IFE
17/04/2023

IFE 5.702

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
17/04/2023

IFE nº 5.702

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.702

Regulação

Artigo GESEL/AHK: Atlas do Hidrogênio Verde no Brasil

Foi publicado novo artigo GESEL no Portal de Hidrogênio Verde da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK). O texto, assinado por Nivalde José de Castro (Coordenador do GESEL), Luiz Fernando Vianna (Presidente do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento - LACTEC) e Luiza Masseno Leal (Pesquisadora do GESEL-UFRJ) é intitulado “A importância do Atlas do Hidrogênio Verde no Brasil”. Segundo os autores, para atingir uma visão estratégica bem consolidada para o desenvolvimento da economia do H2V, "é necessário acelerar os esforços em direção à construção de um Atlas do H2V, que constitui uma experiência positiva de acordo com estudos de caso internacionais". Para ler o artigo na íntegra, acesse: https://www.h2verdebrasil.com.br/noticia/a-importancia-do-atlas-do-hidrogenio-verde-no-brasil/ (GESEL-IE-UFRJ – 17.04.2023)
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GESEL: PPP de energia solar no Rio produz ganhos econômicos e fomenta cultura da transição energética, afirma Nivalde de Castro

O projeto Solário Carioca, capitaneado pela prefeitura do Rio de Janeiro, pretende transformar um antigo aterro sanitário em uma usina fotovoltaica. O projeto será implementado por meio de uma PPP e funcionará no modelo de minigeração distribuída de energia limpa, com potência prevista de 5 MW. Para o professor Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (GESEL-UFRJ), a iniciativa é positiva nas duas frentes: a de mirar a economia das contas públicas e a de transição energética. “Já tem logo de cara um ganho econômico expressivo”, afirma. “Outro lado que acho importante, que tem um valor intangível, é o de criar essa cultura de transição energética. A prefeitura e o Estado estão fazendo um esforço muito grande para tentar transformar o Rio de Janeiro na capital da transição energética. Essa iniciativa vai um pouco nessa direção". Para o especialista, o fato de envolver escolas também é interessante, já que pode ajudar a incutir nas crianças uma maior consciência sobre a importância da transição energética. Para ler a matéria na íntegra, clique aqui. (Valor Econômico - 17.04.2023)
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Governo anuncia acordos entre empresas brasileiras e chinesas

Durante a visita do presidente Lula à China, empresas chinesas e brasileiras anunciaram acordos na área de energias renováveis, transmissão e mobilidade elétrica. A Prumo Logística e a Spic assinam memorando de entendimentos para realização de estudos de avaliação da viabilidade financeira e técnica de projetos de eólica offshore, solar e hidrogênio verde e azul no Porto do Açu (RJ). Na transmissão, a subsidiária da Eletrobras Furnas e a State Grid desenvolverão projeto de Revitalização da Transmissão DC da Hidrelétrica de Itaipu. A Motrice Soluções em Energia e a China Gansu International Corporation for Economic and Technical Cooperation Company firmaram memorando na área de Energias Renováveis, com foco na importação e execução de serviços e investimentos. A Seara anunciou a compra de 280 caminhões elétricos da JAC Motors. O Governo do Ceará firmou acordos com a Mingyang Smart Energy Group para o investimento e implantação do centro de tecnologia e reparo de aerogeradores no estado; e com a Spic para realização de estudos de viabilidade de projetos na produção de energia eólica onshore e offshore, solar, hidrogênio azul e verde e combustíveis dentro do Complexo do Pecém. A Spic também acertou um acordo com o MME para estudos de viabilidade para construção e operação de pequenas usinas solares, complementadas por mini turbinas eólicas, baterias e purificadores de água, em áreas remotas e isoladas da floresta amazônica. Já a Apex Brasil e a Venture Cup China formalizaram parceria para apoiar startups brasileiras a desenvolverem negócios na China, além da organização conjunta da semana da inovação, que terá foco em soluções ligadas à economia verde e de baixo carbono, à sustentabilidade aplicada ao agronegócio e à digitalização. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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Presidente Lula reforça importância dos investimentos chineses no setor elétrico brasileiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se reuniu com o presidente da State Grid, Zhang Zhigang. A empresa atua no Brasil com 19 concessionárias e linhas de transmissão em 14 estados. A SG está presente em 88% do território da China e atende mais de um bilhão de pessoas. No encontro, Lula reforçou a importância dos investimentos chineses no Brasil, a confiança na economia nacional e o foco do Governo Federal em investimentos em energias renováveis e na ampliação da rede de transmissão integrando projetos de geração eólica e solar com a rede convencional. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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Mudança no cálculo do PLD mínimo divide setor elétrico

