IFE
31/07/2023

IFE 5.773

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
31/07/2023

IFE nº 5.773

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.773

Regulação

MME pode abandonar PL do novo marco legal do setor elétrico

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, reuniu-se com especialistas do setor elétrico em Brasília para discutir soluções do que a pasta classifica como "assimetrias históricas". A reunião resultou na criação de um “conselho informal” de energia, para debater os problemas do setor. Pode ser um passo para que o governo reveja o marco regulatório do setor elétrico. Em São Paulo, Silveira anunciou que pretende fechar uma proposta de reforma regulatória do setor elétrico em 90 dias. O encontro reuniu nomes que atuaram em autoridades energéticas, como a Aneel e o ONS. Um dos temas abordados foi o projeto de lei 414, que atualiza o marco regulatório do setor elétrico, em tramitação na Câmara dos Deputados depois de ter sido aprovado, no ano passado, pelo Senado Federal. Oficialmente, o PL 414 é visto como um projeto fruto de consenso do setor, mas nos bastidores diversos agentes criticam o projeto. Para Edvaldo Santana, ex-diretor da Aneel, a reunião foi positiva e organizada para debater temas importantes do setor elétrico, com o objetivo, em busca de soluções. (Valor Econômico - 30.07.2023)
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Aneel: Bandeira verde continua em agosto

A bandeira tarifária para o mês de agosto continuará verde, o que significa que não haverá cobrança adicional nas contas de energia elétrica dos consumidores brasileiros. Segundo a Aneel, a decisão foi tomada por causa das condições favoráveis de geração de energia no país. A bandeira está no patamar verde desde abril de 2022 e a expectativa da Aneel é que esse cenário seja mantido até o fim do ano. A bandeira verde, válida para todos os consumidores do SIN, reflete a melhoria dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas. O SIN é a malha de linhas de transmissão que leva energia elétrica das usinas aos consumidores. Criado em 2015, o mecanismo das bandeiras tarifárias tem o objetivo de dar transparência ao custo real da energia elétrica. As cores das bandeiras (verde, amarela ou vermelha) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade. (Valor Econômico - 28.07.2023)
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Transição Energética

CEBDS: Proposta de mercado regulado de carbono e "pacote verde"

A criação de um mercado regulado de carbono e o desenvolvimento de políticas públicas que incentivem práticas sustentáveis de empresas e indivíduos estão entre as propostas do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) feitas esta semana ao governo federal, que trabalha em um plano de transição ecológica, o chamado "pacote verde". O CEBDS apresentou ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, um documento com um conjunto de avaliações e recomendações sobre os seis eixos prioritários do "pacote verde": finanças sustentáveis, bioeconomia, transição energética, infraestrutura verde e saneamento, adensamento tecnológico e economia circular. No documento, o CEBDS elenca como principais bandeiras a erradicação da pobreza, o mercado regulado de carbono e a classificação de atividades conforme seu impacto ambiental e climático, a chamada taxonomia verde. Na avaliação da presidente do CEBDS, Marina Grossi, o plano do governo reúne condições de mitigar riscos de instabilidade macroeconômica ao criar incentivos para a transição para uma economia neutra em carbono, com fortalecimento das cadeias produtivas capazes de valorizar economicamente a sociobiodiversidade, ou seja, as riquezas dos biomas brasileiros e o conhecimento dos povos tradicionais. (Valor Econômico - 30.07.2023)
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Deloitte: Custo global da crise do clima pode superar R$ 800 tri

A primeira semana de julho foi a mais quente desde 1979, com a temperatura média global batendo recordes consecutivos. Mais recentemente, cientistas de diversas entidades, incluindo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), anunciaram que o mês caminha para ser o mais quente já registrado, em parte consequência da intensificação do lançamento de gases do efeito estufa na atmosfera pelo homem. Estudos recentes buscaram traduzir esse impacto climático em números na economia. Publicado em 2021 pela OMM, o "Atlas da Mortalidade e de Perdas Econômicas Causadas por Fenômenos Climáticos e Hídricos Extremos" estima que os mais de 11 mil desastres naturais associados ao clima entre 1970 e 2019 tenham gerado custos de US$ 3,64 trilhões (R$ 17,22 trilhões na cotação atual), com os valores aumentando década a década. Já a firma de auditoria Deloitte, uma das maiores do mundo, projeta que, caso os padrões de emissão de carbono atuais sejam mantidos até 2070, as perdas globais totalizarão US$ 178 trilhões (R$ 841 trilhões). No mesmo relatório em que a empresa diz que manter as taxas de emissão de carbono nos níveis atuais implica perdas da ordem de trilhões, ela aponta que reduzi-las de modo a cumprir o Acordo de Paris, zerando as emissões até 2050 e limitando o aquecimento global a até 1,5°C, pode representar lucros de US$ 43 trilhões (R$ 203 trilhões). (Valor Econômico - 29.07.2023)
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Unica: Bioenergia responde por quase 20% da oferta de energia consumida no país

