IFE
13/03/2023

IFE 5.678

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
13/03/2023

IFE nº 5.678

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.678

Regulação

MME: Investimento de R$ 9 bi em novas linhas de transmissão

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse na última sexta-feira que o governo federal vai contratar, até o final do ano, R$ 9 bilhões em linhas de transmissão. Segundo ele, as cifras fazem parte do plano do MME para infraestrutura. “Hoje, o ministro de Minas e Energia falou aqui da assinatura de contrato com novas linhas de transmissão na ordem de R$ 3 bilhões prontos para assinar. Até o mês de julho, ele cita algo em torno de mais R$ 9 bi em novas linhas de transmissão no país. Isso se faz absolutamente necessário porque o Brasil hoje virou referência internacional em energia renovável. Um leilão será publicado para que, até o fim do ano, a gente contrate mais R$ 9 bi em linhas de transmissão", afirmou o ministro da Casa Civil. Recentemente, a diretoria da Aneel aprovou edital de contratação de novas linhas de transmissão e aumento da capacidade de sub-estações de energia com previsão de investimento de R$ 15,8 bilhões. (Valor Econômico - 13.03.2023)
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MME recebe Banco Mundial para acompanhamento do projeto META II

O Ministério de Minas e Energia (MME) recebeu a comitiva do Banco Mundial para supervisionar o Acordo de Empréstimo do Projeto META II, que tem como objetivo contribuir para a ampliação e consolidação dos setores de energia e mineração, além da modernização institucional dessas áreas. A iniciativa conta com subprojetos sobre formação de preços, promoção da competitividade dos mercados, estudos relacionados a mudanças climáticas, riscos hidrológicos, eficiência energética, estocagem e uso de gás natural em escala, soluções de segurança do abastecimento, entre outros. Até o momento, foram contratados R$ 12,5 milhões para a aquisição de bens e estudos de identificação de mudanças no regime de vazões. A iniciativa é realizada em conjunto com várias instituições e a delegação do Banco Mundial fica em Brasília até 17 de março. (Canal Energia – 09.03.2023)
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Transmissão pode receber R$186 bi até 2032, indica EPE

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou um estudo sobre os investimentos em transmissão de energia no Plano Decenal de Expansão de Energia 2032, que podem variar de R$ 64,7 bilhões a R$ 185,9 bilhões, dependendo do cenário analisado. O cenário de referência estabelecido pela EPE considera cerca de 77% das obras sem outorga, representando R$ 158,3 bilhões em investimentos. O estudo prevê uma expansão de 34 GW com pareceres de acesso até 2025 entre as fontes de energia eólica e solar. A EPE argumenta que os investimentos necessários para a expansão do sistema propiciarão um fornecimento de energia elétrica mais competitiva ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O estudo também menciona o aumento da capacidade de exportação de energia do Nordeste em 173%, para 30 mil MW. (Canal Energia – 09.03.2023)
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Aneel/Costa: certificação de energia renovável não está em discussão na Aneel, mas há espaço

A diretora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Agnes da Costa, afirmou que a certificação de energia renovável ainda não está na Aneel, mas que há espaço para que isso seja feito. Ela ressaltou que a autarquia não tem caráter de inovação e que a abertura do mercado de energia está alinhada ao movimento de certificação. Costa entende que a abertura de mercado pode ser feita via portaria, mas que é preciso uma lei para lidar com os impactos do processo. As discussões em andamento na agência reguladora referem-se à comercialização varejista, monitoramento de mercado e garantias financeiras do mercado de curto prazo. (BroadCast Energia – 09.03.2023)
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Transição Energética

Petrobras/Shell: Acordo de parceria envolve transição e renováveis

O memorando de entendimentos assinado entre Petrobras e Shell na última quinta-feira, 9 de março, também contemplará esforços de transição energética, com ênfase em renováveis e Captura, Utilização e Armazenamento de Carbono. As empresas anunciaram uma parceria de cinco anos para identificar potenciais oportunidades de negócio no upstream, compartilhando experiências e melhores práticas em redução de emissões de carbono e iniciativas socioambientais. O contrato tem duração de cinco anos. O acordo não vinculante foca em potenciais oportunidades de exploração dentro e fora do pré-sal, incluindo a Margem Equatorial. Na parte ambiental, Petrobras e Shell pretendem estabelecer projetos para preservar e restaurar a biodiversidade, com o objetivo de emitir créditos para compensar as emissões de carbono. As empresas também buscarão atuar em conjunto em projetos de investimento social. Somente após a conclusão de análises técnicas por grupo multidisciplinar, projetos oriundos do acordo terão estimativas oficiais de custo e retorno, para que no futuro sejam apreciados de acordo com a governança da companhia. (CanalEnergia – 10.03.2023) 
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Energia renovável, pesca, petróleo: como o mar pode impulsionar a economia brasileira

