IFE
09/02/2023

IFE 5.661

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
09/02/2023

IFE nº 5.661

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Leonardo Gonçalves, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.661

Regulação

Artigo GESEL: “Mapeamento e avaliação das iniciativas de eletromobilidade aplicada aos ônibus brasileiros”

Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, intitulado: “Mapeamento e avaliação das iniciativas de eletromobilidade aplicada aos ônibus brasileiros”, os autores Gabriel Pabst (pesquisador associado do Gesel e doutorando do PPE-COPPE-UFRJ), Vinícius José Braz da Costa (pesquisador júnior do Gesel), Marcelo Maestrini (pesquisador pleno do Gesel e doutorando do PPGE-UFF) e Paulo Maurício Senra (pesquisador pleno do Gesel), realizaram um mapeamento acerca das iniciativas de eletromobilidade aplicadas ao setor de transporte público por ônibus no Brasil. Inicialmente, os autores apontam que: “(...) o texto constitucional e a PNMU visam direcionar as cidades para um modelo de desenvolvimento urbano mais sustentável, reduzindo as desigualdades sociais ao regular as condições urbanas de mobilidade e acessibilidade. Assim, os municípios constituem-se como os principais agentes de interesse e de condução das experiências de eletrificação de frotas de ônibus urbanos.” Em seguida, destaca-se que, “Verificadas as experiências ocorridas sobre a eletrificação de ônibus urbanos no âmbito nacional , constata-se uma multiplicidade de resultados a partir de diferentes iniciativas. Dadas as particularidades de cada iniciativa tomada pelas esferas federal, estadual e municipal, bem como da iniciativa privada, os resultados alcançados diferem principalmente em relação às tecnologias adotadas.” Os autores também pontuam que, “(...) ressalta-se a quantidade expressiva de projetos atualmente em desenvolvimento, o que decorre do recente interesse dos setores público e privado em firmar parcerias e financiar projetos de grande vulto, como em geral são caracterizadas as experiências de eletrificação de ônibus urbanos.” Por fim, os autores indicam que, “(...) Como a Constituição Federal atribui a competência da gestão do modal rodoviário público intramunicipal (referido neste artigo a título de síntese como ônibus urbano) aos municípios, cabe aos prefeitos brasileiros e a suas respectivas secretarias de transportes avaliarem a viabilidade e a conveniência da transição energética destes veículos.” (GESEL-IE-UFRJ – 09.02.2023)
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Aneel aprova regulamentação do marco da geração própria de energia 

Após uma longa discussão, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 7, a regulamentação da lei que estabelece regras para quem gera a própria energia, a chamada geração distribuída (GD). O marco legal do segmento, sancionado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em janeiro de 2022, determina um prazo para o fim dos subsídios para a GD. Hoje, esses custos são pagos pelos consumidores, embutidos na conta de luz. O processo chegou a ser pautado na reunião da última terça-feira, 31, mas a votação foi adiada pelo relator, diretor Hélvio Neves Guerra, que pediu um prazo para analisar as sustentações orais. A discussão envolve, entre outros pontos, regras que tratam da cobrança do custo de transporte de energia para a geração distribuída no sistema de distribuição, chamado no setor de cobrança no fio B, a questão sobre garantia de fiel cumprimento para a conexão e o sistema de compensação. (BroadCast Energia – 07.02.2023) 
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Absolar atuará junto ao Congresso Nacional para PL 2703 corrigir marco da GD

O setor ligado à geração distribuída não ficou totalmente satisfeito com o resultado da regulamentação dada pela Agência Nacional de Energia Elétrica às leis 14.300 e 14.120 na reunião de diretoria da última terça-feira, 07 de fevereiro. Há questões que são consideradas por agentes do setor como equivocadas e que precisam ser corrigidas, como a cobrança de demanda na baixa tensão e optante B dos consumidores. Considerando essa insatisfação, na visão da Absolar, o PL 2703, que está no Senado, ganhou mais relevância do que apenas estender o prazo para consumidores aderirem à modalidade com o desconto previsto na lei que instituiu o marco regulatório do segmento. Tanto é assim que a Absolar já retomou as conversas quanto ao PL que foi aprovado no ano passado na Câmara dos Deputados. A perspectiva da entidade é de que a matéria possa avançar ainda no primeiro semestre deste ano, disse a vice-presidente de geração distribuída da entidade, Bárbara Rubim. Rubim esclareceu que a entidade iniciou as conversas no Senado e o primeiro passo a ser aguardado é a nomeação de um novo relator, uma vez que o anterior era Carlos Fávaro, atual ministro de Agricultura do governo Lula. Para ela, esse pode ser um fator positivo uma vez que o agro é um segmento que se beneficia da GD. A Absolar espera que não haja mudança na tramitação do projeto no Senado, que este continue para ir a Plenário e não passe para análise em comissões da casa. Assim, a aprovação seria possível de ocorrer neste semestre. Se aprovado seria convertido em lei e enviado à Aneel para regulamentação. A agência reguladora, conta Bárbara, teria que, assim, alterar a regulação estabelecida ontem uma vez que conflita diretamente com o que foi determinado na última reunião de diretoria. (CanalEnergia - 08.02.2023) 
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Golpe nas agências reguladoras

