IFE
03/03/2023

IFE 5.672

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
03/03/2023

IFE nº 5.672

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.672

Regulação

Artigo GESEL: "Transição Energética, minerais críticos e o Brasil"

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, intitulado: “Transição Energética, minerais críticos e o Brasil”, os autores Nivalde de Castro (Professor do IE da UFRJ e coordenador do GESEL), Vitor Santos (Professor Catedrático do ISEG da Universidade de Lisboa) e Thereza Aquino (Professora da Escola de Engenharia da UFRJ e pesquisadora Associada do GESEL), analisam a utilização do potencial de recursos endógenos renováveis e seus objetivos estratégicos. Segundo os autores, “as oportunidades para o Brasil assumir uma posição de destaque nos cenários nacional e internacional de uma economia de baixa emissão de carbono estão dadas, seja na área de energia elétrica, na qual o país já é uma liderança mundial, seja na área de minerais e metais necessários à transição energética”. (GESEL-IE-UFRJ – 03.03.2023)
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GESEL na mídia: Leilão global de derivados de H2V é oportunidade para o Brasil, afirma Thereza Aquino

A participação e eventual sucesso de empresas brasileiras no leilão global de derivados de hidrogênio verde promovido pela Alemanha no âmbito da política H2Global são vistos por especialistas como oportunidades para o desenvolvimento da cadeia de valor do insumo no Brasil. O país, com sua matriz elétrica limpa, é visto como potência latente no setor. O certame visa a contratação por 10 anos de três diferentes produtos: amônia, metanol e combustível sustentável de aviação. Para isso, o governo alemão criou a Hintco, uma empresa que fará a intermediação entre as companhias vendedoras e as compradoras, que poderão fazer a aquisição em prazos curtos. Poderão participar apenas empresas de fora da Europa. A professora da UFRJ e pesquisadora do GESEL-UFRJ, Thereza Aquino, explica que a referência são as unidades industriais das companhias de modo que, mesmo aquelas que tenham matriz na Europa, conseguem concorrer. A ideia, diz, é avançar na descarbonização do velho continente, além de garantir um fornecimento diversificado, medida acelerada em meio à crise provocada pela Guerra na Ucrânia, diante da dependência dos combustíveis da Rússia. Para ela, a participação de companhias brasileiras, mesmo que via consórcios, "seria um sinal muito positivo para o Brasil ao mostrar que o País tem condições e competitividade para concorrer com qualquer um a nível mundial" e poderia "abrir o caminho" para projetos que constam em memorandos de entendimentos, além "acelerar todo esse processo do governo federal", em referência ao Plano de Trabalho Trienal do Programa Nacional do Hidrogênio (2023-2025), visto por analistas como carente de metas até o momento. (GESEL-IE-UFRJ – 03.03.2023)
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Ministério de Minas e Energia pede que Petrobras suspenda venda de ativos por 90 dias

O Ministério de Minas e Energia (MME) solicitou que a Petrobras suspenda a venda de ativos por 90 dias, em razão da reavaliação da Política Energética Nacional pelo governo e da instauração de uma nova composição do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A medida foi solicitada por ofício na terça-feira, 28, mas divulgada pela Petrobras nesta quarta-feira, 1º. O documento pede para que, apesar da suspensão, sejam “respeitadas as regras de governança da companhia e compromissos assumidos com entes governamentais” O ofício do ministério pede que “novos processos de desinvestimento e eventualmente os que estejam em trâmite e não concluídos” sejam interrompidos desde que não se coloque em risco os interesses “intransponíveis” da Petrobras. (O Estado de São Paulo – 01.03.2023)
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Transição Energética

Brasil terá de alcançar emissões negativas até 2040 para atingir neutralidade

O Brasil terá de alcançar emissões negativas de CO2 entre 2035 e 2040, para atingir a neutralidade na geração líquida de gases de efeito estufa até 2050. Isso será possível quando a diferença entre o valor emitido e o capturado da atmosfera ficar em torno de 500 milhões de toneladas, aponta estudo sobre transição energética produzido em parceria pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Empresa de Pesquisa Energética e Centro de Economia Energética e Ambiental da Coppe/UFRJ. A análise mostra os desafios que o país terá que enfrentar no caminho para a descarbonização da economia, a partir de três cenários distintos de transição energética: “Transição Brasil”, “Transição Alternativa” e “Transição Global”. Todos eles indicam crescimento na demanda por energia, a necessidade de atualizar e criar marcos regulatórios para a transição energética e o fato de novas tecnologias e infraestrutura não terem atingido ainda o grau de desenvolvimento necessário para terem escala e competitividade.(Canal Energia – 01.03.2023)
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Boom do armazenamento de energia em baterias dos EUA está apenas começando

