IFE
25/11/2022

IFE 5.619

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
25/11/2022

IFE nº 5.619

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.619

Regulação

Brasil e Argentina assinam memorando para intercâmbio de energia elétrica e gás

Secretários do setor de energia dos governos do Brasil e Argentina assinaram nesta quinta-feira (24) um memorando de entendimento para integração energética, abarcando os mercados de energia elétrica e gás natural dos dois países. Segundo o comunicado do Ministério de Minas e Energia, a integração Brasil-Argentina contribui para redução do custo de operação e aumento da segurança energética, com impacto positivo aos consumidores brasileiros e argentinos. O memorando prevê continuidade do intercâmbio de energia elétrica e um compromisso de maior diálogo para aumentar a integração gasífera, tendo em vista a perspectiva de crescimento da produção de gás natural de ambos os países. (Folha de São Paulo – 24.11.2022) 
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Diretoria da Aneel participa de reunião com equipe de transição do governo eleito

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel recepcionou na manhã desta quarta-feira (23/11) representantes da equipe de transição do Governo Federal relacionada à pasta e Minas e Energia liderada pelo sr. Mauricio Tolmasquim, ex-presidente da Empresa de Pesquisa Energética, e o sr. Nelson Hubner, ex-diretor-geral da Aneel. A Aneel apresentou durante o encontro um panorama das principais questões em discussão no setor elétrico, relativas aos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização, além dos temas que estão atualmente em debate que merecem maior atenção da equipe de transição. Foram abordados, entre outros assuntos, a abertura do mercado livre, a evolução das tarifas, a qualidade do serviço, bem como questões relativas à tarifa social, universalização, qualidade do serviço e satisfação do usuário. (Aneel - 23.11.2022) 
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Aneel aprova segunda revisão da Agenda Regulatória 2022-2023

A Diretoria Colegiada da Aneel aprovou nesta terça (22/11), por meio da Portaria nº 6.788/2022, a segunda revisão da sua Agenda Regulatória para o período de 2022 a 2023. Importante instrumento de planejamento, gestão e transparência, a Agenda Regulatória da Aneel apresenta a relação das atividades estratégicas passíveis de regulamentação. O instrumento em vigor possui 114 atividades, das quais 38 são classificadas como atividades prioritárias. Com a decisão, 15 dessas 38 atividades terão seus cronogramas revisados, 9 farão parte da Agenda 2023-2024, e 2 serão excluídas por dependerem de normativos externos à Aneel. (Aneel - 24.11.2022) 
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Transmissoras vão recolher R$ 112,4 mi em quotas de CDE

A superintendência de Gestão Tarifária da Aneel definiu os valores das quotas referentes ao encargo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de setembro de 2022, relativos às concessionárias de transmissão que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor com unidade de consumo conectada às instalações da Rede Básica do SIN. O valor total é de R$ 112.426.534,50 e o prazo para recolhimento será até o dia 10 de dezembro de 2022. Outra decisão do regulador foi fixar os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), para o mês de janeiro de 2023. A relação é para as concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor com unidade de consumo conectada às instalações da Rede Básica do SIN e as quotas definidas no Anexo do Despacho deverão ser recolhidas à Eletrobras até 10 de dezembro no valor total de R$ 42.286.427,75. (CanalEnergia - 24.11.2022) 
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Aneel libera 125,5 MW para operação em teste 

A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou para início da operação em teste, a partir de 24 de novembro, 125,5 MW de capacidade instalada, sendo liberada a UG1, da UTE Destilaria Melhoramentos, com 40 MW; a UG1 a UG8 da UFV AC XXII, com 39,2 MW; as UG3 e UG4, da UFV Caldeirão Grande I, com 6,8 MW. No âmbito da geração eólica, foram liberadas a UG1 a UG5, da EOL Ventos de Santa Eugenia 11, com 28,5 MW; a UG5, da EOL Serra do Seridó VI, com 5,5 MW e por fim, a UG1, da EOL Ventos de São Roque 04, com 5,5 MW. Para operação comercial, a agência reguladora liberou as UG1 e UG2 da UTE Palmaplan Energia 2, com 11,4 MW; as UG1 a UG6 da EOL Pau D’Água, com 18 MW e por último, as UG1 a UG6 da EOL Barbatimão, com 16,2 MW, que juntas somam 45,6 MW de capacidade instalada. Foi liberada ainda para operação comercial, a partir de 26 de novembro, as UG1 a UG19 da UTE Vila de Matupí – Powertech, com 19,32 MW. As liberações foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 24 de novembro. (CanalEnergia - 24.11.2022) 
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Aneel aplica multas milionárias aos grupos Rovema, J&F e Karpowership por atraso em usinas