A Marinha do Brasil está liderando um estudo para mapear o potencial ambiental, social e econômico das regiões costeiras do país, a fim de criar um uso racional e harmonioso da área, compartilhado pela produção de petróleo e gás, operações portuárias, pesca, áreas de conservação e fazendas eólicas offshore. O estudo Planejamento Espacial Marinho, é o primeiro do tipo no país e deve ser concluído até 2030. O projeto tem quatro fases, e a primeira fase, que cobre a região sul, já está em andamento. O estudo identificará as atividades econômicas realizadas ao longo dos 7.400 km de costa e sinalizará as localizações e impactos da pesca artesanal e industrial, aquicultura, petróleo e gás, energias renováveis, geologia, recursos minerais e mineração, navegação, portos e construção naval, segurança e defesa, turismo e mudanças climáticas. O governo brasileiro acredita que o estudo atrairá investimentos para a região. (O Estado de São Paulo – 09.03.2023)
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UE fecha acordo 'verde' provisório para reduzir consumo de energia

A União Europeia (UE) e negociadores do Parlamento Europeu chegaram a um acordo provisório com o objetivo de reduzir o consumo de energia no bloco formado por 27 países. Pelo acordo, revelado nesta sexta-feira, os países da UE terão a meta coletiva de garantir uma redução no consumo de ao menos 11,7% em relação a projeções para 2030 que foram anunciadas três anos atrás. O acordo, que faz parte de planos da UE de se tornar neutro em termos climáticos até 2050, precisa ser formalmente adotado pelo Parlamento e pelo Conselho - que reúne ministros dos governos de cada país da UE - para entrar em vigor. Braço executivo da UE, a Comissão Europeia elogiou o acordo provisório, que também prevê medidas para combater a pobreza energética. Pelas regras definidas, países da UE terão de promover planos locais de aquecimento e resfriamento em cidades com mais de 45 mil habitantes. (Broadcast Energia - 10.03.2023) 
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PwC: Desafio dos CEOs é equilibrar questões do presente com transformações do futuro

Pesquisa feita pela PwC com CEOs em mais de 100 países mostra que os executivos vivem o desafio de buscar o equilíbrio entre resolver problemas do presente ao mesmo tempo em que devem preparar as empresas para a transformação que virá no futuro. No Brasil, 27% dos CEOs da indústria de Energia e Serviços de Utilidade Pública não acreditam que suas empresas serão economicamente viáveis em dez anos caso se mantenham na rota atual, o que vai demandar uma transformação dos negócios. A 26ª Global CEO Survey aborda as perspectivas dos CEOs sobre crescimento, ameaças, prioridades estratégicas e investimentos. O sócio da PwC Adriano Correia destaca que apesar do percentual baixo que vê necessidade de mudança, há uma indicação na pesquisa sobre investimentos nos próximos 12 meses em que automação de processos e sistemas, upskilling da força de trabalho e implantação de tecnologia lideram com alto índice, o que pode ser um fator sinalizador. De acordo com a pesquisa, a grande maioria considera vital reinventar seus negócios para o futuro em um mundo de disrupção e inovação. Inflação, incerteza na cadeia de suprimentos e conflitos geopolíticos aparecem no conjunto de preocupações atuais dos líderes para a indústria de Energia e Serviços de Utilidade Pública (EU&R). Para o futuro, aparecem a necessidade de se antecipar aos riscos de longo prazo, a disrupção dos modelos de negócios e os riscos climáticos. De acordo com o sócio da PwC Adriano Correia, essas preocupações têm impactado na rentabilidade e no retorno ao acionista em projetos que estão sendo desenvolvidos. “Uma série de projetos de solar e eólica, se percebe claramente como a inflação tem pressionado o retorno dos investimentos, isso tem sido uma grande dificuldade", comenta. A expectativa dos líderes de energia no Brasil para a economia global nos próximos 12 meses não é boa, apenas 5% acreditam em melhora, enquanto 73% apostam em desaceleração. Dentre os CEOs do Brasil e do mundo, a estimativa de melhora sobe para 17% e 18% respectivamente, com 73% admitindo a desaceleração. Já boa parte dos CEOs de alguns países prevê que suas economias locais crescerão e também acredita no crescimento da receita de suas empresas – especialmente os brasileiros. Quanto a geração de receitas de suas empresas em 12 meses, o cenário muda: 73% dos executivos locais estão muito confiantes; 8% aparecem como moderadamente confiante; 14% ligeiramente confiante e apenas 5% não está confiante. Como fator que pode afetar a lucratividade nos próximos dez anos, a transição energética aparece no topo, apontada por 73% dos CEOs de EU&R do Brasil. A regulação, ponto que sempre é motivo de atenção no Brasil, ficou em segundo lugar, com a preferência de 57% dos líderes. Já no curto prazo, no período de 12 meses, os conflitos geopolíticos ficaram na dianteira, com 46% e a inflação vem logo atrás, com 41%. O risco cibernético como ameaça em 12 meses foi citado por apenas 24% dos CEOs de EU&R, ficando abaixo da instabilidade macroeconômica e das mudanças climáticas. A pesquisa da consultoria também mostra que as start ups ainda têm um espaço muito grande para contribuir com a criação de fontes de geração de valor ou abordagem de questões socioambientais. (CanalEnergia – 10.03.2023)  
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Alfa Laval aumenta seus investimentos para continuar apoiando a transição energética global