Nova análise de implantações de armazenamento de bateria em larga escala nos EUA em 2022 ressalta uma indústria em meio a um rápido crescimento. As perspectivas para os próximos anos sugerem que o boom está apenas começando. Os desenvolvedores de projetos energizaram um recorde de 4.221 MW de capacidade de armazenamento de bateria em grande escala no ano passado, um aumento de 29% em relação a 2021, de acordo com a análise da S&P Global Market Intelligence. Apenas cerca de 42% das adições de capacidade planejadas entraram em operação em 2022. Projetos de armazenamento autônomo representaram 54% dessa capacidade, enquanto 46% foram co-localizados com usinas novas e existentes. (Renewables Energy World –02.03.2023)
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Parlamentares da UE dobram as reduções nas emissões de gases fluorados

O Comitê de Meio Ambiente, Saúde Pública e Segurança Alimentar (ENVI) do Parlamento Europeu votou para acelerar a eliminação do SF 6 e outros gases fluorados (F-gases) no mercado da UE. A meta é atingir a meta zero até 2050, alinhando assim a produção e o consumo com a meta zero líquido da região. A medida, entre 55 páginas de emendas às propostas iniciais, faz parte da revisão da diretiva e regulamento da Comissão sobre gases fluorados. Outros objetivos da revisão incluem melhorar a implementação e fiscalização em questões como o comércio ilegal e as necessidades de treinamento em alternativas de gás fluorado e melhorar o monitoramento e relatórios, bem como fazer melhorias textuais. Os gases fluorados incluem hidrofluorcarbonos como o componente mais importante, perfluorcarbonos, hexafluoreto de enxofre e trifluoreto de nitrogênio e são gases de efeito estufa com alto potencial de aquecimento global. (Smart Energy – 02.03.2023)
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ONU: Iniciativa propõe avanço socioambiental na Agenda 2030

A ONU realizará em setembro deste ano a Cúpula dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) com o objetivo de avançar a Agenda 2030, avaliando o cumprimento das metas de erradicação da fome e da pobreza, mudanças climáticas, água, biodiversidade, saúde e direitos humanos junto aos países. Em janeiro, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, reiterou o apelo aos países do G20 para que concordem com um estímulo global de pelo menos US$ 500 bilhões por ano para apoiar os países do sul global a avançarem nos ODS. (Valor Econômico - 03.03.2023)
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CCEE integrará Pacto Global da ONU

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) foi aprovada como participante do Pacto Global da ONU no Brasil, que promove ações nas áreas de Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção. Um dos primeiros passos da CCEE já integrando a iniciativa será o apoio estratégico para empresas do setor elétrico brasileiro que tenham interesse no primeiro leilão internacional de hidrogênio renovável, que será realizado pela alemã H2Global ainda em 2023. As propostas foram enviadas em fevereiro e serão analisadas pela organizadora do certame. Como operadora do mercado e com acesso a todos os registros de Contratos de Compra e Venda de energia no Brasil, a Câmara poderá conceder o certificado de energia renovável, documento que atestará quesitos de sustentabilidade do produto para os investidores. A CCEE destacou que a entrada para o seleto time de empresas e organizações do Pacto Global reforça seu compromisso com ações para o enfrentamento de desafios da sociedade. Em 2021 a Câmara lançou a iniciativa “CCEE do Futuro”, para tratar questões dessas duas áreas de forma mais estruturada na agenda corporativa. (CanalEnergia – 01.03.2023)
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Bombardeios próximos à maior central nuclear na Ucrânia reacendem as preocupações da Agência Atômica Internacional

A Central Nuclear Zaporizhzhya da Ucrânia (ZNPP), a maior da Europa, teve uma perda temporária de sua única linha de energia de backup, devido aos intensos bombardeios na região. E de acordo com o Diretor Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, os ataques reacenderam novamente os riscos à segurança nuclear durante o conflito militar no país. Grossi expressou sua preocupação com os atrasos contínuos na rotação da equipe de especialistas da AIEA, atualmente atuando na central nuclear. Ela deveria ter sido substituída por uma nova equipe há mais de três semanas. O diretor da agência disse esperar que o rodízio finalmente ocorra ainda esta semana e renovou seu apelo por esforços construtivos de todas as partes envolvidas para que isso aconteça, dizendo que o importante trabalho de segurança e proteção nuclear da Missão de Apoio e Assistência da AIEA a Zaporizhzhya é de interesse de todos. (Petronotícias - 01.03.2023)
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União Europeia: Regras de green bonds podem servir de exemplo para o Brasil

