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IFE
01/02/2023

IFE 5.655

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
01/02/2023

IFE nº 5.655

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.655

Regulação

Aneel adia votação da regulamentação do marco da geração distribuída de energia

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) adiou nesta terça-feira (31) a votação da regulamentação da lei nº 14.300, que estabeleceu um marco legal para a micro e minigeração distribuída de energia, com a retirada do processo de pauta pelo relator, diretor Hélvio Guerra. Segundo Guerra, a decisão tomada durante a reunião da agência reflete a necessidade de uma análise mais profunda das contribuições sobre o tema. Cerca de 20 agentes, entre empresas e associações, sobretudo do mercado de energia solar, apresentaram oralmente suas visões sobre a proposta de regulamentação na reunião do dia 31 de janeiro. Estão em discussão, agora, regras que tratam da cobrança do custo de transporte de energia para a geração distribuída, da apresentação de garantia de fiel cumprimento para conexão das usinas, entre outros conceitos. (Folha de São Paulo – 31.01.2023) 
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Aneel/Feitosa: Estamos ansiosos para que Congresso paute abertura de mercado

O diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, afirmou que os membros da agência reguladora estão "aguardando ansiosos para que o Congresso Nacional inicie seus trabalhos, especificamente, essa matéria da abertura do mercado seja pautada". Feitosa declarou ainda que a Aneel está se preparando ao ter a possibilidade de "tão logo seja pautado e aprovado" o Projeto de Lei 414, de 2021, que trata do tema, redirecionar esforços para permitir que a abertura de mercado se dê dentro dos prazos que estão sendo discutidos na regulamentação, considerando as pautas da agenda regulatória 2023-2024. Ele disse também ser importante que a abertura de mercado "não incorra em custos ao consumidor e traga benefícios à sociedade" e que as experiências de exposição ao risco observadas na Europa devem ser utilizadas para fazer a transição "de forma segura" no Brasil. (BroadCast Energia – 31.01.2023) 
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BNDES: fundo garantidor para eficiência energética terá R$ 140 mi de pacote com Alemanha

O fundo garantidor FGEnergia, a ser constituído pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com recursos do KfW, o banco de desenvolvimento da Alemanha, terá condições de avalizar até R$ 870 milhões em empréstimos para projetos de eficiência energética, informou a instituição de fomento brasileira. O aporte no FGEnergia faz parte de um pacote de 200 milhões de euros da Alemanha para investimentos em desenvolvimento sustentável no Brasil. O pacote foi anunciado nesta segunda-feira, 30, durante entrevista coletiva conjunta entre a ministra do Meio Ambiente e Mudanças do Clima, Marina Silva, e ministra Federal da Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha, Svenja Schulze. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, também teve reunião com Schulze nesta segunda-feira, 30, em Brasília. As reuniões fazem parte da programação da visita oficial ao País do chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, que chegará na tarde desta segunda-feira. (BroadCast Energia – 30.01.2023) 
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Prefeitura do RJ anuncia R$ 100 mi em novo hub de energia 

A prefeitura do Rio de Janeiro irá investir R$ 100 milhões para formação de um novo hub de inovação destinado a energia, sustentabilidade e em gerar novos negócios na cidade, que almeja ser reconhecida mundialmente como a capital da transição energética. O anúncio foi feito nessa segunda-feira, 30 de janeiro, pelo secretário de desenvolvimento econômico, inovação e simplificação do Rio de Janeiro, Chicão Bulhões, durante o encerramento do MIT Reap in Rio. Desse montante R$ 40 milhões serão destinados à reforma de um prédio icônico e que estava abandonado no centro da cidade, chamado Automóvel Clube do Brasil, para a efetiva construção do Centro de Energia e Finanças do Amanhã, que junto a área do Passeio Público formará um novo ecossistema de inovação que congregue diferentes startups e agentes privados e públicos. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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Transição Energética

Eletrobras e Petrobras destacam trunfos do Brasil para transição energética 

A Eletrobras e a Petrobras participaram da abertura do evento MIT Reap In Rio no dia 30 de janeiro, no Museu do Amanhã. O ex-presidente da Vibra Energia e que retornou ao comando da estatal de energia há quatro meses, Wilson Ferreira Jr, destacou que o Brasil possui atualmente os dois principais pontos para avançar e liderar a transição energética mundial, citando as maiores capacidades de captura de carbono e o potencial para as fontes renováveis. A ideia do MIT Reap é transformar o Rio de Janeiro numa sede global de energia para o futuro, uma espécie de Vale do Silício com foco amplo e não refratário no desenvolvimento de diferentes frentes tecnológicas, como em uma cadeia de óleo e gás mais limpa, um hub de fontes renováveis e ao próprio organograma de inovação inclusiva e sustentável. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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Eletrobras: Brasil tem a maior capacidade de captura de carbono e potencial de energia renovável

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr, disse nesta segunda-feira (30) que o Brasil é o país que tem hoje a maior capacidade de captura de carbono e o maior potencial de energia renovável. Durante participação na abertura do evento MIT Reaf In Rio, o executivo destacou que a alta capacidade de capturar carbono por meio das florestas e as energias renováveis são os dois principais elementos para a transição energética. “O que precisamos para potencializar (a transição) está aqui, só é preciso juntar as pessoas (para concretizar a transição)”, disse Ferreira. (Valor Econômico - 30.01.2023)
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Haddad e Marina Silva destacam oportunidade em energia limpa

