IFE
06/04/2023

IFE 5.696

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
06/04/2023

IFE nº 5.696

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.696

Regulação

GESEL na Mídia: “Energia nuclear volta ao ‘limbo’ no Brasil e especialistas defendem investir em pequenos reatores”

Depois de voltar aos holofotes pelas mãos do almirante Bento Albuquerque, ex-ministro de Minas e Energia, a expansão da energia nuclear no País já não é uma certeza, apesar dos esforços dos agentes do setor para tentar garantir investimentos na área. Uma saída para a fonte crescer no País, avaliam especialistas do setor elétrico, seria a opção por pequenos reatores modulares, que já possuem mais de 50 projetos sendo desenvolvidos em países como Estados Unidos, Japão, China, Rússia, França, entre outros. “No Brasil, a energia nuclear não é tão importante do ponto de vista da descarbonização, como é na Europa, na China. Mas garante a segurança do abastecimento diante do crescimento das renováveis, só que com juros a 13,5%, grandes projetos estão descartados. Pequenos reatores modulares são menos intensivos em capital”, explica Nivalde de Castro, professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel). (O Estado de São Paulo – 05.04.2023)
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Petrobras: Estatal se opõe ao MME sobre política de preços

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou em entrevista que a Petrobras vai substituir o atual modelo, que tem os preços internacionais como referência, por outro, baseado no mercado interno. A proposta é criticada por especialistas. Logo depois, a petroleira divulgou comunicado em que reafirma o compromisso com a prática de preços competitivos. Sergio Caetano Leite, novo diretor financeiro da estatal, divulgou comunicado ao mercado no qual reafirmou o compromisso da empresa com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado nacional. E mais adiante disse, na nota, que a Petrobras não havia recebido “nenhuma” proposta do MME sobre mudanças na política de preços. Na sequência do comunicado, a administração da Petrobras enviou ofício ao MME pedindo esclarecimentos. No documento, o presidente do conselho da Petrobras, Gileno Barreto, indagou Silveira sobre quais seriam as diretrizes propostas pela pasta à companhia para o cálculo dos preços dos combustíveis. (Valor Econômico - 06.04.2023)
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Conselho da Petrobras cobra ministro sobre ‘nova diretriz’ para preços dos combustíveis

O Conselho de Administração da Petrobras reagiu às declarações do ministro de Minas e Energia (MME), Alexandre Silveira, sobre mudanças na política de preços de combustíveis da companhia e possíveis reduções no preço do diesel em suas refinarias. Foi apurado que o colegiado enviou uma carta a Silveira cobrando a nova diretriz de preços a qual ele se referiu em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira, 5. No documento, o colegiado afirma que nada foi disponibilizado para apreciação, o que é necessário para que a nova política entre em vigor na estatal. (O Estado de São Paulo – 05.04.2023)
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Lula troca conselheiros de Itaipu

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu trocar os membros do Conselho de Itaipu. Foram exonerados três ex-ministros do governo Bolsonaro: Adolfo Sachsida, Bento Albuquerque (ambos de Minas e Energia) e Carlos Alberto Franco França (Relações Exteriores). Os atuais mandatários dessas pastas foram nomeados: o ex-senador Alexandre Silveira e Mauro Vieira, respectivamente. Os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, da Casa Civil, Rui Costa, e de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, também foram nomeados para o colegiado. Outra substituição foi a de Fernando Simas Magalhães pelo ex-deputado estadual paranaense Michele Caputo Neto (PSDB). As trocas foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 6. Também deixarão os cargos no conselho Célio Faria Junior, José Carlos Aleluia Costa e Maria Aparecida Borghetti. (O Estado de São Paulo – 06.04.2023)
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Silveira indica advogado para dirigir a empresa responsável pelas usinas nucleares brasileiras e gera insatisfação

O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, indicou Raul Lycurgo Leite, um advogado sem experiência em energia nuclear, para dirigir a Eletronuclear, o que causou insatisfação na Frente Parlamentar Nuclear da Câmara dos Deputados. Deputado Júlio Lopes disse que a indicação é uma "absurda desconsideração" para com a academia e as instituições do setor. O novo diretor de Gestão Administrativa também foi indicado. Ambos já foram aprovados pela Casa Civil da Presidência da República e agora serão avaliados pela Eletronuclear. (Petronotícias - 04.04.2023)
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União e Aneel recorrem ao STJ contra decisão do PLD mínimo

