IFE
23/03/2023

IFE 5.686

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
23/03/2023

IFE nº 5.686

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.686

Regulação

GESEL publica Observatório de Energia Nuclear N° 2

O GESEL está lançando o relatório Observatório de Energia Nuclear número dois. O Observatório de Energia Nuclear é feito com base no Informativo Eletrônico de Energia Nuclear e visa contribuir com a sistematização e a divulgação do conhecimento, identificando o papel da energia nuclear para o mundo de hoje, as estratégias e iniciativas para a sua aplicação que estão sendo adotadas nos setores elétricos nacional e internacional, o papel das empresas nesse processo, a dinâmica internacional que envolve a energia nuclear, como tem se dado o progresso tecnológico e por fim, apresentar os principais estudos que discutem essa tecnologia. Para ler o estudo na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 23.03.2023)
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Senado analisa requerimento de audiência pública com diretor-geral da Aneel

A Comissão de Infraestrutura do Senado discutiu no dia 21 de março o plano de atuação da Agência Nacional de Energia Elétrica em relação à regulação e potencial de fontes de energia renovável no Brasil, bem como as perspectivas do novo governo para o setor. A diretoria da agência também discutiu a revisão tarifária da RGE Sul e o reajuste tarifário anual da CPFL Santa Cruz, além da revisão parcial da Receita Anual Permitida de contratos de concessão de transmissão. A semana também verá a divulgação dos resultados financeiros do 4º trimestre de 2022 de empresas do setor elétrico, como a Copel, Eneva e Cemig. (Broadcast Energia - 20.03.2023)
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MME: Silveira promete novo programa de linhas de transmissão de energia no Nordeste

Durante o lançamento do Complexo Renovável Neoenergia, na cidade de Santa Luzia, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que a pasta vai ajudar viabilizar o maior programa de transmissão de energia no Nordeste. Em 2023, a Aneel prevê que o Brasil deve movimentar investimentos na ordem de R$ 50 bilhões em leilões de transmissão de energia elétrica. O objetivo é escoar boa parte da produção de energias renováveis no Nordeste para os mercados consumidores do Sul e Sudeste. Hoje, o grande gargalo do setor é o segmento de transmissão. O primeiro certame está marado para junho. (Valor Econômico - 23.03.2023)
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MME atualiza garantia física da UTE Porto do Sergipe I e eólicas

A secretaria de planejamento e transição energética do Ministério de Minas e Energia definiu em 904,3 MW médios o novo valor de garantia física de energia da térmica Porto de Sergipe I (1,6 GW) determinado nas Barras de Saída dos Geradores. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 20 de março. Em outra portaria, a pasta também apresentou os novos montantes de garantia física de energia de 26 parques eólicos, a partir dos Pontos de Medição Individuais e do Ponto de Conexão das usinas. (CanalEnergia – 20.03.2023)
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Entidades dão voto de confiança a novo número 2 do MME

Efrain Cruz, ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foi nomeado o novo secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia do Brasil. Sua nomeação foi recebida com críticas, com denúncias de ligações com grupos econômicos. No entanto, as associações setoriais adotaram uma abordagem pragmática, destacando a importância de desbloquear a agenda do ministério. Apesar das polêmicas durante sua passagem pela Aneel, Cruz é considerado técnico do setor. As associações industriais expressaram otimismo e disposição para colaborar com o novo secretário no desenvolvimento de uma agenda voltada para a modernização e reforma no setor de energia. (CanalEnergia – 20.03.2023)
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Projeto de sandboxes tarifários recebe 14 propostas

A Aneel recebeu 14 propostas de experimentações para o projeto de P&D Governança de Sandboxes Tarifários, que avaliará diferentes modalidades de tarifas para o segmento de baixa tensão. O projeto terá duração de cinco anos e deve envolver 21,3 mil consumidores nas áreas de concessão de várias empresas. O presidente da Abradee acredita que a mudança na estrutura tarifária da baixa tensão pode ser importante para a migração para o mercado livre e que a tarifação do consumidor BT é injusta. Há subprojetos voltados para a micro e minigeração distribuída que podem estimular o consumidor a dar sua contribuição ao sistema. A Aneel planeja fazer menos chamadas, mas com intervalos menores entre elas. (CanalEnergia – 21.03.2023)
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Aneel: distribuidoras não podem negar enquadramento em GD só com base em benefício via Reidi

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) esclareceu que as distribuidoras de energia não podem negar a classificação de usinas geradoras como geração distribuída (GD) apenas por já terem se beneficiado do Regime Especial de Desenvolvimento de Infraestrutura (Reidi). Essa decisão suspende a incidência do PIS/Cofins sobre a aquisição de máquinas, equipamentos e materiais para aplicação em projetos aprovados. A Aneel também especificou que outras condições devem ser atendidas para o correto enquadramento dessas usinas geradoras como GD e participação no Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). Esse processo decorre de pedido da Pardo Energia e da Pedra Lavada Energia para que a Aneel ordene que a Cemig e a Enel Rio as classifiquem como GD, pedido parcialmente deferido em novembro de 2018. (Broadcast Energia - 20.03.2023) 
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Aneel autoriza pagamento por serviços ancilares

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou o pagamento da receita pela prestação dos serviços ancilares de Autorrestabelecimento, Controle Secundário de Frequência e Sistema Especial de Proteção por usinas hidrelétricas, referentes aos anos de 2019, 2020 e 2021. Os valores aprovados para esse período, já atualizados pelo IPCA, somam quase R$ 532 mil. Para as usinas que prestaram o serviço ancilar de Autorrestabelecimento sem falhas a receita chega a R$ 145 mil. Para o Controle Secundário de Frequência o valor é de R$ 193,4 mil, mesma receita prevista para o sistema de proteção. O pagamento da receita pela prestação dos serviços não se aplica a Itaipu Binacional e às usinas com concessão renovada nos termos da Lei nº 12.783. (CanalEnergia – 21.03.2023)
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Transição Energética

