IFE
11/10/2022

IFE 5.590

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
11/10/2022

IFE nº 5.590

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.590

Regulação

Curso GESEL/AHK: “Hidrogênio e transição energética”

O GESEL e a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK Rio) promovem mais um curso: “Hidrogênio e transição energética”, com o objetivo de fomentar o aumento de mão de obra especializada em um contexto de crescimento da cadeia de valor do hidrogênio verde no Brasil. A data limite para inscrição é 11/11/2022. . O início das aulas será em 14/11/2022. Para mais informações e inscrições, acesse o link abaixo.
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Ministro fala em reduzir conta de luz e deixa mercado apreensivo

Analistas da área de energia dos maiores bancos tiveram um início de semana mais tenso que o normal. Profissionais das principais casas nesta segunda-feira foram a campo logo cedo (11) para tentar quais medidas o Jair Bolsonaro (PL) vai anunciar após as iniciativas para reduzir a conta de luz. O mercado financeiro ligou o ministro de Minas e o sinal de alerta depois de Minas e Adolfo Sachs mudança , sinalizador como sexta-feira em sua participação no programa A Voz do Brasil (7). Sachsida afirmou que no dia 10 de novembro anunciaria medidas com potencial para reduzir em 10% a tarifa de energia elétrica. O segundo ocorre em 30 de outubro. (Folha de São Paulo – 10.10.2022)
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Valor de custo de energia e potência comercializadas por distribuidoras no ACR em 2023 é fixado

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fixou o valor do custo médio da energia e potência comercializadas pelos agentes de distribuição no Ambiente de Contratação Regulada (ACRméd) em R$ 348,72 por megawatt-hora (MWh) para 2023. O órgão regulador também definiu o Fator de Corte de Perdas Regulatórias (FC), a ser considerado no cálculo dos reembolsos mensais, de janeiro a dezembro de 2023, da Conta de Consumo de Combustíveis das concessionárias de distribuição beneficiárias, que vão de 0,840 no caso da Amazonas Energia a 1,000 para Roraima Energia e Energisa Acre. O valor por distribuidora pode ser acessado no publicado no Diário Oficial da União (DOU) de hoje. (BroadCast Energia – 07.10.2022)
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Queda do ICMS vai reduzir gasto com saúde e educação

As despesas com saúde tiveram alta em termos nominais de 46,4% de janeiro a agosto deste ano em relação a igual período de 2019. As com educação, 48,5%. Já a arrecadação tributária avançou 34,2% e a receita corrente, que inclui transferências correntes, 46,8%. As duas áreas representam 28,4% das despesas dos Estados. Na comparação com janeiro a agosto de 2021, as despesas com educação cresceram 40,6% nominais e as com saúde, 12,6%. No mesmo período a arrecadação tributária aumentou 9,8% nominais e a receita corrente, 16,1%. Somados, os gastos nas duas áreas chegaram R$ 186,66 bilhões. (Valor Econômico - 07.10.2022)
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Incerteza fiscal elevada mantém mercado de juros cauteloso

O forte alívio observado no câmbio e na bolsa na esteira dos resultados do primeiro turno da eleição não se refletiu na mesma intensidade no mercado de juros. Com a desconfiança em torno da política fiscal futura ainda no radar dos participantes do mercado, o processo de retirada de prêmio de risco dos juros futuros foi discreto, na medida em que os rumos da política monetária também permanecem no foco dos agentes. Enquanto a bolsa subiu 5,76% na semana passada e o dólar registou um recuo de 3,36% ante o real, a taxa do DI para janeiro de 2027 caiu 0,195 ponto percentual, para 11,34%, um movimento de menor intensidade. Na ponta curta da curva, a taxa do DI para janeiro de 2024 recuou apenas 0,08 ponto na semana, para 12,725%. (Valor Econômico - 07.10.2022)
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Líderes da UE não chegam a acordo para conter alta dos preços de energia

Os líderes da União Europeia (UE) não conseguiram chegar a um acordo sobre como limitar os altos preços de gás natural provocados pela invasão da Ucrânia pela Rússia, mas disseram que continuarão as negociações e esperam chegar a um acordo quando se encontrarem novamente no fim de outubro. A Itália e vários outros países questionaram a Alemanha em uma reunião em Praga nesta sexta-feira (7), em uma briga que reflete crises passadas. Os países altamente endividados temem que seus vizinhos mais ricos ganhem uma vantagem injusta ao oferecer subsídios a suas empresas e consumidores. (Valor Econômico - 07.10.2022)
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Custo da energia reduz produção industrial e consumo na Alemanha

A Alemanha é um dos países da Europa que mais estão sofrendo com a alta dos preços de energia causada pela guerra na Ucrânia e o corte de fornecimento de gás da Rússia para o continente. Diante dos problemas e da possibilidade de racionamento de gás no inverno, a Alemanha vem sofrendo com uma desaceleração econômica que afeta desde o setor industrial até o comércio do país, com os consumidores sendo mais cautelosos devido às perspectivas negativas para o próximo ano. A produção industrial da Alemanha caiu em agosto com a demanda por bens e as fábricas enfrentando altos preços de energia e gargalos de oferta. (Valor Econômico - 07.10.2022)
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República Tcheca planeja arrecadar US$ 6 bi com novo imposto para financiar ajuda energética