A Aneel publicou nesta quinta-feira despachos no Diário Oficial da União (DOU) com multas milionárias para mais dez das 17 usinas contratadas no leilão emergencial, chamado oficialmente de Procedimento de Contratação Simplificado (PCS), realizado no ano passado em virtude da crise hídrica. As penalidades foram aplicadas por conta do atraso para a conclusão dos empreendimentos contratados em relação aos prazos previstos no edital. Foram multadas as usinas fotovoltaicas Buritis (R$ 1,2 milhão) e Machadinho (R$ 1,9 milhão), e a termelétrica RE TG 100 02 01 (R$ 4,26 milhões), todas do grupo Rovema. Já da mbar Energia, do grupo J&F, foram punidas as termelétricas Edlux X (R$ 5,41 milhões), EPP II (R$ 46,56 milhões) e EPP IV (R$ 25,59 milhões). Foram multadas ainda as quatro usinas termelétricas da Karpowership Brasil Energia contratadas no certame: Karkey 013 (R$ 159,9 milhões), Karkey 019 (R$ 61,35 milhões), Porsud I (R$ 25,99 milhões) e Porsud II (R$ 17,82 milhões). Outras três usinas que venceram o leilão já haviam sido multadas, mas conseguiram a redução dos valores na Aneel. O prazo inicial para entrada em operação comercial era 1º de maio deste ano. Havia ainda a limitação de 1º de agosto para início mediante a possibilidade de as empresas que não cumprissem este prazo poderem ter o contrato revogado, entre outras penalidades. Na ocasião, o objetivo do certame era garantir por meio de usinas novas mais energia entre 2022 e 2025. Agora, com a melhora das condições hídricas e, consequentemente, dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, o governo analisa a rescisão dos contratos das empresas que cumpriram os prazos do certame. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a medida evita o pagamento de até R$ 39 bilhões, reduzindo em até 4,5% as tarifas em todo o País pelos próximos três anos. A consulta pública sobre o tema está aberta até a próxima segunda-feira, 28. (BroadCast Energia – 24.11.2022) 
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Câmara fará audiência para discutir nível de operação do lago de Furnas sob nova Eletrobras 

A Comissão de Minas e Energia da Câmara aprovou nesta quarta-feira, 23, requerimento do deputado Domingos Sávio (PL-MG) que convoca uma audiência pública sobre os critérios de operação da usina de Furnas e ações que assegurem o direito ao uso múltiplo das águas respeitando-se o nível mínimo de operação do lago de Furnas. Durante reunião do colegiado, o parlamentar afirmou que é importante que a audiência seja ainda este mês para que as eventuais ações sejam aplicadas ainda durante o período úmido. No requerimento, o parlamentar afirma ainda que "o anúncio da privatização da Eletrobras e de Furnas [se deu] sem que esteja clara a responsabilidade" que entende ser fundamental das futuras concessionárias com o respeito a cota mínima. (BroadCast Energia – 23.11.2022) 
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PL que prorroga subsídios para GD entra na pauta, mas há incertas sobre votação 

Apesar de previsto na pauta da sessão da Câmara desta quarta-feira, 23, a votação do projeto de lei que estende até 2024 o subsídio para projetos de geração distribuída é incerta. Segundo apurou o Broadcast Energia, não há acordo para a aprovação da matéria, que vem sendo criticada por parte do setor elétrico. Na noite do dia 22 de novembro, deputados aprovaram um regime de urgência para o texto. Na visão de alguns parlamentares ouvidos pela reportagem, a medida foi apenas um aceno para aqueles que defendem a matéria, mas não uma garantia do aval para a aprovação. (BroadCast Energia – 23.11.2022) 
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Proposta reacende polêmica sobre descontos para GD 

A polêmica que marcou a discussão sobre o fim dos descontos à micro e minigeração distribuída não foi superada pela legislação que trata do tema. É o que mostra o novo projeto de lei que amplia em 12 meses o prazo para acesso aos subsídios à GD até 2045 e que pode, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, adicionar R$ 25 bilhões às tarifas de todos os consumidores entre 2023 e 2045. O PL 2703 altera de janeiro de 2023 para janeiro de 2024 o prazo para a solicitação de novas conexões à rede de distribuição, preservando os consumidores que implantarem novos sistemas fotovoltaicos da aplicação de regras tarifárias menos vantajosas que as atuais. O projeto tramita em regime de urgência e foi incluído na sessão da Câmara dos Deputados desta quarta-feira, 23 de novembro, mas acabou não sendo votado. (CanalEnergia - 23.11.2022) 
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Abraceel é contra a proposta que estende subsídios à GD

O PL 2703/2022 não foi votado na quarta-feira, 23 de novembro, mas as reações do setor organizado continuam a ser contrárias à medida. A Abraceel reforçou o coro contra a a extensão do prazo em doze meses para subsídios da micro e minigeração distribuída que tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados. A entidade que representa os comercializadores de energia aponta que é preciso ter estabilidade legal e regulatória no setor. “Tivemos a aprovação do marco legal da MMGD ainda em 2022 com a Lei 14.300 e não podemos alterar leis o tempo todo, sobretudo com o objetivo de ampliar subsídios cruzados entre consumidores no Brasil”, afirmou o presidente executivo da Abraceel, Rodrigo Ferreira. A avaliação da associação é de que a modalidade de geração própria já é um sucesso de implantação, cresce exponencialmente e não deveria estar lutando por mais subsídios. “Isso não é bom para os mais de 88 milhões de brasileiros não atendidos por essa modalidade de geração”, acrescentou o executivo. Ferreira lembrou que os subsídios da MMGD atendem a 1,8 milhão de consumidores, na maior parte, de classes A e B, já se equipara ao subsídio da tarifa social destinada a 22 milhões de consumidores de baixa renda. E que essa comparação mostra como é enorme a diferença de alocação de recursos da mesma grandeza. “O setor elétrico vai falir se segmentos de mercado continuarem a defender seus interesses particulares sem a preocupação do equilíbrio do setor como um todo. Não pode ser bom para apenas um segmento, tem que funcionar para o setor como um todo e, principalmente, temos que beneficiar os consumidores e não apenas uma pequena parcela deles”, defendeu ao contestar a medida que amplia o prazo da MMGD. (CanalEnergia - 24.11.2022) 
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Alesp amplia isenção ICMS para geradoras de energia solar com potência de até 5MW 