Brasil sedia as reuniões preparatórias da Clean Energy Ministerial e da Mission Innovation

O Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, com patrocínio da Itaipu Binacional e apoio do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), realiza um encontro de alta representantes da Ministerial de Energia Limpa (CEM) e da Missão Inovação (MI) no Rio de Janeiro até o dia 22 de março. Mais de 25 delegações de países participaram do evento de três dias, que teve como foco a promoção de políticas e investimentos em soluções energéticas inovadoras e de baixo carbono. O encontro visou preparar a 14ª Reunião Ministerial do CEM e a 8ª Reunião Ministerial do MI, marcada para julho de 2023 em Goa, na Índia. A delegação brasileira é chefiada pelo MME, com a participação de outros ministérios , agências reguladoras e líderes empresariais. O CEM e o MI são fóruns globais que promovem políticas públicas, compartilhando as melhores práticas e lições aprendidas e incentivando a transição para uma economia global de baixo carbono. A participação do Brasil nesses fóruns reforça o compromisso do país com a transição energética e o coloca em posição de liderança, abrindo mais oportunidades de investimentos em energias renováveis e de baixo carbono. (EPE – 21.03.2023)
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Departamento de Energia dos EUA divulga novos relatórios sobre os caminhos para a decolagem comercial para acelerar as tecnologias de energia limpa

O Departamento de Energia dos EUA (DOE) anunciou no dia 21 de março o lançamento de seu Pathways to Commercial Liftoff, um conjunto de relatórios que representa uma nova iniciativa em todo o departamento para fortalecer o envolvimento entre os setores público e privado para acelerar a comercialização e implantação das principais tecnologias de energia limpa. Os relatórios fornecem ao setor privado e a outros parceiros da indústria um recurso valioso e orientado para o engajamento sobre como e quando certas tecnologias, começando com hidrogênio limpo, nuclear avançado e armazenamento de energia de longa duração, podem atingir a implantação em escala total. A nova iniciativa ressalta o papel crítico que o DOE desempenha ao permitir a ampla adoção comercial das tecnologias de energia limpa que são essenciais para atender o presidente Biden'.  (EE Online – 22.03.2023)
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Indústria mostra uma resposta mista às reformas do mercado da União Europeia

A Comissão Europeia propôs reformas ao projeto do mercado de eletricidade da UE para acelerar a energia renovável, proteger os consumidores e tornar a indústria da UE mais competitiva. As reformas propõem Contratos por Diferença como a nova norma para apoiar investimentos em energia renovável. As reformas são uma resposta à invasão russa da Ucrânia e ao aumento da concorrência dos EUA, destacando a necessidade de um mercado de eletricidade mais adaptável e competitivo. Embora o consenso seja positivo, alguns especialistas sugerem que as reformas são mais direcionadas e atenuadas do que o esperado inicialmente e podem exigir novos ajustes no futuro. A reforma proposta terá agora de ser discutida e acordada pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho antes de entrar em vigor. (Smart Energy – 21.03.2023)
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Europa: implantados 1,9 GW de armazenamento de bateria em 2022, 3,7 GW esperados em 2023

Segundo a empresa de pesquisa LCP Delta, cerca de 1,9 GW de armazenamento de energia em bateria em escala de rede foi implantado em toda a Europa no ano passado, com quase 85% no Reino Unido, Irlanda, Alemanha e França. A empresa também relatou que 170 projetos de armazenamento de baterias de rede entraram em operação no ano passado, totalizando 1,9 GW, um ano recorde. A previsão é de 3,7 GW para entrar em operação em 2023, quase 100% de crescimento ano a ano. O detalhamento em nível de país pode ser visto no infográfico abaixo, fornecido pela LCP Delta à Energy-Storage.news. (Energy Storage – 21.03.2023)
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Crescimento recorde em energias renováveis alcançado apesar da crise de energia

Segundo a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), a capacidade global de energia renovável atingiu 3.372 GW no final de 2022, com um aumento recorde de 295 GW ou 9,6% adicionados no ano. Cerca de 83% de toda a capacidade de energia adicionada em 2022 veio de fontes renováveis. Apesar das incertezas globais, a energia renovável continua crescendo em níveis recordes, confirmando a tendência de queda na geração de combustíveis fósseis. A maior parte do crescimento está concentrada em alguns países e regiões, como Ásia, Estados Unidos e Europa. A energia solar e eólica dominaram a nova capacidade renovável, contribuindo com 90% do total. No entanto, a IRENA adverte que as adições anuais de capacidade renovável precisam triplicar os níveis atuais até 2030 para limitar o aquecimento global a 1,5°C. (IRENA – 21.03.2023)
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O apoio à política global para energia nuclear se expande para enfrentar os desafios de suprimentos de energia confiáveis e com baixo teor de carbono

À medida que as nações buscam mais fontes de energia de baixo carbono, muitas estão ajustando as políticas energéticas para apoiar novos projetos nucleares e desenvolver novas tecnologias que tornarão essa fonte de energia mais competitiva em termos de custo, de acordo com um novo relatório da Wood Mackenzie. De acordo com o relatório “Investir no futuro da energia nuclear avançada”, o apoio à política se expandiu em mercados com 50% da capacidade nuclear global em 2022. Os Estados Unidos receberam recentemente US$ 6 bilhões em apoio público, enquanto outras nações, como Índia, Japão e especialmente a China continuará a expandir o suporte e aumentar a capacidade. De acordo com o relatório, os investimentos em energia nuclear avançada, como pequenos reatores modulares (SMR) e novas tecnologias de reatores, podem reduzir custos, melhorar o tempo de lançamento no mercado e tornar a energia nuclear um concorrente viável das energias renováveis. (WoodMac – 22.03.2023)
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ONU/IPCC: risco de catástrofe climática é alto, mas ainda dá para salvar o planeta