O amadurecimento do setor sucroalcooleiro e de bioenergia, impulsionado pelas novas tecnologias e por metas mais rigorosas de sustentabilidade, levou a uma mudança de perfil das empresas nas últimas duas décadas. O resultado é uma indústria mais eficiente e que já responde por quase 20% da oferta de energia elétrica consumida no país, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) – entidade que reúne as principais produtoras de açúcar, etanol e bioeletricidade da região Centro-Sul do Brasil. “A situação é atípica e fortalece a posição brasileira no mundo”, diz o diretor de economia e inteligência setorial da Unica, Luciano Rodrigues. Segundo ele, todos esses avanços da bioenergia abrem uma grande avenida de oportunidades para o setor sucroenergético, que vêm sendo sustentadas por investimentos cada vez maiores. Várias empresas inauguraram novas plantas e investem em novas variedades de cana transgênica até na automatização das colheitas e na digitalização completa da produção. Com 628 usinas utilizando biomassa como combustível, há espaço para crescimento exponencial dessa indústria. (Valor Econômico - 31.07.2023)
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Empresas

Eletrobras CGT Eletrosul conclui recapacitação da LT em Santa Catarina

A Eletrobras CGT Eletrosul concluiu a recapacitação da linha de transmissão Blumenau – Joinville (230 kV). Com investimento de R$ 5,2 milhões, o empreendimento amplia a capacidade de corrente no trecho recapacitado, que passa de 609 A para 1.025 A (longa duração) e de 767 A para 1.198 A (curta duração). As obras foram concluídas antes do prazo autorizado, previsto para 04 de agosto. A linha de transmissão recapacitada permitirá um incremento de Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 1,6 milhão ao caixa da empresa. O trecho recapacitado fica entre a futura subestação Joinville Sul (em implantação pela Neonergia Vale do Itajaí Transmissão de Energia) e a subestação Joinville (Eletrobras CGT Eletrosul). Segundo o diretor de engenharia de implantação da Eletrobras, Adilson Souza da Silva, não foi registrado nenhum incidente durante a fase de execução e foram atendidas as condicionantes do licenciamento ambiental específico, emitido pelo Ibama, e principalmente, os procedimentos de segurança na realização das atividades. (CanalEnergia - 28.07.2023) 
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Cemig: Programa de eficiência energética gerou economia de 24 GWh em MG

Em 2022, o programa de eficiência energética da Cemig gerou uma economia de 24 GWh no estado de Minas Gerais, o equivalente ao fornecimento de energia elétrica para 15 mil famílias no período de um ano. Dividido em seis subprogramas com foco nas cidades, comunidades, hospitais, campo, escolas e a chamada pública, o programa deverá investir cerca de R$ 500 milhões de 2023 a 2027, o que vai representar um aumento de 54% em relação ao último ciclo tarifário – que compreendeu 2018 e 2022. Nos últimos cinco anos, o investimento havia sido de cerca de R$ 325 milhões. O Programa tem como foco a troca de equipamentos obsoletos e menos eficientes por outros mais econômicos, sustentáveis e eficientes, como lâmpadas de LED, autoclaves e focos cirúrgicos hospitalares, instalação de usinas solares fotovoltaicas também em hospitais, além da disseminação da cultura de economia de energia. De acordo com o gerente de Eficiência Energética da Cemig, Ronaldo Lucas Queiroz, quanto mais energia economizada, mais benefícios gerados para as instituições contempladas e, consequentemente, para a sociedade atendida por elas. (CanalEnergia - 28.07.2023) 
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UHE Sinop obtém I-REC e está apta para emitir certificados de energia renovável