Com o avanço e profissionalização do mercado de emissões de títulos com rótulos sustentáveis, a União Europeia acaba de chegar a um acordo sobre novos parâmetros para seus European Green Bonds, papéis de dívida corporativa que condicionam o uso do dinheiro captado a investimentos em soluções para reduzir impacto ambiental. De acordo com especialistas, as mudanças propostas na Europa são positivas para o mercado de dívida sustentável por trazer parâmetros de transparência e classificação. Para os emissores brasileiros, porém, nada muda, por enquanto. No primeiro momento, não há mudanças obrigatórias nem mesmo na União Europeia - a adoção dos padrões agora é voluntária, assim como outras certificações com o mesmo propósito. Maria Eugênia Buosi, sócia de ESG Financial Risk Management da KPMG Brasil, acredita que, depois que entrarem em vigor, as regras europeias podem influenciar também as emissões no Brasil e até a formulação de regulações locais. “O crescimento das emissões temáticas no Brasil chama a atenção e é natural que em algum momento tenhamos alguma supervisão também no mercado local”, diz. (Valor Econômico - 03.02.2023)
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Empresas

Petrobras tem lucro recorde e pré-sal financiará parte da transição energética 

Após registrar o maior lucro líquido de sua história, atingindo R$ 188,3 bilhões e subindo 76,6% em relação a 2021, a Petrobras seguirá atuando com foco principal na exploração e produção de petróleo, gás natural e derivados, mas sem deixar de perseguir os caminhos para o protagonismo na transição energética. O presidente Jean Paul Prates disse que esse momento está cada vez mais próximo em direção às diversas fontes renováveis e sustentáveis, e que o próprio core business da estatal irá construir e financiar esse futuro. “Temos grande evidência na descarbonização com o maior programa do mundo e vamos manter nosso foco no pré-sal, primeiro porque é nossa atividade principal e é importante justamente para financiar em parte essa transição energética”, comentou o executivo durante a teleconferência da companhia nessa quinta-feira, 2 de março. Prates ressaltou existir várias formas da corporação ir costurando e alimentando a transição energética sem tirar o foco da extração e produção dos tradicionais combustíveis, que irão angariar 83% dos investimentos da petroleira nesse ano. Pensando mais no longo prazo ele lembra que a eólica offshore e o hidrogênio verde já estão previstos nos planos do setor e que o conhecimento da estatal em águas profundas coloca o Brasil em posição privilegiada nesses mercados. (CanalEnergia – 02.03.2023) 
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Petrobras: Prates não vê com bons olhos subsídios ao H2V 

Questionado sobre possíveis subsídios para o advento do H2V no país em maior velocidade e escala, Jean Paul Prates afirmou não ver com bons olhos esse tipo de encargo, mas que no futuro poderão ser estabelecidas políticas de governo, incentivos e induções para que a transição desse vetor energético aconteça de forma mais rápida, com a companhia devendo realizar esse tipo de prospecção somente através de parcerias com outras companhias. “Diria que o hidrogênio não é o carro chefe da nossa análise de curto e médio prazo e que existem fronteiras anteriores, como a própria regulação que está sendo feita aqui no Brasil e em discussão no Senado e na Câmara Federal”, conclui. (CanalEnergia – 02.03.2023) 
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Petrobras: Presidente mira política de dividendos mais flexível

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, entende que a empresa deve ter uma política de dividendos mais flexível e de acordo com cada cliente que negocia, ainda que possa admitir também alguma regra mínima ou range. “Ao meu ver os dividendos tem que ter uma regra solta, da empresa propor um trade-off com o acionista. Se tem uma regra amarrando a parte dos 25%, quanto mais flexibilidade tiver é melhor, pois é uma decisão caso a caso e que depende de cada trimestre”, disse o executivo em coletiva à imprensa realizada na sede da empresa na tarde da quinta-feira, 2 de março. No caso, a petroleira anunciou ontem a proposta de distribuição recorde de R$ 35,8 bilhões em dividendos, que soma R$ 215,8 bilhões em referência ao resultado de 2022. No entanto o conselho de administração também recomendou a criação de uma reserva estatutária usando R$ 6,5 bilhões desse montante, já que o valor proposto ultrapassa a aplicação da fórmula prevista na Política de Remuneração em cerca de 27% e excede a política atual de distribuição de pelo menos 60% do fluxo de caixa livre menos o Capex. Prates ressaltou que essa sobra de recursos eram de reservas legais e que foi sugerido pelo conselho e pelo governo de se cumprir por enquanto a regra enquanto não se inicia essa nova fase de distribuição da companhia, afirmando que os recursos poderão ser utilizados em um plano de investimentos adicional, o que ele confirmou que será levado para a próxima AGE. (CanalEnergia – 02.03.2023) 
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Alupar: Queda no lucro do 4º trimestre de 2022