Em coluna publicada no Valor Econômico, Edvaldo Santana, ex-diretor da Aneel, apresenta um dos dilemas atuais da Aneel com relação aos subsídios e tarifas da geração distribuída (GD). A reunião pública da diretoria da Aneel, ocorrida em 31 de janeiro, discutiu a questão da "taxação do Sol". Nas apresentações de empreendedores, ou integradores de GD, argumentava-se que uma tripla cobrança inviabilizaria os negócios. Mas esse ilusionismo foi logo desqualificado por técnico da Agência. A tripla cobrança nada mais era que a aplicação de três tarifas para três serviços distintos. A associação das distribuidoras, na mesma reunião, foi ainda mais incisiva. Esclareceu o que só os mais envolvidos sabiam. Que aquela reunião tratava simplesmente de como repassar para os demais consumidores os custos associados aos benefícios que só alguns poucos terão. A reação dos agentes do segmento da GD, porém, foi desproporcional. Em tom de inédita ameaça, em diversas das sustentações orais realizadas na reunião do dia 31, ficou taxativo que o caminho alternativo, caso o regulador não cedesse, seria o Judiciário ou o Legislativo. O Legislativo foi o caminho (previamente) escolhido. É o que se depreende da Emenda 054 à Medida Provisória 1.154. Por ela, deixa de ser da Aneel, como de todas as suas coirmãs, o papel de regulador, que passaria a ser de conselhos subordinados, no caso, ao MME. À Aneel restaria o papel de fiscalizador, mesmo assim sem julgar os recursos decorrentes desses processos. O ex-diretor da Aneel sublinha que, caso tal dispositivo seja aprovado, decisões como as metodologias de reajuste e revisão das tarifas, ou do cálculo e rateio do risco hidrológico, serão definidas por um conselho político, o que aumenta a interferência e, com isso, o risco regulatório. (Valor Econômico - 09.02.2023)
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Transição Energética

Brasil tem agenda de curto a longo prazo para avançar na transição, avalia PSR

O terceiro mandato do presidente Lula começou e deu a indicação de que a questão ambiental está no centro de suas atenções. Não à toa, 10 ministérios e a Advocacia Geral da União ganharam ou retomaram ações nesse campo com foco em mudança climática, sustentabilidade e economia de baixo carbono como a estratégia a ser seguida. Segundo a PSR, em sua primeira edição do ano do Energy Report, esse cenário traz o setor elétrico para uma posição de destaque. Na edição de janeiro da publicação mensal, a PSR traz algumas propostas para as duas agendas. No médio e longo prazo, destaca que o Brasil possui uma grande oportunidade. Essa está no fato de que o processo de transição energética apresenta um desafio em termos de investimentos e que este é enorme, devendo levar algumas décadas para se consolidar. Isso reside no fato de que a energia global ainda é movida a fontes fósseis, superior a 80%. E atuar nesse segmento é fundamental para a redução das emissões de gases de efeito estufa. (CanalEnergia - 07.02.2023) 
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Brasil deve se reposicionar no cenário global do clima 

O Brasil é um importante ator na estruturação da arquitetura internacional da agenda ambiental-climática e precisa se reposicionar no cenário global para reassumir essa posição, perdida nos últimos quatro anos. Essa é uma das premissas do estudo ‘Desenvolvimento e Mudança do Clima: o papel do Brasil na agenda ambiental-climática’, divulgado pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), em novembro de 2022. O estudo destaca que o Brasil viveu um protagonismo ambiental, iniciado nas décadas de 80 e 90, associado então a uma estratégia de defesa de interesses nacionais, a fim de assegurar que o rumo das negociações não se tornasse uma ameaça à soberania brasileira. Em paralelo, o país buscou influenciar as negociações de forma a transformar a pauta em indutora do desenvolvimento, a exemplo da liderança nas Conferências Rio 92, Rio +20 e nas negociações e consecução do Acordo de Paris. O Brasil chegou a ser um líder histórico na formulação de conceitos como desenvolvimento sustentável, princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). (Além da Energia – 07.02.2023) 
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Novo governo deverá olhar com mais ênfase à transição energética

A geração solar fotovoltaica é uma tecnologia que tem se mostrado cada vez mais eficiente e acessível e com isso segue em plena evolução no Brasil. E para o CEO da Greener, Marcio Takata, o novo governo está tendo um forte posicionamento sobre a transição energética e geração de energia e vê isso como um ponto positivo para o setor. Segundo ele, com a criação da secretaria nacional de transição energética, o Ministério de Minas e Energia (MME) sinaliza que trará um olhar específico para a descarbonização. A geração solar fotovoltaica tem papel fundamental nesse objetivo e a tendência é que continue atraindo investimentos, que dependem da previsibilidade que será trazida pela completa regulação. Outras fontes também devem estar no radar, tais como eólicas offshore e hidrogênio verde. (CanalEnergia - 07.02.2023) 
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EIA: implantações de armazenamento de bateria nos EUA devem dobrar em 2023