O novo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas, divulgado em 20 de março, diz que ainda existem opções viáveis e eficazes para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e fazer as adaptações necessárias às mudanças climáticas induzidas pelo homem. A redução rápida e sustentada das emissões globais pode limitar a extensão das mudanças climáticas futuras inevitáveis ou irreversíveis. O relatório aponta a necessidade de mudanças na produção de alimentos, eletricidade, transporte, indústria, edificações e uso do solo, além de indicar medidas como a ampliação do acesso à energia e tecnologia limpas. O relatório destaca que os atuais fluxos financeiros globais para adaptação são insuficientes e restringem a implementação de opções de adaptação, especialmente em países em desenvolvimento. Este relatório é o último desta década e é uma síntese dos principais pontos analisados por 278 cientistas de 65 países, e pretende servir de guia para a tomada de decisões de nações desenvolvidas e em desenvolvimento. O presidente do IPCC diz que “se agirmos agora, ainda podemos garantir um futuro sustentável e habitável para todos”. (Broadcast Energia - 20.03.2023)
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Spearmint Energy compra trio de armazenamento de bateria de 900 MW no Texas

Presente no setor de renováveis, a Spearmint Energy comprou três projetos de armazenamento de energia em bateria que totalizam 900 MW/2.000 MWh, localizados no Texas, EUA. O projeto Nomadic inclui três projetos, cada um com capacidade de até 300 MW e localizados nos condados de Cooke, Galveston e Brazoria. A empresa espera iniciar o primeiro projeto no início do próximo ano e colocá-lo em operação em até 18 meses. A Spearmint Energy observou que o mercado de energia ERCOT tem visto uma forte demanda por renováveis desde a tempestade de inverno Uri e a aprovação do Inflation Reduction Act. (Renewables Now – 21.03.2023)
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Empresas

Aprovado reajuste médio de 9,02% nas tarifas da CPFL Santa Cruz

A Aneel aprovou na terça-feira, 21, reajuste médio de 9,02% nas tarifas da CPFL Santa Cruz. A distribuidora atende a aproximadamente 496 mil unidades consumidoras. Para os consumidores atendidos em alta tensão, como as indústrias, o efeito médio será de 12,67%. Já para aqueles conectados à baixa tensão, como os residenciais, o aumento médio será de 6,85%. As novas tarifas valem a partir de 22 de março. Em seu voto, a relatora do processo, diretora Agnes da Costa, ressaltou os mecanismos para mitigar parte dos aumentos tarifários. A devolução integral de créditos de PIS/Cofins teve um efeito de -3,40%. Já o repasse da Eletrobras teve um impacto tarifário de -2,81%. (Broadcast Energia - 21.03.2023)  
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Proposta de reajuste médio de 6,03% nas tarifas da RGE Sul

A Aneel propôs na terça-feira, 21, um reajuste médio de 6,03% nas tarifas da RGE Sul, controlada pela CPFL Energia. A atualização da tarifa compõe o processo de revisão tarifária da distribuidora. Para os consumidores conectados à alta tensão, como indústrias, a proposta prevê uma redução média de 1,87%. Já para os consumidores conectados em baixa tensão, grupo que inclui as residências, o aumento médio deve ser de 10,14%. Os cálculos da agência consideram mecanismos para atenuar os reajustes aos consumidores. Além do reajuste das tarifas, outros parâmetros para operação são revistos durante o processo de revisão tarifária, que acontece a cada 4 ou 5 anos. Entre os itens revisados, está o Fator X. O índice, que será utilizado nos reajustes anuais até a próxima revisão tarifária, tem como objetivo compartilhar com o consumidor os ganhos de produtividade da concessionária por conta do crescimento de unidades consumidoras e aumento do consumo no mercado existente. A proposta prevê que o componente T, que estabelece uma trajetória de custos operacionais regulatórios a ser aplicado nos próximos reajustes, será de 1,344%. Já o componente Pd, que estima os ganhos potenciais de produtividade de uma distribuição em relação a média do setor, seria de 0,18%. A proposta ainda pode ser alterada após a consulta pública. O órgão receberá contribuições entre 22 de março a 12 de maio e também deverá realizar uma audiência presencial, com data e local a serem definidos. Os novos valores devem valer a partir de 19 de junho. (Broadcast Energia - 21.03.2023)  
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Agência propõe redução média de 1,87% na receita de 58 transmissoras com revisão em jul/23

A Aneel aprovou nesta terça-feira, 21, a abertura de consulta pública para revisar a Receita Anual Permitida (RAP) de contratos de concessão de transmissão de energia elétrica relativos aos empreendimentos licitados com data de revisão em julho de 2023. A proposta prevê uma redução média de 1,87% na receita das empresas, considerando valores reais, ou seja, com efeito da inflação. O valor da RAP corresponde a quanto as empresas recebem pela prestação do serviço de transmissão de energia elétrica. Os valores são definidos durante os leilões do segmento. Segundo a área técnica da agência reguladora, a revisão abrange 58 contratos de concessões, que estabelecem que a receita ofertada nos leilões e a parcela associada a reforços autorizados estão sujeitos à revisão. Os contratos determinam ainda que, nas revisões tarifárias, parcela dos eventuais ganhos extras das empresas, denominados Outras Receitas, devem ser extraídos da RAP, em prol da modicidade tarifária. A proposta foi apresentada após a agência reguladora aceitar um pedido da Associação Brasileiras das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate) para postergar parte desse escopo dos critérios analisados. Conforme a decisão, a análise sobre reforços e melhorias, por exemplo, ficará para 1º de julho de 2024, bem como entrega dos relatórios de avaliação físico-contábil. A proposta ficará em consulta pública entre 22 de março e 8 de maio. O cálculo final será homologado provavelmente em junho, para que os índices sejam aplicados a partir de 1º de julho desse ano. (Broadcast Energia - 21.03.2023)  
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Copel: Lucro diminui para R$ 1,1 bi em 2022

