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IFE
21/09/2022

IFE 5.576

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
21/09/2022

IFE nº 5.576

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.576

Regulação

Artigo GESEL: "Dura transição energética europeia"

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Nivalde de Castro ( Professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do GESEL) e Vitor Santos (Professor do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade de Lisboa), discorrem sobre as dificuldades da Europa na transição energética. Segundo os autores, “o conjunto de países que formam a União Europeia (UE), terceiro maior bloco econômico global, possui, há muito tempo, um constrangimento estrutural: a excessiva dependência externa de recursos energéticos – gás natural, petróleo e carvão”. Concluiu-se que “as medidas emergenciais, complexas e multisetoriais, voltadas ao desenvolvimento de novas tecnologias verdes através de maciços programas de investimentos, buscam superar um imenso desafio: a conversão acelerada para uma matriz energética mais limpa e que simultaneamente garanta segurança energética. Porém, no curto prazo, usinas termelétricas a carvão tem que ser acionadas para evitar problemas de suprimento e conviver com inflação elevada, uma vez que não há outra alternativa em cena no curto prazo.” (GESEL-IE-UFRJ – 21.09.2022)
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Artigo GESEL: "O papel dos Pequenos Reatores Nucleares na Transição Energética: Uma visão a partir de aplicações industriais"

Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Lucca Zamboni (Pesquisador Sênior do GESEL), Vinicius Botelho (Pesquisador do GESEL), João Pedro Gomes (Pesquisador do GESEL)  e Cristina Rosa (Pesquisadora Junior do GESEL) abordam o papel dos pequenos reatores nucleares na transição energética. Segundo os autores, “os SMRs são reatores pequenos e conhecidos por operarem em uma faixa de geração entre 10 e 300 MWe, com faixas inferiores de geração atendendo basicamente a aplicações industriais. No ano de 2015, foi realizada a 21ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP21), com a participação de 195 países, culminando no Acordo de Paris, tratado mundial com foco em conter, através da redução das emissões dos gases de efeito estufa (GEE), o aquecimento global em um nível abaixo de 2°C”. (GESEL-IE-UFRJ – 21.09.2022)
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Aneel aprova nova regra que beneficia consumidor, mas onera gerador no Nordeste

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta terça-feira (20) novas regras para tarifas do uso do sistema de transmissão (Tust) de energia, em um movimento que deve impactar de formas distintas geradores e consumidores, a depender principalmente da região do país em que estejam localizados. As novas regras aprovadas, que começam a ser aplicadas em 2023, devem, por exemplo, onerar geradores no Nordeste, ao mesmo tempo em que reduzem o valor da conta para consumidores da região. (Folha de São Paulo – 20.09.2022) 
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Aneel destaca avanços da Regulação em Reunião da Câmara Técnica de Energia Elétrica promovida pela ABAR

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) destacou os avanços da regulação do Mercado Livre de Energia Elétrica na 3ª Reunião de 2022 da CTEnergia - Câmara Técnica de Energia Elétrica, promovida pela Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR) nesta segunda-feira (19/9). O Diretor da Aneel, Ricardo Tili, destacou importantes ações da Agência, como abertura de Tomadas de Subsídios que avaliou propostas de modelos regulatórios, a consolidação dos direitos e deveres do consumidor com a resolução 1000 e a regulação da Lei 14.300/2022, que cria o Marco Legal da GD (geração distribuída). O Diretor reforçou a importância da Aneel para proporcionar condições favoráveis para a abertura do Mercado de Energia Elétrica com equilíbrio entre os consumidores e agentes e a garantia da solidez do Setor. (Aneel – 19.09.2022) 
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Em workshop, Agência debate judicialização no setor elétrico

