IFE
05/05/2023

IFE 5.714

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
05/05/2023

IFE nº 5.714

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.714

Regulação

MME defende contrapartidas sociais em renovação das concessões

O Ministério de Minas e Energia quer que a renovação das concessões das distribuidoras de energia elétrica seja ancorada em contrapartidas sociais por parte das empresas, visando a melhoria na qualidade do atendimento ao consumidor. A proposta foi defendida na última terça-feira, 2 de maio, em reunião da pasta em Brasília com equipes das companhias com outorgas vincendas. Segundo o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a prioridade da pasta é trabalhar pela sustentabilidade do setor, com um olhar focado na população e no constante diálogo com o setor, de modo a definir soluções para os contratos em vencimento com foco no equilíbrio entre a segurança energética e modicidade tarifária. (CanalEnergia - 03.05.2023)
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Aneel autoriza operação de 55,8 MW da UTE Prosperidade III

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para início da operação comercial, a partir de 3 de maio, as UG1 e UG6, da UTE Prosperidade III, com 55,8 MW de capacidade instalada, localizada no estado da Bahia. Já para operação em teste, a Aneel autorizou as UG1 a UG4, da PCH Chimarrão, com 11,72 MW de capacidade instalada, localizada no estado do Rio Grande do Sul. AS liberações foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 3 de maio. (CanalEnergia - 03.05.2023)
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Transição Energética

Lei de Redução da Inflação 'poderia sugar o oxigênio do' mercado latino-americano de armazenamento de energia

A Lei de Redução da Inflação poderia “sugar o oxigênio” do mercado latino-americano de armazenamento de energia, disse o CEO da empresa pan-americana de armazenamento de energia On.Energy. Além do Chile , onde gigawatts de armazenamento de energia co-localizados com energia solar fotovoltaica estão sendo construídos à luz das mudanças na regulamentação , o mercado de armazenamento de energia em escala de rede na América Latina tem estado muito quieto. Isso se deve em grande parte à penetração mais lenta da energia renovável no mix de geração dos países do que em outras partes do mundo, disse o CEO da On.Energy, Alan Cooper, ao Energy-Storage.news. E o apoio federal dos EUA para seu setor doméstico de armazenamento de energia na forma dos novos incentivos de crédito tributário da Lei de Redução da Inflação (IRA) pode correr o risco de cortar as asas do mercado em escala de rede mais ao sul. (Energy Storage – 05.05.2023)
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Estudo descobre que usinas de energia virtuais podem fornecer adequação de recursos e economizar bilhões de serviços públicos

A incorporação de usinas virtuais em planos de adequação de recursos pode economizar bilhões de dólares em investimentos de capacidade das concessionárias, de acordo com um novo estudo. O Brattle Group conduziu o estudo em nome do Google para explorar o custo e a capacidade de usinas de energia virtuais – recursos de energia distribuídos agregados, como energia solar residencial, baterias e veículos elétricos – para atender às necessidades de adequação de recursos em vez de opções convencionais. O estudo comparou o custo líquido de fornecer 400 MW de adequação de recursos de três tipos de recursos: um pico de gás natural, uma bateria de escala de utilidade conectada à transmissão e um VPP composto por tecnologias de flexibilidade de demanda residencial. (PowerGrid – 04.05.2023)
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Empresas

Eletrobras: Lucro cai mais de 80% no 1º trimestre de 2023

A Eletrobras registou um lucro líquido de R$ 406 milhões no primeiro trimestre de 2023, uma queda de 85% ante o resultado do 1T22. A receita líquida atingiu R$ 9,2 bilhões, alta de 13% em relação ao período do ano anterior e o Ebitda (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 4,9 bilhões, um crescimento de 44%. Segundo a companhia, o resultado foi impactado por eventos decorrentes da capitalização, o principal deles sendo os encargos e a atualização monetária das contribuições à CDE e fundos previstas nos novos contratos de concessão de 30 anos. A companhia afirmou que os grandes destaques do período foram os avanços na reestruturação, que mantém seus padrões de qualidade e confiabilidade, com mais eficiência. Em função do plano de demissão voluntária, a empresa registrou economia de R$ 121 milhões no trimestre, tendo saído da empresa entre janeiro e março 435 pessoas do total de 2.494 profissionais inscritos. Foi eleita nova estrutura de topo, com nomeação de executivos de mercado para 11 vice-presidências que têm a missão de endereçar os desafios da transformação, com foco em questões como comercialização, inovação e gente, gestão e cultura. Os investimentos realizados cresceram 191% em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior, chegando a R$ 1 bilhão. A área de transmissão de energia teve um aumento de investimento de 97% em relação ao primeiro trimestre de 2022, totalizando R$ 472 milhões. A geração de energia, por sua vez, recebeu R$ 460 milhões em investimentos no período. Com relação as provisões operacionais, a companhia registrou uma redução de R$ 1,9 bilhão para menos de R$ 600 milhões, uma variação de cerca de 70%. No tema dos empréstimos compulsórios, a diminuição, decorrente de acordos judiciais, foi de R$ 120 milhões do estoque da provisão. (CanalEnergia - 05.05.2023) 
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Itaipu completa 39 anos de geração com mais de 2,9 bilhões de MWh acumulados

