IFE
28/03/2023

IFE 5.689

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
28/03/2023

IFE nº 5.689

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.689

Regulação

MME: Silveira diz que qualquer ação sobre Eletrobras será uma decisão de governo

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse na segunda-feira, 27 de março, que qualquer discussão na esfera judicial sobre a privatização da Eletrobras será uma decisão do governo e não sua, como titular da pasta. Silveira criticou o modelo de venda do controle da empresa, mas reconheceu que a desestatização é um fato consolidado. “Eu entendo que realmente há uma consolidação em termos da natureza jurídica da Eletrobras. O governo tem todo o direito, e aí é uma decisão de governo, não do ministro de Minas e Energia, de fazer uma discussão nesse sentido”, afirmou durante a Arko Conference 2023. Para o ministro, ninguém pode prever o resultado de uma eventual judicialização. A possibilidade de levar o caso ao STF foi mencionada pelo presidente Lula. Silveira explicou que quer tratar a Eletrobras de acordo com o status atual da empresa, cobrando respostas objetivas e considerando a posição estratégia que a ex-estatal ocupa na geração e na transmissão de energia elétrica. Ele criticou, no entanto, a privatização, afirmando que pelos modelos de corporação que conhece no Brasil e no mundo, o que foi adotado pelo governo passado é um modelo injusto. “A nossa golden share é vergonhosa. Ela não serve para absolutamente nada”, afirmou o ministro. Ele também questionou a limitação do poder de voto. “Quem tem 40% não pode ter 1%, não pode ter um conselheiro em nove. É um modelo de corporação que não atendeu, na minha opinião, um mínimo de segurança estratégica para o povo brasileiro.” (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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Ministro Silveira defende diálogo e promete previsibilidade e segurança regulatória

Em sintonia com o discurso adotado pelo governo, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou a agentes do setor elétrico que a pasta está aberta para discutir as pautas e para o diálogo. Em reunião na manhã desta sexta-feira, 24, o ministro encorajou o incentivo aos investimentos no Brasil, afirmando que a sua gestão garantirá previsibilidade e defenderá as agências reguladoras, para que não haja instabilidade regulatória. A princípio, a participação do ministro não estava prevista na reunião com os representantes das associações do setor e secretários da Pasta. A decisão de estar presente, foi com a intenção de demonstrar o caminho de diálogo que quer construir com o setor. Também participaram o secretário executivo, Efrain da Cruz, Gentil Nogueira, de Energia Elétrica, e Thiago Barral, de Planejamento e Transição Energética. (Broadcast Energia - 24.03.2023)
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Alexandre Silveira/MME: Concessões e modernização

Para o ministro de Minas e Energia, o momento atual é um cenário fértil para se discutir a questão do preço da energia elétrica. Ele afirmou que é preciso mais proximidade e foco no segmento da distribuição, considerando a renovação das concessões que vencerão nos próximos anos. “Acho que dentro das concessões não há que se falar em onerosidade da outorga, a não ser que seja para melhorar o preço.” Silveira também defendeu a separação das empresas que são saudáveis do ponto de vista financeiro daquelas que tem dificuldades. Sobre o o PL 414, disse que tem conversado muito com o relator do projeto na Câmara dos Deputados, Fernando Coelho Filho (União-PE). (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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Regulação do armazenamento de energia deverá ficar para 2024, aponta diretor da Aneel

A regulamentação para o uso de armazenamento de energia em baterias deverá sair no primeiro semestre de 2024. “Ao longo de 2023 vamos realizar duas consultas públicas, a análise de impacto regulatório (AIR) e depois a normativa, de forma que tenhamos a regulamentação para o uso de armazenamento no primeiro semestre do próximo ano”, disse o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, durante a inauguração de um projeto da ISA Cteep. Segundo Feitosa, esse é um momento único para setor elétrico brasileiro. “Nós tínhamos uma crise e um problema para resolver e a Isa Cteep estava com a necessidade de cumprir o prazo para entrar em operação e evitar o colapso de atendimento no litoral de São Paulo e nesse momento a crise virou uma oportunidade que foi muito bem apresentada”. Ele ainda destacou que com maior inserção das fontes eólica e solar e da geração distribuída, precisaremos cada vez mais da utilização de inovadores recursos de armazenamento como este para o equilíbrio entre oferta e demanda. (CanalEnergia – 24.03.2023)
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Aneel suspende discussão sobre norma transfere para o ONS liberação de usinas

