IFE
18/04/2023

IFE 5.703

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
18/04/2023

IFE nº 5.703

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.703

Regulação

CDE e Proinfa de transmissoras tem as quotas definidas pela Aneel

A superintendência de Gestão Tarifária da Aneel definiu os valores das quotas referentes ao encargo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de fevereiro de 2023, relativos às concessionárias de transmissão que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor com unidade de consumo conectada às instalações da Rede Básica do SIN. O valor total é de R$ 84.556.277,00 e o prazo para recolhimento será até o dia 10 de maio de 2023. Outra decisão do regulador foi fixar os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), para o mês de junho de 2023. A relação é para as concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor com unidade de consumo conectada às instalações da Rede Básica do SIN e as quotas definidas no Anexo do Despacho deverão ser recolhidas à Eletrobras até 10 de maio de 2023 no valor total de R$ 32.864.157,18. (CanalEnergia - 17.04.2023)
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Aneel libera 565,5 MW da UTE Marlim Azul para teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para início da operação comercial, a partir de 15 de abril, a UG1, da CGH Alto Farias, com 3 MW de capacidade instalada; as UG1 a UG8, da UFV AC XXIII, com 39,2 MW; as UG1 a UG172, da UFV Xaxado 3, com 30,96 MW; e por fim, as UG1 a UG5, da UFV Mercochem, com 0,5 MW. Juntos, os empreendimentos somam 73,66 MW de capacidade instalada. Para operação em teste, a Aneel autorizou a UG8, da EOL Ventos de Santa Leia 05, com 4,5 MW de capacidade instalada, e também a UG1, da UTE Marlim Azul, com 565,5 MW. Juntos, para teste, foram liberados 570 MW de capacidade instalada, segundo o Despacho publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 17 de abril. (CanalEnergia - 17.04.2023)
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Transição Energética

Governo estuda armazenar CO2 no subsolo

O governo federal planeja mapear neste ano áreas subterrâneas que poderão abrigar o armazenamento de dióxido de carbono (CO2), o principal gás de efeito estufa emitido por atividades humanas. Petroleiras com operação no país, como Petrobras, Shell e Repsol Sinopec Brasil, também buscam áreas no subsolo brasileiro com o mesmo objetivo. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), há cerca de 35 instalações dessa natureza no mundo, em países como Austrália, Canadá e Japão. Trata-se de uma tecnologia em estágio inicial, mas que aparece em projeções como opção para reduzir o dióxido carbono do ar. Por outro lado, injetar toneladas de CO2 na terra tem gerado críticas entre especialistas em meio ambiente. (Valor Econômico - 18.04.2023)
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IEA: Brasil quer causar impacto global com inovação em energia limpa

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) publicou recentemente um artigo no qual discute o potencial do Brasil para inovação no âmbito das energias renováveis. O artigo destaca, por exemplo, os esforços de P&D e a elaboração dos recentes Programa Nacional de Hidrogênio e Programa de Combustível do Futuro. Os pesquisadores da agência também destacam o papel da inova-e, "uma das plataformas online mais impressionantes para P&D em energia e outros dados de inovação, que fornece informações essenciais para definir a estratégia e as prioridades de inovação energética do país". A IEA também chama atenção para os programas de P&D da Aneel e da ANP, que estabelecem requisitos para investimento em inovação das concessionárias e estabelecem um processo acelerado para empresas de petróleo e gás priorizarem P&D para tecnologias de energia limpa, respectivamente. (IEA - 11.04.2023)
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Incentivos fiscais dos EUA atraem empresas europeias de tecnologia limpa enquanto a UE fica para trás