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) ampliou a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) para empresas de geração distribuída (geração compartilhada e autoconsumo remoto) de energia solar fotovoltaica. O tributo, até agora, era isento para micro e minigeradores de energia elétrica, que tinham potência instalada de até 1 MW. Agora, esse benefício foi estendido para outras modalidades de geração distribuída com potência de até 5MW. A medida foi estabelecida por meio de decreto legislativo publicado no Diário Oficial do órgão, nesta quarta-feira, 23, e já começa a valer. Segundo o advogado especialista em Direito Tributário Douglas Mota, sócio do escritório Demarest, o benefício servirá para empresas que produzem a própria energia. “Elas deixarão de comprar a energia que é tributada. É um bom benefício e vai incentivar ainda mais as companhias a investir na produção própria de energia”, afirma. (BroadCast Energia – 23.11.2022) 
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Deputados do PR aprovam em 1ª votação projeto sobre privatização da Copel

A proposta do Governo do Paraná que transforma a Copel em uma companhia de capital disperso e sem acionista controlador foi aprovada em primeiro turno na sessão plenária ordinária desta quarta-feira, 23 de novembro, na Assembleia Legislativa. Contudo, o projeto de lei recebeu cinco emendas de plenário durante a sessão extraordinária, quando seria feita a segunda discussão, com isso, a matéria retornou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. A CCJ se reuniu para analisar as cinco emendas de plenário relativas ao projeto, mas a votação foi adiada após o pedido de vista dos deputados Tadeu Veneri (PT) e Homero Marchese (Republicanos). As emendas receberam parecer favorável do relator, deputado Marcel Micheletto (PL). A CCJ volta a se reunir na quinta-feira, 24, às 8 horas, para deliberar os textos. (CanalEnergia - 23.11.2022) 
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Transição Energética

Sustentabilidade com vantagem financeira: combinação possível no setor de energia

Todas as projeções indicam que o setor de energia renovável crescerá muito no Brasil ao longo da próxima década. Se tudo correr conforme o esperado, o processo de abertura do mercado terá novas e decisivas etapas até 2028, ano previsto para que todos os consumidores do País conquistem o direito de escolher que tipo de energia comprarão e se vão comprar essa energia, já que deixarão de ser clientes “cativos” de uma distribuidora. A relação de consumo se aproximará da que temos hoje com provedores de internet ou de telefonia. Esse será um incentivo importante para a energia solar e a eólica, além de outras formas limpas de produção. Não apenas por conta da crescente conscientização das pessoas e das empresas sobre a importância de contribuir para a descarbonização do planeta, mas também porque o custo dessas modalidades tende a ganhar competitividade com o aumento da escala de produção. “Optar pela energia renovável será cada vez mais viável sob o ponto de vista financeiro”, projeta Daniel Brodbekier, líder e especialista da Schneider Electric em contratos de longo prazo de energia renovável, conhecidos no mercado pela sigla em inglês PPA (Power Purchase Agreements). Brodbekier falou sobre o tema num painel produzido pelo Estadão Blue Studio, que contou também com a participação de Marcio Trannin, vice-presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) e diretor da Sunco Capital para a América Latina. Trannin afirmou que a abertura do mercado é um passo fundamental para que o País dê um salto na disseminação das energias limpas. O executivo da Absolar lembrou que, embora tenha grande potencial em energia solar – recurso amplamente disponível em todo o território nacional –, o Brasil ainda não está entre os dez líderes do ranking mundial em capacidade instalada. (O Estado de São Paulo – 24.11.2022)  
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Dados de medidores inteligentes DCC para aprimorar esquemas de eficiência energética no Reino Unido

Como a crise energética e a subsequente crise do custo de vida no Reino Unido continuam afetando milhões de consumidores de energia, uma nova iniciativa de IA de uma empresa de tecnologia foi anunciada, utilizando os extensos dados coletados de medidores inteligentes no Reino Unido para informar esquemas de eficiência energética. A empresa de tecnologia com sede em Edimburgo, Urban Tide, tem trabalhado com vários parceiros, incluindo a Data Communications Company (DCC), para desenvolver uma nova ferramenta que ajudará a identificar propriedades em risco ou com escassez de combustível. Esses dados serão usados para coordenar programas de eficiência para ajudar a resolver esses problemas, com o objetivo de aliviar os consumidores do pior da crise do custo de vida. (EE Online – 25.11.2022) 
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Suécia se junta a nova iniciativa de promoção da cooperação climática internacional