Nesta sexta-feira, 05 de maio, a Itaipu Binacional completa 39 anos do início de produção de energia limpa e renovável. São mais de 2,9 bilhões de MWh acumulados desde o giro da primeira unidade geradora, em 1984. A energia é suficiente para atender o planeta todo por 42 dias; o Brasil, por 5 anos e 11 meses; o Estado de São Paulo, por 22 anos; o Paraguai, por 146 anos. Com 20 unidades geradoras e potência instalada de 14 mil MW, a Itaipu registrou em 2016 a marca anual de 103,09 milhões de MWh, a maior de sua história. Mesmo com geração menor nos últimos anos, devido à estiagem que atingiu a Bacia do Paraná, a usina fechou 2021 com 66,3 milhões de MWh e 2022 com 69,8 milhões de MWh. Só este ano, a usina produziu, de janeiro até 30 de abril, quase 28 milhões de MWh, 39% a mais do que os 19,9 milhões de MWh registrados no mesmo período do ano passado. A produção acumulada em 2023, quando comparada à das maiores usinas brasileiras, é equivalente a 1,3 vez à de Belo Monte (21.279.769 MWh) em 2022; 2,2 vezes a geração de Tucuruí (12.751.870 MWh) no mesmo ano, e 2,3 vezes a soma da produção das usinas de Santo Antônio e Jirau (11.966.898 MWh), em 2022. No primeiro trimestre de 2023, a participação de Itaipu no mercado nacional foi de 9,5%. A usina atendeu também 90,1% do consumo paraguaio. Segundo o diretor-geral brasileiro, Enio Verri, esses números mostram a importância da usina para os dois sócios do empreendimento. Ele ainda destacou que o Brasil ainda precisa muito de Itaipu, para atender a um consumo crescente de eletricidade. Para manter a continuidade do alto desempenho da usina, Itaipu deu início à atualização tecnológica, que contempla a substituição de todos os cabos de força e controle e dos sistemas do controle centralizado, das unidades geradoras, da subestação isolada a gás, dos serviços auxiliares, do vertedouro e de medição e faturamento. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Engie Brasil Energia lucra 36,7% a mais no 1º trimestre

A Engie Brasil Energia teve alta de 36,7% no lucro líquido do primeiro trimestre para R$ 882 milhões, ante R$ 645 milhões em igual período do ano anterior. A receita operacional líquida da empresa caiu 4,9% para R$ 2,913 bilhões nos três primeiros meses do ano. O ebtida, por sua vez, subiu 9,1% para R$ 2,064 bilhões no período. A dívida líquida da Engie caiu 5,2% para R$ 15,216 bilhões. A produção bruta de energia elétrica cresceu 31%, alcançando 4.312 MW médios. Já a venda de energia aumentou 1% para 4.343 MWmed. O preço líquido médio de venda subiu 3,1% para R$ 229,42/MWh. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Taesa apresenta lucro líquido regulatório de R$ 215 mi no 1º trimestre

A Taesa registrou um lucro líquido regulatório de R$ 215 milhões no primeiro trimestre de 2023, uma alta de 47,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo a companhia, o resultado foi influenciado principalmente pela entrada em operação dos empreendimentos Sant’Ana (parcial), ESTE, Aimorés, Paraguaçu e Ivaí (parcial) durante o ano de 2022. Já a receita líquida da companhia totalizou R$ 598 milhões no 1T23, registrando um crescimento de 13,7% em relação ao mesmo período de 2022, explicado pela entrada em operação parcial de Sant’Ana e pelo reajuste inflacionário do ciclo da RAP 2022-2023. O ebitda totalizou R$ 521 milhões no trimestre, apresentando um aumento anual de 14,8%. A margem ebitda ficou em 87,2% no trimestre. Com relação aos investimentos, a companhia e suas controladas investiram um total de R$ 1 bilhão no período relacionado contra R$ 130 milhões no 1T22, referentes aos empreendimentos em construção. O aumento de cerca de R$ 1 bilhão entre os períodos comparados se deve principalmente à indenização paga na assinatura do contrato de Saíra e aos maiores investimentos nos projetos de Ivaí, Ananaí e Sant’Ana, compensado em parte por menores investimentos em Paraguaçu, Aimorés e ESTE em função da conclusão destes projetos. Para finalizar, a companhia possui atualmente seis empreendimentos em construção com um investimento total ANEEL de R$ 6,8 bilhões e uma RAP de R$ 924 milhões (ciclo RAP 2022-2023) e reforços relevantes na concessão Novatrans com um investimento total ANEEL de R$ 262 milhões e uma RAP de R$ 45 milhões (ciclo RAP 2022-2023). Considerando apenas a participação da Taesa nessas concessões, o investimento ANEEL é de R$ 6,1 bilhão com uma RAP proporcional de R$ 769 milhões. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Taesa pretende participar de forma competitiva no próximo leilão

