IFE
08/05/2023

IFE 5.715

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
08/05/2023

IFE nº 5.715

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.715

Regulação

GESEL é finalista do Prêmio O Setor Elétrico (CINASE)

O GESEL é finalista do Prêmio O Setor Elétrico, promovido pelo CINASE. Duas pesquisas do Grupo concorrem à premiação na categoria Pesquisa & Desenvolvimento: “Desafio de Estabelecer Incentivos Regulatórios Corretos na Era das Tecnologias Exponenciais” (parceria com a EDP) e “Projeto de Portal de Referência para o Licenciamento Ambiental de Sistemas de Transmissão” (parceria com a State Grid). O resultado do Prêmio será divulgado no dia 09 de maio a partir das 19 horas em cerimônia que ocorrerá no Centro de Convenções Expo Mag, R. Beatriz Larragoiti Lucas, Cidade Nova, Rio de Janeiro-RJ. (GESEL-IE-UFRJ – 08.05.2023)
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Atraso de governo e Aneel em solucionar térmicas adia alívio de 5,2% na conta de luz

Está custando caro para o consumidor de energia um jogo de botões do governador e dos órgãos reguladores para definir o destino de um grupo de térmicas a gás . Dez não cumprem contratos de energia, mas tentam amenizar as usinas — e até seguir operando — com preços altos para a conta de luz. Os valores dessa pendência estão detalhados no levantamento mais completo sobre o tema, realizado pela Abrace (Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres). A entidade mostra que está suspensa a cobrança de R$ 13 bilhões em multas e débitos. Esse valor, que já poderia ter sido revertido para a tarifa de energia, levaria a uma redução de 5,2%, em média, na conta de luz. Há também um grupo de térmicas operando mesmo depois de descumprirem os contratos, e os consumidores de energia já pagaram R$ 1,2 bilhão na tarifa por esse serviço. (Folha de São Paulo – 05.05.2023)
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MME: Investimento de R$ 56 bi para transmissão de energia no Nordeste

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou o investimento de R$ 56 bilhões no segmento de transmissão de energia no Nordeste. O valor foi anunciado durante o encontro sobre energias renováveis do Consórcio dos Governadores do Nordeste, realizado em Fortaleza (CE). De acordo com o ministro, a Aneel deve, já no primeiro semestre, realizar contratação de linhas e subestações orçadas em R$ 16 Bilhões. No segundo semestre, mais R$ 20 bilhões em projetos no segmento serão leiloados e outros R$ 20 bilhões, no ano que vem. “Estou aqui hoje porque recebi uma diretriz clara do presidente Lula: transformar o Nordeste brasileiro no maior celeiro de energia limpa e renovável do mundo”, disse o ministro à plateia formada por autoridades da região. De acordo com Silveira, o foco do governo é viabilizar 30 GW de geração renovável na região. “Isso deverá destravar mais de R$ 120 bilhões em investimentos privados na área de geração renovável”, afirmou o ministro do MME, Alexandre Silveira. (Valor Econômico - 05.05.2023)
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Aneel fixa taxa de fiscalização para distribuidoras que passaram por ajuste tarifário em abril

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicou nesta quinta-feira, 04, despacho no Diário Oficial da União (DOU) com os valores da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica (TFSEE) para os agentes de distribuição de energia elétrica que passaram por atualização tarifária em abril como CPFL Paulista, Energisa Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Sergipe, Neoenergia Coelba, Cosern e Pernambuco, entre outras. Os valores por empresa podem ser consultados no link. O valor da TFSEE é divido em duodécimos, sendo que a parcela do mês de competência terá vencimento no dia 15 do mês seguinte. Segundo o DOU, fica facultado o recolhimento do valor integral até o vencimento da primeira parcela. Para isso o agente deve requerer, até cinco dias antes da liberação do boleto referente à primeira parcela, o pagamento de todas as parcelas. (Broadcast Energia - 04.05.2023)
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CP sobre renovação de concessões de distribuição deve ser aberta em até 3 semanas

A esperada abertura da consulta pública (CP) sobre a renovação das concessões de distribuição ainda vai levar um tempo para se realizar. Aguardada inicialmente para 10 de abril, conforme indicado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) ao Tribunal de Contas da União (TCU), a iniciativa agora é estimada para a segunda quinzena de maio diante da declaração de ontem do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, de que a CP seria lançada "em duas ou três semanas". Ele afirmou que a Pasta está debruçada sobre a questão e que o início da consulta se dará quando houver uma discussão "mais madura" a respeito das contrapartidas sociais por parte das distribuidoras e maior eficiência nos serviços à sociedade. De acordo com ele, as formas de contrapartidas estão sendo estudadas e a pasta está buscando o "máximo de consenso" na construção do texto, para que a consulta pública seja um espaço para aperfeiçoamento da proposta. (Broadcast Energia - 04.05.2023)
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Transição Energética

