IFE
16/03/2023

IFE 5.681

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
16/03/2023

IFE nº 5.681

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.681

Regulação

MME divulga nomes que irão compor Comitê Gestor do Pró-Amazônia Legal

O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 14 de março, Portaria em que designa os representantes, titulares e suplentes, integrantes do Comitê Gestor do Pró-Amazônia Legal – CGPAL. Os membros titulares e suplentes do Conselho do Comitê cumprirão mandato de um ano, a contar da data de publicação desta Portaria. O representante titular da Secretaria de Planejamento e Transição Energética presidirá o Colegiado, sendo o seu suplente o substituto em suas ausências ou impedimentos. (CanalEnergia – 14.03.2023)
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MME estende prazo para contribuições em consulta pública sobre separação entre lastro e energia

O Ministério de Minas e Energia decidiu prorrogar o prazo para contribuição na consulta pública a respeito da separação entre lastro e energia. Inicialmente, a consulta se encerraria nesta terça-feira, 14. Agora, vai até 13 de abril. A decisão foi objeto de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). As contribuições devem ser feitas sob os relatórios: "Metodologia de Quantificação dos Requisitos de Lastro de Produção e Capacidade", "Metodologia de Referência para a Quantificação da Contribuição da Oferta: Lastro de Produção e Capacidade" e "Precariedade de Limite de Oferta e Mecanismo para Cobertura de Exposições", disponíveis no site do ministério. (Broadcast Energia - 14.03.2023)
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Aneel decide republicar limites dos indicadores de continuidade DEC e FEC, e do indicador de qualidade comercial FER da Energisa Minas Rio

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu republicar os limites dos indicadores de duração e frequência de interrupção da nova concessionária Energisa Minas Rio - Distribuidora de Energia SA, para o período de 2023 a 2026. Essa decisão foi tomada em razão da fusão das áreas de concessão da Energisa Minas Gerais Distribuidora de Energia SA (EMG) e Energisa Nova Friburgo Distribuidora de Energia SA (ENF) concluída em dezembro de 2021. O objetivo da decisão é dar transparência e facilitar o entendimento dos consumidores sobre os limites estabelecidos . A Aneel propõe a republicação dos limites de duração e frequência das interrupções já estabelecidos nas resoluções das concessionárias originais. A Aneel também decidiu republicar os limites do indicador de qualidade comercial da Frequência Equivalente de Reclamações (FER) para as concessionárias de distribuição. (Aneel – 14.03.2023)
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Aneel promove audiência para discutir revisão do Plano de Universalização Rural da Energisa Rondônia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realiza, nesta quinta-feira (16/3), audiência pública para discutir a revisão do Plano de Universalização Rural da Energisa Distribuição Rondônia. A sessão, a ser presidida pelo diretor da Aneel, Ricardo Tili, acontecerá às 14h30 no Salão de Convenções da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), na capital do estado. A proposta de revisão do plano prevê a prorrogação do ano-limite para o atendimento absoluto aos consumidores de 2022 para 2024. Esta audiência integra a Consulta Pública nº. 005/2023 que recebe contribuições sobre o tema até 31 de março, pelo e-mail cp005_2023@aneel.gov.br. (Aneel – 14.03.2023)
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Transição Energética

Delegação do Departamento de Energia dos Estados Unidos participa de reunião na sede da ABDAN

Brasil e Estados Unidos estão em busca de maior interação dentro do setor nuclear. Hoje (13), uma delegação do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) participou de uma reunião na sede da Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (ABDAN), no Centro do Rio de Janeiro. O encontro teve ainda a participação do vice-secretário de energia americano, David Turk. Ele foi recepcionado pelo presidente da ABDAN, Celso Cunha. A reunião teve uma agenda com a participação de alguns representantes do Ministério de Minas e Energia (MME), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do governo americano e de algumas empresas brasileiras associadas à ABDAN. Entre os representantes das empresas nacionais, estavam o presidente da Nuclep, Carlos Seixas, o presidente da INB, Carlos Freire, o diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais da EPE, Giovani Vitória Machado, o diretor técnico da Amazul, Carlos Alberto Matias, o coordenador do comitê da ENBPar para monitoramento para implementação de Angra 3, Leonam Guimarães, entre outros. (Petronotícias - 13.03.2023)
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Programa da Comissão Europeia para impulsionar economia de baixo carbono é apresentado ao Ministério da Agricultura