Em compromissos diferentes nesta segunda-feira, 30 de janeiro, os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Meio Ambiente, Marina Silva, reforçaram a oportunidade que o Brasil terá nos próximos anos de se transformar no grande fornecedor de energia limpa para outros países do mundo. Para Haddad, este pode ser o caminho para a reindustrialização do país, enquanto Marina acredita tanto na possibilidade de exportar energia para a Europa, em função do potencial de produção de hidrogênio verde, quanto atrair investimentos de empresas europeias. “O mundo inteiro está em busca de energia limpa. As indústrias estão escolhendo o local para se instalar com base em energia limpa. E o Brasil é o país que está mais bem posicionado para produzir hidrogênio verde, energia eólica, solar e biomassa. Tudo o que está disponível tecnologicamente nós estamos com vantagem competitiva, e isso pode ser um forte componente de atração de investimentos estrangeiros para o Brasil e de reindustrialização do capital nacional, se tomarmos algumas medidas centrais para pensar o reposicionamento da indústria na nossa economia”, disse o ministro durante reunião de diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. (CanalEnergia - 30.01.2023)
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UE estuda novo pacote de subsídios para energia limpa

A União Europeia (UE) planeja oferecer um novo pacote de subsídios a empresas que investirem em energia limpa e na transição energética. As medidas seriam uma resposta a um pacote similar aprovado pelos Estados Unidos que oferece uma série de recursos e subsídios para acelerar a transição energética do país. A ideia do pacote é permitir mais subsídios para empresas que investem em energia renovável e em tecnologias de redução da emissão de carbono utilizando incentivos fiscais. Segundo o documento inicial, a proposta permitiria mais recursos para investimentos em tecnologias e energias renováveis além daquelas já definidas pelas atuais leis da UE. A comissão também permitiria mais incentivos fiscais para enfrentar o pacote de US$ 369 bilhões dos EUA. (Valor Econômico - 30.01.2023)
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ONU/Accenture: Pesquisa aponta que 98% dos CEOs posicionam sustentabilidade como uma de suas prioridades

A sustentabilidade é um fator fundamental para os executivos dos principais negócios, segundo a 12ª edição da pesquisa com os CEOs realizada pelo Pacto Global da ONU e a consultoria Accenture. Porém, o atual cenário de crises sociais, econômicas e ambientais faz com que surjam desafios para fazê-la avançar nas organizações. De acordo com os dados do levantamento, 98% dos entrevistados acreditam que a sustentabilidade é uma das obrigações do cargo em que ocupam, 15% a mais do que há dez anos. A sustentabilidade passou a ser vista como um tema de governança que afeta os negócios de forma geral, ao lidar principalmente com a competitividade no longo prazo. Se antes era um ponto de atenção principalmente pela percepção dos consumidores e outros públicos, agora é também vista como fundamental para a resiliência e tornar as empresas mais preparadas para os próximos anos. Dois terços dos executivos (66%) apontam que suas empresas estão engajadas em parcerias estratégicas de longo prazo e em construir essa resiliência. (O Estado de São Paulo – 31.01.2023)
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A corrida da ASEAN para a linha de chegada Net-Zero auxiliada pela IRENA

A crescente economia e população do Sudeste Asiático resultará em um grande aumento na demanda de energia até 2050. Juntamente com esse aumento, a quantidade de emissões de CO 2 relacionadas à energia dobraria. A IRENA estima que a região pode atender sua crescente demanda de energia com fontes renováveis e cortar 75% de suas emissões de CO 2 relacionadas à energia até 2050, metade das emissões em comparação com hoje. Após o Acordo de Paris, os estados membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) revisaram seus planos de desenvolvimento de energia para incluir compromissos ambiciosos com a descarbonização do setor de energia. A região concordou coletivamente em aumentar a participação de RE na capacidade de energia instalada para 35% até 2025. Na COP26 em 2021, a maioria dos estados membros da ASEAN reafirmou esse compromisso e, atualmente, nove em cada 10 governos se comprometeram a alcançar a rede. metas zero até 2050. (IRENA – 01.02.2023) 
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Empresas

Petrobras/Prates: P&D e inovação devem estar entranhados à atividade fim de empresas de energia

O novo presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, disse hoje que atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação devem estar "entranhadas" à atividade fim de empresas de energia. E afirmou que a Petrobras "está dentro" de iniciativas nesse sentido, capazes de tornar o Rio de Janeiro um hub de inovação em sustentabilidade. Prates falou em painel do workshop mundial do Programa de Aceleração do Empreendedorismo Regional (REAP) do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Pela primeira vez no Brasil, o evento acontece no Museu do Amanhã, no centro do Rio. "Nós estamos dentro [de iniciativas de inovação]. O Rio tem tudo para ser a capital de energia do Brasil", disse Prates. Ele acrescentou que a Petrobras tem um enorme desafio na área de inovação dedicada a descarbonizar suas atividades. Prates fez um breve perfil do ecossistema de inovação da Petrobras com destaque para o Cenpes, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa sediado no Rio, com mais de 10 mil pesquisadores espalhados em mais de 100 laboratórios. Ele destacou o programa "Petrobras Conexão Futuro", que teria cerca de 60 convênios e cerca de R$ 140 milhões em investimentos. Esse montante, porém, foi definido por Prates como "microscópico" no universo Petrobras. Com isso, o novo presidente da companhia indica a intenção de escalar investimentos nessa frente. Prates lembrou que as principais atividades da empresa se desenvolvem na costa do Rio de Janeiro e que, portanto, deve haver esforços relacionados ao Estado, para além dos royalties, que definiu como uma indenização a gerações futuras pelo uso de recursos não renováveis. Ele defendeu, ainda, parcerias com empresas de outros países em nome da inovação, sem o temor de que tomem vantagem do Brasil. "Precisamos trocar informações sem ser subservientes ou refratários, como se os outros quisessem impor as coisas, como se esse tipo de parceria fosse perigosa", disse Jean Paul Prates. (BroadCast Energia – 30.01.2023) 
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Eletrobras: é preciso avançar na tramitação do PL 414/2021

