IFE
24/08/2023

IFE 5.791

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin e Sofia Paoli

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24/08/2023

IFE nº 5.791

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin e Sofia Paoli

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IFE 5.791

Regulação

Aumento da conta de luz no Pará é tema de audiência na Câmara nesta quinta-feira

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados discute nesta quinta-feira (24) o recente aumento da tarifa de energia elétrica no Pará. "A implementação desse aumento tarifário transformará o Pará no estado com a maior tarifa de energia elétrica", criticao deputado Júnior Ferrari (PSD-PA). Segundo o deputado, a Aneel reduziu as tarifas de dez distribuidoras em julho. "No Pará, a agência optou por esse aumento descabido", lamenta o parlamentar, ressaltando que o reajuste é muito superior à inflação acumulada no período. Ainda segundo Ferrari, desde a privatização das Centrais Elétricas do Pará (Celpa) em 1999, o reajuste das contas no estado é mais que o dobro da inflação acumulada no período. (Agência Câmara de Notícias - 24.08.2023)
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Transição Energética

Abrasca: Pauta verde e climática é importante na atração de investimentos

O presidente do conselho de administração da Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas), Luis Henrique Guimarães, afirmou que "ter atividade para descarbonização é [fator] fundamental no sucesso de produtos de serviço de todas as empresas". Conforme Guimarães, "a pauta verde e climática para os negócios é muito importante na atração de investimentos nacionais e estrangeiros". O Brasil, apontou o executivo, exibe um potencial "gigante" para a atração de investimentos ligados aos temas ESG devido à grande biodiversidade, à matriz energética limpa e renovável, além dos recursos naturais. Guimarães ressaltou ser muito importante o Brasil participar dos movimentos globais de padronização dos temas de sustentabilidade. "Acho que é muito importante o Brasil participar e influenciar toda essa normatização que vem acontecendo, porque há iniciativas que beneficiam competitivamente outros países e não beneficiam o que o Brasil tem de mais importante como nossa capacidade incrível de gerar crédito de carbono". (Valor Econômico - 23.08.2023)
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CVM: sustentabilidade é oportunidade para país atrair capital global

A pauta mundial da sustentabilidade é uma oportunidade de negócios para o Brasil, afirmou ontem o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Pedro Nascimento. “Tenho falado muito que o futuro é verde e digital. O Brasil [nesse cenário] tem potencial para ser um protagonista global”, afirmou o presidente da CVM. A CVM, afirmou Nascimento, tem fomentado mudanças regulatórias para ajudar na percepção de valor que organizações mais sustentáveis agregam. “Nossa defesa da pauta começa com a nossa resolução 59, com as regras do ‘pratique ou explique’ em relação à aderência [aos princípios ESG]". Segundo ele, “é necessário que seja criado um ambiente com harmonização e comparabilidade [de padrões internacionais] para que o Brasil tenha capacidade de se inserir no mercado global [de financiamentos verdes]”. Para Nascimento, “a pauta ESG precisa ser compreendida como um diferencial positivo em favor dos participantes de mercado”. (Valor Econômico - 24.08.2023)
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Fundo de pensão do Canadá entra em projeto de crédito de carbono na Amazônia

O maior fundo de pensão do Canadá se juntou a um projeto que pretende produzir créditos de carbono com o plantio de mais de 100 espécies de árvores nativas em terras degradadas na Amazônia. O CPP Investments, que gere o plano de aposentadoria público do Canadá, investirá até US$ 30 milhões em um fundo de reflorestamento administrado pela Mombak Gestora de Recursos, disse Peter Fernandez, diretor executivo da startup de remoção de carbono. O investimento do fundo de pensão canadense e um desembolso menor da Fundação Rockefeller levaram o primeiro fundo de reflorestamento da Mombak a atingir a meta de US$100 milhões, disse Fernandez. O fundo canadense também investirá US$ 500.000 na Mombak. (Bloomberg - 22.08.2023)
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G20: Países investiram valor recorde em combustíveis fósseis em 2022