A Taesa deverá participar do próximo leilão de transmissão que ocorrerá em junho deste ano de forma mais competitiva. Segundo o diretor de negócios da companhia, Fábio Antunes Fernandes, eles estão se preparando de uma forma muito cuidadosa para poder ter o desempenho dos anteriores. A companhia pretende apresentar bons projetos e que tragam uma remuneração adequada ao nível de risco percebido para cada um. Os executivos afirmaram durante teleconferência realizada nesta quinta-feira, 04 de maio, que estão preparando a questão dos fornecedores para trabalhar com parceiros de longa data. Segundo Fernandes, eles querem entrar no leilão certos de que o parceiro vai estar disponível para fazer e tocar o empreendimento. “A Taesa vai participar de uma forma competitiva e sempre observando os nossos pilares de crescimento sustentável, excelência operacional e disciplina financeira”, disse. Quando questionado sobre a possível capitalização da Taesa, Andre Augusto Telles Moreira, diretor-presidente da companhia, afirmou que a companhia está totalmente focada em participar dos leilões e estudando alternativas de captação de recursos. O executivo ainda declarou que não há nenhuma decisão formal de qualquer oferta de ações, outros valores mobiliários ou via distribuição em mercado de capitais. “Sendo bem objetivo não tem nada decidido, nada em vista neste momento para aumento de capital da companhia. Vamos continuar estudando profundamente as oportunidades de crescimento seja via leilões, M&M ou brownfield”, explicou. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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AES Brasil registra queda de 14,9% no lucro líquido do 1º trimestre

A AES Brasil registrou redução de 14,9% no lucro líquido do primeiro trimestre deste ano para R$ 60,4 milhões, ante R$ 70,9 milhões em igual período do ano anterior. O lucro líquido ajustado caiu 14,7% para R$ 67,7 milhões. Segundo a empresa, resultado, principalmente, de uma maior despesa financeira, fruto de captações realizadas para reforçar a estrutura de capital da companhia e seguir com seu crescimento (construção de ativos) em um momento econômico desafiador. A receita líquida da geradora cresceu 16,2% nos três primeiros meses do ano, para R$ 786,3 milhões, quando comparado ao ano passado. O ebtida da empresa subiu 32,5% para R$ 398,3 milhões no período. O ebtida ajustado ficou em R$ 409,3 milhões, com alta de 30,6%. A margem ebtida alcançou 50,7% no trimestre. A AES Brasil encerrou o período com R$ 4,5 bilhões de caixa consolidado, reflexo, principalmente, da estratégia, que inclui a captação de recursos para fazer frente ao capex de construção dos Complexos Eólicos Tucano e Cajuína. A companhia informou que não necessita de novas captações em 2023 para fazer frente aos seus compromissos. A empresa informou que atualizou suas projeções de investimentos para o período 2023 a 2027, uma vez que a projeção anterior considerava o modelo de joint venture para o projeto. Com isso, a expectativa é de investimentos de R$ 2,817 bilhões este ano e um total de R$ 3,352 bilhões até 2027. Na frente de comercialização varejista, a AES Brasil bateu recorde de vendas e se manteve entre as três maiores do país. Até o final de abril, foram comercializados mais de 18 MW médios com 120 novos clientes. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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EDP mira leilões do ano e liderança na GD solar

A EDP Brasil irá participar do leilão de transmissão marcado para 30 de junho e já estuda as relações de preço, riscos e custos para a sequência dos outros certames em 2023, além de seguir com as melhorias na distribuição de energia e foco de crescimento na geração distribuída solar, mirando a liderança desse segmento no Brasil. Os assuntos foram levantados durante a teleconferência dos resultados financeiros da companhia, na manhã dessa quinta-feira, 4 de maio. O vice-presidente de clientes da empresa, Carlos Andrade, comentou que a perspectiva para GD segue com bastante potencial mesmo após as alterações regulatórias, visto que as mudanças já eram esperadas pelo mercado e também com os preços das placas solares e custos com transporte começando a baixar, tornando aos poucos o Capex para a atividade mais em conta. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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EDP: Renovação das concessões

Quanto a renovação das concessões de distribuição, o CEO João Marques da Cruz, ressaltou que nesse ano foi quatro vezes a Brasília para diálogos interessantes com o governo, tendo uma visão compartilhada com o MME quanto ao que a pasta classificou como contrapartidas sociais para o processo, enaltecendo também o ministro Alexandre Silveira ao dizer que irá haver prorrogação sem licitação, sem qualquer onerosidade ou bônus de outorga. “Não se trata de contrapartida, mas engajamento e responsabilidade do setor de distribuição com seus clientes e o Brasil necessita de uma maior relevância na pauta social”, avalia Cruz, ponderando que há mecanismos para uma melhor gestão de recursos para um programa nesses moldes integrado ao processo de renovação das concessões. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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EDP Brasil: Demonstrações financeiras