A Usina Hidrelétrica Sinop recebeu o certificado I-REC (Renewable Energy Certificate), emitido no Brasil, pelo Instituto Totum. Com isso, a UHE está apta para emitir certificados de energia renovável no mercado, permitindo a ampliação do portfólio de serviços oferecidos ao consumidor e ofertando produto alinhado com a redução de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE). O selo recebido pelo empreendimento tem validade de cinco anos a partir de 2023. O selo garante que a energia produzida pelo empreendimento é limpa e renovável, seguindo recomendações e critérios de padrões internacionais de rastreamento de atributos ambientais de energia. Cada I-REC equivale a 1 MWh de energia e pode ser comprado por empresas que tenham seus negócios baseados no desenvolvimento sustentável e atentas à emissão de gases de efeito estufa. Os certificados de energia renovável permitem a comprovação da origem da energia, logo, contribuem também com o alcance das metas de sustentabilidade de muitas companhias. A aquisição do selo no Brasil e no mundo cresce à medida que o mercado adota e exige práticas de ESG. (CanalEnergia - 28.07.2023) 
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Statkraft Brasil já comercializou 21 TWh de energia renovável em 2023

Em 2023, a Statkraft Brasil já comercializou 21 TWh de energia renovável. O volume negociado até o momento envolveu diferentes fontes de energia e atendeu os clientes da empresa em todo o território brasileiro. Atualmente, a carteira da Statkraft reúne mais de 100 consumidores finais. Entre compra e venda, já foram realizadas mais de 550 transações este ano. A empresa norueguesa possui atuação em mais de 20 países e 13 bolsas de energia. Aqui no Brasil, a Statkraft possui uma carteira de clientes comerciais e industriais de diversos segmentos. Além da comercialização, a empresa ainda atua na busca de soluções customizadas para atender às diferentes necessidades dos clientes, sendo pioneira a oferecer energia renovável rastreável no Brasil, através do Certificado Internacional de Energia Renovável (I-REC). (CanalEnergia - 28.07.2023) 
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WEG: Planos para autossuficiência energética

A fabricante de equipamentos catarinense WEG quer se tornar autossuficiente em consumo de energia e vai ampliar mais a aposta na autoprodução de energia. A primeira sinalização ao mercado veio com o recentemente anúncio de que a companhia fechou dois contratos de compra de energia eólica, com a 2W Ecobank e com a Alupar, totalizando R$ 1,4 bilhão em investimentos de compra de energia para descarbonizar as operações da fabricante. A empresa tem metas de redução das emissões com o primeiro marco para 2030, com redução de 52%, e chegar ao NET Zero em 2050. Além de endereçar suas metas de sustentabilidade, o movimento ajuda a gigante industrial a reduzir os custos com eletricidade. “Para cumprir estas metas, trabalhamos em três frentes: eficiência energética, eletrificação e uso de energias renováveis (...) já reduzimos 16% das nossas emissões. Estas parcerias da 2W e Alupar estão dentro deste contexto. Em 2024, a empresa vai atingir 90% de fontes renováveis para nossas plantas no Brasil”, diz o diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais, Daniel Godinho. (Valor Econômico - 31.07.2023)
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Leilões

MME: vamos aperfeiçoar processos para próximo leilão de transmissão

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que a Pasta tem trabalhado “no sentido” de que haja aperfeiçoamentos no próximo leilão de transmissão para evitar especuladores. “O segundo leilão de linha de transmissão, que é o bipolo, onde as empresas são mais especializadas e têm poucas empresas no mundo que tem essa tecnologia, nós estamos estudando - a Aneel está debruçada sobre isso - qual é a melhor maneira de ampliar a competitividade com segurança”, disse o ministro. O setor tem questionado o tema depois que agentes desconhecidos do segmento ganharam lotes no leilão de transmissão realizado no fim de junho. Na ocasião, o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, defendeu o processo regulatório da agência que, na visão dele, foi aperfeiçoado ao longo dos anos fazendo com que a cobrança de garantias e as condições previstas no edital fossem reforçadas. (Broadcast Energia - 27.07.2023) 
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ANP: Para que haja leilão este ano, empresas têm até 8 de agosto para demonstrar interesse

As empresas interessadas em adquirir áreas para exploração e produção de petróleo e gás natural ainda este ano, tem até 8 de agosto para demonstrar interesse na áreas disponíveis da Oferta Permanente sob o regime de concessão (OPC), informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a Oferta Permanente possui na prateleira 955 blocos exploratórios e a área com acumulações marginais de Japiim. "Caso a agência receba declarações de interesse até o próximo dia 8, a sessão pública de ofertas, que corresponderia ao 4º Ciclo da OPC, poderá ocorrer ainda em 2023", disse a ANP em nota. Na Oferta Permanente, uma espécie de banco de blocos que podem ser selecionados de acordo com o interesse das empresas, a realização da sessão pública de apresentação de ofertas ocorre em até 120 dias após aprovação pela Comissão Especial de Licitação. Novas regras para a licitação foram publicadas no início de julho. (Broadcast Energia - 28.07.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