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, afirmou que “é preciso avançar na tramitação do [Projeto de Lei] PL 414/2021”, que trata da abertura do mercado de energia e modernização do setor. Para ele, a medida é fundamental para separação de lastro e energia para alocação de custos entre todos os consumidores do setor elétrico. Outro tema de destaque na proposta, para ele, é a readequação da autoprodução, além da limitação do aumento de garantia física de usinas. Ele ressaltou ainda os chamados serviços ancilares. Para ele, as hidrelétricas estão fazendo o papel de “pilha” do setor, embora tenham sido construídas para ser a base dele no Brasil - o que, na visão do executivo, não está sendo devidamente remunerado. Ele também considera importante a ampliação do prazo de concessão de transmissão para 35 anos. Hoje, os contratos duram 30. (BroadCast Energia – 31.01.2023) 
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Eletrobras: Abertura integral do mercado dependerá de processo mais estruturado

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, afirmou que o processo de abertura total do mercado de energia elétrica - incluindo para consumidores atendidos em baixa tensão - dependerá de um processo mais estruturado do que o que permitirá o ingresso daqueles atendidos em alta tensão no mercado livre, processo autorizado via portaria do Ministério de Minas e Energia no ano passado. Para ele, a abertura para consumidores de alta tensão, a partir de 2024, é bastante relevante em termos de volume de energia, embora a maior parte dos consumidores seja atendida em baixa tensão. (BroadCast Energia – 31.01.2023) 
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Eletronorte pagou mais de R$210 mi de royalties em 2022

As usinas hidrelétricas operadas e mantidas pela Eletronorte, Tucuruí e Curuá-Una, no Pará, Samuel, em Rondônia, Coaracy Nunes, no Amapá, e Balbina, no Amazonas, geraram em 2022 mais de R$ 210 milhões em Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH), os chamados royalties da água. A Eletronorte paga o montante mensalmente à Aneel, que gerencia a arrecadação e a destinação dos recursos, distribuídos às administrações estaduais e aos municípios na área de influência das hidrelétricas, além de órgãos do Governo Federal – 10% da Compensação são repassados à União, 65% aos municípios e 25% às administrações estaduais. A legislação estabelece que o valor do encargo CFURH será de 7% sobre o montante da energia elétrica de origem hidráulica produzida, medida em MWh, multiplicado pela Tarifa Atualizada de Referência (TAR), fixada pela Aneel. A Tarifa é calculada anualmente, com validade para o ano civil seguinte ao de sua aprovação. De acordo com a Eletronorte, a UHE Tucuruí, no Pará, gerou 32.916.142,445 MWh de energia elétrica no ano passado e repassou recursos de mais de R$ 193 milhões aos municípios no entorno do empreendimento. Também no Pará, a usina Curuá-Una gerou mais de 271 mil MWh e uma compensação financeira de quase R$ 1,6 milhão. Em Rondônia, a geração de Samuel em 2022 foi de mais de 827 mil MWh, o que representou o pagamento de quase de R$ 4,9 milhões em royalties. Em Coaracy Nunes, no Amapá, a produção ultrapassou os 511 mil MWh e repassou quase R$ 3 milhões. Por fim, Balbina, no Amazonas, gerou 1.372.204,570 MWh e mais de R$ 8 milhões em royalties. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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EDP investirá R$ 4 bi no Espírito Santo entre 2020 e 2025

A EDP e o governo do estado do Espírito Santo anunciaram nesta segunda-feira, dia 30 de janeiro, investimentos em diversas áreas. Os recursos somam R$ 4 bilhões somente na distribuidora, até 2025. O valor, aponta a empresa, é o dobro do que foi investido entre 2016 e 2020 e trata-se de um recorde. Os recursos estão direcionados à expansão da rede, preparando o sistema elétrico para o desenvolvimento das 70 cidades da área de atuação, melhorias operacionais e redução de perdas, como o combate ao furto de energia. Além disso, investimento em digitalização e atendimento ao cliente. A cerimônia marcou ainda o lançamento oficial do Sendi 2023, que ocorrerá de 7 a 10 novembro. E ainda assinou a ordem de serviço para a construção de duas subestações no município da Serra, com um investimento de R$ 50 milhões. Os empreendimentos vão beneficiar cerca de 100 mil habitantes. No foco dos aportes estão melhorias, fortalecimento da rede de distribuição, atendimento ao cliente, implantação de usinas de GD, programa de incentivo para transição energética e projetos sociais focados, especialmente, em educação. Outro campo de atuação é em parceria com o Sebrae, trata-se do lançamento do Programa Solar Digital. O objetivo é oferecer benefícios, ferramentas e possibilidades dentro do portfólio de serviços e produtos EDP para viabilizar as pautas de transição energética. O programa oferecerá benefícios comerciais exclusivos aos associados das respectivas instituições para os produtos Solar Digital, Mercado Livre Atacadista e Varejista. Além disso, no escopo do projeto conta com a consultoria da EDP na avaliação de qual produto de energia melhor se encaixa à realidade do cliente. Só no segmento de geração distribuída solar serão injetados R$ 225 milhões no estado até o final de 2023, com desenvolvimento de mais de 46 MWp, parte já em operação e construção. Desses, 26 MWp serão destinados às usinas de geração compartilhada, que podem atender empresas de pequeno e médio porte. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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EDP: Investimentos sociais