A recente disputa jurídica acerca do piso do preço de referência da energia elétrica para 2023, o PLD mínimo, está dividindo opiniões e pode trazer implicações a todo o mercado de energia, segundo especialistas. Nesta briga, de um lado, estão grandes consumidores e industriais que sempre reivindicaram o choque de energia barata e comercializadoras de energia. De outro, empresas geradoras hídricas que no curto prazo viram os preços derreterem com impactos diretos nos balanços. O PLD mínimo é calculado com base na TEO de Itaipu referente a custos de operação e manutenção da usina e pagamento pelo uso dos recursos hídricos, que é fixada em dólar. A polêmica começou após uma ação judicial impetrada pela comercializadora Enercore que obriga a Aneel a desconsiderar TEO Itaipu do PLD mínimo, já que a TEO não corresponde aos custos de operação das demais hidrelétricas. O ex-diretor técnico da Itaipu e membro do comitê de energia da Academia Nacional de Engenharia, Celso Torino, entende que a mudança na regra no curto prazo pode ter implicações diretas nos 130 milhões de consumidores que usam a energia de Itaipu. Segundo ele, a mudança precisa ser cautelosa e gradativa para que os impactos sejam reduzidos. O presidente da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, Luiz Eduardo Barata, assim como a Abrace, associação que representa os grandes consumidores livres de energia, entendem que esse é um tema que deve ser tratado tecnicamente e a judicialização pode trazer consequências severas. (Valor Econômico - 14.04.2023)
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Abradee defende renovação do processo de concessão de distribuição

A Abradee vai defender junto ao MME que a renovação de 20 concessões de distribuição seja semelhante ao processo que ocorreu na década passada, feita sem pagamento de outorga pelas companhias. O tema foi abordado em encontros recentes entre representantes da Abradee com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e com sua equipe técnica. O tema ganha urgência porque a primeira concessão a ter o contrato de concessão expirado é a da EDP Espírito Santo, que vence em 2025 e as regras para a renovação das concessões deveriam ter sido estabelecidas em julho de 2022. A expectativa da instituição é que o MME abra uma consulta pública para debater as diretrizes para a renovação das concessões, afirmou o presidente da Abradee, Marcos Madureira. O temor é que a renovação dessas concessões, a partir de eventual pagamento das outorgas, afaste investidores que atuam no segmento. Segundo Madureira, as empresas do segmento investem R$ 20 bilhões por ano e os processos de revisão tarifária periódica, que revisitam as bases das tarifas a cada cinco anos, garantem modicidade tarifária eficiência operacional. Nesse aspecto, as distribuidoras têm compartilhado ganhos de eficiência com o consumidor, segundo ele. “O modelo mais adequado para que se possa dar a essas concessões seria fazer o que nós chamamos de prorrogação sustentável, sem ônus adicional ao que o próprio modelo já traz [para o setor]”, disse Madureira. (Valor Econômico - 14.04.2023)
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MME ratifica valor de R$ 1,7 bi para indenização de Três Irmãos

O Ministério da Minas e Energia ratificou o valor histórico de R$ 1,7 bilhão da indenização a ser paga à Companhia Energética de São Paulo (atual Auren Energia) pela usina hidrelétrica Três Irmãos. O valor estabelecido na Portaria 727 tem como referência junho de 2012 e deverá ser atualizado pela Selic trinta dias antes da data de pagamento da primeira parcela do débito. O cálculo da indenização considerou a depreciação e a amortização acumuladas da data de entrada em operação da usina até 31 de março de 2013, de acordo com os critérios do Manual de Contabilidade do Setor Elétrico. Ela será liquidada em 84 parcelas mensais, totalizando sete anos, calculadas de acordo com o Sistema de Amortização Constante (SAC). A primeira parcela será repassada à empresa até 15 de outubro de 2023 e as demais até o dia 15 dos meses seguintes. Os recursos virão da Reserva Global de Reversão, e, na hipótese de não haver saldo na conta setorial, o montante vencido deverá ser pago no próximo período em que houver saldo suficiente para pagamento, respeitado o prazo limite de amortização da dívida. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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Formação do PLD mínimo precisa mudar, aponta PSR

A queda de braço que está sendo disputada na Justiça entre a comercializadora Enercore e a Agência Nacional de Energia Elétrica quanto ao PLD mínimo é apenas uma dentre as que existem no país. De acordo com a consultoria PSR, seria necessário o aprofundamento das discussões sobre a revisão da formação desse valor no Brasil, inclusive para valer a partir de 2024, depois de uma análise de impacto regulatório. Especialmente porque o país passa por um momento de mudança nas características do sistema que cada vez mais é composto por fontes com custo variável de produção de energia próximo a zero. O tema foi abordado em uma detalhada análise feita pela PSR em sua edição de março do Energy Report publicada antes da decisão desta sexta-feira, 14 de abril, do STJ, onde a presidente do Tribunal suspendeu a liminar que a Enercore havia conquistado no TRF-1 obrigando a Aneel a não considerar a TEO Itaipu como o PLD mínimo para as operações no mercado de curto prazo. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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STJ derruba liminar que suspendia PLD mínimo da Aneel