Para acelerar a implementação do Artigo 6 do Acordo de Paris, uma nova iniciativa foi lançada pelo Japão no dia 16 de novembro na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas COP27. O Secretário de Estado do Ministro do Clima e Meio Ambiente da Suécia, Sr. Daniel Westlén, participou da cerimônia de lançamento em Sharm el-Sheikh. Comissionada pelo Governo da Suécia, a Agência Sueca de Energia se compromete com o Artigo 6 do Acordo de Paris para apoiar a cooperação climática transformadora e o estabelecimento de mercados de carbono que funcionem bem. Como parte desse trabalho, participamos de iniciativas internacionais de capacitação e troca de experiências com stakeholders internacionais. (EE Online – 25.11.2022) 
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Ecofinance vê demanda por créditos de carbono disparar 

Criada em 2007 na capital gaúcha com a missão de assessorar projetos no Brasil a gerar e comercializar créditos de carbono, a Ecofinance Negócios viu sua demanda saltar nos últimos 18 meses. A consultoria em ESG e especializada em projetos de combate às mudanças climáticas vendeu mais de 7 milhões de créditos no período, volume superior ao montante comercializado nos últimos dez anos. Em entrevista à Agência CanalEnergia, o CEO da empresa, Eduardo Baltar, conta que além da demanda pelos serviços, que incluem também o desenvolvimento de inventários de carbono e elaboração de estratégias de descarbonização, os preços da redução certificada de emissões subiram e as premissas ESG elevaram o ritmo de crescimento da agenda climática mundial junto a entrada em vigor do Acordo de Paris. (CanalEnergia - 23.11.2022) 
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Artigo de Winston Fritsch e Amanda Schutze: "O setor elétrico na transição para o baixo carbono"

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Winston Fritsch, PhD em Economia pela Universidade de Cambridge, ex- Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda (governo Fernando Henrique Cardoso) e Senior Advisor do Climate Policy Initiative (CPI/PUC-Rio), e Amanda Schutze, doutora em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e Coordenadora de Políticas Públicas da área de Energia do Climate Policy Initiative (CPI/PUC-Rio), abordam a importância da transição do setor elétrico para o baixo carbono. Segundo os autores, “é consenso que a eletrificação com matriz energética limpa é o caminho fundamental e inevitável na transição ao baixo carbono. O último World Energy Outlook da prestigiosa Internacional Energy Agency (IEA), recentemente publicado, confirma isso com números quase inacreditáveis. Segundo a IEA, a eletricidade deverá passar de 10% da oferta mundial de energia em 2021 para 40% em 2030 e 70% em 2050. Esse choque se dará com a oferta de renováveis, cujo crescimento de capacidade anual quadruplicará - de 290 GW para 1200 GW por ano - entre 2021 e 2030, e a transformação tecnológica do setor elétrico o tornará o primeiro setor da economia mundial a atingir a neutralidade de carbono”. (GESEL-IE-UFRJ – 25.11.2022)
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Empresas

Presidente da Petrobras vai se reunir com equipe de transição do governo eleito

O presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade, e diretores da empresa terão uma primeira reunião com a equipe de transição do governo eleito, apurou o Valor. A diretoria da Petrobras, da qual Paes de Andrade faz parte, está à disposição do governo eleito para prestar informações e dialogar sobre a empresa, segundo disseram fontes ligadas à companhia. Até essa quarta-feira (23) não havia chegado nenhuma demanda da equipe de transição à empresa, como mostrou o Valor nesta quinta-feira (24). Nesta manhã, o senador Jean Paul Prates (PT-RN), cotado para presidir a estatal, havia informado que teria uma reunião com o presidente da Petrobras nesta sexta-feira. Prates tem sido o principal porta-voz, na equipe de transição, para falar sobre temas ligados à companhia e à indústria de petróleo e gás. A reunião de segunda-feira será virtual, pois Paes de Andrade passa por tratamento de saúde para debelar um câncer. Também devem participar do encontro o diretor-executivo de governança e conformidade, Salvador Dahan, e o diretor-executivo de relacionamento institucional e sustentabilidade, Rafael Chaves. As discussões entre a atual gestão da companhia e a equipe da transição ligada à área de energia são importantes uma vez que há muitas incertezas sobre o futuro da companhia. Entre elas, investimentos em novas áreas, como de energias renováveis, e qual será o destino do negócio de refino, por exemplo. O fortalecimento da governança corporativa é outro ponto relevante para o futuro da Petrobras. (Valor Econômico - 24.11.2022) 
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Privatização Copel: proposta segue para sanção do Governador do Paraná

O projeto de lei que transforma a Copel em uma companhia privatizada foi aprovado em segundo e em terceiros turnos e em redação final nesta quinta-feira, 24 de novembro, na Assembleia Legislativa do Paraná. Com isso, a matéria agora segue para sanção, ou veto, do Poder Executivo. O projeto afirma que nenhum acionista ou grupo de acionistas poderá exercer votos em número superior a 10% da quantidade do total de votos. Segundo o governo, “a condição caracteriza uma corporação na medida em que o controle é pulverizado em milhares, dezenas ou centenas de milhares de acionistas, o que se apresenta, inclusive como uma medida de proteção ao estado do Paraná, uma vez que impede a figura do acionista controlador ou do bloco de controle”. Além disso, o estado do Paraná vai manter uma participação acionária relevante na Copel, onde será criada uma ação de classe especial com poder de veto de exclusividade do Governo. Com isso, argumenta-se, há a garantia da realização dos investimentos para manutenção e ampliação da qualidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. (CanalEnergia - 24.11.2022) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário mantém-se aos R$ 55,70 por MWh em todos os submercados do País