Membros da Comissão Europeia apresentaram ao Ministério da Agricultura, em Brasília, a iniciativa AL-INVEST Verde, um programa financiado pela União Europeia para promover o crescimento sustentável da América Latina, com apoio à transição para uma economia de baixo carbono. Os europeus colocaram para o Brasil a possibilidade de parceria em três componentes para cadeias específicas livres de desmatamento: apoio a pequenas e médias empresas, apoio a projetos de assistência técnica de instituições públicas e o fomento para agregação de valor, principalmente mentorias, sobre propriedade intelectual, como marcas coletivas e indicações geográficas, para pequenos e médios produtores. (Valor Econômico - 16.03.2023)
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EUA, Reino Unido e Austrália confirmam a construção conjunta dos mais modernos submarinos nucleares

O Reino Unido e a Austrália construirão a primeira geração de submarinos movidos a energia nuclear AUKUS, com base no design submarino líder mundial do Reino Unido. Os novos submarinos, conhecidos como 'SSN-AUKUS', serão construídos principalmente em Barrow-in-Furness, Inglaterra, com alguns componentes fabricados na Austrália. Eles serão os maiores, mais avançados e poderosos submarinos de ataque já operados pela Royal Navy, combinando sensores, design e armamento líderes mundiais. O projeto criará milhares de empregos no Reino Unido nas próximas décadas, principalmente em Barrow-in-Furness, com empregos adicionais criados em outros lugares ao longo da cadeia de suprimentos. Os primeiros submarinos do projeto serão entregues até o final da década de 2030 para substituir os atuais submarinos da classe Astute, com os primeiros submarinos australianos no início da década de 2040. (Petronotícias - 14.02.2023)
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Mercado de armazenamento de energia dos EUA continua a se expandir rapidamente

De acordo com um relatório da American Clean Power Association (ACP) e Wood Mackenzie, o mercado de armazenamento de energia dos EUA instalou 4,8 gigawatts (GW) de capacidade em 2022, quase igual à capacidade instalada combinada de 2020 e 2021 de 5 GW, tornando-o um ano recorde para armazenamento de bateria. A capacidade operacional cumulativa de armazenamento de energia em grande escala aumentou 80%. A classe residencial cresceu 11%, batendo mais um recorde com 171 MW instalados. O segmento comunitário, comercial e industrial (CCI) aumentou 78% com 48 MW instalados no quarto trimestre. Embora o quarto trimestre tenha sido mais lento, as instalações em 2022 ainda foram 44% maiores do que em 2021. Wood Mackenzie espera que o mercado de armazenamento dos EUA instale quase 75 GW entre 2023 e 2027. A capacidade prevista para a escala de rede e segmentos CCI mais que dobrará em 2023. (Woodmac – 15.03.2023)
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EUA instalaram quase tanto armazenamento de bateria em 2022 quanto os dois anos anteriores combinados

De acordo com a última edição do US Energy Storage Monitor, de autoria da empresa de pesquisa de mercado Wood Mackenzie e publicada em parceria com a American Clean Power Association (ACP), o setor de armazenamento de energia dos EUA implantou 4,8 GW de nova capacidade em 2022, próximo ao montante combinado instalado em 2020 e 2021. Isso torna 2022 o "melhor ano até agora", de acordo com John Hensley, vice-presidente de pesquisa e análise da ACP. A capacidade operacional cumulativa de armazenamento de energia em grande escala aumentou em 80%. O relatório também observa um ligeiro declínio no número de instalações no final de 2022, que pode ser atribuído a restrições de interconexão e atrasos relacionados à cadeia de suprimentos ou dificuldades de aquisição de equipamentos. (Energy Storage – 15.03.2023)
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China: Aumento no uso do carvão visando garantir segurança energética

De acordo com um relatório do think tank E3G, a China aprovou a maior nova adição de capacidade de carvão em oito anos no segundo semestre de 2022, contrariando as tendências globais enquanto as autoridades prometem reforçar a segurança energética. A nova capacidade de carvão planejada cresceu 77 GW nos seis meses até dezembro, empurrando o pipeline de projetos de carvão pré-construção total da China para 250 GW. Os novos números do maior emissor de carbono, contrastam com os do resto do mundo, onde a nova capacidade de energia a carvão proposta caiu 84% desde que o Acordo de Paris foi assinado em 2015, para 97 GW em janeiro de 2023. Segundo o Departamento Nacional de Estatísticas, a China gerou 56,2% de sua eletricidade usando combustíveis fósseis em 2022. (Valor Econômico - 16.03.2023)
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Chave de flexibilidade dentro da nova proposta de reforma do mercado de eletricidade da UE