A disputa sobre o PLD mínimo no processo movido pela Enercore contra a Agência Nacional de Energia Elétrica ganhou novo capítulo. A ministra Maria Thereza de Assis Moreira, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), suspendeu a liminar que a comercializadora obteve sobre a decisão da Aneel até o trânsito em julgado da ação originária. Em sua análise, a ministra aponta que “foi satisfatoriamente evidenciada a ocorrência de grave lesão à ordem pública ao se determinar, por medida judicial de natureza provisória, a suspensão dos efeitos do disposto no art. 24, I, da Resolução Normativa Aneel n. 1.032/22, bem como no art. 2º, § 1º, da Resolução Homologatória Aneel n. 3.167/22, com a alteração da forma de cálculo do valor mínimo do Preço de Liquidação de Diferenças – PLD para que não tenha vinculação à TEO de Itaipu”. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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Transição Energética

Alemanha: Fechamento das últimas 3 usinas nucleares do país

O dia 15/04 marca um dia histórico para a Alemanha. A data encerra a era da energia nuclear comercial na Alemanha, uma fonte de energia para gerar eletricidade, que teve seus princípios na década seguinte ao final da Segunda Guerra Mundial, com o início das construções da usina de Kahl, em 1958. A Guerra da Ucrânia, que fechou a torneira do gás russo para a Alemanha, atrasou o encerramento dessas últimas três plantas em alguns meses. Mas a crise energética não foi suficiente para fazer o governo mudar de ideia. Em outubro do ano passado, o primeiro-ministro Olaf Scholtz anunciou que as manteria em operação apenas até o meio de abril de 2023. Essas três remanescentes, que ficam no noroeste, sudoeste e sudeste do país, contribuem com 6% da eletricidade alemã. Atualmente, a eletricidade vinda de fontes renováveis na Alemanha chega a 44% da produção total, enquanto o carvão, a principal fonte no país, foi reduzido de cerca de 60% em 1990 para 30% agora. Já a energia nuclear, com 19 usinas em 1990, respondia por pouco mais de um terço da eletricidade alemã. No lugar destas, estão entrando não apenas na Alemanha, mas em toda a Europa as novas fontes eólicas, solares e de biocombustíveis. Gás e hidrelétricas seguem com seu quinhão mais ou menos igual. (Valor Econômico - 15.04.2023)
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Alemanha decidiu que o fim da era da geração nuclear de energia no país começa a partir de hoje

O fim da Era Nuclear na Alemanha. Pelo menos na geração de energia elétrica. O país decidiu desligar suas últimas usinas nucleares a partir deste fim de semana, quando ocorre o desligamento dos seus últimos três reatores que estavam operando: Isar 2, Emsland e Neckarwestheim 2, todos reatores de água pressurizada, que deveriam encerrar suas vidas até o final do ano passado, mas tiveram uma extensão para o inverno após preocupações com a capacidade de energia como resultado da guerra Rússia-Ucrânia. Para o governo alemão, a prioridade agora era concluir a eliminação com segurança, incluindo o desmantelamento, e avançar na busca de um repositório para resíduos radioativos de alto nível e soluções permanentes para resíduos radioativos de nível baixo e intermediário. Steffi Lemke, Ministro Federal do Meio Ambiente e Segurança Nuclear, disse que a eliminação tornou o país mais seguro. “Estamos entrando em uma nova era de produção de energia. Portanto, vamos continuar a trabalhar em soluções para um repositório nuclear e colocar toda a nossa energia na expansão das energias renováveis”. Para Robert Habeck, Ministro Federal da Economia e Proteção Climática, a eliminação foi a implementação da decisão do governo de 2011: “A segurança do fornecimento de energia na Alemanha continuará garantida. A expansão maciça de energias renováveis em particular fornece segurança adicional. Em 2030, queremos gerar 80% da eletricidade aqui na Alemanha a partir de energias renováveis”. (Petronotícias - 15.04.2023)
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Crise energética impede acordo para eliminação do uso do carvão nas economias mais ricas

O G-7, grupo dos sete principais países ricos, estabeleceu novas e grandes metas coletivas para a capacidade de geração de energia solar e energia eólica, concordando em acelerar o desenvolvimento de energias renováveis e avançar para uma eliminação mais rápida dos combustíveis fósseis. Mas eles não chegaram a endossar o prazo de 2030 para deixar de usar o carvão, defendido pelo Canadá e outros membros, deixando a porta aberta para a continuidade dos investimentos em gás, alegando que o setor poderá ajudar a resolver possíveis crises de energia. Os países concordaram em acelerar “a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis” para alcançar sistemas de energia de emissões neutras até 2050. Em relação ao carvão, os países concordaram em priorizar “medidas concretas e oportunas” para acelerar a eliminação da “geração interna e ininterrupta de energia a carvão”, como parte de um compromisso do ano passado de alcançar pelo menos um setor de energia “predominantemente” descarbonizado até 2035. (Valor Econômico - 17.04.2023)
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Empresas

