IFE
04/10/2022

IFE 5.585

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
04/10/2022

IFE nº 5.585

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

Ver índice

IFE 5.585

Regulação

Governo trabalha para aprovar PL414 que abre mercado livre ainda neste ano

Mesmo com a publicação de uma portaria que prevê a abertura do mercado livre de energia (ACL) para todos os consumidores, o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, disse que o governo trabalhará para aprovar o Projeto de Lei (PL) 414/2021 ainda neste ano. Segundo ele, o texto é uma das prioridades da pasta na volta do Congresso após as eleições. "A questão do PL 414 é a seguinte: mesmo depois de aprovado precisa soltar portarias. O que estamos fazendo é adiantando o processo, só isso. Isso está bem dentro do que foi planejado, e o projeto é prioritário para nós", disse Sachsida. A possibilidade para que todos os consumidores possam escolher seu fornecedor de energia é vista como um dos principais pontos do PL, que está parado na Câmara desde fevereiro de 2021. (BroadCast Energia – 03.10.2022) 
Link Externo

MME adia publicação de garantias físicas de eólicas

O MME decidiu adiar a publicação das garantias físicas das usinas eólicas com base na geração verificada, até concluir a analise dos impactos da resolução da Aneel que estabelece critérios para apuração e pagamento de restrição de operação por constrained-off. O tema é tratado na Resolução Normativa Aneel nº 1.030/2022, que consolidou uma série de normas da agência reguladora. Na parte que trata das restrições por constrained-off, ela classifica os eventos, o alcance quanto à modalidade de despacho das usinas, a forma de cálculo da energia não fornecida, a forma de pagamento pelos eventos de constrained-off e os pagantes. Segundo nota do MME, a decisão visa a garantir que a portaria esteja sintonizada com a resolução da Aneel, para fortalecer o ambiente de negócios e dar transparência, previsibilidade e segurança ao setor. (CanalEnergia – 03.10.2022) 
Link Externo

Aneel fixa valores da Conta Bandeiras referente a agosto

A Aneel fixou os valores da Conta Centralizadora dos Recursos de Bandeiras Tarifárias (Conta Bandeiras) para fins da liquidação das operações do mercado de curto prazo junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) referente à contabilização de agosto deste ano. Um total de R$ 6.696,60 serão repassados à Conta Bandeiras pelas concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica devedoras, até 05 de outubro. Já as concessionárias credoras receberão, até 10 de outubro, um montante de R$ 111.278.140,81, nas contas correntes vinculadas à liquidação das operações do mercado de curto prazo das distribuidoras. O despacho foi publicado na edição desta segunda-feira, 03, do Diário Oficial da União (DOU). (BroadCast Energia – 03.10.2022)
Link Externo

Mais de R$ 111,2 mi serão repassados para distribuidoras pelo Conta Bandeira

A Superintendência de Gestão Tarifária da Agência Nacional de Energia Elétrica fixou os valores da Conta Centralizadora dos Recursos de Bandeiras Tarifárias (Conta Bandeiras), para fins da Liquidação das operações do mercado de curto prazo junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, referente à contabilização de agosto de 2022. De acordo com Despacho Nº 2.835, publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 03 de outubro, os valores a serem repassados à Conta Bandeiras, pelas concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica devedoras, até 5 de outubro de 2022, tem o total de R$ 6.696,60. (CanalEnergia – 03.10.2022) 
Link Externo

Aneel divulga informações sobre o acompanhamento do suprimento de energia elétrica durante as eleições

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) finalizou com êxito a primeira etapa do conjunto de atividades especiais programadas que vislumbraram manter a segurança e continuidade do fornecimento de energia elétrica no país durante as votações e apurações do primeiro turno das eleições de 2022. Durante o período que antecedeu o pleito, as superintendências de fiscalização da Agência em conjunto com o Operador Nacional do Sistema (ONS) e os Agentes de Transmissão, Distribuição e Geração, empreendeu uma série atividades preventivas a fim de que fosse garantido o fornecimento de energia em quantidade, local e período adequados. (Aneel – 03.10.2022) 
Link Externo

Aneel está pronta para atender qualquer recomendação do TCU sobre PCS, diz diretor

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, Sandoval Feitosa, afirmou que o processo em que o Tribunal de Contas da União examina a contratação emergencial de térmicas pelo governo no ano passado não traz nenhum apontamento direto para a Aneel, mas a autarquia está pronta para atender qualquer decisão que for tomada em relação a esses empreendimentos. “O que a gente espera é que o TCU julgue a matéria e, caso haja alguma recomendação para a agência, a gente vai buscar cumprir. Mas até onde sabemos, a discussão é a política publica do ministério”, disse nesta segunda-feira, 3 de outubro, após cerimônia de assinatura de contratos de transmissão na sede de agência. (CanalEnergia – 03.10.2022) 
Link Externo