A startup norueguesa Freyr construirá primeiro baterias para alimentar veículos elétricos e armazenar energia limpa em uma cidade remota perto do Círculo Polar Ártico. A seguir? Um subúrbio de Atlanta. Isso ocorre porque uma nova lei de energia limpa dos EUA oferece generosos créditos fiscais - até 40% dos custos - no que é um "enorme, massivo incentivo" para a produção nos Estados Unidos, disse o CEO Tom Einar Jensen. Em toda a Europa, empresas que procuram investir no boom da energia verde – produzindo de tudo, desde painéis solares a moinhos de vento e baterias de veículos elétricos – estão fazendo cálculos semelhantes, avaliando os US$ 375 bilhões da Lei de Redução da Inflação dos EUA em benefícios para indústrias renováveis contra uma resposta fragmentada que a Europa os líderes têm lutado para consertar juntos por meses. A lei visa iniciar a transição dos EUA para longe dos combustíveis fósseis que mudam o clima com créditos fiscais e descontos que favorecem a tecnologia limpa feita na América do Norte. (Renewable Energy World – 17.04.2023)
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Japão e EUA assinam memorando de compromisso para o desenvolvimento de energia geotérmica

Os Estados Unidos e o Japão assinaram um memorando de compromisso para cooperar no desenvolvimento da energia geotérmica durante uma reunião dos ministros de Energia e Meio Ambiente do G7 na cidade de Hokkaido, Japão. O acordo destaca a energia geotérmica como uma tecnologia renovável que os dois países podem trabalhar juntos para avançar, e pede colaboração em pesquisa, desenvolvimento, troca de informações e construção de projetos geotérmicos nos EUA, Japão e outros países. O objetivo é reduzir a dependência de combustíveis fósseis e as emissões de carbono. O memorando não especificou o valor de investimentos, mas mencionou que cada país deve arcar com os custos associados às suas próprias atividades. (Broadcast Energia - 15.04.2023)
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União Europeia: Parlamento Europeu aprova mudanças nas regras do mercado de carbono

O Parlamento Europeu aprovou uma legislação que altera as regras do mercado de carbono da União Europeia (UE) e vai começar a tributar as importações com base nos gases de efeito estufa emitidos para a produção dos produtos. A aprovação é a última etapa antes que o projeto se torne lei, a primeira vez que questões climáticas são colocadas em regras de comércio. A aprovação encerra quase dois anos de negociações que visavam pressionar as economias de todo o mundo a estabelecer um preço para as emissões de carbono, enquanto protege os fabricantes da UE de países que não regulam os gases de efeito estufa. O imposto sobre emissões dará crédito aos países que precificam o carbono, deduzindo o valor por emissões de carbono no exterior quando as mercadorias chegam às fronteiras da UE. O imposto trouxe preocupações para os Estados Unidos, onde as empresas temem que o plano crie burocracias para empresas que buscam exportar para a Europa. A medida também atraiu críticas da China e de partes do mundo em desenvolvimento, onde os fabricantes tendem a emitir mais dióxido de carbono do que concorrentes na Europa e dependem mais da eletricidade produzida pela queima de carvão. (Valor Econômico - 18.04.2023)
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Empresas

Itaipu Binacional: Brasil e Paraguai fixam tarifa em US$ 16,71

O diretor-geral da Itaipu Binacional, Enio Verri anunciou que a tarifa de serviço de eletricidade para o exercício 2023 será de US$ 16,71 por kW. No fim do antigo governo, em 2022, o lado brasileiro havia fixado unilateralmente uma tarifa de serviços de eletricidade de US$ 12,67, porém, segundo Verri, o valor foi praticado por apenas algumas distribuidoras e não tinha acordo com o sócio vizinho. Segundo a estatal, o Custo Unitário dos Serviços de Eletricidade (CUSE) é 19,5% menor que o custo praticado em 2022. Entretanto, ele também significada um aumento de 31,88% em relação ao valor provisório. O Cuse leva em consideração, entre outros componentes, a dívida de construção da usina hidrelétrica, que foi quitada em 28 de fevereiro deste ano, com um pagamento total de US$ 63,5 bilhões. (Valor Econômico - 18.04.2023)
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Justiça levanta sigilo de pedido de tutela cautelar da Light