A Aneel participou, nesta segunda-feira (19/9), do workshop promovido pelo Instituto de Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), no Campus Sul da Instituição, em Brasília. Na ocasião, a Agência foi representada pelo Diretor-Geral Sandoval Feitosa, que integrou discussões acerca do tema escolhido para o evento: “Judiciário e a defesa da concorrência na regulação da infraestrutura: desafios atuais e futuros”. Feitosa apontou a Judicialização como um dos desafios atuais da regulação do setor elétrico e destacou a importância de se promover maior interação entre as agências reguladoras e o Poder Judiciário. (Aneel – 19.09.2022) 
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Aneel autoriza testes no Piauí e Bahia

A Aneel autorizou o início da operação em teste das unidades geradoras UG1 a UG3, de 4,4 MW cada, da EOL Ventos de São Ciro, em Betânia do Piauí (PI). A EOL Ventos de São Crispim, na mesma cidade e em Curral Novo do Piauí, também pode operar testes das turbinas UG1 e UG2. No Rio Grande do Norte, foi a vez dos testes para a UG1 a UG16, de 4,2 MW cada, da EOL Monte Verde I. Na EOL Monte Verde V, as unidades autorizadas foram as UG1 a UG8, de 4,2 MW cada. A eólica fica na cidade de Pedro Avelino. Na Bahia, a EOL Baraúnas XV pode operar o modo teste as unidades UG4 e UG5, de 3,46 MW cada. A usina fica em Sento Sé. Já em Mina Gerais, a UTE Vale do Pontal 2, em Limeira do Oeste, pode operar no modo teste a UG1, de 25MW. A Aneel também decidiu pelo restabelecimento da operação comercial da unidade geradora 1B da UTE Três Lagoas. A térmica, de propriedade da Petrobras, fica localizada na cidade de Três Lagoas (MS) e tem capacidade de 386 MW. (CanalEnergia – 20.09.2022) 
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Transição Energética

União Europeia quer diminuir uso de energia em 10% durante o inverno

A Comissão da União Europeia (UE) propôs um plano que atrairia € 142 bilhões em lucros inesperados obtidos por empresas de energia e combustíveis fósseis e redistribuiria para consumidores pressionados que viram seus custos de energia se multiplicarem nos últimos meses. Ao mesmo tempo, a União Europeia pretende reduzir o uso de energia por meio de uma redução obrigatória de 5% na demanda no horário de pico. A meta geral é uma redução de 10% na demanda total de eletricidade até 31 de março de 2023. De acordo com uma análise feita pela Rystad Energy, essas medidas temporárias devem ajudar bastante a população da União Europeia durante o inverno. Mesmo assim, muitos detalhes precisam ser trabalhados para que o plano – se aprovado – seja efetivo. (Petronotícias - 19.09.2022) 
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ASEAN pode cobrir dois terços da demanda de energia com renováveis

Os países do Sudeste Asiático podem atender sua crescente demanda de energia com energias renováveis e cortar 75% de suas emissões de CO2 relacionadas à energia até 2050, metade das emissões em comparação com hoje. Lançado pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) durante a Reunião Ministerial de Energia da ASEAN, a 2ª edição do Renewable Energy Outlook for ASEAN: Rumo a uma transição energética regional mostra que quase dobrar a energia renovável até 2030 cria oportunidades regionais significativas de negócios e investimentos. A ASEAN abriga uma das frotas de usinas de carvão mais jovens do mundo. No entanto, um número crescente de membros da ASEAN estabeleceu metas de emissões líquidas zero por volta de meados do século. O planejamento da transição deve começar agora para que as metas climáticas sejam alcançadas, com a substituição da energia do carvão como uma das principais prioridades, principalmente para evitar ativos ociosos. O Outlook da IRENA identifica caminhos de transição com foco em energias renováveis, eletrificação e tecnologias emergentes, como hidrogênio e baterias. Baseia-se no impulso político para a mudança na região. (EE Online – 20.09.2022)
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Nova Aliança Global Offshore é criada para impulsionar potencial da fonte no mundo

