IFE
26/05/2023

IFE 5.729

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
26/05/2023

IFE nº 5.729

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, Leonardo Gonçalves, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.729

Regulação

Artigo de pesquisador associado do GESEL trata da liquefação de hidrogênio em ar sólido

Em artigo publicado no International Journal of Hydrogen Energy, o pesquisador associado do GESEL, Julian Hunt, junto a outros pesquisadores, propõe o uso de nitrogênio sólido ou oxigênio como meio para reciclar energia fria em toda a cadeia de suprimentos de liquefação de hidrogênio. A liquefação de hidrogênio em ar sólido (SAHL) pode ser o elo perdido para a implementação de uma economia global de hidrogênio. Acesse o texto aqui: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0360319923015720 Veja entrevista com o pesquisador na Bloomberg aqui: https://youtu.be/BpcTOoyvrZw (GESEL-IE-UFRJ – 26.05.2023)
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MME/Nogueira: pasta quer lançar no próximo mês consulta pública sobre renovação de concessões

O secretário Nacional de Energia Elétrica do MME, Gentil de Sá Nogueira, afirmou que o governo deve lançar no próximo mês uma consulta pública a respeito da renovação das concessões de distribuição. No começo de maio, o ministro Alexandre Silveira havia dito que o lançamento se daria entre duas e três semanas. Durante participação em audiência pública em comissão do Senado, o secretário afirmou que a Pasta tem trabalhado arduamente para definir políticas para saber como concessões serão renovadas e não abrirá mão de melhoria da qualidade do serviço prestado pelas distribuidoras. Entre as contrapartidas esperadas estão medidas de eficiência energética e contrapartidas sociais, que não foram detalhadas. O secretário comentou ainda as condições favoráveis de geração de energia no País, neste momento. O nível dos reservatórios das hidrelétricas conta com 87% de armazenamento, uma marca histórica, ressaltou. Ele afirmou ainda que o País conta com energia para garantir o crescimento do País nos próximos anos. (Broadcast Energia - 24.05.2023)
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CME da Câmara faz audiência sobre redução de impostos em cidades com hidrelétricas

A Comissão de Minas e Energia da Câmara (CME) realiza hoje às 10h audiência pública sobre a redução de alíquotas para residentes em municípios de hidrelétricas. Foram convidados para o debate representantes do Ministério de Minas e Energia, da Agência Nacional de Energia Elétrica, da Associação Nacional dos Municípios Sedes de Usinas Hidrelétricas e Alagados (Amusuh). (Broadcast Energia - 23.05.2023)
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Aneel defende avanço na qualidade do serviço como condição para renovar concessões

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, Sandoval Feitosa, defendeu nesta quinta-feira, 25 de maio, que os novos contratos de concessão das distribuidoras avancem em relação à cobrança na melhoria da qualidade do serviço e no atendimento prestado aos consumidores. “O que eu disse ao ministro é que nós precisamos evoluir nas obrigações relacionadas à melhoria no atendimento, à melhoria na qualidade”, explicou Feitosa, após a entrega do Prêmio Aneel de Satisfação do Consumidor. O secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Gentil Nogueira, informou hoje que o modelo de prorrogação dos contratos deve ir a consulta pública entre 22 e 25 de junho. A data foi acordada esta semana, durante encontro com o ministro Antônio Anastasia, do Tribunal de Contas da União. A proposta da Aneel é de que essa questão seja incluída como critério de renovação das concessões, o que, na avaliação do diretor-geral, reforça bastante a atuação da agência. Feitosa explicou que o órgão regulador vai continuar cobrando evolução no desempenho das empresas, dentro de sua competência, mas a renovação dos contratos das distribuidoras é o momento de pactuar compromissos. (CanalEnergia - 25.05.2023)
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Qualidade na distribuição será o grande desafio dos próximos anos, diz Feitosa

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, Sandoval Feitosa, afirmou durante evento que o grande desafio que a Aneel terá nos próximos anos é a melhoria da qualidade do atendimento de energia elétrica. “Temos uma oportunidade muito grande para 60% do mercado de distribuição que vai renovar os contratos nos próximos anos”, disse nesta quinta-feira, 25 de maio, na abertura do Premio Aneel de Satisfação do Consumidor. Para o diretor da agencia reguladora, é preciso garantir um setor equilibrado entre quem gera custos e quem paga por eles, que são os consumidores. A premiação anual da Aneel é conferida às empresas melhor avaliadas por seus consumidores. Ela é resultado de uma pesquisa, que foi realizada no ano passado com 29 mil entrevistados em 632 municípios. (CanalEnergia - 25.05.2023)
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Novo sistema da Aneel automatizará informações entre MME, ONS e EPE

De acordo com a agência reguladora, desenvolvido pelo Escritório de Governança de Dados e da Informação (EGDI), os requisitos foram levantados junto às áreas de negócios do MME, ONS, EPE e SCE/Aneel, o sistema será utilizado principalmente pelo Ministério e proporcionará a integração das bases de dados do ONS (PARPEL e SGPMR) com os dados da EPE (SGET) e a alimentação automática dos bancos de dados da Aneel (SIGET, SIASE T, RELATÓRIOS e PAINÉIS DE BI). Dessa forma, o sistema apresentará, de forma integrada, as obras e empreendimentos propostos pelo ONS e EPE para integrar o Plano de Outorgas da Transmissão de Energia Elétrica (POTEE) da Aneel, automatizando o procedimento de questionamento/discussão das obras e empreendimentos, bem como tornará desnecessária a realização de reuniões presenciais ou trocas de correspondências oficiais que eram obrigatórias até então. (CanalEnergia - 24.05.2023)
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Aneel autoriza 260 MW entre operações comerciais e em teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para início da operação comercial, a partir de 24 de maio, as unidades geradoras de 1 a 140, das usinas fotovoltaicas Futura 1, 2, 7, 9, 18 e 19, que juntas somam 184,8 MW de capacidade instalada e estão localizadas no estado da Bahia; e as UG1 a UG4, com 37,2 MW, da UTE Prosperidade II, também no estado da Bahia. Para teste foi liberada a UG4, da EOL Tucano II, com 6,2 MW, no estado da Bahia; e a UG4, da EOL Cajuína B9, com 5,7 MW, no estado do Rio Grande do Norte. A agência reguladora definiu ainda para operação em teste, a partir de 25 de maio, as UG5 a UG7, com 11,4 MW de capacidade instalada, da EOL Cajuína A2, no Rio Grande do Norte; as UG6 e UG11, com 9 MW, das eólicas Ventos de Santa Leia 02 e 13, também no estado do Rio Grande do Norte; e por fim, a UG8, com 5,7 MW da EOL Ventos de São Roque 05, no estado do Piauí. Todas as liberações forma publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 25 de maio. (CanalEnergia - 25.05.2023)
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Anace propõe ‘meio-termo’ em perdão para geradores