A Copel encerrou 2022 com lucro líquido de R$ 1,1 bilhão, diminuindo 77,2% em relação ao ano anterior. A companhia apresentou suas demonstrações financeiras, reportando crescimento anual de 10,4% no Ebitda, que atingiu R$ 5,5 bilhões, e receita líquida de R$ 21,9 bilhões, com redução de 8,6% em função da variação na receita de suprimentos, no resultado de ativos e passivos financeiros setoriais e na receita com disponibilidade de rede elétrica. Os investimentos no período ficaram na ordem de R$ 2,3 bilhões, com a previsão de mais R$ 2,1 bilhões para esse ano, com a área de distribuição angariando a maior fatia. (CanalEnergia – 22.03.2023) 
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Copel prevê oferta de ações para privatização no 2º semestre

A elétrica Copel prevê que a oferta de ações visando sua privatização deverá ser realizada no segundo semestre deste ano, tendo como base os resultados financeiros da companhia referentes ao segundo trimestre, disse na quarta-feira (22) o CEO da elétrica, Daniel Slaviero. Em teleconferência de resultados, ele destacou que essa operação tem um prazo para acontecer, uma vez que está relacionada à renovação da concessão da hidrelétrica Foz do Areia, principal ativo de geração do portfólio da Copel, com data limite para dezembro deste ano. Lançado no fim do ano passado, o processo de privatização da elétrica já ganhou aprovação legislativa do Estado do Paraná. Agora, a companhia está em fase de construção da oferta de ações, trabalhando com assessores em "valuations" e "due dilligence", o que será posteriormente submetido à aprovação do TCE-PR (Tribunal de Contas do Estado). A desestatização da Copel deverá ocorrer por meio de uma oferta de ações, em operação semelhante à realizada pela Eletrobras. A ideia é tornar a empresa uma "corporation", sem controlador definido, com o governo paranaense permanecendo com participação de pelo menos 15% do capital social total da elétrica. Segundo Slaviero, a operação poderá envolver uma eventual distribuição primária de ações, visando levantar recursos para a companhia fazer frente ao pagamento de bônus de outorga pela renovação de concessões hidrelétricas. (Folha de São Paulo – 22.03.2023) 
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Copel: Desinvestimentos

Em relação a desinvestimentos, o CEO da Copel, Daniel Slaviero, afirmou que a empresa seguirá com venda de sua participação na UEGA (termelétrica a gás Araucária) mesmo se a Petrobras, sua sócia no ativo, voltar atrás e resolver não desinvestir. O processo de venda do ativo, com 469 MW de potência, está em fase de propostas não-vinculantes. A Copel também está desinvestindo da distribuidora de gás Compagás, que teve recentemente seu contrato de concessão renovado por mais 30 anos. Slaviero afirmou que os recursos que serão levantados com essas vendas irão para crescimento no setor de energia elétrica, citando a possibilidade de compra de ativos e oportunidades nos leilões de transmissão. (Folha de São Paulo – 22.03.2023) 
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Copel: Desempenho operacional

Em 2022, as perdas totais para a Copel foram de 2.701 GWh, ante 2.660 GWh em 2021, incremento de 1,5%. Em termos de classificação, ficou composto por 75% de perdas técnicas e 25% de não técnicas. As técnicas mantiveram percentuais próximos ou inferiores à meta regulatória, com 2.017 GWh ante 2.011 GWh em 2021. Já as não técnicas ficaram em 684 GWh, contra 649 GWh no ano anterior. A geração de energia da Copel atingiu 24.723 GWh em 2022 contra 17.053 GWh em 2021. O incremento se deve, principalmente, ao aumento da geração hídrica. Já os parques eólicos sofreram redução na produção, devido aos efeitos do La Niña no Nordeste, redução compensada pela aquisição do Complexo Eólico Vilas. Para os ativos eólicos, o total de energia vendida no ano foi de 3.150 GWh, alta de 34,6% puxada pela aquisição do empreendimento citado acima, e que entrou para o portfólio da geradora em dezembro de 2021, além da entrada antecipada da operação comercial de Jandaíra. No quarto trimestre, o volume atingiu 884 GWh, crescendo 33,8%. Por sua vez, a comercializadora da empresa registrou 1.683 clientes e contratos, crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. A quantidade de energia vendida no mercado livre alcançou 6.209 GWh no último trimestre do ano, aumento de 3,1%. (CanalEnergia – 22.03.2023) 
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Coprel obtém R$ 36,7 mi para subestação no RS

A Coprel assinou um contrato de financiamento de $ 36,7 milhões através do Badesul, agência de fomento vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio Grande do Sul e com recursos originários do BNDES. Os recursos serão destinados para expansão das redes e construção da nova subestação no município de Tio Hugo (RS). Segundo a cooperativa, o empreendimento terá capacidade para suprir a demanda de 7 mil famílias dos municípios de Tio Hugo, Victor Graeff, Ibirapuitã, Ernestina, Soledade, Mormaço, Tapera e Lagoa dos Três Cantos nos próximos 15 anos, proporcionando uma infraestrutura robusta e segura. O ativo também conectará a PCH Tio Hugo, empreendimento próprio da Coprel em fase final de implementação. (CanalEnergia – 22.03.2023) 
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Neoenergia inaugura complexo de geração associada de R$ 3,5 bi na PB 

