IFE
16/06/2023

IFE 5.742

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
16/06/2023

IFE nº 5.742

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

Ver índice

IFE 5.742

Regulação

Artigo GESEL/AHK: O Carbon Border Adjustment Mechanism (CBAM) europeu

Foi publicado novo artigo GESEL no Portal de Hidrogênio Verde da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK). O texto, assinado por Nivalde José de Castro (Coordenador do GESEL), Luiza Masseno Leal (Pesquisadora do GESEL-UFRJ) e Vinícius José da Costa (Pesquisador Júnior do GESEL) é intitulado “O Carbon Border Adjustment Mechanism (CBAM) europeu e as oportunidades para o desenvolvimento do mercado de hidrogênio verde”. Segundo os autores, os impactos do CBAM no Brasil "dependerão da capacidade de formular políticas públicas capazes de se adaptar às regulamentações deste mecanismo, fomentar a demanda interna, fortalecer a cadeia produtiva e oferecer produtos de baixa emissão de carbono competitivos para exportação.” Para ler o artigo na íntegra, acesse: https://www.h2verdebrasil.com.br/noticia/o-carbon-border-adjustment-mechanism-europeu-e-as-oportunidades-para-o-desenvolvimento-do-mercado-de-hidrogenio-verde/ (GESEL-IE-UFRJ – 16.06.2023)  
Ver PDF

Consulta pública discute regras para término dos descontos a fontes incentivadas

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai abrir uma consulta pública para obter subsídios para a revisão da Resolução Normativa 1.031/2022 e módulos de regras de comercialização relacionados, tendo em vista a lei 14.120 de 2021 que determinou o término dos descontos nas Tarifas de Uso dos Sistemas Elétricos de Transmissão (Tust) e de Distribuição (Tusd) para empreendimentos de fontes incentivadas (hidrelétrica, solar, eólica, biomassa ou cogeração). Entre as principais mudanças, estão o fim do desconto em caso de encerramento do prazo de outorga ou sua prorrogação; condições e prazos para hidrelétrica entre 30 e 50 megawatts (MW); condição e prazo para hidrelétrica igual ou menor de 30 MW. A minuta de proposta também deixa claro que em caso de transferência de titularidade da outorga haverá extinção do desconto e que a aplicação dos porcentuais de redução das tarifas somente ocorrerá após a entrada em operação de todas as unidades geradoras e caso isso ocorra até 48 meses após outorga, salvo casos específicos. (Broadcast Energia - 14.06.2023)
Link Externo

Transição Energética

Estados Unidos aceleram os incentivos a países europeus para desenvolver os pequenos reatores nucleares

Enquanto as autoridades brasileiras do setor de energia permanecem estagnadas, o mundo avança rapidamente em direção à tecnologia de pequenos reatores nucleares. Na Eslováquia, o Ministério da Economia e a Slovenské elektrárne assinaram um memorando de cooperação para apoiar o desenvolvimento de pequenos reatores modulares (SMRs) no país, buscando financiamento do Projeto Phoenix dos Estados Unidos. O objetivo é acelerar a transição global para a energia limpa e segura, substituindo usinas movidas a carvão por geração nuclear de carbono zero. A Eslováquia, que já possui quatro reatores nucleares em operação, vê a energia nuclear como parte importante do seu mix energético e está explorando tecnologias inovadoras para atender às suas necessidades energéticas. (Petronotícias – 13.06.2023)
Link Externo

Biden reúne lideranças para o cumprimento do Acordo de Paris

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, reuniu líderes do Fórum das Principais Economias sobre Energia e Clima (MEF), em abril, com o objetivo de unir forças para enfrentar a crise climática e manter o índice determinado pelo Acordo de Paris, que limita o aumento da temperatura global em 1,5°C. Os Estados Unidos colocaram em prática, também, novas medidas para a redução das emissões dos gases causadores de efeito estufa, com limite entre 50 e 52% até 2030. Outro passo importante foi o apoio aos países em desenvolvimento, principalmente, no que diz respeito às medidas necessárias para enfrentar as mudanças climáticas. Dentre elas, a disponibilidade de US$ 1 bilhão para o Fundo Verde para o Clima. Outros US$ 500 milhões estão previstos para apoiar o Fundo Amazônico. (Além da Energia – 16.06.2023)
Link Externo