A União e a Aneel entraram com um pedido junto ao STJ para suspender a liminar concedida no processo da Enercore e seus efeitos até que se alcance o trânsito em julgado das decisões de mérito. O pedido foi feito após a decisão do TRF-1 que exigia que a Aneel cumprisse a decisão de não considerar a TEO Itaipu como o PLD mínimo. O PLD Mínimo de 2023 estabelecido pela Aneel é de R$ 69,04/MWh. O pedido da AGU afirma que houve tratamento privilegiado à Enercore e que a decisão provoca prejuízo a todo o mercado de eletricidade, servindo como ativo para gerar lucros econômicos em detrimento dos demais participantes de mercado. A Aneel possui legitimidade para se utilizar de medidas processuais com a finalidade de combater medida liminar que subverte as normas de formação do preço, distorcendo por completo o seu funcionamento e afetando o MCP. A Resolução Normativa Aneel nº 1.032/2022, que é o alvo do questionamento judicial, "apenas detalha como deve ser realizado o cálculo da tarifa de energia de otimização (TEO) para as usinas hidrelétricas nacionais e para a binacional". (CanalEnergia - 04.04.2023)
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Aneel prorroga nova classificação de comercializadoras para 2024

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prorrogou até 1º de janeiro de 2024 o prazo para aplicação da classificação dos comercializadores em Tipo 1 e 2, estabelecido na Resolução Normativa 1.014, de 2022. Essa resolução define os critérios de entrada, manutenção e saída de agentes no mercado de energia elétrica, visando aumentar a segurança do mercado. As comercializadoras do Tipo 1 são empresas de médio e grande porte, enquanto as do Tipo 2 são agentes de pequeno porte. A decisão foi tomada em resposta a pedidos apresentados pela BP Energia e pela Statkraft, além de manifestações de outras entidades do setor. A associação que representa as comercializadoras argumenta que o processo de monitoramento de mercado, que está em consulta pública, será suficiente para identificar possíveis riscos, tornando a classificação por tipos complicados. (CanalEnergia - 05.04.2023)
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Aneel abre consulta com plano estratégico de inovação até 2028

O Plano Estratégico Quinquenal de Inovação (Pequi) 2023-2028, responsável pela concretização do planejamento de médio e longo prazos do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Aneel, entrará em consulta pública a partir do dia 6 de abril. Os interessados em contribuir com a discussão poderão enviar suas sugestões até o dia 22 de maio e participar da sessão presencial em Brasília, que será anunciada pela agência reguladora. O Pequi visa aumentar a produção de inovação nos programas das empresas de energia elétrica, com foco na digitalização do setor elétrico, sistema de armazenamento de energia, cibersegurança, hidrogênio, eletrificação da economia, energias renováveis, meio ambiente, mudanças climáticas e novas tecnologias de suporte, como inteligência artificial, realidade virtual e aumentada. Os resultados do programa serão medidos por meio de um conjunto de indicadores com metas mínimas a serem alcançadas. (CanalEnergia - 05.04.2023)
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Transição Energética

Indústrias buscam melhorar eficiência energética para reduzir emissões de CO2

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Eletrobras e a Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace) lançaram a segunda fase do Programa de Alianças, que visa promover a eficiência energética e reduzir o consumo e os custos de energia no setor industrial . A meta do programa é reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 40 mil toneladas e diminuir os custos operacionais em R$ 90 milhões por ano em 24 plantas industriais intensivas em energia. O programa destinará R$ 20 milhões a essas indústrias, sendo que cada empresa selecionada receberá um aporte de R$ 400 mil e aportará o mesmo valor em contrapartida. Três empresas, ArcelorMittal, Schulz e Eldorado Brasil, já formalizaram sua participação no programa. O Senai Cimatec, que dará suporte técnico ao programa, também se juntou à equipe. (CanalEnergia - 04.04.2023)
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Conselho de energia dos EUA e UE reafirma compromisso de manter mercado de energia estável

O Conselho de energia dos Estados Unidos e da União Europeia (UE) afirmou hoje que está trabalhando para manter o mercado de energia global estável e para ajudar a transição energética, em resposta à invasão da Rússia à Ucrânia. Segundo comunicado, publicado hoje, tanto os EUA quanto a UE "reiteraram seu forte compromisso de enfrentar diretamente, com medidas adequadas, todos os esforços para desestabilizar ainda mais a situação energética global e contornar as sanções". Ainda, o Conselho aponta que pretende reduzir a dependência de matérias russos relacionados à energia nuclear. (Broadcast Energia - 05.04.2023)
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Artigo de José Goldemberg: "Um programa de energia sustentável para SP"

Em artigo publicado pelo Estadão, José Goldemberg, ex-secretário do Meio Ambiente de São Paulo, discute a importância da produção de etanol de cana-de-açúcar no Estado de São Paulo como uma solução para os problemas ambientais e energéticos enfrentados pelo mundo. Desde 1975, quando foi lançado o programa de etanol, São Paulo se tornou um grande produtor e consumidor dessa fonte de energia renovável e pouco poluente. No entanto, apesar do desempenho impressionante do etanol, ainda há muito a ser feito para torná-lo mais competitivo e ampliar sua produção e exportação. O artigo sugere dois caminhos para aproveitar a oportunidade e tornar a produção de etanol mais viável: estimular a produção de etanol com bagaço de cana e converter as usinas de açúcar e álcool em unidades duais capazes de utilizar milho como insumo. (GESEL-IE-UFRJ – 06.04.2023)
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Empresas