A Alupar, holding que atua em geração e transmissão de energia elétrica, registrou um lucro líquido de R$ 191,8 milhões no 4º trimestre de 2022, queda de 12,5% na comparação anual. No acumulado de 2022, o lucro líquido somou R$ 918,5 milhões, recuo de 17,7% sobre o ano anterior. A receita líquida entre outubro e dezembro somou R$ 732,3 milhões, 35,1% menor do que o apresentado um ano antes. No ano, a receita alcançou os R$ 3,8 bilhões, queda de 26,8% ante 2021. O Ebitda caiu 32,7% no quarto trimestre, para R$ 523,7 milhões, enquanto no acumulado de 2022, a queda foi de 23,1%, para R$ 3 bilhões. A margem Ebitda do trimestre, porém, subiu 2,5 pontos percentuais, para 71,5%, enquanto a do ano subiu 3,8 p.p., para 78,7%. (Valor Econômico - 02.03.2023)
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EDP anuncia fechamento de capital no Brasil

O grupo português EDP anunciou na quinta-feira, 02, a decisão de fechar o capital de sua controlada no Brasil, a EDP Brasil, dando início ao processo para a realização de uma oferta pública de aquisição (OPA) da totalidade das ações ordinárias de emissão da empresa. Ao preço proposto de R$ 24 por ação, a oferta deve custar cerca de R$ 6,1 bilhões, e o grupo já estruturou operações junto a investidores e no mercado para levantar esse capital. Diante do montante envolvido, a administração portuguesa salientou que o movimento reforça a posição da EDP no Brasil, que possui ativos considerados de alto valor agregado e estratégicos para o negócio. Afirmou também que a operação seria “uma aposta no mercado brasileiro”, muito embora a companhia antecipe a intenção de alterar o mix do portfólio de ativos. Segundo a empresa, o objetivo com o fechamento de capital é a simplificação da estrutura corporativa e organizacional da EDP, de maneira a obter “mais flexibilidade na gestão financeira e operacional das suas operações no Brasil”. (O Estado de São Paulo – 02.03.2023) 
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EDP: Portfólio de investimentos

O plano da EDP é concretizar o desinvestimento ainda este ano, segundo ele. Para isso, a empresa espera receber até maio propostas não vinculantes de potenciais compradores. Além da termelétrica, a companhia também planeja se desfazer de ativos hidrelétricos no Brasil. CEO global da EDP, Miguel Stilwell indicou que a companhia está buscando compradores para ativos hídricos, mas não citou quais seriam. A empresa, anteriormente, tinha anunciado a intenção de venda de três hidrelétricas - Mascarenhas, Santo Antonio do Jari e Cachoeira Caldeirão -, mas depois de concretizar a venda da primeira, no segundo semestre do ano passado, informou que tinha encerrado o processo de venda para as outras duas. O executivo salientou que o plano é ter um portfólio no Brasil mais concentrado em redes, clientes e ativos renováveis eólicos e solares. Ele rechaçou, porém, que essa mudança de mix levaria a uma menor exposição ao País. “Pode aumentar e reduzir em função também dos investimentos que forem fazendo.” (O Estado de São Paulo – 02.03.2023) 
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Nint: Emissão de dívidas de empresas para financiar projetos ESG cai 38% no Brasil em 2022

A consultoria Nint, especializada em questões socioambientais, calculou a quantidade de vezes em que empresas brasileiras emitiram dívida para financiar questões e projetos ESG (ambientais, sociais e de governança corporativa, na sigla em inglês), e o valor total dessas operações em 2022. De acordo com o relatório, os números apresentaram uma queda, tanto no total arrecadado quanto no número de operações, puxados principalmente pelo menor interesse de investidores estrangeiros. Em 2022, foram realizadas 79 operações por empresas brasileiras, que arrecadaram R$ 58 bilhões - uma redução de 38% nos recursos em relação ao ano anterior, que teve 121 emissões. No mercado nacional, as operações cresceram para R$ 39 bilhões (+39%), enquanto internacionalmente foram investidos R$ 15 bilhões, queda de 75% na comparação com 2021. A diferença entre os resultados nacional e internacional pode ser explicada por alguns fatores. Um é que foi um ano complicado para o mercado de renda fixa de forma geral; outro são as incertezas do mercado internacional com fatores como a guerra na Ucrânia e as eleições de 2022 - situação parecida já havia ocorrido antes 2018, de acordo com o relatório da Nint. No entanto, ele destaca que o mercado nacional de dívida ESG traz boas notícias, já que uma proporção maior da dívida emitida é atrelada a fatores socioambientais e de governança do que na média global. Outro ponto positivo é a variedade nos setores que realizaram emissões. Enquanto no mundo o setor de energia é responsável por cerca de dois terços das dívidas com base ESG, no Brasil responde por um terço. (O Estado de São Paulo – 02.03.2023)  
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Energisa moderniza iluminação pública de municípios no Acre