ABCE/Vivian: Setor elétrico tem estabilidade regulatória e será pouco afetado por eleição

 O setor elétrico alcançou estabilidade regulatória e não há espaço para grandes mudanças na política energética, seja qual for o governo, disse ao Broadcast o diretor-presidente da Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica (ABCE), Alexei Vivan. Para ele, o Projeto de Lei 414/2021, que trata da modernização do setor elétrico, é a grande discussão regulatória para as empresas e consumidores de energia, e não deve sofrer alterações numa eventual mudança de governo, uma vez que o Congresso está bem alinhado com o tema esse tema. “Não vejo grandes mudanças na orientação que o setor elétrico vem tendo ao longo dos últimos anos”, disse ele. (BroadCast Energia – 02.10.2022) 
Link Externo

Unidades geradoras liberadas para operação somam 124,96 MW

A Aneel autorizou para início da operação comercial, unidades geradoras das usinas EOL Ventos de São Roque 02 e 11, PCH Poço Fundo, CGH Faxinal I, UTE Urucará – COE, que juntas somam 124,96 MW de capacidade instalada. Para operação em teste, a Aneel liberou unidades geradoras da EOL Monte Verde VI e UFV Serra do Mel I, que juntas somam 59,8 MW de capacidade instalada. (CanalEnergia – 03.10.2022) 
Link Externo

Transição Energética

Seminário aponta caminhos para acelerar a transição energética

Conter o aquecimento global é uma realidade que exige um esforço conjunto, e a forma mais eficaz é a redução das emissões dos chamados gases de efeito estufa, provenientes, em grande parte, da queima de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão. Mas o mundo já caminha para uma transição energética, com a migração de matrizes poluentes para fontes de energia renováveis e limpas. Agora é preciso acelerar essa transição e, no Brasil, envolver todos os setores da economia para que o país alcance a meta de zerar as emissões em 2050. A boa notícia é que isso é possível. (Folha de São Paulo – 03.10.2022) 
Link Externo

IRENA e CABEI colaboram no financiamento da transição energética na América Central

A Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA ) assinou um Memorando de Entendimento (MoU) com o Banco Centro-Americano de Integração Econômica ( CABEI ), por meio do qual explorarão atividades de cooperação para aumentar os investimentos em energias renováveis na região e conhecer mais profundamente as necessidades de investimento para a transição energética da América Central. "Uma transição energética baseada em energias renováveis é uma grande promessa para a América Central", disse o diretor-geral da IRENA, Francesco La Camera, na assinatura do memorando em 28 de setembro. “À medida que a população da região continua a crescer rapidamente, aumenta também a necessidade de maiores investimentos em recursos energéticos resilientes e confiáveis que possam garantir o acesso à energia, cumprir as metas climáticas e apoiar o progresso econômico. Estamos orgulhosos de colaborar com o CABEI." (Energías Renovables - 03.10.2022) 
Link Externo

Espanha: Iberdrola e BEI assinam um empréstimo verde de 220 mi de euros para impulsionar redes inteligentes

Os recursos, no valor de 820 milhões, destinam-se ao plano de investimento em infraestrutura da i-DE, distribuidora de eletricidade da Iberdrola na Espanha. O projeto, que vai manter 10.000 postos de trabalho por ano, está a contribuir para a eletrificação da economia espanhola e para aumentar a eficiência da rede de distribuição. Esses recursos adicionais facilitarão a execução do plano estratégico da empresa, focado em renováveis e redes e alinhado com o plano REPowerEU. (EE Online – 04.10.2022) 
Link Externo

PNM arquiva plano de modernização de rede de US$ 344 mi

As concessionárias entendem que a evolução da rede inclui dispositivos inteligentes ao longo de equipamentos de distribuição acoplados a medidores inteligentes nos pontos finais. Esses dispositivos permitem que a concessionária tenha grande visibilidade de seu sistema e pode fornecer aos clientes uma visão maior sobre seu próprio uso de energia – permitindo que eles participem do gerenciamento da rede por meio de resposta à demanda, vendas de energia e muito mais. O Serviço Público do Novo México (PNM) deu mais um passo em direção a esse futuro com um mod de grade arquivando a Comissão de Regulação Pública do Novo México (NMPRC) em 3 de outubro. (Power Grid – 03.10.2022) 
Link Externo