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) mantém-se no patamar regulatório mínimo de R$ 55,70 por MWh nesta quinta-feira, em todos os submercados do País, segundo informações da CCEE. O indicador está neste patamar desde 14 de setembro. Não há oscilação no valor praticado ao longo do dia, de modo que os preços médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e cada submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas sobre os reservatórios e o nível de armazenamento nas usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 24.11.2022) 
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ONS: Carga de energia do SIN deve encerrar novembro em 67.717 MWmed, queda de 2,3%

O ONS estima que a carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) alcançará 67.717 MWmed em novembro, considerando ajustes feitos pela instituição, o montante representa uma queda de 2,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Nas duas primeiras semanas do mês a carga foi menor devido à temperatura mais baixa e feriados nos dias 2 e 15. Com isso, o consumo de energia no Sudeste/Centro-Oeste deve encerrar novembro em 38.430 MWmed, redução de 2,2% em base anual de comparação. A previsão do ONS é que no subsistema Sul, a carga fique 7,0% menor do que em igual mês do ano passado, em 11.355 Mwmed. No Nordeste a carga deve terminar o mês em 11.333 MWmed, redução de 4,3% em base anual de comparação, enquanto no Norte há uma retomada no consumo de energia, com a carga subindo 7,1% em relação ao mesmo período de 2021, para 6.599 Mwmed. (BroadCast Energia – 24.11.2022) 
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ONS: Carga de energia no SIN deve aumentar 1,2% em dezembro para 71.334 MWmed

A carga de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) para dezembro deve ficar em 71.334 MWmed, alta de 1,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. A informação foi divulgada pelo ONS, durante a reunião do Programa Mensal da Operação (PMO), realizada na tarde de hoje. No Sudeste/Centro-Oeste, principal centro de carga do SIN, a carga foi estimada em 40.785 MWmed, alta de 1,6% em base anual de comparação. No subsistema Sul deve alcançar 12.267 MWmed no próximo mês, redução de 2,8% em base anual de comparação, informou o ONS. Para o Nordeste a estimativa é que a carga alcance 11.624 MWmed, estável em comparação com o mesmo período de 2021. Já para o Norte, o ONS projeta carga de 6.658 MWmed, crescimento de 10,7% em base de comparação anual. (BroadCast Energia – 24.11.2022) 
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ONS: ENA do SIN deve encerrar novembro em 90% da média histórica

A Energia Natural Afluente (ENA) nos reservatórios que atendem ao Sistema Interligado Nacional (SIN) devem encerrar novembro em 90% da média histórica, informou o ONS, durante reunião do Programa Mensal da Operação (PMO). No subsistema Sudeste/Centro-Oeste, que responde por aproximadamente 70% da capacidade de armazenamento de água para gerar energia, a ENA deve ficar em 86% da média de longo prazo (MLT). O Sul deve terminar o mês em 87% da média, o Nordeste em 77%, e o Norte em 142%. Entre as principais bacias, a do Paranaíba deve terminar o mês com 46% da MLT e a do rio Grande em 70% da média histórica. (BroadCast Energia – 24.11.2022) 
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Região SE/CO opera com 47,5% da capacidade dos reservatórios

O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou queda de 0,3 ponto percentual e a capacidade está em 47,5% na última terça-feira, 22 de novembro, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada mostra 97.230 MW mês e a ENA é de 22.350 MW med, valor que corresponde a 76% da MLT. A Região Sul teve recuo de 0,8 p.p e está operando com 83,7% da capacidade. A energia armazenada marca 17.128 MW mês e ENA é de 5.242 M MW med, equivalente a 80% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. Os reservatórios do Norte contaram com redução de 0,6 p.p e contam com 53,1% da capacidade. A energia armazenada marca 8.129 MW mês e ENA é de 3.434 MW med, equivalente a 84% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste apresentou diminuição de 0,2 p.p e operava com 59,5% da sua capacidade. A energia armazenada indica 30.732 MW mês e a energia natural afluente computa 4.385 MW med, correspondendo a 57% da MLT. (CanalEnergia - 23.11.2022) 
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Mobilidade Elétrica

BYD anunciará primeira fábrica brasileira de VEs em dezembro

Segundo o governador da Bahia, Rui Costa, a chinesa BYD sacramentou a compra de parte do terreno que serviu entre 2001 e 2021 como fábrica da Ford em Camaçari (BA). A aquisição já vinha sendo aventada há alguns meses e deve ser formalizada, nas palavras do próprio governador baiano, no dia 13 de dezembro, em um evento a ser realizado em Camaçari mesmo ou na capital Salvador. Jorge Moraes, colunista do UOL, publicou no início deste mês que o investimento da BYD no projeto será de R$ 3 bilhões e dividirá o antigo complexo da Ford em Camaçari em três: uma fábrica de veículos de passeio híbridos e elétricos; outra de chassis e caminhões elétricos; uma terceira para processamento de lítio e ferro fosfato para baterias elétricas. O colunista também apontou para um cronograma que prevê o início da implantação das unidades em junho de 2023, com conclusão das obras entre setembro e dezembro de 2024. Assim, as operações se iniciariam efetivamente no começo de 2025. Para tanto, a fabricante chinesa receberá incentivos fiscais do governo baiano válidos inicialmente até o final de 2032. Como contrapartida, precisará apresentar um plano de negócio de longo prazo, priorizando fornecedores locais e a capacitação de profissionais da região para exercício das funções. (Mobi Auto - 24.11.2022) 
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Plano de Biden inspira defensores do híbrido no Brasil

