IFE
26/01/2023

IFE 5.651

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
26/01/2023

IFE nº 5.651

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Bruno Elizeu, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.651

Regulação

GESEL publica Observatório de Hidrogênio N° 8

O GESEL está lançando o relatório Observatório de Hidrogênio número oito. O relatório tem como objetivo central apresentar um estudo analítico do acompanhamento sistemático do setor, apresentado no Informativo Setorial de Hidrogênio do GESEL, atentando para as principais políticas públicas, diretrizes, projetos, inovações tecnológicas e regulatórias de toda cadeia de valor do hidrogênio. Destaca-se que este Observatório de Hidrogênio apresenta uma série de pontos importantes do período de análise, passando pelos pontos de novas políticas públicas e financiamentos anunciados no período de análise, bem como anúncio de novos projetos de produção, armazenamento e uso final, além de novas pesquisas inovadoras para o mercado. (GESEL-IE-UFRJ – 26.01.2023)
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Transição Energética

Portaria define escrituração de crédito de descarbonização 

O Ministério das Minas e Energia (MME) publicou a portaria normativa 56/2022, que define o serviço de escrituração do Crédito de Descarbonização. De acordo com o site Energia Hoje, entre os detalhes do documento estão as atribuições da entidade registradora, em relação às operações de Crédito de Descarbonização registradas em seu ambiente, e as especificações do ambiente da negociação do Crédito de Descarbonização. Cinco pontos merecem a atenção do mercado a respeito do tema. O primeiro deles é a necessidade de cadastro prévio da instituição financeira, responsável pela emissão de Créditos de Descarbonização escriturais em nome do emissor primário, perante a Comissão de Valores Mobiliários ou o Banco Central do Brasil. O segundo ponto destaca a necessidade de criação do Crédito de Descarbonização, após solicitação do emissor primário, com base nas informações disponibilizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em sistema informatizado específico. Outro ponto da portaria é a manutenção de contas individuais de Crédito de Descarbonização em base que permita o controle das informações relativas à titularidade dos créditos escriturados. (Além da Energia – 26.01.2023) 
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São Paulo se destaca na Agenda 2030 

São Paulo é a capital mais sustentável do País, de acordo com o Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC). A metodologia, aplicada no Brasil pelo Instituto Cidades Sustentáveis, avalia 100 indicadores relacionados à Agenda 2030 e aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). São Paulo está em 32º lugar na classificação geral, com nota 62,06, numa escala até 100. É a capital em melhor posição, seguida por Florianópolis (SC) (60,37), Curitiba (PR) (60,12), Belo Horizonte (MG) (59,22) e Goiânia (GO) (58,32). Dos 17 ODSs, a capital paulista alcançou o estágio de “ODS atingido” em três. Outros três foram rotulados como “há desafios”, cinco como “há desafios significativos” e seis como “há grandes desafios”. Tem 99,95% dos domicílios com acesso a energia elétrica e um índice de vulnerabilidade energética de 0,37, bem abaixo do limite para que o objetivo seja considerado atingido, 0,47. Esse indicador mede o grau de suscetibilidade de um sistema socioecológico aos efeitos das mudanças climáticas.(O Estadão – 25.01.2023) 
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Empresas

Petrobras: Conselho se reúne para votar nome de Prates à presidência

O Conselho de Administração da Petrobras se reúne nesta quinta-feira, 26, para votar a aprovação do senador Jean Paul Prates para a presidência da estatal, depois do seu nome ter sido avaliado pelo Comitê de Pessoas (Cope) da empresa na terça-feira, informaram fontes próximas ao assunto. Com isso, o processo deve ser acelerado e Prates assumiria o comando nos próximos dias, e possivelmente deve aguardar a realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO) de abril, já marcada, para ser efetivado, em vez de convocar uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE). A expectativa é de que a nova diretoria, que será indicada pelo senador, comece logo a ser avaliada pelo mesmo processo de elegibilidade pelo qual Prates passou, o que levará também alguns dias. (O Estado de São Paulo – 24.01.2023) 
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Petrobras: Prates planeja levar Tolmasquim para diretoria de transição energética