Por meio do Instituto EDP, em parceria com o governo do estado e a Unicef, a companhia pretende investir R$ 3 milhões ao longo dos próximos 3 anos no programa de Busca Ativa Escolar (BAE) para os municípios do Espírito Santo. Durante o evento, a EDP lançou o selo de comemoração de 15 anos do Instituto no Brasil, entidade que calcula ter investido mais de R$ 195 milhões em 635 projetos sociais, beneficiando mais de 4,3 milhões de pessoas. No Espírito Santo, os investimentos do Instituto EDP somam R$ 40 milhões em 240 projetos apoiados, que beneficiaram cerca de 170 mil pessoas nos municípios da área de concessão no estado. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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Energisa inaugura SE que atenderá região da Transacreana

A Energisa inaugurou a nova subestação de energia e a rede elétrica de quase 66 quilômetros de extensão que vão atender a região da Transcreana, no Acre. A SE tem capacidade de 3 MVA (Mega Volt Ampère) e recebeu o investimento de cerca de R$ 17 milhões, além de beneficiar diretamente cerca de 10 mil pessoas que residem na região atualmente. Além da Transacreana, a Energisa também está com avançadas obras de subestações e linhas de distribuição em Acrelândia, Tarauacá, Feijó, Mâncio Lima e Cruzeiro do Sul, e melhorias na subestação de Sena Madureira. Também serão construídas novas redes de distribuição para atender aos municípios de Porto Acre e Bujari. Além das obras das subestações e linhas de distribuição, a Energisa destacou que está atuando na desativação de cinco usinas termelétricas. Duas já foram desligadas, em 2020, nos municípios de Assis Brasil e Manoel Urbano. Neste ano, os municípios de Feijó e Tarauacá também serão conectados ao SIN. E, até 2025, a região de Cruzeiro do Sul deixará de ser atendida por geração térmica. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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Equatorial apresenta pedido de OPA da CELG-D à CVM

Nesta segunda-feira, 30 de janeiro, a Equatorial Energia protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido de registro de oferta pública de aquisição das ações ordinárias (OPA) de emissão da Celg-D. O pedido de registro da oferta ocorre no contexto da aquisição do controle da Celg-D pela Equatorial Participações, concluída em 29 de dezembro de 2022, pelo valor de R$ 1,5 bilhão. Vale destacar que o lançamento da OPA está sujeito ao registro e autorização da CVM. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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Celesc abre chamada para programa de P&D

A Celesc iniciou a abertura da Chamada Pública do Programa de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) junto à Aneel. Nessa edição o desafio será ampliado para oito eixos temáticos, visando o enquadramento para submissão dos projetos. As propostas podem ser enviadas até o dia 23 de fevereiro, por meio da plataforma Sparkx. “A expectativa é de que os projetos envolvam novas tecnologias, uso de Inteligência artificial e transformação digital, sempre guiadas pelos pilares da originalidade, relevância, razoabilidade de custos e aplicabilidade”, resume a diretora de Planejamento, Controles e Compliance da Celesc, Pilar Sabino da Silva. Podem participar da seleção instituições públicas ou privadas de ensino e/ou de pesquisa, universidades, empresas de consultoria, além de startups que fabriquem materiais e equipamentos e que apresentem em seu Estatuto Social/Contrato Social/Regimento, entre as suas atividades, pesquisa e desenvolvimento (conforme definição da Lei Complementar 182/2021). Além disso, as entidades interessadas também deverão comprovar experiência no assunto proposto. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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Órigo recebe aporte de R$ 250 mi de acionista

A Órigo Energia recebeu mais um aporte de R$ 250 milhões da norte-americana Augment Infrastructure, gestora de fundo de investimento focado em energia renovável e infraestrutura sustentável. Com essa nova injeção de capital, somado ao investimento de R$ 460 milhões anunciado em agosto de 2022, a Augment totaliza um movimento de mais de R$ 700 milhões. Os recursos, diz a Órigo, contribuem para a expansão dos negócios com novas fazendas solares e atuação em novos estados. No total, os investimentos da empresa devem chegar a R$ 4 bilhões até 2025, quando projeta ter mais de 1 GWp em capacidade instalada e uma carteira com cerca de 500 mil clientes. Atualmente, a geradora atende mais de 60 mil clientes, com uma potência instalada de cerca de 200 MWp em suas fazendas solares nos estados de Minas Gerais, Pernambuco, Ceará e São Paulo. O modelo de negócio da Órigo é oferecer cotas de energia solar gerada em suas fazendas solares. A adesão é 100% on-line pelo site da empresa. Os clientes que optam pelo seu serviço passam a receber os pacotes de energia solar contratados em suas residências ou negócios diretamente pela rede de distribuição local e não precisam investir na aquisição de sistemas de geração. Outros acionistas importantes da Órigo incluem TPG ART- Circularis Partners, BlaO – Blue like an Orange Sustainable Capital, MOV Investimentos e Mitsui. (CanalEnergia - 30.01.2023)   
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Lemon Energia oferece 18 vagas para regime 100% remoto

A climatech Lemon Energia, que conecta usinas de energia sustentável a pequenos comércios, está com 18 vagas abertas. A maior parte das vagas está na área de tecnologia, com quatro postos para pessoa desenvolvedora backend e outros dois para analista de dados. Há vagas também para os setores financeiro, de pessoas, de policy, de atendimento ao cliente, de produto (design e product manager) e de engenharia de energia. Os interessados podem acessar o site da empresa para mais detalhes. De acordo com a Startup, todas as oportunidades são para o regime 100% remoto, com horário de trabalho flexível. Para quem deseja incluir alguns dias de atividade presencial, é possível utilizar coworkings espalhados por todo o país com uso liberado. Em 2022, a Lemon recebeu um aporte de R$ 60 milhões numa rodada Series A e prevê forte expansão das operações em 2023. Ao longo do ano, a ideia é continuar ampliando o time, que hoje conta com 115 colaboradores, para apoiar o plano de crescimento da startup. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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Enel Green Power adicionou 5,223 GW em capacidade renovável em 2022