O executivo argentino Pablo Di Si acaba de assumir o comando da Volkswagen na América do Norte, em meio ao lançamento do plano de subsídios para políticas industriais verdes, com incentivos para veículos elétricos mais acessíveis e fabricados na América do Norte, por parte do governo Joe Biden. O executivo está otimista com as perspectivas da Volks no mercado americano, onde estão previstos 25 novos modelos elétricos do grupo até 2030. E apoia a Lei de redução da inflação dos EUA, que prevê US$ 369 bilhões em recursos públicos para políticas climáticas e energéticas. Para o Brasil, entretanto, onde trabalhou nos últimos cinco anos como presidente da Volks na América Latina, Di Si continua a defender o automóvel híbrido a etanol. Para ele, o Brasil não precisa, ainda, embarcar na onda do carro 100% elétrico porque tem o derivado da cana como aliado na descarbonização. (Valor Econômico - 24.11.2022) 
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VW fecha parceria para recarga de caminhões elétricos com energia limpa

A Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) firmou uma parceria com a Brasol, empresa do grupo Siemens que já faz parte do e-Consórcio, um polo formado por 8 empresas que participam não só da produção dos veículos em Resende (RJ), mas também do projeto, engenharia, fornecimento de infraestrutura de recarga e manutenção. A nova parceria é para o fornecimento de serviços de carregamento elétrico. Com essa novidade, a infraestrutura de recarga estará disponível em todas as regiões do país, com esses pontos de recarga para frotas de veículos elétricos da Volkswagen trazendo uma fonte de energia 100% sustentável, já que a geração de energia elétrica se dará por meio de painéis solares. De acordo com o site Valor Econômico, o presidente da Brasol, Ty Eldridge, explica que o modelo de recarga por assinatura – modalidade em que o cliente paga por um serviço de energia, mas não precisa fazer nenhum investimento em infraestrutura ou equipamentos geradores – deve contribuir para a mobilidade elétrica crescer no Brasil. Agora com esse novo sistema de recarga como serviço, os clientes da VWCO poderão pensar em adquirir veículos elétricos sem ter que se preocupar em gastar com infraestrutura de recarga. Segundo a empresa, o objetivo é que os pontos de recarga estejam em locais que os clientes precisem, ou seja, em centros de distribuição, fábricas ou mesmo em espaços de recarga para veículos elétricos de frota. As estações de recarga terão carregadores de alta potência, tanto que poderá alimentar caminhões com 100 kW ou 150 kW de potência, dependendo de sua configuração. (Inside EVs - 24.11.2022) 
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Inovação e Tecnologia

Chile: Empresa de transporte ferroviário inaugurará trem movido à hidrogênio verde

A empresa de transporte ferroviário de carga FCAB , que opera uma linha de mais de 700 quilômetros para a indústria de mineração no norte do Chile, norte da Argentina e sul da Bolívia, anunciou que terá a primeira locomotiva movida apenas a hidrogênio verde em 2024, para transportar mercadorias sem gerar emissões poluentes. A nova locomotiva a hidrogênio tem as mesmas capacidades de potência e tração das atuais locomotivas da FCAB. O Chile aposta muito no desenvolvimento da indústria do hidrogênio verde, com a intenção de transformar o país em um dos maiores exportadores de energia limpa. (Energías Renovables - 24.11.2022) 
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Cidade do Japão desenvolve uso de neve para gerar energia elétrica

O sol e o vento são os dois fenômenos naturais mais frequentemente aproveitados para energia renovável, mas uma cidade no norte do Japão acredita que pode explorar um recurso negligenciado que tem em abundância: a neve. Um teste de comprovação na cidade de Aomori começará no próximo mês e vai até março. O teste envolverá despejar a neve removida por arados da cidade em uma piscina localizada em uma escola fechada. A eletricidade será gerada usando o diferencial de temperatura entre a neve e o ar externo. Os tubos de transferência de calor serão colocados na neve, a fonte de ar frio. O ar externo, entretanto, é aquecido pelo sol. Essa diferença de temperaturas é usada para criar uma corrente de convecção em um refrigerador dentro de uma turbina. A corrente de convecção gira a turbina para produzir eletricidade. Estima-se que este processo possa produzir eletricidade de forma tão eficiente quanto a energia solar e espera-se que a energia da neve seja gerada a custos baixos. (Valor Econômico - 25.11.2022) 
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Energias Renováveis

