IFE
14/04/2023

IFE 5.701

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
14/04/2023

IFE nº 5.701

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.701

Regulação

Portarias autorizam comercializadoras a importar e exportar energia

O Secretário de Planejamento e Transição Energética do Ministério de Minas e Energia, Thiago Barral, publicou nesta quinta-feira, 13 de abril, no Diário Oficial da União, Portarias onde autoriza comercializadoras a importar e exportar energia elétrica interruptível com a República Argentina e com a República Oriental do Uruguai. ão elas: MEZ Comercializadora de Energia Elétrica; Máxima Energia Comercializadora; Simple Energy Comercializadora de Energia; RZK Comercializadora de EnergiA. Segundo os critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a importação e a exportação de energia elétrica de que trata a autorização não deverão afetar a segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional. A exportação de energia elétrica não poderá produzir majoração dos custos do setor elétrico brasileiro. (CanalEnergia - 13.04.2023)
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Deputado cobra esclarecimentos sobre críticas de diretor da Aneel a lobbies do Congresso

Em mais um capítulo da guerra aberta contra a Aneel, o deputado Danilo Forte (União-CE) apresentou requerimento à Comissão de Minas e Energia da Câmara propondo que o diretor Hélvio Guerra seja convidado a prestar esclarecimentos por criticar lobbies defendidos por parlamentares. As declarações foram feitas durante o evento Agenda Setorial, do Grupo CanalEnergia, e irritaram deputados, que ameaçaram acionar judicialmente o diretor da agência reguladora. Guerra disse na ocasião: “Nós sabemos que aquilo que está no Congresso possivelmente o deputado que apresentou o PDL, ou os deputados que apresentaram o PDL, possivelmente não sabem nada de setor elétrico. Mas eles foram movidos por um lobby e nós sabemos quem é o lobby.” Para o parlamentar as afirmações são inaceitáveis. (CanalEnergia - 13.04.2023)
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Setor público e empresas privadas discutiram na Aneel soluções para combater a infestação do mexilhão dourado

Você já ouviu falar no mexilhão dourado? Ele é uma espécie exótica que tem facilidade em se fixar em estruturas rígidas e assim ocasionar a obstrução de tubulações e equipamentos em instalações hidrelétricas e de abastecimento, causando impactos financeiros. Com o intuito de discutir soluções para combater a infestação da espécie, foi realizado nesta quinta-feira (13/4) um workshop internacional na sede da Aneel, em Brasília. A Diretora da Agência, Agnes da Costa, abriu o evento e destacou a importância de reunir stakeholders tanto da área privada quanto pública para tratar da questão de controle biotecnológico. Costa apresentou números alarmantes relacionados à infestação do mexilhão. “Já são 30 anos de infestação e nenhum sinal de arrefecimento; mais de 10.000 Km de rios infestados; mais de 60% das bacias hidrográficas infestadas até 2030 e impactos em todas as atividades econômicas de reservatórios multiuso (pesca, navegação, piscicultura, geração de energia e outras)”, afirmou a Diretora. Ela também destacou os impactos para o setor elétrico. “São mais de 40% das usinas atingidas e mais de 50% da capacidade instalada infestada”, pontuou. (Aneel – 13.04.2023)
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Transição Energética

Haddad lança em maio ‘pacote verde’ para impulsionar a economia com ações sustentáveis

O Ministério da Fazenda prepara um pacote para maio visando impulsionar a economia com ações sustentáveis. Batizado de Plano de Transição Ecológica, o projeto está dividido em seis eixos, com medidas escalonadas ao longo dos próximos meses. O “pacote verde” inclui incentivos para o mercado de crédito de carbono, produção de painéis solares e ampliação da participação de produtos da floresta nas exportações, entre outros pontos. “A estruturação está sendo feita dentro da Fazenda, com todos mergulhados no tema, mas o governo inteiro está engajado”, disse ao Rafael Dubeux, assessor especial do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao Estadão/Broadcast. O cargo de Dubeux, inédito no ministério, aponta para a importância que o governo quer dar ao tema. (O Estado de São Paulo – 13.04.2023)
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Fazenda enviará ao Congresso proposta de regras para mercado de carbono no Brasil