A empresa Alfa Laval investiu 336 milhões de euros em um programa de expansão da capacidade de produção de intercambiadores de calor. O investimento será destinado a aumentar a capacidade de produção, distribuição e serviço em quatro centros existentes da Alfa Laval na Suécia, Itália, China e Estados Unidos. A decisão de expandir a capacidade de produção foi motivada pelo aumento da demanda observado nos últimos meses, devido à transição energética global em curso. A empresa observa uma forte demanda de seus produtos em aplicações relacionadas à energia, tanto em mercados tradicionais quanto em setores emergentes, como o hidrogênio, a calefação de distrito e os centros de dados. A empresa desenvolve soluções sustentáveis nas áreas de separação centrífuga, transferência de calor e manejo de fluidos, e seus produtos são amplamente utilizados em processos industriais, bombas de calor e redes de calefação de distrito. A eficiência energética é uma das principais preocupações da empresa, contribuindo para a redução do consumo de energia e água. (Energias Renovables – 09.03.2023)
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Empresas

Taesa conclui captação de R$ 1 bi em debêntures

A Taesa informou em comunicado ao mercado que concluiu a captação de R$ 1 bilhão em debêntures simples, não conversíveis em ações. De acordo com a transmissora, os recursos captados serão usados para reforçar o caixa e para a gestão ordinária dos negócios. A Emissão foi coordenada pelo Santander, atuando como líder, em conjunto com o BTG Pactual, Itaú BBA e UBS Brasil que foram coordenadores. As debêntures vencem em 17 de fevereiro de 2025 . Quanto a remuneração, incidirão sobre o valor nominal unitário ou saldo do valor nominal unitário 100% da Taxa DI acrescida exponencialmente de spread de 1,50% ao ano. (CanalEnergia – 10.03.2023) 
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EMAE anuncia R$ 11 mi para modernização de PCH

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) anunciou que irá investir R$ 11,1 milhões até o final do ano para modernização dos sistemas de automação, proteção, regulação de velocidade e regulação de tensão de uma das três turbinas da pequena central hidrelétrica Porto Góes, localizada em Salto (SP). Segundo a EMAE, a atualização tecnológica possibilitará mais agilidade na manutenção e maior confiabilidade operacional, já que as condições adversas do leito do rio deixam as máquinas sujeitas à corrosão e oxidação, exposição à umidade, agentes agressivos e poluentes, o que causa dificuldades nos processos de operação e manutenção, comprometendo a operação da unidade. A usina entrou em operação em 1928, com duas unidades geradoras com a potência total de 11 MW. Em 2003 foi iniciada a ampliação da capacidade do ativo, com a instalação da terceira unidade geradora, que entrou em operação em 2005, ampliando a potência instalada de 11 MW para 24,3 MW e vazão turbinável de 56 m³/s para 116 m³/s. (CanalEnergia – 10.03.2023) 
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2W lança fintech em parceria com o Itaú e reformula marca

A 2W Energia anunciou na noite de sexta-feira, 10, uma mudança de posicionamento e passará a se chamar 2W Ecobank. A reformulação vem na esteira do lançamento de uma fintech que tem como objetivo alcançar pequenas e médias empresas, algumas das quais potenciais clientes da companhia no segmento de energia. Embora executivos da empresa não tenham divulgado o nome do parceiro envolvido no projeto, o Broadcast Energia apurou que o Itaú Unibanco é a instituição financeira por detrás da fintech. Nesta parceria, a 2W fará a parte do relacionamento com o cliente, ofertando também produtos e serviços relacionados à sustentabilidade, enquanto o Itaú será responsável pela gestão da fintech. Por meio da nova proposta, a empresa passa a oferecer também serviços de "finanças verdes", com a criação de contas para pessoa jurídica e crédito facilitado e com taxas de juros menores para clientes que cumprem com metas de responsabilidade social e ambiental (ESG, da sigla em inglês). A empresa também pretende avançar no oferecimento de produtos e serviços para empresas que querem tornar-se mais "sustentáveis", por meio de consultorias e ações de eficiência energética. "Somos um grande portal de relacionamento com esse cliente PME [Pequenas e Médias Empresas]. Queremos vender energia para as 200 mil empresas que poderão comprar no mercado livre a partir de 2024, mas também queremos ajudá-las nesse processo de sustentabilidade, e a ensiná-las a se posicionarem mercadologicamente", comentou o diretor-presidente da empresa, Claudio Ribeiro. (Broadcast Energia - 10.03.2023) 
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2W Energia: Geração