Aumentos para a CPFL Paulista e Energisa MS e MT são aprovados

A Agência Nacional de Energia Elétrica concluiu os processos de revisão tarifária da CPFL Paulista, da Energisa Mato Grosso e da Energisa Mato Grosso do Sul, aprovando aumentos que vão ser aplicados no próximo sábado, 8 de abril. Os consumidores atendidos pela CPFL, na região de Campinas, terão o menor índice entre as três áreas de concessão, com acréscimo médio na conta de 4,89%, sendo em média 5,44% para os clientes em alta tensão e 4,60% para os da baixa tensão. Para os consumidores Sul Mato-grossenses, as tarifas vão aumentar em média 9,28%, com efeito médio a ser percebido pelos consumidores de 6,28% na alta tensão e de 10,48% na baixa tensão. Em Mato Grosso, o efeito médio a ser percebido na tarifa é de 8,81%, sendo em média 7,29% para os clientes da alta tensão e 9,45% para os da baixa tensão. (CanalEnergia - 04.04.2023)
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Light: Credores veem risco de calote e debêntures desabam

Detentores de debêntures da Light se preparam para um possível calote da companhia, que tem a pagar cerca de R$ 400 milhões em juros e amortização de uma de suas emissões no dia 15. Em reunião com debenturistas, a companhia sinalizou que preferiria não desembolsar a cifra para preservar o caixa. Diante dessa expectativa, as debêntures da Light eram negociadas nesta quarta-feira no mercado secundário a menos de 30% do valor de face. A companhia tentou negociar a assinatura de um “standstill”, medida que suspende temporariamente o pagamento das dívidas, por 60 dias. Segundo fontes próximas aos investidores, as chances de acordo são pequenas, considerando que os fundos teriam de convocar e realizar assembleias para formalizar a decisão. Os nove dias até os vencimentos são insuficientes para esse trâmite. Com isso, gestoras já consideram o default da Light como cenário-base. Se a companhia não arcar com as obrigações, os debenturistas devem esperar 30 dias, o chamado período de “cura”, para declarar o vencimento antecipado das emissões de dívidas. (Valor Econômico - 06.04.2023)
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Light: Lavinia Rocha de Hollanda renúncia ao cargo de conselheira

A Light divulgou que Lavinia Rocha de Hollanda renunciou ao cargo de conselheira de administração da companhia e da sua controlada Light Sesa. Com isso, o conselho da companhia contará com Wilson Martins Poit como presidente do conselho e Firmino Ferreira Sampaio Neto, vice-presidente do conselho. Os conselheiros independentes são: Abel Alves Rochinha, Vanessa Claro Lopes, Hélio Paulo Ferraz e Yuiti Matsuo Lopes. (CanalEnergia - 05.04.2023) 
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Cemig assina contrato de concessão de LT em Minas Gerais

A Cemig assinou um contrato de concessão do lote 1 referente ao leilão de transmissão da Aneel Nº 2/2022. O investimento estimado para a construção da linha de transmissão é R$ 199,1 milhões, e o prazo estimado, de 60 meses. Essa é a primeira vez em 22 anos que a Cemig saiu vencedora em um leilão da transmissão da Aneel, sem que a companhia integrasse um consórcio com outras empresas. O lote arrematado pela Cemig, em dezembro passado, é composto por uma linha de transmissão de 230 kilovolts (kV), com extensão de 165 quilômetros, entre Governador Valadares, na região Leste de Minas, e Verona, no Espírito Santo, e vai permitir o escoamento da energia para atendimento às cargas da região norte do Espírito Santo, aumentando a confiabilidade e fornecendo capacidade de atendimento de longo prazo ao crescimento da demanda. (CanalEnergia - 05.04.2023) 
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Cemig: Ampliação de investimentos

A Cemig nos últimos anos voltou a ter foco em Minas Gerais. Na semana passada, a companhia anunciou a ampliação do maior investimento da sua história e vai aportar, até 2027, R$ 42,1 bilhões em todos os segmentos de negócios. Parcela significativa desses recursos vai para o setor de geração e transmissão (GT) da companhia, que é fundamental para o SIN. Dessa forma, a companhia vai investir, aproximadamente, R$ 17 bilhões em seus ativos de GT entre 2023 e 2027. Anteriormente, o valor previsto era de R$ 6,6 bilhões até 2025, o que representa um aumento de 157%. (CanalEnergia - 05.04.2023) 
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Votorantim prevê investimentos de R$ 5,5 bi este ano