Empresas

Copel tenta anular sentença arbitral que impôs dívida de R$ 3,2 bi

A empresa estatal brasileira Copel está enfrentando acusações de quebra de contratos e falhas materiais em projetos de geração de energia eólica. Após uma arbitragem que reconheceu uma dívida bilionária com o Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura Energias Renováveis (FIP IEER), a Copel está tentando anular a sentença arbitral na Justiça Estadual do Paraná. A disputa ocorre em um momento em que o governo estadual está buscando privatizar a empresa. A Copel alega que o processo está em andamento e não há uma decisão final sobre o assunto. A empresa afirma que segue as melhores práticas de governança e as regulamentações aplicáveis no Brasil e em outros países. (O Estadão – 14.06.2023)
Link Externo

Equatorial coloca 95,2% do aumento de capital aprovado

A Equatorial informou que o prazo para o exercício do direito de preferência de aquisição de ações no processo de aumento de capital foi encerrado. Durante o período foram subscritas 14.702.952 ações ordinárias ao preço de emissão de R$ 25,00 cada. Assim o valor da operação somou R$ 367.573.800,00 que corresponde a aproximadamente, 95,22% do total disponível para o aumento. Consequentemente, a quantidade de ações supera o mínimo de 3.080.000 de ações que eram necessárias para a homologação da operação. Não foram subscritas 703.283 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, correspondentes a 4,78% do total de ações disponíveis. Agora, continua o comunicado da Equatorial, o subscritor que, no ato da subscrição, pediu reserva de sobras, poderá adquirir o volume que sobrou na mesma proporção dos direitos de preferência da operação principal. Quem não pediu reserva de sobras não terá direito a novas aquisições. A proporção será de subscrição de 0,04784215638710 por ação que deverá ser exercido entre os dias 16 e 22 de junho de 2023. (CanalEnergia - 15.06.2023) 
Link Externo

Brasol e (re)energisa inauguram projeto no modelo EaaS

A Brasol, empresa com capital da Siemens com projetos de geração de energia limpa, e a (re)energisa, braço de soluções energéticas do Grupo Energisa, inauguram o primeiro projeto no modelo Energy as a Service (EaaS) em Minas Gerais. A subestação irá reduzir o custo operacional para Companhia Industrial Cataguases, além de melhorar a qualidade e dobrar a disponibilidade de energia para a operação. Segundo a empresa, o investimento de R$ 11 milhões foi feito integralmente pela Brasol, que será responsável também por subsidiar os custos da manutenção preventiva, corretiva, emergencial e pelo monitoramento ao longo dos 10 anos de duração do contrato. O projeto desenvolvido contemplou a construção da subestação de 69/22 kV e 650 metros de linha de transmissão em 69 kV. A elevação da classe de tensão de média (2,5 MW) para alta (5 MW) traz parte da economia no custo da energia para a fabricante de tecidos que está ampliando sua capacidade de produção. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil – ABIT, a energia elétrica representa cerca de 15% dos custos para as empresas no setor. (CanalEnergia - 15.06.2023) 
Link Externo

Nextracker vai otimizar usina de 902 MWp da Atlas em MG

A Atlas Renewable Energy contratou a Nextracker para implementar a tecnologia TrueCapture no projeto solar Vista Alegre, que terá capacidade instalada de 902 MWp em Minas Gerais. A previsão é de que o ativo gere aproximadamente 2TWh por ano para a maior produtora de alumínio do Brasil, a Albras, por meio de um PPA de 21 anos. A solução utiliza um software baseado em algoritmos, projetado para otimizar a produção de centrais solares. Por meio de machine learning e inteligência artificial, é possível rastrear continuamente a posição do sol e ajustar em tempo real os ângulos dos painéis para maximizar a produção de energia. Assim, a ferramenta é capaz de atenuar o impacto do sombreamento, do terreno irregular e de outros fatores que podem reduzir a produção de energia. (CanalEnergia - 15.06.2023) 
Link Externo

EMAE inicia reforma das comportas da Barragem do Guarapiranga

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) iniciou o serviço de reforma das comportas de superfície números 5 e 6 da Barragem do Guarapiranga, localizada na zona sul da capital paulista. Segundo a empresa, a modernização do sistema elétrico está incluída no projeto, o valor do investimento é de R$ 1,6 milhão. Com a intervenção, as comportas devem ter suas condições mecânicas originais reestabelecidas. O objetivo é manter a disponibilidade e a confiabilidade operacional das comportas e seus sistemas de acionamento. Para realizar o trabalho, a empresa contratada é a Bergson do Brasil Ltda. (CanalEnergia - 15.06.2023) 
Link Externo