O Ministério da Fazenda deve enviar ainda este ano ao Congresso um conjunto de propostas com regras para estimular o mercado de carbono, que serve para regular a compra e venda de créditos ambientais. Funciona assim: quando uma empresa consegue reduzir emissões de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono, pode vender o excedente como crédito de carbono para outra empresa, até mesmo de fora do Brasil. Já há projetos de lei circulando no Congresso sobre o tema, mas a intenção da Fazenda é apresentar um documento com mais quantidade de detalhes. Os que já chegaram ao Legislativo abordam mais o mercado voluntário de carbono e a Pasta pretende também incluir normas para o segmento regulado, conhecido também como obrigatório, e que tende a ter mais negociações. No mercado regulado, o governo define um limite de emissões para as empresas e estabelece política de Estado, uma medida para tornar essa captura de carbono mais atraente aos investidores. (O Estado de São Paulo – 13.04.2023)
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Brasil teve maior queda do mundo nas emissões do setor em 2022, diz estudo

Relatório lançado pelo think tank britânico Ember na última quarta-feira, 12 de abril, revelou que o Brasil viveu a maior queda absoluta do mundo nas emissões do setor elétrico em 2022. De acordo com a análise, o mix elétrico brasileiro emitiu 69 milhões de toneladas de CO2 no ano passado, queda de 34% ou de 36 MtCO2 em relação a 2021, quando a emissão ficou em 105 milhões de toneladas. Apenas a Ucrânia, que está sob ataque russo, viu declínio percentual comparável, de 38%, com a segunda maior redução nas emissões, de 14 MtCO2. De acordo com a análise, a queda no Brasil veio em decorrência da diminuição do uso de UTEs, em função do aumento, de um ano para o outro, da geração hidrelétrica em 18%, indo a 65 TWh. A hidroeletricidade, com 363 TWh, estava em seu nível mais baixo desde 2015, e com a volta das chuvas em 2022, foi ao nível mais alto desde 2011, registrando 428 TWh. (CanalEnergia - 13.04.2023)
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BCE/Nagel: achamos solução para questão energética na Europa e é algo com que podemos lidar

Membro do Banco Central Europeu (BCE), Joachim Nagel disse hoje que a questão energética na Europa, que emergiu após guerra da Rússia na Ucrânia, está "mais ou menos resolvida". "[A questão] não acabou completamente, mas parece que encontramos uma solução para lidar com isso", afirmou durante debate nas reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI); "Talvez não seja perfeita, mas é algo com que podemos lidar".(Broadcast Energia - 13.04.2023)
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Empresas

Petrobras: Comitê reprova terceira indicação do governo ao conselho da estatal

O Conselho de Administração da Petrobras marcou para esta sexta-feira, 14, uma reunião extraordinária para analisar mais indicações ao novo colegiado. Ainda resta ao Conselho atual avaliar seis nomes apontados como candidatos pela União e dois por minoritários. O Conselho deve se manifestar sobre todas essas indicações até 27 de abril, data da Assembleia Geral Ordinária (AGO), quando será eleito o novo Conselho com os nomes indicados pelo governo Lula. Até o momento, segundo apurou o Estadão/Broadcast, três dos onze nomes enviados pelo MME foram rejeitados pelo Comitê de Pessoas (Cope) do Conselho. O Cope já havia rejeitado em março os nomes do secretário de Petróleo do MME, Pietro Mendes, e do físico e dirigente do PSB, Sergio Rezende, fato que foi ratificado pelo Conselho em reunião do dia 22 de março. No fim de março, foi a vez de o Cope rejeitar o secretário executivo do MME, Efrain Cruz. A reprovação de Cruz, diz uma fonte, deve ser confirmada na íntegra do Conselho nesta sexta, já que Cruz ocupa cargo direto no governo federal e sua indicação é vedada pela Lei das Estatais (13.303), por configurar possível conflito de interesses. O caso é similar ao de Pietro Mendes, que acabou rejeitado pelo Conselho de Administração em votação apertada, pelo placar de quatro votos a três. No caso de Rezende, a vedação se deve à sua pretensa liderança partidária e foi reconhecida por unanimidade pelo atual Conselho da Petrobras. As reprovações não anulam automaticamente as indicações, porque o parecer do Cope tem caráter meramente consultivo e, historicamente, as decisões do corpo de acionistas se impõem. A dúvida agora é se o governo Lula terá a mesma postura do governo anterior, ignorando as recomendações dos comitês da Petrobras, ou se vai trocar a indicação de Cruz por um dos três nomes anunciados em caráter de reserva, acrescidos à lista inicial de oito nomes. (O Estado de São Paulo – 13.04.2023) 
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Presidente da Eletrobras critica subsídios a quem não precisa

