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IFE
16/02/2023

IFE 5.666

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
16/02/2023

IFE nº 5.666

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.666

Regulação

GESEL publica Observatório de Hidrogênio N° 9

O GESEL está lançando o relatório Observatório de Hidrogênio número nove. O relatório tem como objetivo central apresentar um estudo analítico do acompanhamento sistemático do setor, apresentado no Informativo Setorial de Hidrogênio do GESEL, atentando para as principais políticas públicas, diretrizes, projetos, inovações tecnológicas e regulatórias de toda cadeia de valor do hidrogênio. (GESEL-IE-UFRJ – 16.02.2023) 
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Aneel aprova orientações sobre programação de usinas do PCS 

A Agência Nacional de Energia Elétrica estabeleceu os procedimentos a serem adotados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica no planejamento e programação de operação das usinas vencedoras do Procedimento Competitivo Simplificado de 2021. As orientações aprovadas nesta terça-feira, 14 de fevereiro, consideram eventuais inflexibilidades que podem impactar não apenas essas usinas, mas a operação de terceiros e do próprio sistema. A Aneel determinou, por exemplo, que a parcela de redução ou limitação de geração da usina do PCS decorrente de restrição de escoamento não deve ser enquadrada como “constrained-off”. Isso significa que essas usinas terão cobertura de Encargos de Serviços de Sistema, um custo que pesa para o consumidor. (CanalEnergia - 14.02.2023) 
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Para Frente Nacional de Consumidores, decisão do STF traz prejuízo e insegurança

A decisão do Supremo Tribunal Federal de incluir as tarifas de uso dos sistemas de distribuição e transmissão na base de cálculo do ICMS foi considerada prejudicial aos consumidores pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia. A decisão causou surpresa aos consumidores, não só pelos valores cobrados sobre a Tusd e Tust, mas também por ter parcela do pedido analisada em face do prejuízo que estaria sendo sofrido pelos estados com a queda na sua arrecadação. De acordo com o presidente da Frente, Luiz Eduardo Barata, a Lei Complementar 194/22 havia corrigido a distorção pertinente à cobrança do imposto sobre os valores pagos pelos consumidores com essas tarifas. Segundo ele, a liminar concedida pelo STF desperta verdadeira insegurança jurídica com a edição e cumprimento de leis tributárias que afetam significativamente a vida dos agentes setoriais e os consumidores e vão contra decisões do próprio Supremo e do Supremo Tribunal de Justiça. (CanalEnergia - 14.02.2023) 
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Em carta a ministro, agentes pedem ações para o destravamento de UHEs no Brasil

Representantes de empresas da cadeia produtiva da hidreletricidade do Brasil, elaboraram uma carta aberta ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, com as recomendações consideradas mais imediatas para destravar o desenvolvimento da geração hidrelétrica no país. O documento – originado de propostas para alavancar o setor discutidas durante reunião entre a International Hydropower Association e empresas do setor, no Rio de Janeiro (RJ) – destaca a escassez de novos projetos de grandes e médias UHEs no país e lista medidas que podem contribuir para a retomada da expansão do segmento, essenciais para a segurança e transição energéticas, assim como para o desenvolvimento econômico. (CanalEnergia - 14.02.2023) 
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Universalização em RO poderá ser prorrogada por dois anos 

A revisão do plano de universalização rural da Energisa Rondônia vai entrar em consulta pública nesta quarta-feira, 15 de fevereiro. A proposta prevê a prorrogação do ano-limite para o atendimento pleno aos consumidores de 2022 para 2024. A distribuidora solicitou extensão do prazo até 2025 e informou a existência de 9.259 domicílios rurais sem energia elétrica, a serem atendidos nos próximos três anos. A Agência Nacional de Energia Elétrica estendeu a data até o fim do ano que vem. A Aneel considerou universalizados nove dos 52 municípios do estado, acrescentando dez cidades em 2023 e 33 em 2024. A empresa deverá atender, a cada ano, 3.895 ligações, totalizando 7.790 ligações no período de dois anos. As contribuições à consulta serão recebidas até 31 de março, e está prevista audiência pública no dia 16 do mês que vem, no município de Ji-Paraná. (CanalEnergia - 14.02.2023) 
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Transição Energética

Investimento em captura de carbono atinge recorde de US$ 6,4 bi

O investimento em captura e armazenamento de carbono (CCS) mais que dobrou desde o ano passado, atingindo um recorde de US$ 6,4 bilhões. Os EUA lideraram o grupo, com 45% do investimento global, mas a divisão regional é bem mais equilibrada do que em anos anteriores. O investimento na APAC subiu para US$ 1,2 bilhão devido a projetos na Austrália e na Malásia. A China encomendou um projeto piloto para capturar 0,2 milhão de toneladas de CO2 por ano em um complexo petroquímico, embora ainda esteja atrás de seus vizinhos em termos de desenvolvimento de CCS. O financiamento da UE para CCS foi principalmente capital de risco fluindo para empresas de captura direta de ar como a Climeworks, que garantiu US$ 650 milhões em abril. A UE destinou grande parte de seu financiamento à descarbonização industrial, com US$ 420 milhões investidos em projetos de cimento e aço. (Bnef – 15.02.2023)
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Crescimento solar da comunidade dos EUA desacelerou 16% em 2022; mercado nacional deve dobrar até 2027