ONS/PMO: Carga de energia do SIN deve alcançar 72.878 MW médios em agosto, alta de 3,4%

A carga de energia do Sistema Interligado Nacional deve alcançar 72.878 MWmed em agosto, alta de 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Para setembro a estimativa é que ela chegue a 74.552 MWmed, elevação de 4,9%. De acordo com técnicos do ONS, durante reunião do Programa Mensal da Operação (PMO), o crescimento é decorrente de um possível aumento no consumo, influenciado pelas temperaturas mais elevadas nos próximos meses, em consequência do fenômeno meteorológico El Niño. No Sudeste/Centro-Oeste, a estimativa é chegar a 42.065 MWmed em agosto, alta de 2,8% em base anual de comparação. Para o Sul, a previsão é que a carga chegue a 12.356 MWmed em agosto, aumento de 0,9% em base anual de comparação. No Nordeste a previsão é que a carga de energia alcance 12.142 MWmed, montnate 4,7% maior do que o observado um ano antes. A carga do Norte deve alcançar 7.367 MWmed em agosto, alta de 7,8% em relação ao mesmo período do ano passado. (Broadcast Energia - 27.07.2023) 
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ONS: Custo marginal de operação segue zerado para o mês de agosto

O Custo Marginal da Operação (CMO) deve se manter zerado ao longo do mês de agosto, informou há pouco o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), durante reunião do Programa Mensal de Operação (PMO) referente ao próximo mês. O órgão setorial prevê que o CMO fique em R$ 0,00 por MWh em todos os patamares de carga e subsistemas nas próximas cinco semanas, assim como vem ocorrendo nos últimos meses diante das boas condições de armazenamento nos reservatórios das usinas hidrelétricas, que respondem pela maior parte da geração de energia elétrica no País. O CMO é o custo para se produzir 1 MWh para atender ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O valor fica nulo quando há vertimento turbinável nas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 28.07.2023) 
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ONS: Vazões devem ficar abaixo da média em todos os submercados em agosto

O mês de agosto deve registrar afluências abaixo da média nos quatro submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN), informou o ONS, durante reunião do Programa Mensal de Operação (PMO) referente ao próximo mês. O Subsistema Sudeste/Centro-Oeste, que responde por cerca de 70% do armazenamento do SIN, deve registrar Energia Natural Afluente (ENA) de 85% da média de longo termo (MLT) no mês que vem, segundo projeções do ONS. O indicador pode oscilar entre 74% e 97%. No Nordeste, a previsão é de ENA de apenas 51% MLT, podendo oscilar entre 46% e 56%, no limite superior. Para o Sul, a expectativa é de afluência em 69% da MLT, podendo oscilar entre 32% e 109%, enquanto no Norte espera-se ENA em 71% da média histórica em agosto, podendo ficar no piso de 63% ou chegar ao máximo de 79%. (Broadcast Energia - 28.07.2023) 
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CCEE: PLD médio diário segue no patamar mínimo regulatório de R$ 69,04 por MWh em todo o País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) segue no piso regulatório de R$ 69,04 por MWh nesta sexta-feira, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Já são mais de dez meses de PLD no patamar regulatório mínimo, que em 2022 era de R$ 55,70 por MWh. O preço não apresenta oscilações ao longo do dia em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), de forma que os PLDs médios, mínimos e máximos coincidem em todos os submercados do País. O cálculo considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 28.07.2023) 
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Números dos reservatórios pelo Brasil

O submercado Sudeste/Centro-Oeste apresentou perdas de 0,1 ponto percentual no nível de armazenamento dos reservatórios, com 84,6% da capacidade na última quinta-feira, 27 de julho, se comparado ao dia anterior. A energia armazenada somou 173.162 MW mês, e a energia natural afluente (ENA) 21.203 MW med, valor que corresponde a 89% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A região Sul recuou 0,2 ponto percentual e operava com 93,9%. A energia armazenada marca 19.202 MW mês e ENA é de 10.010 MW med, equivalente a 89% da MLT. Os reservatórios do Norte apresentaram queda de 0,3 p.p. e operam com 92,9% da capacidade. A energia armazenada marca 14.216 MW mês e ENA é de 3.264 MW med, equivalente a 78% da média de longo termo armazenável no mês até o dia de ontem. A Região Nordeste contou com perdas de 0,2 p.p. e está com 80% da sua capacidade. A energia armazenada indica 41.344 MW mês e a energia natural afluente computa 1.943 MW med, correspondendo a 56% da MLT. (CanalEnergia - 28.07.2023) 
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Reservatórios terminarão agosto com volume acima dos 70%, diz ONS