Um pedido de vista do diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica, Fernando Mosna, suspendeu a aprovação de alterações nos procedimentos relacionados à situação operacional de novos empreendimentos de geração. A nova regra transfere para o Operador Nacional do Sistema Elétrico a atribuição de liberar a operação em teste e comercial de usinas, função que era da fiscalização da Aneel. Não há prazo para nova votação pela diretoria da Aneel. A norma, que passou por consulta pública, mantém os procedimentos das etapas de teste e comercial para todos os tipos de usina. Os pedidos dos geradores serão registrados em um sistema computacional, criando uma “única porta” que será operada de forma colaborativa, permitindo a atuação direta do agente solicitante, do ONS, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, das concessionárias ou permissionárias de distribuição e da Aneel. (CanalEnergia – 24.03.2023)
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Operação comercial é autorizada para 70,38 MW

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para início da operação comercial, a partir de 24 de março, as UG1 a UG252, da UFV Janaúba 19, com 47,88 MW de capacidade instalada; e as UG10 a UG15, da EOL Ventos de Santa Leia 04, com 22,5 MW. Juntos, os empreendimentos somam 70,38 MW de capacidade instalada. Para operação em teste a Aneel liberou a UG5, da EOL Ventos de Santa Leia 05, com 4,5 MW de capacidade instalada. As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 24 de março. (CanalEnergia – 24.03.2023)
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Transição Energética

Representantes de 25 países debatem no Brasil o futuro da energia limpa mundial

Mais de 300 representantes de 25 países debateram, entre os dias 20 e 22 de março, o futuro das energias limpas e renováveis no planeta. A reunião de altos oficiais da Clean Energy Ministerial (CEM) e da Mission Innovation (MI) foi realizada no Rio de Janeiro (RJ). O evento é preparatório para Reunião Ministerial da CEM e da MI, que acontece em julho, em Goa, na Índia. Em 2024, a reunião será sediada pelo Brasil, como reconhecimento do protagonismo do País no tema. O encontro preparatório foi organizado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com o Ministério de Relações Exteriores (MRE), e com o apoio do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O patrocínio é da Itaipu Binacional. A CEM e a MI são dois importantes fóruns sobre a colaboração internacional voltada para a transição energética, em busca de uma maior participação das fontes renováveis na matriz mundial. (EPE – 24.03.2023)
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EUA faz acordo para implantar reatores SMRs e atender as metas de geração de energia da Indonésia

Os Estados Unidos e a Indonésia assinaram um Memorando de Acordo para desenvolver um programa de energia nuclear, com foco na tecnologia de pequenos reatores modulares (SMR). A Indonésia busca atender suas metas de segurança energética e climáticas e fortalecerá sua liderança na região da ASEAN na implantação de tecnologias de energia nuclear avançadas. O projeto inclui uma usina nuclear proposta, que será localizada em Kalimantan e usará a tecnologia SMR da NuScale. A cooperação inclui US$ 1 milhão em novos fundos para capacitação para a Indonésia e suporte em áreas como desenvolvimento da força de trabalho, engajamento das partes interessadas, regulamentos e licenciamento. A instalação proposta teria capacidade de 462 MWe e criaria milhares de empregos, abrindo caminho para projetos SMR adicionais na Indonésia e na região do Pacífico. (Petronotícias - 26.03.2023)
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EUA: projetos de EIA que aumentaram iniciativas para reduzir emissões de CO2

As emissões de CO2 relacionadas à energia nos EUA caem de 25% a 38% abaixo do que eram em 2005 até 2030, de acordo com projeções do Panorama Energético Anual 2023 (AEO2023) da US Energy Information Administration (EIA). No final do período de projeção, 2050, as emissões de CO2 relacionadas à energia nos EUA são 17% menores no caso de referência deste ano em comparação com o ano passado, depois que o EIA considerou os efeitos da Lei de Redução da Inflação (IRA), custos de tecnologia de energia e desempenho atualizações, uma perspectiva macroeconômica alterada e outros fatores. As reduções projetadas pela EIA nas emissões de CO2 relacionadas à energia nos EUA são impulsionadas pelo aumento da eletrificação, maior eficiência do equipamento e implantação de energias renováveis no setor elétrico. As reduções de emissões são limitadas, no entanto, pelo crescimento de longo prazo no transporte e na atividade industrial dos EUA. (EE Online – 27.03.2023)
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BNEF: Mercado global de armazenamento de energia terá CAGR de 23% até 2030

A capacidade global de armazenamento de energia aumentou com um total de 16 GW adicionados no ano passado, equivalente a 68% de crescimento ano a ano, de acordo com a BloombergNEF (BNEF). A série Energy Storage Market Outlook da BNEF revelou que 2022 foi a adição recorde do armazenamento global de energia. No entanto, espera-se que o crescimento continue nos próximos anos. A BNEF está prevendo uma taxa de crescimento anual composta de 23% até 2030, com adições anuais atingindo 88 GW ou 278 GWh. Europa , Oriente Médio e África (EMEA) adicionaram 4,5 GW de capacidade no ano passado. As baterias residenciais, principalmente na Alemanha e na Itália, lideraram as instalações na região, e espera-se que essa tendência continue até 2025, graças aos altos preços da eletricidade no varejo e aos programas de incentivo do governo que apoiam as implantações domésticas. Atualmente, o segmento residencial é proporcionalmente o maior da região. (Energy Storage – 27.03.2023)
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Empresas