O governo tcheco propôs levantar 149 bilhões de coroas (US$ 6 bilhões) nos próximos três anos, impondo impostos inesperados às maiores empresas de alguns setores para financiar seus subsídios à energia. A taxa especial visará lucros extraordinários para produtores e comerciantes de eletricidade e gás natural, bancos, mineradoras de combustíveis fósseis, empresas petroquímicas e atacadistas de combustíveis, disse o ministro das Finanças, Zbynek Stanjura, nesta quinta-feira (06). Stanjura está tentando aumentar a receita do orçamento para ajudar famílias e empresas, na pior crise de custo de vida do país em três décadas, sem que o déficit saia do controle. O ministro disse que a guerra na Ucrânia e o aumento dos preços globais de energia exigem novos gastos públicos que não podem ser cobertos inteiramente com fundos emprestados. (Valor Econômico - 06.10.2022)
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Transição Energética

Propostas de alternativas para incluir na matriz energética devem considerar preços, diz IBP

Todas as propostas para incluir alternativas de novas fontes de energia na matriz, com a transição energética, têm que levar em consideração a questão dos preços, defendeu o presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), Roberto Ardenghy. Na visão do executivo, a transição vai ter que ocorrer aos poucos, para não gerar pobreza energética. Segundo Ardenghy, as discussões sobre a transição para uma economia de baixo carbono também precisam passar pelos hábitos de consumo. O presidente do IBP acredita que os hidrocarbonetos ainda terão um papel importante no processo de descarbonização e ressaltou a necessidade também do aumento da eficiência no uso da energia. Nesse contexto, ele lembrou que o Brasil pode ter novas oportunidades, com o processo de abertura do mercado de refino, devido à venda das refinarias da Petrobras. (Valor Econômico - 10.10.2022) 
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UE: Áustria indica ser contra plano de etiquetar energia nuclear e de gás natural como ‘verdes’

O governo austríaco apresentou uma demanda diante do Tribunal da União Europeia sobre os planos do órgão executivo do bloco, a Comissão Europeia, para ‘etiquetar’ a geração de energia nuclear e de gás natural como sustentável. A Ministra do Meio Ambiente da Áustria, Leonore Gewessler, aconselhou que a medida poderia “etiquetar como verde” a energia nuclear e o gás, apesar do dano mbiental causado. Uma dúzia de grupos ambientalistas já lançaram contestações legais aos planos da Comissão. (BroadCast Energia – 10.10.2022) 
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Austrália aprova legislação de mudança climática depois de uma década

A primeira legislação sobre mudanças climáticas da Austrália em uma década foi aprovada no parlamento com o apoio do governo e de ambientalistas do país. O projeto inclui as metas nacionais de reduzir as emissões em pelo menos 43% até 2030 (em comparação com 2005) e chegar a zero líquido até 2050. Além de ser uma ação nacional, a legislação é um recado ao mundo de como o país da Oceania está empenhado em reduzir as emissões e em colher as oportunidades econômicas da energia renovável acessível. A legislação recém-anunciada ocorre mais de oito anos depois que o governo revogou uma lei climática que incluía esquema de preços de carbono em toda a economia australiana. (Engie – 07.10.2022)
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Primeiro-ministro Modi inaugura a primeira 'cidade solar' 24 horas por dia, 7 dias por semana, simbólica da Índia

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, participou de um evento de inauguração de uma rede de energia comunitária, permitindo que uma cidade inteira obtenha toda a sua eletricidade a partir de energia solar fotovoltaica. O projeto inédito combina um painel solar fotovoltaico de 6 MW com um sistema de armazenamento de energia por bateria (BESS) de 6 MW/15 MWh e controles inteligentes, bem como telhados solares “em todos os edifícios viáveis”, conforme descrito pelo Ministério de Novas e Novas da Índia. Energias Renováveis (MNRE). Está localizado em Modhera, lar do Templo do Sol Modhera, um local no estado de Gujarat escolhido em parte por seu significado simbólico. A rede de energia permite que o templo, a cidade de Modhera e uma vila próxima, onde o painel fotovoltaico está localizado, forneçam todas as suas necessidades de eletricidade a partir de fontes renováveis 24 horas por dia, 7 dias por semana. (Energy Storage – 10.10.2022)
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FMI: Emergentes terão de investir US$ 1 tri/ano em energia limpa para serem carbono zero

