IFE
31/03/2023

IFE 5.692

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
31/03/2023

IFE nº 5.692

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.692

Regulação

GESEL: Nivalde de Castro analisa matriz elétrica

Em entrevista ao telejornal Bom dia Brasil da TV Globo, o Coordenador do GESEL, Professor Nivalde de Castro, analisou o cenário da matriz elétrica no Brasil. Castro afirma que o mundo tem como meta chegar, em 2050, a uma matriz tão limpa quanto a que o Brasil tem hoje. Assista a reportagem na íntegra aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 31.03.2023)
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Lula assina decreto que inclui insumos fotovoltaicos no Padis

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que prorroga o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (Padis) até 31 de dezembro de 2026 e acrescenta equipamentos usados na fabricação de painéis solares. Entre os novos insumos incluídos no programa estão chapas e tiras de cobre, vidro temperado, condutores elétricos, cimento de resina e caixas de junção para módulos fotovoltaicos. O objetivo é estimular a indústria nacional a fabricar painéis solares no Brasil, em vez de importá-los, por meio da redução de impostos aplicada a esses materiais. (CanalEnergia - 29.03.2023)
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Governo enfrenta críticas e oficializa a mistura de 12% de biodiesel no diesel

O governo brasileiro publicou novas diretrizes para o aumento gradativo da adição de biodiesel no diesel vendido ao consumidor final. A partir de 1º de abril, a mistura será de 12%, subindo para 13% em 2024, 14% em 2025 e chegando a 15% em 2026. A medida tem o objetivo de incentivar a produção de biocombustíveis, gerar empregos e investimentos na área, além de contribuir para a redução da importação de óleo diesel. A produção nacional de biodiesel deve passar de 6,3 bilhões de litros anuais para mais de 10 bilhões até 2026. O CNPE também estabeleceu metas para o fomento à produção de biocombustíveis em parceria com a agricultura familiar nas regiões Norte, Nordeste e no semiárido. (Petronotícias - 29.03.2023)
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Interferência do legislativo na regulação é prejudicial, diz diretor da Aneel

A interferência do poder legislativo na regulação do setor tem sido motivo de atenção dos agente. Durante o ‘Agenda Setorial’, realizado nesta quarta-feira, 29 de março, pelo CanalEnergia/ Informa Markets, o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica, Hélvia Guerra, revelou que as tentativas de transferência de competências podem culminar em algum tipo de retrocesso na avaliação externa da agência. “A OCDE fez um levantamento sobre a Aneel e disse que o órgão estava a um passo de se tornar uma agência mundial”, revelou. O diretor conta que é fundamental que a comunicação para a sociedade de como a alocação de custos desequilibrada pode prejudicar um grupo por conta de interferências. “Precisamos comunicar adequadamente, incentivar o diálogo, articular e interagir,”, explica. Segundo o diretor, os lobbies não vão acabar, mas a agência continuará com seu papel regulatório, de debelar esse tipo de movimento. Guerra dá como exemplo o processo de revisão da regulamentação da GD em 2019, que causou ruídos no setor. (CanalEnergia - 29.03.2023)
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Qualidade do fornecimento alcança melhor resultado em 2023, indica Aneel

A qualidade dos serviços de distribuição alcançou em 2022 o melhor resultado da série histórica acompanhada desde 2000. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, os indicadores DEC e FEC apurados pela autarquia registraram seus menores valores no ano passado. Ao longo de 2022, o serviço de fornecimento de eletricidade permaneceu disponível por 99,88% do tempo, na média do Brasil. Em linhas gerais, os consumidores ficaram 10,93 horas em média sem energia (DEC) no ano, o que representa uma redução de 7,2% em relação a 2021, quando registrou-se 11,78 horas em média. A frequência (FEC) das interrupções se manteve em trajetória decrescente, reduzindo de 5,99 interrupções em 2021 para 5,37 interrupções em média por consumidor em 2022, o que significa uma melhora de 10,4% no período.  (CanalEnergia - 29.03.2023)
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Setor precisa de menos regras e mais simplicidade, avalia MacCord