A capacidade instalada de energia solar da comunidade dos EUA diminuiu 16% em 2022 em comparação com o ano passado, impulsionada principalmente por atrasos na interconexão que impedem o crescimento nos principais mercados estaduais, como Massachusetts, Maine e Maryland. As restrições da cadeia de suprimentos em todo o setor também empurraram os cronogramas dos projetos para 2023, de acordo com o último relatório divulgado pela Wood Mackenzie em colaboração com a Coalition for Community Solar Access (CCSA). Apesar da contração do mercado de curto prazo em 2022, Wood Mackenzie prevê que o mercado de energia solar comunitária dos EUA crescerá 118% nos próximos cinco anos, com pelo menos 6 gigawatts de corrente contínua (GWdc) de capacidade solar comunitária prevista para entrar em operação nos mercados existentes entre 2023 – 2027. Nova York, que atualmente detém 49% do mercado nacional, instalou cerca de 500 megawatts de corrente contínua (MWdc) em 2022. A capacidade instalada total atual para 2022 é estimada em 5,27 GWdc. (WoodMac – 15.02.2023) 
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Planos climáticos de grandes corporações ficam abaixo das metas 

Os planos climáticos das grandes empresas continuam deixando a desejar, mas há alguns pontos positivos. O segundo relatório anual que examina os planos de empresas globais líderes em questões climáticas encontrou poucas melhorias em relação ao ano passado, uma vez que os planos de descarbonização continuam muito aquém das ambições declaradas de redução de emissões. Apesar das preocupações com esses planos e com a lacuna geral, o relatório também destacou as melhores práticas entre essas empresas. O Corporate Climate Responsibility Monitor 2023, publicado na segunda-feira, 13, descobriu que os compromissos de 24 empresas líderes do setor reduziriam suas emissões totais de gases de efeito estufa em 36% nos respectivos anos alvo, em geral, 2040 ou 2050, em comparação com o mínimo necessário de 90% de redução de emissões. (BroadCast Energia – 14.02.2023) 
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IRENA: hidrelétricas deverão readequar seu papel perante o futuro

O relatório da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) destaca que a energia hidrelétrica precisa ajustar a forma como os ativos são projetados, operados e mantidos para atender às metas climáticas do Acordo de Paris e a descarbonização total. Para atingir essas metas, os investimentos em hidrelétricas, incluindo reversíveis, devem mais que dobrar até 2050, com um investimento anual de US$ 85 bilhões. A maior parte do potencial está nos países em desenvolvimento, e as instituições financeiras precisarão atuar em conjunto com os governos para superar riscos e limitações. A necessidade de integrar recursos de geração variável levará a uma mudança na forma como as UHEs são operadas, mas as usinas enfrentam desafios, como a modernização de plantas antigas e a atração de novos investimentos. O Brasil é o segundo maior produtor de energia hidrelétrica no mundo. (CanalEnergia - 14.02.2023)
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Empresas

Petrobras: Expansão da capacidade de refino não precisa ater-se à construção de grandes refinarias

Há o propósito do governo Lula de ampliar a capacidade de refino da Petrobras, que se choca com o acordo entre a empresa e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de vender 8 das suas 13 refinarias. A construção de uma refinaria leva quatro a cinco anos, é um alto investimento que, no entanto, não se paga antes de 30 anos. Muito antes disso, a substituição de energia fóssil por renovável terá avançado no mundo inteiro e a tendência é a de que haverá grande ociosidade de refinarias no mercado internacional. Ou seja, se é para garantir rápido aumento da capacidade de refino a fim de eliminar (ou reduzir) a dependência das importações de combustíveis, o investimento maciço em novas refinarias pode criar distorções. Dados da ANP dão conta de que o Brasil tem capacidade para processar cerca de 391,7 metros cúbicos (m³) de petróleo diários ou 2,46 milhões de barris. Em 2022, a média mensal de petróleo processado nas refinarias brasileiras foi de 304 m³ por dia. A expansão não precisa ater-se à construção de grandes refinarias. Quando maturarem os investimentos da Petrobras e de outras empresas em biocombustíveis e em outras opções renováveis, não haverá tanta necessidade multiplicar a capacidade de processamento de petróleo. Uma ideia é ampliar a capacidade das refinarias já existentes, de maneira a aproveitar a infraestrutura disponível. Outro caminho, como aponta Juliana Garcia, diretora executiva de Energia e Recursos Naturais da EY Brasil, é a construção de minirrefinarias em regiões produtoras de petróleo que hoje dependem da importação de derivados. “A ampliação da capacidade de refino pode ser conjugada com modelos que incentivem investimentos em ativos cada vez mais limpos, renováveis e emergentes relacionados à transição energética. Nesse cenário, é oportuno também pensar em incentivos aos produtores que utilizam fontes intensivas em carbono para que atualizem seus parques, tornando-os mais limpos e eficientes”, avalia a executiva. De todo modo, se é ineficiente e complicado o retorno do monopólio (ou quase isso) de refino pela Petrobras, será inevitável partilhar com capitais privados não só a atual capacidade, mas também sua ampliação e atualização. Mas, se for por aí, como observa Ana Mandelli, gerente de Distribuição do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás, a Petrobras não pode se afastar das demais petrolíferas e assumir riscos isolados. “O melhor caminho é continuar os desinvestimentos da Petrobras para que o parque de refino ganhe fôlego com capitais de terceiros sem comprometer o core business da empresa nem os recursos públicos.” (O Estado de São Paulo – 15.02.2023)  
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Neonergia: Lucro cresce 47% no 4º trimestre de 2022