Espera-se que a base instalada de sistemas de armazenamento de bateria em grande escala dos EUA dobre em termos de megawatts durante 2023, de acordo com a Administração de Informação de Energia (EIA) do país. A principal agência federal de coleta de estatísticas sobre energia publicou uma breve perspectiva para o próximo ano em seu instantâneo mensal regular da frota de geração elétrica dos EUA, o Inventário Mensal Preliminar de Geradores Elétricos. Entre suas descobertas estava que a energia solar fotovoltaica será responsável por mais da metade de toda a nova geração (54%) , de um total de 54,5 GW a serem adicionados de todas as tecnologias, em 2023. Isso ocorre após um ano difícil em 2022, quando as novas adições de energia solar em escala de utilidade diminuíram 23% ano a ano devido a fatores como interrupções na cadeia de suprimentos. Enquanto isso, o armazenamento em bateria tem uma base instalada de cerca de 8,8 GW de ativos operacionais e, em 2023, espera-se que mais 9,4 GW sejam adicionados. (Energy Storage – 08.02.2023) 
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Piclo e National Grid lançam novo mercado para serviços de flexibilidade no estado de Nova York

 A Piclo, fornecedora líder de mercado global para serviços de flexibilidade, começou a trabalhar com a National Grid em um projeto para oferecer um mercado independente que amplie e agilize a participação de todos os tipos de recursos de energia distribuídos (DERs) capazes de fornecer serviços de flexibilidade, também conhecidos como não -wires alternativas (NWAs). A fase inicial do projeto terá duração de 12 meses com as primeiras competições de flexibilidade no início de 2023. O projeto cobre a área do estado de Nova York, com ênfase na região norte do estado de Nova York da National Grid e está aberto a todos os provedores de serviços flexíveis com ativos planejados. Para obter mais informações sobre a plataforma e oportunidades futuras, os proprietários de ativos são incentivados a participar de um webinar introdutório na terça-feira, 20 de dezembro, das 16h às 17h30 GMT. (Power Grid – 08.02.2023)
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Empresas

Privatização da Eletrobras: Lula conseguiria reverter venda da estatal?

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mencionou na última terça, 7, uma promessa de sua campanha que pretende tirar do papel: a reestatização da Eletrobras, que foi privatizada no ano passado. Lula disse que a Advocacia-Geral da União (AGU) vai entrar na Justiça contra as cláusulas do processo de privatização da Eletrobras, o qual ele classificou como “leonino”. O presidente se referiu, mais especificamente, a uma trava que foi incluída na lei de privatização da empresa, que exige o pagamento do triplo da maior cotação do papel alcançada em dois anos para fazer uma oferta pelas ações ordinárias. O governo pode até usar a força da AGU para questionar as regras na Justiça, mas sabe que, na prática, terá muita dificuldade de reverter o cenário, devido a um conjunto de fatores. O modelo de privatização escolhido pelo governo anterior para a privatização da Eletrobras foi o de venda de suas ações ao mercado. A participação da União na Eletrobras, que era de 72%, caiu para 45% com a privatização, ou seja, o governo tornou-se um sócio minoritário. Uma fatia de 55% está pulverizada em ações no mercado, já que a companhia é uma empresa de capital aberto na Bolsa. Para que o governo Lula retome o comando da Eletrobras, o caminho para isso seria, portanto, fazer uma oferta para recompra de ações. Acontece que não se trata de uma transação simples, porque envolveria um alto custo não apenas político, mas também financeiro. Lula deixou claro, em sua fala de ontem, dizendo que não vai comprar ações da Eletrobras neste momento. “Até porque o pouco dinheiro que a gente tiver nós vamos ter de cuidar dos benefícios que o povo está precisando que a gente faça”, disse o petista. “Se a gente conseguir fazer a economia crescer e as coisas forem bem, e a gente puder comprar mais ações, a gente vai comprar.” “O que posso dizer é que foi um processo errático”, declarou Lula. (O Estado de São Paulo – 08.02.2023) 
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Standard & Poor’s: Eletrobras é reconhecida em prêmio global de sustentabilidade

A Eletrobras foi reconhecida pelo 3º ano consecutivo no prêmio global de sustentabilidade da Standard & Poor’s, organizadora do Dow Jones Sustainability Index (DJSI), com o Selo Bronze (Top 10% S&P Global ESG Score), o que insere a companhia na lista das empresas mais sustentáveis do mundo. Com isso, a Eletrobras passa a figurar no “The Sustainability Yearbook 2023”, que destaca 708 organizações líderes em sustentabilidade este ano. Segundo a companhia, a permanência no anuário ratifica o empenho de todos os colaboradores e da administração no aprimoramento da sustentabilidade empresarial com a adoção de iniciativas integradas que convergem para a melhoria do desempenho econômico, ambiental, social e de governança, e está alinhada ao compromisso com o objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS) 16 da Agenda 2030 que diz respeito, entre outros aspectos, à construção de instituições eficazes, responsáveis e inclusivas. (CanalEnergia - 08.02.2023) 
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Agência diz que Light tem cumprido obrigações como distribuidora de energia