A Comissão Europeia propôs uma reforma do projeto do mercado de eletricidade da UE para acelerar o aumento das energias renováveis, incentivar a flexibilidade e tornar a indústria de energia do continente mais limpa, mais competitiva e acessível aos consumidores. A reforma proposta visa promover uma concorrência justa e aberta nos mercados grossistas europeus de energia, reforçando a transparência e a integridade do mercado. A reforma pretende promover a estabilidade de preços, reduzir o risco de falha do fornecedor e exigir que os fornecedores gerenciem seus riscos de preço pelo menos na extensão dos volumes sob contratos fixos. A proposta também obriga os Estados-Membros a estabelecerem comerciantes de último recurso para garantir que nenhum consumidor fique sem eletricidade. A reforma também permite que as operadoras obtenham redução de demanda no horário de pico. (Smart Energy – 15.03.2023)
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Bruxelas vai reformar o mercado elétrico seguindo a proposta da Espanha

A Comissão Europeia apresentará proposta para reformar o mercado elétrico, o qual se concentra em aumentar a presença de energias renováveis e facilitar contratos de longo prazo para reduzir a volatilidade dos preços e proteger os consumidores. Bruxelas incentiva os Estados membros a criar condições de mercado adequadas para esses instrumentos de longo prazo, como acordos de compra de energia. Desde janeiro, a Espanha tem defendido essa linha de pensamento. A proposta da Comissão exigirá o apoio tanto do Conselho quanto do Parlamento antes da negociação final com Bruxelas para sua aplicação na primeira metade de 2024. No entanto, existem duas posturas opostas entre países como a Espanha, que defendem uma reforma estrutural, e um bloco liderado pela Alemanha, que busca uma revisão limitada que não comprometa os objetivos climáticos e energéticos da UE. Além disso, Bruxelas apresentará nesta semana a lei para uma indústria de emissão zero e a regulamentação de matérias-primas críticas para contrabalançar o impacto na economia europeia das injeções da Lei para a Redução da Inflação (IRA) americana e dos investimentos em tecnologias limpas anunciados pela China. (Energias Renovables – 14.03.2023)
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Empresa sul-coreana revela projeto de embarcação movida por pequenos reatores modular

A Korea Shipbuilding & Offshore Engineering (KSOE) apresentou um projeto de navio movido a pequenos reatores modulares (SMRs), utilizando um reator de 240 megawatts com quatro conjuntos de SMRs de 60 megawatts. Outros construtores navais sul-coreanos, como a Samsung Heavy Industries, estão trabalhando no desenvolvimento de tecnologias energéticas semelhantes. As empresas coreanas também estão unindo forças no desenvolvimento de navios movidos a energia nuclear, com o objetivo de investigar a produção de hidrogênio usando MSR e descarbonizar o transporte marítimo. A propulsão nuclear permite a independência dos preços voláteis do combustível e possibilita que os navios aumentem sua eficiência navegando mais rápido e produzindo zero emissões. (Petronotícias - 14.02.2023)
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Artigo de Helena Leonel: "O desmatamento zero europeu e o pulo do gato"

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Helena Leonel, bióloga e mestre em Responsabilidade Socioambiental em Ciências Florestais pelas Universidades de Copenhagen e Padova, escreve sobre o novo regulamento europeu sobre o desmatamento. A autora sublinha que a nova legislação exigirá que as empresas da Europa importadoras de commodities implementem um processo de diligência antes da entrada dos produtos no mercado europeu. O processo deverá garantir que sua produção não resultou em desmatamento ou degradação ambiental após 31 de dezembro de 2020. Para a bióloga, "cair no discurso reducionista de que esta é uma medida protecionista do bloco europeu visando prejudicar as economias de países emergentes, desconsidera todo o debate que vem se desenrolando ao longo dos últimos dez anos a respeito da responsabilidade dos países desenvolvidos com as mudanças climáticas por seus padrões de consumo". Por fim, a autora frisa que "para ganhar competitividade, o agronegócio [brasileiro] deve se organizar coletivamente e instituir de vez mecanismos de transparência e rastreabilidade em suas cadeias. Se insistir em bater de frente com o bloco europeu e não enxergar as oportunidades, ficará para trás na corrida pelo desmatamento-zero, que já começou". (GESEL-IE-UFRJ – 16.03.2023)
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Empresas