Representantes dos governos dinamarquês, norte-americano, de outros governos, a Agência Internacional de Energia Renovável, o Conselho Global de Energia Eólica e a indústria eólica offshore se reuniram em um evento público em Nova York para discutir como desencadear o potencial da energia eólica offshore. Foi dada a largada para uma nova aliança multi-stakeholder, a Global Offshore Wind Alliance (GOWA), que terá como objetivo aumentar a capacidade eólica offshore global instalada em 670%, de 57 GW em 2021 para 380 GW em 2030. A fonte tem um enorme potencial inexplorado para impulsionar a transição energética global e enfrentar as crises climáticas e energéticas. (CanalEnergia – 20.09.2022) 
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'Lacuna de colaboração' internacional ameaça minar o progresso climático e atrasar Net Zero

Novo relatório estabelece prioridades urgentes para tornar rapidamente as tecnologias mais limpas as opções mais acessíveis em setores-chave. Contra o pano de fundo da crise de energia e a ameaça de uma crise alimentar global, autores especialistas exortam os líderes da COP27 a seguir ações que acelerariam o progresso em direção às emissões líquidas zero em décadas, reduziriam os custos de energia e aumentariam a segurança alimentar para bilhões de pessoas em todo o mundo. O relatório inaugural destaca o impulso crescente nos principais setores, incluindo a duplicação das vendas de veículos elétricos (EVs) em 2021 e um aumento previsto de 8% na capacidade renovável global em 2022. (IRENA – 20.09.2022)
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Empresas

Santa Maria terá reajuste médio de 20,04%

As tarifas da Empresa Luz e Força Santa Maria ficarão em média 20,04% mais caras na próxima quinta-feira, 22 de setembro. O efeito médio a ser percebido pelos consumidores será de 25,98% na alta tensão e de 18,92% na baixa tensão. Os encargos setoriais tiveram o maior reajuste da concessionária, com 8,72% em média. Componentes financeiros a serem recuperados no próximo período tarifário vem em seguida, com 7,34%, enquanto o custo da energia ficou em 4,81%. A Aneel estabeleceu os percentuais regulatórios definitivos de perdas de energia para os reajustes de 2022 a 2025. Para as perdas técnicas foi estabelecida trajetória decrescente, partindo de 1,91% a 1,25%. As perdas comerciais sobre o mercado faturado terão índice de 9,08% no período. A empresa localizada na cidade de Colatina (ES) atende cerca de 120 mil unidades consumidoras. (CanalEnergia – 20.09.2022)
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Hitachi Energy quer fornecer equipamentos para 5 dos 6 lotes do próximo leilão de transmissão

A Hitachi Energy já iniciou conversas com empresas do setor de transmissão para ser a fornecedora de transformadores para ao menos cinco dos seis lotes que serão licitados em dezembro pela Aneel. Segundo o diretor de marketing e vendas da Hitachi Energy, a empresa tem realizado um trabalho ativo de mapeamento dos projetos que serão colocados ao mercado nos próximos leilões da Aneel, e avaliado em quais deles ela pode ser fornecedora. "Já temos conversas com algumas empresas, e queremos estar em pelo menos cinco dos seis lotes do próximo leilão", disse. Hoje, fabricação de equipamentos para transmissão de energia é uma das principais linhas de negócios da companhia, e responde por aproximadamente metade da produção na planta de Guarulhos, na Grande São Paulo. (BroadCast Energia – 20.09.2022) 
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Cemig recebe subestações móveis da TSEA energia e TS Infra