Petrobras: Redução das emissões de GEE em 39% em sete anos

A Petrobras registrou uma redução de emissões absolutas de gases do efeito estufa em 39% entre 2015 e 2022, segundo o diretor de transição energética e sustentabilidade, Mauricio Tolmasquim. Em eventos na Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, nos Estados Unidos, o executivo destacou que a intensidade das emissões nos segmentos de exploração e produção da estatal caiu pela metade entre 2009 e 2022. Os campos de Búzios e Tupi, no pré-sal, respondem por metade da produção da Petrobras e operam entre os mais descarbonizados do mundo, segundo a companhia, com cerca de 9 kg CO2e/boe, enquanto a média mundial é de 17,6 kg CO2e/boe. As emissões absolutas de metano caíram 55% entre 2015 e 2022. “A resiliência da produção de petróleo com baixo custo e baixas emissões vai assegurar os recursos necessários para a transição energética justa e sustentável. Estamos atentos à diversificação do portfólio e preparando a empresa para o futuro”, destacou Tolmasquim. (Valor Econômico - 04.05.2023)
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Petrobras: Parceira com a China Energy International visando energias renováveis

A Petrobras informou, em comunicado, criação de grupo de trabalho com estatal chinesa China Energy International. O grupo analisará oportunidades de negócio conjuntas entre as duas empresas. A iniciativa terá como focos geração de energia renovável e produção de hidrogênio verde, detalhou ainda petroleira brasileira. A Petrobras detalhou que a decisão foi anunciada pelo presidente Jean Paul Prates e o presidente da estatal chinesa, Lyu Zexiang, durante reunião realizada entre as duas empresas, em Brasília. De acordo com informações veiculadas pela Petrobras, durante o encontro com Prates, Lyu Zexiang informou que o governo chinês tem provisionado aporte de US$ 100 bilhões para a China Energy International investir nos principais mercados mundiais, entre os anos de 2021 e 2025. Na ocasião, o executivo da estatal chinesa declarou que do orçamento total da empresa ficou estabelecido que US$ 20 bilhões serão destinados a investimentos da companhia fora da China, sendo que importante parte deste montante poderá ser destinada ao Brasil, com foco nas áreas de geração de energia renovável, inclusive na produção de hidrogênio verde e de amônia, informou a Petrobras. (Valor Econômico - 04.05.2023)
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Amazônia Legal precisará de 1,38 GW solares até 2030, diz IEMA

A Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) lançou um estudo que estima que serão necessários até 12 milhões de módulos fotovoltaicos e baterias nas regiões remotas da Amazônia para atender às metas do Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica. O estudo aponta que é necessário administrar adequadamente os resíduos gerados pelos equipamentos, principalmente em relação às baterias. A análise mostra potencial para 219.221 unidades consumidoras entre residências, escolas e postos de saúde desconectadas do Sistema Interligado Nacional (SIN). O estudo destaca que os desafios no enfrentamento dessas questões são consideráveis, exigindo maior envolvimento por parte dos fabricantes de equipamentos, das distribuidoras de energia elétrica e dos órgãos públicos. A pesquisa avaliou dois tipos de armazenamento: chumbo-ácido, já empregada pelo mercado e com preço acessível; e íon-lítio, mais eficiente, porém, com custo mais elevado. O estudo também ressalta a importância de uma administração adequada do fluxo de resíduos para evitar riscos ambientais em áreas sensíveis do local. (CanalEnergia - 04.05.2023)
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EUA: Senado vota para restaurar tarifas de painéis solares e medida segue para Casa Branca

O Senado dos Estados Unidos votou nesta quarta-feira um projeto de lei para bloquear uma medida do presidente Joe Biden e restaurar as tarifas temporariamente suspensas sobre materiais de energia solar importados do Sudeste Asiático. A legislação segue para a Casa Branca, onde deve ser vetada. Reunindo 56 votos a favor e 41 contra, o Senado dá continuidade a medida aprovada na Câmara dos Representantes na semana passada. O governo Biden diz que a isenção é necessária para manter o fornecimento de materiais necessários para concessionárias e desenvolvedores solares até que os fabricantes americanos aumentem a produção para atender à demanda. A isenção de dois anos se aplica a quatro países: Vietnã, Malásia, Camboja e Tailândia. Os legisladores que querem derrubar a isenção tarifária dizem que a posição da Casa Branca prejudica os fabricantes de energia solar dos Estados Unidos enquanto beneficia seus concorrentes chineses, de acordo com uma investigação do Departamento de Comércio americano no ano passado. (Broadcast Energia - 04.05.2023)
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Alemanha: Subsídio às indústrias de uso intensivo de energia