O setor elétrico precisa de menos regras e amarras de gestão. Essa é a análise que o Líder de Infraestrutura e Mercados Regulados na América Latina Sul da Ernst & Young, Diogo MacCord, fez do atual arcabouço setorial. Segundo o ex-secretário do PPI, o caminho seria partir para uma maior simplicidade em termos de estrutura e em sua modernização, prevendo que as dificuldades recaiam em termos de atendimento, no sentido de atingir os resultados esperados. “Ao longo do tempo foram se criando tantas regras que hoje atrapalham o setor. Há um apego muito grande à visão patrimonialista, o que já foi superado na área de Telecom”, comparou o especialista nessa quarta-feira, 29 de março, durante o Agenda Setorial 2023, referindo-se as distribuidoras e transmissoras que concebem um ativo pelo quanto investiram e não pela criatividade do que pode ser empregado para diversos fins e inovações.(CanalEnergia - 29.03.2023)
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Aneel fixa CVU da UEG Araucária em R$ 1.116/MWh

A superintendência de regulação dos serviços de geração da Aneel decidiu dar provimento à solicitação da UEG Araucária para homologação do Custo Variável Unitário (CVU) e determinar que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aplique o CVU no valor de R$ 1.116,00/MWh. Os montantes serão aplicados pelo ONS para fins de planejamento e programação da operação eletroenergética do SIN, a partir da data de publicação, que ocorreu nesta terça-feira, 28 de março, até 30 de abril de 2023, e pela CCEE, para fins de contabilização da geração verificada no referido período. (CanalEnergia - 29.03.2023)
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Transição Energética

Orçamento do Canadá inclui crédito fiscal de armazenamento de energia em onda de investimento em tecnologia limpa

O Canadá introduzirá incentivos de crédito fiscal e investirá no desenvolvimento e fabricação de energia solar fotovoltaica, armazenamento de energia e outras tecnologias de energia renovável em um esquema semelhante ao da Lei de Redução da Inflação. O governo do Canadá divulgou seu orçamento para 2023, que posiciona o crescimento da economia limpa como uma de suas principais prioridades, juntamente com a saúde e a 'acessibilidade'. De acordo com o orçamento, o governo confirmou o crédito fiscal reembolsável de 30% sobre investimentos feitos por entidades tributáveis em tecnologias de energia limpa, como solar, armazenamento em bateria e eólica. Isso se baseia em seu primeiro anúncio no plano Fall Economic Statement 2022 , que foi abordado em EnergyStorage.news. (Energy Storage – 30.03.2023)
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Reino Unido busca energia nuclear para fortalecer sua independência energética

O governo do Reino Unido está comprometido com um programa de novos projetos nucleares além do Sizewell C, dando à indústria e aos investidores a confiança de que precisam para entregar projetos rapidamente, de acordo com um novo documento de política. Ele descreve a energia nuclear como "a carga básica crítica do futuro sistema de energia". Lançado pelo Secretário de Segurança Energética, Grant Shapps, o documento de política Powering Up Britain estabelece "planos ambiciosos para ampliar a energia acessível, limpa e doméstica e construir prósperas indústrias verdes na Grã-Bretanha ... a longo prazo e mantendo uma posição de liderança mundial na obtenção de net-zero".(World Nuclear News – 30.03.2023)
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Agência Internacional de Energia Renovável diz que transição energética está fora dos trilhos, demandando mais investimentos até 2030

A Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) apresentou o relatório "World Energy Transitions Outlook 2023 Preview", que destaca a necessidade de correção na transição energética global. Embora os investimentos em tecnologias de transição energética tenham atingido um novo recorde de US$ 1,3 trilhão em 2022, os investimentos anuais devem mais do que quadruplicar para mais de US$ 5 trilhões para permanecer no caminho de 1,5°C. O relatório destaca que houve progresso, mas para manter a meta de limitar o aquecimento em 1,5°C, a implantação de energias renováveis deve crescer de cerca de 3.000 GW hoje para mais de 10.000 GW em 2030. A intervenção do setor público é necessária para canalizar os investimentos de forma mais equitativa. (Petronotícias - 29.03.2023)
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EDF cria nova subsidiária da Nuward SMR