O consórcio TSEA energia e TS Infraestrutura entregaram para a Cemig as duas primeiras subestações móveis que foram produzidas no novo complexo onde estão instaladas ambas as empresas em Betim (MG). As subestações contam com transformadores de 25MVA, que trarão dinamicidade e agilidade no reabastecimento de energia para casos de manutenção ou falha na rede elétrica. Os equipamentos são os primeiros de uma série de nove que serão produzidos para serem utilizados pela companhia energética. De acordo com as empresas, cada subestação, que têm capacidade para fornecer energia a 20 mil residências e atender aproximadamente 60 mil pessoas, entrará em operação sempre que ocorrer alguma manutenção corretiva (emergencial) ou mesmo quando houver uma manutenção/obra programada. Sua função é substituir o fornecimento tradicional enquanto o trabalho é realizado sem impactar a distribuição de energia à população. O investimento tem por objetivo substituir as subestações mais obsoletas e ampliar o atendimento substancialmente. (CanalEnergia – 20.09.2022)
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Engie vai fornecer energia de fontes renováveis para Azul no Aeroporto de Brasília

A Engie fechou contrato com a Azul para fornecer eletricidade e ar condicionado a partir de fontes renováveis para os aviões da companhia aérea enquanto estiverem estacionados no Aeroporto de Brasília, substituindo os equipamentos movidos a combustíveis fósseis. A tecnologia também deve reduzir o consumo de querosene de aviação. Com o contrato da Azul, a Engie passa a atender todas as companhias aéreas nacionais que operam no aeroporto de Brasília. Para o diretor de Negócios Aéreos da Inframerica, administradora do Aeroporto de Brasília, Roberto Luiz, haverá uma redução considerável de ruídos no pátio de aeronaves. O executivo destaca que o Aeroporto de Brasília vem trabalhando para trazer mais ações de energia limpa para o terminal. No ano passado, a Engie equipou 22 pontes de embarque e desembarque do aeroporto de Brasília com a tecnologia de abastecimento. Segundo nota, a companhia espera levar a solução para outros terminais aeroportuários do País. (BroadCast Energia – 20.09.2022)
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Enel integra movimento transparência 100% do pacto global da ONU no Brasil

A Enel Brasil agora integra o movimento Transparência 100%, uma iniciativa criada pelo Pacto Global da ONU no Brasil para acelerar as metas propostas pela Agenda 2030. O Transparência 100% tem como foco engajar as empresas no combate à corrupção e o fortalecimento de práticas de compliance para alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Para o presidente do conselho de administração da Enel Brasil, Guilherme Lencastre, a iniciativa representa para a Enel a oportunidade de aprimorar ainda mais as questões relacionadas à transparência e integridade. Ao assinar a carta-compromisso do Movimento Transparência 100%, a Enel se une a outras 22 empresas e a três organizações do terceiro setor, que são apoiadoras do projeto. Além das empresas e organizações, o movimento conta com a expertise e contribuição de profissionais renomados do mercado para seu Comitê Consultivo. A principal meta do Transparência 100% é fortalecer mecanismos de transparência e integridade de empresas, para torná-las mais resilientes e exemplos de sucesso para as demais companhias do país. (CanalEnergia – 20.09.2022)
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ABB e ComBio fecham parceria em eficiência energética

A divisão Motion da ABB no Brasil e a ComBio Energia fecharam uma parceria em eficiência energética. Pelo acordo, a ComBio passa a oferecer, por meio de contratos de locação, de curta, média ou longa duração produtos da ABB, como inversores de frequência e motores elétricos, cubículos e soluções de automação para a substituição de equipamentos antigos, obsoletos e ineficientes. Um estudo global encomendado pela ABB à Sapio Research revelou que 99% da indústria brasileira já está investindo ou planejando investir para tornar seu uso de energia mais eficiente. Além disso, 89% dos entrevistados esperam aumentar os investimentos na área, enquanto 51% planejam atingir o Net Zero em 5 anos. Apesar desses números, diz a ABB, 47% das empresas no país apontaram o custo como uma grande barreira para melhorar sua eficiência energética. A economia de gastos foi o motivo mais importante para investir (71%), seguido por compromissos de sustentabilidade corporativa (69%). Com a parceria, a ComBio incorpora ao portfólio o outsourcing de eficiência energética. No modelo de negócios proposto, não há necessidade de investimentos em ativos para a empresa ter acesso às soluções da ABB para aumentar a eficiência energética, com a possibilidade de contratos de curto prazo. O aluguel pode ser tratado como despesa operacional e o cliente ainda tem uma redução no pagamento de imposto de renda, se for tributado pelo regime de lucro real, destacou a parceira da multinacional Suíça. (CanalEnergia – 20.09.2022)
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Greener: Gustavo Ene assume como presidente-executivo