A Votorantim, um dos maiores conglomerados empresariais do País, estima investimentos na ordem de R$ 5,5 bilhões em 2023. O montante será um pouco menor do que em 2022, quando bateu em R$ 5,8 bilhões, mas ainda assim bastante robusto. O foco será consolidar os negócios agregados mais recentemente à holding, bem como modernizar os negócios mais antigos visando a ganhos de eficiência. A holding atua nos segmentos de materiais de construção, financeiro, alumínio, energia limpa e renovável, mineração e metalurgia, suco de laranja, aços longos, imobiliário e infraestrutura. E o último ano foi bastante movimentando em termos de diversificação. (O Estado de São Paulo – 05.04.2023)
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Thermo Solutions e MSHS Brasil Engenharia se fundem para ampliar participação no mercado brasileiro

A MSHS Brasil Engenharia e a Thermo Solutions Motores Comércio e Serviços anunciaram que iniciaram o processo de fusão em suas operações de Serviços de Manutenção e Venda de Peças para Motores e Equipamentos Auxiliares, em um trabalho que está se desenvolvendo desde o início do ano. A fusão prevê que suas operações de serviços de manutenção e de venda de peças para motores de combustão interna de média e alta rotação, bem como de seus Equipamentos auxiliares, serão feitas em conjunto. A fusão das empresas permitirá que seus clientes tenham acesso a uma maior gama de soluções completas e integradas, que vão desde serviços de manutenção, reparo e revisão, até a venda de peças e equipamentos para motores de média e de alta rotação e seus Equipamentos Auxiliares, assim como soluções de engenharia e avaliação de eficiência de máquinas térmicas com uma equipe qualificada e experiente em atividades de usinas térmicas, plataformas offshore e embarcações. (Petronotícias - 04.04.2023)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Dcide: índice de longo prazo para energia convencional tem nova queda e rompe os R$ 92,89 por MWh

O preço de referência para a energia de longo prazo calculado pela consultoria Dcide mantém a trajetória de queda e, nesta semana, renovou a baixa, chegando aos R$ 92,89 por MWh, de acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira, 05. O índice convencional de longo prazo - que considera o período de 2024 a 2027 - caiu 2,95% em relação aos R$ 95,71 por MWh calculados na semana passada. Em um mês, a baixa acumulada é de 7,95%. Em um ano, a queda foi de 48,99%. No indicador para a energia incentivada - proveniente de usinas eólicas, solares, a biomassa e pequenas centrais hidrelétricas com desconto de 50% no fio - também de longo prazo, o valor ficou em R$ 120,28 por MWh nesta semana, baixa de 2,32% frente aos R$ 123,14 por MWh da anterior. No mês, a queda acumulada chegou a 6,67%, enquanto na comparação anual foi de 45,45%. (Broadcast Energia - 05.04.2023) 
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CCEE: PLD médio diário permanece em R$ 69,04 por MWh em todos os submercados do País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) permanece no valor mínimo regulatório, estabelecido atualmente em R$ 69,04 por MWh, para esta quarta-feira, 05, de acordo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O indicador está no patamar mínimo que, em 2022, era de R$ 55,70 por MWh, desde setembro do ano passado. O montante praticado não apresenta oscilações ao longo do dia em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), de forma que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do País. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 05.04.2023) 
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ONS: Carga de energia cresce 0,5% no País em fevereiro

A carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) verificada em fevereiro somou 74.713 MWmed, o que corresponde a um crescimento de 0,5% ante igual etapa de 2022, segundo dados do Boletim de Carga Mensal do ONS. No acumulado dos últimos 12 meses, a carga se manteve praticamente estável, com variação positiva de 0,1% ante o mesmo período imediatamente anterior. Segundo o ONS, a ocorrência do feriado de carnaval e a continuidade da trajetória negativa das atividades econômicas contribuíram negativamente sobre o comportamento da carga no mês, apesar das elevadas temperaturas observadas em fevereiro. (Broadcast Energia - 05.04.2023) 
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Reservatórios de hidrelétricas fecham março com melhor nível de armazenamento da última década

Os reservatórios das usinas hidrelétricas fecharam o mês de março com 85,3% de sua capacidade de armazenamento, os melhores níveis do Sistema Interligado Nacional (SIN) registrados na última década. A situação é bem distante do que aconteceu em 2021, quando o Brasil enfrentou uma grave escassez e precisou adotar medidas emergenciais para garantir o suprimento de energia. Foram verificados armazenamentos equivalentes de 83,1%, 82,9%, 91,4% e 97,7% nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte, respectivamente, no mês passado, informou o Ministério de Minas e Energia (MME). (O Estado de São Paulo – 05.04.2023)
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Níveis sobem e SE/CO opera com 83,7% da capacidade