Chesf obtém crédito de R$ 96 mi junto ao Banco do Nordeste

A Chesf, subsidiária da Eletrobras, obteve aprovação para a celebração de instrumento contratual para a obtenção de crédito no valor de R$ 96,8 milhões junto ao Banco do Nordeste do Brasil (BNB). De acordo com o comunicado da companhia, a operação tem por objetivo financiar reforços e melhorias nas instalações de transmissão da Chesf, sendo as taxas de juros IPCA + 4,3048% a.a. e IPCA + 5,2615% a.a., respectivamente, válidas para as tranches vinculadas às localidades da região nordeste do País, classificadas como prioritárias e não prioritárias, no âmbito do regramento do Fundo Constitucional de Financiamento de Nordeste (FNE). A amortização será em 156 meses, incluindo carência de principal de 24 meses e contará com garantia fidejussória da Eletrobras. (CanalEnergia – 15.03.2023)
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WEG aprova distribuição de juros sobre capital próprio no valor de R$ 223 mi

O conselho de administração da WEG aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 223 milhões, correspondente a R$ 0,05 por ação aos titulares de ações escriturais em 17 de março de 2023. De 20 de março em diante, as ações serão negociadas ex-juros sobre capital próprio. De acordo com a WEG, o pagamento de JCP ocorrerá em 16 de agosto de 2023 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,04 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 15%. (CanalEnergia – 15.03.2023)
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Aprovado aumento médio de 7% para a Light

As tarifas da Light vão aumentar em média 7% nesta quarta-feira, 15 de março, para cerca de 4 milhões de unidades consumidoras atendidas pela empresa no Rio de Janeiro. O reajuste aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica terá impacto médio de 6,03% para os consumidores conectados na alta tensão e de 7,47% para os atendidos em baixa tensão. O resultado do processo tarifário da distribuidora foi influenciado por aumentos na participação de itens como transmissão (1,69%), compra de energia (0,96%), parcela de distribuição (1,55%) e componentes financeiros do processo anterior (7,65%). Foram apuradas também reduções nos encargos setoriais (de 1,14%) e em financeiros para compensação nos próximos 12 meses (3,49%), com destaque para a devolução de créditos de PIS e Cofins, que teve efeito redutor de 7,79% no reajuste de 2023. (CanalEnergia – 14.03.2023)
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Revisão Tarifária da Cemig (MG) será discutida em BH na próxima sexta-feira (17/3)

A Agência Nacional de Energia Elétricab (Aneel) realiza, na próxima sexta-feira (17/3), a Audiência Pública 006/2023, com o objetivo de obter contribuições para o aprimoramento da proposta de Revisão Tarifária Periódica da Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig Distribuição S.A. O evento será realizado em Belo Horizonte, de forma presencial, a partir das 9h, no Auditório do Sistema Federação das Indústrias de Minas Gerais - FIEMG, situado na Avenida do Contorno, 4456, Funcionários. A audiência será presidida pelo Diretor da Aneel, Fernando Mosna. No evento, também serão obtidas contribuições para a definição dos correspondentes limites dos indicadores de continuidade de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC) e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC), para o período de 2024 a 2028. (Aneel – 14.03.2023)
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Alupar e Taesa colocam linha de transmissão entre MG e ES em operação

A Alupar e a Taesa anunciaram que a Empresa Sudeste de Transmissão de Energia (ESTE) recebeu do ONS o termo de liberação definitivo (TLD), autorizando o início da operação comercial definitiva das instalações de transmissão, a partir de 03 de março de 2023. O projeto está localizado entre Minas Gerais e Espírito Santo, compreendendo a linha de transmissão LT 500 kV Mesquita – João Neiva 2, de cerca de 236 km de extensão, e a subestação SE 500/345 kV João Neiva 2. A ESTE já havia obtido do ONS, o termo de liberação de receita (TLR), o qual autorizou o recebimento de receita a partir de 09 de fevereiro de 2022, devido a disponibilização das instalações de transmissão para o SIN. A RAP do ciclo 2022-2023 está fixada em R$ 149 milhões. A Alupar possui indiretamente 50,02% do capital social total da ESTE e a Taesa 49,98%. (CanalEnergia – 15.03.2023)
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World Wide Recruitment Energy fecha parceria com Energizar Consultoria