Os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento terão de investir ao menos US$ 1 trilhão em energia limpa por ano nas próximas duas décadas se quiserem almejar o status de carbono zero até 2050, alerta o Fundo Monetário Internacional (FMI), em estudo publicado hoje. Juntos, esses países respondem por dois terços das emissões globais de gases de efeito estufa, que são os principais responsáveis pelas mudanças climáticas, conforme o organismo, com sede em Washington, em novo alerta. Como estão entre os que mais poluem, os países emergentes e em desenvolvimento, grupo que inclui o Brasil, têm um desafio maior que economias desenvolvidas para zerar ou, ao menos, neutralizar suas emissões. "Essas economias precisarão de financiamento climático significativo nos próximos anos para reduzir suas emissões e se adaptar aos efeitos físicos das mudanças climáticas", avalia o FMI, no estudo. (BroadCast Energia – 07.10.2022)
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Efeitos das mudanças climáticas podem exigir custos ainda mais elevados após 2050, diz FMI

O financiamento privado em projetos de infraestrutura para a economia de baixo carbono precisa ao menos dobrar até 2030 nos mercados emergentes para mais de US$ 500 bilhões, aponta o Fundo Monetário Internacional (FMI) no Capítulo 2 do Relatório de Estabilidade Financeira Global. Isso para dar conta da crescente demanda de capital para a transição verde. Segundo a entidade, o capital privado terá de ganhar uma escala significativamente maior daqui para a frente na medida em que mercados emergentes e desenvolvimento buscam reduzir as emissões de gases de feitos estufa. Apesar de variar, o cálculo de capital necessário, segundo o documento, aponta para uma necessidade de investimento pelos países emergentes e em desenvolvimento da ordem de US$ 1 trilhão em infraestrutura de energia limpa até 2030. (Valor Econômico - 07.10.2022)
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Artigo de Winston Fritsch: "O “vale da morte” na transição ao baixo carbono"

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Winston Fritsch aborda os riscos dentro do mercado na transição de baixo carbono. Segundo o autor, “entretanto, a vida da empresa em seus estágios iniciais, não é vivida sem riscos. De fato, o risco pode ficar crítico no vale da morte quando ainda não aconteceu a transição à geração líquida de caixa no tempo planejado e já se enfrenta crescentes requisitos de investimento para cumprir o plano de negócios, que vão além do patrimônio e/ou do apetite de risco dos fundadores e seus investidores iniciais”. Por fim, concluiu-se que “por isso, em uma hora em que o próximo governo, seja ele qual for, terá que regular novos setores e criar incentivos financeiros e mercados de créditos de carbono para incentivar um grande ciclo de investimentos para a transição ao baixo carbono, a boa regulação da infraestrutura e a coordenação de políticas relacionadas a estes investimentos deve ser uma prioridade”. (GESEL-IE-UFRJ – 11.10.2022)
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Empresas

Petrobras nega mudanças em sua diretoria

A Petrobrás enviou um documento à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) negando qualquer movimento interno para mudança na composição de sua atual diretoria. A declaração da empresa vem logo após rumores divulgados pela imprensa ao longo da última semana, indicando que o governo estaria interessado em mexer na diretoria da empresa. Segundo as notícias veiculadas, o governo federal estaria disposto a trocar três diretores da Petrobrás. A mudança seria uma tentativa de segurar novos reajustes nos preços dos combustíveis, especialmente nesse momento de campanha presidencial rumo ao segundo turno. As mudanças, segundo os rumores, aconteceriam nas diretorias de Finanças e Relacionamento com Investidores, Comercialização e Logística e Governança.
“Em atendimento ao ofício em referência, a Petrobrás esclarece que não há, até o presente momento, qualquer decisão ou procedimento interno na Companhia visando à substituição de membros da Diretoria Executiva. A Petrobrás reforça seu compromisso com a transparência do mercado, de acordo com as melhores práticas de governança corporativa”, detalhou a empresa. (Petronotícias - 10.10.2022)
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Eneva aumenta capital social para R$ 13,2 bi

A Eneva anunciou em comunicado ao mercado o aumento do capital social em R$ 4.250.196,70. Com isso, o capital social da Companhia passou a ser de R$ 13.260.722.781,52. Foram emitidas 279.315 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal. O aumento ocorreu dentro do limite autorizado e é decorrente do exercício de opções outorgadas a determinados administradores no âmbito do Terceiro Plano de Opção de Compra ou Subscrição de Ações da Companhia, aprovado pelo Conselho de Administração. Ainda de acordo com o comunicado preço de emissão das ações ordinárias nominativas emitidas nos termos do plano é de R$15,2165. (CanalEnergia – 10.10.2022)
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Eneva avalia compra de participação da IBV Brasil e em concessão

A Eneva informou em comunicado ao mercado na última sexta-feira, 7 de outubro, que está em fase de avaliação preliminar para a aquisição de participação na IBV Brasil Petróleo ou de participação minoritária diretamente na concessão BM-SEAL-11, que é operada pela Petrobras, no âmbito do processo de insolvência da VOVL Limited, que detém indiretamente 50% de participação na IBV, em curso em Mumbai, Índia. De acordo com a Eneva, o processo está em caráter preliminar e poderá sofrer alterações e as negociações podem não prosseguir em decorrência do não cumprimento de condições essenciais à conclusão do negócio. A Eneva apresentou uma proposta não vinculante condicionada à conclusão satisfatória de auditoria jurídica, financeira e técnica dos Ativos, à negociação satisfatória de um contrato de compra e venda e o cumprimento de todas as condições precedentes que nele vierem a ser estabelecidas, bem como à obtenção de aprovação da operação pelo Conselho de Administração da Companhia, dentre outras. Segundo a empresa, a avaliação dos ativos e eventual conclusão da operação está alinhada com o planejamento estratégico da Companhia, ampliando o acesso a reservas de gás para monetizar potenciais expansões de seus ativos em Sergipe. (CanalEnergia – 10.10.2022)
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Citi: WEG deve ter crescimento substancial de receita nos próximos anos