O Ministério da Economia da Alemanha planeja subsidiar 80% do custo da eletricidade para as companhias com uso intensivo de energia, numa proposta que deverá alimentar divisões dentro da coalizão que sustenta o governo e indispor ainda mais as nações europeias que não podem arcar com medidas desse tipo. Segundo uma proposta bastante aguardada e altamente controvertida divulgada pelo ministro da Economia, Robert Habeck, será oferecida a uma grande parte da indústria alemã eletricidade a um preço subsidiado de 0,06 euro por kWh até 2030. O plano, que custaria estimados 25 bilhões a 30 bilhões de euros, visa fortalecer os fabricantes alemães de setores como os de produtos químicos, siderúrgico, metalúrgico e vidro, além de encorajar os investimentos europeus em setores vistos como fundamentais para a redução da dependência da União Europeia da China, como a produção de painéis solares e semicondutores. (Valor Econômico - 08.05.2023)
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Holtec e Hyundai assinam acordos com instituições financeiras da Coreia para implantação de reatores modulares

A Holtec International e a Hyundai Engineering & Construction firmaram acordos com as instituições financeiras coreanas K-SURE e KEXIM para fornecer apoio financeiro a projetos de reator modular SMR-160 ao redor do mundo. A parceria visa expandir as instalações de usinas nucleares para sustentar o aumento global da energia limpa e a descarbonização do meio ambiente. Após o evento de parceria de indústria avançada e energia limpa Coreia-EUA, a Holtec assinou acordos de colaboração com a Hyundai E&C, K-SURE e KEXIM. Os executivos das empresas envolvidas expressaram compromisso em promover a adoção dos reatores SMR-160 e melhorar a eficiência de utilização da energia gerada. A parceria é vista como um bom presságio para a luta contra o aquecimento global e a degradação ambiental. (Petronotícias - 04.05.2023)
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Artigo de Ana Luci Grizzi: "CBAM: o ajuste de preço de carbono na UE e a descarbonização no Brasil"

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Ana Luci Grizzi, sócia da EY e especialista em sustentabilidade, trata da nova legislação europeia de controle de emissões e dos possíveis impactos no Brasil. Para a autora, "o CBAM tem, claramente, finalidade pedagógica: induzir os demais países a adotar políticas de precificação de carbono, contribuindo com as metas globais de redução de emissão de gases de efeito estufa e assegurando isonomia no comércio internacional". Neste sentido, para os países que não possuem sistemas de precificação de carbono, seus produtos estarão sujeitos a pagamento de preço do carbono equivalente que teria sido pago se a produção ocorresse na União Europeia (via compra de certificados pelo importador com preços variáveis conforme leilões de permissões). No caso do Brasil, Grizzi aponta que o país está muito atrás da União Europeia em maturidade e ações para discutir e implementar a governança climática pública, começando pela precificação de carbono. No entanto, "deve-se trabalhar com o Legislativo e o Executivo no melhor formato de precificação de carbono possível neste curto período de tempo que nos resta, não apenas para tentar evitar o ajuste de preço na fronteira da União Europeia (e dos demais países que preparam normativos semelhantes), mas para agarrar essa enorme oportunidade de descarbonização da economia global". (GESEL-IE-UFRJ – 08.05.2023)
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Empresas

Eletrobras: Companhia afirma que seguiu fielmente processo de privatização e avalia medidas contra ação da União

A Eletrobras afirmou que tomou conhecimento, por meio de publicação no site oficial da AGU, da ação direta de inconstitucionalidade proposta pela União que questiona o teto de 10% do capital votante a qualquer acionista da companhia. A empresa lembra que o seu processo de desestatização “seguiu fielmente todo o trâmite legalmente previsto”, sendo conduzido pelo BNDES e amplo debate e validação pelo Congresso Nacional e pelo TCU. “À época, inclusive, foram ajuizadas quatro outras ações diretas de inconstitucionalidade questionando a mesma lei, nas quais não houve concessão de decisão liminar que de qualquer modo impactasse a consumação do processo de desestatização”, afirma a Eletrobras. A companhia reitera que o processo foi conduzido em conformidade com a Constituição Federal e informa que avaliará as medidas que eventualmente deverão ser adotadas visando a manutenção de ambiente confiável para a realização de investimentos pela Eletrobras e a segurança jurídica dos acionistas e do mercado em geral. (Valor Econômico - 08.05.2023)
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Eletrobras: Capacidade de investimento é da ordem de R$ 12 bi por ano

Rebatendo as críticas contra a privatização da Eletrobras, o presidente da empresa, Wilson Ferreira Jr, disse que a companhia triplicou os investimentos no primeiro trimestre em relação a um ano antes. O executivo afirma ainda que a empresa tem capacidade de investimento superior a R$ 12 bilhões por ano e que incorporou ativos importantes, como a usina de Santo Antônio, que teve problemas de se pagar. “A vantagem de uma corporação é ser uma grande empresa. A Embraer é uma das maiores do mundo. A mesma coisa a Vale. A Eletrobras tem o mesmo destino. Somos a segunda maior empresa privada do mundo com foco em renováveis”, disse Ferreira Jr. Ferreira Jr. disse durante que a companhia vai participar dos leilões de transmissão como prioridade para garantir receita de longo prazo. Para 2023, o governo federal deve promover pelo menos dois certames que devem movimentar investimentos na ordem de R$ 50 bilhões. (Valor Econômico - 08.05.2023)
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Light: Aceno de capitalização atrai apoio de credores