A Aneel informou nesta terça-feira que a Light, distribuidora de energia que atende a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, tem atendido aos critérios de eficiência na gestão econômico-financeira do setor. A situação da empresa despertou alerta de investidores nos últimos dias, depois que a companhia contratou a Laplace Finanças para ajudar a buscar “estratégias financeiras visando a melhoria da estrutura de capital.” A Aneel realiza o acompanhamento contínuo das condições técnicas e econômico-financeiras de todas as distribuidoras de energia elétrica. "No caso da Light Serviços de Eletricidade S.A, verifica-se que até o momento a empresa tem atendido os critérios de eficiência na gestão econômico-financeiro, definidos no Quinto Termo Aditivo ao Contrato de Concessão nº 001/1996, inclusive por meio de aportes de capital, além de permanecer adimplente com as obrigações intrasetoriais", afirma a Aneel. A Aneel disse também que, nos termos da legislação do setor elétrico, "não se aplicam às concessionárias de serviços públicos de energia elétrica os regimes de recuperação judicial e extrajudicial, salvo posteriormente à extinção da concessão". (O Globo – 08.02.2023) 
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Light atende a critérios de eficiência e está adimplente até o momento

Apesar da situação financeira delicada da distribuidora Light e dos desafios de sua concessão no Rio de Janeiro, a Aneel afirmou, por meio de nota, que “verifica-se que até o momento a empresa tem atendido os critérios de eficiência na gestão econômico-financeiro”. De acordo com a agência, a companhia dá sinais de que a situação financeira não seria tão grave diante dos “aportes de capital” que são realizados e pelo fato de “permanecer adimplente com as obrigações intrasetoriais”. No texto, a Aneel reforçou ainda que, “dentre os indicadores monitorados estão a adimplência com todas as obrigações intrassetoriais, o nível de geração de caixa para a realização de investimentos e pagamento dos juros da dívida, e a eficiência na gestão econômico-financeira, de modo a garantir a sustentabilidade das concessões e a prestação do serviço adequado aos consumidores". (Valor Econômico - 09.02.2023)
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Light: Eventual saída da distribuidora não afetará serviços

A Light terá de manter a operação da sua rede até o fim do prazo da concessão, que se encerra em maio de 2026, caso decida pela devolução da outorga para o governo. O prazo para a empresa se manifestar sobre se renova ou não o contrato de concessão por mais 30 anos termina em maio. A Lei 9.074 estabelece que as concessionárias têm que manifestar interesse em até 36 meses anteriores ao fim do contrato de concessão. No caso da Light, a concessão acaba em maio de 2026. A lei estabelece ainda que o poder concedente, no caso o MME, deve se manifestar em até 18 meses anteriores ao fim do contrato de concessão, ou seja, novembro de 2024. Caso a empresa opte por não renovar a concessão da prestação do serviço de distribuição de energia para 31 municípios do Rio de Janeiro, incluindo a capital, ela será indenizada pelos investimentos realizados que ainda não foram totalmente amortizados. Neste caso, o MME e a Aneel poderão realizar um leilão da concessão, por um prazo de até 30 anos. Até a assunção da nova empresa, a Light opera a concessão, sendo remunerada até o fim do contrato. (Valor Econômico - 09.02.2023)
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Copel investe em 9 subestações para reforçar o fornecimento de energia

A Copel está investindo R$ 558 milhões para construir novas subestações e modernizar e ampliar outras que já estão em operação. Desse total, R$ 404 milhões são destinados à construção de nove unidades em todo o Paraná. Os empreendimentos incluem a construção de linhas de distribuição, que vão conectar as novas unidades ao sistema, deixando-o ainda mais robusto. Outros R$ 154 milhões serão aplicados em obras de ampliação e modernização de nove empreendimentos. De acordo com a companhia, esse investimento é essencial para o Estado porque as subestações aumentam a capacidade de distribuição de energia aos grandes centros urbanos. Dentre as novas unidades, duas devem entrar em operação em 2023; quatro, em 2024 e três, em 2025. (CanalEnergia - 08.02.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Dcide: Índice de longo prazo para energia convencional tem nova queda se aproxima dos R$ 100/MWh

O preço de referência para a energia de longo prazo calculado pela consultoria Dcide, segue a trajetória de queda e se aproxima do patamar de R$ 100 por MWh para a energia convencional, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira, 08. O índice convencional longo prazo - que considera o período de 2024 a 2027 - ficou em R$ 103,60 por MWh, queda de 1,25% em relação aos R$ 104,91 por MWh indicados na semana passada. Em um mês, a baixa acumulada é de 18,89%, já em um ano, o indicador caiu 41,48%. No indicador de longo prazo para a energia incentivada - proveniente de usinas eólicas, solares, a biomassa e pequenas centrais hidrelétricas com desconto de 50% no fio - o valor foi a R$ 131,59 por MWh, baixa de 1,08% frente aos R$ 133,03 por MWh da semana passada. A variação mensal corresponde a uma queda de 15,60%, enquanto na comparação anual a queda foi de 38,89%. (BroadCast Energia – 08.02.2023) 
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CCEE: PLD médio diário segue no valor mínimo de R$ 69,04 por MWh

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) segue no patamar regulatório mínimo de R$ 69,04 por MWh, durante todo o dia, em todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), nesta quinta-feira, 09. O indicador está no valor regulatório mínimo definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) - que era de R$ 55,70 por MWh em 2022 - desde 14 de setembro do ano passado. O preço praticado não apresenta oscilações ao longo do dia. Com isso, os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do País. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 09.02.2023) 
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Mudança no cálculo do PLD pode reduzir inflação