O Juízo da 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro decidiu levantar o segredo de justiça que a Light havia obtido para a ação de Tutela Cautelar que Light, Light SESA, Light Energia e Lajes Energia haviam requerido. Em comunicado ao mercado, a companhia enumerou pagamentos que por conta da obtenção da tutela não serão efetuados nesta segunda-feira, 17 de abril. A suspensão envolve a amortização e remuneração da 2ª série da 16ª Emissão de Debêntures; a Remuneração da 3ª série da 16ª Emissão de Debêntures; a Remuneração da 2ª série da 17ª Emissão de Debêntures; a Remuneração da 22ª Emissão de Debêntures; a Remuneração da 1ª e 2ª séries da 23ª Emissão de Debêntures e a Remuneração da 24ª Emissão de Debêntures. (CanalEnergia - 17.04.2023)
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Gestoras pedem na Justiça que Light volte a pagar dívidas a curto prazo

Um grupo de três grandes gestoras - AZ Quest, Arx e JGP -, representando seus fundos de investimento, pediu na Justiça a suspensão da decisão que deu à Light o direito de adiar o pagamento de debêntures. O pedido de suspensão ajuizado na segunda pelos três gestores enfatiza que representa “milhares de investidores individuais, inclusive pensionistas, que aplicaram seus recursos nos mencionados fundos”. E afirma que o benefício garantido à Light “não foi utilizado como verdadeiro mecanismo de socorro da empresa, mas uma forma de obter vantagem indevida na negociação com os seus credores”. Os autores enfatizaram ainda que não há risco imediato, ou seja, a retomada dos pagamentos “não implicará na interrupção ou inadequação dos serviços de energia elétrica à população fluminense”. E citando o texto da Light em sua petição inicial, destacam que “as obrigações financeiras, que se pretende suspender, não guardam relação com as de natureza setorial, que, como cediço, garantem a prestação do serviço público”. Os gestores apontam ainda que a liminar concedida à Light não estabelece deveres à concessionária. Também frisam que, não há prerrogativa de instauração de comitê de credores, tampouco existe a figura do administrador judicial, para fiscalização de seus atos, sequer há previsão de prestação de contas ou de relatório mensal, para que os interessados possam acompanhar a estratégia que a concessionária tomará para reorganizar seu passivo. (O Estado de São Paulo – 17.04.2023)
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EDP: Energia distribuída sobe 1,6% no primeiro trimestre

A EDP registrou crescimento de 1,6% no volume de energia distribuída no primeiro trimestre do ano, com altas de 0,8% na concessão paulista e 2,9% na capixaba. Segundo o último boletim operacional da empresa, o consumo foi resultante das condições climáticas, do desempenho favorável da atividade comercial e da melhora do mercado de trabalho, sendo observado principalmente em função do aumento do consumo das famílias e na expansão de 3,1% no número de clientes., sendo 3% no mercado cativo e 15% no livre (267 clientes). (CanalEnergia - 17.04.2023)
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EDP: Geração diminui 15,4%

O volume de energia vendida pelas usinas do grupo atingiu 1.323 GWh, redução de 15,4%, decorrente da venda da UHE Mascarenhas, concluída no início de dezembro de 2022, além do menor volume de energia vendida em Lajeado, resultante da redução de contratos bilaterais estabelecidos no período. Excluindo o efeito da venda o volume apresentaria redução de 2,2%. Já considerando as empresas não consolidadas, o volume de energia vendida aumentou 1,3%. (CanalEnergia - 17.04.2023)
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Emae vai distribuir R$ 52,4 mi em proventos

A Emae informou em comunicado ao mercado na última sexta-feira, 17 de abril, que aprovou a distribuição de R$ 52.417.571,91 em proventos aos acionistas, com base na posição acionária final do dia do anúncio. De acordo com a companhia, do total distribuído, R$ 11.248.269,66 serão destinados como dividendos complementares referentes ao exercício de 2022 e R$ 41.169.302,25 serão distribuídos como Juros sobre Capital Próprio. O pagamento está previsto para ocorrer no próximo dia 30 de junho. (CanalEnergia - 17.04.2023)
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Equatorial digitaliza distribuidoras com apoio da Schneider Electric