O empresário Nelson Tanure já chegou a 10% de participação na Light e, mostrando-se disposto a um aporte na companhia, conseguiu um apoio inicial de credores para trabalharem em conjunto em um plano de renegociação dívida e viabilização da operação da empresa. Em reunião com representante de debenturistas, Tanure indicou que está aberto a buscar uma solução consensual, que pode envolver também venda de ativos para levantar recursos -- possivelmente a operação de geração de energia -- e quitação dos pagamentos em atraso. “Ele quer manter a boa relação da empresa com o mercado para garantir capacidade de financiamento da companhia”, disse uma fonte próxima aos credores. Os credores Light acreditam que o movimento do empresário pode ser positivo para os detentores de títulos de dívida, dada a sinalização de Tanure de fazer um aporte de capital na empresa e de renegociar a dívida da companhia sem desconto. (Valor Econômico - 08.05.2023)
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Leilões

MME: Leilões trarão mais de R$ 56 bi em investimento para transmissão da energia do NE

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou nesta sexta-feira, 5, que leilões programados para 2023 e 2024 devem contratar mais de R$ 56 bilhões em investimentos para transmissão de energia. Desse total, cerca de R$ 30 bilhões são para infraestruturas instaladas no território do Nordeste, e o restante, em outras regiões, também servirão para escoar a energia produzida nos Estados nordestinos."Os leilões vão acontecer e trarão mais de R$ 56 bilhões em investimentos para transmissão da energia do Nordeste", disse Silveira, durante o encontro sobre energias renováveis do Consórcio dos Governadores do Nordeste, realizado no Centro de Eventos do Ceará (CEC). O governo e Aneel já previam fazer neste ano dois leilões de transmissão. Um deles, previsto para junho, deve contratar R$ 15,8 bilhões em investimentos e já teve a minuta de edital aprovada pelo órgão regulador. O segundo certame deverá acontecer no dia 31 de outubro, com expectativa de levantar R$ 19,7 bilhões em investimentos. (Broadcast Energia - 05.05.2023) 
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Eletrobras: empresa estará nos leilões de transmissão

A Eletrobras vai estar presente nos leilões de energia este ano e já está avaliando os lotes do leilão de transmissão, com objetivo de criar valor para a companhia, disse o presidente da empresa, Wilson Ferreira Jr. "Nós somos o maior player de transmissão brasileira, temos capacidade para continuar crescendo nesse segmento, mas não tínhamos capacidade financeira até pouco tempo, mas agora temos, a capacidade de investimento quase triplicou, investíamos R$ 4 bilhões por ano e agora estamos habilitados a fazer mais do que R$ 12 bilhões", disse o executivo. Para ele, os leilões são relevantes para a Eletrobras, mas para criar valor precisa ser competitivo, por isso é importante a redução de custos da companhia. Ele explica que a sinergia entre as empresas do grupo é muito grande e isso dará mais fôlego financeiro à empresa. Ferreira Jr. destacou também que a participação no certame é "estratégica" e que buscará lotes que tenham sinergia com ativos que a Eletrobras já controla. (Broadcast Energia - 05.05.2023) 
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Cemig: companhia estuda lotes do leilão de transmissão que passam por MG

A superintendente de Relações com Investidores da Cemig, Carolina Senna, disse que a companhia deve participar do leilão de transmissão a ser realizado em junho e tem especial apetite pelos lotes que passam pelo Estado de Minas Gerais. Dos 9 lotes que serão oferecidos no certame, seis estão nesta condição: 1, 2, 3, 4, 5 e 7. A empresa, disse, competirá 100% com a Cemig Geração e Transmissão (GT), ou seja, não deve compor com parceiros para o certame. Durante a teleconferência sobre os resultados da companhia no primeiro trimestre, o diretor da Cemig GT, Thadeu Carneiro da Silva, disse que a empresa não fará nenhuma loucura, mas participará “bastante competitiva nos leilões de transmissão neste ano, obviamente, garantindo o retorno mínimo exigido pelos acionistas”. O executivo afirmou ainda que tem como objetivo ganhar pelo menos um lote do próximo leilão de junho. (Broadcast Energia - 05.05.2023) 
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Engie: expectativa é de competição no leilão de transmissão de junho

