IFE
04/08/2023

IFE 5.777

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
04/08/2023

IFE nº 5.777

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.777

Regulação

Artigo de Geoberto Espírito Santo: "Modernização renovável"

Em artigo publicado no Valor Econômico, Geoberto Espírito Santo, engenheiro da GES Consultoria, Engenharia e Serviços, aborda a questão da modernização necessária do SEB. O autor aponta que a migração dos grandes consumidores industriais e comerciais para o ACL não levou o custo do lastro adquirido em leilões pelas distribuidoras que ficou no ACR para os consumidores cativos pagarem, via aumento de tarifas. Além disso, a pressão aumenta no horizonte futuro, uma vez que a partir de 1º de janeiro de 2028 todos os consumidores de energia elétrica no Brasil poderão migrar para o mercado livre (ACL). Neste sentido, o autor indica que a combinação de sobreoferta de energia e baixo crescimento do PIB é uma janela de oportunidades para que o SEB resolva suas pendências e se equilibre nessa jornada da transição energética: "Esse é o momento de se costurar um grande acordo para a superação dos problemas decorrentes desse cenário, que a cada dia se avolumam". Por fim, o autor sublinha que o motor do crescimento da carga baixa para o excesso de geração disponível é o país voltar a crescer 3% a 4% ao ano. Acesse o artigo clicando abaixo. (GESEL-IE-UFRJ - 04.08.2023)
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Transição Energética

Transição energética esbarra na falta de regulamentação

Atualmente, existem pelo menos dez projetos de lei em tramitação no Legislativo federal que visam a regulamentar o uso e a produção de hidrogênio, do biometano e da energia eólica offshore, assim como a exploração da atividade de armazenamento de CO2 e seu posterior reaproveitamento. “Na maioria dos setores das novas energias, da transição energética, você não tem hoje uma regulação pronta. Ainda está em discussão”, analisa o advogado Giovani Loss, que atua na área de transição energética do escritório Mattos Filho. “Alguns projetos [de lei] estão andando, e outros, não. Falta uma coordenação por parte do governo". Os temas relacionados à sustentabilidade, incluindo a transição energética, estão espalhados por 12 ministérios, segundo levantamento feito pelo Mattos Filho. No Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, por exemplo, há uma Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria. Já a pasta da Fazenda abriga uma Subsecretaria de Financiamento ao Desenvolvimento Sustentável e outra de Política Agrícola e Negócios Agroambientais. (Valor Econômico - 04.08.2023)
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Atlas Agro obtém US$ 325 mi para expandir fábricas de fertilizantes com H2V

A gestora de ativos global Macquarie Asset Management (MAM) realizou um aporte que pode chegar até US$ 325 milhões para o desenvolvimento de projetos da Atlas Agro Holding AG. Os recursos serão destinados a construção de uma série de fábricas de fertilizantes nitrogenados verdes em escala industrial nos Estados Unidos e na América Latina, sobretudo no Brasil, que utilizarão hidrogênio verde em seu processo de produção, em vez do processo convencional de que utiliza combustíveis fósseis. A operação acontece por meio do fundo Macquarie GIG Energy Transition Solutions (MGETS), sendo um passo significativo para permitir a expansão da Atlas Agro nas Américas e no mundo, corroborando o plano estratégico de fornecer uma alternativa sustentável aos produtos convencionais e que reduzam emissões de gases de efeito estufa (GEE). No Brasil, a empresa anunciou a instalação de sua primeira unidade fabril de fertilizantes nitrogenados a partir do H2 verde, a ser implantada em Uberaba (MG) a partir de US$ 850 milhões. (CanalEnergia - 03.08.2023)
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Empresas