A Enel Green Power adicionou 5,223 GW de capacidade de energia renovável ao seu portfólio em 2022, incluindo 387 MW em armazenamento, alcançando aproximadamente 59 GW em todo o mundo. A nova capacidade inclui mais de 80 usinas, principalmente solares (2.622 MW) e eólicas (2.160 MW). Além dos 5.223 MW construídos em 2022. No ano passado, a empresa alcançou também 7,2 GW em projetos de energia em construção, incluindo 900 MW em baterias. O portfólio total para futuro desenvolvimento de projetos chegou a 455 GW. Em termos de produção de energia, a empresa alcançou aproximadamente 124 TWh no total, dos quais 65,9 TWh são de origem eólica e solar (um aumento de 10,5 TWh frente a 2021), 52 TWh com origem hídrica e 6 TWh de energia geotérmica. (BroadCast Energia – 30.01.2023) 
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BP: Eletricidade aumentará participação para até 50% em 2050

O cenário para 2050 projetado pela BP e apresentado nesta segunda-feira, 30 de janeiro, em Londres, mostra uma mudança significativa em como o mundo consumirá energia nos próximos 27 anos. Enquanto a participação de energia elétrica aumentará em termos de demanda de energéticos, os combustíveis fósseis deverão seguir em direção oposta. Essas são algumas das constatações da atualização do BP Outlook, versão 2023, e que está disponível para download, em inglês. De acordo com os dados, os hidrocarbonetos, que atualmente respondem por pouco menos de 80% da energia primária em termos globais, deverão recuar entre 20 a 60 pontos percentuais a depender do cenário avaliado. Enquanto isso, a eletricidade passará de uma participação dos atuais 20% para a faixa entre 30% a 50%. Os cenários que são considerados no estudo Outlook 2023 vão do mais conservador, chamado de New Momentum, com o ritmo de investimento atual e as metas anunciadas de descarbonização, há o intermediário que é chamado de Accelerated e o mais incisivo que é o Net Zero em relação à emissão de gases de efeito estufa. Em eletricidade o destaque ficou por conta do aumento da participação das renováveis como fontes primárias. Notadamente solar e eólica. Sem deixar de mencionar os biocombustíveis. A faixa passa dos atuais 15% para uma faixa que vai de cerca de 35% para pouco mais de 60% a depender do cenário ate 2050. No que se refere ao H2, os valores passam do quase zero atual para uma faixa de 5% a 20% do uso de energia para sua produção. Na visão da BP, explica Dale, as cores do H2 ficarão entre o verde e o azul. Como consequência desse conjunto de expectativas as emissões de CO2 equivalentes recuam em todos os cenários até 2050. O volume é que difere. No nível mais baixo o de zero líquido é de cerca de 3 Gt , no intermediário fica em cerca de 10 Gt e considerando o momento atual ainda se situa em cerca de 30 Gt, ante os cerca de 40 Gt do momento pré-covid, em 2019. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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Thyssenkrupp entra em fase decisiva da transformação para modelo descentralizado

A ThyssenKrupp anunciou nesta segunda-feira que entrou em uma fase decisiva e estrutural da sua reorganização, pedindo para que a União Europeia garanta o processo de transformação verde aconteça sem comprometer a industrialização do continente. A diretora-presidente do conglomerado alemão, Martina Merz, diz que a companhia avança na implementação de seu modelo de negócios descentralizado. A empresa divulgará seus resultados trimestrais nas próximas semanas. A Nucera, unidade de eletrólise de água alcalina de alta eficiência, está pronta para abrir capital e acelerar crescimento, afirma a Thyssenkrupp. O conglomerado ainda avalia uma cisão da unidade com seus negócios de aço. “A estratégia para cisão da unidade de aço permanece inalterada. A incerteza do mercado e das condições para a transformação verde estão adiando decisões importantes”, afirma Merz. Em janeiro, a União Europeia anunciou que vai trabalhar em uma lei que simplifique a aprovação de novos pólos industriais limpos, como forma de manter o bloco atrativo para indústrias. Merz diz que a iniciativa da União Europeia é bem-vinda em meio a dúvidas se indústrias com uso intensivo de energia conseguem se manter competitivas na Alemanha em meio à alta nos preços de energia. “O objetivo comum de legisladores, empresas e sociedade deve ser a garantia que a transformação verde aconteça sem desindustrialização”, afirma a executiva da Thyssenkrupp. (Valor Econômico - 30.01.2023) 
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Bain & Company e Schneider Electric estabelecem nova parceria com objetivo de acelerar as ambições globais de descarbonização corporativa

As empresas vão unir a experiência em descarbonização e implementar estrategicamente a redução de carbono e transformações do uso de energia. A parceria segue uma série de colaborações existentes altamente bem-sucedidas que demonstraram o impacto da experiência combinada das empresas para os clientes. De acordo com o presidente de Sustainability Business da Schneider Electric, Steve Wilhite, a demanda global por descarbonização corporativa acelerou rapidamente, gerando novas pressões para que as empresas façam progressos significativos em eficiência energética, aquisição de energia renovável e eletrificação. E a parceria entre as empresas promoverá a descarbonização e a transição energética para os clientes. (CanalEnergia - 30.01.2023) 
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Stellantis fará parcerias com startups e universidades para desenvolver novas tecnologias de energia limpa