EDP é escolhida pela Google para contrato de energia de longo prazo

A Kronos Solar EDPR, companhia de desenvolvimento solar sediada na Alemanha e controlada pela EDP, assinou um contrato de longo prazo (PPA) com a empresa tecnológica global Google para fornecer parte da produção de energia limpa de quatro centrais fotovoltaicas que estão sendo desenvolvidas nos Países Baixos. A empresa informou que este é o primeiro PPA da Kronos Solar EDPR no país e revela a capacidade de desenvolvimento de projetos solares de dimensão considerável por meio de parcerias com empresas-chave, impulsionando a energia renovável em mercados como os Países Baixos e a Alemanha, onde a maioria dos projetos é de menor dimensão. Os projetos, que estão localizados nos municípios de Smallingerland, na província da Frísia, e de Lochem e Berkelland, ambos na província de Guéldria, têm capacidade instalada total de 50 MWp (40 MWac) e deverão entrar em funcionamento até 2024. Durante 15 anos, a Kronos Solar EDPR e a Google serão parceiros para a produção anual de mais de 49 GWh de energia limpa. As centrais fotovoltaicas terão mais de 85 mil painéis solares bifaciais, permitindo o aproveitamento da irradiação solar de ambos os lados do painel e maximizando a utilização dos recursos existentes de uma forma mais eficiente e sustentável. (CanalEnergia - 15.06.2023) 
Link Externo

NTT Data: Startups de energia receberam US$ 6,4 bi em aportes

A consultoria NTT Data publicou um estudo com as tendências do setor de energia com foco nos investimentos realizados em startups. De 2018 a 2020 foram aplicados mais de US$ 6,4 bilhões nessas empresas somente no segmento energético com foco em tecnologia, montante aplicado pelos 33 maiores operadores globais nessa área. O relatório, que está disponível para download, analisou 258 eventos de investimento, realizados no período por 32 fundos de capital de risco corporativos, em até 148 startups no setor de energia. De acordo com a publicação, os investimentos no setor de energia elétrica lideram o cenário de investimentos em comparação aos realizados em Petróleo e Gás, Mobilidade e Tecnologias em número de eventos, foram 143 no período em análise. O relatório destaca que as startups de Petróleo e Gás constituem 59% do total de investimentos, enquanto o setor de Serviços Públicos representa 41%. Mesmo com um número aproximadamente similar de investimentos, as empresas de Petróleo e Gás respondem por 77% do valor total investido, com um volume médio de investimento de US$ 48 milhões, em comparação com a média de US$ 18 milhões para as startups de Serviços Públicos. Dentro do setor, a energia na modalidade descentralizada representa a área de investimento mais relevante, acumulando 42% destes aportes. (CanalEnergia - 15.06.2023) 
Link Externo

Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD mantém-se em R$ 69,04/MWh em todo o País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) permanece no piso regulatório de R$ 69,04 por MWh nesta quarta-feira, de acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Já são oito meses no PLD valor regulatório mínimo, que em 2022 era de R$ 55,70 por MWh. O PLD não registra oscilações ao longo do dia em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), de forma que os valores médios, mínimos e máximos coincidem em todos os submercados do País. O cálculo do PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 15.06.2023) 
Link Externo

Dcide: Preço trimestral da energia convencional sobe 0,23% na semana, a R$ 70,39 por MWh

Os preços de referência para energia mantiveram a tendência observada nas últimas semanas, tanto nos produtos para entrega este ano como nos anos à frente, de acordo com o mais recente levantamento da consultoria Dcide, divulgado hoje, 16. Nos indicadores de preços trimestrais, que agregam os produtos de julho a setembro de 2023, o valor do MWh para a fonte convencional teve alta de 0,23%, para R$ 70,39. No mês a alta é de 1,44%, enquanto no ano o preço está 27,48% menor. Para a energia incentivada, proveniente de usinas eólicas, solares, biomassa ou Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) com desconto de 50% na tarifa fio, a elevação foi de 0,74% na semana, a R$ 97,93 por MWh. No mês, o indicador subiu 3,03%, mas no ano registrou baixa de 29,66%. (Broadcast Energia - 14.06.2023) 
Link Externo

CCEE: Em dez anos, renováveis adicionaram 50 mil MW à rede elétrica brasileira

As fontes de geração de energia renovável adicionam 50 mil MW de potência ao Sistema Interligado Nacional (SIN) nos últimos dez anos, volume equivalente a três usinas de Itaipu, aponta levantamento feito pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), considerando o crescimento das usinas eólicas, solares, hidrelétricas e biomassa. A potência adicionada ao SIN pelas eólicas, por exemplo, cresceu mais de sete vezes nos últimos 10 anos, o que a torna a segunda principal fonte de energia do Brasil, com 26,2 mil MW. As fazendas solares, que eram inexistentes há uma década, atualmente somam aproximadamente 300 empreendimentos espalhados pelo Brasil, representando 8,6 mil megawatts em capacidade instalada. A biomassa, por sua vez, representa 2% da energia do Sistema, com 14,8 mil MW, e as hidrelétricas se mantém na dianteira com 59% da potência e 116 mil MW. (Broadcast Energia - 14.06.2023) 
Link Externo