A WorldWide Recruitment Energy e a Energizar Consultoria fecharam um acordo para criar um novo player global focado em processos de executive search nacionais e internacionais de olho exclusivamente no mercado de energia. A Energizar ficará responsável pelos processos nacionais trazidos pela Worldwide, que, por sua vez, abrirá as portas do mercado internacional para a consultoria brasileira. A princípio a parceria prevê o volume de contratações entre 15 a 30 vagas, apenas em 2023. A parceria abrangerá clientes de diferentes segmentos como: fundos de investimentos, geradoras de energia, distribuidoras, transmissoras, comercializadoras, fabricantes de equipamentos, empresas de serviços públicos, contratantes de EPC e empresas de O&M. (CanalEnergia – 15.03.2023)
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‘Não tenho dúvida de que o futuro é 100% renovável’, diz presidente da Enel Brasil

Com seus 30 anos de experiência no setor elétrico, e comandando há quatro anos a multinacional italiana Enel Brasil, o engenheiro mecânico Nicola Codugno não esconde seu otimismo ao falar do futuro energético do País. “O Brasil é um gigante em termos de recursos renováveis, solar e eólico e está tomando consciência disso. Não tenho dúvida de que o futuro (da energia) é 100% renovável”, garante. Ele também não teme as atuais incertezas da Europa para garantir o fornecimento de gás, depois da invasão da Ucrânia pela Rússia: “A Europa está mostrando uma resiliência maior do que imaginávamos”. Nesta conversa com Cenários, o romano Codugno, que já comandou a Enel no Chile e na Eslováquia, fala das duas metas centrais da empresa por aqui – a descarbonização e a eletrificação – e antecipa uma novidade: a introdução de 800 mil medidores digitais inteligentes em São Paulo ainda este ano. Por fim, mostra seu entusiasmo pela chegada ao Brasil da Fórmula E – corridas de carros elétricos. A primeira ePrix no País será dia 25, em São Paulo. (World Nuclear News – 13.03.2023)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Dcide: Preço de energia convencional de longo prazo cai e rompe barreira dos R$ 100 por MWh

O preço de referência para a energia de longo prazo calculado pela consultoria Dcide registrou nova queda esta semana e rompeu a barreira dos R$ 100 por megawatt-hora (MWh), de acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira, 15. O índice convencional de longo prazo - que considera o período de 2024 a 2027 - ficou em R$ 98,56 por MWh, queda de 1,46% em relação aos R$ 100,02 por MWh indicados na semana passada. Em um mês, a baixa acumulada é de 3,79%. Em um ano, o indicador caiu 45,80%. No indicador de longo prazo para a energia incentivada - proveniente de usinas eólicas, solares, a biomassa e pequenas centrais hidrelétricas com desconto de 50% no fio - o valor ficou esta semana em R$ 126,16 por MWh, baixa de 1,37% frente aos R$ 127,91 por MWh da semana anterior. A variação mensal corresponde a uma queda de 3,41%, enquanto na comparação anual a baixa foi de 42,54%. (Broadcast Energia - 15.03.2023) 
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CCEE: PLD médio diário continua em R$ 69,04 por MWh em todos os submercados do País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) continua no patamar regulatório mínimo, estabelecido em R$ 69,04 por MWh, nesta quarta-feira, de acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O valor era fixado em R$ 55,70 por MWh em 2022. O preço é praticado em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN) não apresenta oscilações ao longo do dia. Com isso, os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do País. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (Broadcast Energia - 15.03.2023) 
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Região SE/CO opera com 81,5% da capacidade