Investidores estrangeiros demonstraram forte interesse na Weg, com a percepção de que ela pode ser uma vencedora na mudança para um mundo mais elétrico e com menos emissões, afirma o Citi. O banco destaca as mudanças nas estratégias internacionais dos concorrentes da WEG. “De fato, a integração vertical da Weg vem permitindo manter prazos de entrega em meio à escassez de materiais, enquanto os pares alongam os prazos de entrega e acabam perdendo negócios. Também em uma estratégia um pouco diferente dos pares, o foco principal da Weg é produzir equipamentos e não ser uma empresa de serviços”, elucida o banco. Outro fator favorável à Weg, comenta o Citi, é a alocação disciplinada de capital de M&A, que busca melhorar o acesso da empresa ao mercado ou trazer uma nova tecnologia. O banco explica que a empresa não gosta de grandes fusões e aquisições, preferindo negócios menores e diretos, e parece não querer diversificar demais ou crescer para vários setores diferentes ao mesmo tempo. “O retorno sobre o capital investido é a principal métrica que impulsiona a alocação de capital para a empresa”, diz. No cenário global, a WEG tem presença industrial nos EUA e no México, de onde deve vir, juntamente com a China, a maior parte do crescimento da empresa, diz o Citi. A operação da Índia também acabou de receber as aprovações para iniciar a produção 100% própria. Além disso, a empresa também está desenvolvendo um sistema de armazenamento de baterias para energia eólica e solar, uma vez que são inerentemente intermitentes, destaca o banco. O banco ressalta também que a Weg está bem posicionada com a diversificação de produtos para segmentos de alto crescimento alinhados às novas tendências seculares, como digitalização, mobilidade elétrica e energia renovável. (BroadCast Energia – 10.10.2022)
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ABCM: Zancan é reeleito presidente

O engenheiro de minas Fernando Luiz Zancan foi reeleito presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral para o período de 2022 a 2024. A recondução acontece no momento em que a ABCM se prepara para implantar o programa de transição energética justa, que envolve temas como captura de carbono, desenvolvimento de novos produtos e implementação de uma política de incentivo às novas tecnologias relacionadas ao carvão mineral. O programa instituído pela Lei nº 14.299 é direcionado à região carbonífera de Santa Catarina, mas o executivo destaca a intenção de criar os mesmos incentivos para os estados do Rio Grande do Sul e do Paraná. (CanalEnergia – 10.10.2022)
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Leilões

Leilão A-5 deve ter pouca demanda e contratação concentrada em geração hidráulica

A CCEE e a Aneel realizam na próxima sexta-feira, 14, o leilão de energia nova A-5 de 2022, que visa a contratação de energia por parte das distribuidoras para início de suprimento em 2027. A expectativa do setor, porém, é que um baixo volume de nova capacidade seja viabilizado no certame. Para o diretor técnico da consultoria PSR Fernando Porrua, a expectativa de um volume "pouco expressivo" de compra "é corroborada pelo cancelamento recente do leilão A-6", disse em referência ao cancelamento pelo Ministério de Minas e Energia de certame que seria realizado na mesma data que o A-5, porém com início de fornecimento de energia um ano depois, em 2028. (BroadCast Energia – 10.10.2022) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário permanece em R$ 55,70 por MWh em todos os submercados do País

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) segue em R$ 55,70 por MWh, patamar mínimo regulatório, para todos os submercados do País nesta segunda-feira, 10 de outubro, segundo informações da CCEE. O montante continua o mesmo desde 14 de setembro. Não há oscilação no valor praticado ao longo do dia, de modo que os preços médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas sobre os reservatórios e o nível de armazenamento nas usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 10.10.2022) 
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Projeção de carga de outubro tem forte desaceleração, aponta ONS

A primeira revisão semanal dos dados do Programa Mensal de Operação de outubro já sinaliza com uma carga menor do que o projetado incialmente para o mês. E a desaceleração veio forte, a estimativa do ONS é de alta de 1,1% ao final desse período ante uma projeção que era de alta de quase 4% quando comparado a 2021. De acordo com os cálculos apresentados nesta sexta-feira, 07 de outubro, a expectativa é de que a carga fique em 69.559 MW médios. Apenas no Nordeste é esperada queda, de 4,5%, no Sudeste/Centro-Oeste está em alta de 1,7%, no Sul é de 0,3% e no Norte continua a maior expansão por conta da base de comparação que no ano passado não contava com a retomada de um grande consumidor por lá. A alta é estimada em 9,7%. (CanalEnergia – 07.10.2022) 
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CMSE: Armazenamento está 1,7 p.p. acima do cenário mais favorável