São Paulo: Assembleia Legislativa cria CPI para investigar atuação da Enel SP

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar eventuais irregularidades e práticas abusivas cometidas pela Enel SP no fornecimento de energia elétrica no estado, incluindo falhas operacionais, atendimento ao consumidor e investimentos na rede de distribuição. A proposta de abertura da CPI foi apresentada pelo deputado Thiago Auricchio (PL), que destaca a atuação da concessionária no período de 2018 a 2023. O ato que oficializa a instalação da comissão foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo da sexta-feira, 14 de abril. Os próximos passos serão a escolha dos nove membros titulares e seus suplentes pelas lideranças partidárias e a eleição do presidente e vice da CPI, que terá duração inicial de 120 dias, prorrogáveis por no máximo 60 dias. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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Furnas consolida por R$ 593 mi duas UHEs da Cemig

A subsidiária da Eletrobras, Furnas, e a Cemig chegaram a um acordo sobre duas usinas hidrelétricas em Minas Gerais ao valor de R$ 593 milhões de reais. Estão envolvidas nessa operação uma parcela de 49,9% de participação societária na UHE Retiro Baixo, por R$ 200 milhões, diretamente detida pela estatal mineira e outra parte de 69,38% de participação societária na SPE Baguari Energia, por R$ 393 milhões. essa participação correspondendo a 34% de participação na UHE de mesmo nome. Em nota a Eletrobras, afirmou que as aquisições estão alinhadas com o objetivo estratégico da empresa, simplificando sua estrutura, crescendo com rentabilidade e reforçando sua liderança em renováveis. E que a conclusão das aquisições levará a companhia a deter, indiretamente, 98,9% de participação em Retiro Baixo e 100% de Baguari. Já a Cemig comentou, por sua vez, que essas transações estão em linha com o planejamento estratégico da companhia, que prevê o aproveitamento de oportunidades em desinvestimento de participações minoritárias do grupo. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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Light: Debenturistas negociam contratação de assessor

Os detentores de títulos de dívida local da Light, companhia de energia elétrica brasileira, estão em negociações avançadas para contratar a Bee Capital Servicos Financeiros Ltda para assessorá-los em conversas de reestruturação. Um grupo de debenturistas que reúne cerca de R$ 5 bilhões em papéis da companhia deve organizar uma assembleia para aprovar a BeeCap, como é conhecida a empresa fundada pelo ex-diretor financeiro da Energisa Cláudio Brandão, como assessor financeiro. No início da semana, a Light obteve uma liminar para a suspensão temporária de pagamento de obrigações financeiras de cerca de R$ 11 bilhões. Nesta sexta-feira, a Fitch cortou a nota da Light de CC para C, citando que irá rebaixar o crédito para RD, ou default restrito, se a empresa anunciar formalmente um plano de reestruturação. (Valor Econômico - 14.04.2023)
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SPIC Brasil comemora seis anos de atuação

A SPIC Brasil, completa seis anos de atuação neste mês de abril, consolidando uma rápida e sólida expansão, com mais de 12 bilhões de investimentos em seus ativos de geração, que já somam quase 4 GW em geração que contemplam a aquisição da concessão da UHE São Simão, seu projeto de modernização, participação nas térmicas a gás GNA, dois novos projetos solares no Nordeste do país, além de investimentos em pesquisa e desenvolvimento e inovação. Fazendo parte da SPIC Global, que tem a maior capacidade instalada mundial em geração solar e a segunda maior em eólica, a empresa aposta na energia renovável e em novas tecnologias inovadoras, como o hidrogênio a amônia verdes, para impulsionar a transição energética no Brasil. Enquanto avança com novos projetos solares no Nordeste, a SPIC Brasil investe em inovação e novas tecnologias, como a amônia produzida a partir do hidrogênio verde (H2V). Em parceria com o CEPEL (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica da Eletrobras), a SPIC Brasil participa do desenvolvimento de um projeto de planta integrada e multipropósito de H2V e amônia verde. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário completa sete meses no patamar mínimo regulatório

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) está no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04 por MWh, nesta sexta-feira em todo Sistema Interligado Nacional (SIN), segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Com isso, já são sete meses de PLD no piso regulatório - esse valor era de R$ 55,70 por MWh em 2022. O preço praticado não apresenta oscilações ao longo do dia, de forma que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do País. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 14.04.2023) 
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ONS reduz projeção de carga para abril em 1.844 MWm e agora espera estabilidade ante 2022

O ONS voltou a reduzir a expectativa para a carga de energia no País em abril, com um corte de 1.844 MWmed na mais recente versão do Programa Mensal de Operação (PMO), divulgada hoje. Com isso, a previsão para o Sistema Interligado Nacional (SIN) passou a ser de 70.644 MWmed, o que corresponde a estabilidade em relação ao verificado em abril do ano passado. A estimativa anterior apontava para um crescimento da ordem de 2,7%. Houve redução das expectativas em todo o País. Em meio à expectativa de temperaturas mais amenas na próxima semana, a previsão para o subsistema Sudeste/Centro-Oeste, principal centro de carga brasileiro, passou a ser de carga de 40.476 MWmed. Já a carga do Sul foi reduzida em 53 MWmed, para 12.127 Mwmed. A previsão para o Nordeste passou a ser de 11.324 Mwmed, ou seja, 40 Mwmed mais baixa que a projeção anterior. Por fim, no Norte, a carga esperada é de 6.717 Mwmed, 33 Mwmed mais baixa ante a estimativa anterior. (Broadcast Energia - 14.04.2023) 
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ONS: Custo Marginal da Operação permanece zerado pela 16º semana consecutiva