O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou crescimento de 0,2 ponto percentual e a capacidade está em 81,5% na última terça-feira, 14 de março, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada mostra 166.781 MW mês e a ENA é de 79.760 MW med, valor que corresponde a 77% da MLT. A Região Sul contou com queda de 0,1p.p e está operando com 85% da capacidade. A energia armazenada marca 17.390 MW mês e ENA é de 9.988 MW med, equivalente a 106% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. Os reservatórios do Norte recuaram 0,2 p.p e estão com 98,3% da capacidade. A energia armazenada marca 15.042 MW mês e ENA é de 24.210 MW med, equivalente a 60% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste contou com níveis estáveis e operava com 86,7% da sua capacidade. A energia armazenada indica 45.323 MW mês e a energia natural afluente computa 6.694 MW med, correspondendo a 56% da MLT. (CanalEnergia – 15.03.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Raízen inaugura nova estação de recarga rápida para VEs no ABC Paulista

A Raízen anunciou na quarta-feira (15/03) a inauguração de uma nova estação de recarga rápida para carros elétricos. O programa de eletromobilidade Shell Recharge, localizado no Posto Automan, em Santo André, no ABC Paulista, faz parte da estratégia da empresa em contribuir com a descarbonização do setor automobilístico. O eletroposto possui um carregador de 50 kW com um plugue CCS2 e um ChadeMo, que podem abastecer carros elétricos em aproximadamente 35 minutos com energia de fonte renovável. Além desta estação, a Raízen também possui outros eletropostos de recarga rápida acima de 50 kW implementados na capital, interior paulista – Campinas e Caraguatatuba - e no Rio de Janeiro. (Portal Solar - 15.03.2023)
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Honda prepara suas fábricas para a produção de VEs

A Honda definiu sua estratégia para acelerar a transição ecológica nos Estados Unidos. Tudo girará em torno do complexo com sede em Ohio, onde o novo polo de mobilidade elétrica será construído. Lá, a montadora japonesa iniciará a produção de carros elétricos a partir de 2026. Mas a Honda estabeleceu uma reorganização mais profunda de sua estrutura organizacional na América do Norte, que será apoiada com um investimento de 700 milhões de dólares. Como mencionado, a primeira fábrica dedicada à construção de carros elétricos nos EUA será a localizada em Ohio e, mais precisamente, em Marysville. Marysville em breve sediará os primeiros cursos de treinamento para funcionários, que poderão abraçar a mudança para emissões zero. As duas linhas de produção atuais serão atualizadas a partir de janeiro de 2024 e, assim, poderão passar da construção de carros a combustão e híbridos que agora está ocorrendo para a dedicada a carros 100% elétricos. Além disso, a Honda também está se mudando para os EUA por meio de uma série de parcerias com outras empresas de mobilidade elétrica. Também em Ohio, uma Gigafactory da joint venture com a LG Energy Solution será construída, enquanto graças a uma colaboração com a General Motors, as duas empresas iniciarão a produção de carros elétricos em sinergia a partir de 2027. Desta forma, a empresa japonesa, que pretende tornar-se neutra em carbono até 2050 e que se prepara para inaugurar uma divisão dedicada exclusivamente a carros elétricos, terá a produção exclusiva de carros de emissão zero em 2040. (Inside EVs - 15.03.2023)
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Inovação e Tecnologia

Senado cria comissão para discutir políticas públicas sobre hidrogênio verde

O Senado criou uma comissão especial para debater políticas públicas sobre hidrogênio verde, com o objetivo de fomentar o ganho em escala dessa tecnologia de geração de energia limpa no Brasil. A comissão será presidida pelo senador Cid Gomes e terá como membros titulares seis senadores de diferentes partidos. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, ressaltou a relevância do tema e desejou boa sorte à comissão especial, que ainda não definiu a data de sua primeira reunião. (Senado Notícias - 14.03.2023)
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Neuman & Esser investirá R$ 70 mi em fábrica de geradores de hidrogênio verde em Belo Horizonte

A empresa alemã Neuman & Esser (NEA) investirá R$ 70 milhões para construir a primeira fábrica de geradores de hidrogênio verde na América Latina, em Belo Horizonte. A companhia aumentará sua área industrial no município, com foco na fabricação de eletrolisadores e reformadores para a geração de hidrogênio, utilizando tecnologia própria. A iniciativa irá gerar 75 empregos diretos e outros 200 indiretos em Minas Gerais, e está alinhada com o compromisso do estado de neutralizar as emissões de gases de efeito estufa até 2050. (Broadcast Energia - 14.03.2023)  
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Fortescue: Programa de hidrogênio verde local está desalinhado à celeridade de projetos globais