O diretor-presidente da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini, disse há pouco que o leilão de transmissão que será realizado em 30 de junho deve manter a alta competição entre as empresas, uma vez que atrairá grandes nomes que já atuam neste mercado. Contudo, segundo ele, é possível que haja mais racionalidade por parte das competidoras, uma vez que o nível de agressividade de alguns agentes, observado em certames passados, estava baseado em premissas que não se confirmaram. O executivo disse, ainda, que a equipe da Engie trabalha nas estratégias para o leilão, e que a atuação da empresa será pautada na disciplina financeira, “mas sem o excesso” que retira a competitividade. “De certa maneira a gente viu um nível de agressividade elevado e talvez com premissas que não se configuraram e talvez possa ter mais racionalidade. Temos confiança que nosso time atua da melhor forma possível”, disse durante teleconferência de resultados do primeiro trimestre deste ano. (Broadcast Energia - 05.05.2023) 
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Engie: Estamos confiantes para participar do leilão de reserva de capacidade

A Engie pretende participar do leilão de reserva de capacidade que o governo pretende fazer no final deste ano, e avalia as regras que serão colocadas para o certame, disse o gerente de Assuntos Regulatórios e de Mercado da companhia, Eduardo Takamori. O executivo participou da teleconferência de resultados do primeiro trimestre e assume como diretor Financeiro em 1º de junho. “Depende do modelo que o governo vai adotar para fazer o leilão, mas estamos confiantes de que podemos participar”, afirmou. Takamori também comentou que a empresa estuda participar por meio das usinas Miranda, Jaguara e Salto Santiago. (Broadcast Energia - 05.05.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário continua em R$ 69,04 por MWh em todo o País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) continua no patamar regulatório mínimo, estabelecido em R$ 69,04 por MWh, nesta sexta-feira, de acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O indicador está no patamar mínimo desde setembro do ano passado, quando era fixado em R$ 55,70 por MWh em 2022. O preço é praticado em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN) não apresenta oscilações ao longo do dia. Com isso, os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do País. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 05.05.2023) 
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ONS: Carga de energia do SIN deve crescer 3,4% em maio, para 71.975 megawatts médios

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que a carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) para maio deve aumentar 3,4% para 71.975 MWmed. De acordo com o ONS, os submercados com as acelerações mais expressivas devem ser o Norte, com 13,6% (7.000 MW med), e o Nordeste, com 4,5% (11.999 MW med). As projeções para o Sudeste/Centro-Oeste e para o Sul são de crescimento de 1,8% (40.668 MW med) e 2,7% (12.308 MW med), respectivamente. (Broadcast Energia - 05.05.2023) 
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ONS: Armazenamento no SIN deve ficar em 80% da capacidade ao final de maio

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou a projeção para a energia armazenada nos reservatórios das hidrelétricas em maio, e estima que no fim do mês o Sistema Interligado Nacional (SIN) terá patamares acima de 80% em todas as regiões. No Sudeste/Centro-Oeste os níveis armazenados podem chegar a 88,1%, indicando estabilidade ante a previsão anterior (88,2%). Na região a previsão de Energia Natural Afluente (ENA) é de 101% da média histórica no período. Para o Sul, a estimativa é que o armazenamento fique em 84,3%, após uma ENA de 74% da média de longo termo (MLT). No Nordeste, a previsão é que os reservatórios das hidrelétricas alcancem 88,8% de capacidade, com a ENA em 55% da média. Já no Norte, o armazenado deve ficar em 100%, com ENA de 112% da MLT. (Broadcast Energia - 05.05.2023) 
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ONS: Custo Marginal da Operação permanece zerado em todos os subsistemas

O Custo Marginal da Operação (CMO) para a semana de 06 a 12 de maio permanece em R$ 0,00 por MWh em todos os subsistemas, informou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no Programa Mensal da Operação (PMO). O valor zerado significa vertimento turbinavel nas usinas. O CMO é o custo para se produzir 1 MWh para atender ao Sistema Interligado Nacional (SIN). (Broadcast Energia - 05.05.2023) 
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Nível dos reservatórios subiu em todos os subsistemas

O submercado do Sul apresentou elevação de 0,4 ponto percentual e estava operando com 84% da capacidade, na última quinta-feira, 04 de maio, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada marca 17.179 MW mês e ENA é de 6.748 MW med, equivalente a 57% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A região Sudeste/Centro-Oeste apresentou crescimento de 0,1 p.p e está em 86,2%. A energia armazenada mostra 176.303 MW mês e a ENA é de 43.792 MWmed, valor que corresponde a 84% da MLT. Os reservatórios do Norte subiram 0,3 p.p e contam com 98,7% da capacidade. A energia armazenada marca 15.103 MW mês e ENA é de 23.593 MW med, equivalente a 82% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste aumentou 0,1 p.p e opera com 90,9% da sua capacidade. A energia armazenada indica 46.963 MW mês e a energia natural afluente computa 5.307 MW med, correspondendo a 69% da MLT. (CanalEnergia - 05.05.2023) 
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Engie: Brasil vai continuar a exportar energia para Argentina e Uruguai