Os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste registraram aumento de 0,1 ponto percentual e operavam com 83,7% de sua capacidade na última terça-feira, 4 de abril, se comparado ao dia anterior, informa o boletim do ONS. A energia armazenada mostra 171.260 MW mês e a ENA é de 53.475 MW med, valor que corresponde a 81% da MLT. No Sul os níveis ficaram estáveis e os reservatórios admitem 82,9%. A energia armazenada marca 16.956 MW mês e ENA é de 4.087 MW med, equivalente a 71% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. O submercado Norte computou incremento de 0,1 p.p no armazenamento das UHEs, perfazendo 97,5%. A energia armazenada marca 14.926 MW mês e ENA é de 29.926 MW med, equivalente a 75% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. Já a região Nordeste apresentou recuo de 0,1 p.p e o subsistema trabalha com em 91%. A energia armazenada indica 47.054 MW mês e a energia natural afluente computa 5.013 MW med, correspondendo a 46% da MLT. (CanalEnergia - 05.04.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Abeifa: Isenção do imposto de importação para VEs terminará no 2º semestre

A isenção do Imposto de Importação para carros 100% elétricos vai acabar nos próximos meses. Segundo João de Oliveira, presidente da Abeifa, a associação que representa os importadores de veículos, o benefício terminará no segundo semestre. Não se sabe, no entanto, como se dará o fim da isenção. Caberá ao governo definir se haverá um aumento gradual do tributo, ano a ano, como pedem os importadores, ou se a alíquota subirá, de uma só vez, para 35%, desejo já manifestado por representantes das montadoras que produzem no país. As mudanças incluirão a categoria de carros híbridos, que tem alíquotas de Imposto de Importação que hoje variam até 7%. A isenção do Imposto de Importação para híbridos e elétricos entrou em vigor há quatro anos como forma de estimular a venda desses veículos no país. Para Oliveira, a Abeifa é favorável à retomada da tributação. Mas defende um aumento gradual, de dois pontos percentuais ao ano no caso dos 100% elétricos e de até sete pontos nos híbridos. Segundo ele, o mercado brasileiro de elétricos ainda não atingiu volumes expressivos para justificar o fim total da isenção. (Valor Econômico - 06.04.2023)
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Players do setor apostam no etanol na estratégia de eletrificação dos carros

Montadoras avançam em projetos para que o Brasil seja protagonista na eletrificação de veículos tendo o etanol como vetor da tecnologia de carros híbridos flex (com um motor a combustão e outro elétrico) e, futuramente, com carros a célula de combustível. Para o presidente da Stellantis, Antonio Filosa, o uso do etanol em carros eletrificados se apresentaria como a solução mais viável, menos custosa e mais eficiente para a descarbonização no País. Ele disse que o próximo ciclo de investimentos do grupo, a partir de 2025, “será maior do que a soma de todos os concorrentes” para produzir carros híbridos flex que poderão usar etanol. Testes realizados pela empresa mostraram que um carro flex abastecido só com etanol e outro 100% elétrico, com a energia renovável do Brasil, emitiram de 15,2% a 64,6% menos CO2 do que versões a gasolina e com tecnologia 100% elétrica, mas com energia da Europa, de fontes não renováveis. Já a Toyota anunciou parceria com Shell, Raízen, Hytron, Universidade de São Paulo (USP), Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa e Senai Cetiqt em um projeto de pesquisa e desenvolvimento da produção local de hidrogênio renovável a partir do etanol. (Broadcast Energia - 05.04.2023) 
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Stellantis e BMW negociam com a Panasonic uma gigafábrica norte-americana

Stellantis e BMW estão em negociações com a Panasonic para construir uma ou mais fábricas dedicadas à produção de baterias para carros elétricos na América do Norte. Isto foi relatado pelo Wall Street Journal. Ainda não se sabe se as empresas estão visando os EUA ou o Canadá, mas é certo que, entre os dois, elas escolherão o país que oferece as melhores condições para apoiar o projeto. Com esta nova fábrica, a Stellantis teria três locais no continente. Quando questionados sobre o assunto, Stellantis e BMW se recusaram a comentar. (Inside EVs - 05.04.2023) 
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Inovação e Tecnologia

Engie Brasil: Acordo para produção de hidrogênio verde no Paraná

A Engie Brasil anunciou que assinou um acordo com para o desenvolvimento de projeto de grande escala na produção de hidrogênio verde no Paraná. A companhia diz que o hidrogênio verde ou seus derivados podem substituir o uso de combustíveis fósseis em indústrias intensivas em carbono e pode ser exportado, abrindo oportunidades para o Brasil. “Queremos ser protagonistas nas soluções para a descarbonização de diferentes setores industriais e suas cadeias de suprimentos”, afirma Eduardo Sattamini, diretor-presidente da Engie Brasil, em nota. O acordo foi assinado junto à Invest Paraná, uma entidade privada ligada ao governo estadual do Paraná que coordena a prospecção de investimentos nacionais e estrangeiros na região. (Valor Econômico - 06.04.2023)
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Europa desembolsará bilhões para a construção de novos dutos de transporte de hidrogênio limpo