Os países do G20 realizaram investimentos públicos recorde em combustíveis fósseis em 2022, com um total de US$ 1,4 trilhão sendo destinados a fontes de energias sujas, segundo relatório do Instituto Internacional de Desenvolvimento Sustentável (IISD). Do total global investido em combustíveis fósseis em 2022, cerca de US$ 1,4 bilhões foram destinados na forma de subsídios, US$ 322 milhões em investimentos de empresas estatais e aproximadamente US$ 50 bilhões em empréstimos de instituições financeiras públicas. Os líderes do G20 concordaram em reduzir gradualmente os subsídios a combustíveis fósseis “a médio prazo” em 2009. Uma década depois, os líderes mundiais concordaram em acelerar estes esforços, mas sem definir ações práticas para atingir os objetivos. (Valor Econômico - 23.08.2023)
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Itaú Asset: 100% dos ativos sob gestão dentro dos parâmetros ESG

A Itaú Asset Management já contempla, desde 2022, 100% dos R$ 892 bilhões em ativos sob gestão dentro de análise ESG afirmou o analista ESG da gestora, Alexandre Gazzotti, durante o 2º Encontro ESG da Abrasca e Apimec. De acordo com o especialista, a Itaú Asset usa diversos métodos para integrar as questões ambientais, sociais e de governança coporativa aos processos de investimentos, análise de ativos e desenvolvimento de produtos dedicados aos temas. "Quando temos ações ordinárias com direito a voto, participamos das assembleias anuais daquela empresa. Temos uma política de voto com compromisso de votar sempre promovendo melhores práticas ambientais, sociais e de governança. Além disso, no processo de análise ESG, acabamos levantando muita informação das companhias, algumas boas e outras ruins, nas reuniões. A empresa, por exemplo, pode mostrar alguma controvérsia na sua cadeia de fornecedores, na relação com clientes ou mesmo questões relacionadas a governança corporativa". (Valor Econômico - 23.08.2023)
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Empresas

Neoenergia Elektro: reajuste médio de 7,17% nas tarifas

A Neoenergia anunciou que a Aneel aprovou uma revisão tarifária média de 7,17% na distribuidora Neoenergia Elektro a partir do dia 27/08. O aumento para clientes de baixa tensão será de 9,53% e para clientes de alta e média tensão será de 3,15%. A Neoenergia Elektro atende municípios em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Na base de cálculo da Aneel, a Parcela B, de custos gerenciáveis, atingiu R$ 2,59 bilhões, queda de 3,9% na comparação anual. A Parcela A, de custos não gerenciáveis, foi fixada em R$ 6,61 bilhões, alta de 6,3% no mesmo período. Para a base de remuneração líquida, o valor homologado foi de R$ 6,52 bilhões. Quanto às perdas elétricas totais regulatórias reconhecidas na tarifa, a Aneel fixou o percentual o equivalente a 7,69% do total injetado. (Valor Econômico - 23.08.2023)
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Energisa: Aneel aprova reajuste tarifário da Energisa Paraíba e Energisa Borborema

A Energisa informou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um reajuste tarifário para a Energisa Paraíba (EPB), a ser aplicado a partir de 28 de agosto deste ano. O reajuste terá um impacto médio de -1,46% para os consumidores da concessão da EPB, sendo -10,63% para os atendidos em média e alta tensão e 1,09% para os de baixa tensão. Na concessão da Energisa Borborema (EBO), o efeito será de 12,83%, sendo 14,44% para os consumidores em média e alta tensão e 12,32% para os de baixa tensão. Os clientes residenciais da EPB verão um aumento de 0,68%, enquanto na EBO o aumento será de 11,96%. A partir de 2024, a empresa planeja unificar o efeito médio para todos os consumidores da concessão da EPB. (Broadcast Energia - 22.08.2023)
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Cemig: Fornecimento de energia renovável à Sigma Lithium

A Cemig anunciou recentemente que fechou contrato com a Sigma Lithium para fornecer energia limpa e renovável para a empresa. O contrato foi celebrado no mercado livre de energia. De acordo com o gerente de relacionamento com os clientes de alta tensão de grande porte da Cemig, Leopoldo José Fiorizio Sette, a Cemig começa a fornecer energia à Sigma Lithium neste mês. “Essa venda só ratifica a competitividade da Cemig na venda para grandes consumidores”, afirmou Sette. A Sigma Lithium vai adquirir energia limpa renovável com Certificado de Energia Renovável - Cemig Rec. No balanço do segundo trimestre, a Cemig informou que também fechou contrato de fornecimento de energia no ambiente de mercado livre de energia com a Arena MRV, para garantir, até dezembro de 2028, o fornecimento de energia limpa, renovável e garantida pelo Cemig REC. (Valor Econômico - 23.08.2023)
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Novas tarifas da Equatorial Maranhão são aprovadas