A EDF da França diz que a criação de uma subsidiária integral permitirá que o pequeno reator modular Nuward (SMR) atinja seus "próximos marcos importantes" a caminho de alcançar o primeiro concreto nuclear em 2030. A EDF disse que, após a fase de projeto conceitual, “a Nuward agora prosseguirá com as atividades básicas de projeto para progredir na maturidade do projeto, aproveitando o conhecimento e a experiência das equipes de engenharia nuclear do Grupo EDF, além de se beneficiar do apoio de uma rede internacional de parceiros industriais ". Um arquivo de opções de Projeto e Segurança está programado para ser submetido à Autoridade Francesa de Segurança Nuclear em julho e discussões e engajamento ocorrem para avaliar e selecionar possíveis locais para a primeira usina de referência na França. O projeto Nuward foi lançado em setembro de 2019 pela Comissão Francesa de Energias Alternativas e Energia Atômica (CEA), EDF, Naval Group e TechnicAtome. O Nuward - consistindo de uma planta SMR de 340 MWe com dois reatores de água pressurizada (PWRs) de 170 MWe cada - foi desenvolvido em conjunto usando a experiência da França em PWRs. (World Nuclear News – 30.03.2023) 
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Empresas

Petrobras: Embate com o MME sobre venda de ativos

O MME e a Petrobras protagonizaram mais um capítulo sobre a discussão envolvendo o programa de venda de ativos da estatal. De um lado, o MME voltou a insistir para que a empresa reavalie a decisão de continuar com os processos de venda, mas reconheceu que os contratos já assinados devem ser respeitados. O Ministério só adotou essa posição depois de uma troca pública de documentos ao longo do dia de ontem nos quais as opiniões de ambos os lados evidenciaram discordâncias sobre o tema. Os ofícios de ontem do MME para a Petrobras são mais uma etapa na discussão que se arrasta publicamente desde o fim de fevereiro, quando o ministério pediu a suspensão por 90 dias dos processos de venda de ativos da estatal. (Valor Econômico - 30.03.2023)
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Celesc: Lucro líquido cresce 17,1% no quarto trimestre de 2022

A Celesc apresentou um lucro líquido de R$ 103 milhões no quatro trimestre de 2022 (4T22), um valor 17,1% acima ao realizado no 4T21, quando somou R$ 88 milhões. Já no consolidado de 2022, a companhia registrou R$ 540 milhões, uma queda de 4,0% se comparado ao realizado no mesmo período do ano anterior. No 4T22, o ebitda consolidado registrou o valor de R$ 223 milhões comparado aos R$ 208 milhões do no 4T21, uma diminuição de 7,5%. No ano de 2022, verificou-se um crescimento de 3,5%, alcançando o R$ 1 bilhão. Com relação à dívida financeira total do Grupo Celesc, em 31 de dezembro de 2022, o valor atingiu a casa dos R$ 2 bilhões, registrando aumento de 21,1%. Para finalizar, os investimentos do Grupo ficaram na ordem de R$ 358 milhões no 4T22, um aumento de 54,6% quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior. (CanalEnergia - 30.03.2023) 
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Equatorial: Redução do lucro em mais de 60%