A Greener, plataforma que “tokeniza” ativos de carbono premium, anunciou Gustavo Ene como seu novo presidente-executivo. A chegada de Ene, que até fevereiro deste ano esteve à frente da Secretaria da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação e da Secretaria de Desenvolvimento da Infraestrutura do Ministério da Economia, foi motivada por um convite da startup britânica-brasileira DaX Green e da Reag Investimentos, uma das gestoras independentes do país, que se uniram para trazer um produto inovador ao mercado. O TPG (Token de Preservação Greener) já pode ser adquirido por empresas que querem reforçar suas práticas sustentáveis na plataforma link. A comercialização oficial do TPG estava marcada para a última segunda-feira, 19 de setembro, quando ele começará a rodar dentro do Polygon, um protocolo que permite construir e conectar blockchains que sejam compatíveis com a rede Ethereum. (CanalEnergia – 20.09.2022)
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CGT Eletrosul: Marcio Szechtman vai presidir Conselho de Administração

Em Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 14 de setembro, foi aprovada a nomeação de Marcio Szechtman, diretor de Transmissão da Eletrobras, para a presidência do Conselho de Administração da CGT Eletrosul, em substituição a Elvira Baracuhy Cavalcanti Presta, diretora Financeira e de Relações com Investidores da Holding. (CanalEnergia – 20.09.2022)
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CPFL Energia realiza doação de freezers científicos para municípios de SP e RS

A CPFL Energia entregou novos freezers científicos, para armazenamento de vacinas, em 105 postos de saúde, no interior de São Paulo, e outros 65, no Rio Grande do Sul. Entre julho e agosto deste ano, os equipamentos foram entregues nos pontos de vacinação de 45 cidades paulistas, atendidas pela CPFL Paulista, e 33 gaúchas, nas quais a RGE é a distribuidora de energia. O projeto teve investimento de R$ 3 milhões e tem como principal objetivo contribuir para a redução do desperdício. De acordo com levantamento do movimento Unidos pela Vacina e do Locomotiva Instituto de Pesquisa, divulgado em 2021, cerca de 40% dos municípios brasileiros não possuem geladeiras adequadas em seus postos de saúde para o armazenamento de vacinas, incluindo a da Covid-19. O freezer científico é mais eficiente para acondicionar vacinas, e outros medicamentos que necessitem de refrigeração, pois possui, por exemplo, um sistema de alerta para o caso de eventual falta de energia e sistema de alarme visual sobre a temperatura máxima e mínima ou porta aberta. (CanalEnergia – 20.09.2022)
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CTG Brasil abre Programa de Estágio 2023

A CTG Brasil está lançando a terceira edição do seu Programa de Estágio. Ao todo, são 12 oportunidades para estudantes dos cursos de Engenharia de Energia, Engenharia Elétrica, Engenharia da Computação, Economia, Administração de Empresas, Ciências da Computação, Tecnologia e/ou Segurança da Informação, Direito, Matemática, Estatística e Ciências Contábeis. Os interessados podem enviar suas candidaturas até 20 de outubro e ter mais informações sobre o Programa de Estágio neste site. Para participar, é necessário ter previsão de conclusão de curso em dezembro de 2024 ou 2025 e idade a partir dos 18 anos. Os contratos são de um ou dois anos, com início previsto para fevereiro de 2023, e as oportunidades são para as cidades de São Paulo (SP), Chavantes (SP), Três Lagoas (MS) e Curitiba (PR). O processo seletivo será totalmente virtual e envolverá testes, entrevista com a consultoria de recrutamento, painel e entrevista com o gestor da área de trabalho, admissão e entrega dos documentos. (CanalEnergia – 20.09.2022)
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Fortescue vai investir US$ 6 bi em transição energética até 2030