A Neoenergia inaugurou na quarta-feira, 22 de março, o seu primeiro empreendimento de geração associada. Com investimentos de R$ 3,5 bilhões, o Complexo Renovável Neoenergia fica localizado no estado da Paraíba e integra de forma inédita a geração de energia eólica e solar da planta eólica Chafariz e do parque solar Luzia. O complexo soma 0,6 GW de potência instalada e a energia é escoada por uma linha de transmissão que também é de propriedade da companhia. As centrais são classificadas como de geração associadas quando duas ou mais tem o objetivo de produzir energia com diferentes tecnologias, com outorgas e medições diferentes, que compartilham fisicamente e contratualmente a infraestrutura de conexão e transmissão. Além do pioneirismo, o complexo para o CEO Eduardo Capelastegui é importante porque, além de dobrar a capacidade eólica da companhia, também traz a sua primeira planta solar. Nas eólicas Chafariz, as turbinas somam 471,2 MW e foram produzidas pela Siemens Gamesa. A maior parte da energia produzida pela usina, cerca de 61%, vai para o mercado regulado, enquanto os 39% restantes irão para o mercado livre. O complexo solar Luzia, composto por Luzia 2 e 3 é formado por dois parques solares e reúne potência instalada de 149,2 MWp. O projeto é o primeiro da Neoenergia na fonte. São 228 mil painéis fabricados pela Canadian Solar e os trackers são da STI Norland. (CanalEnergia – 22.03.2023) 
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Neoenergia descarta compra da Enel Ceará 

Ao ser questionado se a Neoenergia se candidataria a comprar a distribuidora Enel Ceará – que foi colocada à venda no ano passado – o CEO Eduardo Capelastegui ressaltou o robusto investimento anual de R$ 10 bilhões, o que isentaria a empresa da obrigação de uma aquisição para a expansão do grupo. “Não preciso comprar a Coelce para crescer. Já tenho um crescimento orgânico enorme na área de concessão, além da transmissão e geração, portanto não estou necessitando de operações corporativas, temos muito o que fazer onde estamos”, afirmou Capelastegui, que participou na quarta-feira, 22 de março, da inauguração do Complexo Associado Neoenergia, em Santa Luzia, na Paraíba. Segundo Capelastegui, a Neoenergia tem uma carteira de projetos de 5 GW, localizados em vários estados do Nordeste, incluindo a Paraíba. Ele demonstrou vontade de implantar mais projetos no estado. Para o restante de 2023, a empresa só deve iniciar a operação de empreendimentos de transmissão arrematados em leilões de 2018. O líder da empresa mostrou disposição para participar dos próximos leilões de transmissão. Segundo Capelastegui, o hidrogênio verde deverá ser uma realidade no país e na empresa antes da eólica offshore. Ele lembra que a Iberdrola tem a maior planta de H2 Verde da Europa na Espanha. No Brasil, Capelastegui adianta que um grande projeto no Sudeste envolvendo o energético está em estudo, mas não quis adiantar em qual estado. (CanalEnergia – 22.03.2023) 
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Máxima Comercializadora é autorizada a importar e exportar energia 

O Secretário de Planejamento e Transição Energética do Ministério de Minas e Energia, Thiago Barral, publicou na quarta-feira, 22 de março, no Diário Oficial da União, Portaria onde autoriza a Máxima Energia Comercializadora a importar e exportar energia elétrica interruptível com a República Argentina e com a República Oriental do Uruguai. Segundo os critérios utilizados pelo ONS, a importação e a exportação de energia elétrica de que trata a autorização não deverão afetar a segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional. A energia importada será destinada ao Mercado de Curto Prazo brasileiro. A portaria ressalta ainda que a revogação da Autorização não acarretará para o Poder Concedente ou para a Aneel, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela Autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. (CanalEnergia – 22.03.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Dcide: preço de energia convencional de longo prazo tem nova queda e chega a R$ 97,16 por MWh

O preço de referência para a energia de longo prazo calculado pela consultoria Dcide mantém a trajetória de queda, e nesta semana chegou no patamar dos R$ 97 por MWh, de acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira, 22. O índice convencional de longo prazo - que considera o período de 2024 a 2027 - ficou em R$ 97,16 por MWh, queda de 1,42% em relação aos R$ 98,56 por MWh indicados na semana passada. Em um mês, a baixa acumulada é de 4,62%. Em um ano, o indicador caiu 47,38%. No indicador de longo prazo para a energia incentivada - proveniente de usinas eólicas, solares, a biomassa e pequenas centrais hidrelétricas com desconto de 50% no fio - o valor ficou esta semana em R$ 124,48 por MWh, baixa de 1,33% frente aos R$ 126,16 por MWh da semana anterior. A variação mensal corresponde a uma queda de 4,01%, enquanto na comparação anual a baixa foi de 44,03%. (Broadcast Energia - 22.03.2023) 
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CCEE: PLD médio diário mantém-se em R$ 69,04 por MWh em todos os submercados do País

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04 por MWh, para esta terça-feira, 22, em todo o País. Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O indicador segue no montante mínimo desde 14 de setembro do ano passado, quando era fixado em R$ 55,70 por MWh. O preço praticado ao longo do dia não apresenta oscilações de modo que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 22.03.2023) 
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Região SE/CO apresenta níveis estáveis e opera com 81,9% da capacidade

O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou níveis estáveis e a capacidade está em 81,9% na última terça-feira, 21 de março, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada mostra 167.564 MW mês e a ENA é de 73.806 MW med, valor que corresponde a 74% da MLT. A Região Sul contou com queda de 0,2 p.p e está operando com 83,7% da capacidade. A energia armazenada marca 17.115 MW mês e ENA é de 6.501 MW med, equivalente a 103% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. Os reservatórios do Norte subiram 0,1 p.p e estão com 98,6% da capacidade. A energia armazenada marca 15.091 MW mês e ENA é de 30.645 MW med, equivalente a 61% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste contou crescimento de 0,5 p.p e operava com 89,5% da sua capacidade. A energia armazenada indica 46.279 MW mês e a energia natural afluente computa 7.847 MW med, correspondendo a 53% da MLT. (CanalEnergia – 22.03.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Niterói testa primeiro carro elétrico