O Custo Marginal de Operação (CMO) para a semana operativa de 15 a 21 de abril foi estabelecido em R$ 0,00 por MWh em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN), informou hoje o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Esta já é a 17º semana consecutiva em que o valor segue zerado, refletindo o alto volume dos reservatórios das hidrelétricas. O CMO é o custo para se produzir 1 MWh para atender ao Sistema Interligado Nacional (SIN). (Broadcast Energia - 14.04.2023) 
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ONS eleva previsão de afluência no Centro Sul em abril e armazenamento superará 80% no País

O ONS elevou a previsão de afluências para o centro sul do País. Ao mesmo tempo, revisou para cima a expectativa de volumes de energia armazenada em três dos quatro subsistemas que compõem o Sistema Interligado Nacional (SIN). Com isso, a expectativa passou a ser de que o nível dos reservatórios das hidrelétricas ficará acima de 80% em todos os subsistemas. Conforme a mais recente revisão do Programa Mensal de Operação, divulgada hoje, a Energia Natural Afluente (ENA) deve ficar em 96% da média histórica no Sudeste/Centro-Oeste, alta de 6 pontos porcentuais (p.p.) frente a estimativa anterior, enquanto no Sul, a expectativa passou a ser de 79% (+8p.p.). No Nordeste, houve oscilação de +1 p.p., para 36% da média de longo termo (MLT), e no Norte houve ligeira redução da expectativa, de 2 p.p., para 108%. (Broadcast Energia - 14.04.2023) 
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Região Sul foi único submercado com queda de 0,1p.p

O submercado do Sul apresentou diminuição de 0,1 ponto percentual e estava operando com 84% da capacidade, na última quinta-feira, 13 de abril, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada marca 17.196 MW mês e ENA é de 4.409 MW med, equivalente a 72% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A região Sudeste/Centro-Oeste subiu 0,1 p.p e a capacidade está em 85,5%. A energia armazenada mostra 174.913 MW mês e a ENA é de 56.996 MW med, valor que corresponde a 80% da MLT. Os reservatórios do Norte cresceram 0,1 p.p e contam com 98% da capacidade. A energia armazenada marca 15.001 MW mês e ENA é de 28.670 MW med, equivalente a 72% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste também aumentou 0,1 p.p e opera com 91,2% da sua capacidade. A energia armazenada indica 47.133 MW mês e a energia natural afluente computa 3.821 MW med, correspondendo a 40% da MLT. (CanalEnergia - 14.04.2023) 
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Vários municípios sofrem novo apagão e passam a tarde e a noite de sábado sem energia elétrica

Os municípios de Roraima que sofreram um corte de 180 MW de carga, neste sábado (15), já estão com o fornecimento de energia elétrica restabelecido. A retomada total dos serviços ocorreu por volta das 00h10 deste domingo (16). O incidente, que começou por volta de 17h30 do sábado, atingiu os serviços de energia elétrica da capital e de alguns municípios do interior de Roraima. As causas ainda estão sendo investigadas pelas instituições envolvidas na operação. A recomposição do sistema foi iniciada por meio da Usina Termelétrica (UTE) Jaguatirica II e, em seguida, começou o restabelecimento das cargas. Um pouco depois da meia noite, os 180 MW de carga, que haviam sido cortados, foram completamente recompostos. O Ministério de Minas e Energia agiu no problema em uma atuação coordenada do Ministério de Minas e Energia (MME) com as empresas vinculadas e os agentes setoriais. (Petronotícias - 16.04.2023) 
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Mobilidade Elétrica

GM anuncia novo investimento em lítio para baterias na Argentina

A GM segue acelerando seu plano estratégico de transição energética. E ele passa fundamentalmente pelo aumento na produção de baterias para carros elétricos, o que depende do lítio, que a empresa irá suprir com o anúncio de um novo investimento em mineração na Argentina. Trata-se de um investimento de US$ 450 milhões na startup de mineração de lítio EnergyX, uma empresa sediada no Texas e em Porto Rico que opera na Argentina, Bolívia e Chile e oferece uma tecnologia revolucionária para reduzir o custo da produção de lítio através de métodos de extração mais eficientes. (Inside EVs - 15.04.2023)
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Panasonic: Construção de fábrica de baterias para VEs nos EUA