Próximo de assumir o comando da Petrobras, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) planeja criar uma nova diretoria dedicada à transição energética e energias renováveis, disseram três pessoas a par do assunto. Se confirmada, já haveria um nome forte para assumi-la: o professor da UFRJ Maurício Tolmasquim, ex-presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O Estadão/Broadcast apurou que Prates já fez o convite a Tolmasquim, que tem bom trânsito no PT e é respeitado pelo mercado de energia. Procurado, o ex-presidente da EPE não comentou o assunto. É possível que Tolmasquim não apareça na primeira lista de indicados, pela falta de tempo para modificar a estrutura executiva da empresa entre o início da gestão e as primeiras escolhas. Prates teria de assumir para depois fazer alterações mais profundas. A intenção também seria realizar as demais nomeações aos poucos, além de promover mudanças graduais na estratégia. Isso teria o objetivo de sinalizar ao mercado que “não há nenhuma revolução em curso”, sobretudo em temas como a precificação de combustíveis, disse uma pessoa a par das conversas. Prates tem expressado o desejo de transformar a Petrobras em uma empresa com forte presença em energia eólica offshore (no alto-mar), hidrogênio verde e biocombustíveis. O plano se aproxima da visão de Tolmasquim. Ambos defendem que a petroleira siga o caminho da energia limpa. Entre os mais de 70 projetos de eólica offshore. (O Estado de São Paulo – 26.01.2023) 
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Proposta de reajuste médio de 2,28% para as tarifas da Enel CE

A Aneel propôs na terça-feira, 24, um reajuste médio de 2,28% para as tarifas da Enel Ceará. A empresa atende aproximadamente 3,8 milhões de unidades consumidoras. A proposta prevê uma redução média de 3,74% para os consumidores atendidos em alta tensão, como indústrias. Já para os conectados em baixa tensão, que inclui os residenciais, o aumento médio deve ser de 4,47%. A proposta de revisão tarifária passará por consulta pública de 25 de janeiro a 10 de março e, portanto, ainda pode ser alterada. A agência também realizará uma audiência pública presencial em 2 de março para debater o tema. Os novos valores devem entrar em vigor a partir de 22 de abril. A agência também atualizou o valor do Fator X. O índice, que será utilizado nos reajustes até a próxima revisão tarifária, tem como objetivo compartilhar com o consumidor os ganhos de produtividade da concessionária por conta do crescimento de unidades consumidoras e aumento do consumo no mercado existente. A proposta prevê que o componente T, que tem como objetivo estabelecer uma trajetória de custos operacionais regulatórios, a ser aplicado nos próximos reajustes, será de 1,619%. Já o componente Pd, que estima os ganhos potenciais de produtividade de uma distribuição em relação a média do setor, seria de 0,774%. Por fim, a agência também propôs novos limites para indicadores de qualidade do serviço. Para o anos de 2024 a 2027, a agência prevê uma redução anual de 1,68% para o DEC, referente aos intervalos de tempo que cada consumidor, em média, ficou sem energia, e de 3,43% para o FEC, que indica o número de interrupções que cada consumidor, em média, sofreu. (BroadCast Energia – 24.01.2023) 
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Proposta de reajuste médio de 1,54% nas tarifas da Energisa Sergipe

A diretoria da Aneel propôs na terça-feira um reajuste médio de 1,54% nas tarifas da Energisa Sergipe. O reajuste médio para os consumidores atendidos em alta tensão, como indústrias, deverá ser de -0,01%. Já para os conectados em baixa tensão, que inclui os residenciais, o aumento médio proposto é de 2,08%. A proposta de revisão tarifária apresentada hoje passará por consulta pública de 25 de janeiro a 10 de março e, portanto, ainda pode ser alterada. A agência também realizará uma audiência pública presencial em 24 de fevereiro para debater o tema. Os novos valores devem entrar em vigor a partir de 22 de abril. A Aneel propôs que o valor do Fator X a ser utilizado nos reajustes da distribuidora, até a próxima revisão tarifária, considerará o componente T de 2,727%, sendo que os demais componentes devem ser calculados em cada processo de reajuste. O índice fixado pela Aneel tem como objetivo compartilhar com o consumidor os ganhos de produtividade da concessionária por conta do crescimento de unidades consumidoras e aumento do consumo no mercado existente. A proposta também estabelece novos limites para indicadores de qualidade do serviço. Para o anos de 2024 a 2028, a agência prevê uma redução anual de 3,44% para o DEC, que mostra o intervalo de tempo que cada consumidor, em média, ficou sem energia , e de 4,57% para o FEC, referente ao número de interrupções que cada consumidor sofreu, em média. (BroadCast Energia – 24.01.2023) 
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Proposta de reajuste médio de 7,51% nas tarifas da Neoenergia Coelba