Os níveis dos reservatórios das hidrelétricas devem ficar todos acima da casa dos 70% no fim de agosto. Dados do Sumário do Programa Mensal da Operação divulgados pelo ONS nesta sexta-feira, 28 de julho, mostram que o volume no Sudeste/Centro-Oeste deve chegar a 79%. Já os níveis na região Nordeste devem encerrar o próximo mês com 73,1% da capacidade. No subsistema Sul, a expectativa de volume nos reservatórios é de 82,8% no dia 31 de agosto. A região Norte deverá registrar o maior volume dentro do sistema com, 90% da capacidade armazenada. O valor esperado de Energia Natural Afluente para o Sudeste/ Centro-Oeste é de 17.576 MW med, o equivalente a 85% da média de longo termo. No Sul, a previsão é de 6.925 MW med ou 69% da MLT. Na região Nordeste, a expectativa é de 1.675 MW med, que corresponde a 51% da MLT. Já no região Norte os 2.271 MW med equivalem a 71% da MLT. (CanalEnergia - 28.07.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Nissan vai investir em carros elétricos da Renault

A Nissan vai investir 600 milhões de euros na Ampere, marca de carros elétricos da francesa Renault. O acordo visa aumentar o investimento em carros elétricos da Nissan na Europa. A investida europeia, porém, contrasta com a dificuldade da marca em penetrar no mercado automotivo chinês, o maior do mundo. A Nissan e a Renault finalizaram o acordo que cria a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. A Aliança vai abrir espaço para o investimento em diversos projetos operacionais na Índia, Europa e América Latina, incluindo a participação na Ampere, marca de carros elétricos da Renault. “O acordo confirma a atratividade do projeto em ser o pioneiro na Europa, permitindo que a Renault e seus parceiros da Aliança se posicionem à frente do grid de largada para a corrida dos veículos elétricos e de software na Europa”, afirmou o CEO do Grupo Renault, Luca de Meo. Para o CEO da Nissan, Makoto Uchida, a oportunidade é uma forma de a Nissan fortalecer o seu impulso elétrico na Europa que vai “entregar diversas sinergias, incluindo eficiências de custo, compliance regulatório e uma ampla gama de produtos e trens de força para veículos elétricos”, segundo ele. (Broadcast Energia - 26.07.2023) 
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Bateria integrada da Stellantis para elétricos deve estrear antes de 2030

A Stellantis revelou um protótipo de bateria de carro elétrico que integra as funções de inversor e carregador dentro dos módulos. Esta aplicação libera espaço no EV e torna a bateria mais eficiente em termos de custo e autonomia, disse o grupo automotivo num comunicado de imprensa. A Stellantis, juntamente com a Saft, empresa de soluções de baterias de propriedade da TotalEnergies, trabalhou com o Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS) por quatro anos para projetar, modelar e simular essa tecnologia. O projeto de pesquisa colaborativa é chamado de Sistema Integrado de Bateria Inteligente (IBIS) – seu protótipo está operacional desde o verão de 2022. O grupo diz que várias patentes foram registradas para o IBIS, que marca uma grande transição dos sistemas convencionais de conversão de energia elétrica. (Inside EVs - 29.07.2023) 
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Montadoras ocidentais aceleram redução de custos antes da invasão chinesa

As montadoras europeias estão concentrando os seus esforços em encontrar soluções que lhes permitam baixar os custos dos seus carros elétricos. Por um lado, a busca por maior eficiência sempre existiu dentro dos grandes grupos automotivos, por outro, o que eles querem alcançar é completamente inédito. Vamos ver o que acontece. A Renault, por exemplo, quer reduzir os preços de seus carros com emissão zero em 40%. Isso foi afirmado pelo CFO Thierry Pieton, que quer atingir a meta até 2027, ano em que a empresa listará a próxima geração de seus carros elétricos. Para alcançar os resultados estabelecidos, a empresa francesa também iniciou o processo de cisão da divisão de "emissões zero" com a criação da Ampere, que será listada nos próximos meses e que trabalhará em baterias e plataformas recém-projetadas. Os progressos em termos de redução dos custos de produção, segundo Luca De Meo, CEO do grupo, já serão vistos no segundo semestre de 2023, principalmente graças à queda dos preços das matérias-primas. De Meo, sobre a situação atual, disse: "É claro que estamos a competir e o tempo é essencial: este é o negócio em que estamos". Carlos Tavares parece estar na mesma sintonia, que na reunião com os acionistas voltou a reiterar que a concorrência com os produtores chineses pode ser "brutal" pelo fato de terem custos reduzidos em cerca de 25% em comparação com uma montadora europeia.  (CanalEnergia - 28.07.2023) 
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VW: Empresa decide vender novos modelos elétricos no Brasil