EDP investe R$ 13 bi em GD no mundo

O grupo EDP está empenhado em investir cerca de R$ 13 bilhões até 2026 para instalar mais 4 GWp em projetos solares para famílias e empresas, contribuindo de forma decisiva para a transição energética. A geração solar distribuída tornou-se um dos segmentos de negócio de mais rápido crescimento da EDP – tanto que deverá representar cerca de 50% das novas adições de energia solar a nível global nos próximos anos. No mundo, o grupo já instalou cerca de 1,6 GWp de capacidade de solar distribuído em clientes empresariais e residenciais em todo o mundo, dos quais 0,9 GWp por meio do modelo As-a-Service, em que a empresa assume 100% do investimento e estabelece um contrato de longo prazo com o cliente. De acordo com o presidente executivo da EDP, Miguel Stilwell d’Andrade, a geração solar distribuída representa uma enorme oportunidade para acelerar a transição energética em conjunto com os nossos clientes. Ele destacou que o segmento de negócio pode proporcionar, de forma eficiente, economias significativas nos custos de energia para os clientes, uma vez que os tempos de licenciamento e desenvolvimento são mais curtos e o retorno do investimento é mais rápido, em comparação a projetos de energias renováveis de maior escala. (CanalEnergia - 03.08.2023) 
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TCU aprova valor de R$ 3,7 bi para novas outorgas de UHEs da Copel

O Tribunal de Contas da União aprovou por unanimidade o valor de R$ 3,7 bilhões como bônus de outorga para os novos contratos de concessão das usinas hidrelétricas Foz do Areia, Segredo e Salto Caxias, um passo relevante no processo de privatização da Copel. O pagamento do bônus será em parcela única, após a assinatura dos contratos, marcando a transição dessas usinas do regime de cotas para produção independente de energia. Embora o TCU tenha recomendado a avaliação da destinação parte do bônus à Conta de Desenvolvimento Energético, a decisão representa um marco importante para a busca de um novo contrato de 30 anos pela Copel e para a oferta pública de ações da empresa, modelada com base na privatização da Eletrobras. (CanalEnergia – 02.08.2023)
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Equatorial Energia: Lula acusa empresa de incluir 'coisas do passado' na conta de luz

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou a Equatorial Energia, concessionária responsável pela distribuição de eletricidade do Amapá, de "assaltar" os moradores do Estado por incluir na tarifa de energia "coisas do passado". Inicialmente, Lula admitiu que não estava a par da situação. "Não há nenhum sentido a energia do Amapá ser mais cara do que as de outros Estados. Eu não estou sabendo disso, mas saindo daqui vou ligar para o ministro de Minas e Energia e me inteirar", respondeu. Em seguida, o presidente disse ter recebido uma mensagem do ministro Alexandre Silveira (MME) e elevou o tom contra a empresa. "O [Jair] Bolsonaro privatizou a energia no Amapá e permitiu o maior absurdo tarifário de todos os tempos. Vou estudar com carinho a informação que recebi, mas a empresa que privatizou a energia do Amapá fez um assalto ao povo, colocando coisas no passado na questão tarifária", argumentou. A Equatorial Energia comprou a concessão da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) em 2021, pelo valor simbólico de quase R$ 50 mil. (Valor Econômico - 03.08.2023)
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Safra/Taesa: Decisão de alocação de capital nos próximos leilões é principal ponto de atenção

As decisões referentes a alocação de recursos nos próximos leilões de transmissão são o principal ponto de atenção da Taesa, segundo analistas do banco Safra. “Vemos a Taesa como uma das principais interessadas em ganhar blocos, já que algumas de suas concessões expirarão em 2030”, informaram em relatório. A transmissora, que divulgou o balanço referente ao segundo trimestre nesta quarta-feira, 02, teve resultados em linha com o esperado pela instituição financeira. Segundo o relatório, a expectativa é reação levemente positiva do mercado principalmente relativa à distribuição de dividendos. Quanto ao desempenho no trimestre, o Safra destacou como fatores que impactaram a receita a entrada em operação parcial dos empreendimentos Sant'Ana e Saira e a atualização dos contratos pela inflação. Nas despesas operacionais recorrentes, a alta foi impulsionada pelo início de novos projetos, ressaltou o banco. (Broadcast Energia - 03.08.2023)
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Auren tem lucro de R$ 182,9 mi no segundo trimestre 