A EDP Brasil registrou lucro líquido de R$ 486,8 milhões no primeiro trimestre do ano, caindo 6,9% em relação ao mesmo período de 2022. O EBITDA atingiu R$ 1,3 bilhão, crescendo 3%, enquanto a receita líquida subiu 1,6%, chegando a R$ 3,7 bilhões. Já a dívida líquida subiu 1,7% para pouco mais de R$ 10,2 bilhões. O segmento de distribuição contou com R$ 427,1 milhões em investimentos no período, aumento de 19,4% na comparação anual. Os esforços se concentraram nas obras de expansão, melhoria da rede, dos indicadores de continuidade, além dos projetos de combate às perdas. Já uma informação passada na apresentação é de que a companhia irá aplicar R$ 300 milhões nesse ano para blindagem da rede paulista contra furtos de energia. Por fim, em transmissão os aportes cresceram R$ 91,2 milhões, decorrente do cronograma de obras dos lotes em construção. Entre eles está o da região Norte, adquirido no leilão nº 01/2021 e que têm entrada em operação prevista para 2024, enquanto o lote 2, do certame 02/2022, está em fase de licenciamento. A EDP Goiás, um dos ativos mais relevantes da companhia, energizou em fevereiro a subestação de Águas Lindas, a qual faz parte do processo de reforço e melhoria da rede de transmissão do estado, com benefício para mais de 300 mil pessoas. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Enel: Receitas caem no 1º trimestre de 2023

As receitas do primeiro trimestre de 2023 do Grupo Enel ficaram em € 26,4 bilhões, uma queda de 22,6% em relação ao primeiro trimestre de 2022. As receitas apenas da geração térmica e comercialização registrou € 4,2 bilhões, uma queda de € 62 milhões em relação ao mesmo período de 2022. A diminuição das receitas nos segmentos de geração térmica e comercialização é atribuída principalmente à queda progressiva dos preços da energia, aos resultados relacionados aos contratos com entrega física e aos menores volumes de energia gerada e vendidos no período. Já a queda nas receitas da Enel X é atribuível ao ganho de capital reportado durante o primeiro trimestre de 2022, resultante da alienação parcial da participação detida na Ufinet por € 220 milhões. As receitas da Enel Green Power aumentaram em relação ao mesmo período de 2022, principalmente devido ao aumento das quantidades produzidas e vendidas na Itália, Chile, Brasil e Espanha. Já o aumento nas receitas da Enel Grids é atribuído principalmente a ajustes tarifários na Itália e a maiores quantidades de energia transportadas em Espanha, que mais do que compensaram os menores volumes de energia distribuída. O ebitda ordinário do primeiro trimestre de 2023 ficou em € 5,4 bilhões, com um aumento de € 977 milhões em relação ao período de 2022. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Enel: Produção de energia

A evolução positiva da produção, suportada sobretudo em renováveis com maiores quantidades de energia gerada e comercializada principalmente na Itália, Espanha, Chile e Brasil, bem como o resultado positivo desempenho do mercado livre na Itália e na Espanha, mais do que compensaram os efeitos negativos da gestão do risco de commodities devido à estabilização progressiva dos preços. A tendência positiva nas redes é principalmente atribuível aos reajustes tarifários registados em Itália, Espanha e Brasil, bem como ao reconhecimento em Romênia de diferenciais de preços em quantidades relacionadas a perdas de rede. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Enel: Energia gerada em 2023

A energia líquida gerada pelo Grupo Enel no primeiro trimestre de 2023 totalizou 53,8 TWh17, um diminuição de 5,4 TWh face ao valor registado no período homólogo de 2022 (-9,1%). A geração a partir de fontes renováveis, incluindo volumes produzidos por capacidade gerenciada, muito superou a da geração térmica, atingindo 33,1 TWh (29,4 TWh no mesmo período de 2022, +12,4%), em comparação com a geração de fontes térmicas de 17,0 TWh (25,3 TWh no mesmo período de 2022, -32,8%). Considerando apenas a produção da capacidade consolidada, a geração zero emissão chega a 68,4% da geração total do Grupo Enel, enquanto é igual a 70,1% se a capacidade de geração gerenciada também for incluído. A ambição de longo prazo do Grupo Enel é atingir zero emissões diretas e indiretas até 2040. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Enel: Capacidade instalada em 2023

No primeiro trimestre de 2023, a capacidade instalada eficiente líquida total do Grupo foi de 82,7 GW, um redução de 1,9 GW em comparação com 31 de dezembro de 2022. Essa redução é atribuída principalmente ao redução na capacidade térmica instalada eficiente líquida devido à venda da Enel Generación Costanera na Argentina (-2,2 GW), apenas parcialmente compensado pela instalação de 0,13 GW de nova capacidade solar nos Estados Unidos e Colômbia, bem como 0,14 GW de nova capacidade eólica no Chile, Canadá e Brasil. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Enel: Energia distribuída em 2023

A eletricidade transportada nas redes de distribuição do Grupo Enel no primeiro trimestre de 2023 totalizou 122,2 TWh, dos quais 53,2 TWh na Itália e 69,0 TWh no exterior. Os volumes de eletricidade distribuídos em Itália diminuíram 2,6 TWh (-4,7%) em relação ao valor registado no ano de 2022, em linha com a procura de eletricidade na rede nacional (-10,4%). A eletricidade distribuída fora de Itália ascendeu a 69,0 TWh, um decréscimo de 2,3 TWh (-3,2%) face ao mesmo período de 2022. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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CPFL investe R$ 16,6 mi em ações de eficiência energética em hospitais