O primeiro carro elétrico da Prefeitura de Niterói passou hoje por um teste e foi aprovado. O prefeito Axel Grael e a secretária de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa fizeram um trajeto com o veículo do prédio do Novo Mercado Municipal, na Zona Norte, até as obras do Parque Orla Piratininga, na Região Oceânica. A experiência foi feita no mesmo dia em que o município publicou, no Diário Oficial, o decreto que cria a política municipal de estímulo ao uso de VE na administração municipal pública. A medida visa a substituição de 150 VEs até 2024 em diferentes órgãos da Prefeitura, e faz parte da política pública do eixo Clima e Resiliência do Plano 450, e implementação de medidas que levem a cidade a um caminho cada vez mais sustentável com medidas e projetos para mitigar a emissão de gases poluentes. Serão investidos cerca de R$ 45 milhões na compra desses carros e na infraestrutura para carregar esses veículos. O carro testado foi um iCar, da CAOA Chery, que é um compacto urbano 100% elétrico, com autonomia de cerca de 300 kms e precisa de seis horas para carregar ligando na tomada normal. O primeiro veículo já começou a ser utilizado pela Secretaria de Conservação e Serviços Públicos (Seconser). Para a integração dos veículos à frota municipal até 2024, será feita licitação ainda neste semestre, de acordo com a secretária Dayse Monassa. (Prefeitura de Niterói - 21.03.2023) 
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Volvo: Novo VE compacto será produzido na China

O CEO da Volvo, Jim Rowan, anunciou recentemente que o novo VE fabricante sueca, com lançamento previsto para este ano, será fabricado na China e exportado para a Europa e o Japão. O novo VE terá como alvo um segmento totalmente novo: "Será um novo grupo demográfico, um cliente mais jovem e muito mais para vendas on-line", disse o CEO da Volvo. Será um veículo utilitário esportivo (SUV) subcompacto, menor do que os outros modelos da empresa. Em 2021, a Volvo anunciou que toda sua nova linha de veículos será elétrica no ano de 2030. A Volvo espera vender 600 mil VEs por ano até meados desta década - 9 vezes o total do ano passado - com novos modelos representando grande parte desse número. A empresa lançará seis novos modelos elétricos até meados da década, incluindo o SUV EX90, revelado em novembro passado. (Valor Econômico - 23.03.2023)
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Mercedes irá investir bilhões em fábricas de VEs

A Mercedes anunciou um investimento de bilhões de dólares para modernizar suas fábricas na China, Alemanha e Hungria nos próximos anos. Em entrevista à revista Automobilwoche, a montadora explicou que a intenção é, além de seguir o fluxo do mercado com avanço dos veículos elétricos, acompanhar a meta da União Europeia na redução da emissão de CO2. “Estamos investindo um valor de três milhões por planta para o período preparatório”, disse o gerente de produção, Joerg Burzer, à revista, acrescentando que esses investimentos serão nas fábricas de Pequim, Rastatt (Alemanha) e Kecskemet (Hungria). O projeto de modernização deve começar nos próximos meses já na fábrica de Rastatt e deve entregar a primeira plataforma de MMA (plataforma modular para carros elétricos — Mercedes Modular Architecture) a partir de 2024. (Olhar Digital - 20.03.2023) 
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CATL: Bateria com 1.000 km de autonomia e recarga rápida já tem produção

A CATL iniciou oficialmente a produção da sua nova bateria Qilin. Trata-se de uma unidade de alta densidade energética que promete entregar uma autonomia de até 1.000 km. Ao menos, é o que a empresa diz, assim como fontes chinesas próximas de uma das maiores fabricantes de baterias do mundo. A bateria Qilin deve fazer a sua estreia na Zeekr 009, uma minivan gigante da marca premium da Geely, que começou a ser produzida em janeiro e será entregue aos clientes no final de 2023. Outro dado surpreendente da nova bateria da CATL é o seu tempo de recarga. A empresa diz que uma carga de 10% a 80% leva somente 10 minutos - desde que esteja usando a versão mais cara, de íon-lítio.Embora faça sua estreia em um carro da Zeekr, não será usada somente pela marca de luxo da Geely. A CATL já tem um acordo para fornecer as baterias Qilin para a Li Auto, uma startup chinesa criada em 2015 que produz somente carros elétricos. Fabricantes ocidentais como Honda e Mercedes-Benz já anunciaram parcerias para usar as baterias da CATL, então não seria estranho ver a nova tecnologia nestas marcas no futuro. (Inside EVs - 22.03.2023) 
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Energias Renováveis

Brasil entra no ranking dos dez maiores países com energia solar do mundo

O Brasil entrou na lista dos dez países com maior potência instalada acumulada da fonte solar fotovoltaica, com 24 GW de potência operacional solar, e assumiu a oitava colocação no ranking internacional. Entre 2021 e 2022, o Brasil subiu cinco posições no ranking mundial, saindo da 13ª colocação em 2021 para a oitava em 2022, com 24 GW de potência de energia solar. O setor solar atraiu mais de R$ 45,7 bilhões de novos investimentos em 2022, um crescimento de 64% em relação aos investimentos realizados no setor em 2021. A energia solar é a segunda maior fonte na matriz elétrica nacional e responsável por mais de R$ 128,5 bilhões em investimentos e mais de 783,7 mil empregos acumulados desde 2012. (O Estado de São Paulo – 21.03.2023)
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Solar de 12,8 MW obtém liberação comercial em MG

A Aneel aprovou a operação de quatro módulos fotovoltaicos em Araxá, totalizando 12,8 MW de potência, além de dar provimento para duas pequenas centrais hidrelétricas e um aerogerador para testes em diferentes regiões do país. As usinas são de titularidade da Powertis, Eletricidade da Amazônia LTDA, Eletron Eletricidade de Rondônia S/A e Aliança Energia. (CanalEnergia – 21.03.2023)
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Abiove: Perspectiva favorável de oferta de soja para as fabricantes de biodiesel