A Associação Nacional dos Consumidores de Energia concorda com a necessidade de se buscar alternativas para a solução do problema dos projetos de geração de energia que participaram da “corrida do ouro” por outorgas e conexão ao Sistema. Mas a entidade alerta que os empreendedores são responsáveis por seus compromissos e a solução do problema não pode comprometer a harmonia regulatória e a isonomia entre os acessantes do sistema. A proposta da Anace é por um ‘meio termo’ para a rescisão amigável das outorgas e dos contratos, incluindo um desconto na penalidade pela rescisão antecipada do Cust combinado com a renúncia de qualquer discussão judicial, o adimplemento de todas as obrigações e encargos setoriais e a execução das garantias regularmente apresentadas, entre outros aspectos. Essa avaliação faz parte de contribuição à proposta da Agência Nacional de Energia Elétrica de tratamento excepcional na gestão de outorgas de geração e dos Contratos de Uso do Sistema de Transmissão celebrados por centrais geradoras, com o cancelamento dos contratos sem a cobrança de quaisquer penalidades. De acordo com a diretora de Assuntos Técnicos e Regulatórios da associação, Mariana Amim, o ‘perdão’ proposto pelo regulador parece uma oferta excessivamente generosa para empreendedores que assumiram os riscos de sua empreitada, além de abrir um precedente extremamente perigoso para o sistema e todo setor elétrico. (CanalEnergia - 25.05.2023)
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ABCE/Vivan diz que discussão da RBSE é retrocesso e pode resultar em judicialização

O presidente da Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica (ABCE), Alexei Vivan, classifica como "retrocesso" a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) voltar a discutir os termos da remuneração sobre a chamada Rede Básica Sistema Existente (RBSE), uma vez que o tema já foi debatido e houve uma decisão do regulador no passado. Segundo ele, reabrir a questão pode trazer descrédito para o próprio regulador, além de abrir margem para judicialização. As indenizações da RBSE são pagas às transmissoras que tiveram contratos renovados em 2012, com base na Medida Provisória 579/2012, por ativos que não haviam sido amortizados. O Ministério de Minas e Energia (MME) solicitou que a Aneel fizesse os cálculos para recompor os valores não pagos entre 1º de janeiro de 2013 e 30 de junho de 2017. Os questionamentos sobre os cálculos começaram a ser apresentados à agência reguladora em abril de 2021 e, desde então, são analisados pela área técnica. (Broadcast Energia - 23.05.2023)
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ABCE/Vivan avalia que "dia do perdão" é melhor solução para impasse no setor

O presidente da Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica (ABCE), Alexei Vivan, avalia que a proposta de rescisão amigável de contratos de uso do sistema de transmissão celebrados por geradores de energia renovável é a melhor solução diante da situação atual. A proposta, que ficou conhecida no setor como "dia do perdão", foi submetida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) à consulta pública, que se encerrou nesta segunda-feira (22). O problema vem na esteira da lei 14.120, de 1º de março de 2021, que estabeleceu o fim dos descontos nas tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição (Tust/Tusd) para usinas de fonte renovável. Como as empresas tinham até março de 2022 para obter outorgas ainda com os subsídios, houve uma "corrida ao ouro" na Aneel, com pedidos para instalação de empreendimentos. (Broadcast Energia - 23.05.2023)
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Transição Energética

Brasil: Sancionada lei que permite comercialização de créditos de carbono em concessões florestais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com veto, a lei nº 14.590, que altera três outras leis, e libera a comercialização de crédito de carbono em áreas de concessões florestais. Para advogados ouvidos pelo Prática ESG, o movimento é um passo inicial para o Brasil seguir em seu plano de redução de emissões de gases de efeito estufa, o chamado NDC ou Contribuição Nacionalmente Determinada, acordado no âmbito do Acordo de Paris, mas também alavanca o mercado de compensação de emissões. Para Bryan Lopes, sócio do escritório Lee, Brock e Camargo Advogados (LBCA), a lei é positiva para o mercado de carbono local, pois estimula o mercado de compra de créditos de carbono de iniciativas “verdes” por parte de empresas que querem neutralizar suas emissões de gases poluentes. “O Brasil precisava que a lei 14.590/23 (lei do mercado de carbono) fosse sancionada. Esse foi um importante passo para fomentar o processo disruptivo necessário à essa transição”, diz Lopes. Daniela Stump, sócia responsável por ESG em DC Associados, comenta com o Prática ESG que as alterações sancionadas eram aguardadas pelo setor privado. “Elas fomentam a bioeconomia, destravando fluxo financeiro para restauração florestal e proteção ambiental mais efetiva em florestas públicas e UCs (unidades de conservação), com a possibilidade de comercialização de créditos de carbono”. (Valor Econômico - 26.05.2023)
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Transição energética é a oportunidade para reindustrializar o país, diz CEBDS