O fechamento de uma operação financeira envolvendo a hidrelétrica Três Irmãos, no Estado de São Paulo, derrubou a alavancagem da Auren Energia, dona da usina. A companhia viu o indicador que aponta o nível de endividamento frente à geração de caixa cair de 1,8 vez para 0,3 vez. Com isso, a empresa conseguiu mais espaço para buscar financiamentos para projetos futuros. A Auren Energia registrou lucro líquido de R$ 182,9 milhões no segundo trimestre, revertendo prejuízo de R$ 2 milhões de igual período de 2022. A receita líquida subiu 6,7%, na comparação anual, para R$ 1,437 bilhão. O Ebitda caiu 0,5% no segundo trimestre, em relação a igual período em 2022, para R$ 436,1 milhões. Segundo o presidente da Auren Energia, Fábio Zanfelice, a alavancagem menor foi fruto da conclusão da securitização de recebíveis da hidrelétrica de Três Irmãos, resultado de acordo judicial firmado pela companhia com a União. Com esse indicador, que já não era considerado elevado (em geral, o mercado considera excessiva uma alavancagem acima de três vezes a geração de caixa) ficou ainda melhor para a companhia buscar financiamentos para projetos. (Valor Econômico - 03.08.2023)
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Auren segue atenta a transmissão e ao leilão de capacidade em 2024

Mesmo não tendo suas expectativas atendidas no último leilão de transmissão, a Auren Energia segue atenta ao segmento, assim como ao leilão de capacidade previsto para o primeiro semestre de 2024, que depende ainda das diretrizes sobre as tecnologias e o modo de competição. “Continuamos observando o setor de transmissão e o foco na geração das energias renováveis, nas oportunidades óbvias e não tão óbvias assim”, disse o CEO Fabio Zanfelice durante a teleconferência da empresa nessa quinta-feira, 3 de agosto. O executivo ressaltou que a companhia esperava uma competição diferente dos anos anteriores em função do tamanho do certame, com a disputa seguindo forte e que inviabilizou a manutenção dos retornos aos acionistas. (CanalEnergia - 03.08.2023) 
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Auren: Solar e Comercialização 

A Auren também avança na implementação do projeto solar Sol de Jaíba, tendo assinado a segunda tranche de R$ 200 milhões com Banco do Nordeste do Brasil, além do parque híbrido Sol do Piauí. Juntos os ativos agregarão 548 MWac em potência instalada e 167 MW médios em garantia física ao portfólio. No segmento de comercialização, foram mantidos os níveis de contratação até 2025 refletindo a decisão estratégica tomada no início de 2022, de mitigar o risco de exposição à queda de preços de energia em virtude de um cenário hidrológico favorável e consequente melhora nas condições de suprimento de energia do SIN. Segundo a empresa, a área de trade foi a maior em volume de contratos de venda com suprimento em todos os meses de 2023 no mercado livre. Além disso, a base de consumidores finais segue sendo ampliada, atingindo mais de 800 clientes ao final de junho. (CanalEnergia - 03.08.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04/MWh, em todo o País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) mantém-se no patamar regulatório mínimo de R$ 69,04 por MWh nesta quinta-feira, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Já são mais de dez meses no piso regulatório, que em 2022 era de R$ 55,70 por MWh. O preço não apresenta oscilações ao longo do dia em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), de forma que os PLDs médios, mínimos e máximos coincidem em todos os submercados do País. O cálculo do PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 03.08.2023) 
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Número dos reservatórios pelo Brasil

O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou queda de 0,1 ponto percentual e a capacidade está em 84,2% na última terça-feira, 01 de agosto, se comparado ao dia anterior. A energia armazenada mostra 172.216 MW mês e a ENA é de 19.516 MW med, valor que corresponde a 94% da MLT. A Região Sul teve recuo de 0,4 p.p e está operando com 93,3% da capacidade. A energia armazenada marca 19.079 MW mês e ENA é de 7.091 MW med, equivalente a 70% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. Os reservatórios do Norte diminuíram 0,5 ponto percentual e estão com 91,2% da capacidade. A energia armazenada marca 13.958 MW mês e ENA é de 2.974 MW med, equivalente a 91% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste caiu 0,1 p.p e operava com 79,1% da sua capacidade. A energia armazenada indica 40.868 MW mês e a energia natural afluente computa 1.887 MW med, correspondendo a 58% da MLT. (CanalEnergia – 02.08.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Elétricos chineses forçam redução de preços no mercado