Uma nova infraestrutura global de hidrogênio está se desenvolvendo enquanto o mundo busca acelerar sua transição energética. Existem mais de 4.300 km de dutos para transporte de hidrogênio, com a Europa e a América do Norte possuindo mais de 90% deles. A consultoria Rystad Energy estima que cerca de 91 projetos de dutos planejados no mundo, totalizando 30.300 km, devem entrar em operação por volta de 2035. A Europa está liderando o caminho com projetos planejados de dutos para hidrogênio em terra e offshore, e a Alemanha está construindo o primeiro projeto de oleoduto de hidrogênio offshore do país. As propriedades físicas do hidrogênio, que diferem do petróleo e do gás, apresentam desafios na infraestrutura de transporte. Os oleodutos de hidrogênio são considerados uma opção mais econômica para transportar grandes volumes de energia em distâncias de curto a médio alcance em comparação com navios. (Petronotícias - 04.04.2023)
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Descoberta com supercondutores pode revolucionar eletrônicos e usinas de energia

Cientistas anunciaram no início de março um avanço impressionante em direção ao sonho de um material capaz de conduzir eletricidade facilmente nas condições encontradas no dia a dia. Tal avanço poderia transformar quase qualquer tecnologia que usa energia elétrica, criando novas possibilidades para o seu celular, trens de levitação magnética e futuras usinas de energia de fusão. O novo supercondutor é composto por lutécio, um metal do grupo das terras raras na tabela periódica, e hidrogênio com um pouco de nitrogênio misturado. Ele precisa ser comprimido a uma pressão de 145 mil libras por polegada quadrada antes de adquirir sua capacidade supercondutora. Isso é cerca de dez vezes a pressão que é exercida no fundo das fossas mais profundas do oceano. (O Estado de São Paulo – 06.04.2023)
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Energias Renováveis

Cela: Financiamento para energia solar chega a R$ 35,1 bi em 2022, alta de 79% no ano

O Brasil bateu recorde de financiamentos para energia solar em 2022, alcançando R$ 35,1 bilhões, um aumento de 79% em relação a 2021, de acordo com a consultoria Clean Energy Latin America. Os investimentos em usinas de grande porte aumentaram 105%, com R$ 13,7 bilhões destinados a estes empreendimentos. O crescimento da geração distribuída foi de 34%, com destaque para a modalidade remota, que teve um aumento de 134%. A presidente da Cela atribuiu o crescimento ao mercado livre e à Lei 14.300, que estimula a geração própria de energia solar. (Broadcast Energia - 05.04.2023)
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Estado de São Paulo lidera geração própria de energia solar no Brasil pela primeira vez

São Paulo assumiu, na virada de março para abril, o protagonismo da produção de energia solar entre os estados brasileiros, registrando a maior potência instalada de energia fotovoltaica na geração própria, segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Desde 2012, quando o mercado foi instituído no Brasil, Minas Gerais sempre ocupava o topo da lista. Atualmente, 13,8% da potência instalada está em São Paulo, com mais de 2,4 gigawatts em operação. Minas Gerais, em segundo lugar, possui 13,7%. Em seguida, no ranking, estão Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso, respectivamente. Existem mais de 282,5 mil conexões operacionais espalhadas por todos os 645 municípios paulistas, segundo o levantamento. Ao todo, são mais de 329,7 mil consumidores de energia elétrica solar. (O Estado de São Paulo – 06.04.2023)
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(re)energisa capta R$ 700 mi com o BNDES para implantar 49 usinas de GD

A (re)energisa, empresa do Grupo Energisa, obteve um financiamento de R$ 700 milhões do BNDES para implantar 144 MWp em usinas fotovoltaicas até o final deste ano. A iniciativa será executada por meio da construção de 49 fazendas solares nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro, e deve atender cerca de 4,5 mil unidades consumidoras, incluindo Micro Pequenas e Médias Empresas (MPMEs). A vice-presidente de Soluções Energéticas da (re)energisa, Roberta Godoi, destaca a forte demanda por redução de custos entre as MPMEs e uma maior consciência sobre o uso de energia renovável nesse segmento. Por sua vez, o BNDES está focado em apoiar projetos de geração renovável e novos investimentos em transmissão, especialmente para permitir o escoamento da energia produzida por eólicas e solares no Nordeste para o Sudeste. (Broadcast Energia - 05.04.2023)
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Canadian obtém liberação comercial para 32 MW solares em PE