A diretoria da Aneel propôs na terça-feira, 24, um reajuste médio de 7,51% nas tarifas da Neoenergia Coelba, que atua na Bahia. O reajuste médio para os consumidores atendidos em alta tensão, como indústrias, deverá ser de 7,41%. Já para os conectados em baixa tensão, que inclui os residenciais, o aumento médio proposto é de 7,55%. A proposta de revisão tarifária apresentada hoje passará por consulta pública de 25 de janeiro a 10 de março e, portanto, ainda pode ser alterada. A agência também realizará uma audiência pública presencial em 9 de março para debater o tema. Os novos valores devem entrar em vigor a partir de 22 de abril. Os cálculos da agência consideraram algumas medidas que visam a atenuar o efeito para os consumidores. O ressarcimento de créditos de PIS/Cofins, garantidos por lei, teve um efeito de -4,43%. Já o do repasse de recursos da Eletrobras para a CDE foi de -2,25%. A agência propôs que o valor do Fator X considerará o componente T, referente à trajetória de eficiência dos custos operacionais, de 0,304%, e o PD, que trata dos ganhos de produtividade da atividade de distribuição, de 0,613%. O índice fixado pela Aneel, que será utilizado nos reajustes até a próxima revisão tarifária, tem como objetivo compartilhar com o consumidor os ganhos de produtividade da concessionária por conta do crescimento de unidades consumidoras e aumento do consumo no mercado existente. A proposta também estabelece novos limites para indicadores de qualidade do serviço. Para os anos de 2024 a 2028, a agência prevê uma redução anual de 3,93% para o DEC, referente aos intervalos de tempo que cada consumidor, em média, ficou sem energia, e de 4,96% para o FEC, que indica o número de interrupções que cada consumidor, em média, sofreu. (BroadCast Energia – 24.01.2023) 
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Proposta de reajuste médio de 3,57% nas tarifas da Neoenergia Cosern (RN)

A diretoria da Aneel propôs na terça-feira, 24, um reajuste médio de 3,57% para as tarifas da Neoenergia Cosern, que atua no Rio Grande do Norte. O reajuste médio para os consumidores atendidos em alta tensão, como indústrias, deverá ser de 3,39%. Já para os conectados em baixa tensão, que inclui os residenciais, o aumento médio proposto é de 3,62%. Os novos valores devem entrar em vigor a partir de 22 de abril. Os cálculos da agência consideram a devolução de recursos de créditos tributários de PIS/Cofins cobrados de forma indevida, como previsto em lei. O ressarcimento teve um efeito de -7,94%. Também considerou o repasse da Eletrobras para atenuar as tarifas. A agência também atualizou o valor do Fator X. O índice, que será utilizado nos reajustes até a próxima revisão tarifária, tem como objetivo compartilhar com o consumidor os ganhos de produtividade da concessionária por conta do crescimento de unidades consumidoras e aumento do consumo no mercado existente. A proposta prevê que o componente T, que tem como objetivo estabelecer uma trajetória de custos operacionais regulatórios, a ser aplicado nos próximos reajustes, será de 1,369%. Já o componente Pd, que estima os ganhos potenciais de produtividade de uma distribuição em relação a média do setor, seria de 0,40%. A agência também propôs novos limites para indicadores de qualidade do serviço. Para o anos de 2024 a 2028, a agência prevê uma redução anual de 3,65% para o DEC, referente aos intervalos de tempo que cada consumidor, em média, ficou sem energia, e de 5,06% para o FEC, que indica o número de interrupções que cada consumidor, em média, sofreu. A proposta de revisão tarifária passará por consulta pública de 25 de janeiro a 10 de março e, portanto, ainda pode ser alterada. A agência também realizará uma audiência pública presencial em 3 de março para debater o tema. (BroadCast Energia – 24.01.2023) 
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Neoenergia lança campanha para pagar conta de luz por um ano

A Neoenergia está lançando a campanha “Neoenergia paga a sua conta”, onde irá sortear R$ 500 em créditos por um ano para consumidores adimplentes residenciais e rurais. O objetivo é impulsionar a conexão digital da marca. A campanha será realizada na página oficial da Neoenergia no Instagram, e vai contemplar cinco clientes por mês. O primeiro sorteio ocorre em 4 de março. De acordo com a empresa, para participar basta seguir a página da Neoenergia no Instagram e aderir as orientações. Os sorteios serão realizados pela Loteria Federal, da Caixa. O valor da premiação individual pode chegar a R$ 6 mil, considerando o período de um ano da bonificação. Os resultados serão anunciados no site da Neoenergia. Podem participar clientes das cinco distribuidoras: Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Pernambuco, Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP e MS) e Neoenergia Brasília (DF). O regulamento completo também está disponível no site da empresa. (CanalEnergia - 25.01.2023) 
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Eletrosul pagou R$ 8,2 mi em royalties em 2022