Itaipu Binacional conta com quatro novos diretores brasileiros

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), na noite da última sexta-feira, 24 de março, mais quatro diretores brasileiros para a Itaipu Binacional. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, também assina o decreto. Foram nomeados Renato Soares Sacramento, para o cargo de diretor técnico executivo; Luiz Fernando Ferreira Delazari, diretor jurídico; Iggor Gomes Rocha, diretor administrativo; e Carlos Carboni, diretor de Coordenação. O diretor-geral brasileiro, Enio José Verri, foi nomeado em 10 de março. O mandato dos cinco novos diretores vai até 16 de maio de 2027. Os membros da Diretoria Executiva podem ser reconduzidos ou substituídos a qualquer momento pelos governos do Brasil ou do Paraguai. (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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Cemig fecha 2022 com lucro de R$ 4,1 bi

A Cemig encerrou 2022 com lucro líquido de R$ 4,1 bilhões, subindo 9% na comparação anual mesmo com os efeitos dos créditos tributários do Pasep/Cofins sobre o ICMS, os quais imprimiram um efeito líquido no resultado próximo a R$ 1,3 bilhão. A companhia divulgou suas demonstrações financeiras na noite da última sexta-feira (24), reportando Ebitda de R$ 6,9 bilhões, aumento de 16,77%, enquanto a receita liquida somou R$ 34,4 bilhões no período ante os R$ 33,6 bilhões aferidos no ano anterior. A dívida líquida encerrou 2022 em R$ 7,2 bilhões, diminuindo 14,2%. A alavancagem financeira, medida pela relação dívida líquida/Ebitda ajustado, é de 0,96x ao final do ano, o que permite à companhia viabilizar a implementação do seu programa de investimentos e manter a sua qualidade de crédito, com acesso ao mercado de capitais.O indicador DEC foi de 9,48 horas na janela móvel finalizada em dezembro, muito próximo do registrado em 2021, ano de melhor resultado na história. As perdas de energia ficaram dentro do nível regulatório na janela de 12 meses, atingindo 11,21%, enquanto a meta regulatória é de 11,23%. No que se refere ao negócio de geração de energia, a empresa ressalta o foco nesse ano no processo de renovação das concessões das hidrelétricas Theodomiro Carneiro Santiago (anteriormente denominada Emborcação), Nova Ponte e Sá Carvalho, que representam aproximadamente metade do parque da geradora, além da continuidade dos investimentos em fontes renováveis, com maior protagonismo em geração distribuída, através da Cemig SIM. (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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Cemig planeja realizar leilão para a venda de 15 PCHs

A Cemig deu início a um processo de desinvestimento em 15 pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), disse o diretor da Cemig Geração e Transmissão, Thadeu Carneiro da Silva. A intenção da companhia é realizar um leilão de venda desses ativos em 10 de agosto, em Belo Horizonte. De acordo com ele, os ativos são pequenos, com menos de 1 MW de capacidade instalada cada, e por conseguinte tiram valor das operações da companhia, uma vez que consomem tempo dos times operacionais da Cemig, mas geram pouca caixa. (Broadcast Energia - 27.03.2023) 
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Cemig estuda lotes de próximo leilão de transmissão localizados em MG

O diretor da Cemig Geração e Transmissão, Thadeu Carneiro da Silva, afirmou que a companhia está estudando lotes do próximo leilão de transmissão, marcado para 30 de junho, com foco em empreendimentos localizados no Estado de Minas Gerais. O recorte geográfico atende o planejamento estratégico da estatal, que passou a orientar suas operações e investimentos exclusivamente para atividades em Minas Gerais. Em outra orientação do plano estratégico, a intenção da companhia é seguir para uma potencial disputa por lotes sozinha, diferente de vários outros grupos de energia, que apontaram o interesse de estabelecer parcerias. “O planejamento prevê que a companhia desenvolva sozinha e a empresa tem know-how, conhecimento forte em desenvolvimento de projetos para isso”, comentou Silva. (Broadcast Energia - 27.03.2023) 
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Cemig: Agenda de privatização ainda é “preparatória”