Visando integrar seus sistemas de informação e impulsionar a digitalização de seis de suas distribuidoras, a Equatorial Energia anunciou uma parceria com a Schneider Electric para impactar no atendimento a mais de 10 milhões de consumidores em Alagoas, Amapá, Maranhão, Pará, Piauí e Rio Grande do Sul. A principal solução implementada é o Advanced Distribution Management System (ADMS), plataforma de gestão energética que irá integrar diversas funcionalidades que atualmente operam isoladamente. (CanalEnergia - 17.04.2023)
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Ludfor migra matriz de comercialização para SP e anuncia novos executivos

Depois de abrir escritório em São Paulo no primeiro semestre de 2022 e em Maceió nesse ano, a gaúcha Ludfor anunciou a migração da sua matriz de comercialização e gestão no mercado livre para capital paulista. Para isso foram feitas adições estratégicas à equipe, com a entrada de Adriana Luz como gerente comercial do Sudeste e André Passari como diretor financeiro da empresa. A companhia reporta um recorde no ano passado, com crescimento de 90% em volume de energia negociado em comparação ao ano anterior. Deste total foi registrado incremento de 57% na entrega de fonte incentivada renovável. De acordo com a empresa, a mudança é um movimento estratégica para acompanhar o mercado energético no Sudeste e Centro-Oeste brasileiro, com foco na abertura do mercado livre de energia para empresas de diferentes portes. (CanalEnergia - 17.04.2023)
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Schneider Electric abre inscrições para o Go Green 2023

A Schneider Electric abriu as inscrições para mais uma edição da competição internacional Go Green. A iniciativa é voltada para estudantes universitários que possam propor soluções que transformem o uso da energia e demais recursos em cidades, prédios e residências sob o tema “Circularidade e Eficiência Energética para Edifícios”. Os interessados tem até o dia 09 de junho para realizar as inscrições, pelo site. De acordo com a empresa, a eficiência em edifícios é um dos pilares para um mundo com zero emissões líquidas de carbono (CO2) e, para isso, a Schneider está convocando ideias inovadoras para tornar o segmento mais sustentável. (CanalEnergia - 17.04.2023)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04/MWh, em todo o País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para esta segunda-feira, 17, mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04 por MWh, em todo o País. Os dados são da CCEE. O indicador segue no montante mínimo estabelecido pela Aneel desde 14 de setembro do ano passado, quando era fixado em R$ 55,70 por MWh. O preço praticado ao longo do dia não apresenta oscilações de modo que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 17.04.2023) 
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CCEE: Exportação do excedente de energia pode somar R$ 500 milhões ao MRE até o fim deste mês

A exportação do excedente da energia gerada por usinas hidrelétricas poderá gerar cerca de R$ 500 milhões ao Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) até o fim deste mês, informou o presidente do conselho da CCEE, Rui Altieri. Em janeiro, a Exportação de Vertimento Turbinável (EVT), como é formalmente chamada essa operação, para a Argentina e o Uruguai rendeu R$ 31,5 milhões. Em fevereiro, foram R$ 80 milhões enquanto que em março, correspondeu a R$ 231 milhões. De acordo com Altieri, a alta se deve à negociação de preços que foi feita a partir do segundo mês do ano pela CCEE, uma vez que o montante foi mantido. O executivo ressaltou ainda que esta receita é extraordinária. "Não estava previsto esse número em nenhum plano de negócio do ano de 2023", reforçou. Ele afirmou, porém, que com o início do período seco, o EVT deve diminuir. (Broadcast Energia - 17.04.2023) 
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Região Norte conta com 98,3% da capacidade

A Região Norte contou com aumento de 0,1 ponto percentual, no último domingo, 16 de abril, segundo o boletim do ONS. O subsistema está operando com 98,3% da capacidade. A energia armazenada mostra 15.043 MW mês e a ENA aparece com 28.278 MW med, o mesmo que 71% da MLT. O subsistema do Nordeste apresentou níveis estáveis e opera com 91,1% da sua capacidade. A energia armazenada indica 47.089 MW mês e a energia natural afluente computa 3.673 MW med, correspondendo a 39% da MLT. A região Sudeste e Centro-Oeste teve elevação de 0,1 p.p e está com 85,8%. A energia armazenada mostra 175.596 MW mês e a ENA aparece com 57.344 MW med, o mesmo que 80% da MLT. A Região Sul subiu 0,2 p.p e está operando com 84,3% da capacidade. A energia armazenada marca 17.255 MW mês e ENA é de 4.459 MW med, equivalente a 70% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. (CanalEnergia - 17.04.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Brasil entra no mapa global de lítio para baterias de VEs