Absolar: Energia solar no Minha Casa, Minha Vida pode adicionar 2 GW da fonte no País

A inédita possibilidade de inclusão da instalação de energia solar para atender os projetos do programa Mina Casa, Minha Vida, cuja Medida Provisória (MP) foi aprovada ontem, 13, no Senado, vai levar energia limpa e renovável para 2 milhões de pessoas até 2026, com sistemas que pode atingir 2 GW de capacidade instalada, dependendo do volume que será liberado para cada unidade, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar). A estimativa leva em conta 150 kWh/mês de energia por unidade, o que em potência daria aproximadamente 1 kW instalado por unidade. De acordo com o presidente da entidade, Rodrigo Sauaia, a decisão de incluir energia renovável nas habitações populares do programa é uma forma de popularizar o acesso à fonte, muitas vezes considerada elitista, e baratear a conta dos moradores beneficiados. (Broadcast Energia - 14.06.2023) 
Link Externo

Mobilidade Elétrica

Brasil vai incentivar a produção de lítio e de baterias para VEs

Apesar de admitir que o mercado brasileiro deve adotar, em maior escala, a produção de carros híbridos flex em seu processo de descarbonização até que os elétricos tenham preços mais acessíveis e o País tenha infraestrutura de recarga, governo e montadoras trabalham na atração de fabricantes de baterias e de exploração de lítio, uma das principais matérias-primas para as baterias. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que “o governo irá incentivar, e não apenas pela área fiscal, a produção local de baterias”. Ele explicou que a medida será feita em duas fases. “A primeira é sobre os incentivos à pesquisa e desenvolvimento, e a segunda sobre a produção propriamente dita”. (Estadão – 15.06.2023) 
Link Externo

Vibra inaugura seis eletropostos ultrarrápidos visando crescimento da mobilidade elétrica

A Vibra Energia inaugurou seis estações de carregamento ultrarrápido para veículos elétricos em postos de combustíveis Petrobras localizados em rodovias no interior de São Paulo e do Rio de Janeiro. Segundo a empresa, os eletropostos ultrarrápidos de São Paulo ficam na Rodovia Carvalho Pinto, nos municípios de São José dos Campos, Ibaté e Araraquara. Também foram implantados na Washington Luiz, em Cravinhos, na Anhanguera, em Caieiras, e na Bandeirantes. Já no Rio de Janeiro, foi instalado equipamento na Rodovia Presidente Dutra, em Seropédica. A Vibra tem agora sete Postos Petrobras preparados para atender a demanda de recargas e contempla um corredor elétrico de 9 mil km. A empresa informou, ainda, que nos próximos meses três novos eletropostos serão inaugurados. Em nota, a companhia disse que tem como meta ter a maior e mais robusta. (Broadcast Energia - 14.06.2023) 
Link Externo

Acordo da GM para usar rede da Tesla nos EUA

A General Motors seguiu sem demora o exemplo da rival Ford e fechou um acordo com a Tesla para permitir que os veículos da marca GM usem a rede de carregamento rápido da Tesla. Assim como antes, os atuais donos de veículos elétricos da GM vão precisar de um adaptador para usar o tipo de tomada para carregamento da Tesla — conhecida como Padrão de Carregamento Norte-americano (NACS, na sigla em inglês) —, mas os modelos futuros da GM virão com esse tipo de soquete como padrão. Foi uma boa estratégia de marketing, acalmando as preocupações dos motoristas em relação aos escassos carregadores na estrada e, por tabela, tornando a montadora uma facilitadora do uso de baterias mais baratas e com menor autonomia. A Tesla, por sua vez, ganha outra grande marca para monetizar com sua rede de carregamento (inclusive por meio de acesso a subsídios) e provavelmente desencadeia uma corrida para tornar o NACS o tipo de tomada dominante nos Estados Unidos. Apesar da rivalidade, os fabricantes de veículos elétricos têm um interesse comum em atrair motoristas para os modelos fabricados por eles. Esses acordos para compartilhar o uso de carregadores são uma forma de alcançar esse objetivo. Para empresas como EVgo, ChargePoint e Blink Charging, no entanto, os acordos são prejudiciais Este é um mercado novo, o que significa que há potencial de crescimento: o mais recente prognóstico de longo prazo para veículos elétricos da Bloomberg NEF, divulgado na semana passada, projeta que a atual rede de carregamento rápido da América do Norte com cerca de 16 mil conectores deve chegar a quase meio milhão até 2030 e passar de um milhão até 2040. (O Estadão – 14.06.2023) 
Link Externo