Após inaugurar o parque eólico Anemus no final do ano passado, a 2W Energia avança para colocar em operação ainda este ano a usina Kairós, que está em implantação no Ceará. Quando estiver totalmente concluída, a usina terá 261 megawatts de capacidade instalada. A expectativa é que o empreendimento comece a produzir energia até o meio deste ano. Após a conclusão desse projeto, a 2W já tem planos de continuar a expansão de seus ativos de geração de energia no País, mesmo num cenário em que o custo marginal da expansão está maior do que o preço de mercado. Ribeiro acredita que a partir do segundo semestre de 2024 o descasamento entre preço de energia no mercado livre e o custo para construção de novas capacidades de geração deve ficar mais equilibrado. "Nosso plano é continuar investindo em geração, após o Anemus e o Kairós queremos continuar investindo em geração, novos projetos, ampliação", comentou. Em relação à oferta de ações em Bolsa, o diretor-presidente da empresa destacou que tem dialogado com potenciais investidores, e que aguarda a próxima janela para fazer a oferta inicial de ações da empresa. Contudo, o momento econômico do País, com juros ainda elevados, dificulta que essa operação seja realizada no curto prazo. (Broadcast Energia - 10.03.2023) 
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Cemig coloca imóveis à venda

A Cemig colocou à venda, por meio do edital do Pregão Eletrônico nº 500-H17197, 21 lotes de imóveis localizados em diversas regiões do estado: Região Metropolitana, Zona da Mata, Oeste, Sudoeste, Vale do Aço, Triângulo, Leste, Norte de Minas e Sul de Minas. O Pregão acontecerá na plataforma do Portal de Compras da companhia e os interessados devem enviar as propostas até às 09:29 horas do dia 24 de março, data da sessão que terá início às 9:30 horas. Para participar é preciso estar cadastrado junto ao Coordenador do Sistema na data da realização do certame. Os prédios e terrenos que serão oferecidos na licitação estão situados nos municípios de Montes Claros, Governador Valadares, Uberlândia, Itabira, Lagoa Santa, Rio Preto, Piau, Itaguara, Iguatama, Carmo do Rio Claro, Itanhandu, Brasópolis, Conceição do Rio Verde, Ipanema, Francisco Dumont e Cristália. (CanalEnergia – 10.03.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

ONS: Carga de energia no SIN deve encerrar o mês em 74.673 MW médios

A carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) deve encerrar março em 74.673 MWmed, alta de 0,3% em relação ao mesmo período do ano passado, mas redução de 0,8% ante a estimativa anterior. A projeção é do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no mais recente Programa Mensal da Operação (PMO). Segundo o ONS, "as previsões de carga para a próxima semana tiveram como premissas, entre outros pontos, a perspectiva de redução nas temperaturas médias nas capitais do Sul e do Sudeste. Para os subsistemas Nordeste e Norte, a expectativa é de um leve declínio dos termômetros ao longo da próxima semana, ante ao registrado nos últimos dias". (Broadcast Energia - 10.03.2023) 
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ONS: ENA deve ficar acima da média em três subsistemas do SIN, em março

O ONS atualizou a projeção para a Energia Natural Afluente (ENA) nos reservatórios que atendem ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e estima que três dos quatro subsistemas devem receber afluências acima da média histórica até o final de março. Segundo o mais recente boletim do Programa Mensal da Operação (PMO), o Sudeste/Centro-Oeste, que responde por aproximadamente 70% do armazenamento de água para gerar energia, deve encerrar o mês com 105% da média. Já a quantidade de água armazenada nos reservatórios deve ser de 84,5%. No Sul, a ENA prevista está em 117% da média, enquanto os reservatórios devem chegar ao fim do mês com 85,5% da capacidade. A região Nordeste deve encerrar o mês com 51% da média para a quantidade de água que chega aos reservatórios para se tornar energia. Já os volumes armazenados devem ficar em 88,6%. No Norte, a ENA estimada é de 116% da média, o que resultará em reservatórios com 100% da capacidade. (Broadcast Energia - 10.03.2023) 
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ONS: CMO permanece em R$ 0,00 por MWh para a semana de 11 a 17 de março