A CGT Eletrosul pagou cerca de R$ 8,2 milhões referente a Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH) das hidrelétricas Passo São João (77 MW), São Domingos (48 MW) e à Governador Jayme Canet Júnior (363 MW), na qual a empresa detém participação societária de 49%. Os royalties da água, provenientes do aproveitamento do potencial energético, são revertidos em ações ligadas à promoção social e à melhoria da qualidade de vida. No caso das usinas Passo São João, no Rio Grande do Sul, e São Domingos, no Mato Grosso do Sul, o montante gerado em 2022 chegou a R$ 1,8 milhão e R$ 1,4 milhão, respectivamente. Já a UHE Gov. Jayme Canet Júnior, no Paraná, registrou R$ 4,9 milhões no ano passado, equivalente à participação societária da companhia. A Aneel gerencia a arrecadação e a destinação dos recursos, conforme regulamentação vigente. O valor é equivalente a cerca de 7% de toda a energia produzida mensalmente pelas hidrelétricas, valorada pela Tarifa Atualizada de Referência (TAR). (CanalEnergia - 25.01.2023) 
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CADE aprova transação entre Casa dos Ventos e TotalEnergies

A transação entre a Casa dos Ventos e a TotalEnergies foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e movimentou R$ 4,2 bilhões entre aportes e assunção de dívidas. A multinacional francesa agora detém 34% do segmento de geração de energia da empresa brasileira, formando uma joint venture avaliada em R$ 12,6 bilhões. De acordo com o diretor-executivo da Casa dos Ventos, Lucas Araripe, a sociedade expande a capacidade de atuação em novas fronteiras como hidrogênio, amônia e eólica offshore, fortalecendo a posição da companhia para liderar a transição energética no Brasil. Além de aportar capital novo, a parceria fortalece a capacidade de crédito e portfólio de clientes. Agora, a Casa dos Ventos se organiza em duas empresas: uma de geração, responsável pela construção e operação de empreendimentos de energia renovável – com participação da Total Energies –, e uma empresa de desenvolvimento, dedicada à prospecção de oportunidades e à elaboração de projetos greenfield , que continua integralmente vinculada aos atuais acionistas. (CanalEnergia - 25.01.2023) 
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Economizenergia ajuda a captar recursos para GD

Altas taxas de juros, carga tributária elevada, além de reajustes explosivos de insumos contribuem para o adiamento de projetos de investimento no setor de energia. Contudo, a Economizenergia assessorou o grupo ngulo 45 Empreendimentos e a SPE Ipira Energia que conseguiram financiamentos com um bom custo ao ano. No caso do grupo ngulo 45 Empreendimentos S.A., com sede em Curitiba (PR), que atua no segmento de construção de usinas solares, a Economizenergia estruturou financiamento, em tempo recorde, para captar recursos a um custo fixo anual de 2.5% ao ano sem indexador e outros 12.5 milhões a IPCA + 7% ao ano, com prazo de 16 anos de amortização. Para a implantação de três unidades fotovoltaicas localizadas em Cafelândia (SP), Pongaí (SP) e Marta Roma (MA), com capacidades de 2 MW, 2 MW e 4 MW, respectivamente, o investimento previsto é de R$ 34 milhões. Por outro lado, no setor de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), uma das barreiras que impede o maior avanço do setor no mercado de energia elétrica é a falta de acesso a linhas de crédito mais competitivas em comparação às oferecidas pelo mercado. A Economizenergia trabalhou em conjunto com a SPE Ipira Energia Ltda., controladora da PCH Pira, na busca de soluções de financiamento com taxas atrativas, conseguindo captar recursos a uma taxa de média 9% ao ano. Vale destacar que a PCH Pira foi uma das vencedoras do Leilão A-6, em outubro de 2019. A PCH Pira, localizada no rio do Peixe, no município de Ipira (SC), tem 23 MW de potência instalada. Ao total, serão investidos R$ 120 milhões na implantação do empreendimento, com início de operação previsto para o primeiro semestre de 2023. A estrutura financeira inclui R$ 20 milhões de financiamento do BNDES, outros R$ 15 milhões de financiamento do BEI, além de recursos do FGTS na categoria Mutuários Privados do Pró-Cidades, com prazo de carência de 48 meses e de amortização de 240 meses, a uma taxa de juros de média 9,0% ao ano. (CanalEnergia - 25.01.2023) 
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NTS anuncia novos contratos para 2023