Por conta do aumento da geração hidrelétrica e sobreoferta de energia, a Engie Brasil Energia avalia que o Brasil pode continuar exportando energia para Argentina e Uruguai. A exportação de energia produzida por hidrelétricas para estes países rendeu cerca de R$ 500 milhões em abril, segundo dados da CCEE. Os recursos são rateados para 601 usinas que fazem parte do Mecanismo de Realocação de Energia (MRE), criado para minimizar ou eliminar risco hidrológico. “Temos excesso de oferta de energia no Brasil e carência de energia em outros países da América Latina. Entendo que podemos oferecer energia com preços mais competitivos na Argentina ou Uruguai e isso pode gerar uma integração energética no continente e utilização da capacidade de transferência de gás da Argentina para o Chile”, disse o CEO da Engie, Eduardo Sattamini. (Valor Econômico - 05.05.2023)
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Engie: Estamos tentando perenizar a exportação de energia para Argentina e Uruguai

Um aumento na integração energética com nações vizinhas, como Argentina e Uruguai, é uma alternativa para diminuir a sobreoferta de energia no Brasil, disse o diretor-presidente da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini, durante teleconferência de resultados do primeiro trimestre deste ano. “Estamos tentando perenizar a exportação, hoje temos excesso de energia no Brasil enquanto em outros países da América Latina há falta”, disse o executivo. Segundo ele, as geradoras brasileiras podem oferecer preços menores do que os praticados atualmente nesses países, e seria importante criar um acordo regional para avançar com a integração energética no Continente. Ele destacou que uma contrapartida possível seria a aquisição de gás natural dos países que compram energia brasileira, a exemplo da Argentina. “Isso vai diminuir excesso de oferta que temos no Brasil”.  (Broadcast Energia - 05.05.2023)
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Mobilidade Elétrica

WEG e GM: Parceria visando carregamento de VEs

A General Motors (GM) anunciou parceria com a brasileira WEG, uma das maiores fabricantes de motores e equipamentos elétricos do mundo, para desenvolver tecnologias para recarga de carros elétricos. O plano busca expandir a rede residencial, além de garagens e estacionamentos. Segundo informações da WEG, trata-se de um sistema três vezes mais rápido que o padrão. Quinze minutos de recarga permitirão percorrer cerca de 40 km, destacam as empresas. O equipamento poderá ser conectado à internet e permitirá monitoramento por aplicativo. Será possível, ainda, medir a energia consumida por cada usuário para cobrança individualizada. (Valor Econômico - 08.05.2023)
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Inovação e Tecnologia

Coalizão se candidata a financiamento de hub de hidrogênio nos EUA

Uma coalizão chamada Great Lakes Clean Hydrogen Hub (GLCH) solicitou financiamento sob a Lei de Investimento em Infraestrutura e Empregos para criar um hub de hidrogênio limpo movido a energia nuclear, que servirá Ohio, Michigan e partes da Pensilvânia e Indiana. O projeto de US $ 2 bilhões usará energia nuclear para produzir mais de 100 toneladas de hidrogênio limpo por dia, beneficiando as principais indústrias e um mercado de mobilidade crescente no meio-oeste. O hidrogênio será produzido via eletrólise em Davis-Besse e complementado com hidrogênio limpo produzido por projetos de energia solar, e será distribuído pela região via transporte por gasoduto e estrada. A GLCH é liderada pela Linde e inclui a Energy Harbor, Cleveland-Cliffs, GE Aerospace, a Universidade de Toledo e o Conselho da Indústria de Fabricação de Vidro. O projeto faz parte da iniciativa do Departamento de Energia dos EUA para desenvolver hubs regionais de hidrogênio limpo. (World Nuclear News - 04.05.2023)
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Energias Renováveis

Plano para integração de renováveis entra em consulta pública

O Ministério da Fazenda abriu consulta pública para análise de sugestões sobre o Plano de Investimento do Programa de Integração de Energia Renovável elaborado pelos Fundos de Investimento Climático (CIFs) junto ao governo. O programa visa apoiar países em desenvolvimento a ampliar a participação da geração renovável nas matrizes energéticas, passando pela assistência técnica até o financiamento de baixo custo para tecnologias e modelos de negócios. A consulta é aberta a todos da sociedade civil e vai até o dia 12 de maio. (CanalEnergia - 04.05.2023)  
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Petrobras/Tolmasquim: investimentos em energia renovável no mundo devem passar fóssil em 2023