O Custo Marginal da Operação (CMO) para a semana de 11 a 17 de março permanece zerado, informou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O CMO é o custo para se produzir 1 MWh para atender ao Sistema Interligado Nacional (SIN). (Broadcast Energia - 10.03.2023) 
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ONS: reservatórios cheios em todas as regiões do Brasil no fim de marços

Se as recentes projeções indicavam quase todos os subsistemas com volume acima de 80% no fim do mês, a última estimativa do Informe Preliminar Mensal da Operação para a semana de 11 a 17 de março aumentou o cenário positivo. A região Norte é a surpresa, porque vinha com expectativa de armazenamento na casa dos 60%, elevada agora para 100%. O Sudeste/Centro-Oeste deve encerrar o mês com níveis de 84,5%. No Nordeste, a previsão de reservatórios é de 88,6% ao fim do mês, enquanto no Sul o armazenamento previsto é de 85,5%. A carga no Sistema Interligado Nacional deve apresentar recuo de 0,5% no mês, ao contrário da semana passada, que previa aumento de 0,3%. No Sudeste/ Centro-Oeste, a expectativa é que a carga tenha queda de 3,2% em março. No Sul, o viés também é negativo em 0,6%. As regiões Norte e Nordeste, terão aumento na carga em março, de 15,5% e 1,9%, respectivamente. (CanalEnergia – 10.03.2023) 
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Volume segue subindo e submercado SE/CO opera com 79,8%

Os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste viram seus níveis subir 0,4 ponto percentual na última quinta-feira, 9 de março, em comparação ao dia anterior, atingindo 79,8% da capacidade, segundo o último boletim do ONS. A energia armazenada mostra 163.227 MW mês e a ENA aparece com 69.074 MW med, o mesmo que 78% da MLT. Já no Norte do país foi registrado o único recuo do dia, de 0,4 p.p e os reservatórios diminuindo para 97,7% do seu volume útil. A energia armazenada mostra 14.955 MW mês e a ENA aparece com 23.109 MW med, o mesmo que 58% da MLT. No Nordeste foi registrado crescimento de 0,2 p.p, admitindo 86,9% de armazenamento. A energia retida indica 44.961 MW mês e a energia natural afluente computa 7.931 MW med, correspondendo a 59% da MLT. Na região Sul também foi aferido aumento de 0,2 p.p e o subsistema opera com 85,4%. A energia armazenada marca 17.473 MW mês e ENA é de 12.105 MW med, equivalente a 106% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. (CanalEnergia – 10.03.2023) 
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Furnas é multada por desligamentos em LT

Furnas foi multada em R$ 15,4 milhões por quedas frequentes de energia elétrica provocadas por desligamentos forçados na linha de transmissão Serra da Mesa/Samambaia C2, de 500 kV. Como justificativa ao não cumprimento do “Plano de Resultados”, definido para a qualidade da prestação do serviço da linha, a empresa alegou problemas relacionados ao avanço da população de curicacas, uma ave de médio porte com bico longo e curvado para baixo, e que tem feito seus ninhos entre as estruturas das torres. Em suas ponderações enviadas à Aneel, a subsidiária da Eletrobras afirma que os animais estavam em 2020 construindo abrigos próximos às partes energizadas dos equipamentos e que “os excrementos das aves e os materiais condutores utilizados na construção de seus ninhos acabam fechando curto-circuito elétrico fase-terra, com o consequente desligamento forçado da linha de transmissão”. O valor original da sanção era de R$ 20,4 milhões, mas foi reduzido após a agência considerar alguns pontos apresentados pela transmissora, como a não existência de uma solução no mercado para a questão na época. Assim Furnas diz ter tido que estudar empiricamente e desenvolver alternativas para mitigar os desligamentos, adquirindo e instalando desde 2021 dispositivos antipássaros para proteção das cadeias verticais das torres de suspensão, além de telas trançadas e reforçadas com proteção UV nas estruturas de ancoragem mais propícias à nidificação do Gavião Carcará. O documento da Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade do regulador mostra que Furnas também descreveu ações para conter os desarmes forçados provocados por raios e queimadas de vegetação próxima da infraestrutura de transmissão. Por fim, é preciso reforçar que a decisão da superintendência não é definitiva. O processo foi encaminhado à diretoria do regulador, que poderá confirmar, modificar, anular ou revogar totalmente ou parcialmente a decisão. (CanalEnergia – 10.03.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Mato Grosso do Sul: Taxistas recebem isenção de ICMS na compra de VEs e híbridos