Depois de confirmar o SUV ID.4 em março deste ano, a empresa anunciou recentemente que o modelo será oferecido por assinatura, com mensalidades partindo de R$ 9.990. No início do mês, a fabricante anunciou que a ID.Buzz, uma espécie de releitura moderna (e elétrica) da Kombi, chegará em um primeiro lote de 70 exemplares, também oferecidos por aluguel. No entanto, após esses lotes iniciais, a Volkswagen vai comercializar a dupla elétrica de forma convencional, nas concessionárias. A informação foi confirmada pelo CEO da empresa no Brasil, Ciro Possobom. “Os primeiros 70 carros foram para comemorar os 70 anos. Os próximos serão vendidos”, disse Possobom. O executivo não disse quando isso deve acontecer ou qual é a estimativa de preços dos modelos. Nem mesmo o custo de locação da ID.Buzz foi definido. (Valor Econômico - 28.07.2023)
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Energias Renováveis

Agentes se unem em prol de meta global de renováveis até 2030

Na 14ª Reunião Ministerial de Energia Limpa, líderes mundiais em energia renovável se uniram para implementar uma meta global de energia renovável até 2030, com o objetivo de triplicar a capacidade total para 11 TW. Essa medida busca acelerar a implantação de energia limpa em todo o mundo, diante das ameaças das mudanças climáticas e desastres climáticos. A comunidade global de governos e indústrias está engajada em diálogos construtivos para identificar estratégias acionáveis nesse sentido, visando enfrentar os desafios climáticos. A energia renovável é apontada como uma das principais soluções, e os países são instados a apoiar a meta de triplicação da capacidade renovável e a duplicação do progresso na eficiência energética até 2030. A urgência da ação é enfatizada pelos líderes presentes, destacando a importância de superar as barreiras estruturais existentes para viabilizar essa transição energética global. (CanalEnergia - 27.07.2023) 
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ABGD: país está próximo de alcançar 23 GW em capacidade instalada graçcas à energia solar

O segmento de geração distribuída (GD) no Brasil está prestes a alcançar a marca de 23 GW de capacidade instalada, impulsionado principalmente pela energia solar, que representa mais de 98% do total em GD. Além disso, também inclui fontes como eólica, biomassa e outras. Até o momento deste ano, foram acrescentados mais de 4 GW de potência, e espera-se que a GD adicione pelo menos mais 3 GW até o final do ano, totalizando pelo menos 26 GW de capacidade instalada. (Broadcast Energia - 26.07.2023)  
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Fepam-RS concede LI para produção de biogás

A Fundação Estadual de Proteção Ambiental do Rio Grande do Sul concedeu na última segunda-feira, 27 de julho, a licença de instalação para a SPE Central de Tratamento Integrado Resíduo Zero, permitindo a produção de biogás no distrito de Passo Raso, em Triunfo. Estão previstos 15 meses de obras até o início da operação do empreendimento, que irá gerar 42 empregos diretos. O projeto prevê a produção mensal de duas mil toneladas de adubo, 2,25 milhões de normal metros cúbicos de biometano, o que equivale a 3,75 milhões de normal metro cúbicos de biogás e 2.250 toneladas de CO2. Essa produção irá gerar aproximadamente 1,5 MW de energia, o suficiente para abastecer 1.500 casas. O biometano será entregue por injeção em um gasoduto a ser instalado pela Sulgás, que também irá distribuir o produto para seus clientes. O CO2 será acondicionado em tanques específicos e transportado por caminhões até as empresas consumidoras. Serão utilizados como matérias-primas: resíduos de indústrias de proteína animal, esgotamento sanitário, resíduos de hortifrúti, resíduos de indústrias de biodiesel, lodo de estações de tratamento de esgoto, restos de comida, resíduos de indústria de alimentos, resíduos de farelos e de grãos, cinza de caldeiras e rejeitos de reflorestamento. (CanalEnergia - 28.07.2023)
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