Questionado sobre como anda o ambiente de privatização e do processo de turnaround na Cemig, o presidente do Conselho de Administração da companhia, Márcio Luiz Simões Utsch, disse que ambos os projetos caminham de forma independente e em paralelo, o segundo avançando mais em seus objetivos e o primeiro ainda dando seus passos iniciais, mas com a perspectiva de que possa acontecer neste ano. “A privatização está em um caráter mais preparatório, com todos os pontos relevantes tendo que ser decididos, especialmente os societários, e as perguntas respondidas para depois a eventual privatização, que pode ser simples, do tipo Eletrobras, Corporation, de várias formas”, pontuou o executivo durante o Cemig Day, na manhã da segunda-feira, 27 de março. Na avaliação do presidente da estatal mineira, Reinaldo Passanezi Filho, a privatização fará a companhia se livrar de uma série de amarras de gestão, ganhando sustentabilidade e sobrevivência de longo prazo. Ele também ponderou sobre um tema mais concreto no momento, de renovação das concessões, com o pedido envolvendo metade do parque gerador da companhia tendo que ser feito até novembro para os vencimentos em 2027. (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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Cemig projeta aporte de R$ 42,2 bi entre 2023 e 2027

A Cemig publicou na segunda-feira, 27 de março, suas projeções de investimentos para o período entre 2023 e 2027, totalizando R$ 42,2 bilhões. Desse montante R$ 18,4 bilhões vão para o negócio de distribuição e R$ 14,4 bilhões para geração. Em seguida aparece o segmento de transmissão e geração distribuída, com aportes de R$ 3,5 bilhões e R$ 3,2 bilhões respectivamente. Encerram o quadro os recursos para gás natural, em R$ 2,3 bilhões, além da área de inovação e TI, angariando R$ 1,4 bilhão. A estatal mineira reiterou seu compromisso com foco em Minas Gerais, principalmente na geração, transmissão e distribuição de energia, prestando serviços para uma base de 9 milhões de clientes, realizando o maior investimento da história da corporação. (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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Cteep coloca em operação IE Itaúnas

A Isa Cteep informou em comunicado ao mercado na segunda-feira, 27 de março, o início da operação comercial da IE Itaúnas, localizada nas cidades de Itaúnas e Viana, no Espírito Santo. Com isso, a transmissora energiza parcialmente e passa a ser remunerada ao obter do Operador Nacional do Sistema Elétrico o Termo de Liberação Provisório de parcela significativa da sua operação. O empreendimento é o lote 21 da segunda etapa do leilão de transmissão 013/2015, realizado em outubro de 2016. De acordo com a companhia, houve atraso nas obras por fatos não atribuíveis à transmissora, que pedirá excludentes de responsabilidade. O projeto consistiu na construção da subestação João Neiva 2; ampliação da SE Viana e implantação da LT de 79 quilômetro que interliga as duas subestações, que juntas totalizam 1.197 MVA de potência. O TLP faz jus ao recebimento de 66% da Receita Anual Permitida de R$ 63,4 milhões e a margem Ebitda estimada da operação é de aproximadamente 85%. O investimento realizado até o momento foi de aproximadamente R$ 350 milhões, perfazendo uma relação RAP/Capex de 18%. (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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EDP ES realizou mais de 79 mil fiscalizações no combate ao furto de energia em 2022

A EDP ES realizou mais de 79 mil fiscalizações para ações de combate ao furto de energia no ano de 2022, nos 70 munícipios capixabas que atende. O volume de energia recuperada, cerca de 150 GWh, é equivalente ao consumo do município de Nova Venécia por mais de um ano. A distribuidora informou que os investimentos em tecnologia têm sido fundamentais para o combate a esse crime. A detecção de potenciais alvos de irregularidade é realizada por meio da análise, em boa parte feita computacionalmente por meio de algoritmos, métodos e ferramentas estatísticas, dos diversos padrões de consumo dos clientes. A companhia também mantém um treinamento intenso das equipes para uma atuação cada vez mais eficaz. As inspeções em campo são realizadas por equipes técnicas com treinamento e equipamentos específicos para identificar manipulações nos medidores ou qualquer anormalidade na rede. (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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Leilões

Abeeólica vai propor à Aneel limpeza de base para possibilitar leilão de margem de escoamento

A presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum, afirmou que a instituição terá uma reunião com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no próximo dia 6 para propor o que chama de "limpeza de base" para possibilitar a realização do leilão de margem de escoamento. O certame está no cronograma que o governo anterior publicou no fim do ano passado e visa resolver a fila de projetos de usinas de geração, sobretudo eólica e solar, inchada pela corrida para solicitar outorgas até março de 2022, quando terminam os subsídios para estas fontes. (Broadcast Energia - 27.03.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04/MWh, em todo o País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para esta segunda-feira, 27, mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04 MWh, em todo o País. Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O indicador segue no montante mínimo desde 14 de setembro do ano passado, quando era fixado em R$ 55,70 por MWh. O preço praticado ao longo do dia não apresenta oscilações de modo que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 27.03.2023) 
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Região Norte tem níveis estáveis e conta com 97,9% da capacidade