A entrada dos VEs chineses vem forçando uma redução de preços no mercado brasileiro. Na maioria dos casos, para deixar o veículo competitivo a marca reduz o preço e, consequentemente, sua margem de lucro. Esse é um movimento que está acontecendo no mercado de carros elétricos de entrada após o lançamento do BYD Dolphin, que custa R$ 149.800. “Isso é uma consequência direta da chegada de novos modelos elétricos, principalmente no segmento de entrada. Faltava competição. Houve um reposicionamento geral do mercado com preços mais baixos, principalmente em função do BYD”, diz Milad Kalume Neto, diretor da Jato Dynamics. Outro motivo que pode ajuda na queda de preço é a valorização do real. Há cinco meses, o dólar era cotado a R$ 5,20. Hoje, é negociado a R$ 4,70. Ao longo dos meses, o dólar foi caindo gradativamente, o que possibilitou que as montadoras pudessem comprar os veículos elétricos das matrizes por um preço mais baixo. (Valor Econômico - 04.08.2023)
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BMW: Aumento dos investimentos em VEs

A BMW AG está aumentando os gastos com o lançamento de VEs depois que as entregas de veículos a bateria mais do que dobraram no primeiro semestre do ano. O nível de interesse do comprador por EVs levou a montadora de carros de luxo “a investir mais do que originalmente planejado no segmento de mobilidade elétrica”, disse o diretor financeiro, Walter Mertl, acrescentando que os investimentos para a atual e para a próxima geração de VEs são “enormes”. As vendas de carros movidos a bateria representaram cerca de 13% das entregas do grupo durante o primeiro semestre, lideradas pela demanda por modelos como o sedã i4 e o SUV iX3. No próximo ano, a proporção de entregas de veículos elétricos deve aumentar para pelo menos um quinto, disse a BMW. As montadoras estão lutando para alcançar a Tesla Inc., que está se afastando na corrida global de vendas de EVs após cortes de preços agressivos. Na China, o mercado mais importante para a Volkswagen, BMW e Mercedes-Benz, fabricantes locais como a BYD Co. estão cada vez mais dominando as vendas de VEs. (Valor Econômico - 03.08.2023)
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Go Electric inaugura eletroposto com 524 kW de potência em São Paulo 

A Go Electric, empresa brasileira que atua no campo da eletromobilidade, inaugura no dia 5 de agosto seu primeiro hub de recargas ultrarrápidas para veículos elétricos, com dez conectores de carregamento, no km 237 da rodovia Anhanguera, no estado de São Paulo, no sentido capital. O serviço será cobrado por meio de um aplicativo ao custo de R$ 2,10 por kWh consumido. Essa é a primeira fase do projeto da companhia, que investiu R$ 2 milhões e prevê aumentar a capacidade de alimentação dos carregadores por meio da fonte solar com telhado no estacionamento do local onde funcionará. É um posto de serviços e de combustíveis líquidos, da marca Ipiranga no município de Santa Rita do Passa Quatro que possui diversas comodidades aos consumidores enquanto esperam pelo carregamento de seus veículos. De acordo com Danilo Guastapaglia, CEO da Go Electric, o local foi justamente escolhido porque havia a necessidade de oferecer essas comodidades aos consumidores nesse período que aguarda o período de carregamento. Ali também é um ponto médio entre a capital e diversas regiões do estado, por isso, nesse momento em que o mercado ainda está em fase inicial, é estratégico. (CanalEnergia - 03.08.2023) 
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Energias Renováveis

Neoenergia cria sistema móvel e digital para inspecionar parques eólicos e solares 

A Neoenergia criou uma ferramenta móvel e digital para a inspecionar os parques eólicos e fotovoltaicos. No lugar de formulários de papel, os profissionais de campo passaram a utilizar celulares. O sistema, chamado de O&M Renováveis Inspect, foi criado pela equipe de digitalização de operação e manutenção de negócios renováveis. Durante o trabalho nos parques eólicos, as equipes usam o celular em ambiente offline, uma vez que as turbinas estão em locais sem acesso a redes de telefonia ou internet. Quando os aparelhos alcançam o sinal de rede, os dados são automaticamente armazenados. Anteriormente, as informações coletadas em campo eram registradas manualmente em uma ficha de inspeção. Com a ferramenta móvel, um aplicativo converte os dados em um arquivo PDF. A ferramenta também está integrada ao sistema de registro de não conformidades. (CanalEnergia - 03.08.2023)
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Eólicas recebem liberação de 9 MW para teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) permitiu o início dos testes de operação das unidades geradoras 1 e 12 das Eólicas Ventos de Santa Leia 01 e 14 a partir de 02 de agosto, as quais possuem uma capacidade instalada total de 9 MW, localizadas no estado do Rio Grande do Norte. Além disso, para operação comercial, a ANEEL autorizou a unidade geradora 1 da UFV Racri, com 0,30 MW, bem como as unidades geradoras 1 a 26 da Powertech Engenharia Serviços e Locações de Geradores de Energia, Máquinas e Equipamentos S.A, totalizando 8,32 MW de capacidade instalada entre esses empreendimentos. (CanalEnergia – 02.08.2023)
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Grid Solutions fornecerá SE ao Complexo Eólico Serra do Tigre