A CPFL Energia investiu R$ 16,6 milhões em ações de eficiência energética no primeiro trimestre de 2023 através dos programas CPFL e RGE nos Hospitais. Foram 7 unidades de saúde beneficiadas com a instalação de sistemas fotovoltaicos para a geração de energia solar. Entre as unidades de saúde que tiveram obras de eficiência energética concluídas, estão os hospitais Santa Casa de Duartina, Santa Casa de Misericórdia de Ituverava, Hospital Das Clínicas da Unicamp, em Campinas, e Hospital e Maternidade Municipal Governador Mario Covas, em Hortolândia, todos no interior de São Paulo, na área de concessão da CPFL Paulista. Com as ações, a companhia estima uma economia de cerca de R$ 770 mil ao ano, em energia elétrica, aos hospitais. Já o eixo de humanização hospitalar, segundo a CPFL Energia, beneficiou mais de 16 mil pessoas, em ações promovidas pelo Instituto CPFL no primeiro trimestre de 2023. As ações sociais foram realizadas em 18 hospitais das cidades de São Vicente (SP), Santos (SP), Jundiaí (SP), São Leopoldo (RS), Veranópolis (RS), áreas de concessão da CPFL Piratininga, RGE e Porto Alegre (RS), sede da CPFL Transmissão. De acordo com a empresa, para 2023 o montante total de investimento previsto é de R$ 55,3 milhões em ações de eficiência energética, e de R$ 4,3 milhões pelo Instituto CPFL em ações de humanização hospitalar e melhorias nos hospitais. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04/MWh, em todo o País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04 por MWh, em todo o País nesta quinta-feira. Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O indicador está no montante mínimo estabelecido pela Aneel desde 14 de setembro do ano passado, quando era fixado em R$ 55,70 por MWh, e não apresenta oscilações ao longo do dia de modo que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 04.05.2023) 
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CMSE: Armazenamento ao fim de outubro pode superar os 80%, em marca histórica

Estudos prospectivos apresentados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) durante a reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) sinalizam que os níveis de armazenamento devem permanecer elevados no Sistema Interligado Nacional (SIN) pelos próximos meses, quando o País atravessará o período sazonalmente mais seco do ano. Com isso, a expectativa do Operador é que a Energia Armazenada no sistema chegue ao fim de outubro entre 70,4% e 81,6%, no que seria o melhor dado do histórico para o período. No encerramento de abril, os dados do ONS indicam que o armazenamento do SIN foi de 87,5%, na melhor marca dos últimos 12 anos. O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, que responde por cerca de 70% da capacidade de armazenamento do sistema nacional, alcançou índice de 86,2%, no Sul o indicador foi de 84,0%, no Nordeste chegou a 90,9% e no Norte bateu 98,4%. (Broadcast Energia - 04.05.2023) 
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Nordeste permanece com níveis estáveis e está com 90,8% da capacidade

Os reservatórios do Nordeste tiveram níveis estáveis e estão operando com 90,8% de sua capacidade de armazenamento, na última quarta-feira, 03 de maio, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A energia armazenada marca 46.947 MW mês e ENA de 4.927 MW med, equivalente a 66% da MLT. A região Norte cresceu 0,1 p.p e os reservatórios trabalham com 98,4% da capacidade. A energia retida é de 15.055 MW mês e ENA de 23.502 MW med, valor que corresponde a 81% da MLT. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste teve queda de 0,1 p.p e a capacidade está em 86,1%. A energia armazenada mostra 176.251 MW mês e a ENA é de 45.856 MW med, valor que corresponde a 84% da MLT. Os reservatórios da Região Sul diminuíram 0,1 p.p e operam com 83,6%. A energia armazenada é de 17.103 MW mês e a energia natural afluente marca 4.885 MW med, correspondendo a 51% da MLT. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Tesla Model Y equipado com baterias BYD começa a ser produzido

A Tesla começou a produzir a versão de tração traseira do Model Y equipada com baterias da fabricante chinesa BYD na gigafábrica de Berlim. A informação foi divulgada pela imprensa alemã nesta semana, baseada em fontes confiáveis ligadas à produção da Tesla. Na verdade, os rumores de uma possível parceria entre Tesla e BYD, as duas maiores montadoras de veículos eletrificados do mundo, já circulam desde o ano passado. Em uma fala recente, Elon Musk, CEO da Tesla, se referiu ao relacionamento entre as empresas como sendo positivo. Mas o Tesla Model Y RWD produzido na gigafábrica de Berlim também teria outras novidades, incluindo baterias estruturais (as células de bateria não só armazenam energia, mas também carregam uma carga física), uma solução que deve permitir uma redução de peso. Além disso, os quadros dianteiro e traseiro seriam feitos de grandes peças fundidas. (Inside EVs - 05.05.2023) 
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Bateria que recarrega '160 km em 5 minutos' terá produção global em 2024