A Panasonic Holdings está considerando construir uma nova fábrica de baterias automotivas no estado americano de Oklahoma. A fabricante japonesa de eletrônicos assinou um contrato com o Estado que estipula os termos de um subsídio que receberá se avançar com a fábrica. A empresa pretende capturar a crescente demanda por baterias usadas em veículos elétricos. Se concretizada, esta seria a terceira planta da Panasonic nos Estados Unidos para baterias de veículos elétricos, seguindo Nevada, onde uma instalação está atualmente em operação, e Kansas, onde uma fábrica está em construção. O valor do investimento potencial em Oklahoma ainda não foi determinado. Mas o governador do estado, Kevin Stitt, falando à mídia local após a assinatura do contrato, disse que o acordo resultaria em um investimento de US$ 5 bilhões e criaria 3.500 empregos. (Valor Econômico - 17.04.2023)
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SVolt terá cinco gigafábricas de baterias na Europa

O fabricante chinês de baterias SVolt Energy quer expandir-se na Europa. A empresa declarou que quer construir até cinco novas fábricas Gigafactories para abastecer seus clientes de países ocidentais. A SVolt, uma colaboração entre a BMW e a Great Wall Motor, já tem duas fábricas na Alemanha e começará a fornecer suas baterias à Stellantis a partir de 2025 com uma fábrica alemã. A empresa quer ter uma capacidade de produção na Europa de pelo menos 50 GWh por ano até o final da década. A ideia é poder fornecer baterias para pelo menos 1 milhão de carros elétricos por ano. (Inside EVs - 15.04.2023)
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Suzuki trabalha em uma plataforma elétrica e autônoma

A Suzuki continua no caminho em direção à mobilidade elétrica, celebrando uma importante aliança com a EV Applied da Austrália. Juntas, as duas empresas irão criar uma plataforma para veículos com emissões zero equipados com condução autônoma. Em particular, a tecnologia da plataforma elétrica e autônoma da Applied EV será integrada ao chassi do Suzuki Jimny, que poderá assim aproveitar um trem de força eletrificado e um software de controle de última geração chamado Digital Backbone. Depois disso, a Suzuki e a Applied EV colaborarão para desenvolver novos modelos de negócios que servirão tanto para trazer ao mercado veículos movidos a bateria capazes de viajar mesmo sem a intervenção de um motorista humano. (Inside EVs - 16.04.2023)
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Bateria de sódio CATL estreará na Chery

As baterias de íons de sódio serão um dos caminhos para carros elétricos mais acessíveis. Apresentadas pela CATL em julho de 2021, elas serão inauguradas pela Chery em seus VEs, de acordo com um anúncio recente da gigante chinesa de baterias. Maior fabricante mundial de baterias para veículos elétricos, a chinesa CATL destaca que as "baterias de íons de sódio romperão os gargalos de recursos e são uma escolha econômica", sem dar mais detalhes técnicos ou prazos. Ainda não foi divulgado em qual carro elétrico da marca Chery as novas baterias de sódio serão instaladas. Isso deve ser divulgado a partir dos próximos dias, com a abertura do Salão de Xangai. (Inside EVs - 17.04.2023) 
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Inovação e Tecnologia

RCGI avança com projeto de conversão térmica do etanol ao H2V

O Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI), um centro financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pela Shell, está avançando com três grandes frentes de pesquisa envolvendo tecnologias de produção de hidrogênio verde. As rotas produtivas estudadas na sede da Universidade de São Paulo (USP) utilizam produtos ou subprodutos do setor da cana-de-açúcar, como o etanol e a vinhaça. O primeiro projeto de pesquisa envolve o uso de calor para converter o etanol em hidrogênio por meio de reforma térmica, e uma planta piloto deve estar operacional até junho de 2023. O segundo projeto explora o uso de uma tecnologia alternativa para converter o etanol em hidrogênio por meio de reforma eletroquímica. O terceiro projeto concentra-se no melhor uso da vinhaça. A vantagem dessas tecnologias é que elas eliminam os desafios do transporte e armazenamento de hidrogênio, que requerem compressão ou liquefação para o movimento por caminhões ou gasodutos, já que o etanol já está em forma líquida. (CanalEnergia - 13.04.2023)
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Energias Renováveis

Prefeitura do Rio lança PPP de energia solar visando economia na conta de luz

A prefeitura do Rio publicou no dia 31 de março o edital de licitação do Solário Carioca, uma usina fotovoltaica que funcionará no antigo aterro sanitário de Santa Cruz, na zona oeste, desativado há 25 anos. Primeira parte de um projeto que mapeia outros terrenos para investir em energia solar, o Solário será controlado pela iniciativa privada por 30 anos, no modelo de PPP e com investimentos de R$ 40 milhões. As instalações terão capacidade de abastecer até 45 escolas ou 15 UPAs da rede municipal, segundo a prefeitura. Outra perspectiva envolve os cofres públicos, mesmo que com valores ainda discretos. Como a energia ali produzida servirá para a própria gestão municipal, existe a estimativa de uma economia anual de R$ 2 milhões nas contas da prefeitura. “Não é nada desprezível e, quando juntarmos esse projeto com os que queremos aplicar em outras áreas, teremos um valor bem considerável”, afirma o presidente da Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos (CCPar), Gustavo Guerrante.
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Bradesco inaugura usina solar no Ceará