Estudo da consultoria GO Associados indica que uma mudança na metodologia de cálculo do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) poderia ajudar a reduzir a inflação, sobretudo em momentos em que as chuvas estão abundantes, tornando a geração de energia mais barata. O levantamento aponta também que o PLD mínimo de R$ 69,04 por MWh causa um impacto de 0,32% na inflação, e indica que esse valor poderia ser de R$ 17,90 por MWh. (BroadCast Energia – 08.02.2023) 
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SE/CO chega a 72,2% da capacidade

O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou crescimento de 0,3 ponto percentual e a capacidade está em 72,2% na última terça-feira, 07 de fevereiro, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada mostra 147.717 MW mês e a ENA é de 70.778 MW med, valor que corresponde a 79% da MLT. A Região Sul contou com níveis estáveis e está operando com 87,1% da capacidade. A energia armazenada marca 17.830 MW mês e ENA é de 7.021 MW med, equivalente a 80% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. Os reservatórios do Norte subiram 0,2 p.p e estão com 91,2% da capacidade. A energia armazenada marca 13.954 MW mês e ENA é de 22.422 MW med, equivalente a 78% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste aumentou 0,3 p.p e operava com 77% da sua capacidade. A energia armazenada indica 39.788 MW mês e a energia natural afluente computa 15.569 MW med, correspondendo a 90% da MLT. (CanalEnergia - 08.02.2023)  
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Com reservatórios cheios, estudos indicam condições de pleno suprimento de energia até julho

Com os reservatórios das hidrelétricas cheios, graças ao volume de chuvas, os estudos do ONS indicam pleno suprimento de energia elétrica no País até julho deste ano. Segundo os dados apresentados ao governo nesta quarta-feira, 8, o mês de janeiro finalizou com as melhores condições de armazenamento do Sistema Interligado Nacional nos últimos 11 anos. As informações foram discutidas durante a primeira reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) realizada em 2023. O colegiado é vinculado ao Ministério de Minas e Energia (MME) e agora é presidido pelo ministro Alexandre Silveira. Os reservatórios fecharam o mês de novembro nas melhores condições observadas nos últimos anos. No subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o patamar foi de 69,8% no Sudeste/Centro-Oeste, 86,9% no Sul, 75,7% no Nordeste e 89,3% no Norte, o que contribuirá para o cumprimento dos objetivos de segurança do atendimento e modicidade tarifária nos próximos meses. (BroadCast Energia – 08.02.2023) 
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Chesf reduzirá vazão em reservatórios de Sobradinho e Xingó

A Chesf anunciou que a vazão da UHE Sobradinho (BA, 1.050 MW) e da UHE Xingó (AL, 3.162 MW) terão redução saindo, do patamar atual de 3.000 metros cúbicos por segundo para atingir o patamar de 2.000 m³/s no próximo dia 13 de fevereiro. De acordo com a Chesf, a redução gradativa ocorre diante da diminuição das chuvas na bacia do Rio São Francisco e da necessidade de seguir a curva do volume de espera do reservatório de Sobradinho para o período. A companhia destaca que a situação hidrológica é permanentemente avaliada, podendo haver alterações nestes valores, principalmente, em função da evolução das chuvas e vazões na Bacia do Rio São Francisco. (CanalEnergia - 08.02.2023) 
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Demanda mundial de eletricidade deverá crescer 3% nos próximos três anos, mostra AIE

Relatório do mercado de eletricidade 2023 da AIE mostra que depois de desacelerar ligeiramente no ano passado para 2% em meio à turbulência da crise energética global e condições climáticas excepcionais em algumas regiões, espera-se que o crescimento da demanda mundial de eletricidade acelere para uma média de 3% nos próximos três anos. E as energias renováveis devem dominar o aumento do fornecimento mundial, pois, juntamente com a energia nuclear, atendem à grande maioria da demanda global até 2025, tornando improváveis aumentos significativos nas emissões de carbono do setor de energia. (CanalEnergia - 08.02.2023)  
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AIE: demanda por energia na UE cai 3,5% em 2022, com alta de preços em meio à guerra na Ucrânia

A demanda por energia na União Europeia (UE) teve uma queda de 3,5% em 2022, em meio à escalada dos preços e gargalos na cadeia de abastecimento, como consequência da guerra entre Rússia e Ucrânia. A análise é da Agência Internacional de Energia (AIE) e consta em relatório divulgado hoje. Segundo a AIE, a temperatura amena durante o inverno europeu também contribuiu para a queda do consumo de eletricidade no setor industrial. Na análise da agência, a demanda e o fornecimento de eletricidade em todo o mundo estão se tornando cada vez mais dependentes do clima, o que leva a AIE a argumentar a favor da aceleração da descarbonização e da transição para energias limpas no mundo, destacando as condições climáticas atípicas do ano passado, incluindo a seca na Europa e as ondas de calor na China e na Índia. (BroadCast Energia – 08.02.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Valério Marochi: “É preciso capacitar profissionais para a eletromobilidade”