A Energisa entregou as obras de modernização e eficientização da iluminação pública nos municípios de Acrelândia e de Rodrigues Alves. A ação contou com investimento de R$ 500 mil. Ao todo, o projeto realizou a substituição de 300 pontos de iluminação nos dois municípios. A economia na conta de energia das prefeituras pode chegar até R$ 210 mil por ano. As obras realizadas são escolhidas por meio da Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética, realizada anualmente pela Energisa. Os projetos contemplam a substituição das luminárias existentes em vias públicas indicadas pelas prefeituras por luminárias de LED, mais modernas, duráveis, com menor consumo de energia elétrica e proporcionam um maior fluxo luminoso. De acordo com a companhia, em 2022 foram investidos R$ 1,6 milhão na substituição das luminárias existentes por luminárias de LED, mais modernas e duráveis nos municípios de Plácido de Castro, Assis Brasil, Porto Acre, Bujari, Tarauacá, Sena Madureira e Xapuri. Estes projetos previu a substituição de mais de mil pontos de iluminação nos sete municípios, resultando em uma economia anual de aproximadamente de R$ 730 mil. (CanalEnergia – 02.03.2023) 
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Albioma aposta no mercado de geração distribuída e busca novas aquisições

A Albioma aumenta a aposta no mercado de geração distribuída com a fonte fotovoltaica. A empresa busca consolidar e crescer exponencialmente a sua presença na geração distribuída fotovoltaica no Brasil via aquisição de novas usinas operacionais e projetos em desenvolvimento do tipo GD I, ou seja, que tenham o direito adquirido de compensação integral de todas as componentes da tarifa de energia elétrica até 2045. A companhia pretende ampliar significativamente o seu portfólio de ativos e projetos em 2023 e 2024. A Albioma tem a estratégia de formar clusters de ativos, visando ganho de escala na implementação e gestão das usinas. Para projetos a serem construídos (greenfield), a companhia irá priorizar os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Ceará, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais e, em São Paulo, as áreas da CPFL Piratininga e Paulista. No caso de usinas em operação, não há restrição geográfica. A Albioma irá avaliar qualquer usina a partir de 1 MW. (CanalEnergia – 02.03.2023) 
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Ingeteam inaugura novo Centro de O&M

A Ingeteam está inaugurando um novo centro de operações em Campinas (SP), onde se encontra sua fábrica. Segundo a empresa, a instalação incorporará tecnologia de ponta e se encarregará da operação e manutenção (O&M) dos parques fotovoltaicos e eólicos de seus clientes no Brasil e na Américas, além de suportar outros centros. A companhia destacou que recentemente obteve dois novos contratos para os próximos três anos, no qual se encarregará da operação e manutenção do parque eólico situado em Caetité, no estado da Bahia, e, do parque solar situado em Flecheiras, no estado do Ceará. A empresa fechou ainda um novo contrato com o Grupo Cobra, subsidiaria de COBRA IS, para o fornecimento do projeto fotovoltaico Belmonte em uma potência nominal de 455 MW. (CanalEnergia – 02.03.2023) 
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EDF Renewables do Brasil conta com dois novos integrantes na diretoria 

A EDF Renewables do Brasil contratou Maurício Omine para a posição de diretor de Implantação e Sylvain Jouhanneau assumiu a nova diretoria de Negócios Emergentes. Omine será responsável pela gestão de todas as fases de construção dos novos projetos de energia eólica e solar, e Jouhanneau terá como meta o desenvolvimento de projetos inovadores no país como o eólico offshore e hidrogênio verde, ratificando a estratégia de expansão da companhia no Brasil. (CanalEnergia – 02.03.2023) 
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Leilões

Leilão global de derivados de H2V é oportunidade para o Brasil, avaliam especialistas