A Nova Transportadora do Sudeste (NTS) anunciou oito novos contratos firmes para 2023. Os acordos preveem o transporte para dois carregadores: Shell e Galp, que operaram na modalidade interruptível em 2022, e agora têm contratos firmes pelos próximos 12 meses. De acordo com a empresa, com a Galp são dois contratos de entrada: Caraguatatuba e TECAB (Terminal de Cabiúnas). Outros quatro contratos são de saída, em Minas Gerais e Replan (interconexão com a TBG). Já Shell possui dois contratos de entrada: Caraguatatuba e TECAB. A empresa informou que conta com investimento de cerca de R$ 12 bilhões em seu plano estratégico, e com isso, visa aumentar a flexibilidade da malha e a oferta de capacidade de transporte disponibilizada para os carregadores. (CanalEnergia - 25.01.2023) 
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Leilões

Aneel habilita vencedoras dos lotes 1 a 5 de leilão de transmissão realizado em dezembro

A Aneel publicou despacho nesta quarta-feira, 25, habilitando os proponentes que venceram os lotes 1 a 5 do último leilão de transmissão, realizado em 16 de dezembro. A Taesa levou os dois maiores lotes ofertados: 3 e 5. A EDP Energias do Brasil venceu a disputa pelo lote 2, a Cemig conquistou o lote 1 e a Usina Termelétrica (UTE) Norte Fluminense S.A, da francesa EDF, venceu o lote 4. O certame visava a contratação de empresas para implantação de aproximadamente 710 quilômetros (km) de linhas de transmissão e subestações, com capacidade de transformação de 3.650 MVA, além de 743 km de linhas de transmissão e 2.200 MW em subestações conversoras. (BroadCast Energia – 25.01.2023) 
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Anace: Arrecadação de leilão de margem de escoamento deve ser destinada à CDE

Os valores arrecadados durante o primeiro leilão de margem de escoamento, cuja sistemática estava em consulta pública até a segunda-feira, 23, deverão ser destinados à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo setorial que reúne a maior parte dos subsídios constantes na tarifa de energia elétrica, sugeriu a Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace). O certame foi pensado pelo governo federal e órgãos setoriais para dar andamento à fila de projetos de usinas de geração eólica e solar que iniciaram o processo de solicitação de outorga até março de 2022. Para a associação, os aperfeiçoamentos devem incluir ainda o estabelecimento de requisitos técnicos e financeiros mínimos para os participantes dos processos e de penalidades para os empreendedores que deixarem de implantar projeto que tenha outorga. (BroadCast Energia – 24.01.2023) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Dcide: índice de longo prazo para energia convencional fica abaixo de R$ 110 por MWh

Os preços de referência para a energia de longo prazo calculados pela consultoria Dcide seguem em trajetória de queda e atingiram níveis historicamente baixos, rompendo a barreira dos R$ 110 por MWh para a energia convencional e dos R$ 140/MWh para a incentivada. É o que aponta levantamento divulgado nesta quarta-feira. Em um cenário de incerteza quanto ao comportamento futuro da economia brasileira - e consequentemente do consumo de eletricidade no País - e diante de uma perspectiva de sobreoferta de energia no mercado livre ao longo dos próximos anos, o índice convencional longo prazo - que considera o período de 2024 a 2027 - ficou em R$ 108,07 por MWh, queda de 3,63% em relação aos os R$ 112,14 por MWh indicados na semana passada. Em um mês a baixa acumulada é de 17,53%, enquanto em um ano o indicador caiu 37,92%. (BroadCast Energia – 25.01.2023) 
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PLD médio diário continua em R$ 69,04 por MWh em todo o País

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) nesta quinta-feira, 26, continua em R$ 69,04 por MWh em todo o País. O montante equivale ao patamar mínimo regulatório aprovado para 2023. O indicador está no valor regulatório mínimo - que era de R$ 55,70 por MWh em 2022 - desde 14 de setembro do ano passado. O preço praticado ao longo do dia não apresenta oscilações, de modo que os valores médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas sobre os reservatórios e o nível de armazenamento nas usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 26.01.2023) 
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CCEE: Consumo cai 2% nos primeiros 15 dias de janeiro