Linha do BB para sistemas fotovoltaicos ultrapassa R$ 500 mi em desembolsos

A linha de financiamento do Banco do Brasil para a instalação de sistemas fotovoltaicos de geração de energia solar bateu os R$ 530 milhões em desembolsos nesta semana. O produto foi lançado em maio do ano passado, e é parte da prateleira de créditos do banco com direcionamento para a descarbonização da economia. Até agora, foram financiados mais de 24 mil projetos. A linha é destinada à instalação de sistemas em residências, urbanas e não urbanas, e financia valores entre R$ 5.000 e R$ 100.000. O prazo de pagamento é de até 96 meses, com carência de até 180 dias para a primeira parcela. O financiamento é de até 100% para pessoas físicas. A aquisição dos materiais necessários e a montagem do projeto devem acontecer em um dos cerca de 3.400 fornecedores conveniados ao banco, e a operação pode ser contratada através do aplicativo ou nas agências físicas. (BroadCast Energia – 24.11.2022) 
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Renova Energia obtém liberação da Aneel para operação comercial em duas eólicas

A Aneel liberou a operação comercial de duas usinas eólicas da Rovema Energia. O aval foi dado para a usina Pau D'Água, de 18 MW, que fica em Urandi, na Bahia, e para a Barbatimão, de 16,2 MW, localizada em Igaporã, também na Bahia. A agência reguladora também permitiu que as unidades geradoras (UG) 1 e 2 da usina termelétrica Palmaplan Energia 2, que têm 5,8 MW cada, possam operar comercialmente. O empreendimento é da Palmaplan Energia SPE S.A. e fica em Rorainópolis, em Roraima. As UG1 a UG19, de 325 kW cada, da termelétrica Vila de Matupí - Powertech também poderão operar nos mesmos moldes. O empreendimento é da Powertech Engenharia, e fica em Manicoré, no Amazonas. Houve ainda liberação para operação em teste. Foi o caso da UG1, de 40 MW, da usina termelétrica Destilaria Melhoramentos, que pertence à Companhia Melhoramentos Norte do Paraná e fica em Jussara, no Paraná. Também poderão operar em teste as UG1 a UG8, de 4,9 MW cada, da usina solar fotovoltaica AC XXII, da Vale. O empreendimento localiza-se em Jaíba, em Minas Gerais. Na mesma condição, poderão operar as UG1 a UG5, de 5,7 MW cada, da usina eólica Ventos de Santa Eugenia 11, que pertence à Statkraft. O empreendimento fica em Ibipeba, na Bahia. Já da Ibitu Energia, poderão operar as UG3 e UG4, de 3,4 MW cada, da usina fotovoltaica Caldeirão Grande I (antiga São Basílio), localizada em Caldeirão Grande do Piauí, no estado do Piauí. A EDF Renewables também obteve liberação do tipo para a UG5, de 5,5 MW, da usina eólica Serra do Seridó VI, que fica em Junco do Seridó, na Paraíba. Por fim, a UG1, de 5,5 MW, da eólica Ventos de São Roque 04, poderá operar na mesma condição. O empreendimento é da Enel Green Power e localiza-se em Dom Inocêncio, no Piauí. (BroadCast Energia – 24.11.2022) 
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Google compra a eletricidade de parque eólico offshore

O parque, projetado na costa da Escócia, deverá ter quase 900 MW de potência e começará a operar em 2025. A gigante da tecnologia chegou a um acordo com a Engie e a Ocean Winds para comprar a eletricidade a ser gerada por 100 MW de energia eólica offshore de Moray West. De acordo com o comunicado divulgado pela Engie, o Google receberá mais de 5 TWh de energia verde. O Google e a Engie fecharam vários PPAs corporativos verdes e fizeram parceria em vários marcos e inovações importantes, como o primeiro contrato de energia livre de carbono 24 horas por dia, 7 dias por semana na Europa e uma solução que usa inteligência artificial para otimizar o gerenciamento de energia eólica. (Energías Renovables - 24.11.2022) 
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Espanha: Conselho Provincial de Barcelona expõe seu programa para levar energias renováveis ​​aos municípios da província no Conama

O Conselho Provincial de Barcelona, ​​parceiro estratégico do Congresso Nacional do Ambiente realizado em Madrid, apresentou o programa Renováveis ​​2030, que tem um orçamento de 50 milhões de euros e beneficiou 92 municípios da província. Esses recursos são usados ​​para financiar a instalação de painéis fotovoltaicos, caldeiras de biomassa e melhorar a eficiência da iluminação pública. Todas as ações devem ter um elevado impacto climático e exigir um investimento mínimo de 100 mil euros e máximo de 1,5 milhões de euros. Foram recebidas 134 solicitações, a maioria correspondendo a painéis fotovoltaicos, seguindo-se a iluminação pública e, por último, as instalações de biomassa. (Energías Renovables - 24.11.2022) 
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Espanhola Uriel Renovables inaugura o segundo maior parque eólico da Polónia

A Uriel Renovables , uma empresa espanhola de desenvolvimento de energia renovável com presença global, inaugurou o segundo maior parque eólico da Polônia. O projeto envolveu um investimento de 170 milhões de euros e conta com a participação da gestora Mirova, subsidiária do grupo francês Natixis. A instalação oferece uma potência total de quase 145 MW e uma produção anual de 360 GWh equivalente ao consumo de 100.000 residências. A instalação, prevê a empresa, evitará a emissão de 284 mil toneladas de CO2 por ano para a atmosfera e contribuirá para a autossuficiência energética polaca, num contexto em que o país sofre grandes tensões nos preços da energia devido aos cortes no abastecimento de gás. (Energías Renovables - 24.11.2022) 
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Gás e Termelétricas