A transição energética á um caminho que o país pode seguir como forma de buscar sua reindustrialização com base na economia verde. E essa mudança de chave é importante para que haja o efeito no combate às mudanças climáticas e ao mesmo tempo promover negócios e a geração de emprego e renda. Essa é uma das conclusões de Letícia Lorentz, coordenadora técnica de Clima, Energia, e Finanças Sustentáveis do CEBDS. Ela foi a entrevistada desta quinta-feira, 25 de maio. A entidade, que tem como associadas mais de 100 empresas que juntas concentram cerca de 50% do PIB brasileiro, apresentou um estudo onde analisa os desafios e oportunidades para o setor privado no que se refere à transição energética. O estudo, intitulado Roadmap: Os Caminhos do Setor Empresarial Brasileiro na Transição Energética Nacional, está disponível para download e foi desenvolvido em parceria com a PSR. (CanalEnergia - 25.05.2023)
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Canadá: Nova chamada federal de propostas para descarbonizar o transporte rodoviário

As principais economias do mundo estão se movendo em ritmo acelerado para combater as mudanças climáticas e construir as indústrias líquidas zero de amanhã. O Governo do Canadá está empenhado em acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias que ajudarão a construir um futuro de energia limpa, tornando a vida mais acessível, criando bons empregos e apoiando uma economia forte, competitiva e resiliente. Em 25 de maio, Julie Dabrusin, Secretária Parlamentar do Ministro de Recursos Naturais e do Ministro de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, em nome do Sr. Jonathan Wilkinson, Ministro de Recursos Naturais, anunciou uma nova chamada de propostas para apoiar pesquisa, desenvolvimento e projetos de demonstração (PD&D) que ajudarão a reduzir ou eliminar as emissões do setor de transporte rodoviário. Financiados pelo Programa de Inovação Energética do Canadá , os projetos selecionados por meio desta chamada abordarão as barreiras à demonstração e implantação de veículos médios e pesados (MHDVs) de baixa ou zero emissão, como melhorar a eficiência energética dos veículos por meio do uso avançado materiais para reduzir o peso ou desenvolver tecnologias mais econômicas e de alto desempenho, como células de combustível de hidrogênio e powertrains elétricos. (EE Online – 26.05.2023)
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AIE: energia limpa deve reunir US$ 1,7 tri em investimentos este ano

Novo relatório da Agência Internacional de Energia mostra que o investimento em tecnologias de energia limpa está superando significativamente os gastos com combustíveis fósseis, uma vez que as preocupações de acessibilidade e segurança desencadeadas pela crise global de energia fortalecem a busca por opções mais sustentáveis. De acordo com o relatório, cerca de US$ 2,8 trilhões devem ser investidos globalmente em energia em 2023, dos quais mais de US$ 1,7 trilhão devem ser destinados a tecnologias limpas. O restante, pouco mais de US$ 1 trilhão, vai para carvão, gás e petróleo. A expectativa é que o investimento anual em energia limpa aumente 24% entre 2021 e 2023, impulsionado por energias renováveis e veículos elétricos, em comparação com um aumento de 15% no investimento em combustíveis fósseis no mesmo período. Porém mais de 90% desse aumento vem de economias avançadas e da China, trazendo um risco de novas linhas divisórias na energia global caso as transições de energia limpa não forem retomadas em outros lugares. (CanalEnergia - 25.05.2023)
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AIEA diz que projetos de fabricação de componentes para fontes limpas cresceram em ritmo acelerado

Análises da Agência Internacional de Energia (AIEA) destacam um aumento significativo nos anúncios de projetos de fabricação de tecnologias essenciais para a transição de energia limpa, como energia solar fotovoltaica, baterias e eletrolisadores. A produção estimada desses projetos até 2030 teve um aumento considerável nos últimos meses, impulsionada por políticas de apoio, estratégias corporativas e demanda crescente. No entanto, os anúncios para energia eólica, bombas de calor e eletrolisadores ainda estão abaixo dos níveis necessários para atingir as metas de emissões zero. O relatório enfatiza a necessidade de cooperação internacional, diversificação das cadeias de suprimentos e ações para aumentar a eficiência e a resiliência da fabricação de tecnologias de energia limpa. A China está se consolidando como líder nesse setor, mas há um chamado para a cooperação global e a diversificação das cadeias de suprimentos para garantir o sucesso da transição para uma economia global de energia limpa. O relatório da AIEA também faz seis recomendações para os líderes do G7 e outros governos interessados, visando promover a cooperação internacional e o desenvolvimento sustentável da indústria de energia limpa. (Petronotícias - 24.05.2023)
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Empresas

Neoenergia acerta com IFC empréstimo de R$ 800 mi à Elektro

A Neoenergia anunciou a assinatura, nesta terça-feira, de um contrato de financiamento com a International Finance Corporation (IFC) no valor de R$ 800 milhões. O empréstimo, classificado como "Super Green Loan", está vinculado a metas de melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês), como porcentual de mulheres eletricistas na empresa e porcentual de digitalização da rede, que serão medidas em 2027 e, caso atingidas, permitirão uma redução no spread da dívida. O contrato foi assinado pela distribuidora do grupo Elektro Redes, tendo a Neoenergia S.A. como garantidora. O prazo é de até 8 anos, sendo 2 anos de carência para o principal. Os recursos serão destinados a melhorias, expansão e digitalização da rede da concessionária, que atende 2,9 milhões de clientes em 223 municípios do interior e litoral de São Paulo, além de cinco municípios de Mato Grosso do Sul. Segundo a Neoenergia, este é o segundo empréstimo "verde" e vinculado à metas de sustentabilidade concedido pela IFC a uma empresa de distribuição de energia na América Latina. O primeiro, no valor de R$ 550 milhões, foi concedido no ano passado à Neoenergia Coelba, que atende cerca de seis milhões de clientes na Bahia. (Broadcast Energia - 23.05.2023) 
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Neoenergia desenvolve projeto para auxiliar fornecedores em sustentabilidade