Ao completar dois anos de existência, a Stellantis, montadora que agregou em 2021 marcas como Fiat, Peugeot, Citroën, Jeep, entre outras, está lançando no Brasil e na América do Sul o projeto Bio Electro. Trata-se de um sistema de parcerias com startups, universidades e empresas parceiras para desenvolver novas linhas de veículos movidos a energia limpa. Uma delas é a de carros híbridos movidos a etanol. Esse programa já tem parcerias estratégicas e estamos incentivando a criar outras. Com a Academia, vamos produzir informações e formação. E vamos recrutar pessoas em locais que não são tradicionalmente automotivos - disse o presidente da Stellantis na América do Sul, Antonio Filosa, em entrevista on-line nesta terça-feira. Ele disse que o projeto tem diferentes pilares. Na academia, o conhecimento da Stellantis será trabalhado e a equipe de engenharia, assim como a de produto, vai se enriquecer com novas competências. A ideia, disse ele, é buscar novas ideias também junto a startups e com empresas parcerias para desenvolver novas tendências de moto propulsão, como etanol com eletrificação. Depois haverá incubação dessas ideias e testes. O Bio Electro começou a ser desenvolvido no ano passado, mas ganhará tração este ano e a expectativa é ter as primeiras tecnologias desenvolvidas até o final deste ano, e lançadas ao mercado nos próximos anos. (O Globo – 31.01.2023)
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Leilões

Aneel aprova alterações técnicas de usinas solares contratadas no leilão emergencial

A Aneel decidiu nesta terça-feira, 31, aprovar as alterações técnicas envolvendo o sistema de transmissão solicitadas por duas usinas solares contratadas no leilão emergencial, a UFV Buritis e a UFV Machadinho, em Rondônia. Os empreendimentos da Rovema Energia foram contratados no chamado leilão emergencial, em outubro de 2021. O pedido de alteração dos sistemas de transmissão de interesse restrito dessas usinas foi apresentado em 4 de maio. Em dezembro, por meio de nota técnica, a área técnica da agência reguladora recomendou o deferimento do pleito. De acordo com o voto do relator, diretor Hélvio Neves Guerra, os técnicos avaliaram que as alterações solicitadas “não violam os regulamentos” que nortearam o leilão. Ainda, que a EPE se manifestou favoravelmente às alterações apresentadas, “uma vez que todos os critérios, tanto do edital quanto da portaria normativa, foram atendidos.” (BroadCast Energia – 31.01.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

PLD médio diário mantém-se em R$ 69,04 por MWh em todo o País

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) mantém-se no patamar mínimo regulatório, de R$ 69,04 por MWh, em todo o País para esta quarta-feira, 1º. O indicador está no valor mínimo - que era de R$ 55,70 por MWh em 2022 - desde 14 de setembro do ano passado. O preço praticado ao longo do dia não apresenta oscilações de modo que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas e o nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 01.02.2023) 
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CCEE: Carga de energia pode crescer 2,7% este ano

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) estima que a carga de energia poderá aumentar 2,7% em relação aos 67.275 megawatts médios MWmed observados em 2022. Esse montante pode ser revisado para cima nos próximos meses, caso a economia brasileira mostre sinais de crescimento mais forte do que o esperado. No ano passado a carga já havia crescido 1,5% em relação a 2021, puxada pelo mercado livre, onde os consumidores podem escolher seu fornecedor. Nesta modalidade, houve expansão de 7,2% no consumo de energia, para 24.496 MWmed. De acordo com a CCEE, o crescimento é decorrente de uma retomada em alguns setores da economia que nos anos anteriores haviam enfrentado restrições devido à pandemia de Covid-19. (BroadCast Energia – 31.01.2023) 
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Reservatórios do Sul operam com 86,9% de sua capacidade

Os reservatórios do Sul tiveram redução de 0,1 ponto percentual na última segunda-feira, 30 de janeiro, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O subsistema trabalha com 86,9%% de sua capacidade. A energia armazenada marca 17.773 MW mês e ENA é de 6.872 MW med, equivalente a 84% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A região Nordeste diminuiu 0,2 p.p e está operando com 75,5% de sua capacidade. A energia retida é de 39.051 MW mês e ENA aponta 16.349 MW med, valor que corresponde a 88% da MLT. Já o submercado do Sudeste/Centro-Oeste subiu 0,5 p.p e operava com 69,4% do armazenamento. A energia armazenada mostra 142.021 MW mês e a ENA aparece com 73.421 MW med, o mesmo que 101% da MLT. A Região Norte teve aumento de 0,6 p.p e trabalha com 88,9%. A energia armazenada indica 13.597 MW mês e a energia natural afluente computa 20.604 MW med, correspondendo a 119% da MLT. (CanalEnergia - 31.01.2023) 
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Mobilidade Elétrica