Investimento em tecnologias limpas ainda é um desafio

A indústria de petróleo, um dos setores mais pressionados a reduzir suas emissões de gases de efeito-estufa até 2050, vê na inovação o caminho para manter o protagonismo na oferta mundial de energia. O cenário atual, no entanto, mostra que é preciso ampliar investimentos no desenvolvimento de tecnologias capazes de mitigar a pegada de carbono do setor. Relatório da Agência Internacional de Energia (IEA) estima que 50% das tecnologias necessárias para neutralizar efeitos negativos da queima dos combustíveis fósseis ainda não estão maduras e cerca de 75% ainda não são economicamente viáveis. A grande aposta do setor, no entanto, está no desenvolvimento de tecnologias de captura, utilização e armazenamento de carbono, uma das tecnologias com maior potencial para descarbonizar a economia global. Investimentos em geração eólica offshore também entraram na agenda como alternativa rumo à redução das emissões de GEE. (Valor Econômico - 04.10.2022) 
Link Externo

Empresas

Empresas assinam contratos para construção de linhas de transmissão

A Aneel sediou nesta segunda-feira (3/10) a assinatura dos contratos de concessão dos 13 lotes do Leilão de Transmissão 01/2022, realizado em 30 de junho deste ano. Com a presença do ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, a cerimônia foi conduzida pelo diretor-geral da Agência, Sandoval Feitosa, e pelos diretores da Aneel, Hélvio Guerra (relator do processo do leilão), Fernando Mosna e Ricardo Tili. O diretor-geral Sandoval Feitosa destacou que o certame significa crescimento da institucionalidade, credibilidade e confiança no País e nas instituições do setor elétrico. O diretor Hélvio Guerra salientou que o resultado do leilão demonstrou que há grande interesse do setor nos investimentos em transmissão de energia. Participaram da cerimônia representantes das empresas Verde Transmissão de Energia; Neoenergia; Cteep, Zopone; Sterlite; Taesa; Eletronorte; Energisa, e Engie, vencedoras do certame. Os investimentos para os empreendimentos concedidos serão de R$ 15,3 bilhões em 13 estados do País. Serão construídos 5.425 km em linhas de transmissão e 6.180 mega-volt-ampères (MVA) em capacidade de transformação de subestações. O leilão obteve um deságio médio de 46,15% nas Receitas Anuais Permitidas (RAP) iniciais estabelecidas pela Aneel, o que irá contribuir para tarifas de energia mais módicas. (Aneel – 03.10.2022)
Link Externo

Galp planeja investir US$ 5 bi no Brasil

A Galp entra com força na produção de energia renovável no País, negócio que vai dividir irmãmente com o segmento de petróleo e gás natural os US$ 5 bilhões programados para os próximos 15/20 anos no País, informa o presidente da Galp Brasil, Daniel Elias. A estratégia faz parte das diretrizes globais da companhia no contexto da transição energética, que tem como meta chegar a 12 gigawatts (GW) de energia renovável até 2030. Para isso, o Brasil é pilar fundamental, explica Elias, país que já é responsável por mais da metade do faturamento da Galp no mundo. O valor a ser investido, mais de R$ 25 bilhões pelo câmbio atual, será utilizado em parte para desenvolver o portfólio de produção de energia renovável adquirido no País, no total de 5,2 GW, a maior parte de energia solar fotovoltaica, mas também de energia eólica onshore (terra). A entrada no segmento de eólicas offshore, tecnologia que começa a surgir no Brasil, ainda está sendo cuidadosamente avaliada, mas em momento nenhum descartada, segundo Elias. De acordo com Elias, a entrada no setor de renováveis seguirá os mesmos critérios da empresa portuguesa para o upstream (exploração e produção de petróleo e gás) brasileiro. Serão buscados projetos que tenham competitividade suficiente para que sejam resilientes no futuro, do ponto de vista econômico. "Estamos muito confiantes, o nosso portfólio (brasileiro) em escala global já é comparável com tudo o que tínhamos fora do Brasil (em renováveis)", informou, destacando que na Ibéria (Portugal e Espanha) a Galp é um dos principais operadores de energia solar, com capacidade instalada de 1,4 GW. (BroadCast Energia – 03.10.2022)
Link Externo

Leilões

Aneel assina contratos do leilão de transmissão com previsão de R$ 15,3 bi em investimentos

A Aneel assinou nesta segunda-feira, 3, os contratos de concessão com as empresas vencedoras do leilão de transmissão realizado em junho deste ano. A previsão da agência reguladora é que sejam investidos R$ 15,3 bilhões nas linhas de transmissão e subestações. O evento foi realizado na sede da agência, com a participação do ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida. No total, foram licitados e arrematados todos os 13 lotes disponibilizados, totalizando 5.425 km de linhas de transmissão e 6.180 MVA em capacidade de transformação e a geração de 31.697 empregos diretos. O deságio médio, ou seja, a diferença entre os valores das receitas anuais permitidas pela agência e o que foi ofertado pela empresa vencedora foi de 46,16%. (BroadCast Energia – 03.10.2022) 
Link Externo