Ministros da Energia da UE não alcançam acordo para limitar preços do gás 

Os ministros de energia da União Europeia não conseguiram superar suas divergências, nesta quinta-feira (24), o que impediu que se chegasse a um acordo sobre a proposta da Comissão Europeia de um teto para o preço do gás, um plano recebido com hostilidade. O ministro da Energia da República Tcheca (país que detém a presidência rotativa da UE), Josef Sikela, anunciou que os ministros voltarão a se reunir em meados de dezembro para tentar aproximar posições e buscar um acordo. Sikela lembrou, porém, que os ministros aprovaram outras duas propostas hoje, em Bruxelas: uma, sobre um mecanismo de solidariedade para os países do bloco em dificuldades energéticas; e a segunda, sobre uma agilização das licenças para fontes de energia renováveis. (Folha de São Paulo – 24.11.2022) 
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UE deve retomar conversas sobre teto de preços ao gás em dezembro

Os ministros de energia da União Europeia (UE) falharam em tomar uma decisão sobre o teto de preços para gás natural e devem retomar as conversas em dezembro, de acordo Peter Szijjarto, ministro húngaro de Relações Exteriores. "Hoje, nenhuma decisão foi tomada, com exceção de agendar uma nova reunião do Conselho dos Ministros de Energia em 13 de dezembro", afirmou, em discurso transmitido por televisões húngaras. Até a manhã do dia 25, devem acontecer novas discussões sobre o assunto entre embaixadores. (BroadCast Energia – 24.11.2022) 
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Alemanha corre contra o tempo para substituir o gás da Rússia, mas custos para isso podem ser muito altos

Na corrida contra o tempo para reduzir sua dependência do gás russo, a construção rápida de uma infraestrutura e o aluguel de terminais flutuantes de GNL podem custar muito mais para a Alemanha do que inicialmente se supunha. O governo alemão alugou cinco terminais flutuantes para importar gás natural liquefeito (GNL), as chamadas Unidades Flutuantes de Armazenamento e Regaseificação (FSRU), para grande satisfação do vice-chanceler Robert Habeck, que elogiou sua contribuição para a segurança energética alemã. Todo esse esforço está atualmente orçado em € 6,56 bilhões, acima dos € 3 bilhões no orçamento de 2022, um valor confirmado pelo ministério. Por estimativas conservadoras, os três terminais flutuantes de GNL permitiriam à Alemanha importar 15 bilhões de metros cúbicos de gás anualmente, o que equivale a cerca de um terço para aumentar a quantidade de GNL importado da Rússia em 2021. (Valor Econômico - 23.11.2022) 
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Rússia não irá fornecer petróleo e gás a países que apoiarem teto de preço

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, não pretende fornecer petróleo e gás para países que apoiarem o teto de preço do óleo russo, segundo disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, a repórteres. Entretanto, segundo Peskov, a decisão ainda não é final. (BroadCast Energia – 24.11.2022) 
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Maior usina nuclear da Europa é desconectada novamente do sistema de energia da Ucrânia

A usina nuclear de Zaporizhzhia, a maior da Europa, foi novamente desconectada do sistema de energia da Ucrânia após novos ataques da Rússia visando infraestruturas civis e militares do país. A situação reacende os temores de uma tragédia no local, já que o mecanismo de resfriamento da central exige energia externa e, com o corte, pode haver superaquecimento dos reatores. As informações foram divulgadas pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que vem realizando inspeções regulares no local após ele ter sido dominado pela Rússia. Atualmente Zaporizhzhia é uma zona de intensos conflitos entre as forças russas e ucranianas, com bombardeios nos arredores da usina trazendo preocupações sobre a integridade e a segurança do local, que ainda é operado por ucranianos. (Valor Econômico - 23.11.2022) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

Abertura do mercado deverá continuar seu caminho em 2023 

O consumidor está no centro do negócio do mercado livre de energia e continuará com essa posição independente de governo. Com esse tom as discussões sobre o futuro do ACL foram tônica do primeiro dia de painéis do 14º Encontro Anual do Mercado Livre, evento realizado pelo Grupo CanalEnergia, by Informa Markets. Com a iminência de um novo grupo assumir o governo a partir de janeiro do ano que vem, as dúvidas e expectativas afloram nesse momento, mas o fato de as novas tecnologias e o perfil do consumidor mostram que o caminho para maior liberdade parece ser irreversível. (CanalEnergia - 23.11.2022) 
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Temas prioritários da CCEE convergem com a abertura de mercado

Os temas prioritários da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica para 2022 estão em andamento e estão alinhados aos debates do 14º Encontro Anual do Mercado Livre. Essa é a avaliação da conselheira Roseane Santos que participou do segundo painel desta quinta-feira, 24 de novembro, que tratou da agenda prioritária do mercado ao discutir abertura, preço e segurança. Na pauta estão a abertura do mercado, formação de preços, separação de fio e energia e modernização do ACR. Segundo a executiva, os temas continuarão sob os holofotes com a discussão sobre ações que são importantes no processo de abertura como a definição do supridor de última instância (SUI), o comercializador varejista, agregador de mercado e como tratar os contratos legados. (CanalEnergia - 24.11.2022) 
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Biblioteca Virtual

FRITSCH, Winston; SCHUTZE, Amanda. "O setor elétrico na transição para o baixo carbono".

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