Segundo dados apresentados pelo ONS na reunião ordinária, a previsão para outubro é uma faixa que varia entre 48,6% e 50,8% da capacidade do sistema. O principal destaque da reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico foi o aumento dos níveis de reservatórios no país. Segundo apresentação do ONS, os recursos de geração hidrelétrica, eólica e solar, aliado à política operativa adotada, levou o armazenamento equivalente do SIN ao final do mês de setembro de 2022 a cerca de 1,7 ponto percentual acima do previsto no estudo prospectivo apresentado ao CMSE do mês passado, considerando o cenário mais favorável. Segundo o Operador, houve aumento das chuvas no País, conforme comportamento típico para a transição do período seco para o úmido. Em termos de armazenamentos equivalentes, todos os subsistemas do SIN finalizaram o mês com valores superiores aos de 2021, o que fortalece a segurança do atendimento nos próximos meses. (CanalEnergia – 07.10.2022) 
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UBS BB: Consumo de energia no SIN teve crescimento modesto no 3ºtri22

Relatório do banco UBS BB aponta que no terceiro trimestre deste ano, o segmento de distribuição de energia pode apresentar volumes de crescimento modestos, principalmente devido à tendência de migração do mercado cativo para o livre. No trimestre, o consumo de energia no SIN teve expansão de 1,24% em relação ao mesmo período do ano passado, com a região Norte como destaque positivo, com alta de 8,5%, e o Sudeste com alta de 1,95%. Já os destaques negativos foram o Nordeste, com baixa de 2,91%, e o Sul, com redução de 0,93% na carga durante o período. Para a área de geração, o relatório, assinado pelos analistas Giuliano Ajeje e Guilherme Reif, destacam que como consequência do cenário hidrológico mais favorável, a geração de energia por hidrelétricas aumentou 31% em base anual de comparação. Já os despachos térmicos ficaram 55% menores no período. (BroadCast Energia – 10.10.2022)  
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ONS aponta novo recorde de carga média na Região Norte

O Operador Nacional do Sistema Elétrico informou em seu boletim diário, IPDO, que na última quinta-feira, 06 de outubro, a região Norte registrou novo recorde de carga média diária quando atingiu 7.013 MW médios. O recorde anterior era de 6.999 MWmed verificado em 27 de setembro. (CanalEnergia – 07.10.2022) 
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Região Sul conta com 83,6% da capacidade após aumento de 0,2 p.p

O submercado do Sul teve aumento de 0,2 ponto percentual e estava operando com 83,6% da capacidade, na última quinta-feira, 06 de outubro se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada marca 17.100 MW mês e ENA é de 11.438 MW med, equivalente a 74% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A região Sudeste/Centro-Oeste teve recuo de 0,1 p.p e a capacidade está em 50,9%. A energia armazenada mostra 104.090 MW mês e a ENA é de 25.587 MW med, valor que corresponde a 110% da MLT. Os reservatórios do Norte apresentaram redução de 1 p.p, que conta com 72,3% da capacidade. A energia armazenada marca 11.070 MW mês e ENA é de 1.694 MW med, equivalente a 72% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste diminuiu 0,3 p.p e opera com 65,2% da sua capacidade. A energia armazenada indica 33.702 MW mês e a energia natural afluente computa 2.117 MW med, correspondendo a 67% da MLT. (CanalEnergia – 07.10.2022) 
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Chuva pode alcançar 100 milímetros em bacias dos subsistemas SE/CO e Sul

Os modelos meteorológicos apontam que nos próximos cinco dias haverá um aprofundamento do cavado que trouxe chuvas às principais bacias das regiões Sudeste e Sul, o que deve levar a acumulados entorno de 100 mm sobre as bacias do Uruguai, Iguaçu e Baixo Paraná. Segundo a meteorologista da Climatempo Marcely Sondermann, o fenômeno pode levar à elevação das Energias Naturais Afluentes (ENAs) no Sul e no Sudeste. Ela destaca, ainda, que para a segunda quinzena de outubro, a previsão é de manutenção das chuvas na maior parte das bacias desses dois subsistemas, mas em volumes menos intensos do que o observado até o momento. (BroadCast Energia – 10.10.2022) 
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Exportação de excedente hídrico já está disponível para comercialização

A CCEE e o ONS iniciaram um novo procedimento competitivo para exportação da chamada Energia Vertida Turbinável (EVT). Essa modalidade substitui a antiga transação que tratava de exportação ou importação de energia apenas pelo volume envolvido, sem monetização do insumo. O novo mecanismo passou a ser permitido com a publicação da Portaria nº 49/2022, do MME e possibilitará a negociação diária do excedente de geração de energia de usinas hidrelétricas que integram o Mecanismo de Realocação de Energia (MRE), volume esse gerado pela água em excesso nos reservatórios. (CanalEnergia – 10.10.2022) 
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Mobilidade Elétrica