A mineradora australiana Fortescue vai gastar mais de US$ 6 bilhões até 2030 em sua transição energética de combustíveis fósseis para fontes de energia renováveis, segundo disseram funcionários da empresa. O esforço é uma promessa de que a gigante do setor diz que reduzirá os custos de energia e marcará um passo fundamental para a produção de aço de baixo carbono. A Fortescue está se comprometendo a usar uma combinação de energia eólica e solar, armazenamento de bateria e hidrogênio produzido a partir de energia renovável para gerar a eletricidade e o combustível necessários para extrair minério de ferro. Os compradores da cadeia de fornecimento de aço poderiam então transformar esse "minério de ferro verde" em aço. O compromisso, o primeiro de uma grande mineradora, vem em resposta à crescente pressão de investidores e clientes, como siderúrgicas e, em última análise, montadoras de automóveis, para reduzir o impacto ambiental das matérias-primas. A Fortescue se junta a um pequeno grupo de empresas que prometem reduzir as emissões de poluentes para perto de zero, o que eles chamam de zero real. A Fortescue diz que o investimento de US$ 6 bilhões se pagará ao longo do tempo por meio de uma combinação de economia no preço da energia e evitando pagamentos em compensações. Espera-se que o esforço economize cerca de US$ 3 bilhões até 2030 e cerca de US$ 820 milhões anualmente depois disso. Fonte: Dow Jones Newswires. (BroadCast Energia – 20.09.2022)
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Leilões

Leilões desde 2019 contrataram R$ 908,5 bi em investimentos

O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) estimou que os projetos leiloados desde 2019 contam com uma expectativa de investimentos na casa de R$ 908,5 bilhões. Em outorgas ou bônus arrecadados, o dado é de R$ 179,1 bilhões, resultado de 168 leilões. A maior parte dos recursos em investimentos vem do setor de energia, óleo, gás e mineração, com R$ 699,1 bilhões contratados. Em seguida estão os certames do setor de transporte, com R$ 115,2 bilhões previstos nos contratos, mais outras licitações em áreas como de saneamento e iluminação pública, somando R$ 94,1 bilhões em investimentos. (BroadCast Energia – 20.09.2022) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário mantém-se no mínimo regulatório de R$ 55,70 por MWh em todo o País

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) segue no mínimo regulatório de R$ 55,70 por MWh para todos os submercados do País nesta terça-feira, 20 de setembro, completando uma semana nesse patamar, de acordo com informações disponibilizadas pela CCEE. Não há oscilação no valor praticado ao longo do dia, de modo que os preços médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas sobre os reservatórios e o nível de armazenamento nas usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 20.09.2022) 
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Região Norte conta com 79,5% da capacidade após recuo de 0,2p.p

A Região Norte apresentou recuo de 0,2 ponto percentual em seus reservatórios, no último domingo, 18 de setembro, segundo o boletim do ONS. O subsistema está operando com 79,5% da capacidade. A energia armazenada mostra 12.161 MW mês e a ENA aparece com 1.391 MW med, o mesmo que 80% da MLT. O subsistema do Nordeste teve redução de 0,2 p.p e opera com 68,9% da sua capacidade. A energia armazenada indica 35.634 MW mês e a energia natural afluente computa 1.959 MW med, correspondendo a 63% da MLT. A região Sudeste e Centro-Oeste contou com níveis estáveis e está com 52,5%. A energia armazenada mostra 107.302 MW mês e a ENA aparece com 14.175 MW med, o mesmo que 68% da MLT. A Região Sul teve aumento de 0,5 p.p e está operando com 84,2% da capacidade. A energia armazenada marca 17.224 MW mês e ENA é de 10.346 MW med, equivalente a 79% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. (CanalEnergia – 19.09.2022) 
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Mobilidade Elétrica