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, criticou os subsídios a empreendimentos de energia solar e eólica, afirmando que é preciso deixar claro que eles não são mais necessários. No caso da solar distribuída, frisou o executivo, esse subsídio é dado a quem tem capacidade de investir em geração própria, deixando a conta para os consumidores mais pobres. “Isso é uma crueldade,” disse Ferreira Júnior na quarta-feira, 12 de abril, durante evento da Abdib. O dirigente lembrou que o custo dos descontos da micro e miniGD na Conta de Desenvolvimento Energético será de R$ 5 bilhões esse ano. Empreendimentos renováveis de energia centralizada também são beneficiados com descontos nas tarifas de uso dos sistemas de transmissão (Tust) e de distribuição (Tusd). O benefício vem sendo gradualmente reduzido, mas ainda pesa na CDE. Na economia como um todo, os benefícios concedidos somam mais de R$ 300 bilhões. “O subsídio é necessário para a gente começar a coisa. E assim sempre foi feito”, explicou o presidente da Eletrobras, lembrando que o grande problema hoje é se livrar deles. Ferreira deu como exemplo o caso das usinas contratadas pelo Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia logo após o racionamento de 2001/2002. Na época, o governo aceitou pagar um preço mais alto para incentivar renováveis, com subsídios que tinham uma perspectiva de término. Uma alteração na Lei 14.182, que autorizou a privatização da Eletrobras, permitiu a prorrogação dos contratos do Proinfa por mais 20 anos. Há impacto das renováveis também no GSF, que reflete o deslocamento da geração hidrelétrica pela fontes eólica e solar. Ferreira Junior lembrou que isso acontece mesmo em um cenário hidrológico favorável, com o atual. “Não era para ser assim. Nós temos aqui a entrada de eólica e solar na base, e as hidrelétricas perdem muito da competitividade.” Um alerta semelhante foi feito pelo diretor-presidente da Engie Brasil, Eduardo Sattamini, ao apontar o impacto do excesso de oferta de energia nos preços. Lembrando que a empresa tem geração hidrelétrica, mas também investe em outras renováveis, Sattamini criticou os incentivos que são dados por meio da redução de encargos, que levam ao crescimento dessas fontes de forma descontrolada. Para o executivo da Engie, é preciso encontrar uma forma de aumentar o consumo de energia elétrica no país. Além de exportar mais energia para Argentina e Uruguai, é necessário criar condições para a reindustrialização, garantindo uma retomada que pode reduzir a “ pressão maligna” sobre a cadeia de valor da geração de energia. (CanalEnergia - 13.04.2023) 
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Light avalia alternativas para a sua complexa situação financeira 

Após conseguir na justiça suspender por 30 dias as obrigações financeiras, a Light revelou em comunicado ao mercado na quinta-feira, 13 de abril, que analisa outras potenciais alternativas para a sua complexa situação financeira. “As Companhias seguem, em conjunto com seus assessores, avaliando outras potenciais alternativas para implementar a pretendida readequação e/ou equalização das obrigações financeiras objeto da Medida Cautelar e de melhorias em sua estrutura de capital”, diz o comunicado. A Light, em resposta a questionamento da CVM, também negou intenção de pedir recuperação judicial, ainda que o acesso a esse mecanismo não seja possível por lei. De acordo com a empresa, a instauração do procedimento de mediação visa criar um ambiente específico e apropriado para as tratativas com os credores, além de permitir um tratamento igual nas negociações de cada uma das obrigações abrangidas pela Medida Cautelar. (CanalEnergia - 13.04.2023) 
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BTG Pactual lança leilões de energia com compartilhamento de risco de preços futuros