O Bradesco inaugurou uma usina solar em Quixeré, Ceará, que fornecerá energia para mais de 50 agências da região. Este é o primeiro projeto do contrato de geração distribuída do Bradesco com a Enel X, com previsão de construção de mais oito usinas. No total, as 13 usinas terão capacidade de 14 MWm e abastecerão quase 500 agências, gerando uma economia de 12%. O banco espera que todas as usinas estejam operando até o final de 2023. (CanalEnergia - 13.04.2023)
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EOL Ventos de Santa Leia e Oitis iniciam teste de 25,5 MW

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para início da operação em teste, a partir de 13 de abril, as UG7 e UG10, das EOL Ventos de Santa Leia 03 e 05, que juntas somam 9 MW de capacidade instalada, localizadas no estado do Rio Grande do Norte; e por fim, as UG2 a UG4, da EOL Oitis 4 e 5, que somam 16,5 MW de capacidade instalada e estão localizadas no estado do Piauí. Juntos, para operação em teste, foram liberados 25,5 MW de capacidade instalada. (CanalEnergia - 13.04.2023)
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Gás e Termelétricas

Governo quer enviar proposta para aumentar oferta de gás natural ao Congresso

Com uma pauta focada no setor de óleo e gás, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, planeja encaminhar uma proposta ao Congresso Nacional com objetivo de ampliar a oferta de gás natural ainda no primeiro semestre deste ano. Nomeado de "Gás para Empregar", o programa vem sendo defendido publicamente pelo ministro como uma aposta para ter preços mais competitivos do insumo no País e para garantir a segurança energética, alimentar e a industrialização nacional. A ampliação da oferta de gás vem sendo pregada pelo ministro desde seus primeiros discursos no comando da Pasta. A medida, que ainda está sendo estruturada pelo governo, deve tratar de alterações nas atribuições da Pré-Sal Petróleo (PPSA), estatal criada para gerir os contratos da União na partilha do pré-sal. A ideia é fazer um swap, ou seja, uma troca da parte de óleo que a União tem direito por volumes adicionais de gás natural disponíveis para comercialização pela empresa. (Broadcast Energia - 14.04.2023) 
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GE fecha contrato com Eneva para fornecimento de turbina a gás de ciclo combinado

A GE anunciou que recebeu um segundo pedido para fornecimento da tecnologia de turbina a gás da Classe H para a Eneva. O equipamento será usado para expandir a usina de Azulão II, de 590 MW. A nova usina deve iniciar a operação comercial em 2027. Em nota, a GE destacou que a decisão da Eneva de selecionar a GE está baseada no relacionamento de longa data entre as empresas, construído por meio de mais de meia dúzia de turbinas a gás da GE que equipam as usinas da geradora de energia no Maranhão. Em outubro do ano passado, a GE anunciou um pedido da Eneva para fornecer uma turbina a gás modelo 7HA.02 para a usina de Azulão I, construída ao lado desta recém anunciada usina. A construção da primeira usina de Azulão começou no final de 2022, visando o início da operação comercial até 2026. (Broadcast Energia - 14.04.2023) 
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PBGÁS ampliou o período da chamada pública para aquisição de gás natural

A Companhia Paraibana de Gás (PBGás) anunciou a prorrogação até 12 de maio da chamada pública para aquisição de gás natural a partir de janeiro de 2024. A empresa disse que a ampliação do prazo visa proporcionar a participação de um número maior de fornecedores e propostas para aquisição do gás em condições competitivas. O diretor-presidente da PBGás, Jailson Galvão, explicou que o edital tem como objetivo diversificar as fontes supridoras, mantendo a segurança e a confiabilidade no abastecimento e oferecendo boas condições mercadológicas para os usuários de gás natural canalizado na Paraíba. O edital prevê a contratação de 150 mil metros cúbicos de gás para 2024, além de 150 mil metros cúbicos para 2025. O processo também vai contratar o fornecimento de 220 mil metros cúbicos a partir de 2026 e 220 mil metros cúbicos a partir de 2027. (Petronotícias - 14.04.2023) 
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FIESP será sede do seminário que discutirá o potencial uso do gás na reindustrialização do Brasil

A produção de gás e o potencial de sua utilização para o desenvolvimento do país serão os principais temas do encontro de hoje (17) na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que realiza o Seminário Gás Brasileiro para a Reindustrialização do Brasil, a partir das 9 horas. O gás brasileiro é um insumo essencial para a reindustrialização do país. No entanto, dos 140 milhões de m³ de gás natural produzidos diariamente no Brasil hoje, quase metade é reinjetada em poços de campos offshore e não beneficia o mercado nacional, que chega a ter um terço da sua demanda atendida por importações de gás boliviano e gás natural liquefeito (GNL). Por essa razão, a Fiesp reúne especialistas e autoridades para debater como construir políticas públicas que viabilizem a ampliação da utilização desse recurso natural a preços competitivos. (Petronotícias - 15.04.2023) 
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Sem ativos da Petrobras, setor de petróleo deve passar por fusões