A Região Norte contou com níveis estáveis, no último domingo, 26 de março, segundo o boletim do ONS. O subsistema está operando com 97,9% da capacidade. A energia armazenada mostra 14.984 MW mês e a ENA aparece com 32.931 MW med, o mesmo que 62% da MLT. O subsistema do Nordeste teve aumento de 0,2 ponto percentual e opera com 91,2% da sua capacidade. A energia armazenada indica 47.146 MW mês e a energia natural afluente computa 8.722 MW med, correspondendo a 56% da MLT. A região Sudeste e Centro-Oeste teve elevação de 0,2 p.p e está com 82,5%. A energia armazenada mostra 168.731 MW mês e a ENA aparece com 63.524 MW med, o mesmo que 73% da MLT. A Região Sul subiu 0,2 p.p e está operando com 83,6% da capacidade. A energia armazenada marca 17.096 MW mês e ENA é de 5.936 MW med, equivalente a 99% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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SE Santo Antônio sofre com desligamento automático

O Operador Nacional do Sistema Elétrico informou em seu boletim diário, IPDO, que na última quinta-feira, 23 de março, às 10h28min ocorreu o desligamento automático na rede de distribuição da subestação Santo Antônio (fora da rede de operação do ONS) interrompendo aproximadamente 106 MW de carga na área da Light (RJ). Às 10h44 min foram normalizadas parcialmente as cargas da subestação (aproximadamente 91 MW) e normalizada a LT 138 kV Frei Caneca/Santo Antônio (LT 113). Às 13h17min foram normalizados os 15 MW restantes de carga interrompida, após a normalização do TR 1138/13,8 kV . (CanalEnergia – 24.03.2023)
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Mobilidade Elétrica

Offerwise: Carros elétricos e híbridos são a preferência de 65% dos brasileiros

O carro elétrico e o tempo para sua popularização no Brasil ainda pode ser uma incógnita, mas o consumidor brasileiro se mostra cada vez mais interessado nos modelos híbridos e elétricos. Isso é o que mostra uma pesquisa recente encomendada pelo Google à Offerwise. Entre as conclusões de uma pesquisa de abrangência nacional, que ouviu 1.200 respondentes de todas as regiões do Brasil, e que irão comprar um novo modelo nos próximos três meses, está a de que a crescente demanda por modelos mais econômicos e tecnológicos deve impulsionar o mercado brasileiro de carros elétricos e híbridos nos próximos anos. Mais da metade (52%) dos brasileiros que pretendem trocar de veículo nos próximos meses considera adquirir um híbrido ou elétrico. Entre aqueles que pretendem comprar um modelo 0km, a porcentagem sobe para 65%. O apelo tecnológico (37%) e os benefícios em custos e isenções (35%) são os principais fatores que motivam o consumidor a buscar essas opções – à frente da questão ambiental (27%). Os brasileiros enxergam os carros elétricos e híbridos como um objeto de desejo, revela o estudo do Google. Ao todo, 98% dos consumidores automotivos veem os atuais donos desses modelos como pessoas bem sucedidas, ou as quais eles gostariam de ser. Essa pesquisa foi divulgada durante o evento Think Mobility, realizado na semana passada em São Paulo (SP). Na ocasião, o Google apresentou também alguns insights coletados a partir da análise das pesquisas dos brasileiros na Busca, que apontam uma retomada do interesse pela compra de veículos. (Inside EVs - 27.03.2023) 
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Copel inicia implementação de frota de VEs

A Copel está dando início a uma série de ações para alcançar a meta que prevê a eletrificação de seus veículos. Na última quinta-feira, 22, a companhia assinou um contrato com a Mobilize, marca do Renault Group, dedicada à nova mobilidade e que oferece uma ampla gama de serviços, para a locação de carros elétricos que vão integrar a frota de veículos leves da empresa. A entrega dos carros acontece durante o Smart City Expo, que ocorreu em Curitiba. A meta de descarbonização da frota de veículos leves da Copel é um dos pilares estratégicos da companhia que estão na visão 2030, anunciada pela empresa em novembro de 2022. Até o fim do ano, 15% dos veículos leves serão substituídos por modelos elétricos, ou seja, 30 veículos. Já até 2027, 61 veículos (30% da frota) serão elétricos, chegando a 50% da frota em 2030 (102 carros). A Mobilize vai fornecer o Kwid E-Tech 100% elétrico à Copel. Para a Copel, o programa é mais um passo para o alcance das metas ESG da empresa e para o incentivo à mobilidade elétrica. (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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UE fecha acordo para acabar com produção de carros a gasolina e diesel até 2035