Produção de caminhões elétricos da Tesla é atrapalhada por falta de baterias

Elon Musk, o CEO da Tesla, disse que a empresa não começará a produzir seu novo caminhão semirreboque elétrico em volumes maiores até o final do ano que vem, citando restrições no fornecimento de baterias. A Tesla começou a entregar seus primeiros caminhões em dezembro, cinco anos depois de lançar o modelo. O Tesla Semi, originalmente previsto para 2019, é o primeiro modelo novo que a Tesla entrega aos clientes desde o início de 2020. Na terça-feira, ao falar em uma conferência de energia em Austin, Texas, Musk não detalhou como pretende aumentar a produção. Embora seja um produto de nicho para a Tesla, o caminhão semirreboque é crucial para acelerar a transição para energia mais sustentável, disse Musk, observando que os caminhões pesados representam uma parcela enorme das emissões de veículos. Do palco, diante de uma plateia de executivos de concessionárias, Musk pediu aos maiores fornecedores do setor de energia dos Estados Unidos que invistam em mais geração de energia, prevendo que a demanda por eletricidade triplicará por volta de 2045, à medida que mais motoristas se voltarem para veículos elétricos. As montadoras em geral se apressam para aumentar a produção de baterias, devido às preocupações com a iminente escassez de materiais essenciais, como o lítio e o níquel. Muitos motoristas permanecem reticentes em migrar para veículos elétricos, preocupados com o número insuficiente de locais para recarga. (Broadcast Energia - 14.06.2023) 
Link Externo

Acionistas da Toyota rejeitam proposta exigindo melhor desempenho em ‘carros verdes’

Os executivos da Toyota enfrentaram desafios, mas colheram elogios dos seus acionistas em uma assembleia geral anual realizada na quarta-feira, 14. Na reunião, os acionistas rejeitaram as exigências de que a montadora invista mais e melhor no combate às mudanças climáticas. A proposta nesse sentido foi apresentada pelo AkademikerPension, um fundo de investimento dinamarquês que gerencia US$ 20 bilhões em investimentos. O fundo acusou a Toyota Motor Corp. de fazer lobby para enfraquecer os esforços dos governos de todo o mundo para eliminar gradualmente os motores a combustão. Os acionistas, porém, rejeitaram a ideia, como esperado, na reunião realizada na Cidade de Toyota, centro do Japão. Cerca de 3.800 acionistas lotaram o salão da sede da companhia. A maioria das ações da Toyota é detida pela própria fabricante de veículos e suas subsidiárias, funcionários aposentados e outros que simpatizam com a perspectiva da empresa. A proposta capitaneada pelo AkademikerPension também contestou a manutenção de Akio Toyoda, neto do fundador da empresa, no cargo de presidente do conselho de administração. O fundo argumentou que a empresa está atrasada em acompanhar a mudança global para veículos elétricos a bateria. Toyoda e outros funcionários da empresa defenderam seus números “verdes”, observando que a Toyota está buscando a neutralidade de carbono, ou emissões líquidas de carbono zero, em sua linha até 2050. A resolução apresentada pelo fundo dinamarquês também foi apoiada pela empresa norueguesa de serviços financeiros Storebrand Asset Management e por uma empresa holandesa de investimentos em pensões, a APG Asset Management. (O Estadão – 14.06.2023) 
Link Externo

Eve e United Airlines anunciam planos oferecer voos elétricos de eVTOL em São Francisco

A Eve Air Mobility e a United Airlines anunciaram hoje planos de levar a Mobilidade Urbana Aérea (UAM) para São Francisco, nos Estados Unidos. Ambas as empresas trabalharão com autoridades locais e estaduais, provedores de infraestrutura, energia e tecnologia para garantir que o ecossistema adequado esteja em vigor para introduzir os voos das aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL). As empresas também estão trabalhando para identificar áreas de origem e destino, além da futura rede de rotas para a Mobilidade Urbana Aérea (UAM). Em 2022, a United anunciou um investimento de US$ 15 milhões na Eve e um acordo de compra condicional de até 400 eVTOLs, como parte de sua estratégia de investir em tecnologias de ponta, enquanto se posiciona como líder no investimento em sustentabilidade no setor da aviação e tecnologias inovadoras. O eVTOL da Eve oferecerá aos clientes da United uma forma rápida, econômica e com zero emissão de carbono para chegar aos aeroportos centrais e se deslocar em ambientes urbanos densos. O veículo é 100% elétrico e possui um alcance de 100 km. A aeronave será pilotada no lançamento, mas projetada para operações não tripuladas no futuro. O eVTOL da Eve está planejado para entrar em serviço em 2026. (Broadcast Energia - 14.06.2023) 
Link Externo