Mercado Livre vai expandir sua frota de VEs no Brasil

O Mercado Livre deve aumentar o número de veículos elétricos em sua frota no Brasil ainda neste ano. A empresa afirma que, até o final de dezembro, a operação da deve incorporar mais de 400 novas vans elétricas. Os veículos terão autonomia de cerca de 200 km e capacidade para 650 kg de carga útil. Com isso, a frota elétrica da empresa terá um aumento de mais de 200% em comparação com o ano passado, quando era composta por mais de 270 veículos. Os investimentos são fruto da emissão de um título sustentável, de US$ 400 milhões, que foram captados em 2021 para impulsionar projetos de triplo impacto: redução da pegada ambiental, por meio do uso de energias renováveis, eficiência energética, embalagens e mobilidade sustentáveis, e regeneração e conservação de biomas; inclusão financeira, ao facilitar o crédito para micro e pequenas empresas e empreendedores; e desenvolvimento e empoderamento social, por meio do qual impulsiona a educação para reduzir a deficiência digital e incluir jovens no mercado de trabalho da América Latina. (Isto É Dinheiro - 20.09.2022)
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Hertz assina acordo para comprar VEs da GM até 2027

A Hertz, empresa norte-americana de locação de veículos, assinou um acordo com a General Motors (GM) para comprar até 175 mil veículos elétricos da marca até 2027, com o intuito de expandir sua frota à medida que a produção da montadora cresce junto. De acordo com a Hertz, seus clientes poderão viajar mais de oito bilhões de milhas com os novos veículos elétricos, reduzindo em 3,5 milhões de toneladas de emissões de dióxido de carbono, comparado aos veículos de combustão. O objetivo da Hertz é que até metade de sua frota seja composta por veículos elétricos até o final de 2024, começando a partir do primeiro trimestre do ano que vem, com a entrega dos primeiros modelos Chevrolet Bolt, cuja marca também faz parte do mesmo acordo. A GM estima que sua produção de veículos elétricos na América do Norte alcance um milhão de carros por ano em 2025, impulsionada pelas novas fábricas de baterias em Ohio, Tennessee e Michigan, aumentando o ritmo de entregas à Hertz. Fonte: Dow Jones Newswire. (BroadCast Energia – 20.09.2022)
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Uber terá apenas VEs em 2030 nos principais mercados

A Uber tem a missão de diminuir sua pegada ecológica com a adoção de mais e mais veículos com emissões zero em sua frota. A plataforma de compartilhamento expande seu programa Comfort Electric para mais 15 cidades dos EUA, tornando-o agora disponível para um total de 25 cidades na América do Norte. Mas isso é só o começo, já que a Uber quer se tornar totalmente elétrica até o final da década. O CEO da empresa, Dara Khosrowshahi, disse recentemente que sua empresa pretende se tornar neutra em CO2 até 2030. Esse plano inclui não apenas as operações da Uber na América do Norte, mas também a Europa, confirmou. Questionado se motoristas de veículos movidos a gás serão permitidos na plataforma após o final da década, o executivo respondeu que: "Não, se estamos fazendo nosso trabalho, vamos ser totalmente elétricos". Para dar suporte aos motoristas dispostos a fazer a transição para um veículo elétrico antes do previsto, a Uber tem planos de gastar cerca de US$ 800 milhões em diferentes incentivos. Por enquanto, a empresa de compartilhamento de caronas oferece descontos no carregamento e também paga aos motoristas de veículos movidos a bateria um dólar por cada viagem realizada em carro elétrico. Além disso, a Uber faz parcerias estratégicas com este objetivo. Atualmente, a Uber possui cerca de 26.000 VEs em sua frota. O plano é que o número quase dobre para cerca de 50.000 VEs até o próximo ano. (Inside EVs - 20.09.2022)
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Inovação e Tecnologia