Os países da União Europeia (UE) chegaram na segunda-feira (27) a um acordo que valida o fim dos automóveis com motor de combustão interna a partir de 2035, um dos pilares das ambições do bloco em questões ambientais. O texto obrigará os carros novos a deixarem de emitir CO2 —eliminando na prática os motores que funcionam com combustíveis fósseis— e será incluído na pauta da reunião de ministros da Energia na terça-feira (28) para sua adoção formal. O anúncio do acordo foi feito pela delegação da Suécia, país que ocupa a presidência semestral do Conselho da UE. Este regulamento para acabar com as emissões de CO2 na frota automóvel é um dos pilares do ambicioso plano da UE para alcançar a neutralidade do carbono até 2050. O texto havia sido inclusive aprovado pelo Parlamento Europeu em fevereiro e determinava 100% de motores elétricos para carros novos vendidos a partir de 2035 no bloco. No entanto, a Alemanha surpreendeu a todos ao mudar de posição e passou a exigir uma proposta da Comissão Europeia (o braço Executivo da UE) para abrir caminho para veículos movidos a combustíveis sintéticos. O assunto chegou a ser um tema obrigatório nas discussões durante uma cúpula europeia realizada na semana passada. No sábado, a comissão e a Alemanha anunciaram uma forma de chegar a um acordo sobre a redação do texto. Esse entendimento deixaria inalterado o documento já aprovado, mas a comissão se comprometeria a abrir um caminho mais explícito para os combustíveis sintéticos em uma proposta separada, que deveria ser validada por volta de setembro de 2024. Em uma mensagem no Twitter, o ministro dos Transportes alemão observou que "os veículos com motor de combustão poderão ser registrados novamente após 2035 se usarem combustíveis neutros em CO2". (Folha de São Paulo – 27.03.2023)
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Volkswagen se tornará fornecedora de baterias para outras montadoras

Recentemente, o novo CEO do Grupo Volkswagen, Oliver Blume, sugeriu que a parceria da empresa com a Ford está "intensificando". Isto é interessante pois a Ford disse que está trabalhando para não depender da VW no longo-prazo. No entanto, a agora maior fabricante da Europa tem planos de tornar-se uma fornecedora de baterias para carros elétricos, fornecendo células para outras marcas. De acordo com reportagens recentes, a PowerCo, empresa de produção de baterias da Volkswagen, planeja crescer exponencialmente e fornecer os componentes no mercado global no futuro. O objetivo é que a PowerCo atenda metade das necessidades da Volkswagen e venda o restante para as rivais, incluindo a Ford. No caso da marca norte-americana, a PowerCo ainda deve fornencer baterias o suficiente para que produza 1,2 milhão de veículos com a plataforma MEB. Claramente, os executivos do Grupo Volkswagen acreditam que a empresa pode fazer dinheiro com este negócio, embora o lucro vá depender do quanto conseguirá reduzir os custos de produção das baterias. Se o Grupo VW conseguir montar baterias mais baratas, e vendê-las com uma boa margem de lucro, pode virar dinheiro para investir em mais carros elétricos. (Inside EVs - 27.03.2023) 
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Inovação e Tecnologia

EPE participa da inauguração do primeiro sistema de armazenamento por bateria em larga escala do país

Foi inaugurado o primeiro sistema de armazenamento de energia em larga escala do Brasil, localizado em Registro, São Paulo, que tem capacidade de entregar 60 MWh de energia por duas horas. O projeto visa reforçar a rede elétrica em horários de pico de consumo, colaborando em serviços ancilares, como controle de frequência e auto restabelecimento, minimizando o impacto de fontes intermitentes, como eólica e solar. O sistema de baterias evitará a emissão de 1.194 toneladas de gases de efeito estufa e a realização de obras em áreas de preservação ambiental. A tecnologia também pode servir como um laboratório de inovação setorial e reduzir os custos de operação e expansão do sistema. (EPE – 24.03.2023)
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Energias Renováveis

EDP fecha parceria com o Sebrae para expandir energia solar no ES

A EDP e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae/ES) firmaram uma que propõe a estimular e facilitar o acesso de pequenas e médias empresas (PMEs) à geração distribuída (GD). Pela parceria, a EDP vai oferecer às PMEs capixabas seu serviço "Solar Digital", de soluções em GD no modelo remoto, com condições diferenciadas. A solução é voltadoaa clientes que têm custos de energia entre R$ 1.000,00 e R$ 10.000 e que estejam em baixa tensão. A estimativa é de as empresas possam obter uma economia de até 18% nos custos com energia. Por meio da parceria também serão oferecidas condições diferenciadas para PMEs que acessem o Mercado Livre, seja na modalidade Varejista ou na Atacadista. No caso da Varejista, as empresas terão redução nos valores cobrados para o serviço de gestão de energia. O desconto aumenta de acordo com a quantidade de unidades consumidoras cadastradas. Já na modalidade Atacadista, a EDP também oferecerá menores valores para a gestão de energia e preços diferenciados para aquisição de créditos de energia renovável. A EDP tem planos de injetar R$ 225 milhões no Espírito Santo até o final de 2023, com o desenvolvimento de mais de 46 MWp de usinas de geração distribuída solar. Desse total, 26 MWp serão destinados às usinas de geração compartilhada. (Broadcast Energia - 24.03.2023)  
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Helexia conclui a primeira usina solar para atender ao projeto de geração distribuída da Vivo