Inovação e Tecnologia

União Europeia anuncia R$ 10 bi para hidrogênio verde no Brasil

A Comissão Europeia anunciou um investimento de €2 bilhões (R$10,5 bilhões) no Brasil para impulsionar a produção de hidrogênio verde, considerado o combustível mais limpo do mundo. Esse investimento faz parte do plano europeu Global Gateway e visa reduzir a dependência de produtos fósseis. Além disso, a presidente da Comissão Europeia também anunciou uma doação inicial de €20 milhões (R$105 milhões) ao Fundo Amazônia, ressaltando a responsabilidade do governo brasileiro em deter o desmatamento na região. O hidrogênio verde, produzido por eletrólise da água, tem potencial para se tornar uma fonte limpa de energia para o transporte e a indústria, e o Brasil pode se tornar um dos principais produtores globais. A UE planeja investir até €10 bilhões na América Latina e no Caribe como parte desse plano. (Broadcast Energia - 12.06.2023)
Link Externo

Produção de hidrogênio verde no Brasil deve viver salto após investimentos de R$ 10 bi prometidos pela União Europeia

O Brasil está prestes a receber um significativo impulso na produção de hidrogênio verde, impulsionado por novos investimentos estrangeiros, especialmente da Europa. A Comissão Europeia anunciou um compromisso de investir 2 bilhões de euros (cerca de 10 bilhões de reais) no desenvolvimento da economia do hidrogênio verde no Brasil, visando fortalecer a eficiência energética e promover parcerias de longo prazo. Esse investimento faz parte do programa Global Gateway, que busca financiar projetos de infraestrutura sustentável em diversos países, e está alinhado com a meta da Europa de importar 10 milhões de toneladas por ano de hidrogênio renovável até 2030. (Petronotícias – 13.06.2023)
Link Externo

Projetos para produção de hidrogênio verde atraem até petroleiras

O hidrogênio verde é considerado a principal alternativa ao petróleo e tem atraído empresas como BP, Shell, Petrobras e Thyssenkrupp. A produção de hidrogênio verde envolve a eletrólise da água, separando o hidrogênio do oxigênio por meio de uma corrente elétrica proveniente de fontes renováveis, como energia eólica e solar. Prevê-se que o mercado global de hidrogênio ultrapasse US$ 11 trilhões até 2050, devido ao seu alto potencial energético e natureza limpa. (Broadcast Energia - 12.06.2023)
Link Externo

Novas adições de armazenamento de energia por bateria poderão somar mais de 400 GWh até o final da década

A capacidade global de armazenamento de energia por bateria está prevista para aumentar significativamente nos próximos anos, com instalações anuais estimadas em mais de 400 GWh até 2030, de acordo com uma análise da Rystad Energy. Os sistemas de armazenamento de energia por bateria desempenham um papel fundamental na superação dos desafios de intermitência das energias renováveis, oferecendo soluções práticas para armazenar e liberar o excedente de energia elétrica. Os investimentos e incentivos governamentais, juntamente com a expansão das capacidades renováveis, impulsionarão esse crescimento, com a Ásia liderando a instalação anual, seguida pela América do Norte e Europa. O armazenamento de bateria em escala de utilidade se tornará cada vez mais importante para garantir a segurança energética das redes elétricas nacionais e regionais, à medida que as microrredes e a geração de energia distribuída se tornarem mais predominantes. (Petronotícias – 15.06.2023)
Link Externo

Energias Renováveis

Lei prevê economia através de energia solar até 7 de julho

Os brasileiros têm até o dia 7 de julho para aproveitar os benefícios fiscais oferecidos pela instalação de energia solar em suas residências ou comércios. A Lei do Marco Legal da Microgeração e Minigeração Distribuída estabeleceu uma taxa para quem gera energia solar, mas aqueles que instalarem sistemas fotovoltaicos dentro do prazo estipulado poderão adiar o pagamento integral dos impostos até 2031, com um aumento percentual gradual ao longo dos anos. No entanto, aqueles que instalarem energia solar após o dia 7 de julho terão um cronograma de pagamento mais acelerado. É recomendado que os interessados ajam rapidamente e escolham uma empresa confiável para realizar a instalação. (O Globo – 14.06.2023)
Link Externo

Brasil participa de projeto para qualificar o mercado de energia solar da Palestina