TCU deve analisar processo sobre leilão emergencial amanhã

O Tribunal de Contas da União (TCU) deve retomar nesta quarta-feira, 5, a análise de um processo que envolve um pedido de suspensão dos contratos das usinas vencedoras do Procedimento Competitivo Simplificado, o chamado "leilão emergencial". O processo foi pautado inicialmente para 31 de agosto, mas o julgamento foi adiado após o ministro Aroldo Cedraz apresentar pedido de vista. Realizado em outubro do ano passado, o certame foi realizado pelo governo devido à grave crise hídrica que o País enfrentou. O objetivo era assegurar o fornecimento de energia. No total foram contratadas 17 usinas, mas a maioria não cumpriu o cronograma. Na ocasião, o relator do processo sobre as térmicas, Benjamin Zymler, citou que em seu parecer há uma proposta para que o MME faça, em 60 dias, uma análise individual dos contratos firmados no certame. O ministro destacou que as térmicas contratadas no leilão são muito mais caras do que o valor atual da energia. (BroadCast Energia – 03.10.2022) 
Link Externo

Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário continua em R$ 55,70 por MWh em todos os submercados

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) segue em R$ 55,70 por MWh para todos os submercados do País nesta segunda-feira, 03 de outubro, segundo informações da CCEE. O montante está no patamar mínimo regulatório desde 14 de setembro. Não há oscilação no valor praticado ao longo do dia, de modo que os preços médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas sobre os reservatórios e o nível de armazenamento nas usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 03.10.2022) 
Link Externo

Brasil importa mais da China com energia solar e insumo agrícola

De carona na expansão da energia solar no Brasil e aproveitando a demanda por insumos agrícolas, as importações chinesas avançam neste ano mais que a média das importações totais brasileiras. De janeiro a agosto deste ano a importação de produtos chineses somou US$ 39,74 bilhões, com alta de 35,1% em relação ao ano passado e de 63,8% em relação a 2019, período pré-pandemia, sempre considerando o acumulado dos oito meses. A média do total das compras externas brasileiras cresceu 32,3% e 44,3%, respectivamente. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/ME) mostram que as importações de produtos chineses foram puxadas por painéis e equipamentos solares e insumos agrícolas. Juntos, esses dois grupos somaram pelo menos US$ 8 bilhões em compras externas de janeiro a agosto de 2022, o equivalente a 20% dos desembarques made in China do período. (Valor Econômico - 03.10.2022) 
Link Externo

ONS: Armazenamento recua em todo País, mas situação é mais confortável do que em 2021

Os reservatórios das hidrelétricas do País seguiram em trajetória de queda ao longo de setembro, mas encerraram o último mês em condições significativamente melhores do que o observado em igual etapa de 2021, quando o País enfrentava uma grave crise hídrica. Segundo dados do ONS, ao longo do mês passado, o volume de energia armazenada no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, considerado a caixa d'água do País, recuou 4,92 p.p., encerrando setembro em 51,12% da capacidade. Apesar da queda, o patamar atual é 34,37 p.p. acima do registrado na mesma data do ano passado. No Sul, a baixa observada em setembro é de 3 p.p., para 83,1% da capacidade de armazenamento. No Nordeste, o armazenamento diminuiu 6,96 p.p. no mês passado, para 66,10%. Ainda assim, o patamar atual está 25,15 p.p. acima do anotado ao final de setembro de 2021. O Norte registrou queda de 9,61 p.p., para 75,31%. Com isso, o nível atual é agora 14,50 p.p. superior ao verificado há um ano. (BroadCast Energia – 03.10.2022) 
Link Externo

ONS: custo de operação recua a R$ 10 em todo o país

O mês de outubro inicia com um cenário positivo e com isso o custo marginal de operação médio está na casa de R$ 10 por MWh, uma situação bastante diferente do que o país passava um ano atrás, quando era criada a CREG e a bandeia de escassez hídrica. O valor está equacionado em todo o país nesse nível, resultado da carga Pesada a R$ 10,46, da média a R$ 10,39 e da leve a R$ 9,97 por MWh. E para chegar a esse valor na primeira semana operativa de outubro há uma junção de fatores. Um dos principais é a energia natural afluente prevista para outubro no submercado que concentra 70% da capacidade de armazenamento do país, o Sudeste/Centro-Oeste. A expectativa inicial para o período nessa região é de 26.510 MW médios, o que equivale a 112% da média de longo termo. (CanalEnergia – 03.10.2022) 
Link Externo

Consumo de energia apresenta estabilidade na primeira metade de setembro, aponta CCEE