Nos primeiros quinze dias de janeiro, o Sistema Interligado Nacional consumiu 62.617 MWm, montante 2% menor que o apurado no mesmo período do ano passado, segundo dados preliminares de medição da CCEE. Segundo projeção mais recente do ONS, a carga deve encerrar o mês com baixa de 1,4% em relação a janeiro de 2022. Entre os ambiente de contratação, observa-se uma queda de 3,0% no mercado regulado (ACR), onde estão residências e pequenos comércios e indústrias atendidos em baixa tensão. Já o mercado livre (ACL), no qual consumidores escolhem seus fornecedores, permaneceu praticamente estável (-0,2%). Ao expurgar o efeito da migração entre os ambientes de contratação, o ACR teve queda de 1,9% e o ACL apresentou diminuição de 2,3%. (BroadCast Energia – 25.01.2023) 
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CCEE: Geração de usinas solares e eólicas cresce mais de 50% na 1ª quinzena de janeiro

A geração de energia elétrica proveniente das hidrelétricas recuou 1,1% na primeira quinzena de janeiro, na comparação com igual etapa do ano passado, somando 50.013 MWm. Já as eólicas produziram 9.405 MWm, o que corresponde a uma alta de 59,5% no mesmo período, e as fotovoltaicas geraram 73,6% mais, ou 1.866 Mwm. Os dados prévios são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). No consolidado, a geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) somou 67,066 MWm nos primeiros quinze dias de janeiro, quando comparada ao mesmo período de 2022, refletindo a queda de 2% do consumo no mesmo período. Em contraposição ao forte crescimento das renováveis intermitentes e tendo em vista a melhora da hidrologia, as usinas térmicas geraram 45,3% menos na primeira quinzena de janeiro, ou 5.782 MWm. (BroadCast Energia – 25.01.2023) 
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Capacidade instalada de geração solar tem alta de 50% em 12 meses até novembro

A capacidade instalada de geração solar fotovoltaica a partir de usinas de grande porte aumentou 50% nos últimos 12 meses até novembro, com a adição de 2,4 GW em projetos de geração centralizada no País. Ao fim de novembro, o Brasil tinha 7,2 GW em usinas funcionando. Os dados são do relatório da consultoria ePowerBay, divulgado nesta terça-feira, 24. Em novembro, a consultoria contabilizou 237 plantas em operação, cujo fator de capacidade foi de 22,4%. (BroadCast Energia – 24.01.2023) 
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Região SE/CO cresce 0,4 p.p e chega a 67,3% da capacidade

O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou crescimento de 0,4 ponto percentual e a capacidade está em 67,3% na última terça-feira, 24 de janeiro, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada mostra 137.709 MW mês e a ENA é de 79.120 MW med, valor que corresponde a 105% da MLT. A Região Sul aumentou 0,2 p.p e está operando com 86,8% da capacidade. A energia armazenada marca 17.752 MW mês e ENA é de 9.071 MW med, equivalente a 82% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. Os reservatórios do Norte subiram 0,3 p.p e estão com 86,4% da capacidade. A energia armazenada marca 13.224 MW mês e ENA é de 20.317 MW med, equivalente a 121% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste teve queda de 0,2 p.p e operava com 74,7% da sua capacidade. A energia armazenada indica 38.630 MW mês e a energia natural afluente computa 16.545 MW med, correspondendo a 87% da MLT. (CanalEnergia - 25.01.2023)  
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Mobilidade Elétrica

Europa se tornará independente das baterias chinesas em 2027

Os projetos já estão na mesa. Agora eles só precisam ser tocados com injeções de capital e alguma ordem na questão dos regulamentos. Somente assim a Europa se tornará independente - já em 2027 - das baterias de veículos elétricos chineses e responderá com força às políticas protecionistas dos Estados Unidos. Transport & Environment (T&E), uma das maiores associações ambientais do Velho Continente, tem certeza disso e coloca suas convicções no papel em seu estudo "A European Response to the US Inflation Reduction Act (IRA)". Com 60 páginas, o relatório aponta os problemas, soluções e perspectivas da Europa. Já são investidos dezenas de bilhões na produção de veículos e acumuladores. Basta dizer que a Ipcei e o financiamento da pesquisa colocaram mais de 20 bilhões de euros em jogo. E mais está por vir, graças aos programas InvestEu e EU Recovery and Resilience Facility (RRF). Os primeiros resultados já podem ser vistos, pois mais da metade das baterias de lítio-íon no mercado europeu em 2022 foram construídas "internamente". As previsões até mesmo falam da Europa se tornando o segundo maior produtor mundial de células até o final de 2030. Entretanto, atualmente existem regras sobre auxílios estatais, que exigem que as empresas provem que os projetos financiados não teriam se tornado realidade sem o apoio da UE. Não é uma tarefa fácil. Em resumo, é preciso reduzir a burocracia. E não apenas isso. De fato, a simplificação não seria suficiente, pois os fundos também deveriam ser bem distribuídos, de modo a evitar que alguns países da UE se aproveitem de outros, ou que a distribuição não leve em conta os recursos naturais presentes no território. Depois há outra proposta, que é acelerar a criação do Fundo Europeu de Soberania (ESF) e dotá-lo de "poder de fogo". Em números, fala-se de pelo menos 350 bilhões de euros a serem financiados através da emissão de dívida comum. (Inside EVs - 26.01.2023) 
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Divergências entre Reino Unido e UE ameaçam preço dos VEs