A Helexia conectou a primeira usina solar para atender o projeto de geração distribuída da Vivo no Mato Grosso do Sul, como parte da estratégia ESG da empresa. A instalação tem capacidade de 4.9 MWp e mais 20.0 MWp adicionais serão conectados em abril em outros estados. A energia produzida será injetada no Sistema Nacional Integrado (SIN) e se transformará em crédito para a Telefônica, detentora da operadora Vivo, que terá economia em suas contas de luz. A Helexia será responsável pelos serviços de Operação e Manutenção (O&M) das unidades por 20 anos. A Vivo consome energia 100% renovável desde 2018, tanto em função do seu projeto de geração distribuída quanto pela energia obtida no mercado livre. (Petronotícias - 24.03.2023)
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Cemig vai investir em usinas solares flutuantes

A Cemig está imbuída em desenvolver usinas solares flutuantes em seus reservatórios hidrelétricos, aproveitando a infraestrutura de conexão para novos ativos destinados a geração distribuída, disse na segunda-feira, 27 de março, o presidente da companhia, Reynaldo Passanezi Filho. “Dos 540 MWp previstos até 2027 grande parte virá de usinas de GD flutuantes nos grandes reservatórios e com taxas de retorno entre 11% e 14%”, pontuou o executivo durante o Cemig Day. O segmento de GD terá uma projeção de R$ 3,2 bilhões em investimentos até 2027, a partir de projetos já inscritos na antiga regra de isenções de taxas para a modalidade. Para esse ano, a projeção de aporte na ampliação do portfólio de ativos é de R$ 640 milhões, estimando mais 125 MWp em disponibilização aos clientes, o que dobra a atual capacidade instalada da Cemig SIM. Já do aporte previsto para geração centralizada, de R$ 14,4 bilhões, a estatal mineira deve atingir 1,9 GW médios em um portfólio 100% renovável, com a maior parte vindo nas fontes solar e eólica, incluindo também a renovação das concessões hidrelétricas. (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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Grupo Bloxs abre captação em energia solar

O Grupo Bloxs anunciou uma nova oportunidade de investimento em quatro micro usinas fotovoltaicas na região do Norte de Minas Gerais por meio do Bloxs crowdfunding. Com uma potência acumulada de 424 kWp, o projeto visa captar quase R$2 milhões na modalidade equity, com retorno projetado de IPCA + 13,68% a.a. A Detronic Energia Solar, uma das empresas do setor, já apresentou números impressionantes, como uma economia mensal de mais de R$950 mil para seus clientes, produção mensal de mais de 5 milhões de kWh em suas usinas e a redução de mais de 6 mil toneladas de CO², além de plantar mais de 22 mil árvores por ano. (CanalEnergia – 24.03.2023)
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Engie inicia operação comercial do Conjunto Eólico Santo Agostinho

A Aneel autorizou na última quinta-feira, 23 de março, a operação comercial de 6,2 MW do Conjunto Eólico Santo Agostinho, que se refere ao primeiro aerogerador do empreendimento. Localizado nos municípios de Lajes e Pedro Avelino, no Rio Grande do Norte, quando concluído Santo Agostinho terá capacidade instalada de 434MW, com 14 parques eólicos e um total de 70 aerogeradores. Com investimento de cerca de R$ 2,3 bilhões, o Conjunto fortalece o objetivo da Engie de crescer em renováveis, tendo o Brasil no centro desta estratégia. Entre o início das obras e o início gradual da operação comercial, se passaram cerca de 22 meses. (CanalEnergia – 27.03.2023) 
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Gás e Termelétricas

MME: Melhor aproveitamento do gás natural é essencial para reindustrialização

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta segunda-feira, 27, que o melhor aproveitamento do gás natural é fundamental para a reindustrialização em geral do País, mas também para a segurança alimentar, para tornar o Brasil menos dependente da importação de fertilizantes nitrogenados. Ao falar sobre o tema durante evento da Arko Advice, o ministro fez críticas à rejeição do insumo nos poços de petróleo, citando, inclusive, declaração do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. Silveira ainda destacou que hoje não há condições de escoar o gás por falta de gasodutos e sinalizou que é preciso trazer o gás para a costa e tornar o segmento mais competitivo em termos de preços. O ministro afirmou que, nesse modelo atual, "ficamos reféns das petroleiras" nas plataformas, mas que essa política vai acabar. "Não faltará firmeza e decisão política para que o gás chegue ao Brasil", disse, citando que o insumo, na visão do governo atual, é algo imprescindível para segurança energética e alimentar. (Broadcast Energia - 27.03.2023) 
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Petrobras fecha acordo com Toyo Setal para concluir obras de unidade de gás natural em Itaboraí