A participação e eventual sucesso de empresas brasileiras no leilão global de derivados de hidrogênio verde promovido pela Alemanha no âmbito da política H2Global são vistos por especialistas como oportunidades para o desenvolvimento da cadeia de valor do insumo no Brasil. O País, com sua matriz elétrica limpa, é visto como potência latente no setor. O certame visa a contratação por 10 anos de três diferentes produtos: amônia, metanol e combustível sustentável de aviação (SAF). Para isso, o governo alemão criou a Hintco, uma empresa que fará a intermediação entre as companhias vendedoras e as compradoras, que poderão fazer a aquisição em prazos curtos. A professora da Universidade UFRJ e especialista do Gesel, Thereza Aquino, explica que a referência são as unidades industriais das companhias de modo que, mesmo aquelas que tenham matriz na Europa, conseguem concorrer. Para ela, a participação de companhias brasileiras, mesmo que via consórcios, "seria um sinal muito positivo para o Brasil ao mostrar que o País tem condições e competitividade para concorrer com qualquer um a nível mundial". (BroadCast Energia – 02.03.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário permanece em R$ 69,04 por MWh em todos os submercados do País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) permanece nesta sexta-feira, 03, no patamar regulatório mínimo, estabelecido atualmente em R$ 69,04 por MWh pela Aneel - esse valor era de R$ 55,70 por MWh em 2022. O preço praticado em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN) não apresenta oscilações ao longo do dia. Com isso, os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do País. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 03.03.2023) 
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Região Nordeste começa março com 85,5% da capacidade

Os reservatórios do Nordeste aumentaram 0,2 ponto percentual e estão operando com 85,5% de sua capacidade de armazenamento, na última quarta-feira, 1º de março, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada marca 44.202 MW mês e ENA de 8.483 MW med, equivalente a 61% da MLT. A região Norte subiu 0,9 p.p e os reservatórios trabalham com 97,7% da capacidade. A energia retida é de 14.952 MW mês e ENA de 24.235 MW med, valor que corresponde a 69% da MLT. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste teve crescimento de 0,1 p.p e a capacidade está em 70%. A energia armazenada mostra 157.520 MW mês e a ENA é de 71.065 MW med, valor que corresponde a 72% da MLT. Os reservatórios da Região Sul tiveram queda de 0,2 p.p e operam com 85,8%. A energia armazenada é de 17.555 MW mês e a energia natural afluente marca 8.487 MW med, correspondendo a 99% da MLT. (CanalEnergia – 02.03.2023) 
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Governo da Argentina acredita em boicote como razão do incêndio que deixou metade do país sem energia por várias horas

O governo da Argentina está à procura de uma explicação para o apagão que deixou o país às escuras no primeiro dia de março. O secretário Jurídico e Administrativo do Ministério da Economia, Ricardo Casal, afirmou que o incêndio ocorreu com fontes específicas e que estavam abaixo da linha de energia. No Ministério da Economia, há certos indícios que levaram o chefe da pasta, Sergio Massa, a pensar que foi intencional o incêndio que provocou o corte de energia e deixou mais de 20 milhões de usuários sem eletricidade na tarde de ontem na Argentina. Já foi apresentada uma queixa para a Justiça investigar. Na manhã desta quinta-feira (2), quando o serviço já está restabelecido na área afetada, Casal disse que o incêndio ocorreu com fontes específicas e eles estavam próximos da linha de transmissão de energia e deixou claro o que o governo irá investigar. (Petronotícias - 02.03.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Renault cria centro de distribuição de peças para VEs no Brasil 

A Renault reestruturou seu Centro de Distribuição de peças em Quatro Barras (PR), criando uma área dedicada para peças de reposição de veículos elétricos. Isto dará mais agilidade, permitindo a entrega de peças de veículos elétricos, em até um dia útil, ou até três dias úteis, no caso das baterias, para todas as capitais do Brasil. De acordo com a Renault, nesta nova área, são armazenados 7.100 componentes de diferentes modelos totalmente elétricos da linha, como Kwid E-Tech, Zoe E-Tech e Kangoo E-Tech, totalizando mais de 170.000 peças disponíveis para envio imediato para qualquer local do Brasil. A montadora também adota uma estratégia de estoque que garante uma cobertura constante de seis meses de demanda da rede de concessionários. A infraestrutura para carros elétricos da Renault no Brasil abrange todas as 274 concessionárias da marca espalhados pelo Brasil. E, nas unidades com oficinas (259), é possível realizar revisões e manutenções regulares dos veículos 100% elétricos da marca. (Inside EVs - 02.03.2023) 
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México terá 1º fábrica de carros elétricos da Tesla na América Latina 