Diante dos atuais baixos preços do megawatt-hora no mercado livre de energia e das incertezas relacionadas à possível manutenção desse atual patamar nos próximos anos, o BTG Pactual desenvolveu duas novas modalidades de leilão de compra e venda de energia futura, buscando responder a demandas específicas de geradores e consumidores. Na prática, serão oferecidos contratos que compartilham os riscos de perdas associados ao fechamento de uma estratégia de contratação de energia em meio às incertezas para o futuro. A primeira modalidade desenvolvida foi a de compartilhamento de Alta de Preço - o "Upside Sharing" -, que viabiliza o compartilhamento dos ganhos entre comprador e vendedor caso o preço de energia aumente. A segunda modalidade de leilão vai na direção contrária: é o compartilhamento de Baixa de Preço, ou "Downside Sharing", que permite o compartilhamento das perdas entre as partes em eventual queda no preço. (Broadcast Energia - 13.04.2023) 
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Coelba e Brasília se destacam no 1° trimestre operacional da Neoenergia

A energia injetada pelas distribuidoras da Neoenergia no primeiro trimestre do ano, chegou a 19.510 GWh, aumentando 0,2% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. A Coelba (BA) foi a que teve maior crescimento, de 3,9% e a Neoenergia Brasília (DF) veio em seguida, com aumento de 0,9%. As demais concessionárias registraram recuo. A Elektro (SP) foi a que teve maior queda na comparação, de 3,9%. A Cosern (RN) teve variação negativa de 0,7%, enquanto na Neoenergia Pernambuco, ficou em 0,4%. De acordo com a Neoenergia, os resultados absorvem os impactos de menor temperatura e geração distribuída nas concessões. A energia injetada abrange a energia distribuída nos ambientes cativo e livre acrescida das perdas. Na geração, a fonte eólica foi destaque no trimestre, com a entrada em operação do Complexo Eólico de Oitis e a conclusão do Complexo Solar Luzia. Foram 882 GWh eólicos, 72,94% acima do gerado nos três primeiros meses do ano passado e a capacidade instalada chegou a 1.389 MW. A fonte solar gerou 61 GWh e 149 MWp. A geração hídrica, que chegou a 4.037 GWh e capacidade de 3 GW, teve um recuo de 18,43% no período, devido ao menor despacho solicitado pelo ONS. Já na geração térmica, a Termope (PE- 533 MW) não produziu energia por não ter sido acionada. (CanalEnergia - 13.04.2023) 
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Cemig e Fapemig licenciam solução para inspeções aéreas de LT 

A Cemig e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) licenciaram, no último mês de março, o sistema Tríxel LT, iniciativa proposta pela startup mineira Trixel Desenvolvimento de Sistemas, no âmbito do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento regulado pela Aneel e do Edital 11/2011 Fapemig/Cemig. De acordo com a empresa, o sistema é composto de câmeras de alta resolução para instalação em helicópteros e permite a realização de inspeções aéreas de Linhas de Transmissão (LT’s) por captura de imagens, gerando um ambiente de realidade virtual de onde é possível extrair dados como perfis, distâncias e obstáculos. Utilizando tecnologia de reconstrução tridimensional, o Tríxel LT permite que o levantamento de campo seja realizado sem que inspetores estejam a bordo da aeronave. Em uma segunda etapa, um modelo tridimensional de precisão topográfica é carregado em um ambiente de realidade virtual que possibilita que os profissionais realizem a inspeção em escritório. Segundo a distribuidora, trata-se de produto voltado para concessionárias que gerenciam ativos de transmissão e distribuição de energia elétrica, que visa atender às necessidades dos procedimentos de inspeções aéreas de LT’s aliando tecnologia, produtividade, redução de custos e qualidade de resultados. O objetivo é otimizar o processo de inspeções aéreas, por meio de ferramentas de análise que permitam melhorias ao planejamento e à programação de manutenção em LT’s. (CanalEnergia - 13.04.2023)  
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Cemig moderniza iluminação em Carmo do Rio Claro 