A oferta de soja para a indústria de biodiesel não deve sofrer grandes sobressaltos após a decisão recente do governo de aumentar de 10% para 12% o teor da mistura do biocombustível ao diesel convencional. O crescimento da produção de soja no Brasil - as projeções são de colheita de 153 milhões a 155 milhões de toneladas na safra 2022/23, um recorde - e a opção do CNPE de adotar um cronograma de aumento gradual da mistura até 2026 devem manter a oferta da matéria-prima em patamar confortável. Segundo projeções da Abiove, a produção de biodiesel deve crescer, em média, 1 bilhão de litros por ano até 2026. O chegará a 7,4 bilhões de litros no fim de 2023 e a 10,4 bilhões em 2026, prevê a entidade. De acordo com Daniel Amaral, economista-chefe da Abiove, o óleo de soja responderá por 70% a 75% de toda a matéria-prima usada na produção de biodiesel neste ano e em 2024. Outros 20% deverão vir de gorduras animais diversas. A fatia restante será composta por óleos residuais e também vegetais, como o óleo de algodão. (Valor Econômico - 23.03.2023)
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Solar e eólica dominam capacidade renovável em 2022

A Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) publicou seu relatório de Estatísticas de Capacidade Renovável de 2023, que mostra que a energia renovável continua a registrar níveis recordes de crescimento e impulsiona a tendência de queda da geração de eletricidade baseada em combustíveis fósseis. A energia solar e eólica continuaram a dominar a capacidade de geração e contribuíram juntas com 90% da nova capacidade renovável em 2022, com a capacidade solar liderando com um aumento de 22%, seguida pela energia eólica, que aumentou sua capacidade de geração em mais de 9%. Ásia, EUA e Europa foram responsáveis pela maior parte do crescimento em 2022, encerrando o ano com uma capacidade de geração renovável global de 3.372 gigawatts (GW), o que representa um crescimento de 295 GW ou 9,6%. O relatório destaca que a capacidade de eletricidade renovável precisa triplicar a taxa atual anualmente até 2030 para permanecer no caminho certo para limitar o aquecimento global a 1,5°C. (Energias Renovables – 21.03.2023)
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Gás e Termelétricas

Abrace: ES e MG são os Estados mais preparados para o mercado de gás

O Ranking do Mercado Livre de Gás (Relivre), elaborado pela Abrace em parceria com o IBP e com a Abpip, aponta que o Espírito Santo e Minas Gerais são os Estados que possuem marco regulatório favorável para o mercado livre de gás natural. O ranking tem como objetivo identificar Estados que possuem as melhores práticas regulatórias e apontar espaço para melhorias nas regras estabelecidas pelas agências reguladoras, bem como pelas leis estaduais. O ranking a ser lançado hoje foi elaborado com base em quatro vetores que totalizam 37 itens regulatórios que classificam avanços ou retrocessos regulatórios em cada Estado: existência de invasão de competências na regulação da comercialização; facilidade de migração; desverticalização das atividades de distribuição e comercialização; e isonomia entre mercados cativo e livre. O presidente-executivo da Abrace, Paulo Pedrosa, ressaltou que a iniciativa também visa promover uma comparação e uma competição saudável entre os Estados, com suas diferentes regulações. Para ele, é a união entre produtores e consumidores que vai ajudar no aperfeiçoamento do mercado livre de gás. (Valor Econômico - 23.03.2023)
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FGV reúne grupo de elite para lançar um caderno especial sobre a indústria do gás natural

A FGV Energia vai promover nesta quinta-feira (23), das 10h às 12h, o lançamento do “Caderno FGV Energia de Gás Natural”, trazendo para exposição e debate os principais aspectos relacionados à indústria do gás natural no Brasil. O novo Caderno de Gás aprofundará discussões sobre a cadeia do gás natural e a evolução da indústria do gás; os avanços regulatórios que culminaram com a promulgação da Nova Lei do Gás; os principais desafios a serem enfrentados pela indústria e as principais oportunidades decorrentes da transição para um mercado mais estruturado, aberto e competitivo. Durante o debate, os especialistas discutirão o cenário inédito resultante da recente reformulação do arcabouço institucional-regulatório que rege as atividades da indústria gasífera no país, entre outras temáticas. O encontro será realizado na sede da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e contará também com a presença de representantes das principais empresas de energia do país. (Petronotícias - 21.03.2023) 
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Empresas de petróleo avaliam o futuro para além do pré-sal

O ex-diretor da ANP e atual presidente da Enauta, Décio Oddone, afirmou que a exploração do pré-sal vem dando sinais de esgotamento. A provocação foi feita a executivos do setor para chamar a atenção para as dificuldades de obter o licenciamento ambiental para áreas que prometem ser as novas fronteiras de exploração de petróleo no Brasil, como a Margem Equatorial e as bacias do Foz do Amazonas e Pelotas. Durante o evento, Mauricio Tolmasquim, ex-presidente da EPE e, agora, cotado para assumir uma cadeira executiva na Petrobras, buscou tranquilizar o mercado ao garantir que a estatal continuará apostando no pré-sal como principal atividade nos próximos anos. Ele, porém, defendeu que existe a necessidade de diversificar os investimentos devido à queda da demanda por petróleo no mundo. Isso tem feito as petroleiras investirem em “tecnologias disruptivas”, de baixo custo ambiental. Outra estratégia para Petrobras, defendida por Tolmasquim, foi “verticalizar” atividades de alto valor agregado, como petroquímica. Além disso, em sintonia com o discurso do governo, ele falou da necessidade de estimular o desenvolvimento do mercado de gás natural, como forma de tornar o produto “mais acessível para indústria” e, “dentro do possível, tentar reduzir a importação de GNL". (Valor Econômico - 23.03.2023)
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Setor de GLP se reúne no México para debater mudanças regulatórias e novos usos para o gás de cozinha