Um modelo brasileiro de parceria público-privada para formação de profissionais especializados em energia solar está sendo usado como referência em um projeto de cooperação técnica internacional na Palestina. O programa, coordenado pela empresa alemã Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), conta com a participação da Fronius do Brasil, subsidiária de uma fabricante austríaca de inversores fotovoltaicos, e institutos federais de São Paulo. A Fronius do Brasil contribui fornecendo equipamentos e compartilhando conhecimentos sobre tecnologia fotovoltaica em instituições de ensino brasileiras. Agora, eles também compartilharão sua experiência com representantes de escolas palestinas, visando qualificar profissionais e desenvolver o mercado interno de energia solar na Palestina. O objetivo é aumentar a oferta de soluções sustentáveis e reduzir a dependência de importações de energia. (Petronotícias – 13.06.2023)
Link Externo

Ludfor e Lemon formam parceria para três usinas solares com 6,5 MW

A Lemon Energia e a Ludfor estabeleceram uma parceria para três usinas solares de geração distribuída em Minas Gerais, com capacidade total de 6,5 MW. Por meio dessa colaboração, a Ludfor utilizará os serviços digitais da Lemon Energia para uma parte de seu portfólio de usinas solares, enquanto a Lemon Energia fortalecerá seu parque de geração para atender sua plataforma de marketplace, conectando produtores de energia renovável a pequenos e médios negócios por meio de assinaturas de energia. As três usinas solares serão integradas ao marketplace da Lemon ao longo do segundo semestre, possibilitando o acréscimo de cerca de 1,2 mil clientes finais. A Lemon Energia oferece descontos na conta de luz de 10% a 20% para pequenos negócios, dependendo da região e do tipo de usina de energia limpa. A Origem Energia, braço de geração da Ludfor, possui investimentos e participações em 43 usinas de geração de energia limpa, incluindo Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Usinas Fotovoltaicas (UFVs), totalizando uma capacidade instalada de 117 MW. (CanalEnergia – 14.06.2023)
Link Externo

Pinacoteca de São Paulo instala painéis solares

A Pinacoteca de São Paulo instalou 134 painéis solares fornecidos e instalados pela Kinsol, uma rede de franquias que promove a geração de energia limpa. Essas placas fotovoltaicas serão responsáveis por gerar 10% da energia consumida no edifício, resultando em uma economia de R$ 63 mil na conta de luz. Além disso, a Pinacoteca inaugurou a Pina Contemporânea, um novo espaço expositivo sustentável e acolhedor integrado aos edifícios já existentes, Pina Luz e Pina Estação. Com uma área total de mais de 22 mil m², a Pinacoteca se destaca como um dos maiores museus da América Latina e tem potencial para receber mais de um milhão de visitantes por ano. O projeto utilizou modelagem tridimensional e possui o selo LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental), especificamente o LEED BD+C, devido à sua característica de grande reforma, garantindo parâmetros para a construção de um edifício sustentável e uma geração anual de energia de 78.631,20 kwh. (CanalEnergia – 14.06.2023)
Link Externo

Omega Energia e White Martins formalizam acordo em parque eólico no RS

A geradora de energia renováveis Omega Energia e a produtora de gases industriais White Martins anunciaram hoje, 13, a formalização de um acordo para participação conjunta no Parque Eólico Chuí, no Rio Grande do Sul. Detalhes da operação não foram divulgados. Sabe-se apenas que a White Martins passou a deter parcela da produção de energia no parque que será consumida em regime de autoprodução por equiparação. As empresas informaram apenas que a parceria foi iniciada em maio deste ano e garantirá 876 MWh por ano para a fabricante de gases industriais. O acordo faz parte das iniciativas da Linde, controladora da White Martins, visando atingir sua mera de reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa 1 e 2 em 35% até 2035, na comparação com 2021. Segundo a empresa, com a substituição da eletricidade de fontes de energia convencionais por energia renovável, a White Martins espera reduzir suas emissões de escopo 2 no Brasil em 19%. Conforme noticiou anteriormente o Broadcast Energia, o acordo entre as empresas foi aprovado pelo Cade em abril. (Broadcast Energia - 13.06.2023) 
Link Externo

Emirados Árabes assinam acordo para investir em energias renováveis no Brasil

O fundo árabe Mubadala Capital está comprometido em investir US$ 2,4 bilhões na construção de uma fábrica de diesel verde e querosene de aviação sustentável na Bahia. Em um novo acordo assinado entre o Ministério de Minas e Energia do Brasil e o Ministério de Energia e Infraestrutura dos Emirados Árabes Unidos, está prevista uma colaboração no desenvolvimento de projetos de energias renováveis, com foco em energia solar e eólica, além de tecnologias secundárias como armazenamento de baterias, hidroeletricidade e recuperação de energia de resíduos. O acordo também contempla a produção de hidrogênio verde e a exploração de tecnologias de conversão de energia e projetos de descarbonização. (O Globo – 14.06.2023)
Link Externo