A Equatorial Energia apresentou lucro líquido na base IFRS de mais de R$ 1,3 bilhão no ano de 2022, queda de 62,8% na comparação com 2021. Já no quarto trimestre esse valor foi de R$ 460 milhões, queda de 67,6% no trimestre. Excluindo os efeitos não recorrentes houve queda de 1,8% no ano e alta de 18,5% no trimestre encerrado em dezembro. O resultado ebtida ajustado no ano somou R$ 7,6 bilhões, alta de 39,4% quando comparado ao mesmo período do ano passado e nos três meses encerrados em dezembro ficou em R$ 2,3 bilhões, alta de 37,5%. A receita operacional liquida no ano somou R$ 27,1 bilhões, aumento de 11,9% e no trimestre foi de R$ 7,9 bilhões, queda de 1,7% ante mesmo período de 2021. O volume total de energia distribuída atingiu 9.141 GWh, crescimento consolidado de 4,9% em relação ao mesmo trimestre de 2021. Os investimentos no ano somaram R$ 5,3 bilhões, aumento de 84,4% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Com isso, a dívida líquida aumentou para R$ 32,8 bilhões alta de 140% ante o fechamento de 2021. (CanalEnergia - 30.03.2023) 
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Equatorial quer tornar Celg-D seu principal ativo

Em dezembro de 2022, a Equatorial realizou a aquisição da Celg-D, hoje Equatorial Goiás, uma das maiores aquisições da sua história. “A Celg tem todo o potencial para se tornar o principal ativo do nosso portfólio”, disse o diretor presidente da Equatorial Energia, Augusto Miranda. Segundo o executivo, eles tem avançado no plano de 100 dias na Equatorial Goiás acelerando a execução do modelo geral onde nas frentes prioritárias estão a evolução dos trabalhos para a revisão tarifária. “Nosso time está focado em garantir um melhor reconhecimento realizado o que permitirá seguir avançando nos investimentos necessários para a área de concessão. Já temos iniciado o nosso modelo na frente comercial com mutirões de negociação, programas de eficiência energética e a regularização de clientes melhorando sobremaneira o nosso relacionamento com a comunidade”, explicou. Para 2023, o executivo afirmou durante teleconferência com investidores, realizada na quinta-feira, 30 de março, que espera um avanço nos processos de combate às perdas e qualidade da operação e turnarounds de novos ativos. Além disso, estão previstas revisões tarifárias – PA/PI/AP/GO e redução da alavancagem e avaliação de oportunidades. Segundo o executivo, a companhia seguirá com foco na melhoria de qualidade e performance comercial com a redução de perdas e altos índices de arrecadação na evolução dos processos de turnaround dos ativos no Amapá, resultado que refletiu em 2022. (CanalEnergia - 30.03.2023) 
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Diretora da Light renuncia ao cargo

A Light, distribuidora de energia do Rio de Janeiro (RJ), comunicou que na última quarta-feira, 29 de março, Alessandra Genu Dutra Amaral renunciou ao cargo de diretora da Companhia. A executiva estava na companhia desde junho de 2019. (CanalEnergia - 30.03.2023) 
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Copel: Programa de inovação define startups para a fase final

O programa de inovação aberta Copel Volt selecionou as cinco startups que irão desenvolver provas de conceito em 2023. São elas: LexaTexer, Overstory, Repenso, Shipay e Solenium. A escolha aconteceu depois da fase de bootcamp, em que os avaliadores do programa conheceram em detalhes as soluções propostas por 15 startups brasileiras e internacionais. As cinco startups finalistas do Copel Volt agora passarão pela fase de desenvolvimento das provas de conceito, as PoCs, com demonstrações práticas em ambiente real de aplicação das soluções. Ao final, todas apresentarão os resultados dos testes em um evento com a participação da equipe de avaliadores. (CanalEnergia - 30.03.2023) 
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2W: Busca por investidores após desistência de IPO

A empresa de energia 2W passou as últimas semanas em busca de alternativas de capital em um momento em que o custo da dívida vem pressionando todas as companhias com os juros estacionados em 13,75% ao ano. Depois de passar o início do ano em conversas com potenciais investidores na tentativa de emplacar seu IPO, a companhia tem falado agora com gestoras e não descarta a entrada de um investidor. Duas fontes afirmaram que algumas gestoras já foram consultadas e que ainda vão se debruçar sobre o caso para decidirem se farão o aporte. “As conversas ainda estão no começo”, disse uma pessoa familiarizada com o tema. Fundada pelo empresário Ricardo Delneri, que também deu origem à Renova Energia, uma das pioneiras em energia renovável no país, a 2W foi avaliada em R$ 2,7 bilhões, quanto levantou R$ 400 milhões em dezembro de 2021 em debêntures conversíveis. (Valor Econômico - 30.03.2023)
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PSR: Digitalização trará engajamento do consumidor