O Brasil deu mais passo para ampliar sua presença na cadeia global de produção de insumos para baterias de carros elétricos. Na segunda (17), a Sigma Lithium iniciou oficialmente a extração de lítio verde (Green Lithium) em escala comercial para atender aos mercados externos, concluindo a transição da fase de desenvolvimento para produção em escala. Em comunicado oficial, a empresa canadense, que é controlada por um fundo brasileiro, informa que recebeu a licença ambiental e realizou a transição da fase de pesquisa e desenvolvimento para a produção dentro do cronograma no projeto intitulado Grota do Cirilo, que fica na região do Vale do Jequitinhonha, norte de Minas Gerais. Segundo relatado, a produção inicial atingiu 75% da capacidade instalada no local, com a previsão de que a unidade esteja a plena capacidade até julho deste ano. (Inside EVs - 17.04.2023)
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Enel prevê dobrar oferta de carregadores públicos para VEs até 2030 nos EUA

A gigante italiana de energia Enel espera dobrar a quantidade de carregadores rápidos para veículos elétricos nos Estados Unidos até 2030 à medida que o governo Biden intensifica os esforços para a transição de carros mais ecológicos. Se a Enel seguir com o plano, adicionará 10 mil carregadores rápidos públicos, considerados essenciais à adoção mais ampla dos carros elétricos. A Enel espera adicionar pelo menos dois milhões de carregadores ao todo nesta década na América do Norte. A maior parte desse novo equipamento viria da venda de carregadores domésticos que recarregam uma bateria por várias horas, a maneira mais comum de carregar, embora os planos de construir carregadores rápidos públicos a tornem uma das maiores operadoras desse mercado. (Broadcast Energia - 14.04.2023)
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Inovação e Tecnologia

Por dentro da corrida por energia limpa: projeto bilionário transforma água em hidrogênio verde

Um consórcio liderado pela BP está planejando cobrir uma extensão de terra na região de Outback, na Austrália, com até 1.743 turbinas eólicas e 10 milhões de painéis solares para produzir energia renovável a partir do hidrogênio verde. Embora nenhum dos 26 gigawatts de energia produzida seja destinado ao uso público, o hidrogênio verde pode ser uma solução para substituir o uso de combustíveis fósseis em várias indústrias, incluindo mineração, siderurgia, produção de cimento e transporte de mercadorias. A produção de hidrogênio verde é feita usando eletricidade de fonte renovável para decompor as moléculas de água e evitar a emissão de dióxido de carbono. Apesar dos desafios, investidores, incluindo algumas das indústrias mais poluentes do mundo, estão apostando no hidrogênio verde como uma solução para combater as mudanças climáticas. (O Estado de São Paulo – 15.04.2023)
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Energias Renováveis

Alckmin acredita que investimentos externos ajudarão infraestrutura de renovável no Brasil

Nesta segunda-feira, 17 de abril, o vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin afirmou que a China é maior parceiro comercial do Brasil e há uma grande possibilidade de ter um aumento de investimentos em infraestrutura de energia renováveis. “Nos mais variados setores, a China e depois os Emirados Árabes são os que mais investem na área de energia solar”, disse. Alckmin destacou que recentemente foi renovado o Padis até 2026 e além de semicondutores foi incluído toda a energia solar. “Queremos fabricar placas solares fotovoltaicas no Brasil, enfim, toda a área de energias renováveis e eólica”, declarou. Ainda de acordo com ele, o presidente Lula no próximo final de semana deverá passar por Espanha e Portugal. “A Espanha vai assumir a presidência da União Europeia e acordos do Mercosul e com isso há um esforço grande para nós podermos criar empregos e atrair investimento para o Brasil”, destacou. (CanalEnergia - 17.04.2023)
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Aterro sanitário de Curitiba vira parque de energia solar