Multiplan atinge 100 eletropostos instalados em shoppings no Brasil

A Multiplan, empresa detentora de shoppings no Brasil, está ampliando o número de vagas em seus centros comerciais dedicada ao carregamento de VEs. Hoje ela possui quase 100 eletropostos em 19 shoppings que estão sob a sua administração no Brasil. Um dos objetivos dessa iniciativa é testar essa funcionalidade por meio do Aplicativo Multi. No APP, o usuário pode liberar a recarga de seus veículos, o que torna a dinâmica ainda mais prática e segura. Este serviço está disponível, a princípio, no MorumbiShopping, em São Paulo, mas, em breve, será expandido para outros empreendimentos da Multiplan. (Auto Papo - 10.10.2022)
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Alemanha: VEs surpreendem chegando a 20% do mercado

De acordo com a Autoridade Federal de Transportes Motorizados, 44.389 novos veículos elétricos foram vendidos em setembro de 2022 na Alemanha. Este é o segundo melhor resultado histórico de emplacamentos no país europeu, superado por pouco em dezembro de 2021. Segundo o órgão, um total de 224.816 automóveis de passageiros foram emplacados na Alemanha em setembro. Os referidos 44.389 carros elétricos correspondem a uma quota impressionante de 19,7 %. Entre janeiro e setembro de 2022, foram registrados 272.473 veículos elétricos no país. Isto significa que, ao contrário do mercado global em queda (-7,4%), as compras de elétricos cresceram 15% em comparação com o mesmo período do ano passado. A quota de mercado BEV (Battery Electric Vehicle) aumentou de 11,7% nos primeiros meses de 2021 para 14,6%. Para os híbridos plug-in (PHEVs), foram registados cerca de 215.600 novos emplacamentos entre janeiro e setembro de 2022, o que corresponde a uma quota de 11,5 por cento. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, os novos registos de PHEV diminuíram 10,6 por cento. A dinâmica de crescimento dos PHEVs parece estar estagnado cada vez mais. Quando os subsídios forem eliminados no próximo ano, é provável que esta tendência se intensifique. Para o fechamento de 2022, o Centro de Gestão Automotiva (CAM) prevê 400.000 BEVs. Isto corresponde a um aumento de 12% em comparação com o ano anterior. (Inside EVs - 10.10.2022)
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Renault e Nissan discutem investimentos em unidade de VEs

As montadoras Renault e Nissan publicaram comunicado conjunto hoje no qual dizem que estão envolvidas atualmente em "discussões cheias de confiança" sobre "várias iniciativas" como parte de seus "esforços continuados para reforçar a cooperação e o futuro da Aliança". Segundo a nota, as discussões incluem um acordo sobre uma série de iniciativas estratégicas comuns entre mercados, produtos e tecnologias. As duas companhias também discutem a possibilidade de a Nissan investir em uma nova unidade da Renault voltada para veículos elétricos, informa o texto. As duas companhias também pretendem fazer melhoras estruturais para garantir a sustentabilidade de operações e governança da Aliança, sustentam. (BroadCast Energia – 10.10.2022)
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Inovação e Tecnologia

Maior usina de hidrogênio do mundo pode alimentar a primeira instalação de amônia totalmente descarbonizada da Austrália

O primeiro projeto de grande escala da Austrália para descarbonizar uma planta de amônia existente usando hidrogênio renovável está em andamento, com a Agência Australiana de Energia Renovável (ARENA) apoiando um estudo de engenharia e design de front-end (FEED) na Ilha Gibson de Brisbane. Em nome do governo australiano, a ARENA anunciou no dia 7 de outubro um financiamento de US$ 13,7 milhões para a Fortescue Future Industries Pty Ltd (FFI) em parceria com a Incitec Pivot Limited (IPL) para apoiar um estudo FEED para o desenvolvimento de uma fonte renovável em larga escala instalação de produção de hidrogênio e conversão da planta de amônia Gibson Island existente da IPL para utilizar 100 por cento de hidrogênio renovável produzido pela instalação de hidrogênio. (EE Online – 07.10.2022)
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Estão abertas as inscrições para o 4° DatathONS, do ONS

O ONS promoverá nos dias 22 e 23 de outubro o 4° DatathONS, iniciativa para fomentar a inovação aberta. O objetivo é atrair estudantes universitários e profissionais com conhecimento em dados, programação, negócios e marketing, para o desenvolvimento de solução que permita mais agilidade no processo de análise dos contratos do tipo CCT (Contratos de Conexão de Transmissão), documento celebrado entre o agente de transmissão e o usuário da Rede Básica. A maratona DatathONS é totalmente online e as inscrições, que são gratuitas, devem ser feitas no site até o dia 17 de outubro. Os resultados serão divulgados no dia 28 de outubro. A ação é promovida pelo Operador, em parceria com o Grupo de Inovação e Investimentos Sai do Papel, organizador do evento, e apoiado pela Data Science Academy, Neo4J e Head Energia. Para esta edição, o ONS propõe a criação de uma solução de inteligência artificial para indicar se o contrato de conexão de transmissão está em conformidade para assinatura, classificando e validando dados e cláusulas dos documentos. (CanalEnergia – 10.10.2022) 
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Energias Renováveis