A transição com base no setor automotivo como o conhecíamos está em incorporar os fatores acima por meio de tecnologias de conectividade e propulsão não poluentes; criação de novas profissões de intersecção e interface com outros setores; e transformação contínua de mindset de pessoas, governos e corporações. Nesse cenário, a capacitação profissional tem papel fundamental na preparação de novos e melhores recursos humanos capazes de absorver, dominar, replicar e criar tecnologias habilitadoras e infraestruturas complementares para uma mobilidade mais consciente e sustentável. Apesar de o conceito e as tecnologias de propulsão elétrica não serem novos, a evolução destes em busca de maior eficiência, confiabilidade e viabilidade econômica traz consigo novos riscos ocupacionais, sobretudo físicos, químicos e acidentais. Essas particularidades levam à necessidade de novas capacitações e certificações profissionais, desde cursos de aperfeiçoamento até pós-graduações, a fim de garantir a evolução do segmento e suas tecnologias, bem como a segurança de usuários e profissionais envolvidos em todas as etapas do processo – de pesquisa e desenvolvimento, fabricação, manutenção e, até mesmo, futuro descarte e reciclagem de veículos e seus componentes. Essa é uma preocupação atual mesmo para mercados internacionais onde a mobilidade elétrica já atingiu maior abrangência. Devido à ausência de normas, de programas de certificação e à escassez de conhecimento, quando houve o ressurgir da eletromobilidade, em meados dos anos 2000, fabricantes de veículos criaram programas próprios de capacitação, voltados para a fabricação e a manutenção em redes autorizadas. Nesse sentido, várias instituições nacionais públicas e privadas – universidades, institutos de ciência e tecnologia e escolas técnicas – já vêm atuando de forma proativa na capacitação de docentes, preparação de infraestrutura e articulação de parcerias público-privadas, tanto com a indústria automotiva quanto instituições estrangeiras, a fim de diminuir a lacuna de conhecimento necessário e o tempo de resposta para suportar a consolidação gradativa da eletromobilidade no País. (O Estado de São Paulo - 08.02.2023) 
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Toyota quer acabar com postes e usar meio-fio para carregar VEs

O Toyota Frontier Ressearch Center em parceria com a Toyota T&S Construction Co, divulgou a primeira etapa de estudos sobre o meio-fio. A ideia da fabricante é dar uma funcionalidade a esse bloco de concreto. Para isso, criou um design oco, que permite colocar um duto para cabos de eletricidade na parte interna. Há duas explicações para isso: A primeira é basicamente eliminar os postes de fiação, aumentando o espaço para o pedestre, ampliando as possibilidades de vagas em comércios e retirando um elemento que agrava acidentes. O segundo motivo é criar uma rede de recarga para carros elétricos autônomos por indução. Os meios-fios ocos abrigariam os componentes necessários e fios de alta voltagem, enquanto as ruas teriam carregadores por indução. Dessa maneira, o carro elétrico autônomo seria recarregado enquanto leva os passageiros ao seu destino. Dependendo do nível de estrutura, seria possível reduzir o tamanho das baterias, tornando o carro mais barato e a produção mais limpa. (Auto Esporte - 08.02.2023) 
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GM: Montadora avalia participação em unidade da Vale visando metais críticos para VEs

A General Motors está considerando comprar uma pequena participação na unidade de metais básicos da Vale, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. A mineradora brasileira extrai e processa níquel e outros metais cruciais para a construção de baterias de veículos elétricos. A Vale disse em dezembro que considera vender até 10% de participação no negócio, sem divulgar um possível preço de venda. Uma fatia desse tamanho pode ser avaliada em até US$ 2 bilhões, segundo algumas fontes. O interesse da GM surge no momento em que as montadoras buscam cada vez mais acordos de fornecimento e parcerias mais estreitas com empresas de mineração, enquanto disputam o suprimento mundial limitado de metais de que precisam para construir as baterias necessárias para os veículos elétricos que esperam vender nos próximos anos. (Valor Econômico - 09.02.2023)
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Sigma Lithium: Exportação da primeira carga de lítio para a China

A Sigma Lithium confirmou que irá despachar a primeira carga de lítio brasileiro concentrado de elevada pureza no mês de abril. No total, 15 mil toneladas do produto irão zarpar do Porto de Ilhéus, na Bahia, tendo a China como destino. Esse volume, e depois tantos outros no futuro, vai abastecer refinarias chinesas que são fornecedoras das fabricantes de baterias de carros elétricos. O embarque marca a nova era na extração e beneficiamento de lítio no Brasil, que passa a figurar entre produtores de relevância mundial do insumo mais cobiçado do momento por montadoras de automóveis. O lítio da Sigma Lithium Corporation é extraído e beneficiado no Vale do rio Jequitinhonha, umas das regiões mais pobres do Brasil, encravada no norte do Estado de Minas Gerais. É onde se encontram as maiores reservas minerais de lítio do país. (Valor Econômico - 09.02.2023)
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Inovação e Tecnologia

Programa dará início a oportunidades para o hidrogênio contribuir para a rede elétrica limpa de Ontário