A falta de entendimento entre o Reino Unido e União Europeia sobre a Irlanda do Norte pode resultar num aumento do preço dos automóveis elétricos importados devido à aplicação de tarifas, avisou o líder da associação dos construtores britânicos. Em causa estão as regras de origem dos componentes nos automóveis, em especial dos veículos elétricos e das respectivas baterias, estipuladas pelo Acordo de Comércio e Cooperação pós-Brexit. A partir de 2024 e até 2027, a porcentagem dos componentes não originários permitida vai ser reduzida gradualmente, obrigando os construtores a aumentar o uso de peças e materiais produzidas nos respetivos países para evitarem pagar uma tarifa sobre o produto final, que poderá ir até 10%. As relações entre Londres e Bruxelas têm estado sob tensão devido ao impacto do Brexit, sobretudo na província britânica da Irlanda do Norte, embora nas últimas semanas se tenham registado avanços. O presidente executivo da Associação de Produtores e Comerciantes do Setor Automóvel (SMMT), Mike Hawes acredita que uma solução para o impasse vai resultar num “espírito melhorado de confiança e cooperação” que poderá desbloquear uma questão que ameaça a indústria automóvel. Tanto o Reino Unido como a UE preveem o fim da venda de novos veículos com motor de combustão em 2035. (Observador - 26.01.2023) 
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Energias Renováveis

EDP e Lojas Pompéia inauguram miniusinas solares no RS para atender 50% das unidades da marca

A EDP e a Lojas Pompéia, marca de moda do Grupo Lins Ferrão, anunciaram nesta quarta-feira a inauguração de duas usinas fotovoltaicas em Santa Margarida do Sul, no Rio Grande do Sul. O empreendimento, com 1,25 MWac de capacidade instalada total, vai atender mais de 50% das operações da rede varejista, abastecendo 44 das 87 lojas da marca por 10 anos. Com a iniciativa, a Lojas Pompéia deve obter uma economia de 35% ao ano em sua conta de energia. Além disso, a companhia poderá contabilizar a redução de 900 toneladas em emissões de CO2 por ano - o equivalente ao plantio de 6.424 árvores. Segundo a superintendente do Grupo Lins Ferrão, Carmen Ferrão, até meados do ano o projeto deverá ser ampliado para "praticamente todas as lojas do Grupo Lins Ferrão". (BroadCast Energia – 25.01.2023) 
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Aerogerador tem operação suspensa na Bahia

O superintendente de fiscalização dos serviços de geração da Aneel decidiu suspender nessa terça-feira, 24 de janeiro, a operação comercial da unidade geradora CEC-A 09 do parque eólico Caetité A, somando 1,7 MW no município de Caetité (BA) e de posse da Rio Energy. O empreendimento totaliza 23,8 MW entre 14 turbinas. De acordo com a nota técnica do processo, a suspensão decorre da indisponibilidade prolongada do aerogerador após ocorrência envolvendo o sistema Scada 177-Tower Vibration, o qual apontou vibração excessiva no ativo. (CanalEnergia - 24.01.2023)
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Gás e Termelétricas

Investir em gasoduto argentino não faz sentido econômico e ambiental, dizem especialistas