O aterro sanitário Caximba em Curitiba, Brasil, que recebia 12.000 toneladas de resíduos produzidos na região, foi transformado em um parque de energia solar chamado Pirâmide Solar da Caximba. O parque foi inaugurado no 330º aniversário da cidade e possui 8.600 módulos fotovoltaicos que devem suprir 30% das necessidades de eletricidade dos prédios municipais da cidade, reduzindo até R$3 milhões em custos anuais de eletricidade. O sistema distribui a energia gerada para a companhia de energia elétrica, que, por sua vez, reduz a conta de energia da prefeitura. O projeto custou R$28 milhões, com um subsídio de R$1 milhão do C40. A cidade também planeja instalar painéis solares em terminais de ônibus e na rodoviária para reduzir despesas. (Folha de São Paulo – 14.04.2023) 
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Complexo eólico de 180 MW será inaugurado na Bahia

A CGN Brasil informou que em maio inaugurará oficialmente o complexo eólico Tanque Novo, localizado na região Sul da Bahia. O empreendimento possui 40 aerogeradores distribuídos em sete parques eólicos, com capacidade total instalada de 180 MW. A planta foi energizada em 12 de abril e agora passará por testes para a fase de comissionamento. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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EOL Cajuína A4 e A5 somam 57 MW para teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para início da operação em teste, a partir de 14 de abril, as UG1 a UG8, da EOL Cajuína A4, com 45,6 MW e as UG1 e UG2, da EOL Cajuína A5, com 11,4 MW. Juntas, as usinas somam 57 MW de capacidade instalada, e estão localizadas no estado do Rio Grande do Norte. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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ArcelorMittal e Casa dos Ventos: Formação de joint venture para geração eólica

Em linha com outros grupos industriais no país, a gigante do aço ArcelorMittal anunciou que sua subsidiária brasileira ArcelorMittal Brasil formou com a Casa do Ventos uma joint venture para desenvolver um parque de geração de energia eólica no país. O investimento previsto é de US$ 800 milhões e capacidade do projeto será de 554 MW. O projeto eólico tem por objetivo garantir e descarbonizar uma proporção considerável das necessidades futuras de eletricidade da ArcelorMittal Brasil. Estima-se que fornecerá 38% das necessidades totais de eletricidade da ArcelorMittal no Brasil em 2030. O projeto Babilônia será situado na região central do Estado da Bahia, tendo o local sido escolhido devido a várias vantagens competitivas, incluindo fatores de carga previstos de alta capacidade (mais de 50%) e uma curta distância (23 km) para conectar à rede elétrica nacional. Há também o potencial de expandir a capacidade do projeto adicionando mais 100 MW de energia solar. (Valor Econômico - 18.04.2023)
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Orion-E e BYD firmam parceria de mais de R$ 400 mi para desenvolvimento de projeto de geração distribuída no Brasil

A empresa brasileira Orion-E Sustainable Energy fechou uma parceria com a BYD para impulsionar o Projeto 3 Marias de geração distribuída no Brasil, com um investimento inicial de mais de R$ 400 milhões. A BYD ficará responsável pela Engenharia, Aquisição e Construção (EPC) das plantas, enquanto a Orion-E fará a distribuição da energia. O Projeto 3 Marias prevê a construção de 1.000 usinas solares de 100 KWp cada uma, somando a marca de 100 MWp em dois anos, com a meta de chegar a 50 mil mini usinas em 60 meses em diferentes regiões do Brasil. A parceria tem potencial de alcançar parte dos quase 4 milhões de produtores rurais inscritos na agricultura familiar, espalhados por todo o território brasileiro. (Petronotícias - 17.04.2023)
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Acelen vai investir R$ 12 bi e ser uma das maiores produtoras de combustíveis renováveis