A Aneel aprovou a operação comercial de 172 módulos fotovoltaicos da Canadian Solar em São José do Belmonte, totalizando 32 MW, assim como duas turbinas da EOL Tucano VIII e uma do parque VII, totalizando 18,6 MW, para a AES Brasil. A Neoenergia também recebeu aprovação para iniciar os testes em seis aerogeradores do projeto Oitis 3, totalizando 33 MW, em Dom Inocêncio. (CanalEnergia - 04.04.2023)
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Casa dos Ventos é autorizada a importar e exportar energia

A Secretaria de Planejamento e Transição Energética do MME autorizou a Casa dos Ventos a importar e exportar energia elétrica interruptível com a Argentina e Uruguai, com destinação ao mercado de curto prazo brasileiro em medida que vale até 31 de dezembro de 2023. Conforme a portaria nº 2.134, publicada no Diário Oficial da União da quarta-feira, 5 de abril, a operação da Argentina deverá vir das estações conversoras de frequência de Garabi I e II, até 2.200 MW, além da conversora de Uruguaiana, até 50 MW de potência e respectiva energia. Já a energia do Uruguai deverá preceder das conversoras de Rivera, até 70 MW de potência e da estação de Melo, até 500 MW. A portaria ainda afirma que a importação do Uruguai deverá ser precedida de autorização ou contato para o uso das respectivas instalações de transmissão. (CanalEnergia - 05.04.2023) 
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ePowerBay: Florianópolis é a cidade com mais GD de energia instalada no País

Florianópolis é a cidade brasileira com a maior capacidade instalada de geração distribuída (GD) de energia, totalizando 315 MW. A segunda colocada é Brasília, com 248 MW. O relatório da ePowerBay também destaca um estudo de caso sobre a cidade de São Paulo, que tem uma capacidade instalada de 9,969 MW, sendo 98,66% de geração fotovoltaica. A Canadian Solar é a marca que domina o mercado de módulos, enquanto a Growatt lidera o mercado de inversores. (Broadcast Energia - 05.04.2023)
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Vestas mira Argentina como novo mercado na América Latina

Com uma perspectiva animadora para 2023 no Brasil, a fabricante de aerogeradores Vestas quer replicar na América Latina o desempenho obtido no Brasil nos últimos anos. A Vestas já implantou 5 GW em território verde e amarelo. A Argentina aparece com destaque, mas Chile, Colômbia, Peru e México estão no radar da companhia. De acordo com o vice-presidente de Procurement LatAm da Vestas, Rodrigo Ugarte, a Argentina tem uma condição de vento diferenciada, além de um incentivo regulatório governamental. “É o mercado que tem despontado logo em seguida do Brasil como o mais importante nesse momento na América Latina”, explica. (CanalEnergia - 05.04.2023) 
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Hitachi Energy e Petrofac assinam contrato para transmissão de energia eólica da TenneT para Europa

A TenneT, operadora de sistemas de transmissão holandesa-alemã, selecionou a Hitachi Energy e a Petrofac para fornecer várias estações conversoras HVDC offshore e onshore e infraestrutura associada para acelerar a integração de energias renováveis em massa nas redes de energia europeias. O objetivo principal é implantar, de forma recorde, seis sistemas de integração de energia renovável, dos quais cinco irão conectar parques eólicos offshore à rede holandesa e o sexto à rede alemã. Cada um destes sistemas de conexão tem uma capacidade de 2 GW e um nível de tensão de 525 kV. A Hitachi Energy fornecerá suas estações conversoras HVDC Light, e a Petrofac se encarregará da engenharia, aquisição, construção e instalação (EPCI) das plataformas offshore e dos elementos das estações conversoras onshore. Este acordo é o maior já feito na história da Hitachi Energy e confirma a inovação da tecnologia de ponta. (Petronotícias - 04.04.2023)
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Petrolíferas chinesas investirão mais de US$ 14 bi em energias renováveis até 2025

As três principais empresas estatais de energia da China planejam investir um total de 100 bilhões de yuans (US$ 14,5 bilhões) ou mais em energia renovável até 2025, diversificando seus negócios num momento em que Pequim se esforça para atingir emissões líquidas zero de dióxido de carbono até 2060. "Queremos nos tornar o principal player da China em hidrogênio", disse o presidente da China Petroleum and Chemical (Sinopec), Ma Yongsheng. A Sinopec é a maior refinaria de petróleo da China, com mais de 30 mil postos de gasolina em todo o país. Ela planeja aproveitar sua infraestrutura existente para criar mais estações de hidrogênio para veículos com células de combustível. A China National Offshore Oil Co. (CNOOC) está se concentrando na energia eólica offshore, usando sua experiência na perfuração de petróleo no fundo do oceano. Já a PetroChina investiu 7,6 bilhões de yuans em 2022 em energia solar e outras fontes de energia renovável, inclusive na região de Xinjiang. A empresa disse que adicionou seis vezes mais capacidade naquele ano do que sua capacidade total em 2021. A refinaria também montou um centro de pesquisa para novas fontes de energia em Shenzhen. Espera-se investir mais de 10 bilhões de yuans por ano no campo até 2025. (Valor Econômico - 06.04.2023)
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Valmet assina primeiro contrato de performance no segmento de bioetanol de segunda geração

