econômico - 19.09.2023)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD segue no piso regulatório de R$ 69,04 por MWh em todos os submercados

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) segue no patamar regulatório mínimo de R$ 69,04 por MWh nesta terça-feira, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O indicador está há pouco mais de um ano no piso regulatório, que em 2022 era de R$ 55,70 por MWh. O preço não apresenta oscilações ao longo do dia em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), de forma que os PLDs médios, mínimos e máximos coincidem em todos os submercados do País. O cálculo do PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 19.09.2023) 
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CMSE: Intercâmbio com Argentina e Uruguai totalizou 511 MW médios em agosto

O intercâmbio internacional de energia com a Argentina e com o Uruguai totalizou 511 MWmed, com uma compensação de R$ 103 milhões à Conta Bandeiras em benefício dos consumidores brasileiros do mercado regulado, conforme dados preliminares da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), divulgados pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). Já a exportação de vertimento turbinável, totalizou 847 MWmed exportados de janeiro a agosto de 2023, com resultado financeiro de aproximadamente R$ 781 milhões para os geradores hidráulicos. Em relação ao cenário para a geração de energia hídrica, os reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN) terminaram agosto com 78% de capacidade, refletindo os armazenamentos equivalentes de 79% no Sudeste/Centro-Oeste, 84% no Sul, 73% no Nordeste e 81% no Norte. (Broadcast Energia - 19.09.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Enel X fornece 50 ônibus elétricos ao transporte público do município de São Paulo

A Enel X firmou um acordo com as empresas de transporte público Ambiental, Transpass (do consórcio Transvida) e Transwolff para introduzir 50 novos ônibus elétricos em São Paulo, como parte do projeto de renovação da frota da prefeitura. Os veículos, produzidos pela Caio/Eletra, começarão a operar neste mês. A Enel X investirá R$ 160 milhões na primeira fase do projeto e será responsável por fornecer um serviço integrado de mobilidade elétrica por 12 anos, incluindo a entrega dos veículos, instalação da infraestrutura de recarga nas garagens das empresas operadoras da frota municipal e tecnologia para monitoramento da operação dos veículos elétricos. A Enel Trading também oferecerá energia renovável certificada para a recarga dos veículos. A empresa está em negociações para o contrato de fornecimento de energia no mercado livre. Além disso, há planos de expandir a frota elétrica até o final de 2024, em colaboração com outros parceiros e montadoras homologadas pela SPTrans. (Broadcast Energia - 18.09.2023)
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Prefeitura de SP quer 2 mil ônibus elétricos circulando na cidade até o fim de 2024

A Prefeitura de São Paulo, em parceria com a Enel X, inaugurou a operação de 50 ônibus elétricos na cidade, marcando um avanço significativo no projeto de eletrificação da frota de transporte público. A meta é introduzir mais 600 veículos até o final deste ano e outros 1.400 ao longo de 2024, como parte do plano para substituir gradualmente os cerca de 12 mil ônibus movidos a diesel por modelos elétricos ou a hidrogênio. O prefeito Ricardo Nunes ressaltou os benefícios dos ônibus elétricos, incluindo redução de custos de manutenção e operação, vida útil prolongada e menor impacto ambiental. Além disso, a Enel X enxerga nessa iniciativa uma nova oportunidade de negócio, com contratos que incluem a infraestrutura e os serviços associados à frota elétrica. O diretor-presidente da Enel no Brasil, Nicola Cotugno, expressou o interesse da empresa em buscar mais contratos dessa natureza, destacando a experiência de mais de cinco anos no setor de mobilidade elétrica. (Broadcast Energia - 18.09.2023)
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Recargas de veículos elétricos aumentou 300% em app que mapeia pontos de recarga no país

Desde setembro de 2022, a startup Tupinambá Energia registrou um aumento de 300% no número de recargas de veículos em seus pontos de energia elétrica, conforme dados do aplicativo SuperApp da Sem Parar. A parceria entre as duas empresas, que visa mapear pontos de recarga para veículos eletrificados em várias cidades do Brasil, contribuiu para um acréscimo de 23% na rede de estações da Tupinambá presentes na base do aplicativo. Atualmente, cerca de 2.200 pontos de recarga foram mapeados. O aumento é atribuído ao crescimento da frota de veículos elétricos no país e à melhoria do acesso aos postos de recarga. De acordo com as empresas, aproximadamente 40% das estações estão localizadas em pontos como estacionamentos de shoppings e estabelecimentos comerciais. O diretor de Soluções Tecnológicas da Sem Parar, Francisco Mello, destacou que a geolocalização das estações de recarga foi a primeira etapa de um projeto que proporcionou maior comodidade para os usuários de veículos elétricos. O CEO da Tupinambá Energia, Davi Bertoncello, enfatizou que a parceria busca simplificar o processo de recarga para os motoristas e impulsionar o crescimento da mobilidade elétrica no país. (Broadcast Energia - 18.09.2023)  
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Volvo Car: Encerramento da fabricação de veículos com motor a diesel em 2024

A Volvo Car pretende encerrar a fabricação de novos veículos com motor a diesel no início de 2024 como parte da meta de se tornar uma montadora totalmente elétrica em 2030. Em 2022, a companhia sueca encerrou o desenvolvimento de novos veículos com motor a combustão e vendeu sua participação na Aurobay, empresa que detinha seus ativos no setor. “Não vamos mais investir nenhuma coroa sueca do nosso orçamento anual de pesquisa e desenvolvimento no desenvolvimento de novos motores a combustão”, disse a companhia. Em 2022, a Volvo Car vendeu 615.121 veículos, sendo que 8,8% deles eram movidos a diesel e 33% eram híbridos ou totalmente elétricos. A companhia diz que o crescimento acelerado de novos veículos facilitou a decisão. (Valor Econômico - 19.09.2023)
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Energias Renováveis