A bateria de recarga extremamente rápida da Storedot teve uma nova e importante atualização divulgada pela empresa nesta semana. A startup israelense confirmou que está se preparando para iniciar a fase industrial em 2024, com as chamadas células de bateria de alta energia (XFC) sendo produzidas globalmente em três continentes. O segmento de baterias para a mobilidade elétrica tem diversos produtos e iniciativas em andamento, mas este projeto da Storedot, em particular, tem chamado a atenção pelas possibilidades e aplicação na vida real. Essas células, quando chegarem definitivamente à produção em escala, podem representar uma mudança profunda no mundo dos carros elétricos. Elas possuem alta densidade de energia e, principalmente, capacidade de carregamento ultrarrápido. No comunicado oficial, a StoreDot anunciou uma estratégia de fabricação que está focada em localizar sua cadeia de suprimentos nos EUA, Ásia e Europa, permitindo que ela atenda seus clientes OEM em seus próprios locais, reduzindo o impacto de carbono e permitindo a eficiência de produção just-in-time. Essas baterias serão produzidas em gigafábricas locais existentes e futuras de empresas parceiras, em vez de instalações próprias da Storedot, com produção prevista para começar no final do próximo ano. (Inside EVs - 05.05.2023) 
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Inovação e Tecnologia

Petrobras quer implantar hub de captura e armazenamento de CO2 no Rio de Janeiro

A Petrobras planeja implantar um projeto de hub de captura e armazenamento geológico de CO2 em parceria com outras empresas no Brasil. O projeto visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa geradas pelas operações da Petrobras e por outros setores do país, como a indústria de cimento e siderúrgicas. A companhia fará um projeto piloto no Rio de Janeiro, com capacidade de capturar 100 mil toneladas de CO2 por ano, como primeiro passo para a posterior implantação em grande escala. A iniciativa contribuirá para testar tecnicamente as soluções de CCS e ajudar o país a construir um arcabouço regulatório que fomente esse tipo de projeto. (Petronotícias - 03.05.2023)
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CEI Energética e Porto Central assinam acordo para H2 verde

A CEI e a Porto Central assinaram um MoU para construir plantas de energia solar fotovoltaica e produção de hidrogênio verde, com investimento previsto de R$100 milhões e meta de operação até 2026. A planta terá capacidade de produzir até 300 toneladas de hidrogênio verde e 1.700 toneladas de amônia verde anualmente. O projeto é escalável e poderá ser expandido ao integrar novas unidades de eletrolisadores e aumentar a geração de energia solar. A Porto Central é um hub de energia verde que tem atraído atenção de grandes players por combinar alto potencial para geração de energia renovável e uma posição geográfica privilegiada. (CanalEnergia - 04.05.2023)
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IRENA e thyssenkrupp concordam em acelerar soluções verdes de hidrogênio

A Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) assinou um acordo de parceria com a thyssenkrupp com o objetivo de promover a transformação verde em busca do desenvolvimento global e dos objetivos do Acordo de Paris. Sob o acordo, ambas as organizações trabalharão juntas e compartilharão conhecimento sobre a produção e fornecimento em larga escala de hidrogênio verde e outros transportadores de energia verde e seu transporte – ao longo de toda a cadeia de valor do hidrogênio em demanda, fornecimento e infraestrutura. O acordo foi assinado pelo diretor-geral da IRENA, Francesco La Camera, e pela diretora executiva da thyssenkrupp, Martina Merz, em uma cerimônia virtual hoje. O diretor-geral da IRENA, Francesco La Camera, disse: “O hidrogênio de fontes renováveis é um pilar crítico para descarbonizar nossas economias, cumprir as metas climáticas e garantir o fornecimento de energia. O acordo de hoje entre a IRENA e a thyssenkrupp aumentará significativamente a troca de conhecimento e permitirá soluções tecnológicas para acelerar a produção, entrega e uso de hidrogênio verde”. (IRENA – 05.05.2023)
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Energias Renováveis

MME/Nogueira: Brasil deve ter a maior expansão de renováveis da história em 2023

O secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia afirmou que o Brasil alcançará em 2023 o maior crescimento de geração renovável de sua história, com um incremento de 10,3 GW. Desde janeiro, já foram implantados 3,3 GW. A Pasta identificou 482 usinas que devem entrar em operação nos próximos dois a três anos, com capacidade instalada de 19,2 GW e investimento previsto de R$ 88 bilhões. Todas as usinas já possuem as outorgas e licenças necessárias para operar. (Broadcast Energia - 03.05.2023)
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MME/Silveira: acho difícil entender [éolica] offshore diante das potencialidades da onshore

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que tem dificuldade em entender o avanço da energia offshore diante das potencialidades da energia onshore no país, mas que o tema, juntamente com o hidrogênio verde, será encaminhado para consulta pública. Ele destacou a necessidade de modernização e investimentos nas refinarias da Petrobras para diminuir a dependência do país de derivados de petróleo e disse que o governo atuará junto à empresa para que ela cumpra seu papel social de forma respeitosa em relação à sua governança. (Broadcast Energia - 03.05.2023)
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Élis chega ao mercado com pipeline de 200 MW em GD solar