A Neoenergia teve lucro de R$ 936 milhões no quarto trimestre de 2022, alta de 47% na comparação com igual período no ano anterior, segundo demonstrações financeiras divulgadas nesta quarta-feira (15). Na mesma base de comparação, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 18%, somando R$ 2,8 bilhões. Já a receita líquida ficou em R$ 11,5 bilhões, queda de 3,4% em relação a 2021. No acumulado de 2022, a Neoenergia teve lucro de R$ 4,7 bilhões, aumento de 20% em relação a 2021. O Ebitda anual ficou em R$ 11,58 bilhões, alta de 18%. A receita líquida em 2022 foi de R$ 42,8 bilhões, queda de 0,8% na comparação com o ano anterior. (Valor Econômico - 16.02.2023)
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Neoenergia: Análise de oportunidades no segmento da distribuição

De acordo com o presidente da Neoenergia, Eduardo Capelastegui, a companhia está analisando oportunidades no setor de distribuição, o que inclui a Coelce, distribuidora do Ceará que está a concessão à venda pela Enel. Segundo o executivo, ue participou de teleconferência com analistas sobre os resultados de 2022 e do quarto trimestre, o mercado financeiro está muito volátil e a companhia tem um crescimento orgânico que “precisamos rentabilizar”, com investimentos da ordem de R$ 5 bilhões nos próximos três anos. A empresa também analisa a possibilidade de participar dos leilões de transmissão previstos para este ano, um deles, em dezembro, com oferta de muitos lotes localizados no Nordeste para escoamento de energia renovável, que demandarão investimentos da ordem de R$ 15,8 bilhões. (Valor Econômico - 16.02.2023)
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WEG: Lucro da sobe 17,3% e atinge R$ 4,2 bi em 2022

A WEG fechou 2022 com lucro líquido consolidado de R$ 4,2 bilhões, avanço de 17,3% em relação ao ano anterior. O Ebitda totalizou R$ 5,6 bilhões, subindo 20,1%, enquanto a receita líquida somou R$ 29,9 bilhões, alta de 26,91% na comparação anual. A multinacional catarinense apresentou suas demonstrações financeiras consolidadas de 2022 e do último trimestre, reportando R$ 14,864 bilhões de vendas no mercado interno, com crescimento de 38,4% e representando 49,7% da Receita Operacional Líquida (ROL) total. Por sua vez, o mercado externo respondeu por R$ 15,040 bilhões, aumento de 17,3% e perfazendo 50,3% da ROL total. O resultado financeiro ficou positivo em R$ 64,1 milhões. Os investimentos em ativos fixos para expansão e modernização de capacidade produtiva somaram R$ 1,1 bilhão no período, sendo 52% destinados ao Brasil e 48% aos parques industriais e subsidiárias internacionais. Como destaques, a companhia citou o aprimoramento, automação e robotização dos processos e aportes relacionados à expansão e construção em algumas unidades estratégicas ao longo do ano. “No Brasil destacamos o início do projeto de expansão em Jaraguá do Sul, com a construção de uma nova fábrica dedicada a motores industriais e de mobilidade elétrica, além da ampliação da fábrica de transformadores de grande porte em Betim”, informa. No exterior, a fabricante ressalta os anúncios recentes das novas unidades de Portugal e Turquia, além da conclusão da construção da nova fábrica de motores industriais de baixa tensão na Índia e ampliações das unidades da América do Norte, tanto para as fábricas de motores industriais quanto para transformadores. A Weg encerrou o quarto trimestre do ano passado com lucro líquido de R$ 1,1 bilhão, 36,5% superior ao mesmo período de 2021 e 3% maior do que o trimestre anterior. O Ebitda chegou a R$ 1,5 bilhão, alta de 38,6% e baixa de 0,6% ante o trimestre anterior, enquanto a Receita Operacional Líquida atingiu R$ 7,9 bilhões, 22% acima no comparativo anual e 0,9% maior no trimestral. (CanalEnergia - 15.02.2023)  
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WEG: Lucro cresce com demanda do setor energético e cadeia de fornecimento estável