Empresas independentes do setor de petróleo e gás devem se tornar alvo de movimento bilionário de fusões e aquisições, em um momento em que começam a direcionar o foco para novas estratégias de crescimento. A busca por alternativas que garantam a expansão ocorre diante da expectativa de interrupção na venda de poços maduros pela Petrobras sob a nova administração. Com isso, essas companhias estão atrás de possibilidades para continuarem entregando retorno a seus acionistas. Segundo Luiz Carvalho, do UBS BB, após a abertura do mercado, há dez anos, houve maior diversificação no setor. Foi a partir daí que empresas como 3R, PetroRecôncavo e PRIO (ex-PetroRio) se capitalizaram, ao abrirem o capital em 2020. João Vitor Marques, da FGV Energia, diz que, após petroleiras independentes cumprirem investimentos pesados, podem começar a fazer negócios entre si. Segundo ele, as gigantes estrangeiras também podem vender parte de seus campos, para reciclagem de ativos no setor. A previsão da associação das empresas independentes é de investimentos de aproximadamente R$ 40 bilhões em campos terrestres até 2029. (Valor Econômico - 17.04.2023)
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ANP autoriza retomada da produção de instalações do campo de Fazenda Bálsamo

A Petrobras informou que obteve autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para retomar a produção de instalações do campo de Fazenda Bálsamo, dando continuidade aos trabalhos de desinterdição do Polo Bahia Terra. A companhia iniciou a execução dos procedimentos operacionais necessários para o retorno seguro do processo produtivo desse campo que, somado à produção das instalações previamente autorizadas ao retorno operacional, possibilitará o restabelecimento de aproximadamente 36% da produção total do Polo Bahia Terra, informou a Petrobras por meio de comunicado ao mercado. O Polo teve a operação paralisada por determinação da ANP no fim do ano passado e, desde então, a Petrobras vem lançando mão de todos os esforços para o atendimento às condicionantes estabelecidas pelo órgão regulador e para garantir o restabelecimento da operação das instalações do Polo Bahia Terra no menor tempo possível. (Broadcast Energia - 13.04.2023) 
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Dependência da Europa por petróleo e gás da Rússia caiu significativamente

Dependência da Europa por petróleo e gás da Rússia caiu significativamente A dependência da Europa por petróleo e gás da Rússia caiu significativamente, declarou o diretor do Departamento de Europa do Fundo Monetário Internacional (FMI), Alfred Kammer. Ele disse que a maior parte do petróleo russo utilizado no bloco foi substituída por outras fontes de importação e, portanto, não espera uma séria interrupção no fornecimento para economias europeias. "A dependência por gás caiu significativamente, de 40% antes da guerra [na Ucrânia] para 10%, e isso é reflexo de fornecedores alternativos e particularmente da entrada do LNG (gás natural liquefeito) na Europa", afirmou durante as reuniões de primavera do FMI. "O mesmo vale para o petróleo russo e derivados, que estão sendo substituídos por outros canais de importação. (Broadcast Energia - 14.04.2023) 
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Alemanha termina de fechar as últimas três usinas nucleares do país

A Alemanha desligou as últimas três usinas nucleares do país neste sábado, um pouco antes da meia noite do horário local, em linha com o plano de transição para a energia renovável. O fechamento de Emsland, Neckarwestheim II e Isar II atraiu aplausos de ativistas antinucleares do lado de fora dos três reatores e em passeatas em Berlim e Munique. Dentro das fábricas, os funcionários realizaram cerimônias mais sóbrias para marcar a ocasião. O governo da Alemanha reconheceu que, no curto prazo, o país terá que depender mais do carvão e do gás natural para atender às suas necessidades energéticas, ao mesmo tempo em que toma medidas para aumentar em grande escala a produção de energia solar e eólica. A Alemanha pretende ser neutra em carbono até 2045. (Fonte: AP) (Broadcast Energia - 15.04.2023) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

BTG Pactual promove leilão para demandas específicas no ACL

O BTG Pactual vai promover dois leilões de compra e venda de energia elétrica com objetivo de reduzir os riscos na comercialização na próxima quarta-feira, 19 de abril. O banco afirma que recebeu ao longo dos últimos meses essas demandas de geradores visando proteger seu volume de energia descontratada e dos consumidores que ponderam se a situação do mercado pode gerar oportunidades à frente. Podem participar todos os players autorizados pela Aneel e agentes da CCEE. Pensando nessas necessidades de expectativas quanto a preços, foi concebido dois produtos para o certame que trazem uma oportunidade de proteção contando com o BTG como contraparte. (CanalEnergia - 14.04.2023)
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Biblioteca Virtual

CASTRO, Nivalde de; VIANNA, Luiz Fernando; LEAL, Luiza Masseno. "A importância do Atlas do Hidrogênio Verde no Brasil".

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