A empresa brasileira de energia solar Élis começará a operar assumindo projetos de brownfield de terceiros e operando e mantendo-os em todo o país. A empresa assinou contratos de aluguel de longo prazo para usinas solares com a Evolua Energia e a Safira Energia, que cobrem a compra de 40 MWac a 30 MWac de energia por um período de 20 anos. Pierre-Yves Mourgue, CEO da empresa, disse que a Élis tem um pipeline de projetos de pelo menos 200 MWp em andamento, focando inicialmente em iniciativas de brownfield. A empresa inaugurou um novo escritório em São Paulo e planeja ter 40 funcionários até o final do ano. (CanalEnergia - 03.05.2023)
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Furnas cria módulo nacional para energia termossolar

A Furnas, em parceria com a Eudora Energia, desenvolveu o primeiro coletor nacional para energia termossolar do tipo calha cilindro-parabólica. O equipamento possui uma estrutura com perfil parabólico, formada por um conjunto de espelhos onde os raios solares são refletidos. Na próxima etapa do projeto, será aplicado em uma planta piloto na hidrelétrica de Itumbiara (MG/GO), integrada à planta fotovoltaica já instalada para a geração de hidrogênio verde, fruto de outro projeto de P&D da companhia. Com a utilização de materiais nacionais, a tecnologia apresenta eficiência energética e pode contribuir para a economia de recursos financeiros e preservação ambiental. (CanalEnergia - 03.05.2023)
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Gás e Termelétricas

Petrobras: Produção de gás cai 5% no 1º trimestre

A produção média de petróleo, gás natural e liquefeito da Petrobras no Brasil chegou a 2,68 MMboed no primeiro trimestre, 1,1% acima do últimos três meses de 2022 e 2,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o boletim operacional divulgado pela companhia nessa quinta-feira, 4 de maio, a produção de gás computou 499 Mboed no trimestre, reduzindo 5,1% na comparação anual. Os dados mostram que a geração de energia elétrica pela petroleira ficou 9,6% abaixo do quarto trimestre de 2022, com redução de apenas 66 MWMed. Nesse cenário, a produção ocorreu para atender principalmente a demanda por vapor interna da empresa, bem como para oportunidades comerciais pontuais de exportação para a Argentina. No mesmo período de comparação houve redução do volume de disponibilidade em leilão, decorrente do encerramento de contratos, com a oferta de gás natural caindo 5,9% em relação ao período anterior devido a intervenções em unidades de produção e de processamento e redução do volume comprado junto a outros produtores nacionais, devido a encerramento de contratos de compra. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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Enel: Comercialização de energia e gás em 2023

As vendas de energia no primeiro trimestre de 2023 ficaram em 78,2 TWh, um decréscimo de 1,9 TWh (-2,4%) em relação ao mesmo período do exercício anterior. Especificamente, isso reflete o aumento das quantidades vendidas na Argentina (+0,6 TWh) e no Chile (+0,3 TWh) e a queda das quantidades vendidas em Itália (-1,0 TWh), Brasil (-1,5 TWh) e Romenia (-0,3 TWh). Já as vendas de gás natural no primeiro trimestre de 2023 totalizaram 3,6 bilhões de metros cúbicos, uma queda de 0,4 bilhão de metros cúbicos (-10,0%) em relação ao mesmo período do exercício anterior. (CanalEnergia - 04.05.2023) 
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AIE: mercado de gás natural tem gradual reequilíbrio; oferta global deve crescer 4% em 2023

A Agência Internacional de Energia (AIE) afirma, em relatório trimestral sobre o mercado de gás, que este segmento passa por um "gradual reequilíbrio", com menos pressão nos mercados globais e, especificamente, sobre o da Europa. Condições climáticas favoráveis e medidas políticas colaboraram para melhorar o quadro, diz a entidade, que projeta crescimento de 4% na oferta global de gás natural liquefeito neste ano, com a demanda estável. Segundo a AIE, no fim do primeiro trimestre, os preços na Europa e também na Ásia haviam recuado abaixo de seus níveis do verão local de 2021, "embora sigam bem acima de suas médias históricas". Houve forte queda na demanda por gás natural, o que reduziu a necessidade de recorrer mais aos estoques na Europa e nos EUA, aponta a agência. O resultado foi que a chamada "temporada de aquecimento" do Hemisfério Norte, entre outubro e março, acabou com os estoques bem acima de sua média dos últimos cinco anos, o que tende a "acalmar os fundamentos do mercado". A AIE alerta, porém, que a melhora na perspectiva para os mercados de gás não é garantia contra volatilidade e não deve ser uma distração de medidas que possam mitigar potenciais riscos. (Broadcast Energia - 04.05.2023) 
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MME quer rever 8 GW das “térmicas da Eletrobras”