A prefeitura de Carmo do Rio Claro, por meio da Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética, da Cemig, captou recursos suficientes para a modernização de mais de 500 pontos de iluminação pública. Os recursos disponibilizados para a ação são da ordem de R$ 1 milhão e foram utilizados para a substituição das luminárias antigas por outras de tecnologia LED, o que garante mais economia ao município, sustentabilidade e segurança para os moradores que circulam nas vias públicas. A chamada pública ocorre anualmente, conforme determinação da Aneel. Carmo do Rio Claro, por exemplo, foi participante da chamada publicada em 2021. Com a disponibilização dos recursos do Programa de Eficiência Energética da Cemig, por meio dos editais, a companhia espera que cada vez mais setores da sociedade sejam beneficiados. Com a economia de recursos energéticos e financeiros, às instituições beneficiárias podem, ainda, investir em outras áreas que demandam atenção. A distribuidora pondera que, no caso do sistema de iluminação pública, a adequação da tecnologia é cada dia mais necessária, visto que nos dias de hoje o benefício do LED já é conhecido. (CanalEnergia - 13.04.2023) 
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EDP vai investir mais de R$ 11 mi em projetos sociais de transição justa

O grupo EDP vai investir mais de R$ 11 milhões para apoiar projetos sociais e inovadores que promovam a transição energética justa no Brasil, Portugal e Espanha. O apoio acontece por meio do programa EDP Energia Solidária. No Brasil, a partir de 2 de maio, poderão ser inscritas iniciativas nas áreas de Acesso à Energia e Eficiência Energética (com foco em energia limpa em comunidades vulneráveis). O objetivo do programa, realizado pelo Instituto EDP, é contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas nas áreas onde a EDP atua, por meio do apoio à inovação social para uma transição energética justa e projetos sustentáveis que tragam melhorias para o meio ambiente, reduzindo as desigualdades e avançando na construção de uma sociedade mais igualitária e socialmente responsável. A EDP destacou que no Brasil, entre recursos diretos e incentivados, o Instituto EDP direcionou R$ 16,8 milhões em 2022 para iniciativas que beneficiaram diretamente cerca de 156 mil pessoas nas áreas de cultura, esporte, infância e adolescência, e terceira idade. Agora, com o lançamento do EDP Energia Solidária, que faz parte de um dos eixos de intervenção do plano global de impacto social do grupo, a empresa reforça o seu compromisso com a sociedade. (CanalEnergia - 13.04.2023) 
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State Grid adotará solução de RFID da i3C

A i3C fechou parceria com a State Grid para aplicar a tecnologia RFID na gestão de ativos em 70 localidades da transmissora no Brasil, incluindo 54 subestações da holding que opera mais de 16 mil quilômetros de LTs, passando por 13 estados no país. A solução tornará o controle de estoque mais efetivo, ao ser aplicada em componentes de equipamentos elétricos, como transformadores, disjuntores, para-raios, entre outros. O RFID é uma tecnologia que usa radiofrequência para identificar, rastrear e gerenciar itens em estoque. Para fazer a identificação, uma etiqueta RFID contendo um microchip é colocada em cada objeto, kit ou lote. A solução apresentada pela i3C foi validada na prática por simulações realizadas na subestação de Luziânia (GO). A aprovação levou à expansão da parceria também para as unidades de Imbirussu (MS), Araporã (MG), Luzimangues (TO) e Ribeirão Preto (SP). Com a tecnologia, a gestão de ativos que antes era feita em 200 horas de trabalho hoje pode ser realizada em apenas três horas. Esse chip armazena todas as informações importantes para o controle de ativos. A comunicação dos dados é feita por ondas de rádio para um coletor. Um software de gestão estrutura a base de conhecimento para a tomada de decisão. (CanalEnergia - 13.04.2023) 
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Nordex recebeu 1.021 MW em pedidos no primeiro trimestre

A fabricante de aerogeradores Nordex recebeu no primeiro trimestre do ano pedidos de 177 turbinas com capacidade total de 1.021 MW. O valor ficou pouco abaixo do registrado no mesmo período de 2022, de 1.165 MW. O preço médio de venda em euros por megawatt de capacidade chegou a € 0,90 milhão/MW, bem acima do mesmo trimestre do ano passado, de € 0,78 milhão/MW. De acordo com a empresa, os pedidos vieram de oito países, todos na Europa. Os maiores mercados individuais da fabricante foram Estônia, Alemanha e Lituânia. (CanalEnergia - 13.04.2023) 
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Entrevista com Ênio Verri, diretor geral de Itaipu 