Aneel autoriza 244,7 MW para operação comercial e em teste

A Aneel autorizou para início da operação em teste, a partir de 08 de outubro, unidades geradoras das eólicas Ventos de São Januário 15 e Barbatimão, além das usinas fotovoltaicas Lar do Sol 9 e Pedranópolis 1, 2 e 3, que juntas somam 138 MW de capacidade instalada. Para operação comercial, a Aneel liberou 106,7 MW das eólicas Ventos de São Roque 08 e 16, Ventos de São Crispim e Ventos de São Ciríaco. (CanalEnergia – 10.10.2022) 
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Greener: Crescimento da GD remota vai demandar construção de 3,8 GW até 2024

A demanda por geração distribuída (GD) remota vai exigir a construção de pelo menos 3,8 GW de usinas solares até 2024, movimentando mais de R$ 15 bilhões em investimentos, aponta relatório da consultoria Greener. Essa expansão é decorrente do interesse crescente por energia solar por assinatura principalmente nos setores de comércio e serviços, que deve alavancar o mercado de GD compartilhada nos próximos dois anos. O relatório aponta, ainda, que o País tem apresentado forte avanço na capacidade de usinas solares em operação e ou em construção, com atuais 2,3 GW, frente a 0,4 GW registrado em 2020. (BroadCast Energia – 10.10.2022)
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Witzler Energia inicia atuação em geração distribuída

A Witzler Energia iniciou a operação de sua nova subsidiária que atua no mercado de geração distribuída, a Meva Energia. E a nova organização tem como base de partida o estado de Minas Gerais, na área de concessão da Cemig e já conta com quatro ativos de geração hídrica e uma planta solar que juntas somam 15,1 MW em potência instalada. No foco estão contratos junto a pequenos consumidores empresariais e residenciais. A empresa planeja fechar o primeiro semestre de operações com cerca de 1 mil clientes. O plano inicial prevê a expansão em Minas Gerais e a segunda área geográfica pretendida é o interior do Rio de Janeiro, na área de concessão da Enel. A empresa possui contratos com 5 ativos de geração. As usinas de fonte hídrica estão na etapa inicial. Já a solar fotovoltaica está prevista para o segundo semestre de 2023. Em um segundo momento, a Meva pretende avançar para o estado de São Paulo, local de origem da controlador, que fica na cidade de Bauru. Para isso, a Witzler conta que possui mais de 30 MW no pipeline de projetos em usinas fotovoltaicas que visam atender consumidores conectados à CPFL Paulista, Elektro, além da Cemig e outras distribuidoras ao longo dos próximos anos. (CanalEnergia – 10.10.2022)
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Banrisul inicia transição para energia renovável em 100 agências

O Banrisul informou que iniciou um processo de transição para o uso de energia de fonte renovável. As 100 primeiras agências serão abastecidas via contrato com a empresa 2W Energia, que venceu o edital lançado em setembro. A meta é de que, até 2024, 100% da estrutura do Banrisul seja abastecida com energia limpa, o que deve gerar uma economia de R$ 47 milhões. Segundo o Banrisul, a proposta vencedora compreende aproximadamente 15 mil MWh/ano para consumo em unidades de média tensão. A energia contratada junto à 2W Energia é do tipo incentivada 50%. (Valor Econômico - 10.10.2022) 
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Hidrelétrica henry borden está fazendo 96 anos

A hidrelétrica Henry Borden, em Cubatão, na Baixada Santista, considerada durante muito tempo a maior hidrelétrica do país e parte de um empreendimento mundialmente pioneiro, está comemorando 96 . A usina teve papel essencial no desenvolvimento do estado de São Paulo no século passado e foi alvo de bombardeio na Revolução de 1932. A Fundação Energia e Saneamento detém e preserva a documentação histórica da construção do Complexo Henry Borden, operado pela Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE), oriunda da antiga Light, como relatórios, mapas e fotos, disponíveis a pesquisadores de forma gratuita. (Petronotícias - 10.10.2022) 
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Gás e Termelétricas

Aneel julga processos de térmicas emergenciais da KPS e Âmbar nesta terça-feira (11/10)

A Aneel analisa nesta terça-feira, 11, quatro processos envolvendo as térmicas emergenciais da Karpowership e da Âmbar Energia, do grupo J&F. Os empreendimentos foram contratados em procedimento simplificado realizado em outubro do ano passado, mas não cumpriram o cronograma para implementação previsto nos contratos. Assim como outras vencedoras do certame, as empresas entraram com pedidos de excludente de responsabilidade pelos atrasos, que estão sendo analisados aos poucos pela agência reguladora. Em paralelo, o Tribunal de Contas da União (TCU) também deve julgar na próxima semana uma auditoria sobre o leilão e a CCEE dá andamento aos processos de penalização. (BroadCast Energia – 10.10.2022) 
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Abegás: Redução do preço do gás natural pela Petrobras é positiva