A digitalização das redes, com a medição inteligente, será um indutor importante para o engajamento do consumidor na transição energética. A ação deixará o consumidor mais empoderado e sabendo lidar com os recursos energéticos distribuídos, além de agregar resiliência às redes para adaptação frente as mudanças climáticas. Durante o Workshop PSR/CanalEnergia, realizado na quinta-feira, 30 de março, a diretora técnica ngela Gomes ressaltou ainda que a digitalização muda a forma de operar e planejar o negócio de distribuição, tornando-a mais eficiente e com mais qualidade. Hoje ela é feita apenas uma vez por mês. Ela conta que a digitalização em alguns casos envolve altos investimentos e o investidor precisa de garantias sobre o retorno. A regra atual só possibilita o retorno na tarifa de cinco em cinco anos. Ainda segundo ela, o arcabouço regulatório ainda não está pronto para a remuneração adequada, porque os ativos são de vida curta e quando são reconhecidos na tarifa podem estar depreciados. Outro ponto que a diretora da PSR destacou foi o processo de renovação nas concessões da distribuição, que irá atingir mais da metade dos consumidores nos próximos anos. Segundo ela, a previsão de investimentos de R$ 15 bilhões no setor nos próximos anos torna o tema essencial, já que a postergação desse capex poderia trazer impactos ao setor. Há expectativa de mudanças nas condições contratuais, envolvendo flexibilidade na forma de remuneração. O tratamento destinado a distribuidoras como Light e Enel Rio também será um ponto a ser observado. (CanalEnergia - 30.03.2023)  
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário permanece em R$ 69,04 por MWh em todos os submercados do País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) permanece no valor mínimo regulatório, estabelecido atualmente em R$ 69,04 por MWh pela Aneel, de acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Já são seis meses e meio no patamar mínimo que, em 2022, era de R$ 55,70 por MWh. O montante praticado não apresenta oscilações ao longo do dia em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), de forma que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do País. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 30.03.2023) 
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ONS: Carga de energia do SIN deve ficar em 73.181 MW médios em abril, alta de 3,6%

A carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) deve alcançar 73.181 MWmed em abril, alta de 3,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Em março, a carga deve fechar em 74.847 MWmed, queda de 0,3% em base anual de comparação. Para o Sudeste/Centro-Oeste, principal centro de carga do País, a projeção é que o consumo de energia alcance 41.798 Mwmed no mês que vem, aumento de 0,2% em base anual de comparação. Em março, a carga deve ficar em 43.042 MWmed, redução de 3,2%. No Sul, a demanda por energia deve ficar em 13.031 MWmed, crescimento de 12,7% em abril, e terminar março em 13.657 MWmed, ou 2,9% maior do que o observado um ano antes. Para o Nordeste, a carga foi prevista para o próximo mês em 11.602 MWmed, aumento de 1,1%, e em março deve alcançar 11.498 MWmed, baixa de 0,9%. O subsistema Norte deve ter carga de 6.750 MWmed em abril, alta de 14,8%, e de 6.650 MWmed neste mês, elevação de 15,4%. (Broadcast Energia - 30.03.2023) 
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Região Nordeste opera com 90,9% da capacidade