Acelen, a empresa de refino de petróleo da Bahia, planeja investir mais de R$12 bilhões na produção de combustíveis renováveis. A empresa pretende produzir 1 bilhão de litros de combustíveis renováveis por ano, contribuir para a geração de 90 mil empregos e reduzir as emissões de CO2 em até 80%. O projeto será baseado no uso de culturas agrícolas de alta energia, com ênfase no diesel renovável e no querosene de aviação sustentável, e envolverá a produção de combustíveis a partir do hidrotratamento de óleos vegetais e gorduras animais. A previsão é que a empresa inicie a produção no primeiro trimestre de 2026. (Petronotícias - 16.04.2023)
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Gás e Termelétricas

Alckmin anuncia grupo de trabalho com Petrobras para ampliar oferta de gás

O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, anunciou durante seminário sobre o tema na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a constituição de um grupo de trabalho para encontrar soluções que aumentem a oferta e reduzam preços do gás natural. O grupo, conforme divulgado no evento, será formado por quatro ministérios - Indústria, Fazenda, Minas e Energia e Casa Civil -, junto com a Petrobras e produtores independentes menores. Alckmin declarou a empresários da indústria paulista que o grupo de trabalho deve trazer "bons frutos" em direção à diminuição no preço do insumo, considerado central na competitividade de grandes setores industriais, em especial a indústria química. Ele não informou, contudo, quando os trabalhos começam. O vice-presidente ressaltou que o País precisa investir em infraestrutura, gasodutos e unidades de tratamento para trazer à terra o gás do pré-sal. (Broadcast Energia - 17.04.2023) 
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Petrobras: estudamos parceria com a Bolívia para aumentar oferta de gás no Brasil

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou hoje que estuda a possibilidade de realizar parcerias com a Bolívia para aumentar a oferta do gás no Brasil. Ele anunciou ainda que até o início de maio a estatal se compromete em reduzir os preços do produto em 20%, ante os valores praticados no início do ano. “Estamos praticando preços na ordem média de US$ 10,50 a 13 milhões de btu. Até primeiro de maio, nosso compromisso é baixar os preços para os níveis entre US$ 9,75 até US$ 12 na faixa máxima”, afirmou. O presidente da Petrobras mencionou ainda que a Petrobras não reinjeta gás porque quer. Ele explicou que a ação é necessária para conduzir o gás carbônico (CO2) para o pré-sal, bem como a questão operacional, em que o gás retorna para impulsionar a própria retirada de óleo. (Broadcast Energia - 17.04.2023) 
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Petrobras: a questão da reinjeção do gás é considerada crítica

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou nesta segunda-feira, 17, que a estatal possui R$ 6 bilhões de investimento em busca de novas reservas de gás. Ele mencionou que metade dos investimentos estão direcionados para a Margem Equatorial, localizada próxima à Linha do Equador, área que detém importante potencial para exploração de petróleo e gás em águas profundas. Segundo Prates, a Petrobras terá três novas áreas de produção do gás que devem ficar prontas entre 2024 e 2027. Ele afirmou que apoia uma solução coletiva para fortalecer a oferta no País e sinalizou que um caminho possível pode acontecer via incentivos fiscais. O presidente da Petrobras reconheceu críticas de diversos setores em relação à reinjeção do gás, que ocorre durante a retirada do óleo. Mas afirmou que a ação é necessária, pois a reinjeção do gás é uma etapa fundamental para a própria retirada do óleo nas águas profundas. (Broadcast Energia - 17.04.2023) 
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Abegás: falta de oferta e gás inibe maior número de consumidores livres

O presidente executivo da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), Augusto Salomon, avaliou que é a falta de oferta gás que está inibindo o crescimento maior do número de consumidores livres deste insumo. Em participação durante o seminário Gás Brasileiro para Reindustrialização do Brasil, Salomon criticou o forte volume de gás que hoje é reinjetado, dentro do processo de produção de hidrocarbonetos no Brasil. “De uma produção de 130 milhões de metros cúbicos de gás, não faz sentido a reinjeção de 68 metros cúbicos”, disse. (Broadcast Energia - 17.04.2023) 
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Presidente da Equinor no Brasil diz que evitar oneração do óleo é importante para a competitividade do gás