Dados preliminares do Boletim InfoMercado Quinzenal da CCEE apontou que consumo de energia elétrica no Brasil se manteve estável na primeira quinzena de setembro. O país demandou 65.090 MWm, praticamente o mesmo volume utilizado no mesmo período do ano passado. Apesar da estabilidade, o mercado livre, no qual a indústria e grandes redes de comércio e serviço contratam o seu fornecimento, consumiu 22.957 MW médios, montante 2,3% maior no comparativo anual e que corresponde a cerca de 35% de toda a energia utilizada pelo país. Em contrapartida, no mercado regulado, em que as residências e pequenas empresas compram o insumo por meio das distribuidoras, houve queda de 1,2% frente a igual período de 2021 (CanalEnergia – 03.10.2022) 
Link Externo

Região Sul conta com 83% da capacidade após queda de 0,2 p.p

O submercado do Sul teve queda de 0,2 ponto percentual e estava operando com 83% da capacidade, na última quinta-feira, 29 de setembro, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada marca 16.980 MW mês e ENA é de 11.668 MW med, equivalente a 85% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A região Sudeste/Centro-Oeste teve níveis estáveis e a capacidade está em 51,2%. A energia armazenada mostra 104.683 MW mês e a ENA é de 27.180 MW med, valor que corresponde a 81% da MLT. Os reservatórios do Norte apresentaram redução de 0,5 p.p, que conta com 75,7% da capacidade. A energia armazenada marca 11.579 MW mês e ENA é de 1.563 MW med, equivalente a 77% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste diminuiu 0,2 p.p e opera com 66,3% da sua capacidade. A energia armazenada indica 34.268 MW mês e a energia natural afluente computa 2.086 MW med, correspondendo a 65% da MLT. (CanalEnergia – 30.10.2022) 
Link Externo

Submercado do Norte tem novo recorde de demanda máxima

O Operador Nacional do Sistema Elétrico informou em seu boletim diário, IPDO, que na última quinta-feira, 29 de setembro, às 22h42min, foi registrado um recorde de demanda máxima na região Norte com um valor de 7.816 MW, sendo que o recorde anterior era de 7.753 MW, ocorrido em 27 de setembro de 2022. (CanalEnergia – 03.10.2022)  
Link Externo

Mobilidade Elétrica

Adoção de VEs no Brasil deve ser mais gradual

Recentemente, os Estados Unidos atingiram um ponto de inflexão ao atingir a marca de 5% da frota movida a eletricidade, seguindo a marca já atingida na Europa e na Ásia. Estudo da Bloomberg mostra que se os EUA seguirem a tendência já verificada em outros países, até o fim de 2025, um quarto da venda de carros novos será de elétricos. Mas no Brasil, a indústria de combustíveis parece não acreditar que o país vai seguir a mesma velocidade. Os VEs representam apenas 0,23% de toda a frota de veículos brasileira. As apostas são de que por ser um país tão movido a biocombustível, que já é mais sustentável, o mercado vai demorar um pouco mais a se estabelecer. A vice-presidente de estratégia e sustentabilidade da Raízen, Paula Kovarsky, ainda aponta mais um empecilho: o poder aquisitivo. Os carros elétricos são mais caros do que à combustão. “Vamos ver um cenário de eletrificação mais lento”. Mesmo a Vibra que está investindo em corredores elétricos, com 9 mil quilômetros de estrada com recarregadores capazes de carregar 80% da bateria em 20 minutos, entende que a adoção dos carros elétricos será mais gradual no Brasil. “No combustível, o etanol é usado em larga escala. Cerca de 70% da frota de automóveis é flex. A gasolina contém 27% de etanol, o diesel cerca de 10%. Isso influencia a eletrificação das frotas”, disse o vice-presidente executivo de B2B da Vibra, Bernardo Dos Winik. (Valor Econômico - 04.10.2022)
Link Externo

Nissan amplia número de concessionárias para VEs no Brasil

Ao mesmo tempo em que inicia a venda do Nissan Leaf 2023, a montadora japonesa anuncia a expansão na rede de concessionárias habilitadas para vender e dar assistência a veículos elétricos no Brasil. Além disso, a Nissan também inicia uma nova parceria para criar um corredor de carregadores rápidos na região Sul. Superando a meta inicialmente estipulada, de 44 concessionárias preparadas para a eletrificação em 15 estados mais o Distrito Federal, agora são 51 pontos de venda em 18 estados e no DF que cobrem as cinco regiões do país. Tanto a ampliação da rede quanto a criação de novas infraestruturas de carregamento para veículos elétricos faz parte do plano estratégico de eletrificação da Nissan, que está apoiado em quatro pontos principais: i. Ampliar a rede de concessionárias no Brasil; ii. Ajudar a desmistificar os elétricos no país; iii. Contribuir com a infraestrutura de recarga; e iv. Desenvolver novas parcerias para permitir que o Brasil desenvolva conhecimento e tecnologia de carros elétricos/eletrificados. (Inside EVs - 04.10.2022)
Link Externo