O programa de incentivos fiscais para taxistas de Mato Grosso do Sul traz uma ampliação na aquisição de novos veículos. Isso porque a nova redação incluiu na legislação a isenção para carros movidos a combustíveis de origem renovável, sistema reversível de combustão ou híbrido e elétricos, quando destinados a motoristas profissionais. As aquisições para a classe profissional estão isentas da cobrança do ICMS. Conforme o secretário estadual de Fazenda, Flávio César, a cada ano que passa tem havido uma valorização crescente da importância do transporte sustentável em um mundo cada vez mais conectado pela globalização e digitalização. Além da isenção do ICMS para aquisição de veículos novos, os carros movidos a combustíveis de origem renovável, sistema reversível de combustão ou híbrido e elétricos, quando de propriedade de motoristas profissionais (taxistas), receberam ainda outro benefício na transmissão do veículo. Com isso, os taxistas estão dispensados do pagamento do ICMS para a transmissão do veículo em virtude do falecimento do beneficiário da isenção e para veículos com alienação fiduciária em garantia. (Governo do Mato Grosso do Sul - 11.03.2023) 
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BYD faz parceria com empresa aérea para translado de passageiros com ônibus elétrico

A Azul linhas aéreas, em parceria com a BYD e a Lirabus, empresa de fretamento, está utilizando um ônibus rodoviário 100% elétrico no translado de passageiros. O veículo está circulando na linha Tamboré-Viracopos, em duas viagens pela manhã e duas à tarde. A expectativa é que, em breve, o veículo seja utilizado também nos trajetos entre o Aeroporto de Congonhas e o aeroporto de Viracopos e entre o aeroporto de Congonhas e a rodoviária da Barra Funda, proporcionando mais segurança e conforto aos passageiros. O ônibus elétrico é o D9F da BYD, tem 12 metros, é silencioso, não emite carbono e tem capacidade para transportar até 46 passageiros. Além disso, o modelo possui baterias com 300 km de autonomia, além de 402 CV de potência e dois motores elétricos integrados às rodas do eixo traseiro. O ônibus tem baixo consumo energético e de manutenção. A garantia da bateria é de 8 anos ou 500 mil km. (Portal Solar - 10.03.2023) 
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Caio apresenta eMillennium em evento de eletromobilidade

O eMillennium marca Caio foi uma das grandes estrelas do evento C-Move Brasília, que aconteceu entre os dias 07 e 08 de março no Brasil 21 Convention – Meliá, e discutiu pautas sobre eletrificação, com temas importantes como políticas públicas, infraestrutura e tecnologia relacionadas à mobilidade híbrida e elétrica. Lançado no segundo semestre de 2022, o modelo de carroceria eMillennium foi concebido exclusivamente para chassis movidos à propulsão elétrica por bateria, agregando para o transporte coletivo de passageiros o que há de mais atual em itens voltados à mobilidade sustentável. Além de não emitir gases poluentes, o ônibus é produzido com diversos itens em polímero, material 100% reciclável, que confere alta durabilidade e acabamento superior. O eMillennium é produzido 100% com tecnologia nacional em parceria com alguns dos principais players do segmento de mobilidade sustentável, como a Eletra (sistemas de tração elétrica), Mercedes-Benz (produção de chassis) e WEG (inversores e baterias). (Mobilidade Sampa - 12.03.2023) 
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Inovação e Tecnologia

Inmetro vai apoiar projeto de microturbina eólica

A empresa Zani Brazil Energias fechou parceria com o Inmetro para o desenvolvimento de um sistema de inversão para geração de energia elétrica por microturbina eólica. A incubação do projeto tem duração de até dois anos e a empresa terá acesso à infraestrutura laboratorial e apoio técnico de especialistas do instituto. O objetivo é certificar os componentes do sistema de inversão para permitir a injeção de energia gerada na rede elétrica, viabilizando a microgeração eólica on-grid no país. (CanalEnergia – 09.03.2023)
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Shows do Coldplay no Brasil terão emissão de CO2 reduzida em 80%

A banda Coldplay, liderada por Chris Martin, está preocupada com a sustentabilidade e decidiu usar biodiesel em todos os geradores de energia durante sua turnê Music of the Spheres no Brasil. Essa medida reduzirá em até 80% a emissão de CO2 pelos equipamentos e cada show consumirá cerca de 30 mil litros do biocombustível. Os geradores nos estádios em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba serão abastecidos com biocombustível produzido pela JBS Biodiesel nas unidades de Lins e Mafra. (O Estado de São Paulo – 09.03.2023)
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Energias Renováveis

Absolar vê o Brasil crescer em geração solar e alcançar marca histórica de 26 GW de potência instalada