Nissan Leaf atinge 1.000 unidades vendidas no Brasil

O Nissan Leaf atingiu a marca de 1.000 unidades vendidas no Brasil. Lançado por aqui em julho de 2019, o carro elétrico da marca japonesa é o modelo de passeio zero emissão mais vendido no país entre as marcas generalistas. Com mais de 10 anos de trajetória e mais de 600 mil unidades vendidas em mais de 50 países, o Nissan Leaf está disponível em 57 concessionárias da marca japonesa espalhadas por todas as regiões do país. Em termos de infraestrutura para carros elétricos, a Nissan disponibiliza carregadores em suas concessionárias homologadas para vender o LEAF e atua em parcerias, como a firmada com a Zletric para apoiar a criação pela Movida da primeira loja conceito para carros elétricos em São Paulo, que serve como um hub com 11 estações de carregamento. No final do ano passado, a Nissan, a Zletric, a Movida e a rede de postos SIM inauguraram a Rota Sul, uma rede privada de eletropostos interligando os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O projeto conta com dez pontos com carregadores em locais estratégicos. Todos estão localizados em postos da Rede SIM, o que garante conveniência e segurança, e sempre com uma distância de até 200 km entre eles. (Inside EVs - 31.01.2023) 
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Ford aumenta produção e reduz preço dos VEs

A Ford está aumentando a produção de seu popular SUV elétrico Mustang Mach-E e reduzindo seu preço de etiqueta semanas depois que a Tesla reduziu os preços de seus veículos. A mudança representa uma reversão substancial dos aumentos de preços que a Ford anunciou no verão passado nos modelos de 2023 – mas os compradores ainda podem estar pagando um pouco mais do que antes dos aumentos. No final do ano passado, Darren Palmer, vice-presidente de programas de veículos elétricos da Ford, disse à CNN Business que o Mach-E estava completamente esgotado e que a montadora estava adiando o lançamento em mais mercados globais para atender à demanda dos EUA. Os cortes de preços anunciados pela Ford na segunda-feira (30) foram maiores nas versões mais caras do SUV, assim como os aumentos foram maiores nesses modelos. (CNN Brasil - 30.01.2023) 
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Grupo Volkswagen já instalou mais de 15.000 carregadores rápidos pelo mundo

O Grupo Volkswagen anunciou que, juntamente com seus parceiros, já instalou mais de 15.000 pontos de carregamento rápido para veículos elétricos com potência de até 350 kW em todo o mundo, sendo que outras 10.000 estações serão adicionadas até o final do ano. O grupo automotivo confirma que em 2025 pretende ter 45 mil pontos de carregamento ativos. Em 2021, o então CEO da VW, Herbert Diess, anunciou no VW Power Day que queria construir uma rede de carregamento rápido com parceiros, que (ao contrário da Tesla com seus Superchargers) estivesse sempre disponível para veículos de todas as marcas. Para cada mercado em particular, o Grupo Volkswagen firmou diferentes parcerias, seja por meio de subsidiárias ou joint ventures. (Inside EVs - 31.01.2023) 
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Inovação e Tecnologia

Ministra alemã/Svenja Schulze: Brasil pode ser líder na área de hidrogênio verde

A ministra Federal da Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha, Svenja Schulze, enfatizou há pouco que o Brasil poderá ser líder global na área de hidrogênio verde. Schulze falou sobre como o Brasil poderia ser um fornecedor de hidrogênio verde em meio ao aumento da necessidade de fontes alternativas, principalmente após a interrupção de gás ao país pela Rússia, em função do conflito com a Ucrânia. Marina Silva, Ministra de Estado do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Brasil, também comentou que o Brasil está fazendo um grande esforço para acelerar parcerias e se tornar um grande fornecedor de energia para a Europa. (BroadCast Energia – 30.01.2023)
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Pesquisadores brasileiros fazem descoberta que pode ampliar e baratear a produção de etanol de segunda geração

Uma nova descoberta de pesquisadores do Laboratório de Bioquímica de Plantas da Universidade Estadual de Maringá (Bioplan-UEM) e do Laboratório de Fisiologia Ecológica da Universidade de São Paulo (Lafieco-USP) tem o potencial de ampliar e baratear a produção do etanol de segunda geração. Os cientistas conseguiram aumentar em até 120% a chamada sacarificação do bagaço da cana-de-açúcar ao longo de 12 meses. No caso da soja, ocorreu um acréscimo de 36% em 90 dias, enquanto a do capim braquiária cresceu 21% em 40 dias. A sacarificação é um processo que, em linhas gerais, extrai os açúcares das celuloses. O estudo conclui dizendo que as possibilidades são inúmeras e promissoras. “A engenharia fisiológica é uma tecnologia baseada em estratégias utilizadas pelas próprias plantas na natureza. Ela abre todo um novo campo de pesquisa e aplicações que junto com o melhoramento genético e a engenharia genética, apenas começa a mostrar seu potencial para contribuir com avanço da agricultura e da agroindústria no Brasil”. (Petronotícias - 31.01.2023)
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Energias Renováveis

Setor de energia solar registra recorde de fusões e aquisições em 2022

Um levantamento realizado pela Redirection International mostrou que as fusões e aquisições (M&A) no mercado brasileiro de energia solar apresentaram um crescimento de 92% em 2022, em relação a 2021, com 25 transações concluídas, quase o dobro do ano anterior, que registrou 13. De acordo com o estudo, os fatores que impulsionaram a atração de investimentos no setor são o marco legal da micro e minigeração distribuída, em vigor desde o início de 2022, e os incentivos fiscais para a instalação de sistemas fotovoltaicos. O economista e sócio da Redirection, Adam Patterson, destaca que a legislação vigente trouxe segurança jurídica para os investidores e as fusões e aquisições trazem grandes oportunidades para acelerar essa transição da matriz energética. (CanalEnergia - 30.01.2023)
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MTR vai investir R$ 50 mi em desenvolvimento para projetos de grandes usinas solares