O aquecimento dos negócios da fabricante de equipamentos catarinense WEG tanto no Brasil quanto nos principais países em que atua no exterior deu o tom do resultado da empresa no quarto trimestre de 2022. Soma-se a isso a melhora nos custos e estabilização no fornecimento de commodities, que também contribuíram para o desempenho da companhia, que teve lucro de R$ 1,19 bilhão no período, alta de 36,5% em relação ao ano anterior. Os negócios no Brasil foram puxados pelo bom desempenho no fornecimento de soluções ligadas à geração de energia, principalmente pelos negócios de geração eólica e solar, além do crescente negócio de transmissão. Já a expectativa para 2023 no Brasil está fortemente assentada sobre o setor elétrico pela expansão das energias renováveis, mas também por conta da forte expansão do setor de transmissão com os megaleilões previstos para o ano que devem movimentar cerca de R$ 50 bilhões. (Valor Econômico - 16.02.2023)
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Abren: Êxito em projetos de RSU podem trazer investimentos de R$ 4 bi em 2023

A Abren estima que em 2023 sejam investidos mais de R$ 4 bilhões em aportes nas URE Mauá (80 MW), URE Caju (31 MW) e URE Consimares (20 MW), caso esses empreendimentos vençam os próximos leilões A-5 ou A-6, que devem ser realizados. De acordo com o presidente da associação, Yuri Schmitke, atualmente há dez projetos de UREs em andamento no Brasil, que irão gerar R$ 10 bilhões de investimentos. A recuperação energética de resíduos ainda dá os primeiros passos no Brasil. No mundo há mais de 2,5 mil usinas de recuperação energética e o Brasil ainda constrói a sua primeira, que ficam em Barueri (SP), terá 20 MW de potência instalada e deve entrar em operação a partir de 2025. Segundo Schmitke, as metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Resíduos Sólidos devem mudar nos próximos anos. O documento prevê o total de 994 MW de potência instalada até 2040, o que demandaria um investimento, público, privado ou misto, de aproximadamente R$ 40 bilhões. Com a efetivação dos investimentos e a entrada das usinas em operação entre 2027 e 2028, as plantas teriam capacidade de tratamento de mais de 5 mil toneladas por dia de lixo urbano, ou 1,8 milhões de ton/ano. Atualmente, o Brasil gera por ano cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos. Desse montante, 38 milhões de toneladas podem ser transformadas em energia, considerando-se as 28 regiões metropolitanas do país com mais de 1 milhão de habitantes. Segundo relatório da consultoria Ecoprog referente a 2020, a China lidera o ranking entre os países do mundo que possuem maior capacidade instalada de recuperação energética de resíduos por tratamento térmico, com uma capacidade de processar 170 milhões de toneladas por ano de resíduos sólidos. Na sequência vêm o Japão, com 65 milhões de ton/ano, os Estados Unidos, com 29 milhões ton/ano, e a Alemanha, com a capacidade de tratar 27 milhões de ton/ano. A associação é a favor da aprovação do Projeto de Lei 924/2022, que cria o Programa Nacional da Recuperação Energética de Resíduos. O PL, que está em trâmite na Câmara dos Deputados, prevê uma série de incentivos para acelerar o desenvolvimento da recuperação energética de resíduos no Brasil. (CanalEnergia - 15.02.2023) 
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BP Energy concentra produção no Sudeste e amplia esforços no Brasil por fontes renováveis

A BP Energy vai manter a exploração e produção de petróleo no Brasil, mas agora totalmente direcionada ao pré-sal das bacias de Campos e Santos, no litoral do Sudeste, disse ao Estadão/Broadcast a vice-presidente da companhia para América Latina, Angélica Ruiz. Ao mesmo tempo, serão ampliados os esforços para escalar os negócios ligados a fontes renováveis e biocombustíveis. É a primeira vez que a executiva fala publicamente à frente da BP Brasil, cargo que passou a acumular neste início de ano. Angélica também comanda a subsidiária da empresa no México, seu país de origem, desde 2018. Nos próximos anos, diz ela, essas duas frentes de negócio da BP – Exploração e Produção (E&P) e renováveis – vão passar decisivamente pelo Brasil. “Estamos entusiasmados para demonstrar que vamos ficar no Brasil no longo prazo”, diz Angélica. A BP Energy ajustou a redução de sua produção de petróleo e gás. A companhia ainda reduzirá, mas agora em aproximadamente 25% até 2030, em comparação com cerca de 40% anteriormente. As metas para 2050 foram mantidas. Isso requer cortar a produção diária no mundo dos atuais 2,6 milhões de barris por dia para 1,5 milhão ao fim da década sem queda proporcional de receita da atividade petroleira. Outra missão é consolidar os negócios da empresa em biocombustíveis e renováveis. Globalmente, a BP planeja aumentar em 20 vezes a capacidade do portfólio de energia renovável, de 2,5 GW para 50 GW nos oito anos até 2030. Mais uma vez, diz a vice-presidente, parcela importante disso virá do Brasil. Para isso, a empresa planeja aumentar o investimento anual em energia de baixo carbono dos US$ 500 milhões registrados no fim da década passada para US$ 5 bilhões daqui a oito anos. (O Estado de São Paulo – 16.02.2023) 
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Equatorial inicia construção de nova SE no município de Craíbas