Os investimentos anuais em energias renováveis devem ultrapassar pela primeira vez na história os investimentos em alternativas fósseis em 2023, de acordo com Maurício Tolmasquim, diretor de transição energética e sustentabilidade da Petrobras. No ano passado, os investimentos em energia renovável ultrapassaram US$1 trilhão, encostando nos investimentos em energias fósseis, que foram de US$1,1 trilhão. O Brasil está bem-posicionado em relação a energias renováveis e a resiliência da indústria de óleo e gás é fundamental para suportar a transição energética, afirmou Tolmasquim. A Petrobras planeja investir US$4,4 bilhões em descarbonização entre 2023 e 2027. Os investimentos previstos para a frente de transição energética ainda não foram definidos e serão divulgados em novembro. (Broadcast Energia - 04.05.2023)
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Petrobras cria grupo de trabalho com China Energy International na área de energia renovável

A Petrobras e a China Energy International vão criar um grupo de trabalho para avaliar oportunidades de negócios conjuntas nos setores de geração de energia renovável e produção de hidrogênio verde. A iniciativa deve gerar oportunidades de negócios para o segundo semestre de 2023. O grupo será organizado pelo diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras e terá sua composição definida pelas duas empresas nas próximas semanas. A iniciativa reforça a diretriz da nova gestão da Petrobras de ampliar seus investimentos em energias renováveis. A China Energy International prevê investir US$ 20 bilhões fora da China, parte dos quais poderá ser destinada ao Brasil, com foco em energias renováveis e produção de hidrogênio verde e amônia. (Broadcast Energia - 04.05.2023)
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EDP/Andrade: GD tem bastante potencial de crescimento, mesmo com mudança na regulação

Carlos Andrade, diretor vice-presidente de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da EDP, afirmou que a geração distribuída (GD) tem bastante potencial de crescimento mesmo com a redução de benefícios aos consumidores do segmento prevista no marco legal a partir de janeiro. A visão da companhia é que o crescimento continua ancorado no barateamento associado ao desenvolvimento tecnológico do setor. A GD é um dos focos da EDP, sobretudo na versão compartilhada, e a empresa atua no segmento em 11 estados com capacidade instalada de 74 MWac e 129 MWac em construção. (Broadcast Energia - 04.05.2023)
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Aneel adia decisão sobre 2,5 GW em outorgas da Renova

A Agência Nacional de Energia Elétrica adiou a decisão sobre o recurso interposto pela Renova Energia para a negativa a solicitação de emissão de Despachos de Recebimento do Requerimento de Outorga de 153 EOLs e 10 UFVs que somam 5,5 GW. A diretora Agnes da Costa pediu vistas do processo.A recusa da Aneel na concessão das outorgas vinha entre outros motivos pelo fato da Renova estar em recuperação judicial e os investimentos necessários para a implantação das usinas ficarem em R$ 22 bilhões. Após o envio do recurso, houve uma reformulação do pedido, reduzindo para a metade a solicitação, restando apenas os projetos Cordilheira dos Ventos, Mina de Ouro Fase C, Graúna, Barra e Tupamama, que somam 2,6 GW. A geradora também alegou que a entrada da Angra Partners no quadro acionários da empresa lhe concederia o fôlego financeiro preciso para os investimentos. As alterações no recurso faziam com que o relator do voto, Helvio Guerra, sinalizasse pela aceitação do recurso, om exceção do complexo eólio Barra, já que a Renova não demonstrava ter a posse do terrenos do empreendimento. Mas antes do pedido de vista, houve um impasse entre a diretoria do órgão regulador. O diretor Fernando Mosna questionou a manutenção do voto do relator original. Segundo ele, houve uma customização do pleito inicial de 5,5 GW, que se transformou em 2,6 GW com um sócio, um novo pedido. (CanalEnergia - 04.05.2023)
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Gás e Termelétricas

Shell aposta em novo modelo de vendas de gás

A abertura do mercado de gás no Brasil, por meio da Lei do Gás, em 2021, trouxe maior competitividade para o setor e a promessa de que os novos entrantes terão oportunidades que antes pareciam exclusivas da Petrobras, que dominava a indústria. Com os caminhos mais livres e a redução das incertezas na área, a Shell viu a oportunidade de trazer ao Brasil modelos de negócios que antes costumava operar somente nos Estados Unidos e na Europa. A companhia anglo-holandesa foi a primeira a implementar o contrato “spot” de gás no Brasil, modalidade feita sob medida para cada cliente e que dá mais flexibilidade à negociação. “Com o novo tipo de contrato, que chamamos de master sales agreement, ou MSA [um acordo de vendas guarda-chuva, em livre tradução], ficam pré-acordados princípios comerciais e jurídicos para que não se passe muito tempo discutindo elementos que não são necessariamente core do acordo”, explica Carolina Bunting, gerente de vendas e originação da Shell Energy Brasil, divisão da Shell para gás natural, energia renovável e energia elétrica. (Valor Econômico - 08.05.2023)
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Projeto aumenta em 10% capacidade de geração de UTE a gás