A Aneel aprovou o Reajuste Tarifário Anual (RTA) da Equatorial Maranhão Distribuidora de Energia S.A. (Equatorial Maranhão). A distribuidora atende aproximadamente 2,7 milhões de unidades consumidoras de energia elétrica nos 217 municípios no Estado. Confira os novos índices, que entram em vigor na próxima segunda-feira (28/8): Consumidores residenciais - B1 (10,79%); Consumidores cativos Baixa tensão em média (11,09%); Alta tensão em média (9,60%); Efeito Médio para o consumidor (10,85%). (Aneel - 22.08.2023)
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Leilões

Aneel abre processo para investigar consórcio Gênesis, desqualificado do leilão de transmissão

A Aneel homologou parcialmente nesta terça-feira (22/8) os resultados do último leilão de transmissão e abriu processo administrativo para investigar o consórcio Gênesis, que venceu dois lotes, mas foi desqualificado por não apresentar a documentação necessária. O consórcio é formado pelas empresas The Best Car Transportes de Cargas Nacionais e Internacionais e Entec Empreendimentos, que nunca tinham atuado no mercado de energia. No leilão, ele ganhou os lotes 1 e 8, com investimento previsto de R$ 3,4 bilhões. Em reunião nesta terça-feira, a diretoria da Aneel inabilitou o consórcio Gênesis e orientou que a comissão de licitação abra um processo para aplicar as sanções previstas no edital do leilão. Além disso, a diretoria da agência determinou que a Procuradoria Federal e a Corregedoria analisem os documentos apresentados pelo consórcio antes do leilão e “se verificada a prática ou ocorrência de ilícito administrativo, civil ou criminal, que, ato contínuo, encaminhem às autoridades competentes”. (epbr - 22.08.2023)
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Isa Cteep é convocada pela Aneel para habilitação do leilão de transmissão

A Isa Cteep informou que a Aneel convocou a companhia, como proponente classificada em segundo lugar, para sua habilitação no Lote 1 do Leilão de Transmissão nº 01/2023, realizado pela agência em 30 de junho de 2023. A Comissão Especial de Licitação (CEL) inabilitou, no dia 4 deste mês, a proponente da oferta que tinha sido classificada em primeiro lugar, o Consórcio Gênesis, formado pelas empresas The Best Car Transporte de Cargas e Entec Empreendimentos Eireli. Ontem, a Aneel rejeitou recurso contra a decisão. Segundo comunicado da Isa Cteep, após o certame, a CEL realiza análise técnica e documental dos proponentes vencedores e, caso algum não seja habilitado, pode convocar as demais proponentes em ordem crescente das Receitas Anuais Permitidas (RAP) ofertadas por elas no leilão. O lote 1 correspondia ao segundo maior do certame, com 1.116 quilômetros de linhas de transmissão entre a Bahia e Minas Gerais, que exigirão R$ 3,156 bilhões em investimentos, nas estimativas da Aneel. (Broadcast Energia - 23.08.2023) 
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TCU adia análise de segundo acordo com térmicas do leilão emergencial

O Tribunal de Contas da União (TCU) adiou a análise do segundo acordo relacionado às térmicas contratadas do Procedimento Competitivo Simplificado (PCS), o chamado "leilão emergencial", realizado em outubro de 2021. O processo, que trata do caso de três usinas que pertencem ao BTG, estava previsto para ser analisado no plenário nesta quarta-feira, 23. Segundo apurou o Broadcast Energia, o processo foi retirado de pauta pelo relator, ministro Benjamin Zymler, que indicou que precisava de mais esclarecimentos sobre o assunto antes de se manifestar. Conforme mostrou a reportagem, o caso é visto como um dos mais simples pela área técnica do órgão fiscalizador, uma vez que os empreendimentos entraram em operação no prazo previsto no edital do certame. O TCU também negocia acordo com outros vencedores que não cumpriram o cronograma estabelecido pelo governo. (Broadcast Energia - 23.08.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Número dos reservatórios pelo Brasil