A Equatorial Alagoas iniciou a construção de uma nova subestação no município de Craíbas. Com investimento de quase R$ 24 milhões, a nova SE com carga de 12,5 MVA, vai beneficiar cerca de 54 mil consumidores em cinco municípios alagoanos e garantir um sistema mais confiável para atender às necessidades dos moradores de Craíbas, Arapiraca, Igaci, Lagoa da Canoa e Palmeira dos Índios. De acordo com a distribuidora, a obra tem conclusão prevista para setembro deste ano e vai aumentar a capacidade de transmissão de energia elétrica e beneficiar clientes residenciais, comerciais, industriais, agricultores e empreendedores da região. Desde que chegou em Alagoas, em março de 2019, a Equatorial já investiu quase R$ 1 bilhão. O valor foi destinado para obras e ações de melhoria no sistema elétrico do estado e investido no aperfeiçoamento de processos de trabalho, que impactam direta ou indiretamente em um melhor atendimento ao cliente. (CanalEnergia - 15.02.2023) 
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Alesta prevê atender todos os clientes do Grupo CPFL até junho de 2023

A Alesta, braço financeiro da CPFL Energia que atua com crédito para pagamento da conta, chegou ao mercado em abril de 2021 com a promessa de auxiliar os clientes da distribuidora da CPFL que estão com dificuldades em quitar sua fatura de energia. Inicialmente lançada para os clientes da CPFL Piratininga, em 2022 a fintech expandiu e passou a atender também os clientes da CPFL Santa Cruz, passando em seguida para CPFL Paulista e com planos, de até junho de 2023, beneficiar todos os clientes do grupo nas quatro distribuidoras, incluindo a RGE. Atuando de maneira 100% digital, a fintech realiza uma simulação e avaliação de crédito para o cliente em débito, podendo autorizar o pagamento da dívida em até 15 parcelas. Não existe a necessidade de uma parcela mínima ou máxima para a contratação do serviço. Dessa forma, o empréstimo é contratado e o valor é debitado diretamente nas próximas faturas da própria distribuidora, sem a necessidade de gerar um novo boleto. Com a contratação do serviço, a CPFL recebe integralmente o valor da quitação da fatura em aberto e o cliente, que não precisa ter conta em banco ou mesmo utilizar o limite do cartão de crédito, consegue ficar em dia com a distribuidora de energia. Para Fernando Rocha Antonaglia, diretor da Alesta, o objetivo da fintech era facilitar a vida desse cliente que quer estar em dia com sua conta de energia, mas às vezes acaba passando por alguma dificuldade e acaba gerando atrasos ou dificuldades no pagamento. A outra motivação foi a disciplina do grupo CPFL em relação à redução no nível de inadimplência no setor. Durante todo o ano fiscal de 2022, a Alesta fechou mais de 17.000 contratos, representando um montante de R$ 11,3 milhões de contas de energia que foram liquidadas com as distribuidoras do Grupo CPFL. No período de 12 a 31 de dezembro, a área de concessão da CPFL Paulista foi responsável por 2.122 clientes beneficiados, representando 66% do número total de contratos fechados em dezembro de 2022. Os clientes que quiserem conhecer a plataforma e regularizar sua situação podem acessar o site da CPFL Energia e buscar a área de “débitos e 2º via de conta”, e posteriormente clicar na opção de “parcelamento”. O processo pode ser realizado também via App. Nas duas opções, é necessário realizar um novo cadastro e seguir todos os passos. (CanalEnergia - 15.02.2023) 
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Jirau instala novas barreiras flutuantes no Rio Madeira

A Jirau Energia anunciou o começo da operação das novas barreiras flutuantes na área da hidrelétrica. Também conhecidas no setor como Log Booms, essas estruturas atravessam parcialmente o rio para prevenir que detritos e vegetação não alcancem as turbinas e comprometa a geração de energia, sobretudo no Rio Madeira, caracterizado pelo grande volume de materiais lenhosos, macrófitas e sedimentos transportados ao longo do ano. De acordo com a companhia, após sete anos de operação do Log Boom original, fez-se necessária a substituição em função do final de vida útil. Baseado nas experiências operativas, no conhecimento das dinâmicas do rio, da expertise dos parceiros nas engenharias naval, oceânica, civil, mecânica e geologia, foi desenvolvido um projeto alternativo caracterizado por utilizar face plana em detrimento aos sistemas tradicionais gradeados, correntes e grandes poitas de ancoragem. Esta linha de proteção retém e desvia os materiais transportados com o próprio fluxo do rio evitando a redução da capacidade de geração das unidades geradoras. A iniciativa teve como parceiras empresas de engenharia especializadas em diversas áreas. Entre os desafios, Jirau cita a definição da concepção do projeto diante da complexidade das variáveis para levantamento dos esforços e reprodução das condições hidrodinâmicas, implementando em uma única janela de estiagem de seis meses o lançamento de 38 estruturas para ancoragem de 200 toneladas no leito do rio, além da instalação dos 50 flutuadores de 47 toneladas que formam a linha de 800 metros de extensão da nova estrutura. (CanalEnergia - 15.02.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário segue no valor mínimo regulatório de R$ 69,04 por MWh em todo o País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) segue no patamar regulatório mínimo deste ano, de R$ 69,04 por MWh, nesta quinta-feira, 16. Em 2022, o montante mínimo era fixado em R$ 55,70 por MWh. O preço é praticado em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN) não apresenta oscilações ao longo do dia. Com isso, os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do País. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que levam em conta fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 16.02.2023) 
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Dcide: Preço de energia convencional de longo prazo cai de novo e fica abaixo dos R$ 103/MWh