A Grid Solutions, unidade da GE Vernova, assinou um contrato com a Casa dos Ventos para construir duas subestações de isolamento a ar (AIS) de 500 kV para o Complexo Eólico da Serra do Tigre, localizado no estado do Rio Grande do Norte. O contrato prevê ainda a construção de um bay de conexão que será instalado em Santa Luzia, Paraíba. De acordo com a empresa, o novo contrato envolvendo o Complexo Eólico Serra do Tigre marca o sexto projeto eólico da Grid Solutions com a Casa dos Ventos no Nordeste. Com capacidade total de 1 GW, as subestações poderão, no futuro, acomodar mais geração de energia no Nordeste. Especificamente para o projeto Serra do Tigre a potência instalada é de 756 MW, provenientes de 168 aerogeradores. Além de fornecer as duas subestações greenfield, chamadas Tigre Norte 2x 280 MVA e Tigre Sul 2x 220 MVA, a Grid Solutions também instalará um bay de conexão na subestação Santa Luzia e fornecerá todo o equipamento de alta tensão necessário, bem como o sistema de proteção e controle e o de telecomunicações. (CanalEnergia - 03.08.2023)
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UFV de 766 MWp da Vale alcança capacidade máxima de operação

A construtora Quebec anunciou que o parque solar Sol do Cerrado, desenvolvido em parceria com a Vale, atingiu sua capacidade máxima, suprindo 16% do consumo energético da mineradora no Brasil. O complexo possui 766 MWp de capacidade com 1,4 milhão de módulos fotovoltaicos, ocupando uma área equivalente a cerca de 1,3 mil campos de futebol. Desenvolvido com a Cesbe Engenharia, o projeto também apresenta um sistema de rastreamento solar automatizado, emprega 10,2 milhões de metros de cabos e possui uma linha de transmissão de 15 km. O empreendimento visa reduzir as emissões líquidas de carbono da Vale em 33% até 2030, com a meta de alcançar a neutralidade de carbono até 2050. (CanalEnergia – 02.08.2023)
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Pellets reduzem emissões e eficientizam usinas de biomassa no Brasil

A Andritz Feed and Biofuel está avançando com suas entregas de equipamentos para produção de pellets de biomassa, que além de reduzirem emissões de dióxido de carbono trazem maior eficiência para as usinas de geração de energia a partir da compactação de volumes para queima de diversos materiais renováveis, como serragem, cascas, cavacos de madeira, palha, bagaço e diversos outros resíduos agrícolas. À Agência CanalEnergia, o gerente de vendas da empresa, Eduardo Soffioni, informou que cinco usinas a biomassa utilizam as soluções da multinacional dinamarquesa no Brasil para matéria-prima úmida e seca a resultados expressivos, com a demanda crescendo após a eclosão da guerra na Ucrânia e impactando em uma visão de não dependência da cadeia de fornecimento e de uma matriz elétrica mais diversificada. (CanalEnergia - 03.08.2023)
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Gás e Termelétricas

Aneel transfere outorga de termelétrica da Bom Sucesso Agroindústria p/ Asolo Energia Renovável

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) transferiu a outorga da usina termelétrica Asolo 2 da empresa Bom Sucesso Agroindústria para a Asolo Energia Renovável. O empreendimento tem 40 megawatts de potência e está sendo construída em Goiatuba, em Goiás. A Aneel determinou que a autorização vigorará pelo prazo remanescente a dado quando houve aval para implantação e exploração da usina, em 15 de fevereiro de 2022. A Asolo deverá informar, em até 30 dias, as informações referentes à composição de sua cadeia societária à agência reguladora. (Broadcast Energia - 03.08.2023) 
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