Eaton investe mais no Brasil e negocia fornecimento para VEs

A Eaton, fabricante de componentes para motores e transmissões, chega aos 65 anos de operação no Brasil com muito a comemorar. Ao menos é o que conta Ricardo Monzani, diretor de automóveis e picapes da companhia. “Nos últimos anos, nosso faturamento cresceu sempre acima do PIB brasileiro, que é uma métrica importante para nós”, disse durante o Press Day da empresa, na segunda-feira, 3. O executivo aponta que, com a expansão da linha de produtos, a companhia triplicou o faturamento com a venda de transmissões nos últimos 10 anos. Diante dessa evolução, ele reforça que a empresa vem investindo de forma consistente para lançar novas tecnologias, modernizar a produção e fortalecer a engenharia local. O aporte mais robusto pretende acompanhar a entrada de novos projetos. O presidente da organização para a América do Sul, Antônio Galvão, fez uma breve participação no evento, ainda que sem reservar tempo para responder às perguntas da imprensa convidada para a visita à planta da companhia em Valinhos (SP). Em sua apresentação, o executivo destacou o que seria o tripé que garante o crescimento da organização. Em primeiro lugar, ele enumera a sustentabilidade e a busca por oferecer produtos com baixo impacto ambiental, em seguida aparece a digitalização e, por fim, a eletrificação – e é aí que entra a oferta da divisão eMobility da companhia. A Eaton confirma estar negociando com algumas montadoras de veículos o fornecimento de conjuntos ou componentes para veículos eletrificados, além de serviços e projetos nessa área. (Automotive Business - 03.10.2022)
Link Externo

Kostal lança carregador preparado para injetar energia solar de autoconsumo em veículos elétricos

O Kostal Enector é um carregador de parede para veículos elétricos preparado para aproveitar a produção solar de uma instalação de autoconsumo, com uma boa relação qualidade/preço e com funções de conforto flexíveis. Apesar da persistente escassez de componentes e gargalos nas cadeias de suprimentos, a Kostal Solar Electric conseguiu entregar as primeiras 1.000 unidades do carregador. Com o Enector, a Kostal tem a primeira solução de carregamento e completa seu próprio portfólio de produtos composto por inversores, medidores de energia, o Portal Solar e o Solar App. Com seu design, recursos flexíveis e operação intuitiva, o carregador é um verdadeiro ator da completa Kostal sistema. O Enector pode ser facilmente controlado e ajustado com base nas necessidades pessoais, disponibilidade de energia e veículo elétrico. O Enector oferece potência de carregamento monofásica de até 3,7 kW e trifásica de até 11 kW. (Energías Renovables - 03.10.2022) 
Link Externo

Inovação e Tecnologia

UE: Comissão europeia aprova medida alemã de 134 mi de euros para produção de hidrogênio verde

A Comissão Europeia aprovou uma medida alemã de 134 milhões de euros para apoiar a empresa química BASF SE na produção de hidrogênio verde. A medida contribui para a Estratégia de Hidrogênio da UE e para as metas do Pacto Ecológico Europeu, de forma a também reduzir a dependência dos combustíveis fósseis provenientes da Rússia, como o gás natural, e acelerar a transição verde, seguindo o plano REPowerEU. A decisão segue as aprovações de dois Projetos Importantes de Interesse Comum Europeu (IPCEI 'Hy2Tech' e IPCEI 'Hy2Use'). O auxílio da Comissão deverá apoiar a construção e instalação de um eletrolisador que terá capacidade de produção anual de 54 MW, e produzirá aproximadamente 5 mil toneladas de hidrogênio renovável e 40 mil toneladas de oxigênio por ano.(BroadCast Energia – 03.10.2022) 
Link Externo

Energias Renováveis

Gerador solar fotovoltaico mais antigo do Brasil completa 25 anos

Em setembro de 2022, o primeiro sistema fotovoltaico integrado a uma edificação e conectado à rede elétrica pública do Brasil completou 25 anos de operação ininterrupta. Ele está no laboratório de energia solar fotovoltaica, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O gerador fotovoltaico foi construído com 2 kWp de potência instalada em uma área total de 40 m². Ao todo, foram utilizados 68 módulos de filmes finos de silício amorfo de dupla junção (módulos vidro-vidro, sem moldura) e inversores. Além disso, sensores de irradiância e de temperatura estão instalados de modo a possibilitar o monitoramento contínuo do sistema, coletando dados valiosos para avaliação de confiabilidade da tecnologia. É importante salientar o avanço que ocorreu na eficiência da tecnologia fotovoltaica ao longo destes 25 anos, pois hoje um gerador de 2 kWp ocupa uma área de cerca de 10 m². (CanalEnergia – 03.10.2022) 
Link Externo