O preço de referência para a energia de longo prazo calculado pela consultoria Dcide mantém a trajetória de queda e segue se aproximando do patamar de R$ 100 por MWh para a energia convencional, de acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira, 15. O índice convencional de longo prazo - que considera o período de 2024 a 2027 - ficou em R$ 102,44 por MWh, queda de 1,12% em relação aos R$ 103,60 por MWh indicados na semana anterior. Em um mês, a baixa acumulada é de 13,13%. Em um ano, o indicador caiu 40,98%. No indicador de longo prazo para a energia incentivada - proveniente de usinas eólicas, solares, a biomassa e pequenas centrais hidrelétricas com desconto de 50% no fio - o valor foi a R$ 130,62 por MWh, baixa de 0,74% frente aos R$ 131,59 por MWh da semana passada. A variação mensal corresponde a uma queda de 11,14%, enquanto na comparação anual a baixa foi de 38,40%. (BroadCast Energia – 15.02.2023) 
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ONS anuncia operação especial ao longo do Carnaval

O ONS anunciou que realizará uma operação especial durante os dias do carnaval para garantir o fornecimento seguro de energia diante da "grande mobilização popular" prevista durante o período. As medidas serão adotadas das 17h de 17 de fevereiro a 12h de 22 de fevereiro, e incluem, por exemplo, a autorização para intervenções na rede a capitais e outras áreas de grande aglomeração apenas se não acarretarem corte de carga, ou que não agreguem risco de corte de carga em caso de contingências. Também estão autorizadas intervenções de urgência ou manutenções já em andamento, sem possibilidade de retorno à operação, ou que garantam ainda mais segurança à operação do Sistema Interligado Nacional (SIN). Em nota, o ONS informou que as iniciativas são necessárias por conta da alteração dos hábitos de consumo de energia elétrica nesses períodos, fazendo com que a carga do SIN tenha "comportamento diverso do que se verifica nos dias típicos", exigindo procedimentos específicos. (BroadCast Energia – 15.02.2023) 
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Chesf reduz vazões das UHEs Sobradinho e Xingó

A Chesf, empresa de energia, iniciará uma nova redução de vazão nos reservatórios das usinas hidrelétricas de Sobradinho e Xingó devido à diminuição das chuvas na Bacia do Rio São Francisco. Sobradinho terá a vazão reduzida para 1.500 m³/s e Xingó para 1.500 m³/s no próximo sábado. A redução ocorre gradualmente e é coordenada pelo ONS para atender às necessidades energéticas do país, mas a situação hidrológica é avaliada constantemente e pode ser alterada. A empresa também ressalta a importância de não ocupar áreas ribeirinhas, já que as usinas têm capacidade de turbinar grandes volumes de água em casos de emergência. (CanalEnergia - 14.02.2023)  
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Mobilidade Elétrica

EUA: Governo fecha acordo com Tesla sobre carregadores de VEs

A rede de carregamento de veículos Tesla nos Estados Unidos ficará disponível para outras marcas de carros elétricos pela primeira vez, após negociações da Casa Branca com seu proprietário, Elon Musk, anunciou, na última quarta-feira, 15, o governo do presidente democrata Joe Biden. A Tesla concordou em disponibilizar 7.500 estações de recarga em todo o país para veículos elétricos que não sejam da empresa até o fim de 2024, segundo um informe divulgado pela Casa Branca, que apresenta seus últimos esforços para acrescentar 500 mil carregadores de automóveis até 2030. A insuficiência da capacidade de recarga é vista como um obstáculo significativo para a transição ao transporte elétrico nos EUA. O temor dos motoristas de que faltem carregadores disponíveis ganhou até nome: “ansiedade de alcance”. A mudança da Tesla para permitir a recarga de carros de outras marcas com adaptador facilita a qualificação da empresa de Musk para obter subsídios concedidos pelo governo federal, segundo fontes oficiais. A atualização das políticas do governo Biden também cita compromissos de outras empresas líderes, incluindo uma joint venture entre Hertz e BP e iniciativas da General Motors, ChargePoint e outras. (EXAME - 15.02.2023) 
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UE: Parlamento Europeu aprova proibição de veículos a combustão a partir de 2035