A presidente da Equinor no Brasil, Veronica Coelho, defendeu hoje a necessidade de avaliar a tributação de petróleo e gás de maneira global, no âmbito dos estudos a serem realizados por um grupo de trabalho do governo para viabilizar o aumento da oferta e a redução do custo do gás. “Evitar surpresas com a oneração do óleo produzido e exportado também é importante para a competitividade do preço do gás”, disse a executiva, durante o seminário Gás Brasileiro para Reindustrialização do Brasil, promovido hoje pela Fiesp, numa referência à decisão do governo de criar um imposto sobre as exportações de petróleo bruto. Ela justificou que grande parte da produção de gás natural se dá em associação à produção de petróleo. (Broadcast Energia - 17.04.2023) 
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Usina termelétrica Marlim Azul, movida a gás natural do pré-sal, é autorizada a operar em teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a usina termelétrica Marlim Azul, movida a gás natural do pré-sal, a operar em teste. O empreendimento de 565,5 MW de potência fica em Macaé, no Rio de Janeiro. O projeto tem três investidores: a empresa petrolífera Shell, a fabricante de equipamentos Mitsubishi Hitachi Power Systems Americas (MHPS) e o Pátria Investimentos, operador da usina. O aval foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 17. (Broadcast Energia - 17.04.2023) 
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Reator nuclear mais poderoso da Europa inicia produção na Finlândia

O novo reator nuclear da Finlândia, o mais poderoso da Europa em capacidade de produção, concluiu uma fase de teste com duração de mais de um ano e iniciou a produção regular, neste domingo, 16. Isso aumenta significativamente a autossuficiência elétrica do país nórdico. O reator Olkiluoto 3, com capacidade de 1.600 megawatts, ajudará a Finlândia a atingir metas de neutralidade de carbono e aumentar a segurança energética em um momento em que os países europeus cortaram petróleo, gás e outras fontes de energia da Rússia. A operadora Teollisuuden Voima, ou TVO, disse, pelo Twitter, que o “Olkiluoto 3 agora está pronto” após um atraso de 14 anos em relação ao plano original. “A produção de Olkiluoto 3 estabiliza o preço da eletricidade e desempenha um papel importante na transição verde finlandesa”, disse o presidente e CEO da TVO, Jarmo Tanhua, em comunicado. A empresa acrescentou que “o volume de produção de eletricidade da maior usina nuclear da Europa é um acréscimo significativo à produção doméstica limpa”. (Broadcast Energia - 16.04.2023)
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Mercado Livre de Energia Elétrica

CCEE: Comercializadores varejistas devem saltar de 63 para cerca de 100 até o fim deste ano

O número de comercializadores varejistas deve saltar dos 63 atuais para cerca de 100 até o fim ano, embalado pela abertura completa do mercado de energia para os consumidores atendidos em alta tensão a partir de 2024, informou o presidente do conselho da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Rui Altieri. Até o fim do ano passado, havia 55 empresas varejistas. Neste ano, mais oito foram habilitados e há 35 em fase de habilitação. Altieri informou que o montante é bastante relevante, embora não haja ainda informações de qual será a migração efetiva. Segundo experiências internacionais, o processo costuma ser feito de forma paulatina. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, mais 106 mil consumidores poderão acessar o ambiente de contratação livre. Altieri ponderou, porém, que esse montante pode receber impacto da geração distribuída, que têm crescido entre os consumidores atendidos em baixa tensão. (Broadcast Energia - 17.04.2023) 
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EDP: Mercado livre

No ambiente de contratação livre o volume de energia comercializada totalizou 5.229 GWh no período, subindo 35,7% com as oportunidades de execução de trading direcional em função dos bons níveis dos reservatórios, da realização da carga no SIN e da manutenção do patamar de preços baixos, gerando menor volatilidade. Já no segmento varejista e atacadista o montante chegou a 573 GWh, crescendo 134% pelas migrações dos clientes e aumento do consumo pela redução dos preços de energia. (CanalEnergia - 17.04.2023)
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