O esperado ano de 2023 chegou para a maior usina em operação no país, a UHE Itaipu (Brasil/Paraguai, 14.000 MW). Com esse marco que representa o vencimento do Anexo C e as bases comerciais podendo ser renegociadas ambos os lados apresentaram alterações significativas em sua composição, por aqui o terceiro mandato do presidente Lula e do lado de lá uma corrida eleitoral com dois candidatos com perfil liberal, cujo eleito será conhecido em cerca de 15 dias e que assume em agosto, justamente no mês em que o destino da energia excedente da hidrelétrica poderá tomar outros caminhos que não o Brasil. Por essa razão, as negociações no que se refere à tarifa e a revisão do Anexo C ganham não apenas contornos econômico-financeiros, mas políticos também. Assim definiu o diretor geral brasileiro da Itaipu Binacional, Ênio Verri, em entrevista exclusiva ao CanalEnergia. Nessa oportunidade o executivo detalhou como deverá ser sua gestão pela frente brasileira. Entre os diversos pontos, ele destacou que a busca pela retomada do papel que a usina apresentava durante os 14 anos que o PT esteve no Executivo. Para ler a entrevista na íntegra, clique aqui. (CanalEnergia - 13.04.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD segue no mínimo regulatório de R$ 69,04/MWh em todo o País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04 por MWh nesta quinta-feira, em todo o País, durante todo o dia, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O indicador está no valor mínimo definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) há cerca de sete meses, desde 14 de setembro do ano passado. Para o ano de 2022, o piso do PLD era de R$ 55,70 por MWh. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 13.04.2023) 
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ONS: Energia Armazenada no SIN pode se manter acima de 80% até setembro

Mesmo tendo pela frente meses de seca, que tradicionalmente rebaixam o nível dos reservatórios das hidrelétricas até a chegada de um novo período úmido, a partir de outubro, o ONS trabalha com uma perspectiva de que o Sistema Interligado Nacional (SIN) chegue ao fim de setembro com um volume de Energia Armazenada (EAR) entre 74,8% e 81,1%. No Sudeste/Centro-Oeste, que responde por cerca de 70% da capacidade de armazenamento do País, a perspectiva traçada pelo ONS aponta para um índice na casa do 82,6%, no cenário mais positivo, e de 76,4%, no limite inferior. As perspectivas de prazo mais curto também são positivas para o SIN e para o principal subsistema brasileiro, com indicações de encerramento do mês de abril com a Energia Armazenada nos porcentuais mais elevados dos últimos 11 anos. Atualmente, o nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste está em 85,39%, segundo a última atualização. (Broadcast Energia - 13.04.2023) 
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Região Nordeste cresce 0,1 p.p e conta com 91,1% da capacidade

Os reservatórios do Nordeste apresentaram crescimento de 0,1 ponto percentual e estão operando com 91,1% de sua capacidade de armazenamento, na última quarta-feira, 05 de abril, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A energia armazenada marca 47.098 MW mês e ENA de 3.939 MW med, equivalente a 41% da MLT. A região Norte teve queda de 0,1 p.p e os reservatórios trabalham com 97,9% da capacidade. A energia retida é de 14.981 MW mês e ENA de 29.131 MW med, valor que corresponde a 72% da MLT. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste cresceu 0,2 p.p e a capacidade está em 85,4%. A energia armazenada mostra 174.723 MW mês e a ENA é de 57.356 MW med, valor que corresponde a 80% da MLT. Os reservatórios da Região Sul diminuíram 0,1 p.p e operam com 84,1%. A energia armazenada é de 17.213 MW mês e a energia natural afluente marca 4.702 MW med, correspondendo a 72% da MLT. (CanalEnergia - 13.04.2023) 
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Preços baixos da energia preocupam agentes, que buscam alternativas