TotalEnergies fecha convênio de R$ 130 mi com universidades para pesquisa em energia renovável

A TotalEnergies está investindo R$ 130 milhões em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de projetos de energia renovável em parceria com três universidades brasileiras. Esse movimento representa uma mudança no perfil dos esforços de P&D do grupo francês no Brasil, priorizando a transição energética em vez do setor de petróleo e gás. O investimento financiará 24 projetos em universidades como a USP, Unicamp e UFRJ, envolvendo cerca de 235 pesquisadores. A estratégia da TotalEnergies está alinhada com sua visão global, que planeja investir mais em energias renováveis e moléculas descarbonizadas do que em novos projetos de petróleo e gás. A empresa busca um mix de produtos com 75% de energias renováveis até 2050. Os convênios de P&D no Brasil visam antecipar essa transição energética, desenvolvendo soluções locais e tecnologias necessárias para o país liderar o processo. A estabilidade regulatória é destacada como um elemento essencial para atrair investimentos significativos em P&D e garantir a confiança do setor. (O Estadão – 14.06.2023)
Link Externo

Anfavea quer postos de combustível em campanha para incentivar uso de etanol

Montadoras e governo brasileiro estão estudando medidas para incentivar o uso do etanol em carros flex, visando a redução de emissões. Uma das possibilidades é utilizar os postos de combustíveis para informar os consumidores sobre as vantagens ambientais do etanol, oferecendo brindes ou programas de pontos. Atualmente, mais de 70% dos consumidores abastecem com gasolina. Estima-se que um carro flex movido a etanol emita 60% menos CO₂ do que um abastecido com gasolina. Embora uma redução de preços ainda não esteja na agenda, há estudos para aumentar a mistura de etanol na gasolina de 27% para 30%. As montadoras também estão trabalhando para melhorar a eficiência do uso de etanol nos veículos. O tema foi discutido em um seminário em Brasília sobre a eletrificação no Brasil, com a presença de representantes das montadoras, fabricantes de autopeças e autoridades governamentais. (O Estadão – 15.06.2023)
Link Externo

Gás e Termelétricas

Governo criará grupo para discutir demandas da indústria sobre gás natural

O governo Lula deve criar um comitê específico para discutir as demandas da indústria dentro do programa Gás para Empregar. O plano é que o grupo seja composto por vários ministérios, como de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), de Minas e Energia (MME), de Relações Exteriores (MRE), além da Petrobras e de representantes do mercado, como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O novo comitê deve ser chamado de "Gás para a Indústria". A formação também tem potencial de endereçar uma crítica que surgiu após o lançamento do Gás para Empregar, anunciado após a primeira reunião do Conselho de Política Energética (CNPE) em março deste ano. Agentes da indústria se incomodaram com o entendimento de que o MME teria uma visão voltada para um programa muito focado no setor de fertilizantes. (Broadcast Energia - 14.06.2023) 
Link Externo

Mercado Livre de Energia Elétrica

Cemig recebe autorização para exportar energia para Argentina e Uruguai

A Cemig Geração e Transmissão (Cemig GT) foi autorizada pelo MME a importar e a exportar energia elétrica interruptível para a Argentina e para o Uruguai, conforme portaria publicada hoje no Diário Oficial da União. A eventuais operações não podem afetar a segurança eletroenergética do SIN, segundo os critérios utilizados pelo ONS. A energia elétrica importada será liquidada no Mercado de Curto Prazo (MCP)brasileiro. (Broadcast Energia - 14.06.2023) 
Link Externo

TEN e KON são autorizadas a atuar como comercializadoras na CCEE

A TEN Comercializadora de Energia e a KON Comercializadora de Energia obtiveram autorização da Aneel para atuarem como agentes comercializadores de energia no âmbito da CCEE. A TEN é sediada em Santa Catarina, enquanto a Kon tem escritório em São Paulo e está ligada à Indra Energia, coligada à Safira Holding. (Broadcast Energia - 14.06.2023) 
Link Externo

Biblioteca Virtual

CASTRO, Nivalde de; LEAL, Luiza Masseno; COSTA, Vinícius José da. "O Carbon Border Adjustment Mechanism europeu e as oportunidades para o desenvolvimento do mercado de hidrogênio verde".

Ver PDF