A distribuidora de equipamentos solares MTR Solar vai investir R$ 50 milhões com capital próprio este ano para o desenvolvimento de produtos e soluções para projetos de grandes usinas. A companhia espera comercializar 1,5 GW em equipamentos solares para usinas de minigeração de até 5 MW em 2023. O novo negócio deve dar suporte para o crescimento da companhia, que em 2022 cresceu 200%. “Estamos muito animados e otimistas para 2023 e vamos investir mais de R$ 50 milhões em desenvolvimento de produtos e soluções para projetos de grandes usinas e em um centro de pesquisas e desenvolvimento para que a solução de estruturas tenha cada vez mais aderência à realidade dos projetos no Brasil”, diz Thiago Rios, CEO da MTR. (Valor Econômico - 30.01.2023)
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BP: Fontes solar e eólica devem responder por 2/3 da geração de energia em 2050

As fontes solar fotovoltaica e eólica devem responder por dois terços da geração de energia em todo o mundo, de acordo com relatório divulgado nesta segunda-feira, 30, pela petroleira britânica BP, que reduziu as expectativas de demanda de petróleo e gás no longo prazo. Segundo o estudo, nas regiões "mais avançadas" as duas fontes podem responder por cerca de 75% da geração total nos cenários mais ambiciosos. No cenário mais pessimista, a estimativa é que fiquem por volta de 50%. O estudo prevê que 90% deste crescimento será via economias emergentes, conforme o aumento de padrão de vida que se estabelece. Já nos países desenvolvidos, a alta de consumo está relacionada à eletrificação. (BroadCast Energia – 30.01.2023)
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Aneel libera 38,4 MW para eólicas e solar

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para início da operação em teste, a partir de 28 de janeiro, as unidades geradoras 1 a 3, da EOL Ouro Branco 2, com 13,5 MW de capacidade instalada, localizada no estado de Pernambuco; a UG14, da EOL Ventos de São Januário 19, com 4,5 MW, no estado da Bahia; e por fim, as UG3 a UG8, da UFV Caldeirão Grande IV, com 20,4 MW, no estado do Piauí. No total, para teste, foram liberados 38,4 MW capacidade instalada. (CanalEnergia - 30.01.2023)
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Copel conclui aquisição de complexos eólicos no valor de R$ 1,7 bi

A Copel concluiu a aquisição dos Complexos Eólicos Aventura e Santa Rosa & Mundo Novo, no valor atualizado de R$ 1,7 bilhão. A capacidade instalada dos complexos chega a uma média total de 260,4 megawatt. Com essa aquisição, a fonte eólica passa a ocupar 17% do portfólio de geração de energia da Copel, reduzindo a sua exposição ao risco hidrológico. A companhia ainda informou que o empreendimento possui um financiamento contratado com o Banco do Nordeste, com vencimento programado para 2043, a uma taxa equivalente ao IPCA mais 2,19% ao ano para o complexo Aventura e ao IPCA mais 1,98% ao ano para o complexo Santa Rosa & Mundo Novo. (Valor Econômico - 31.01.2023)
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Gás e Termelétricas

Eletrobras: empresa vai reduzir número de termelétricas pela metade em 2 ou 3 anos

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, afirmou que a empresa deve reduzir pela metade, em dois ou três anos, o seu conjunto de usinas termelétricas. A medida está sendo avaliada no processo de revisão do planejamento estratégico da companhia. “Nós temos um conjunto de termelétricas, que estão em final de vida útil, de carvão, mesmo de óleo combustível, algumas superineficientes. A nossa empresa vai muito rapidamente, em dois ou três anos, reduzir à metade e vai ser - se a gente continuar crescendo da forma como ambiciona - a maior empresa de energia renovável no mundo”, disse. Ele afirmou ainda que a quantidade de capital estrangeiro aplicada na companhia deve impulsionar este processo de crescimento. (BroadCast Energia – 31.01.2023) 
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Aneel nega recurso e mantém multas para térmicas contratadas no leilão emergencial

A Aneel decidiu nesta terça-feira, 31, negar recursos apresentados pela Linhares Geração e pela Povoação Energia e manter multas editalícias por atrasos na implantação das usinas térmicas Povoação e Lorm, contratadas no leilão emergencial. No recurso, as empresas solicitaram o arquivamento dos termos de intimação de penalidade editalícia e o cancelamento das multas. Alternativamente, caso as multas fossem mantida, elas solicitaram alterações nas métricas da dosimetria de modo a reduzi-las para R$ 6,1 milhões para a UTE Povoação e R$ 2,5 milhões para a UTE Lorm. (BroadCast Energia – 31.01.2023) 
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EPE divulga Caderno de Publicações da EPE sobre Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis em 2022

Diante da grande quantidade de estudos realizados, este caderno serve de compêndio de todas essas publicações, apresentando um breve resumo de cada estudo, a data de publicação e o endereço eletrônico para acesso aos documentos completos. Busca-se assim uma transparência ativa e a divulgação dos diversos trabalhos produzidos pela EPE, contribuindo para a formulação de políticas públicas e a definição de diretrizes estratégicas no setor energético brasileiro. (EPE – 31.01.2023) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

Delta acredita que abertura total do mercado ainda pode ocorrer em 2026

A Delta Energia acredita que a abertura total do mercado livre aconteça ainda em 2026, e tem buscado um posicionamento para atuar neste cenário, por meio de digitalização e de iniciativas no segmento de geração distribuída (GD). O vice-presidente Institucional da empresa, Luiz Fernando Leone Vianna, afirmou que, como ainda não houve uma definição do governo em relação aos consumidores da baixa tensão, há uma expectativa de revisão do cronograma previsto no ano passado, que considerava 2028 como prazo para comércios e residências poderem escolher seu fornecedor de energia. “Como o PL (414) ainda está tramitando, esperamos que seja em 2026”, disse. (BroadCast Energia – 27.01.2023) 
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