A Neoenergia desenvolveu um projeto para auxiliar os seus principais fornecedores a atingirem os critérios de sustentabilidade por ela estabelecidos. Até 2025, a empresa tem como objetivo superar a marca de 80% dos seus principais parceiros comerciais com políticas e padrões de desenvolvimento sustentável implementadas. Para contribuir com esse processo, a Neoenergia tem oferecido assessoria e direcionamento de ações que possam promover a adequação dos fornecedores. Para promover a sustentabilidade entre os seus fornecedores, o trabalho de assessoria da Neoenergia auxilia os parceiros a atingirem os padrões estabelecidos pela companhia. A empresa criou um modelo para avaliar o posicionamento e o desempenho de cada fornecedor em torno de três eixos fundamentais da sustentabilidade: ambiental, social e de governança (ética e compliance), alinhado com os princípios do código de ética da Neoenergia. O modelo adotado pela Neoenergia avalia 43 quesitos relacionadas com ESG. Alguns exemplos de critérios avaliados no eixo ambiental são o cálculo de gases de efeito estufa, a redução de gases de efeito estufa e gestão do uso racional da água. No âmbito social, são estudados aspectos para garantir que a mão obra dos fornecedores esteja de acordo com legislação vigente, que o procedimento de contratação seja justo e com salário digno para todos os seus colaboradores e que possa haver políticas de igualdade e diversidade, bem como a participação de atividades sociais de apoio às comunidades onde está presente. Por último, no eixo da governança, temas como possuir uma política de responsabilidade social corporativa, código de ética ou conduta própria, um sistema de compliance e uma plataforma de classificação e avaliação de fornecedores e terceiros com base em critérios ESG são avaliados de forma positiva pela Neoenergia. (CanalEnergia - 25.05.2023) 
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Brad Finance: State Grid é a marca mais valiosa entre utilities no mundo

A State Grid é a marca de serviços públicos mais valiosa e forte do mundo, a estatal chinesa está avaliada em US$ 58,8 bilhões. Essa é a conclusão de uma pesquisa feita pela consultoria inglesa Brand Finance. A empresa é a que apresentou maior valor e pontuação de percepções de sustentabilidade. A pesquisa neste ano foi realizada ante um cenário do mercado global de serviços públicos às voltas com as amplas repercussões da guerra da Rússia na Ucrânia. E como resultado, os preços da energia estão subindo e os governos europeus mudando seu foco para fornecedores de energia domésticos ou outros países europeus. De acordo com a pesquisa, essa mudança gerou um aumento médio de receita de 21% para as marcas apresentadas no ranking Utilities 50 2023. A maior lucratividade teve um custo, levando a um declínio no valor da marca no ranking. De acordo com a Brand Finance, essa tendência de queda é aparente e está na média de 4% nas pontuações do Índice de Força da Marca. Apesar do aumento da receita, não houve seu reflexo no crescimento do valor da marca. O aumento agregado é de apenas 3% em todo o ranking. No final a State Grid é a empresa que aparece no topo do ranking sendo indicada como a mais valiosa e forte do mundo. A estatal manteve sua posição pelo sexto ano consecutivo, apesar de uma redução marginal de 2% no valor da marca para os US$ 58,8 bilhões calculados. E a liderança parece estar longe de ser ameaçada, vale mais de US$ 47 bilhões a mais do que a segunda e a terceira marcas mais valiosas de Utilities, a italiana Enel para quem o valor da marca caiu 13%, para US$ 11,7 bilhões, e a francesa EDF, cujo valor da marca caiu 4%, para US$ 11,7 bilhões. A pesquisa é feita anualmente com 5 mil das maiores empresas de serviços públicos. As 50 marcas de Utilities mais valiosas e fortes do mundo estão incluídas no ranking anual. Além de calcular o valor da marca, a pesquisa determina a força relativa das marcas por meio de um scorecard equilibrado de métricas que avaliam o investimento em marketing, o patrimônio das partes interessadas e o desempenho dos negócios. A estatal chinesa lidera o ranking. É a única marca de Utilities a alcançar o status de classificação de marca AAA no ranking. (CanalEnergia - 25.05.2023)  
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Especial: regra de uso de postes por empresas de energia e Internet deve ficar pronta neste ano

A definição das regras para o uso compartilhado de postes pelas empresas distribuidoras de energia e pelas provedoras de internet está mais perto de ser concluída, o que deve acontecer ainda neste ano, segundo autoridades do setor. O Ministério das Comunicações e o Ministério de Minas e Energia (MME) vão publicar na próxima semana uma portaria conjunta com as diretrizes norteando a política pública para o uso compartilhado dessa infraestrutura. O anúncio foi feito hoje pelo ministro das Comunicações, Juscelino Filho, ao participar do encontro nacional de provedores, organizado pela Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), em São Paulo. “É um problema histórico, e precisamos construir uma solução”, afirmou, em entrevista coletiva à imprensa. “Tivemos uma boa discussão e chegamos a um ponto maduro”, emendou. (Broadcast Energia - 24.05.2023)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04/MWh, em todo o País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04 por MWh, em todo o País nesta quinta-feira. Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O indicador está no montante mínimo estabelecido pela Aneel desde 14 de setembro do ano passado, quando era fixado em R$ 55,70 por MWh, e não apresenta oscilações ao longo do dia de modo que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 25.05.2023) 
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Carga do SIN recua 0,9% em abril

A carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) verificada em abril de 2023 foi de 69.998 MW med, valor que mostra queda de 0,9% ante o mesmo mês do ano anterior. Os dados são do Boletim de Carga Mensal do ONS. No acumulado dos últimos 12 meses, o resultado seguiu padrão semelhante: redução de 0,3% comparando com o mesmo período anterior. As informações ainda não incluem os dados da Micro e Mini Geração Distribuída, que serão incorporados a partir do Boletim de Carga de Maio. Os dados por subsistema indicam que três submercados registraram expansão: Norte, com 16% ou 6.812 MW med; Nordeste, com 0,5% de 11.543 MW med e o Sul, com 0,2% ou 11.588 MW med. O Sudeste/Centro-Oeste apresentou comportamento oposto com desaceleração da carga em 3,9%, o mesmo que 40.054 MW med. Os dados são comparativos entre abril de 2023 ante o mesmo mês do ano anterior. (CanalEnergia - 25.05.2023) 
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ONS: Carga do SIN deve apresentar crescimento de 3,3% em junho, a 70.673 MW médios

A carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) em junho deve alcançar os 70.673 MWmed. O volume é 785 MWmed menor que o previsto anteriormente para o próximo mês, indicou o ONS, durante reunião do Programa Mensal da Operação (PMO) referente a junho, cujo primeiro dia está em andamento nesta tarde. Na comparação com o ano passado, o volume corresponde a uma alta de 3,3%, número 1,1 ponto porcentual (p.p.) abaixo do estimado anteriormente. De acordo com técnicos do ONS, o ajuste reflete, entre outros fatores, a redução das expectativas de carga para o subsistema Sudeste/Centro-Oeste, principal centro de carga do País, que é explicada pela expectativa de temperaturas mais amenas em linha do esperado para este período do ano. Premissas de atividade econômica também foram consideradas para o cálculo. (Broadcast Energia - 25.05.2023) 
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ONS estima carga anual 3,2% maior em 2023

O Operador Nacional do Sistema Elétrico atualizou suas projeções de carga para o ano com uma desaceleração de 0,4 ponto percentual ante a primeira revisão quadrimestral da carga. A previsão é de o índice apresente variação positiva de 3,2% quando comparado a 2022, ou 74.380 MW médios para o Sistema Interligado Nacional. Esse dado foi apresentado nesta quinta-feira, 25 de maio, durante o primeiro dia da reunião do Programa Mensal de Operação (PMO) de junho. Para o mês que vem é esperada uma elevação de 3,3% na carga para 70.673 MW médios, um nível relativamente estável em relação a maio e a julho. Segundo o ONS, esse é o comportamento natural do SIN em um ano. Até abril os níveis estavam mais elevados. (CanalEnergia - 25.05.2023) 
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CCEE: Exportação de energia para Argentina e Uruguai permitiu o ingresso de R$ 446 mi no 1° tri de 2023

A exportação de energia para a Argentina e Uruguai a partir do procedimento competitivo para a Exportação de Vertimento Turbinável (EVT) permitiu a arrecadação de mais de R$ 466 milhões com a venda de 4.200 MWmed entre janeiro e abril deste ano. A informação foi divulgada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). De acordo com a autarquia, a receita tem sido utilizada para reduzir custos de geração das usinas hidrelétricas, o que beneficia os consumidores brasileiros. O EVT foi implementado em outubro do ano passado, e operacionalizado pela CCEE em conjunto com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), com base na Portaria Normativa nº 49/2022 do Ministério de Minas e Energia (MME). Nesse procedimento, a negociação com os argentinos e os uruguaios é feita diariamente, sem afetar a segurança do fornecimento para o mercado interno. (Broadcast Energia - 25.05.2023) 
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ONS: Exportações de energia à Argentina cessaram na semana passada

A Argentina parou de importar energia do Brasil na semana passada, tendo em vista a redução da carga observada no país vizinho, como também a melhora das condições de atendimento locais, afirmaram técnicos do ONS, durante reunião do Programa Mensal de Operação (PMO). Já o Uruguai segue importando, tanto energia de vertimento turbinável como proveniente de termelétricas. Nos primeiros 15 dias de maio, a Argentina importou energia do Brasil em volumes que oscilaram entre 700 MWm e 1.745 MWm. Já o Uruguai importou entre 470 MWm e 70 MWm diariamente. (Broadcast Energia - 25.05.2023) 
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Nordeste tem queda de 0,2 p.p e opera com 89,5% da capacidade

Os reservatórios do Nordeste apresentaram queda de 0,2 ponto percentual e estão operando com 89,5% de sua capacidade de armazenamento, na última quarta-feira, 24 de maio, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada marca 46.271 MW mês e ENA de 2.836 MW med, equivalente a 58% da MLT. A região Norte diminuiu 0,2 p.p e os reservatórios trabalham com 98,5% da capacidade. A energia retida é de 15.080 MW mês e ENA de 16.363 MW med, valor que corresponde a 70% da MLT. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste segue mantendo os níveis estáveis e a capacidade está em 86,1%. A energia armazenada mostra 176.082 MW mês e a ENA é de 30.439 MW med, valor que corresponde a 77% da MLT. Os reservatórios da Região Sul caíram 0,2 p.p e operam com 83,2%. A energia armazenada é de 17.015 MW mês e a energia natural afluente marca 2.980 MW med, correspondendo a 59% da MLT. (CanalEnergia - 25.05.2023) 
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ONS: Com afluências em baixa, cai a geração hidrelétrica em maio

Em meio à piora nas condições hidrológicas em todo o País, a geração de energia hidrelétrica recuou, uma tendência que deve se repetir nos próximos meses, à medida que avança o período seco para as hidrelétricas e que se aproxima a chamada "safra de ventos" das usinas eólicas. Conforme dados divulgados pelo ONS, durante reunião do Programa Mensal de Operação (PMO) referente a junho, as afluências de maio registradas até agora no Sistema Interligado Nacional (SIN) chegaram a 87% da média de longo termo (MLT) para o período, correspondendo à 24ª pior do histórico. Nos três primeiros meses do ano, a Energia Natural Afluente (ENA) do SIN superaram a média histórica. O índice chegou a 94% da MLT em abril. Com as afluências menores, a geração hidrelétrica se reduziu a 28.514 MWm no subsistema Sudeste/centro-Oeste, 8,5% abaixo do verificado no mês anterior. No Nordeste também houve queda, visando a preservação dos reservatórios do São Francisco, que observaram uma queda no nível do armazenamento, e tendo em vista também o crescimento da geração eólica. (Broadcast Energia - 25.05.2023) 
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ONS realiza o primeiro dia da reunião do Programa Mensal da Operação de junho