A Associação Iberoamericana de Gás Liquefeito de Petróleo (AIGLP), sediada no Rio de Janeiro, iniciou ontem, 22 de março, a 36º edição de seu congresso anual. Neste ano, o evento será realizado no México – um dos maiores consumidores de GLP no mundo. O presidente da AIGLP, Ricardo Tonietto, explica que o México pode trazer muitos aprendizados regulatórios e empresariais para o Brasil. Além disso, ele destaca que o congresso também discutirá outros temas relevantes para o setor, como as oportunidades e experiências para terminais privados; a importância das análises de impacto regulatório; e usos do GLP além da cozinha. Tonietto conta ainda que o setor de GLP do Brasil vive a expectativa de que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) revogue as normas que restringem o uso do produto no país. Além de proibir a utilização do energético em motores, a agência também não permite o uso de GLP em saunas, caldeiras e aquecimento de piscinas. O 36º Congresso da AIGLP será realizado até a próxima sexta-feira (24). (Petronotícias - 22.03.2023) 
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EUA: país ainda acredita que explosão do Nord Stream foi resultado de sabotagem

O coordenador de comunicações estratégicas do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Kirby, afirmou que as investigações em torno da explosão do gasodutos de Nord Stream, no Mar Báltico, que ocorreu ano passado, continuam, e que os Estados Unidos ainda acreditam que o evento foi resultado de "um ato de sabotagem". Em coletiva na Casa Branca, Kirby comentou que as investigações ainda não possuem uma data exata para quando elas serão encerradas. "As investigações precisam seguir inempedidas e sem pressão de ninguém", concluiu o coordenador. (Broadcast Energia - 22.03.2023) 
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China aumentará produção de petróleo e gás até 2025

A Comissão Nacional de Energia da China estabeleceu hoje seu plano de ação com metas para aumentar a produção acumulada de petróleo em mais de dois milhões de toneladas, e a produção de gás natural em cerca de três bilhões de metros cúbicos até 2025. (Broadcast Energia - 22.03.2023) 
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Crise energética na Europa: quais fatores levaram à queda recorde na demanda de gás natural em 2022?

A demanda de gás natural na União Europeia caiu em 2022 em 55 bcm, ou 13%, sua queda mais acentuada da história. Vários fatores contribuíram para essa mudança dramática no consumo de gás natural, incluindo temperaturas mais amenas no inverno, mudanças orientadas por políticas (como adições recordes de capacidade eólica e solar, subsídios e empréstimos preferenciais para reformas de casas e instalações de bombas de calor, juntamente com campanhas para encorajar mudanças comportamentais), preços altos e baixa pluviosidade no sul da Europa que aumentou a demanda por energia a gás. A resposta dos governos a esta crise energética também foi importante, permitindo que grandes consumidores reduzissem seu consumo, buscassem a substituição de importações e usassem suprimentos alternativos em uma rede de gás europeia bem interligada. No entanto, persiste um debate sobre qual peso deve ser atribuído a cada fator na redução da demanda de gás. (EE Online – 21.03.2023)
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Protestos e greves nas refinarias da França agravam sistema de abastecimento de combustível no país

Várias refinarias francesas ainda estão impedidas de entregar produtos após duas semanas de greves, causando interrupções na produção e no fornecimento de energia, enquanto tentativas de requisição de trabalhadores na refinaria de Fos provocaram confrontos com a polícia. A greve faz parte de um movimento nacional contra as mudanças no sistema previdenciário, incluindo um aumento da idade de aposentadoria na França em dois anos, para 64 anos, que foi aprovado no parlamento sem votação. O governo francês tomou medidas para ordenar que os trabalhadores retomem as operações na refinaria de Fos operada pela subsidiária da ExxonMobil Esso, disse o ministro do governo Clement Beaune. A requisição é para três funcionários por turno e é válida por 48 horas, conforme necessário, disse o ministério da energia francês. As lutas eclodiram após a ordem de requisição aguçadas pelas imagens de TV mostrando a refinaria envolta em gás lacrimogêneo, enquanto alguns manifestantes jogavam objetos contra a polícia. (Petronotícias - 21.03.2023) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

CCEE posterga prazo para participar da Pesquisa de Satisfação até 23 de março

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE reforça o convite para que seus agentes participarem da Pesquisa de Satisfação 2023. A pedido de alguns dos respondentes, a organização postergou o prazo final para preencher o formulário online até a próxima quinta-feira (23). A colaboração de todos os agentes será essencial para o acompanhamento das opiniões do mercado sobre os serviços e os sistemas que a CCEE oferece, visando a melhoria contínua da sua atuação. Basta responder a um rápido questionário que leva menos de dez minutos para ser preenchido. O Instituto Marca e Reputação (IMR), que é a consultoria responsável pela aplicação do estudo, analisará os resultados de forma conjunta. Todas as contribuições serão tratadas anonimamente, garantindo a confidencialidade do processo. (CCEE – 20.03.2023)
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Máxima Energia recebe autorização para importar e exportar energia para Argentina e Uruguai

A Máxima Energia Comercializadora foi autorizada pelo Ministério de Minas e Energia a importar e explorar energia elétrica para Argentina e Uruguai. A autorização foi publicada em edição desta quarta-feira, 22, do Diário Oficial da União (DOU). De acordo com a publicação, as operações não devem afetar a segurança energética do Sistema Interligado Nacional (SIN). O texto informa ainda que a energia elétrica importada será liquidada no Mercado de Curto Prazo brasileiro. (Broadcast Energia - 22.03.2023) 
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Biblioteca Virtual

CASTRO, Nivalde de; CASTRO, Bianca; LACOMBE, Fabiano; GOMES, João Pedro; ROSA, Cristina; CORREA, Isadora; LUDOVICO, Pedro. "Observatório de Energia Nuclear N°2".

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