Veolia investe R$ 80 mi em projeto para captação de biogás em Brusque

A Veolia iniciou a operação de captação e queima do biogás gerado a partir da decomposição dos resíduos no Centro de Gerenciamento de Resíduos (CGR) Brusque, localizado em Santa Catarina. O projeto, cujo investimento é de R$ 80 milhões, terá uma planta que utilizará 2 mil Nm3/h de biogás produzido a partir de resíduos que são levados para o aterro operado pela companhia. Para essa quantidade de queima, está prevista a redução de emissões de 158 mil toneladas de gás carbônico equivalente (CO2e) por ano. Ainda em fase inicial, de queima do metano em flare, o projeto segue para a segunda etapa, a de valorização do biogás via aproveitamento energético. Estudos estão sendo realizados para definir se o biogás obtido será destinado para a produção de biometano ou para a geração de energia elétrica para a rede local. Além disso, o CGR gerará créditos de carbono por meio da destruição do metano existente no biogás. (CanalEnergia – 03.10.2022) 
Link Externo

Cepsa inicia a produção de "biocombustíveis avançados" no seu Parque Energético de Huelva

A empresa árabe Cepsa começou a produzir biocombustíveis avançados (2G) em seu Parque Energético La Rábida, localizado em Palos de la Frontera (Huelva). Para produzi-los, a Cepsa utiliza óleos de cozinha usados. Segundo a companhia, “os biocombustíveis podem reduzir as emissões em até 80% ao longo de seu ciclo de vida e aumentar a independência energética e a segurança de abastecimento, tão relevante no contexto atual”. A Cepsa pretende liderar a produção de biocombustíveis na Espanha e Portugal até 2030, com uma produção anual de 2,5 milhões de toneladas. Além disso, a empresa apresentou em 2022 o seu novo plano estratégico para 2030, o Positive Motion, que projeta as suas ambições em termos de mobilidade sustentável, biocombustíveis e hidrogénio verde na Espanha e em Portugal, estabelecendo a meta de atingir zero emissões líquidas até 2050. (Energías Renovables - 03.10.2022) 
Link Externo

Engie constrói a maior central solar térmica para a produção de energia térmica na Espanha

30 MW de energia solar térmica, para produzir 28.700 MWh de energia térmica por ano, o que permitirá à Heineken economizar mais de 60% do consumo de gás em sua fábrica em Sevilha e evitar a emissão de quase 7.000 toneladas de CO2 equivalente por ano. Com um investimento de 20 milhões de euros, o projeto, o primeiro do gênero para a Heineken em todo o mundo, aproveita uma tecnologia consolidada no que diz respeito à geração de energia elétrica para gerar, neste caso, energia térmica que a cervejaria precisa para seus processos industriais e de embalagem. O acordo entre a cervejaria e a engenharia faz parte de um contrato de longo prazo, válido por 20 anos, até 2043, pelo qual a Engie é responsável pelo projeto e construção da usina solar térmica, bem como sua gestão e manutenção. A central solar térmica terá um campo solar de cerca de 8 hectares no qual serão distribuídos 43 mil metros quadrados de espelhos que concentrarão a luz solar para produzir altas temperaturas. (Energías Renovables - 03.10.2022) 
Link Externo

Fontes renováveis podem reduzir dependência energética

A guerra na Ucrânia, dizem especialistas no setor de óleo e gás, mostrou o tamanho da dependência que os países europeus têm da Rússia no abastecimento de combustíveis fósseis. Se de um lado essa situação despertou a necessidade de busca por fontes alternativas de energia, por outro, deixou claro que a prioridade é garantir o abastecimento. Para Walter De Vitto, analista de petróleo e gás da consultoria Tendências, o conflito entre Rússia e Ucrânia e as consequentes sanções atrapalharam, no curto prazo, o ritmo da transição energética. Porém, segundo ele, está crescendo a percepção de que os investimentos em fontes alternativas, além de contribuir para o menor impacto ambiental, podem aumentar a independência dos países em relação à necessidade externa de energia. E esse aspecto deve dar novo fôlego às energias alternativas e ao processo de transição energética no médio prazo. (Valor Econômico - 04.10.2022) 
Link Externo

Gás e Termelétricas

China: empresas lucram ao redirecionar gás natural liquefeito dos EUA para a Europa

A desaceleração econômica na China, um acordo comercial da era Trump e a busca desesperada da Europa por gás natural estão gerando ganhos para empresas de energia chinesas. Com a demanda baixa, as empresas chinesas que assinaram contratos de longo prazo para comprar o gás natural liquefeito dos EUA estão vendendo o excesso e ganhando centenas de milhões de dólares por carga. Os compradores incluem Europa, Japão e Coreia do Sul. Dados da alfândega chinesa mostram que a China está recebendo quase 30% mais gás da Rússia até agora este ano. O aumento é devido ao crescimento da entrega programada do gasoduto Força da Sibéria e de compras do GNL russo, normalmente com um grande desconto. (BroadCast Energia – 03.10.2022) 
Link Externo