Diante dos baixos preços da energia, e da perspectiva de manutenção desse cenários por alguns anos, agentes buscam alternativas para seus negócios e defendem soluções que favoreçam um melhor equilíbrio entre oferta e demanda. Em meio a uma hidrologia favorável e a uma carga que patina, a Dcide segue registrando queda em seus preços de referência para a energia de longo prazo. O índice convencional de longo prazo - que considera o período de 2024 a 2027 - chegou a R$ 91,24 por MWh, baixa de 1,78% em relação à semana passada. Em um mês, a queda acumulada é de 8,78%. Os indicadores de curto prazo também apresentaram reduções, com o índice trimestral convencional muito perto do piso regulatório, em R$ 69,26 por MWh nesta semana. (Broadcast Energia - 13.04.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Mercedes-Benz e Enel X Way Brasil ampliam parceria até final de 2024

A Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil e a Enel X Way anunciam a extensão do contrato de cooperação entre as marcas até o final de 2024. Desde agosto de 2020, com o lançamento do EQC 400 4MATIC, seu primeiro modelo 100% elétrico no país, essa cooperação tem o objetivo de oferecer soluções de gerenciamento de recarga para veículos elétricos a todos os seus clientes. Graças à parceria, todo veículo elétrico da linha Mercedes-EQ vendido no Brasil é entregue com um carregador da Enel X Way, a empresa do Grupo Enel totalmente dedicada à mobilidade elétrica. Esse acordo teve início em 2020 e inclui carregador, instalação, manutenção e garantia. Com o foco nessa nova experiência de uso de um modelo elétrico, as empresas desenvolveram um “pacote de energia” que traz mais segurança e comodidade na compra do automóvel elétrico. Nesse pacote, o cliente já conta, desde o momento da compra do veículo elétrico, com o fornecimento e a instalação de um equipamento JUICEBOX da Enel X Way para carregamento em sua residência, para maior praticidade durante as recargas. (Inside EVs - 13.04.2023) 
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Startup de triciclos elétricos chega a SP

A Grilo Mobilidade, uma startup gaúcha de mobilidade, anunciou na quinta-feira (13) o início das operações em São Paulo (SP) com o serviço de transporte que utiliza triciclos elétricos. O objetivo é atingir o público que precisa realizar deslocamentos de curta distância. Esse serviço visa atender a uma demanda complementar aos serviços já estabelecidos de mobilidade, como Uber e 99. Nesse caso, os trajetos são mais curtos e restritos a um perímetro de 5,5 km2 no entorno da Avenida Paulista. Os triciclos elétricos possuem cabine fechada e capacidade para levar até dois passageiros, além do condutor. Pequenos e ágeis para enfrentar o trânsito congestionado da capital paulista, os veículos possem transmissão, travas e vidros elétricos, cinto de segurança e rodas aro 12. Desenvolvidos pela própria Grilo, os veículos são importados e possuem autonomia de 80 km com uma carga completa, que pode ser feita em 8 horas. Para utilizar o serviço, o usuário precisa instalar o aplicativo da Grilo e solicitar um deslocamento de pessoa ou mercadoria. A tarifa, que pode ser paga pelo aplicativo, custa a partir de R$ 4,89, variando conforme o trajeto - a viagem, ou deslocamento, é conhecido como "pulo". (Inside EVs - 13.04.2023) 
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Inovação e Tecnologia

Instalada no Senado a Comissão do Hidrogênio Verde

Nesta quarta-feira (12) foi instalada a comissão especial para avaliar políticas públicas e projetos envolvendo hidrogênio verde, que é um tipo de energia limpa. O colegiado funcionará no âmbito da Comissão de Meio Ambiente. Os trabalhos devem durar dois anos, com sete titulares e três suplentes. O senador Cid Gomes (PDT-CE) foi escolhido presidente da Comissão do Hidrogênio Verde. O relator será o senador Otto Alencar (PSD-BA). (Senado Notícias - 13.04.2023)
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ANP prorroga prazo de conclusão do grupo de trabalho sobre estratégia para plano de hidrogênio

A ANP prorrogou o prazo para conclusão do grupo de trabalho criado para definir a estratégia da agência no Programa Nacional do Hidrogênio (PNH2) de 180 dias para 540 dias, permitindo prorrogação por igual período mediante solicitação tempestiva do coordenador do grupo técnico à diretoria colegiada e sua respectiva autorização. (Broadcast Energia - 12.04.2023)
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Energias Renováveis