Os reservatórios do Nordeste diminuíram 0,7 ponto percentual e estão operando com 90,9% de sua capacidade de armazenamento, na última quarta-feira, 29 de março, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada marca 47.011 MW mês e ENA de 6.312 MW med, equivalente a 55% da MLT. A região Norte teve recuo de 0,1 p.p e os reservatórios trabalham com 97,6% da capacidade. A energia retida é de 14.933 MW mês e ENA de 32.559 MW med, valor que corresponde a 63% da MLT. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou níveis estáveis e a capacidade está em 82,7%. A energia armazenada mostra 169.296 MW mês e a ENA é de 58.308 MW med, valor que corresponde a 73% da MLT. Os reservatórios da Região Sul tiveram queda de 0,3 p.p e operam com 83%. A energia armazenada é de 16.991 MW mês e a energia natural afluente marca 5.026 MW med, correspondendo a 97% da MLT. (CanalEnergia - 30.03.2023) 
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UHE Serra da Mesa atinge 78,88% do volume útil do reservatório

Os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país contaram com aumento acima da média dos últimos anos, devido às fortes chuvas que ocorreram no primeiro trimestre de 2023. Neste cenário, destaca-se a Usina Hidrelétrica Serra da Mesa, localizada no Rio Tocantins, no Município de Minaçu (GO), que esta semana atingiu 78,88% do volume útil do reservatório. Segundo dados do monitoramento dos reservatórios, disponibilizados pelo ONS, o volume útil alcançado nesta última semana de março foi o maior atingido pela usina, desde 1998, quando entrou em operação. O reservatório de Serra da Mesa é considerado o maior do País em termos de capacidade de armazenamento do setor elétrico brasileiro, com cerca de 54,4 bilhões de metros cúbicos de água. Essa UHE tem capacidade instalada de geração de 1.275 MW, segundo dados de Furnas. (CanalEnergia - 30.03.2023) 
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Mobilidade Elétrica

GWM anuncia parceria com a WEG para carregadores no Brasil

A GWM divulgou na quinta-feira (30) os próximos passos de sua operação para trazer os primeiros veículos híbridos ao Brasil, e também anunciou uma parceria estratégica com a brasileira WEG para o fornecimento de carregadores e consultoria nesse campo. O CCO da GWM Brasil, Oswaldo Ramos, responsável pela implementação da Operação Comercial da montadora, afirmou que o primeiro lote com mais de 500 unidades do SUV Haval H6 já desembarcou no país e passa pelos trâmites finais de liberação, o que deve ocorrer na próxima semana. O acordo da GWM com a WEG prevê a instalação de um carregador rápido de 30 kW em todas as concessionárias. Além disso, parceria com a WEG para os carregadores envolve dois modelos, um wallbox para os clientes que custa R$ 8.800, mas que durante o período promocional sairá pela metade do preço: R$ 4.400. (Inside EVs - 30.03.2023) 
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EUA: Carros elétricos à venda já são acessíveis para 50% dos compradores

Cerca da metade dos consumidores do mercado de carros novos nos Estados Unidos já pode encontrar um carro elétrico que se encaixe no seu orçamento. Essa é a conclusão de um novo estudo da consultoria JD Power, que observa que muitos compradores interessados em 2023 devem ser capazes de garantir um veículo elétrico que possam pagar. Além disso, o veículo também deve ser viável para o consumidor graças a seu tamanho, e as opções agora vêm de uma variedade de marcas. A empresa diz que até o final do ano, como marcas adicionais trazem modelos elétricos atraentes e acessíveis ao mercado, cerca de 50% dos compradores devem ser capazes de entrar em um novo VE. O preço dos VEs está caindo, e isso se tornou especialmente verdadeiro este ano depois que a Tesla cortou seus preços significativamente, o que causou uma espécie de guerra de preços dos veículos elétricos. Além disso, VEs maiores e mais práticos estão se tornando disponíveis, e a autonomia de condução está crescendo. (Inside EVs - 31.03.2023) 
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Energias Renováveis