A Valmet, empresa de tecnologia, automação e serviços, assinou seu primeiro Contrato de Performance no segmento de bioetanol com a Meliora Bio na Dinamarca. O contrato inclui serviços de suporte ao cliente durante as operações e paradas de manutenção, além de alimentação do reator e descarga da produção de bioetanol e açúcar C-5 da moderna biorrefinaria. A Meliora Bio destaca a importância do sistema de pré-tratamento da Valmet para a operação estável da fábrica. A relevância do etanol de segunda geração se deve ao seu potencial sustentável, permitindo uma redução significativa de emissão de CO2 em comparação aos combustíveis fósseis. A Valmet oferece tecnologias, automação e serviços que buscam elevar os processos bioenergéticos a um novo patamar em eficiência e produtividade. (Petronotícias - 04.04.2023)
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Gás e Termelétricas

Paraná: logo após Copel, vamos privatizar Compagás

O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, afirmou que após a privatização da Copel, companhia paranaense de energia, o Estado deve avançar nos planos para privatizar a Compagás, companhia paranense de gás. Segundo ele, o processo de privatização da Copel está bem avançado. “Temos expectativa de levar a oferta de ações da Copel à bolsa em outubro ou início de novembro”, afirmou durante o Brazil Investment Forum, evento do Bradesco BBI. Ele afirmou que a oferta de ações da Copel é inspirada no modelo da Eletrobras, lembrando que todas as aprovações já foram feitas no governo e que agora o Estado avança na parte técnica. (Broadcast Energia - 05.04.2023) 
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Privatização da Compagás pode ocorrer entre fim deste ano e início de 2024

Inicialmente prevista para acontecer no início deste ano, a privatização da Compagás, concessionária de distribuição de gás natural paranaense, ficou em segundo plano após o governador do Paraná, Ratinho Júnior, iniciar um plano de tornar a Copel uma corporação nos moldes do que foi realizado na Eletrobras em 2022. Com isso, a nova previsão é que a empresa vá a leilão entre o final de 2023 e o início de 2024. O desinvestimento na concessionária de gás é um desejo do governo estadual e já vinha sendo encaminhado pela direção da Copel, principal acionista da concessionária de gás natural, com 51% das ações. Após a venda da ES Gás para a Energisa na última sexta-feira, os holofotes se voltam para a Compagás e para a Gasmig, duas privatizações de distribuidoras de gás natural que são consideradas como certas pelo mercado. (Broadcast Energia - 05.04.2023) 
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Fitch avalia que aquisição da ES Gás é neutra para ratings da Energisa

A agência de classificação de risco Fitch Ratings entende que a aquisição da Companhia de Gás do Estado do Espírito Santo (ES Gás) pela Energisa é neutra para a qualidade de crédito desta última e de suas subsidiárias. Segundo a Fitch, a Energisa é classificada com os IDRs de longo prazo em moedas estrangeira e local BB e BB+, respectivamente, e com o rating nacional de longo prazo AAA(bra). A Perspectiva de todos os ratings é estável. De acordo com a agência de risco, a aquisição aumenta a diversificação de negócios da Energisa, uma vez que o grupo ingressa no setor de distribuição de gás natural, caracterizado por moderado perfil de risco e fortes perspectivas de crescimento. No entender da agência, a Energisa tem comprovada flexibilidade financeira, e o desembolso para a aquisição representará um esforço administrável em termos de liquidez. (CanalEnergia - 05.04.2023) 
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EPE contratará consultoria para avaliar estocagem subterrânea de gás natural.

A EPE divulgou a abertura do processo de contratação de consultoria para realizar estudos de avaliação de estocagem subterrânea de gás natural. As empresas interessadas devem manifestar seu interesse apresentando portfólio comprovando atender aos critérios estabelecidos no termo de referência para a contratação. O prazo para entrega dos documentos se encerra no dia 25 de abril de 2023 e deverão ser encaminhados para o e-mail: editais@epe.gov.br. Esta contratação faz parte do Programa Meta II e conta com o financiamento do Banco Mundial em parceria com o Ministério de Minas e Energia (MME). Dúvidas ou esclarecimentos podem ser encaminhadas ao e-mail acima citado. (EPE – 05.04.2023)
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Biblioteca Virtual

GOLDEMBERG, José. "Um programa de energia sustentável para SP".

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