O submercado Nordeste apresentou perdas de 0,6 ponto percentual no nível de armazenamento dos reservatórios, com 75,2% da capacidade na última segunda-feira, 21 de agosto, se comparado ao dia anterior. A energia armazenada somou 38.862 MW mês, e a energia natural afluente (ENA) 2.122 MW med, valor que corresponde a 66% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A região Sul recuou 0,2 p.p. e operava com 91,7%. A energia armazenada marca 18.751 MW mês e ENA é de 8.717 MW med, equivalente a 84% da MLT. Os reservatórios do Norte apresentaram queda de 0,4 p.p. e operam com 85,2% da capacidade. A energia armazenada marca 13.042 MW mês e ENA é de 1.832 MW med, equivalente a 75% da média de longo termo armazenável no mês até o dia de ontem. Por fim, o submercado Sudeste/Centro-Oeste apresentou perda de 0,2 p.p. no nível de armazenamento dos reservatórios, com 81% da capacidade. A energia armazenada somou 165.806 MW mês e a ENA 17.905 MW med, valor que corresponde a 90% da MLT. (Canal Energia – 22.08.2023)  
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Mobilidade Elétrica

Sigma Lithium: Corrida do lítio para baterias de VEs é global

Há uma corrida global para se tornar o primeiro fornecedor de lítio com alto grau de pureza para a cadeia de veículos elétricos, disse hoje a presidente da Sigma Lithium, Ana Cabral, durante a 24ª Conferência Anual Santander. “A Sigma chegou na frente porque nunca parou de trabalhar, nem no ciclo de baixa”, afirmou a executiva que é também copresidente do conselho de administração da empresa. A Sigma, que é listada no Canadá e no Brasil, iniciou em abril as operações em seu complexo industrial e mina no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, e é a única a produzir lítio “triplo zero”. “O Brasil é o melhor lugar do mundo para o lítio: é neutro em relação à China e aos Estados Unidos, tem grid verde e o bloco de minério. É uma oportunidade de neoindustrialização única, mas é preciso ser célere”, acrescentou. (Valor Econômico - 23.08.2023)
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Energias Renováveis

Brasil terá ‘verão verde’ com recorde de energia renovável e alívio no bolso

No primeiro semestre deste ano, hidrelétricas, energia eólica e solar responderam em média por 91% da energia elétrica distribuída no Brasil, de acordo com o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Carlos Ciocchi. Essa tendência deve continuar no segundo semestre, mantendo-se acima de 90%, devido ao aumento previsto na geração solar e eólica. As energias eólica e solar representaram 11,9% e 3,3% da geração total de janeiro a junho, respectivamente, e são esperados aumentos para 18% e 6,5%. Especialistas consideram esse avanço benéfico pela diversificação da matriz energética, aspectos ambientais e custos mais baixos para os consumidores, mas alertam para a necessidade de adaptações na gestão do setor elétrico, incluindo investimentos em transmissão e tecnologia para lidar com fontes intermitentes. A recente ocorrência do maior apagão desde 2009 levantou dúvidas sobre o papel da energia eólica, mas especialistas afirmam que a expansão dessas fontes exige um sistema de backup mais robusto. O cenário futuro aponta para um aumento ainda maior na participação das energias eólica e solar, que juntas representam 93,5% dos projetos a entrar em operação até 2029. (O Globo – 22.08.2023)
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Salto: Brasil gera 27% de energia por fontes eólicas e solares em julho

Pela primeira vez na história, o Brasil alcançou a marca de mais de um quarto de sua geração de energia a partir de fontes eólicas e solares em julho, colocando o país entre os 25 do mundo a atingir esse nível por um mês completo. Energias eólica e solar representaram cerca de 27% da eletricidade gerada, com energia eólica contribuindo com 19% e solar com 8%, enquanto a geração de combustíveis fósseis foi de apenas 8,9%. A instituição britânica Ember prevê que as condições favoráveis para energias renováveis podem diminuir ainda mais a participação de combustíveis fósseis a partir de 2024. O crescimento notável nesse setor no Brasil é ressaltado, com uma taxa de crescimento anual de 37% até julho, duas vezes mais rápida do que em 2022. Em julho, novas usinas eólicas e solares foram responsáveis por ampliar a capacidade instalada, continuando a expansão acelerada observada em 2023. Plantas solares e eólicas representaram conjuntamente 88,3% da capacidade instalada até julho. (O Globo – 22.08.2023)
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Renováveis obtém liberação comercial de 36 MW no Nordeste