A Tesla terá uma fábrica de carros elétricos no México. Poucos dias após o presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, anunciar que o país latino-americano seria o destino da nova fábrica, Elon Musk, CEO da Tesla, deu a confirmação durante a reunião anual com acionistas, realizada na quarta-feira (1º). Segundo Musk, a futura fábrica de veículos elétricos da Tesla ficará perto de Monterrey, no norte do México, e próximo à fronteira com os Estados Unidos. A Tesla ainda não deu nenhum detalhe sobre capacidade produção ou modelos que serão fabricados no local. Segundo autoridades do governo mexicano, o investimento será da ordem de US$ 1 bilhão. (Inside EVs - 02.03.2023) 
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Inovação e Tecnologia

Pesquisador do Cicytex estuda o potencial de resíduos de poda como biomassa para pellets de caldeiras

A tese de doutorado de Luis Royano Barroso, apresentada na Universidade de Extremadura, foca na utilização de resíduos agrícolas para a produção de biocombustíveis sólidos como fonte de energia alternativa. Seu trabalho avaliou o potencial de restos de poda de oliveira e ameixeira, juntamente com paulownia e cynara para a produção de pellets de qualidade. Conclui-se que a produção de pellets com podas de ameixeira e oliveira, tanto com casca como sem ela, e as misturas de paulownia com ameixeira e paulownia com oliveira podem ser uma opção viável, pois a maioria dos parâmetros de qualidade da norma europeia ISO 17225 é alcançada. (Energias Renovables – 01.03.2023)
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Energias Renováveis

Energia Solar supera 25 GW no Brasil e atinge recorde de investimento

O Brasil ultrapassou os 25 gigawatts (GW) de potência instalada em energia solar fotovoltaica. Juntas, as grandes usinas e os sistemas de autogeração em telhados, fachadas e pequenas parcelas representam 11,6% da capacidade do país. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), essa tecnologia cresceu cerca de 76% em um ano. Nos últimos oito meses, essa fonte de energia cresceu a uma taxa média de 1 GW por mês, saltando de 16,4 GW em julho de 2022 para 25 GW em fevereiro de 2023, de acordo com a Absolar. (Energias Renovables – 01.03.2023)
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Investimentos da Neoenergia em 2022 impulsionaram em 70% a geração a partir das fontes solar e eólica

A Neoenergia investiu em fontes renováveis em 2022, resultando em um aumento de 70% na geração de energia solar e eólica em relação a 2021, totalizando 3.934 GWh. O lucro no segmento de negócios também teve um aumento significativo de 1.156%. Os resultados foram impulsionados pela entrada em operação comercial de Neoenergia Oitis, um complexo eólico, e Neoenergia Luzia, o primeiro complexo de parques solares da empresa, localizado na Paraíba. Além disso, a Neoenergia possui 44 parques eólicos, 2 parques solares e 7 usinas hidrelétricas em operação ou construção. A empresa segue firme em seu propósito de descarbonização e desenvolvimento de novas tecnologias. (Petronotícias - 28.02.2023)
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Energia solar? Economia prateada? Franquias que podem bombar em 2023, segundo jurado do Shark Tank

O presidente do conselho e fundador da empresa especializada em franquias SMZTO, José Carlos Semenzato, afirma que o ramo de franquias pode oferecer mais segurança para quem quer ingressar no universo de PMEs em momentos de incertezas econômicas, como o atual momento vivido no Brasil, com a taxa Selic em 13,75% ao ano e inflação em 5,77%. Semenzato destaca que nas franquias, o negócio já foi testado e operado por vários franqueados e franqueadores, o que pode reduzir o risco de um produto ou marca ter dificuldades. Além disso, ele ressalta que mesmo com a segurança maior, o risco de um produto ou marca ter dificuldades existe, principalmente se a dedicação do franqueado que adquiriu o direito de utilizar aquele nome não for compatível com o mercado. (O Estado de São Paulo – 01.03.2023)
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Usinas solares e eólicas vão testar 178,16 MW

 A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou a operação em teste de diversas unidades geradoras de energia solar e eólica, com um total de capacidade instalada de 178,16 MW. Também foi autorizada a operação comercial de duas usinas, somando uma capacidade instalada de 33,4 MW. (CanalEnergia – 01.03.2023)
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Prédios públicos do Governo do Mato Grosso do Sul terão energia limpa