A subsidiária da mineradora australiana Fortescue Metals Group, a Fortescue Future Industries (FFI), afirma que o plano de trabalho do Programa Nacional do Hidrogênio do governo brasileiro não está alinhado com a perspectiva de tempo dos projetos de hidrogênio verde (H2V), que seguem um ritmo acelerado das questões geopolíticas e das metas ambientais no mercado consumidor. A empresa assinou um pré-contrato para desenvolver uma planta de hidrogênio verde no Porto do Pecém, no Ceará, e sugere que o governo adote metas concretas para atrair investimentos e viabilizar o desenvolvimento da indústria no país. A FFI também propõe a manutenção dos benefícios e regras existentes aos autoprodutores de energia elétrica, considerado pela companhia sob risco diante de eventuais mudanças via o Projeto de Lei 414/2021, em debate no Congresso Nacional, que trata da modernização do setor elétrico. (Broadcast Energia - 14.03.2023)
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Energias Renováveis

Usinas fotovoltaicas recebem liberação de 96 MW

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou para início da operação comercial, as UG1 a UG16 da usinas fotovoltaicas Lar do Sol 3 e 4, localizadas em Minas Gerais, e que juntas somam 96 MW de capacidade instalada. Para teste a Aneel autorizou a UG2, da EOL Ventos de Santa Leia 05, com 4,5 MW; e as UG1 a UG8, da UTE PUTX Amajari, com 2,48 MW de capacidade instalada. (CanalEnergia – 14.03.2023)
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Parques solares na Espanha perdem 67 mi de euros no ano devido a problemas técnicos

O relatório da Raptor Maps que analisa anomalias em usinas de energia fotovoltaica, estima que as perdas associadas aos 24.500 MW analisados chegam a US$ 82 milhões por ano, com uma perda média de US$ 3.340 por MW. O relatório também revela que o baixo desempenho de parques solares devido a anomalias quase dobrou de 1,61% em 2019 para 3,13% em 2022, levando a impactos financeiros significativos na indústria solar, que está experimentando um crescimento sem precedentes devido a ventos regulatórios e geopolíticos favoráveis. O relatório observa ainda que as perdas podem chegar a US$ 2,5 bilhões globalmente se extrapoladas para a capacidade solar instalada. O estudo é baseado no extenso banco de dados da Raptor Maps de 80.000 GW de sistemas solares analisados em 48 países, fornecendo uma perspectiva única sobre a saúde dos ativos solares em todo o mundo. (Energias Renovables – 14.03.2023)
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Gás e Termelétricas

ANP amplia consulta prévia sobre especificação do gás natural

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) decidiu prorrogar para 15 de maio a Consulta Prévia nº 2/2023, que trata sobre o Relatório Preliminar de Análise de Impacto Regulatório (AIR) da regulamentação dos teores de hidrocarbonetos presentes no gás natural, com ênfase nos teores de metano (CH4) e etano (C2H6). A Consulta Prévia, prevista originalmente para ser encerrada em 30 de março, tem como meta receber contribuições técnicas sobre o Relatório Preliminar, ampliando, assim, a participação social na revisão da Resolução ANP nº 16/2008, que trata das especificações e controles de qualidade do gás natural. Com a descoberta e exploração das reservas do pré-sal, o Brasil se deparou com nova fonte de gás natural, cujos teores de metano e etano apresentam-se distintos dos presentes no gás das reservas do pós-sal. O gás natural proveniente do pré-sal ultrapassa os 12% de etano estabelecidos pela ANP para escoamento e comercialização. (Petronotícias - 15.03.2023) 
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Outorga da usina Termofortaleza é transferida para a Eneva

A outorga da usina termelétrica (UTE) Fortaleza, conhecida como Termofortaleza, que era da Enel Brasil, foi transferida para Eneva depois da aquisição do empreendimento por R$ 531,6 milhões. A decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foi publicada nesta quarta-feira, 15, no Diário Oficial da União (DOU). A operação foi concluída em agosto do ano passado e faz parte do plano de expansão da Eneva como geradora de energia a partir de gás natural no Nordeste. A Aneel também formalizou a revogação, a pedido da empresa Vetorial Siderurgia, da outorga da usina termelétrica Vetorial , localizada no município de Ribas do Rio Pardo, em Mato Grosso do Sul. A empresa terá que recolher a parcela de ajuste referente à Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica (TFSEE) no valor de R$ 495,03, proporcional aos dias em que sua outorga estava vigente em março deste ano. (Broadcast Energia - 15.03.2023) 
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Indefinição em Angra 3 afeta percepção sobre fonte nuclear, diz Abdan