Enel SP instala 40 novas árvores solares

A Enel Distribuição São Paulo instalou 40 árvores solares em sua área de concessão, incluindo em praças, parques públicos e universidades. O projeto visa a utilização inteligente e eficiente da energia elétrica e já recebeu um investimento de mais de R$ 1,7 milhão. As árvores solares possuem um design semelhante a uma planta natural e capturam energia solar através de filmes fotovoltaicos em suas "folhas", convertendo-a em energia elétrica para carregar celulares e tablets. As árvores solares possuem cinco saídas USB e têm dimensões que lembram uma árvore, com cerca de três metros de altura e pouco mais de quatro metros de largura. O projeto está alinhado com a Agenda 2030 das Nações Unidas e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente os ODS 7 e 9. (CanalEnergia - 29.03.2023)
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Auren inaugura dois complexos eólicos no Nordeste

A empresa Auren inaugurou dois novos parques eólicos na região Nordeste do Brasil, chamados Ventos do Piauí II e III, com capacidade instalada de 409,2MW. Os complexos já estão em operação comercial desde novembro de 2021 e representaram um investimento total de R$ 2,1 bilhões. A empresa também está construindo um complexo fotovoltaico em Minas Gerais e o primeiro parque de geração híbrida do Brasil, chamado Sol do Piauí. (CanalEnergia - 29.03.2023)
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Braskem e Casa dos Ventos: Acordo para fornecimento de energia renovável

A Braskem e a Casa dos Ventos firmaram um novo acordo no valor de R$ 2,1 bilhões para fornecimento de energia eólica dos complexos Rio do Vento e Umari, ambos localizados no Rio Grande do Norte, por meio de PPAs. Este é o segundo grande acordo entre as empresas e torna a Casa dos Ventos a principal fornecedora de energia renovável da Braskem. Em janeiro de 2021, as empresas anunciaram a assinatura de contratos de fornecimento de energia renovável por um prazo de 20 anos que ajudaram a viabilizar a primeira fase do Complexo Eólico Rio do Vento, maior empreendimento eólico da América Latina. (Valor Econômico - 30.03.2023)
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Enel acerta com Equinox Gold fornecimento renovável em unidades da BA

A mineradora canadense Equinox Gold passou a utilizar energia renovável gerada por usinas eólicas da Enel Brasil para suprir suas unidades na Bahia, em um contrato de autoprodução que oferece vantagens competitivas. A iniciativa reforça o compromisso da empresa com a sustentabilidade e redução de emissões de gases de efeito estufa, além de trazer economia de cerca de R$ 40 milhões por ano e redução de até 70% em encargos setoriais e custos de energia. A Equinox também avalia novas oportunidades de contratação de energia limpa para outras operações no Brasil. (CanalEnergia - 29.03.2023)
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Acordo com a Enel Brasil garante energia elétrica renovável para duas minas de ouro da Equinox Gold no Brasil

A Equinox Gold, empresa de mineração de ouro, passou a consumir energia 100% renovável gerada pelas usinas eólicas Cumaru I e Cumaru V no Rio Grande do Norte, através de uma parceria com a Enel Brasil. A iniciativa reforça o compromisso da empresa com as metas de sustentabilidade e contribui para a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa. A adoção de práticas de mineração responsável também torna a Equinox Gold a segunda empresa do setor a investir em energia eólica no Brasil e a pioneira no segmento de mineração de ouro. A iniciativa proporcionará uma redução de até 70% em encargos setoriais e custos de energia para as duas unidades, além de economia de aproximadamente R$ 40 milhões por ano. (Petronotícias - 29.03.2023)
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Setor eólico global prevê forte crescimento da fonte para os próximos anos

Um novo relatório divulgado pelo Conselho Global de Energia Eólica (GWEC) prevê que a indústria de energia eólica verá números recordes de projetos onshore e offshore instalados até 2025, com uma nova capacidade de 680 GW esperada até 2027. O relatório destaca que os formuladores de políticas precisam agir agora para evitar gargalos na cadeia de suprimentos que possam impedir a implantação de energia eólica após 2026. De acordo com o GWEC, há uma necessidade urgente de aumentar o investimento na cadeia de suprimentos em todo o mundo para garantir que o mundo alcance suas principais metas climáticas para 2030. Embora tentativas de criar requisitos rigorosos de conteúdo local ou implementar medidas comerciais protecionistas criem riscos de custos significativamente mais altos ou até atrasos graves na expansão necessária de energia eólica e renovável, os esforços para incentivar ainda mais o investimento em cadeias de suprimentos e criar mais diversificação e resiliência regional são bem-vindos. (Petronotícias - 28.03.2023)
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Gás e Termelétricas