EDP expande serviço de assinatura de energia solar para pequenas empresas

A EDP anunciou a expansão de seu serviço de geração distribuída para pequenas empresas, através do programa Solar Digital. Empreendimentos de pequeno porte, como comércios, com um consumo mínimo de R$ 300 em energia por mês, agora podem aproveitar a energia renovável proveniente de usinas construídas pela empresa. O programa está disponível em vários estados do Brasil e não possui taxas de adesão, fidelidade de contrato ou necessidade de alterações no imóvel. Os créditos de energia gerados pela EDP são inseridos na rede elétrica da distribuidora local. A única diferença para o consumidor é o recebimento de duas faturas: uma da EDP, referente à energia solar consumida, e outra da distribuidora local, que inclui os custos obrigatórios e o excedente de energia, se houver. A EDP tem planos ambiciosos para sua geração distribuída solar, visando atingir 530 MWp de capacidade instalada até 2026, um crescimento de 520% em relação a 2022, com um investimento de R$ 2,3 bilhões. Para 2023, está prevista a construção de mais de 50 usinas, o que possibilitará à EDP alcançar mais de 260 MWp de capacidade instalada em geração distribuída até o final do ano, quase triplicando sua capacidade atual. (CanalEnergia - 18.09.2023)
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Ocean Winds/Rodríguez: estamos preparados para eólica offshore no Brasil, só aguardamos regulação

A Ocean Winds, uma joint venture da Engie e da EDP Renováveis, aguarda um marco legal específico para projetos de energia eólica offshore no Brasil. A empresa já protocolou cinco projetos para obtenção de licenciamento ambiental junto ao Ibama. Enquanto aguarda a regulamentação, a Ocean Winds está estabelecendo parcerias com governos e empresas de infraestrutura, como um memorando de entendimento com o governo do Rio de Janeiro e a Prumo Logística. A empresa também está explorando oportunidades no Rio Grande do Norte. O presidente da Ocean Winds, Bautista Rodríguez, estima que custos de R$ 13 bilhões a R$ 16 bilhões por gigawatt instalado são uma boa referência e prevê usinas operando em alto mar no Brasil até 2030, contando com uma regulamentação específica. A empresa já está presente em sete países e tem projetos em operação e construção em diversos locais. (Broadcast Energia - 18.09.2023)
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Ocean Winds/Rodriguez: eólicas offshore alimentarão rede e PPAs; hidrogênio verde será driver

A Ocean Winds (OW), joint venture da Engie e da EDP Renováveis, planeja utilizar a energia gerada em seus futuros projetos na costa do Brasil para venda tanto no mercado regulado quanto no mercado livre. O presidente global da OW, Bautista Rodríguez, destaca que a demanda por Purchase Power Agreements (PPAs), contratos de longo prazo com clientes privados, e para projetos de hidrogênio verde, provavelmente será predominante no futuro. Rodríguez prevê que a produção de hidrogênio a partir de energia renovável irá mais do que dobrar a demanda de energia do Brasil, impulsionando projetos de grande escala, como a geração eólica offshore. Ele ressalta que o hidrogênio verde terá um papel fundamental no mercado, sendo uma fonte de energia sustentável para o transporte pesado, e destaca a importância do amadurecimento dos projetos para impulsionar o crescimento dos contratos nesta área. (Broadcast Energia - 14.09.2023)
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Empresas pedem para triplicar capacidade de energia renovável até 2030

Mais de 12 trilhões de dólares em valor de mercado de empresas que já adotaram energia renovável globalmente divulgaram uma carta aberta aos líderes mundiais, instando-os a estabelecer a meta de triplicar a capacidade de energia renovável para 11.000 GW até 2030 na COP 28 deste ano. A iniciativa, liderada pela Aliança Global para as Energias Renováveis e apoiada por grandes empresas como Amazon, Apple, Google e Unilever, destaca que esse avanço, combinado com maior eficiência energética, é a maneira mais rápida e econômica de descarbonizar a economia global. O diretor-geral da Irena, Francesco La Camera, enfatiza a urgência em superar obstáculos infraestruturais, políticos e institucionais para construir um novo sistema energético baseado em fontes renováveis. O CEO da Global Renewables Alliance, Bruce Douglas, destaca a necessidade de implementar soluções renováveis em grande escala para alcançar a neutralidade de carbono até 2050. (CanalEnergia - 18.092023)
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Mercado Livre de Energia Elétrica

Comerc e Stima Energia são autorizadas a comercializar energia com Argentina e Uruguai

O Ministério de Minas e Energia autorizou as empresas Comerc Participações, pertencente ao grupo Comerc, e Stigma Energia a importar e exportar energia elétrica para a Argentina e o Uruguai. As operações serão realizadas por meio das estações conversoras de frequência de Rivera e Melo, e requerem prévia autorização ou contrato para o uso das instalações de transmissão de interesse restrito. As iniciativas comerciais não devem comprometer a segurança do Sistema Interligado Nacional, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), e a exportação de energia não deve resultar em aumento dos custos do setor elétrico brasileiro. (Broadcast Energia - 18.09.2023)
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Biblioteca Virtual

CASTRO, Nivalde de; LEAL, Luiza Masseno; COSTA, Vinícius José da. “Análise do Plano de Trabalho Trienal do Programa Nacional do Hidrogênio”.

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