Rússia: Gazprom pausa entregas de gás à Itália, em meio a imbróglio burocrático com Áustria

A Gazprom, estatal da Rússia do setor de gás, afirmou que suspendeu suas entregas à Itália neste fim de semana após não receber autorização para que o suprimento de gasodutos na Áustria fosse retomado. Não ficou claro se a interrupção se dá por um problema burocrático temporário ou se a Itália se juntou a lista de países europeus que foram cortados do suprimento russo. Autoridades austríacas disseram que a Gazprom não assinou mudanças em contratos de entregas requeridas por ajustes regulatórios feitos anualmente, os quais a empresa conhece há meses. A Gazprom, o governo da Áustria e a companhia italiana de energia Eni SPa afirmaram que estão trabalhando por uma solução. De qualquer forma, as entregas de gás da Rússia representam hoje menos de 10% do suprimento na Itália, após medidas tomadas pelo governo do país e a Eni, que aumentaram a compra de outras fontes. (BroadCast Energia – 02.10.2022) 
Link Externo

Europa vive risco 'sem precedentes' de ter que racionar gás no inverno, diz AIE

A Europa enfrenta “riscos sem precedentes” de ter que racionar gás natural neste inverno após a decisão da Rússia de cortar o fornecimento para a região, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE). A AIE alerta em seu relatório trimestral sobre gás natural, divulgado nesta segunda-feira, que os países da União Europeia (UE) precisam reduzir o consumo do produto em 13% durante o inverno para não sofrer de escassez caso a Rússia corte completamente o fornecimento para o continente. A entidade sugere que o racionamento deve ser feito com medidas como diminuir a temperatura da calefação em 1 grau e ajustar as temperaturas das caldeiras industriais. (Valor Econômico - 03.10.2022)
Link Externo

Mercado Livre de Energia Elétrica

CCEE: Modelo desenhado para abertura total do ACL está em linha com as necessidades já apontadas

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) considerou "uma vitória" o início de consulta pública para discutir a implementação de medidas para uma abertura total do mercado livre de energia (ACL). Em nota a CCEE destacou que o cronograma sugerido pelo MME libera o acesso para unidades comerciais e industriais a partir de 2026 e, enfim, para as residências a partir de 2028. Ainda, a Câmara avalia que o modelo desenhado está perfeitamente em linha com as necessidades apontadas pela organização para que o processo ocorra de forma sustentável, contínua e previsível. (BroadCast Energia – 03.10.2022) 
Link Externo

Abraceel: Migrações para o ACL devem acontecer na proporção de 25% ao ano

O presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Rodrigo Ferreira, estima que 95% das 106 mil unidades consumidoras elegíveis para comprar energia no mercado livre (ACL) a partir de 2024, a partir da abertura a consumidores da alta tensão, vão fazer a migração. Esse grupo é responsável pelo consumo de 3,6 GW med. Ferreira comentou também que as migrações entre o mercado livre e o cativo devem ocorrer de forma gradual, como aconteceu no exterior, e, mencionando pesquisa feita pela consultoria Ernst & Young (E&Y), disse que o movimento deve acontecer numa velocidade de 25%. (BroadCast Energia – 03.10.2022) 
Link Externo

Abradee: Abertura de mercado precisa ser acompanhada de mudança regulatória para distribuidoras

O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira, disse nesta segunda-feira, 3, que para mitigar os efeitos da abertura do mercado livre para consumidores de menor carga seria preciso uma atualização das regulações às quais as concessionárias de distribuição estão sujeitas. Durante evento online promovido pelo Canal Energia, Madureira defendeu que seria necessário criar mecanismos para dar mais flexibilidade às distribuidoras na gestão do portfólio de contratação, e disse que a associação já encaminhou propostas ao MME. "Os atuais mecanismos não permitem que isso seja feito de maneira eficiente. Precisamos ter flexibilidade para troca de contratos entre distribuidoras, por exemplo", disse. (BroadCast Energia – 03.10.2022) 
Link Externo

Associação de consumidores de energia avalia que abertura de mercado deve prever mecanismos de transição

A Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace) avalia que a abertura total do mercado de energia deve ser gradual e organizada, com a previsão de mecanismos de transição. Segundo a entidade, uma das preocupações será com a revisão dos leilões de energia e as contratações já implementadas, de modo a eliminar legados e evitar a criação de um novo encargo desnecessário. Na avaliação da diretora de assuntos técnicos e regulatórios da Anace, Mariana Amim, o processo deve ser precedido da separação entre o custo do fio e o da energia. Além disso, afirma, a Anace acredita que a liberalização requer “um amplo projeto de comunicação com vistas a informar, instruir e esclarecer os consumidores sobre seus direitos e deveres”. (Valor Econômico - 03.10.2022) 
Link Externo