O governo de Ontário está estabelecendo um Fundo de Inovação de Hidrogênio que investirá US$ 15 milhões nos próximos três anos para iniciar e desenvolver oportunidades para que o hidrogênio seja integrado ao sistema de eletricidade limpa de Ontário, incluindo o armazenamento de eletricidade de hidrogênio. Este lançamento marca outro marco na implementação da Estratégia de Hidrogênio de Baixo Carbono da província, posicionando Ontário como um centro de fabricação limpa. "Quando a energia é confiável, acessível e limpa, toda a nossa província ganha", disse Todd Smith, Ministro da Energia. “O Hydrogen Innovation Fund ajudará a estabelecer as bases para que o hidrogênio contribua para nosso fornecimento diversificado de energia, apoiando investimentos revolucionários na produção de veículos elétricos, siderurgia verde e fabricação limpa que criarão empregos bem remunerados, aumentarão nossa economia e reduzirão as emissões. " Os projetos do Hydrogen Innovation Fund apoiariam o fornecimento, capacidade, armazenamento e gerenciamento de demanda de eletricidade e apoiariam o crescimento da economia de hidrogênio de Ontário. (EE Online – 08.02.2023) 
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Energias Renováveis

Câmara dos Deputados instala novas placas para produção de energia solar

A produção de energia limpa e sustentável está na agenda de debates e votações da Câmara dos Deputados. Com três usinas espalhadas no complexo que administra, a Casa deve produzir cerca de 1 milhão de kW por ano. O consumo da Câmara no ano passado foi de 16,7 milhões kW, essa iniciativa permitirá economia de 6% na conta luz e sinaliza o compromisso da Casa com uma gestão sustentável. O diretor do Departamento Técnico da Casa, Ismael Guimarães, calcula que, com as três usinas em funcionamento, será possível economizar cerca de R$ 800 mil por ano. "Estimamos que, com as tarifas atuais, o retorno do investimento é de seis anos", diz Guimarães. (Câmara Notícias – 07.02.2023)
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Absolar/Bárbara Rubim: “Setor pode considerar o ‘copo meio cheio’

Em linhas gerais, a representante da Absolar, Bárbara Rubim, destaca que houve avanços com a regulamentação realizada na terça-feira. Hoje o setor pode considerar o ‘copo meio cheio’ ante o que tinha no anteriormente. “Óbvio que não era a regulação que queríamos, mas dificilmente se consegue tudo”, admitiu. Ela contou que da forma que estava sendo delineada a regulamentação havia o risco de o payback de sistemas de geração distribuída passar de atuais 5 anos para 10 a até 12 anos. Contudo, a retirada da cobrança em duplicidade do custo de disponibilidade e da chamada TUSD Fio B, que é o encargo sobre o uso da rede, essa ameaça foi afastada e o prazo ficou equacionado no que era antes. Segundo a Absolar, dos comandos trazidos pela Lei, falta ainda o cálculo dos benefícios líquidos da GD ao setor. E ainda, cobra a questão da fiscalização das distribuidoras em relação ao cumprimento dos prazo e nas obrigações previstas em lei e na regulamentação, bem como as questões concorrenciais para garantir o equilíbrio do mercado para os pequenos empreendedores solares poderem competir com os grandes grupos econômicos do setor. (CanalEnergia - 08.02.2023) 
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Empresa de energia solar mira em pequenos negócios para crescer

A CMU Comercializadora de Energia planeja para este ano ampliar de 118 mil para 300 mil o número de clientes em sua carteira, como pequenas e médias empresas que usam energia solar por meio da geração distribuída compartilhada. A empresa de Minas Gerais prevê fechar o ano com faturamento de R$ 240 milhões, acima dos R$ 200 milhões de 2022. “Temos 140 usinas solares em operação hoje. E clientes aguardando para aderir ao modelo. Por isso, vamos viabilizar novas usinas e aumentar em 150% a capacidade de produção”, conta Walter Fróes, presidente da CMU. (O Globo – 08.02.2023) 
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Greener: Grande parte dos projetos de GD tem redução importante de atratividade depois do dia 6

O presidente da consultoria Greener, Marcio Takata, afirmou que tem observado em grande parte dos projetos de Mini e Micro Geração Distribuída (MMGD) "uma condição de redução importante da atratividade" quando a solicitação de conexão do projeto é protocolada depois de 6 de janeiro, data que marcou o último dia para garantir a isenção de pagamento do uso do fio do sistema de distribuição, conforme determinou o marco legal do segmento. "A grande parte dos empreendimentos hoje que estão recebendo investimentos para estruturação e construção são empreendimentos que tem a solicitação de conexão antes do dia 6", reforçou durante o seminário virtual "Tendências 2023: Mercado Solar". (BroadCast Energia – 07.02.2023)
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Gás e Termelétricas

Petrobras: Produção de óleo e gás cai 3,1% em 2022

A produção de petróleo, gás natural e LGN da Petrobrás no Brasil em 2022 somou 2,648 milhões BOE/dia, queda de 3,1% na comparação com o ano anterior. No relatório de produção do 4º trimestre, a estatal ressaltou que a produção operada - advinda de campos onde é operadora, mas em que parte do volume pertence às parceiras - foi recorde, com 3,641 milhões de BOE/dia, alta de 2% sobre 2021. A companhia apontou, entre os destaques de 2022, o início da produção do FPSO Guanabara, primeiro sistema definitivo no campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, em abril, que já atingiu a capacidade nominal de produção de 180 mil barris de óleo por dia. Além disso, citou o começo da produção, em dezembro, da P-71, no campo de Itapu, no pré-sal da Bacia de Santos. A unidade tem capacidade de produção de 150 mil barris de óleo por dia e previsão de atingir a capacidade nominal de no segundo semestre deste ano. (Valor Econômico - 09.02.2023)
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ANP: Produção de petróleo e gás natural no Brasil bate recorde em 2022