O projeto envolvendo a reserva argentina rica em gás de xisto de Vaca Muerta, apesar dos elogios feitos pelo governo brasileiro em sua visita ao país vizinho, não é considerado econômica e ambientalmente viáveis para a realidade brasileira, segundo especialistas do setor do lado de cá da fronteira. A declaração conjunta assinada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo presidente argentino Alberto Fernández qualifica o projeto, incluindo o gasoduto Néstor Kirchner, que atravessa a Argentina e tem ligação com a divisa do Brasil, como uma prioridade binacional. Lula declarou que haverá urgência em garantir financiamento brasileiro ao projeto. As obras da primeira etapa ainda estão em curso. A licitação da segunda fase deve ocorrer até abril. O gasoduto já recebeu 180 bilhões de pesos em investimento, quase R$ 5 bilhões, e a demanda por capital é crescente. Neste ano, vai demandar 300 bilhões de pesos, cerca de R$ 8,2 bilhões. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o investimento brasileiro se justifica porque o produto, quando chegar ao Brasil, vai beneficiar a indústria brasileira, inclusive a produção de fertilizantes. (Folha de São Paulo – 26.01.2023) 
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Vaca Muerta: Conheça os conflitos do gasoduto argentino onde Lula quer colocar dinheiro do BNDES

Em primeira viagem à Argentina para participar da Celac (Cúpula de Estados Latino Americanos e Caribenhos), que ocorreu nesta terça-feira, 24, em Buenos Aires, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a volta de aportes do BNDES para “ajudar” a economia de países vizinhos e citou como exemplo o financiamento do gasoduto de Vaca Muerta, na Argentina. Trata-se de um dos mais ambiciosos projetos do país vizinho, envoltos em polêmicas ambientais e sociais. Segundo estimativas, ali estão a segunda maior jazida de gás xisto do mundo e a quarta de petróleo não-convencional. Para escoar o gás da bacia de Neuquén até a fronteira com o Brasil, que representa o segundo trecho do Gasoduto Nestor Kirchner, de acordo com o ministro de Economia da Argentina, Sergio Massa, o BNDES financiará a fabricação de tubos por meio de uma empresa brasileira que participará de um processo de licitação com preços mais competitivos, principalmente em relação às propostas de empresas da China. (O Estado de São Paulo – 24.01.2023) 
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Vaca Muerta é alvo de questionamentos ambientais

Vaca Muerta é uma formação geológica com mais de 30 mil quilômetros quadrados. Segundo dados oficiais mais recentes, a produção atual é de 304 mil barris de petróleo por dia e 78 milhões de metros cúbicos de gás. Os conflitos ambientais na região não são novos, mas a discussão ganha força com os anúncios de expansão da exploração pelo governo argentino. Grupo indígenas são os principais impactados. De acordo com a publicação Carbono News, especializada em divulgação científica da área ambiental, diferentemente de outras formações geológicas, o petróleo e o gás nessa região estão em rochas, a 4 mil metros de profundidade. Para sua extração é necessária uma técnica conhecida como “fracking”, que consiste em perfurar a rocha e introduzir água, areia e produtos químicos para aumentar a permeabilidade da pedra e fazer o produto escoar mais facilmente. A técnica é proibida em muitos países em razão da contaminação que gera na água, no solo e no ar. Estudos apontaram relação entre essa técnica e casos de câncer, problemas de coração e neurológicos em comunidades que vivem próximas. (BroadCast Energia – 24.01.2023) 
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Aneel mantém decisão que não permitiu redução de potência de usina térmica emergencial

A Aneel decidiu nesta terça-feira, 24, manter decisão de novembro que não permitiu a redução de potência da Usina Termelétrica (UTE) RE TG 100 02 01, contratada no leilão emergencial, realizado em outubro de 2021. O empreendimento inicialmente foi outorgado à Rovema Energia e depois transferido à Energia de Gaspar. A empresa solicitou a redução da potência da usina de 100,2 MW para 99,15 MW em dezembro de 2021. O pleito, no entanto, foi negado em novembro de 2022 pela agência. A Aneel sustenta que as diretrizes do leilão permitem as alterações de características técnicas dos contratos, mas veda mudanças relacionadas à potência instalada dos empreendimentos contratados. (BroadCast Energia – 24.01.2023) 
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TCU recomenda analisar possibilidade de não contratar térmicas previstas na lei da Eletrobras

O Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou nesta quarta-feira, 25, que o MME avalie a possibilidade jurídica de não contratar parte das usinas termelétricas a gás natural previstas na lei que permitiu a privatização da Eletrobras. A lei determina a contratação de 8 GW de energia em localidades específicas, algumas das quais não têm a demanda por essa energia, insumo ou infraestrutura para escoamento do combustível ou da eletricidade. A avaliação é que viabilizar esses empreendimentos pode ser mais caro que uma contratação competitiva, a menor preço, de acordo com critérios técnicos e de demanda. Ainda, que pode influenciar na expansão da matriz sem planejamento. (BroadCast Energia – 25.01.2023) 
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