O Parlamento Europeu aprovou nesta terça-feira, 14, o projeto de regulamentação que proíbe a venda de veículos novos com motores a gasolina e diesel a partir de 2035. O texto é mais uma ofensiva do continente para conter as mudanças climáticas e atingir uma meta ambiciosa de redução nas emissões de carbono — de 55% até 2030. "Chegamos a um acordo histórico, que concilia o automóvel e o clima", afirmou a eurodeputada ecologista Karima Delli, presidente da Comissão de Transporte. O texto foi aprovado por 340 votos favoráveis, 279 contrários e 21 abstenções. A oposição foi protagonizada pelo Partido Popular Europeu (PPE), principal sigla conservadora da Eurocâmara. (EXAME - 14.02.2023) 
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Ford tem plano para conseguir margem de 8% em VEs

A Ford identificou medidas para garantir margens de 8% em carros elétricos de próxima geração previstos para meados da década, mas pode levar anos para eliminar uma desvantagem de custo de até 8 bilhões de dólares em relação aos concorrentes, disseram executivos na quarta-feira. A Ford pode economizar até 2,5 bilhões de dólares este ano por meio de um melhor gerenciamento dos cronogramas de produção e uma queda nos preços das commodities, disse o diretor financeiro da empresa, John Lawler, em uma conferência automotiva. A montadora divulgou resultados trimestrais desanimadores no início deste mês e culpou escassez de componentes eletrônicos, interrupções na cadeia de suprimentos e “instabilidades” de produção pelo aumento em seus custos. A empresa tem projetos para novas picapes e utilitários esportivos (SUVs) elétricos e pretende reduzir os custos das células de bateria para menos de 70 dólares por KWh, à medida que avança na química mais barata de fosfato de ferro lítio, disse Farley. Para aumentar a lucratividade de seus veículos elétricos de segunda geração, Farley disse que a Ford planeja mudar seus processos para uso de fundição de peças de grande porte, reduzindo assim o número de peças necessárias e simplificando a produção, um processo iniciado pela Tesla. Outros ganhos serão obtidos com a introdução de química mais eficiente e redução dos tamanhos dos packs de bateria, além de adoção de designs mais aerodinâmicos, disseram os executivos. (Money Times - 15.02.2023) 
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Ford anuncia fábrica de baterias para equipar 400.000 VEs

A Ford anunciou a construção de uma nova fábrica de baterias nos Estados Unidos. Localizada em Marshall, Michigan, a unidade produzirá baterias de fosfato-lítio-ferro (LFP) para sua linha de veículos elétricos, incluindo os modelos F-150 Lightning e Mustang Mach-E. A nova fábrica, chamada BlueOval Battery Park Michigan, empregará 2.500 trabalhadores quando iniciar suas operações em 2026 e será capaz de adicionar 35 GWh de capacidade de baterias LFP ao portfólio da Ford, o que é suficiente para alimentar aproximadamente 400.000 veículos elétricos. Esse projeto é fruto de um novo acordo com a CATL, o fabricante chinês líder mundial de baterias. Sob o acordo, a subsidiária integral da Ford fabricaria as células de bateria usando o conhecimento e os serviços de células de bateria LFP fornecidas pela CATL. Além disso, ao oferecer LFP como uma segunda química de bateria, além do níquel-cobalto manganês (NCM), a Ford ampliará as possibilidades de aplicação para seus VEs com diferentes características. Em termos práticos, as baterias LFP são muito duráveis e toleram uma carga mais frequente e rápida, ao mesmo tempo em que utilizam menos materiais de alta demanda e de alto custo. Esta bateria de menor custo, em escala, ajudará a Ford a conter ou mesmo reduzir ainda mais os preços dos seus carros elétricos. Com este investimento de US$ 3,5 bilhões, a Ford e seus colaboradores em tecnologia de baterias anunciaram US$ 17,6 bilhões em investimentos na produção de veículos elétricos e baterias nos Estados Unidos desde 2019, como parte do compromisso da empresa de investir mais de US$ 50 bilhões em veículos elétricos globalmente até 2026. A Ford está trabalhando para atingir uma produção anual de 600.000 veículos elétricos globalmente até o final deste ano e 2 milhões globalmente até o final de 2026, como parte de seu plano Ford+ para a transição energética. (Inside EVs - 14.02.2023) 
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Inovação e Tecnologia

França manobra e lidera países para reivindicar produção de hidrogênio rosa e dominar mercado de venda para a Europa