O Brasil ultrapassou uma nova marca histórica, a de 26 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos, o equivalente a 11,6 % da matriz elétrica do País. O dado é da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). De acordo com a entidade, desde 2012 a fonte solar já trouxe ao Brasil cerca de R$ 128,5 bilhões em novos investimentos, mais de R$ 39,4 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 783,7 mil empregos acumulados. Com isso, também evitou a emissão de 34,5 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. O Brasil possui cerca de 7,9 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte. Desde 2012, as grandes usinas solares já trouxeram ao País cerca de R$ 37,0 bilhões em novos investimentos e mais de 238,2 mil empregos acumulados, além de proporcionarem uma arrecadação aos cofres públicos que supera R$ 12 bilhões. (Petronotícias - 10.03.2023)  
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OAB-SP: Instalação de micro usinas fotovoltaicas

A seção São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil inaugurou a primeira de suas 15 micro usinas solares que vão abastecer as mais de 500 unidades que possui em todo o estado. Instalada na colônia de férias da entidade em Três Fronteiras, cidade próxima à divisa com Mato Grosso do Sul, terá uma geração média mensal de 14.740 kWh por mês, ou quase 177 MWh por ano, e proporcionará uma redução de 95 toneladas nas emissões anuais de CO2. Além da busca por ganhos ambientais, a medida também trará economia para a entidade. “Almejamos uma redução de 80% no gasto com energia elétrica”, afirma Alexandre de Sá Domingues, diretor-tesoureiro da OAB-SP. Somente no ano de 2022, a entidade gastou R$ 3,2 milhões em eletricidade em suas unidades, mas com o projeto haverá redução de R$ 2,25 milhões por ano nesse custo. (Valor Econômico - 13.03.2023)
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Aerogerador de 6,2 MW obtém liberação comercial na Bahia

A Aneel deliberou a operação comercial de uma unidade geradora de 6,2 MW de potência instalada no parque Tucano VII, de posse da AES Brasil na cidade de Tucano (BA). Na mesma publicação do Diário Oficial da União desta quinta-feira, 9 de março, o regulador aprovou testes em 10 MW eólicos no Nordeste: 4,5 MW do ativo Ventos de Santa Leia 04, da Casa dos Ventos, em Lajes (RN); e uma turbina de 5,5 MW da EDF Brasil no município de Junco do Seridó (PB). (CanalEnergia – 09.03.2023)
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Associações rebatem acusações do setor automotivo contra aumento do teor de biodiesel no diesel

A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e outras entidades divulgaram uma nota conjunta nesta quinta-feira (9) criticando a possibilidade de aumento do teor de biodiesel no diesel. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) terá sua primeira reunião no novo governo no próximo dia 17 e existe uma expectativa de que possa ser debatido o teor de mistura de biodiesel no diesel. A nota alega que o biodiesel produzido hoje no Brasil é o de base éster e que característica química desse biodiesel gera problemas como o de criação de borra, com alto teor poluidor. (Petronotícias - 09.03.2023)
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Instalações solares nos EUA caem para 20 GW em 2022

Novas instalações solares nos EUA caíram 16% em relação ao ano anterior, totalizando 20,2 GW em 2022, devido a restrições de fornecimento impulsionadas por políticas governamentais, segundo a Solar Energy Industries Association (SEIA). O declínio foi atribuído principalmente à investigação do Departamento de Comércio dos EUA sobre novas tarifas anti-circunvenção e detenções de equipamentos sob a Lei de Prevenção do Trabalho Forçado Uigur. O setor de escala utilitária sofreu a maior queda, com as instalações diminuindo 31% em relação ao ano anterior, enquanto o segmento residencial teve um forte crescimento de 40%. Prevê-se que as instalações solares voltem a crescer em 2023, aumentando 41% para 28,4 GW. O relatório da SEIA prevê um crescimento médio anual de 19% até 2027, com as instalações solares totais dos EUA chegando a mais de 700 GW até 2033. (Renewables Now – 09.03.2023)
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Gás e Termelétricas

Prates se reúne com ministra da Colômbia para discutir gás de Tayrona e proteção da Amazônia