O governo do Mato Grosso do Sul assinou um contrato de concessão com a empresa HCC PPP MS 02 para a implantação, manutenção e operação de centrais de energia elétrica fotovoltaica no estado, por meio de uma parceria público-privada (PPP). O objetivo é abastecer prédios públicos estaduais com energia limpa e renovável. A concessão terá prazo de 23 anos e irá abastecer 1.968 unidades consumidoras de baixa tensão, incluindo prédios do Detran, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e escolas estaduais. O investimento total previsto na PPP é de R$ 134 milhões, com R$ 80 milhões na implantação da infraestrutura e R$ 54 milhões na operação e manutenção. Ao término do contrato, os bens integrantes das usinas retornarão ao Estado. (CanalEnergia – 01.03.2023)
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UHE Belo Monte sofre com desligamento de UGs

Uma queda de torres no Elo CC 800 kV Xingu/Estreito interrompeu a transmissão de cerca de 3.968 MW de potência na terça-feira, 28 de fevereiro. Quatro unidades geradoras da UHE Belo Monte foram desligadas, resultando em uma perda de geração de cerca de 2.150 MW. A frequência do Sistema Interligado Nacional (SIN) caiu para 59,55 Hz, mas foi normalizada um minuto depois. O restabelecimento da LT está previsto para ocorrer até dia 07 de março. (CanalEnergia – 01.03.2023)
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Omega avança com eólicas e plataforma digital no Texas

A Omega Energia está expandindo seus projetos nos Estados Unidos, onde possui 531 MW de energia eólica em desenvolvimento. O CEO da empresa, Antonio Bastos Filho, anunciou que uma plataforma de atendimento digital será lançada no Texas até o final do ano. Embora isso possa impactar as margens da empresa no curto prazo, os investimentos trarão bons resultados no longo prazo. Bastos Filho também falou sobre o andamento do projeto Goodnight 1 e a estratégia da empresa de aumentar as margens dos ativos existentes por meio de medidas como a transição de PPAs para a autoprodução com clientes. A Omega Energia não tem novos projetos em carteira e está otimista com a rentabilidade futura, com meta de mais de 90% de contratação de energia nos próximos dez anos. A empresa adquiriu uma participação maior no complexo de Assuruá e está investindo no mercado norte-americano. (CanalEnergia – 01.03.2023)
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Gás e Termelétricas

Abegás: Com bom cenário hidrológico, consumo de gás natural cai 24% em 2022 frente a 2021

O consumo médio de gás natural no Brasil foi de 57,8 milhões de m³/dia em 2022, uma redução de 24% ante o volume registrado no ano anterior, de 76,04 milhões de m³/dia. Os dados da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) foram divulgados nesta quinta-feira, 02. O principal vetor da queda foi a melhora das condições hidrológicas e, portanto, dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, derrubando o consumo de gás para a geração termelétrica em 62,6% no período. A geração térmica consumiu, em média, 12,7 milhões de m³/dia no ano passado frente aos 33,98 milhões de m³/dia em 2021, ano no qual o País enfrentou uma severa crise hídrica. Sem considerar a geração elétrica, o consumo de gás natural teve alta de 7,2% no ano passado, quando registrou aproximadamente 45,1 milhões de m³/dia consumidos ante os 42,1 milhões de m³/dia de 2021. (BroadCast Energia – 02.03.2023) 
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IBGE: indústria da eletricidade e gás teve melhor desempenho da história em 2022

Na esteira da boa quantidade de chuvas que encheu os reservatórios das usinas hidrelétricas, e permitiu um uso menos intensivo das usinas termelétricas, a indústria da eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos teve o melhor desempenho da história, segundo dados das Contas Nacionais apuradas pelo IBGE, que divulgou o desempenho do PIB. A alta no segmento foi de 10,1% em 2022, ante 2021, e é a maior da série, desde 1996. A indústria de transformação caiu 0,3% em 2022 em relação a 2021, e as indústrias extrativas recuaram 1,7%. Já o segmento de comércio subiu 0,8%. O segmento de informação e comunicação avançou 5,4% em 2022 ante 2021, e o de transporte e armazenagem cresceu 8,4%. As atividades financeiras avançaram 0,4%, e as atividades imobiliárias tiveram expansão de 2,5%. A construção avançou 6,9% em 2022, e as outras atividades de serviços subiram 11,1%. A administração pública e seguridade social teve elevação de 1,5%. (BroadCast Energia – 02.03.2023) 
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Biblioteca Virtual

CASTRO, Nivalde de; SANTOS, Vitor; AQUINO, Thereza. "Transição Energética, minerais críticos e o Brasil".

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