A incerteza em torno da usina nuclear de Angra 3 contribuiu para uma percepção equivocada da energia nuclear na sociedade. A construção da usina começou na última década, foi interrompida em 2015 e retomada no final do ano passado, com conclusão prevista para 2028. A interrupção criou uma sensação de má qualidade, prejudicou a comunicação e anulou os benefícios que a usina traz para o sistema, segundo o presidente da Associação Brasileira de Atividades de Desenvolvimento Nuclear, Celso Cunha. A indústria nuclear avança na esfera política, com uma Frente Nacional de Apoio às Atividades Nucleares liderada pelo deputado Júlio Lopes, que está reunindo assinaturas para sua criação. O plano pós-Angra 3 indica uma quarta usina nuclear no Sudeste do Brasil, com localização provável no mesmo complexo de Angra. Foi enfatizada a importância da comunicação na indústria nuclear, com a necessidade de combater a desinformação e educar a sociedade. Uma pesquisa realizada pela Eletronuclear mostrou que 71% da população da região de Angra é a favor da energia nuclear para a produção de eletricidade. (CanalEnergia – 14.03.2023)
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Nova pesquisa revela que mais de 70% da população de Angra dos Reis é favorável ao uso da energia nuclear

Uma nova pesquisa apresentada no evento Comunicação Nuclear 2023, no Rio de Janeiro, mostra que as usinas nucleares brasileiras são bem aceitas pela população que vive perto delas, com 71% das pessoas em Angra dos Reis e arredores a favor da energia nuclear para geração de eletricidade. A pesquisa foi realizada pela Eletronuclear e finalizada em janeiro de 2023. O impacto positivo das usinas nucleares na economia e o investimento social nas comunidades estão entre os motivos do alto índice de aceitação. O evento teve como objetivo discutir os desafios e oportunidades para melhorar a comunicação do setor nuclear brasileiro, com painéis que discutiram temas como fake news, engajamento, inovação e medicina nuclear. (Petronotícias - 14.02.2023)
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TVEL, uma divisão da Russa Rosatom, vence a licitação para fornecer lítio-7 para as usinas nucleares brasileiras

A Rosatom venceu uma licitação da Eletronuclear para o fornecimento de hidróxido de lítio-7 para o sistema de resfriamento das unidades de energia da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto em Angra dos Reis. O hidróxido de lítio-7 é usado como aditivo para o refrigerante primário de reatores PWR e na produção de reagentes químicos para energia nuclear. A Planta de Concentrados Químicos de Novosibirsk da Rosatom produz lítio há mais de 60 anos, garantindo um alto grau de pureza química. A TVEL JSC, uma divisão da Rosatom, é líder no mercado global de produtos de lítio e um fornecedor confiável. (Petronotícias - 13.03.2023)
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Crise energética na Europa: quais fatores levaram à queda recorde na demanda de gás natural em 2022?

Após a invasão da Ucrânia pela Rússia e um aumento nos preços da energia, a demanda de gás natural na União Europeia caiu em 2022 em 55 bcm , ou 13%, sua queda mais acentuada da história. A queda equivale à quantidade de gás necessária para abastecer mais de 40 milhões de residências. Quais foram os principais fatores por trás desse declínio? Neste comentário, avaliamos como as mudanças no mix de energia, atividade econômica, clima, mudanças comportamentais e outros fatores foram responsáveis por essa mudança dramática no consumo de gás natural. As temperaturas mais amenas do inverno certamente desempenharam um papel importante. No entanto, nem todos os efeitos climáticos reduziram o uso de gás - a baixa pluviosidade no sul da Europa levou a um ano muito ruim para a energia hidrelétrica e aumentou a demanda por energia a gás. Mudanças orientadas por políticas foram vitais, principalmente adições recordes de capacidade eólica e solar. Os preços altos também desempenharam um papel importante na redução da demanda, especialmente nos setores industriais intensivos em gás. (EE Online – 15.03.2023)
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Biblioteca Virtual

LEONEL, Helena. "O desmatamento zero europeu e o pulo do gato".

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