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) realiza na tarde de hoje, a partir das 14h, o primeiro dia de reunião do Programa Mensal de Operação (PMO) referente a junho. Na ocasião, serão apresentadas as condições de operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) para maio e os cenários prospectivos para geração e carga de energia referentes a junho. (Broadcast Energia - 24.05.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Dia da Mobilidade Elétrica acontece em 27 de maio em São Paulo (SP)

Em sua 7ª edição, o DME – Dia da Mobilidade Elétrica, acontecerá no próximo sábado (27) em São Paulo (SP). O evento terá diversas atividades para promover o debate e difundir os benefícios da mobilidade elétrica, incluindo atrações para famílias e crianças, e contará com a participação de grandes marcas, como Jaguar, Tesla, BMW, BYD, Chevrolet e Peugeot, entre outras. O evento começará às 9h, com carreata que sairá da Rua 13 de maio (altura do número 1642), percorrerá toda a Avenida Paulista até chegar à Praça Charles Miller, no Pacaembu, onde haverá, a partir das 12h, exposição de veículos elétricos e de infraestrutura de energia e recarga, espaço para test drive e test ride dos veículos, além de show musical, exposição de arte e muito entretenimento para toda a família. Na Praça Charles Miller, os interessados deverão levar, para doação, 1kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar), que dará direito ao ingresso. Os visitantes terão uma série de atrações de entretenimento e a possibilidade de testar veículos elétricos e interagir com fornecedores de eletromobilidade. (Inside EVs - 25.05.2023) 
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Toyota, GM, VW e BMW devem perder na China com a transição para os elétricos

Boa parte do segmento automotivo parece estar fazendo uma transição mais rápida dos carros a gasolina para os elétricos, mas ainda há um longo caminho a percorrer. No entanto, esse não é necessariamente o caso da China, o maior mercado do mundo, onde as montadoras nacionais e muitos consumidores estão adotando os veículos elétricos. As marcas estrangeiras que não se prepararam de forma adequada podem sair perdendo. Embora possamos ouvir com frequência que as montadoras tradicionais, incluindo GM, Volkswagen, BMW e Mercedes-Benz, estão começando a avançar muito mais rapidamente com seus planos para um futuro de VEs, pode ser tarde demais. Enquanto isso, as montadoras japonesas, como a Honda e a Toyota, estão apenas começando a aceitar os carros elétricos como uma opção viável para o futuro. Muitas dessas montadoras estrangeiras tradicionais são uma força na China e têm sido assim há anos, mas parece que isso está prestes a mudar de forma significativa. Elas estão prestes a perder participação de mercado para empresas como a BYD e outras montadoras chinesas nacionais que, sem dúvida, estão muito mais bem adaptadas para a transição. (Inside EVs - 25.05.2023) 
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Hyundai e LG: Construção de fábrica de baterias para VEs

A Hyundai Motor Group e a LG Energy Solution construirão uma fábrica de baterias nos EUA para abastecer os veículos elétricos da Hyundai, já que desejam se beneficiar dos subsídios americanos. As duas empresas sul-coreanas anunciaram que investirão US$ 4,3 bilhões na joint venture na Geórgia, cada uma com 50% de participação. A fábrica terá capacidade de produção de 30 GWh, o suficiente para fornecer baterias para 300 mil veículos por ano. “Vamos criar uma base sólida para liderar a transição global de veículos elétricos por meio do estabelecimento de uma nova fábrica de células de baterias com a LG Energy Solution, uma importante produtora global de baterias e parceira de longa data”, disse o CEO da Hyundai Motor, Chang Jaehoon, em um comunicado à imprensa. (Valor Econômico - 26.05.2023)
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Tesla e Ford: Acordo visando rede de carregamento de VEs

A Tesla está abrindo sua rede de carregamento rápido para clientes da Ford Motor nos Estados Unidos, disseram os executivos-chefes das empresas em uma aparição conjunta. O acordo daria aos donos de veículos da Ford acesso a mais de 12.000 carregadores rápidos, conhecidos como Superchargers, a partir do início de 2024. Assim, com essa parceria, a montadora estaria adotando o modelo de cabo de carregamento da Tesla. “Não queremos que a rede Tesla Supercharger seja como um jardim murado. Queremos que seja algo que apoie a eletrificação e o transporte sustentável em geral". A Casa Branca disse, no início deste ano, que a Tesla abriria parte de sua rede de Superchargers para outros tipos de veículos. Esperava-se que a mudança qualificasse a empresa para uma parcela dos bilhões de dólares federais disponíveis para construir uma rede nacional de carregadores de VEs (Valor Econômico - 25.05.2023)
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Sigma: Acordo para venda de rejeito de lítio

A companhia canadense Sigma Lithium fechou contrato de três anos com a chinesa Yahua International Investment and Development para vender 100% dos rejeitos ultrafinos gerados na produção de lítio. O acordo prevê a venda de 300 mil toneladas por ano de rejeitos ultrafinos, além de 15 mil toneladas de lítio. O contrato poderá ser renovado no futuro, segundo a Sigma. A Yahua é uma das maiores refinarias químicas de lítio para veículos elétricos do mundo. A empresa atende clientes como LG Chem, LG Energy Solution e Tesla. O objetivo da compra pela chinesa é reduzir sua pegada de carbono. A empresa vai usar os rejeitos ultrafinos da Sigma, produzidos com baixa emissão de carbono, para fazer na China concentrado de lítio reciclado para baterias da LG. O primeiro carregamento, de 30 mil toneladas, está sendo armazenado no porto de Vitória para embarque dia 11 de junho. (Valor Econômico - 26.05.2023)
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Inovação e Tecnologia