ANP definirá critérios técnicos para gasodutos de transporte

A diretoria colegiada da ANP aprovou na quarta-feira, 29 de março, a inclusão em sua Agenda Regulatória da ação destinada a estabelecer limites de critérios técnicos para definição de gasodutos de transporte. A medida busca atender ao disposto no art. 7º, inciso VI da Lei nº 14.134/2021 (Lei do Gás), que determina que a agência estabelecerá, em regulamentação, os limites de características técnicas para gasodutos de transporte. Segundo a ANP, a inclusão desta ação é de grande importância tendo em vista as iniciativas de harmonização das regras estaduais e federal atualmente em curso, que visam a redução de conflitos, existentes ou potenciais, entre diferentes entes federativos. Para efetuar a regulamentação, a ANP pretende realizar, a partir de abril de 2023, interações com o mercado regulado e a sociedade para a elaboração do Relatório de Análise de Impacto Regulatório e, em seguida, a disponibilização da minuta da resolução para consulta pública ainda em 2023. (CanalEnergia - 30.03.2023) 
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EPE publica o Boletim de Conjuntura da Indústria do Óleo & Gás do 2º semestre/2022

​A EPE apresenta, na nova edição do Boletim de Conjuntura da Indústria do Óleo & Gás, o Panorama da Indústria de Petróleo e Gás Natural do Reino Unido, país com uma longa história de importância com a indústria moderna da energia. Ao longo das últimas décadas, o Reino Unido passou por um amplo processo de transformação em seu portfólio de energia, no qual o carvão mineral perdeu a posição de destaque, sendo substituído pelo gás natural e, mais recentemente, pelas renováveis. Na conjuntura internacional, a publicação destaca os eventos associados ao conflito na Ucrânia, além de sanções, tensões geopolíticas e a preocupação com a segurança do abastecimento energético. Na seção Brasil, o boletim comenta como o aumento global dos preços de petróleo e de seus derivados dominou a pauta de discussões no País, com a adoção de medidas voltadas às variações de preços. No mercado nacional de gás natural, diversos agentes se preparam para iniciar suas operações. (EPE – 30.03.2023) 
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Diretor da Agência Internacional de Energia Atômica voltará a inspecionar a central nuclear da Ucrânia

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Mariano Grossi, fará sua segunda visita à central nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia, desde o início da guerra com a Rússia. Ele busca avaliar a situação de segurança na usina, que está na linha de frente do conflito, e discutir medidas de proteção com a equipe que a opera. A visita ocorre após sete meses de presença da equipe da AIEA na usina e em meio à necessidade urgente de se evitar um acidente nuclear com possíveis consequências radiológicas para a saúde e o meio ambiente. A usina sofreu bombardeios durante o conflito e teve que contar com geradores a diesel de reserva em diversas ocasiões quando a energia externa ao local foi perdida. (Petronotícias - 28.03.2023)
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Mercado Livre de Energia Elétrica

CCEE: dados corretos serão fundamentais para monitoramento prudencial

Para que o processo de aprimoramento do monitoramento prudencial do mercado tenha êxito, será fundamental a participação dos agentes no envio de informações corretas. Durante o painel sobre segurança do mercado no Agenda Setorial, realizado pelo Grupo CanalEnergia by Informa Markets nesta quarta-feira, 29 de março, a conselheira da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, Roseane Santos, ressaltou a importância desse aspecto na fase da operação sombra. De acordo com ela, uma etapa como essa sem informações corretas levará a algo que não equivale a realidade. “O desafio será acertar com maior acuracidade possível os parâmetros que vão ficar na fórmula do fator de alavancagem”, avisa. (CanalEnergia - 29.03.2023)
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