Um projeto de P&D das termelétricas capixabas da Tevisa e Linhares Geração atingiu com sucesso o objetivo de aumentar a potência e eficiência na produção de energia elétrica a partir de gás natural. Realizados em uma das 24 unidades geradoras da UTE LORM, os testes de performance demonstraram que a recuperação da energia oriunda dos gases de exaustão para resfriamento do ar de admissão pode aumentar a capacidade de geração em mais de 10%. O sistema térmico experimental contou com R$ 8 milhões em investimentos e foi concebido com o propósito de promover melhoria do desempenho de um motor de combustão interna de grande porte, numa parceria com a UFES e apoio de professores do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). De acordo com a Linhares Geração, o sistema foi instalado como um piloto a partir de outubro de 2022 e os testes iniciados em fevereiro de 2023, em março testes de comissionamento foram realizados, e em abril foi testada a performance com o sistema em plena carga, quando a UG01 teve constatada o aumento de sua potência de 8,5 MW para 9,6 MW. (CanalEnergia - 05.05.2023) 
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Abdan quer US$ 70 bi em investimentos na atividade nuclear até 2050

As atividades nucleares no Brasil podem atrair um total de US$ 70 bilhões em investimentos até 2050, gerando 50 mil empregos. Esses investimentos não estariam destinados apenas para o uso na energia nuclear. Setores como a mineração, o de tecnologia médica e o reator nuclear também estão inseridos no plano. De acordo com o presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Atividade Nuclear, Celso Cunha, que esteve na abertura do Nuclear Trade& Technology Exchange, realizado na última quarta-feira, 3 de maio, o montante está baseado nas premissas do PNE 2050 e em usinas adicionais do modelo SMR. Na parte de mineração e combustível nuclear, o foco será na expansão do urânio. O Brasil possui uma das maiores reservas do mundo. Caetité é a produção atual, mas a mina de urânio associado de Santa Quitéria (Ceará) retomou seu processo de licenciamento. Segundo Cunha, as reservas dessas minas são capazes de suprir as usinas de Angra 1, 2 e 3, além de uma quarta e ainda sobra para comercialização. Isso iria demandar uma ampliação na fábrica da Indústrias Nucleares do Brasil com tecnologia brasileira, o que demandará mais investimentos e eliminaria a dependência de mercados externos. Ainda de acordo com Cunha, a região do Cristalino entre o Mato Grosso e o Pará, também poderá ser uma nova fronteira de exploração mineral para a atividade nuclear. (CanalEnergia - 04.05.2023)
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Eletronuclear busca encerrar bloqueio em obras de Angra 3

A empresa estatal brasileira Eletronuclear foi ordenada a interromper as obras da usina nuclear Angra 3, localizada ao sul do Rio de Janeiro, após alegações de que estava executando um projeto que não estava de acordo com a aprovação da prefeitura local. A Eletronuclear afirmou que está comprometida em reverter o embargo e encontrar uma solução que permita a continuidade do trabalho. A construção da usina, iniciada em 1984, foi retomada em novembro de 2022 após um atraso de sete anos. O Brasil historicamente dependeu da energia hidrelétrica para até 80% de sua eletricidade, mas uma redução nas chuvas significa que agora produz apenas 65% da energia do país. (World Nuclear News - 04.05.2023) 
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Eletronuclear e Amazul celebraram na feira NT2E uma parceria para extensão de vida de Angra 1

A Amazul e a Eletronuclear assinaram um convênio para pesquisa e desenvolvimento do processo de extensão da vida útil do reator da usina nuclear de Angra 1. A Eletronuclear planeja estender a operação da unidade por mais 20 anos, implementando o Programa de Extensão de Vida Útil da planta. A Amazul também está presente na feira Nuclear Trade & Technology Exchange (NT2E), apresentando sua atuação em projetos do setor nuclear, como a construção de submarinos e a produção de radiofármacos para tratamentos médicos. Além disso, a empresa apresentou sua metodologia de gestão do conhecimento, que pode ser aplicada em qualquer empreendimento. (Petronotícias - 04.05.2023)
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Vice-diretor geral da Rosatom participa da NT2E e fala sobre crescimento da fonte nuclear

O vice-diretor geral da Rosatom, Kiril Kamarov, destacou a importância do planejamento de longo prazo na construção de usinas nucleares e ressaltou que a energia nuclear é uma fonte sustentável de energia que é minimamente afetada por condições externas. Ele também enfatizou a importância do apoio estatal na implementação de projetos nucleares. A Rosatom está presente no mercado latino-americano há muitos anos e durante a conferência Nuclear Trade and Technology Exchange foram alcançados novos acordos com a empresa brasileira INB para fornecimento de produtos de urânio. A conferência reúne os principais players do mercado de todo o mundo para apresentar as novidades do setor e discutir os desafios e oportunidades do mercado nuclear. (Petronotícias - 04.05.2023)
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Biblioteca Virtual

GRIZZI, Ana Luci. "CBAM: o ajuste de preço de carbono na UE e a descarbonização no Brasil".

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