H2 Verde precisa de incentivos e políticas para deslanchar no Brasil

As vantagens que o Brasil possui no Hidrogênio Verde, como abundância de recursos naturais e renováveis, serão fundamentais para o fechamento de contratos e parcerias, mas a instauração de incentivos e a procura pelos melhores mercados também deverão aparecer para o incremento do mercado. A nova tecnologia não é mais barata que as atuais poluentes, o que justifica os incentivos, segundo os participantes do primeiro episódio do Warm Up Brazil Windpower 2023 realizado nesta quarta-feira, 24 de maio e que teve como tema “Os caminhos para o Brasil desenvolver a economia do hidrogênio verde”. De acordo com o pesquisador do Lactec, Patrício Rodolfo, a questão econômica é forte e sem a ajuda dos países desenvolvidos para incentivos, tudo será mais difícil. “[O H2 V] Já está decidido, a questão é saber o quanto vai pesar no bolso não investir em energias renováveis e não desenvolver um mercado verde”, comenta. Carlos Tsubake, Diretor Comercial da Enseada, vê o interesse de muitos compradores contratuais do energético, mas pede políticas públicas e regulamentação para dar segurança jurídica às empresas e países que querem investir. “Sozinho o Brasil não vai conseguir desenvolver. Os offtakers existem, a Alemanha é um país que está ávido para consumir o H2V e a amônia verde”, aponta. (CanalEnergia - 24.05.2023)
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Energias Renováveis

Aneel nega excludente por atraso em UFVs localizadas em Pirapora

A Agência Nacional de Energia Elétrica negou pedido de excludente de responsabilidade pelo atraso na implantação das Usinas Fotovoltaicas Lar do Sol 1, 2, 7, 8, 9 e 10, localizadas no município de Pirapora, em Minas Gerais. Os empreendimentos tinham prazo de conclusão de até 36 meses, com data limite em 12 de abril de 2022, mas entraram em operação comercial entre setembro e novembro do ano passado, com atraso de cinco a sete meses em relação ao previsto. O descumprimento do cronograma de implantação foi verificado pela fiscalização da agência e resultou na aplicação de multas aos empreendedores. As empresas responsáveis pelas usinas alegaram atraso na entrega de equipamentos em decorrência da pandemia de Covid-19, ocorrência de furtos de peças e equipamentos e impacto da greve da Receita Federal na importação e recebimento de equipamentos. Para a Aneel, todos os riscos alegados eram previsíveis e não existem eventos que demonstrem, do ponto de vista legal, que os acontecimentos estavam fora do risco assumido pelo gerador. (CanalEnergia - 25.05.2023)
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Echoenergia inicia obras de complexo solar na Bahia

A Echoenergia iniciou as obras de seu primeiro complexo solar fotovoltaico na Bahia, que tem previsão de começar a operar em 2024. A primeira fase do Sertão Solar Barreiras será formada por sete usinas, que serão distribuídas em uma área de mais de 800 hectares, equivalente a 1.120 campos de futebol com dimensões oficiais. De acordo com a empresa, o complexo terá potência instalada de 351,1 MW, que é capaz de atender a demanda de mais de 540 mil residências. O anúncio foi feito durante assinatura dos protocolos de intenções com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Ainda dentro do estado, a Echoenergia conta com três parques de energia eólica, que estão instalados no município de Sobradinho: Pedra do Reino, Pedra do Reino 3 e Pedro do Reino 4, que, juntos têm potência instalada de 68 MW. (CanalEnergia - 25.05.2023) 
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Pátria: Construção de parque eólico na Bahia enfrenta atraso

O parque eólico do Pátria Investimentos na Bahia enfrenta um atraso de pelo menos seis meses em razão de problemas com as turbinas, segundo pessoas a par do assunto. O projeto São Vitor, de R$ 2,3 bilhões, estava originalmente programado para começar a operar no final de 2022, com uma capacidade instalada de 465 megawatts de 75 torres. As turbinas foram fornecidas pela Siemens Gamesa Energia Renovável. A Siemens Gamesa, que ganhou um contrato em 2020 para fornecer as turbinas, está trabalhando para colocá-las em funcionamento. Pátria e Siemens Gamesa não comentaram. O contrato da turbina foi o maior negócio da Siemens Gamesa no Brasil na época em que foi acertado. (Valor Econômico - 25.05.2023)
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Unipar antecipa aquisição de energia de complexo solar

A Unipar anunciou um contrato para antecipação da aquisição de energia elétrica gerada pelo complexo Lar do Sol, construído em parceria com a Atlas Renewable Energy, em Pirapora (MG). Fruto da Joint Venture firmada em 2021, o complexo tem capacidade de 239 MW solares, sendo que 49 MW médios foram contratados para suprir parte da demanda das unidades da companhia no Brasil, a partir de janeiro de 2024. O contrato garante o acesso antecipado à energia, uma vez que o complexo já entrou em operação. A Unipar informou que conta com três projetos voltados para a energia renovável, sendo este solar e mais dois eólicos, na Bahia e no Rio Grande do Norte, que, no total, têm capacidade instalada de 485 MW, sendo 149 MW médios direcionados para as operações da Unipar, em regime de autoprodução. Segundo a companhia, o investimento em iniciativas voltadas para a geração de energia renovável está em linha com sua diretriz de sustentabilidade, que visa dobrar de tamanho em dez anos e assumiu metas e compromissos ambiciosos a médio e curto prazos. Dentre eles, reduzir a pegada de carbono, reduzir emissões de CO² em 30% até 2030 e chegar ao Net Zero até 2050 e operar com 80% da demanda de energia elétrica oriunda de projetos de autoprodução renovável até 2024. (CanalEnergia - 25.05.2023) 
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IEA: Investimentos em energia solar ultrapassarão em petróleo pela primeira vez