A Abegás informou há pouco que vê como "positiva" a redução do preço do gás natural vendido às distribuidoras, anunciada mais cedo a Petrobras. O novo preço valerá a partir de 1º de novembro, referente ao trimestre de agosto a outubro, e seguirá vigente até 31 de janeiro de 2023, conforme estabelecido nos contratos firmados, informou a estatal. Em nota, a Abegás disse que as distribuidoras de gás canalizado repassam integralmente qualquer redução dos valores relativos a preço da molécula e a tarifa de transporte de gás natural. "Essa redução é repassada aos segmentos atendidos pelas distribuidoras (industrial, comercial, residencial, automotivo, cogeração, geração elétrica etc.) e, em acordo com a determinação das agências reguladoras estaduais, chegará ao consumidor final", afirmou. (BroadCast Energia – 10.10.2022) 
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Importação de gás deixa China vulnerável

A dependência da China do gás importado está aumentando, apesar dos esforços do governo para aumentar a produção interna, criando um problema para a energia e a segurança nacional. A produção de gás da China aumentou 6% nos primeiros oito meses de 2022 em comparação ao mesmo período de 2021, segundo a Agência Nacional de Estatísticas. A produção subiu depois que o governo encorajou o desenvolvimento de grandes campos em Sichuan, Xinjiang e a Bacia de Ordos. A população com acesso ao gás aumentou de 170 milhões em 2010, para 286 milhões em 2015 e para 413 milhões em 2020, segundo o “Anuário Estatístico da China”. O gás respondeu por mais de 8% do consumo primário de energia da China em 2020, aumento de 4% em 2010 e de só 2% em 2000. (Valor Econômico - 10.10.2022) 
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Propostas para frear preço de gás na Alemanha devem diminuir inflação em 2023

A inflação na Alemanha poderá ficar cerca de 1 ponto porcentual mais baixa em 2023 caso sejam aprovadas as propostas apresentadas pelo governo para segurar o preço do gás, calcula o Commerzbank. O banco ressalta que as propostas incluem o pagamento único das faturas em dezembro, subsídio de parte do consumo de gás de residências, empresas e indústrias a partir de janeiro ou março de 2023 até pelo menos a primavera de 2024 (no hemisfério norte). A expectativa é que o projeto custe 90 bilhões de euros aos cofres alemães. Pelas estimativas do banco, no quarto trimestre de 2023, a inflação deverá estar em 4%, 2 pontos porcentuais abaixo da previsão atual, de 6%. "Na média para o ano, tal freio de preço do gás resultaria em uma taxa que é um bom ponto porcentual menor." (BroadCast Energia – 10.10.2022) 
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EUA e Europa temem reação de Putin ao risco de derrota na Ucrânia

A última rodada de ameaças da Rússia de usar armas nucleares e reduzir ainda mais o fornecimento de energia não amedrontou os aliados da Ucrânia nos EUA e na Europa e fortaleceu sua determinação de ver uma vitória de Kiev. O que eles não têm tanta certeza é sobre se querem uma derrota do presidente da Rússia, Vladimir Putin. O presidente dos EUA, Joe Biden, tornou pública essa tensão na semana passada, ao alertar que as ameaças nucleares de Putin podem não ser um blefe, já que as outras opções que ele tem para salvar sua invasão da Ucrânia são cada vez mais limitadas. (Valor Econômico - 10.10.2022)
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EUA e Opep escancaram disputa por controle do mercado global de petróleo

A visita de Joe Biden, em tom jovial e amistoso, ao príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, nunca deixou de ser um exercício questionável. Três meses depois, a recompensa para o presidente dos EUA não foi o tão esperado aumento da produção de petróleo, e sim um corte oficial de 2 milhões de barris por dia da parte do grupo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo ampliada (Opep+) que alinhou o cartel do petróleo com a Rússia desde 2016. A cinco semanas das eleições legislativas americanas, nas quais os preços da gasolina poderão desempenhar papel decisivo, isso parece uma afronta. Sugere também que a Arábia Saudita se aferra a suas relações com Moscou, ao mesmo tempo em que Vladimir Putin acirra sua guerra na Ucrânia. Os sauditas podem sentir que estão agindo na defesa de seus próprios interesses e nos do cartel, mas seus atos podem se revelar um equívoco estratégico. (Valor Econômico - 07.10.2022)
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Decisão da Opep+ afeta emergentes, diz Yellen

A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, disse que a decisão da Opep+ de reduzir a produção de petróleo é “insensata e não ajuda” a economia mundial, especialmente os mercados emergentes, que já lutam contra os altos preços da energia. O governo Biden criticou duramente a decisão do cartel do petróleo apoiada pela Arábia Saudita e pela Rússia na semana passada, tomando a decisão em desafio à pressão dos EUA pela manutenção em baixa dos preços globais do petróleo. Yellen falou antes das reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial em Washington, nesta semana, que serão dominadas por discussões sobre a inflação alta e os preços das commodities, o impacto do grande aperto monetário por muitos bancos centrais e o impacto econômico e financeiro da guerra na Ucrânia. (Valor Econômico - 10.10.2022) 
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Biblioteca Virtual

FRITSCH, Winston. "O “vale da morte” na transição ao baixo carbono".

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