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates e a ministra de Minas e Energia da Colômbia, Irene Vélez Torres, debateram ontem, durante a CERAWeek, as perspectivas de desenvolvimento da produção de gás natural no bloco Tayrona, naquele país. Trata-se de uma área prioritária que a Petrobras detém em parceria com a Ecopetrol na Colômbia As duas autoridades discutiram ainda sobre a proteção à Floresta Amazônica. Em julho de 2022, foi descoberta uma acumulação de gás natural no local por meio do poço Uchuva-1, em uma lâmina d’água de aproximadamente 830 metros. A Petrobras tem 44,44% do ativo e a Ecopetrol, 55,56%. "A descoberta aumenta as perspectivas de desenvolvimento de nova fronteira de exploração e produção na Colômbia e abre caminho para novas iniciativas para melhor aproveitamento das reservas de óleo e gás da região", informou a Petrobras em nota, ressaltando que estão previstas ainda a perfuração de mais poços nos próximos dois anos. No encontro, Prates tratou também sobre os desafios que unem Brasil e Colômbia como países ricos em recursos renováveis e a responsabilidade de preservar a Floresta Amazônica, maior floresta tropical do mundo, que ocupa o território dos dois países. (Broadcast Energia - 10.03.2023) 
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ANP: Âmbar Energia é autorizada a importar gás natural para termelétricas do PCS e Mário Covas

A mbar Energia, controlada pelo grupo J&F, foi autorizada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a importar gás natural para abastecer a usina termelétrica (UTE) Mário Covas, além de UTEs contratadas no Procedimento de Contratação Simplificado (PCS), mais conhecido como "leilão emergencial", que foi realizado em 2021 em virtude da crise hídrica. O aval foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 10, e permite que o gás seja importado da Bolívia e entregue em Cárceres, no Mato Grosso, via gasoduto. Os volumes são de 2,3 milhões de metros cúbicos por dia para duas autorizações e de 4,1 milhões de metros cúbicos por dia para a terceira. A mbar é uma das empresas que iniciou com atraso a operação comercial das usinas contratadas no leilão emergencial e, por isso, trava na Aneel uma batalha contra as penalidades que vêm sendo aplicadas a ela. (Broadcast Energia - 10.03.2023) 
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Delta Energia quer avançar na comercialização de gás para indústria e distribuidoras

O Grupo Delta Energia quer avançar na comercialização de gás natural no mercado livre, para grandes consumidores industriais e concessionárias de distribuição. Esta semana a empresa obteve autorizações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para importar a molécula da Argentina e da Bolívia, e para comprar o Gás Natural Liquefeito (GNL) de outras localidades. Com essas autorizações, a empresa poderá movimentar 1 milhão de metros cúbicos de energia por dia (m³/d) de gás vindo da Argentina e da Bolívia, e 912 mil m³ por ano de GNL. O diretor-presidente da Delta Geração, Alessandro di Domenico, disse que a companhia pretende se utilizar do conhecimento que já possui no mercado de energia para atuar também com gás natural, já tem negociado com grandes consumidores e pretende buscar contratos em chamadas públicas promovidas pelas concessionárias estaduais. "Inicialmente, estamos buscando consumidores e distribuidoras que podem adquirir a molécula de forma livre", disse o executivo. (Broadcast Energia - 10.03.2023) 
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IBP adia para 17 de março a data limite para entrega de trabalhos a serem apresentados na Rio Papeline

O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) prorrogou para o dia 17 deste mês o prazo para receber trabalhos técnicos para a Rio Pipeline, principal ponto de encontro da comunidade internacional de dutos no Brasil. A chamada para a entrega de trabalhos é única, o que significa que essa é a última oportunidade para os pesquisadores apresentarem os seus papers. A divulgação de trabalhos técnicos em eventos do porte da Rio Pipeline é uma oportunidade para dar visibilidade às pesquisas e também de ampliar o debate sobre soluções e tendências na área de dutos. O acesso a informações qualificadas propicia ainda o desenvolvimento do pensamento crítico. A Rio Pipeline é um evento tradicional na indústria de óleo e gás e, neste ano, voltará a acontecer no formato presencial. Além de pesquisadores, o congresso e a feira atraem especialistas e executivos do mundo todo do segmento de dutos. O tema deste ano será ‘Conhecimento e Energia para um novo mercado’. O encontro será realizado entre 8 e 10 de agosto deste ano, no Expomag, no Rio de Janeiro. (Petronotícias - 11.03.2023) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

CCEE: Mercado de Curto Prazo movimenta R$ 540 mi em janeiro

O Mercado de Curto Prazo (MCP) do setor elétrico brasileiro movimentou R$ 540,6 milhões nas operações referentes a janeiro de 2023. O valor representa apenas 32,5% do total contabilizado para o mês, de R$ 1,662 bilhão, informou Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Conforme a instituição, R$ 948 milhões seguem represados por causa de liminares contra o pagamento do risco hidrológico (GSF) no mercado livre. Outros R$ 173 milhões não pagos se referem a parcelamentos, inclusive aqueles vinculados ao pagamento dos débitos abertos após a repactuação do GSF. Com isso, a CCEE considera a inadimplência efetiva somou R$ 647 mil. (Broadcast Energia - 10.03.2023) 
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