Os investimentos em energia solar deverão superar os gastos com a produção de petróleo este ano pela primeira vez, afirmou o chefe da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), enfatizando um aumento no desenvolvimento de energias limpas que ajudará a conter as emissões globais se a tendência persistir. “Se esses investimentos em energia limpa continuarem crescendo de acordo com o que vimos nos últimos anos, em breve começaremos a ver o surgimento de um sistema energético muito diferente e poderemos manter viva a meta de 1,5ºC”, disse Fatih Birol, diretor-executivo da IEA, referindo-se à meta de limite do aumento da temperatura global estabelecida pelo Acordo de Paris. A energia solar é a “estrela dos investimentos globais em energia”, com os gastos totais em 2023 devendo alcançar US$ 382 bilhões, superando os investimentos previstos de US$ 371 bilhões na produção de petróleo, segundo Birol. Em 2013, US$ 636 bilhões foram aplicados na produção de petróleo e US$ 127 bilhões na energia solar. (Valor Econômico - 25.05.2023)
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Eólicas recebem liberação para operação comercial e em teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o início dos testes de operação das unidades geradoras UG5 e UG6 da EOL Santo Agostinho 13, com capacidade instalada de 12,4 MW; UG8 e UG10 das EOLs Ventos de Santa Leia 02 e 13, totalizando 9 MW; e UG6 e UG7 da EOL Serra do Seridó IV e VII, com capacidade total de 11 MW. Além disso, a UG9 da EOL Ventos de São Roque 04, com 5,5 MW, recebeu autorização para operação comercial. As liberações somaram um total de 37,9 MW. (CanalEnergia - 24.05.2023)
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Grupo Nordex comemora os resultados dos investimentos com recordes de produção e instalação de turbinas eólicas

O Grupo Nordex, um dos principais fabricantes de turbinas eólicas, atingiu a marca de 1.000 torres de concreto fabricadas no Brasil. A empresa está fornecendo aerogeradores para grandes parques eólicos em construção no país, com uma quantidade recorde de atividades de montagem e mão de obra. Essas 1.000 torres representam uma capacidade instalada de 3,3 GW e correspondem a 13% da capacidade total de energia eólica no Brasil. A Nordex Brasil emprega mais de 1.300 pessoas e possui fábricas em três estados brasileiros. A empresa está instalando aerogeradores em diversos parques eólicos, incluindo projetos da Statkraft, Enel Green Power, AES Brasil e outros, que totalizarão 2 GW de capacidade. A fabricação de torres de concreto tem sido um fator importante para a competitividade da empresa, oferecendo benefícios como redução de custos logísticos, menor exposição à volatilidade do preço do aço e menor emissão de CO2. A Nordex Brasil continua expandindo sua operação e considera a possibilidade de estabelecer uma nova fábrica no sul do Brasil para atender futuros projetos eólicos na região. (Petronotícias - 24.05.2023)
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Thyssenkrupp nucera e H2 green steel fazem acordo para construir a primeira usina de aço verde em larga escala na Europa

A thyssenkrupp nucera está colaborando com a H2 Green Steel para construir a primeira usina de aço verde em larga escala da Europa, localizada em Boden, Suécia. A usina contará com módulos de eletrólise padronizados da thyssenkrupp nucera, permitindo uma capacidade instalada de mais de 700 MW. O hidrogênio verde produzido será usado em uma usina siderúrgica totalmente integrada e digitalizada, com previsão de início das operações para o final de 2025. A planta terá uma produção inicial de 2,5 milhões de toneladas de aço verde, com planos de aumentar para cerca de 5 milhões de toneladas até 2030. A H2 Green Steel utiliza hidrogênio verde para eliminar o carbono no processo de produção de aço, resultando em emissões de carbono quase zero. A thyssenkrupp nucera é reconhecida por sua expertise em eletrólise alcalina de água e colaborou em projetos semelhantes em todo o mundo. A parceria visa impulsionar a descarbonização da indústria siderúrgica e contribuir para a redução das mudanças climáticas. (Petronotícias - 24.05.2023)
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Gás e Termelétricas

Câmara volta a permitir linhas de transmissão e gasodutos na Mata Atlântica sem estudo prévio

A Câmara anulou as alterações feitas pelo Senado em uma medida provisória editada ainda no governo Bolsonaro e voltou a permitir a instalação de linhas de transmissão de energia, gasodutos e sistema de abastecimento público de água na Mata Atlântica sem estudo prévio de impacto ambiental ou compensações. A matéria segue agora para sanção presidencial, mas há expectativa no Congresso de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vete esse trecho da MP. A liderança do governo, contudo, orientou de forma favorável ao afrouxamento das regras de combate ao desmatamento no bioma. O texto aprovado pelos deputados altera legislação de 2006, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa da Mata Atlântica. A permissão havia sido incluída no texto pela Câmara, durante a primeira análise da MP, mas esse trecho havia sido retirado da medida pelos senadores, com o argumento de que as mudanças poderiam trazer riscos ao bioma e fugiam da temática do texto original, o que é chamado no Congresso de “jabuti”. (Broadcast Energia - 25.05.2023) 
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Grupo Egis é o mais novo associado da ABDAN, de olho em oportunidades no setor nuclear

A Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (ABDAN) anunciou a adesão do Grupo Egis à sua lista de empresas associadas. O Grupo Egis é um conglomerado internacional que atua nas áreas de consultoria, engenharia e operação de infraestruturas, abrangendo setores como transportes, engenharia civil e construção. Com presença global e cerca de 16 mil colaboradores, a empresa possui expertise no setor nuclear, sendo líder em projetos nucleares ao redor do mundo, incluindo reatores de diferentes gerações e instalações civis e militares. A ABDAN, que busca promover o desenvolvimento da tecnologia nuclear e sua aceitação pública, já conta com mais de 30 empresas associadas e visa a intensificação do intercâmbio científico e a prestação de assistência aos interesses comuns das empresas associadas. (Petronotícias - 24.05.2023)
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