A Petrobras assinou contrato com a Toyo Setal Empreendimentos para conclusão das obras da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Polo Gaslub de Itaboraí, as quais estavam paralisadas desde junho de 2022. Com a retomada das obras da UPGN, a previsão do início das operações de processamento de gás no Polo GasLub está mantida para ocorrer em 2024, em conformidade com o Plano Estratégico 2023-2027. As demais unidades necessárias para o início dessas operações, como unidades auxiliares localizadas no Polo GasLub, dutos submarino e terrestre, já estão com o escopo concluído, em fase de comissionamento final ou pré-operação, informou a companhia em comunicado ao mercado, divulgado há pouco. (Broadcast Energia - 24.03.2023) 
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ABiogás prevê dobrar número de usinas de biometano operando no setor até 2024

A Associação Brasileira do Biogás (ABiogás) prevê dobrar o número de indústrias produzindo biometano até 2024, saindo das cinco unidades de grande porte que estavam em operação ao fim de 2022 para dez plantas já aprovadas para operação e em construção. Hoje, a capacidade instalada do setor é de 400 mil metros cúbicos em condição padrão de temperatura e pressão (Nm³). "Com o que está autorizado (para construção de plantas), chegaremos em 800 mil Nm³ por dia em 2024", afirmou a gerente executiva da ABiogás, Tamar Roitman, durante o 3º Seminário Nacional de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A Abiogás prevê a entrada de 41 novas usinas de biometano no País até 2027, o que ampliaria a capacidade instalada brasileira para 2,9 milhões de Nm³ por dia. (Broadcast Energia - 27.03.2023) 
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Deputado propõe regime especial de incentivos fiscais para o setor nuclear

O deputado federal Julio Lopes propôs um projeto de lei para reinstituir o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Usinas Nucleares (Renuclear) até 31 de dezembro de 2025. O benefício fiscal seria aplicado aos projetos aprovados para implantação de obras de infraestrutura no setor de energia nuclear, e incluiria benefícios fiscais para locações, aquisições e importações de máquinas e equipamentos. Segundo o deputado, isso possibilitaria a execução de importantes projetos, como a extensão de vida útil da usina de Angra 1, e permitiria que a Usina de Angra 3 continuasse a usufruir do Renuclear até a sua conclusão. (Petronotícias - 24.03.2023)
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Estado de Nova York planeja proibir gás natural em novos edifícios

Nova York está prestes a se tornar o primeiro Estado dos Estados Unidos a aprovar uma lei que proíbe o gás natural e conexões de combustível fóssil em novos edifícios. É uma mudança que os democratas têm pressionado para ajudar o Estado a cumprir metas de redução de gases de efeito estufa. A medida deve ser incluída no próximo orçamento estadual, que pode ser concluído nesta semana. A governadora democrata Kathy Hochul propôs a construção totalmente elétrica em seu plano de gastos e ambas as câmaras da Legislatura Estadual, controlada pelos democratas, incluíram propostas semelhantes em seus orçamentos. Um dos efeitos mais visíveis da legislação seria o fim dos fogões a gás em novas residências, juntamente com outros aparelhos movidos a gás, como aquecedores de água, fornos e secadoras de roupas. A proposta enfrenta a oposição de alguns republicanos, sindicatos, empresas de gás e grupos empresariais. Eles citam preocupações como acessibilidade e confiabilidade. Grupos ambientalistas aplaudiram os esforços. (Broadcast Energia - 27.03.2023) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

Entregas para o mercado e exportação de energia são destaques em reunião com associações

Você lembra que a CCEE ganhou um prêmio da CIER sobre inovação? E que lançou a primeira certificação brasileira de hidrogênio renovável? Estas e outras entregas da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica foram relembradas na 1ª Reunião de Interação com as Associações de 2023, realizada no dia 17 de março. Durante o encontro online, o presidente do Conselho de Administração, Rui Altieri, destacou a retomada gradual do consumo em 2022, que registrou uma elevação de 1,5% em relação a 2021, e o desempenho positivo das fontes renováveis na geração do ano passado, representando 92% da produção nacional. Ainda sobre geração, os participantes debateram a exportação de energia no primeiro bimestre deste ano. A precificação e a competitividade entre as térmicas e as hidrelétricas, com a exportação de vertimento turbinável, estiveram em pauta. (CCEE – 24.03.2023)
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