Eletrobras/Ferreira diz que não é mais necessário subsídios para fontes eólica e solar

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira, declarou em um fórum da Abdib que alguns subsídios para fontes renováveis de energia, como eólica e solar, não são mais necessários e devem ser eliminados. Ele também criticou os descontos concedidos para consumidores que geram sua própria energia e destacou que esses benefícios são pagos pelos consumidores por meio das tarifas. Ferreira também mencionou os repasses financeiros que a Eletrobras terá que fazer para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e para fundos voltados para a revitalização de bacias, esclarecendo que não se trata de subsídio, mas de uma decisão do Estado brasileiro sobre onde alocar melhor seus recursos. (Broadcast Energia - 12.04.2023)
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BN Engenharia vai construir 738 MW solares no Ceará e Piauí

A BN Engenharia iniciou obras de infraestrutura no setor elétrico ao vencer a concorrência em parceria com a Motrice Soluções em Energia para a construção de novos parques solares da SPIC Brasil nos estados do Ceará e do Piauí. A empresa pretende atuar em obras industriais, aeroportos, estações metroviárias, saneamento, geração eólica e transmissão por meio de parcerias estruturadas. Os projetos terão capacidade de geração de 738 MW de potência e investimento de mais de R$ 2 bilhões. A BN Engenharia estima faturar pouco acima de R$ 1 bilhão em 2023 com os novos contratos. (CanalEnergia - 12.04.2023)
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Governador Valadares será a próxima cidade a receber evento Minas Solar para incentivar geração fotovoltaica

A Genyx Solar Power e o Sebrae estão promovendo a segunda edição do Minas Solar na Estrada, um evento que reúne empresas e especialistas do setor de energia solar para discutir mercado, tendências, oportunidades, novos modelos de negócios, gestão e empreendedorismo, e ambiente regulatório. O evento percorrerá 10 cidades de Minas Gerais em 2023, começando por Governador Valadares. A primeira edição ocorreu em Janaúba e teve mais de 400 participantes. O objetivo é promover relacionamentos profissionais que levem a bons negócios e soluções que ajudem na democratização da energia solar no país. O evento conta com o apoio da Absolar e de outros parceiros do setor. (Petronotícias - 12.04.2023)
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Grupo Voltalia aprova aporte de R$ 4 bi para projetos de geração renovável no Brasil

O Grupo Voltalia aprovou um aporte de R$ 4 bilhões para projetos de geração de energia renovável no Brasil, sendo a maior parte para a fonte solar fotovoltaica através da Heléxia, braço do grupo para geração distribuída. Parte do valor será destinado à Voltalia, que desenvolve usinas centralizadas, especialmente eólicas. Ao menos 110 MWp devem ser conectados até o início de 2024. (Broadcast Energia - 12.04.2023)
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Eólicas recebem liberação de 137,8 MW para teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para operação em teste 137,8 MW de capacidade instalada, incluindo projetos de energia eólica e solar. Também foram autorizadas para operação comercial 110 MW de capacidade instalada, incluindo um projeto de geração hidrelétrica, uma usina solar e duas usinas eólicas. (CanalEnergia - 12.04.2023)
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Gás e Termelétricas

Macaw Energies vê gás abundante no Brasil e aposta em GNL para caminhões

O preço do gás natural no Brasil só vai cair com o aumento da competitividade. E, para isso, é necessário que haja mais agentes e alternativas ao cenário atual. Foi para aproveitar essa onda e surfar junto com o crescimento desse mercado que a norueguesa Golar LNG criou a Macaw Energies, com foco na América Latina. Desde o fim do ano passado, a nova empresa vem se estruturando para atuar no segmento de midstream, ou seja, levar o insumo aos consumidores, disse, em entrevista, ao Broadcast o presidente do Conselho e fundador da Macaw, Eduardo Antonello. O executivo observou que no Brasil ainda se queima muito diesel, Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e lenha, e a tendência é de que com a necessidade de descarbonização da economia esses combustíveis sejam substituídos por gás natural. (Broadcast Energia - 13.04.2023) 
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