A produção média de petróleo e gás natural no Brasil bateu recordes em 2022, informou a ANP em boletim mensal. Segundo dados da ANP, a produção média de petróleo em 2022 foi de 3,021 milhões de barris por dia, 2,47% acima do recorde registrado em 2020, quando foram produzidos 2,948 milhões de barris/dia. A produção média de gás natural no ano passado foi de 138 milhões de metros cúbicos por dia (m³/dia), superando em 2,98% a marca de 134 milhões de m³/dia, observada em 2021, destaca a agência reguladora. Os dados da ANP apontam que em dezembro, a produção total de petróleo foi de 3,955 milhões de barris de óleo equivalente por dia. (Valor Econômico - 09.02.2023)
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Importação brasileira de combustíveis americanos bate recorde

A guerra na Ucrânia e a crise energética levaram o Brasil a importar um volume recorde de fertilizantes, combustíveis e carvão dos EUA, em valores, em 2022. As compras vindas dos EUA alcançaram no ano passado cifra recorde de US$ 51,3 bilhões, segundo dados compilados pela Amcham Brasil. “Essa mudança [no comércio] de energéticos vem acontecendo desde ano passado. Houve crescimento em ambas as direções [das vendas americanas ao Brasil e das brasileiras aos EUA]. Parte disso é resultado do choque de derivados de petróleo na Europa, do aumento da cotação internacional e também pelo fato de os EUA terem sancionado importações de petróleo, o que abriu espaço para vendas brasileiras”, afirma Abrão Árabe Neto, CEO da Amcham. Dentre os dez principais produtos americanos importados pelo Brasil em 2022, estão óleos e combustíveis, motores e máquinas não elétricos, gás natural, petróleo bruto, carvão, adubos ou fertilizantes químicos, inseticidas, fungicidas e herbicidas. (Valor Econômico - 09.02.2023)
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Evento sobre energia em Brasília destaca a importância do setor nuclear para o Brasil 

O setor nuclear esteve presente de forma maciça no evento Welcome Energia 23, que aconteceu no dia 7 de fevereito, em Brasília. O objetivo do encontro foi debater as tendências políticas e econômicas da matriz energética até 2026. Representando a indústria nuclear brasileira, participaram o presidente da Nuclep, Carlos Seixas, o presidente da Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (ABDAN), Celso Cunha, o presidente da ENBPar, Ney Zanella, o presidente da INB, Carlos Freire, e o diretor comercial da Nuclep, Nicola Mirto Neto. Além deles, outras personalidades políticas importantes também participaram do encontro, como o deputado Júlio Lopes (PP-RJ), líder da Frente Parlamentar Mista de Tecnologia e Atividades Nucleares, e o ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. (Petronotícias - 07.02.2023) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

Mercado de Curto Prazo do setor elétrico movimentou R$ 448 mi em dezembro e R$ 12,5 bi em 2022

O Mercado de Curto Prazo (MCP) do setor elétrico brasileiro liquidou R$ 448 milhões em dezembro de 2022, do total de R$ 1,57 bilhão contabilizado. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE registrou R$ 945 milhões ainda represados por conta de liminares contra o pagamento do risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) no mercado livre. Desde abril do ano passado, o montante travado pelas decisões judiciais se mantém nessa ordem de grandeza. No acumulado desde janeiro, a operação somou R$ 12,5 bilhões liquidados, de R$ 26 bilhões que passaram pela contabilização. (CCEE – 07.02.2023) 
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Volume negociado na BBCE cresce 32,1% em janeiro

Em janeiro, a BBCE registrou recorde de volume mensal transacionado. Foram, ao todo 30,8 mil GWh negociadas de ativos físicos de energia, alta de 75,4% em comparação com dezembro e 32,1% em relação a janeiro de 2022. Segundo o diretor de produtos, comunicação e marketing da BBCE, Felipe Nasciben, dentre os principais fatores do movimento, está o alongamento de prazos. De todo volume operado em janeiro, 56% têm vencimento acima de 2024. O montante foi dividido em apenas 2.018 operações, queda de 60,8% em comparação com janeiro do ano anterior. O volume financeiro também foi menor e teve retração de 19,4% em relação ao mesmo mês de 2022 e é 70,6% superior a dezembro. Com mais volume em menos negócios, o tíquete médio dos contratos teve alta de 233,33% em comparação com janeiro do ano passado. Vale destacar que o ativo mais negociado no mês foi a energia convencional Sudeste para entrega no ano de 2024, que representou 18% do volume. Com o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) próximo ao piso, os valores negociados dos produtos de curto prazo negociados na BBCE permaneceram praticamente estáveis. Os contratos de médio e longo prazos, contudo, apresentaram redução mais acentuada, apontando movimentos de preços em diferentes tendências. (CanalEnergia - 08.02.2023) 
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Biblioteca Virtual

PABST, Gabriel; COSTA, Vinicius Jose Braz da; MAESTRINI, Marcelo; SENRA, Paulo Maurício. “Mapeamento e avaliação das iniciativas de eletromobilidade aplicada aos ônibus brasileiros”.

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