Países da União Europeia, incluindo França, Romênia, Bulgária, Polônia, Eslovênia, Croácia, Eslováquia, Hungria e República Tcheca, estão pesquisando sobre o hidrogênio rosa, produzido por eletrólise usando energia nuclear, como uma fonte de energia renovável na EU para igualá-lo ao hidrogênio verde. A França lidera o movimento devido à sua vantagem em possuir várias usinas nucleares em operação e poder produzir grandes quantidades de hidrogênio rosa para exportação. Os países também desejam debater a cooperação entre os estados membros para criar infraestrutura transeuropeia para o transporte de hidrogênio a longa distância. Uma parceria foi assinada entre a Air Liquide e a TotalEnergies para construir mais de 100 pontos de reabastecimento de hidrogênio para veículos pesados na França. O objetivo final é introduzir o hidrogênio rosa no círculo restrito das energias renováveis da UE. (Petronotícias - 13.02.2023)
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Energias Renováveis

ABGD: Geração própria deve crescer 8 GW em 2023, mas regulamentação pode prejudicar expansão

A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) estima que o segmento de geração própria de energia no Brasil deve expandir sua capacidade instalada em 8 GW em 2023, atingindo 25 GW de potência. Apesar dos desafios regulatórios, o presidente da ABGD prevê uma expansão contínua nos próximos anos, com um crescimento similar ao observado em 2022, quando houve uma ampliação de 8,5 GW. A regulamentação da lei 14.300 pode prejudicar o desenvolvimento do setor, uma vez que a entidade discorda de algumas proposições da Aneel. (BroadCast Energia – 14.02.2023)
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Usinas colocam em teste 104,7 MW de capacidade

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para início da operação em teste, a partir de 14 de fevereiro, as UG1 a UG8, da UFV AC X e as UG1 a UG10, da UFV AC XV, localizadas em Minas Gerais e que juntas, somam 88,2 MW de capacidade instalada. Ainda para teste, foram liberadas as UG3, UG4 e UG12, da EOL Ventos de São Januário 19, com 13,5 MW, na Bahia, e por fim, a UG1, da CGH Alto Farias, com 3 MW, no estado de Santa Catarina. No total, para teste, foram autorizados 104,7 MW de capacidade instalada. Para operação comercial, a agência reguladora liberou as UG5 e UG8, da EOL Ventos de São Januário 19, com 9 MW de capacidade instalada, situada no estado da Bahia. (CanalEnergia - 14.02.2023)
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Raízen conecta nova UFV e quer chegar a 17,2 MW em MG

A Raízen anunciou que irá aumentar 72,3% da sua capacidade renovável em Minas Gerais até abril de 2023. A empresa, que até novembro do ano passado possuía aproximadamente 10 MW em geração distribuída solar no estado, acaba de conectar uma nova usina na cidade de Vazante, adicionando mais 2 MW na rede. Nos próximos dois meses, a companhia irá conectar mais duas usinas em Varjão de Minas e instalar mais 4,88 MW, atingindo uma potência de 17,23 MW. Outras usinas no estado, localizadas nos municípios de Capitão Enéas e Bocaiúva, atendem mais de 400 unidades consumidoras, incluindo grandes empresas nacionais, como redes de academias, varejo de moda, entre outras. Além da GD, a companhia se define como uma one-stop-shop de energia, com um portfólio de produtos como migração para o mercado livre, comercialização de certificados internacionais de energia renovável (I-RECs), estações de recarga para veículos elétricos (Shell Recharge e Tupinambá). Também possui investimentos junto com o Grupo Gera e com as startups Holu, de soluções domiciliares de energia solar, Diel, de gestão de refrigeração e a Tyr, de eficiência energética para condomínios (Tyr). (CanalEnergia - 15.02.2023) 
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Neoenergia: Parques eólicos e distribuidoras

Em relação aos parques eólicos, a companhia chegou ao fim do ano passado com 42 plantas em operação, com capacidade instalada de 1.345 MW. A previsão é de que o portfólio de ativos eólicos atinja 1,6 GW nos próximos meses, dos quais 51% estarão destinados ao Ambiente de Contratação Regulada e 49% ao Ambiente de Contratação Livre, alinhado com a estratégia de posicionamento na liberalização do mercado de energia brasileiro. Os investimentos nas distribuidoras somaram R$ 5,5 bilhões, dos quais R$ 3,2 bilhões foram destinados à expansão de redes. Em 2022, os consumidores ativos chegaram a 16 milhões, o que corresponde a um aumento de 295 mil de clientes. (CanalEnergia - 15.02.2023) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

Aneel abre segunda fase da consulta sobre monitoramento do mercado livre

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira, 14, a abertura da segunda fase da consulta pública que visa receber sugestões para aprimoramento a proposta de normativo elaborada pela área técnica que define diretrizes para o monitoramento prudencial do mercado de energia elétrica. A intenção é dar continuidade à discussão da consulta pública 11/2022, para que a Aneel dê os próximos passos para implementar um modelo de monitoramento. Em novembro, por meio de nota técnica, a Superintendência de Regulação Econômica e Estudos do Mercado avaliou as contribuições recebidas, propôs uma minuta de normativo e recomendou a abertura de uma nova fase de consulta. (BroadCast Energia – 15.02.2023) 
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