O Ministério de Minas e Energia quer iniciar um debate sobre a obrigatoriedade da contratação dos 8 GW colocados na lei 14.182, que permitiu a privatização da Eletrobras. Segundo o ministro Alexandre Silveira, essa é uma ideia que está sendo discutida no MME e que passaria por apresentar um projeto ao Congresso Nacional. “Essa ainda é uma ideia do ministério e não de governo”, ressaltou. “Estamos debatendo tecnicamente e estou à vontade de iniciar o debate aqui no Congresso Nacional”, disse ele a jornalistas após audiência na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 3 de maio. Silveira afirmou ainda que com o avanço substancial das renováveis já é possível garantir a segurança. E que ao fazer as contas considera que o custo benefício é maior para a sociedade se o investimento em térmicas for menor. Ele citou como exemplo o projeto recém inaugurado na Paraíba pela Neoenergia que une as fontes solar, eólica e armazenamento para que haja uma curva flat de fornecimento de energia elétrica. (CanalEnergia - 03.05.2023)
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Térmicas de reserva podem dobrar encargo pago pela contratação em 2031, segundo TR Soluções

A contratação de usinas térmicas na modalidade de energia de reserva pode dobrar o custo do Encargo de Energia de Reserva (EER) cobrado dos consumidores em 2031, caso o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) se mantenha no piso regulatório de R$ 69,04 por MWh, de acordo com estimativa feita pela empresa especializada em tarifas de energia elétrica TR Soluções. A empresa prevê que o encargo pode chegar a R$ 46 por MWh na data e considera a contratação das térmicas no leilão emergencial realizado em 2021, chamado formalmente de Procedimento de Contratação Simplificado (PCS), e dos 8 GW de térmicas a gás natural cuja contratação foi determinada na lei que permitiu a privatização da Eletrobras. Neste ano, a projeção do preço do encargo é de R$ 22,40 por MWh. De acordo com o diretor de Regulação da TR Soluções, Helder Sousa, o estudo considerou apenas a receita fixa dos contratos. "Caso as usinas sejam chamadas a despachar acima da sua inflexibilidade, haverá custos extraordinários para os consumidores", disse. (Broadcast Energia - 04.05.2023) 
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Presidente da ABDAN anuncia propostas para destravar projetos nucleares em geração e medicina

Durante a Feira de Troca e Tecnologia Nuclear (NT2E), especialistas do mercado nuclear e da academia no Brasil estão discutindo maneiras de desbloquear importantes projetos nucleares, incluindo a conclusão de Angra 3 e a construção de novos reatores. Além disso, eles estão discutindo como começar a construir o Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), que tornará o país autossuficiente na produção de radiofármacos. O presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento das Atividades Nucleares (ABDAN), Celso Cunha, propôs transformar a política nuclear do Brasil em uma política de Estado para promover projetos de energia nuclear e o desenvolvimento da medicina nuclear no país. Cunha também revelou que a ABDAN está trabalhando em um plano chamado "Tempo é Saúde" para estruturar toda a cadeia de produção, apoiado pela construção do projeto RMB. O artigo também menciona a importância da energia nuclear para a descarbonização e a criação de empregos no Brasil. (Petronotícias - 03.05.2023)
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Feira NT2E começa no Rio de Janeiro com a assinatura de acordos entre grandes empresas do setor nuclear

A Nuclear Trade & Technology Exchange (NT2E) é a maior feira de negócios e tecnologia do setor nuclear brasileiro, realizada pela Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (ABDAN) no Rio de Janeiro. Durante a abertura do evento, importantes anúncios de novas parcerias foram feitos entre grandes empresas e instituições de pesquisa do segmento. A estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB) fechou contratos com Westinghouse, Rosotam, Instituto de Pesquisas Energéticas Nucleares (IPEN) e Amazul, enquanto a Eletronuclear celebrou contrato com a Westinghouse para ampliar seus laços comerciais. A Framatome também assinou um acordo de cooperação com a Greylogix. O presidente da ABDAN destacou a importância dessas novas parcerias para o setor nuclear e a expectativa é receber mais de 2.500 pessoas no evento. (Petronotícias - 03.05.2023)
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Georgia Power concluiu importante teste em nova usina nuclear nos Estados Unidos

A Georgia Power anunciou a conclusão do teste funcional a quente para a Unidade 4 no projeto de expansão nuclear de Vogtle, na Geórgia, EUA. A conclusão deste teste é um passo significativo em direção às operações e ao fornecimento de energia livre de carbono. A Unidade 4 deve entrar em operação no final de 2023 ou no primeiro trimestre de 2024. As duas novas unidades, quando em operação, deverão abastecer mais de 500 mil residências e empresas com energia limpa de emissão zero. (Petronotícias - 02.05.2023)
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Coreia do Sul inicia a construção de novo reator de pesquisa

Foi realizada uma cerimônia para marcar o início da construção de um reator de pesquisa de 15 MWt na Coreia do Sul. O objetivo é atingir a autossuficiência e exportação de isótopos radioativos usados em medicina e indústria, reduzindo a dependência de importações. A KAERI, responsável pelo projeto, planeja suprir mais de 15% do mercado global de isótopos. O projeto, que terá um custo total de US$ 574 milhões, foi lançado em abril de 2012 e espera-se que a operação completa comece em 2027. A construção foi iniciada em maio de 2022. (World Nuclear News - 03.05.2023)
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