A Aneel aprovou a operação comercial de diferentes projetos de geração de energia no Brasil. Isso inclui 21 MW de capacidade instalada em módulos fotovoltaicos da central Horizonte MP 11, da Enel Green Power, em Tabocas do Brejo Velho (BA); 9 MW de turbinas da Casa dos Ventos no parque Ventos de Santa Leia 14, em Caiçara do Rio do Vento (RN); e 6,2 MW de um aerogerador da usina Ventos de São Vitor 13, da Essentia Energia, em Itaguaçu da Bahia (BA). Além disso, foram autorizados 29,4 MW para testes em sete unidades da UFV Horizonte MP 1, da EGP, em Tabocas do Brejo Velho (BA), e mais 2,1 MW em uma planta solar da Elgin em Mogi Das Cruzes (SP). Também receberam autorização 9 MW de uma unidade geradora da termelétrica Itacoatiara, em Itacoatiara (AM), sob a gestão da Mil Madeiras Preciosas, uma filial do grupo suíço Precious Woods. (Canal Energia – 22.08.2023)
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Geração de energia solar supera marca de 23 GW, apesar de bloqueio de distribuidoras

A geração própria de energia solar no Brasil atingiu mais de 23 gigawatts (GW) de potência instalada em residências, empresas, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos, atendendo a mais de 3 milhões de consumidores. A Associação Brasileira de Energia Solar revelou que aproximadamente 2,1 milhões de sistemas solares fotovoltaicos estão instalados em telhados, fachadas e pequenos terrenos, com mais de R$115,8 bilhões em investimentos desde 2012, criando 690.000 empregos e contribuindo com R$30,2 bilhões para os fundos públicos. Enquanto se celebra esse progresso, especialistas observam espaço para crescimento, já que o Brasil possui cerca de 91,7 milhões de consumidores de energia e busca uma matriz energética mais limpa e renovável. Desafios impostos pelas concessionárias elétricas resultaram no cancelamento de 3,1 mil pedidos de conexão, impedindo cerca de 1 GW de capacidade solar, gerando um custo de mais de R$3 bilhões. A tecnologia solar está presente em todos os estados brasileiros e em mais de 5.530 municípios, sendo Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná líderes em capacidade instalada. (O Estado de São Paulo - 23.08.2023) 
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Nottus: Geração solar fotovoltaica deve ser favorecida pelo El Niño

O fenômeno El Niño, com o aquecimento das águas do Oceano Pacífico equatorial, é previsto para impulsionar a geração de energia solar fotovoltaica nos próximos meses, de acordo com a meteorologista Desirée Brandt da Nottus. Especialmente no interior do Brasil, o El Niño deve reforçar as "chuvas de verão" intermitentes, resultando em mais incidência de sol em comparação ao último verão, caracterizado por temperaturas mais baixas e maior nebulosidade. Essa previsão é particularmente relevante para o Sudeste, onde estados como Minas Gerais e São Paulo possuem alta potência instalada de sistemas de geração própria de energia solar. O presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), Guilherme Chrispim, sugere que a eficiência dos sistemas solares térmicos será ampliada, o que pode tornar o setor ainda mais atrativo. (Broadcast Energia - 22.08.2023)
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Pan American Energy avança em seu primeiro complexo eólico no Brasil

A Pan American Energy (PAE) recebeu os primeiros componentes das 94 turbinas eólicas de 4,5 MW fabricadas pela Vestas, um marco importante para a implementação do seu primeiro complexo eólico no Brasil, programado para iniciar em 2024. Localizado na Bahia, o Complexo Novo Horizonte da PAE abrange 2.700 hectares e terá capacidade instalada de 423 MW, fornecendo energia suficiente para cerca de 1 milhão de residências brasileiras. Os componentes, produzidos na fábrica da Vestas no Ceará, percorrem mais de 1.800 quilômetros até o complexo. Enrique Lusso, vice-presidente de desenvolvimento internacional da PAE, destacou o potencial brasileiro em energia sustentável e a intenção de contribuir para esse mercado, com um investimento de R$ 3 bilhões no complexo eólico Novo Horizonte, em parceria com a Vestas. O complexo também envolve 80 quilômetros de linhas de transmissão, uma subestação de 500KV e a criação de 2.600 empregos durante a fase de implantação. (Canal Energia – 23.08.2023)
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