Unigel anuncia primeira fábrica de hidrogênio verde no país

Com investimento previsto de US$ 120 milhões, a fábrica de hidrogênio verde anunciada pela Unigel vai começar a produzir o insumo em 2023. Segundo a empresa, a capacidade de produção da unidade, que começou a ser construída em Camaçari, na Bahia, será de 10 mil toneladas anuais, que serão convertidas em 60 mil toneladas de amônia verde. A partir de 2025, a Unigel planeja atingir 40 mil toneladas de hidrogênio verde, que também serão convertidos em amônia verde (240 mil toneladas). A amônia vem sendo considerada a forma mais econômica de armazenar e transportar o hidrogênio verde, mas também pode ser utilizada em outras aplicações, como a produção de fertilizantes ou combustível para navegação. (Engie – 20.09.2022)
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Transporte e armazenamento de hidrogênio são chances para indústria local, diz empresa alemã

O desenvolvimento de tecnologias para transporte e armazenamento de hidrogênio verde são dois gargalos que podem ser preenchidos pela indústria local, avaliou o representante da startup alemã H2 Core Systems na América do Sul, Ulf Behrens. A H2 Core Systems tem foco em projetos pequenos de hidrogênio verde atendendo laboratórios, projetos de pesquisa e desenvolvimento e até mesmo soluções individuais. Em seus projetos, utiliza células de combustíveis de empresas britânicas e alemãs, além de tanques de água também da Alemanha. A empresa assinou recentemente seus primeiros contratos com o Brasil: fará a implantação de seus equipamentos em dois laboratórios, respectivamente, na Universidade Federal de Santa Catarina e na Universidade Federal do Rio de Janeiro para pesquisa. A expectativa é que os equipamentos sejam instalados ainda este ano. (BroadCast Energia – 20.09.2022) 
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Energias Renováveis

BNDES financiará construção de 11 usinas solares de geração distribuída da GreenYellow

O BNDES aprovou financiamento direto de R$ 63 milhões para implantação de 11 usinas fotovoltaicas da GreenYellow, no primeiro project finance voltado ao segmento de geração solar distribuída aprovado pela instituição no Brasil. Os recursos correspondem a 55% do valor total do projeto - calculado em R$ 115 milhões - e serão direcionados a usinas em construção ou recém-conectadas, localizadas em Planaltina (RS), Riolândia (SP), Cedro (CE), Sentinela do Sul (RS), Ouro Verde (SP), Barra do Jacaré (PR), Macaíba (RN), Itaperuna (RJ), Barretos (SP) e José Bonifácio (SP). Juntas, essas fazendas fotovoltaicas somam o total de 27,6 MWp de capacidade instalada e terão a energia fornecida a empresas conectadas em baixa tensão na rede de distribuição. Os empreendimento devem entrar em operação até 2023. (BroadCast Energia – 20.09.2022) 
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Gás e Termelétricas

Ibama concede licença de instalação para Angra 3 e contratações na usina avançam

O Ibama concedeu a Licença de Instalação para a Usina Termonuclear Angra 3, com 1.405 MW de potência, localizada em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Conforme aviso publicado no Diário Oficial da União, a licença tem validade de seis anos, contados a partir de 25 de agosto de 2022. Na semana passada, como parte dos esforços para a retomada das obras da usina, a Eletronuclear assinou um contrato para complementação do projeto eletromecânico do empreendimento com o consórcio liderado pela empresa Themag Engenharia, que venceu o processo licitatório. O serviço consiste em complementar o projeto de engenharia eletromecânica da usina, utilizando um sistema de computação em modelo 3D. Outra etapa importante para a retomada das obras avançou no dia 9 de setembro, quando foram realizados os primeiros testes operacionais da central de concreto do canteiro de Angra 3, cujo objetivo é assegurar a sua operabilidade. (BroadCast Energia – 20.09.2022) 
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TAG na vanguarda da modernização do mercado de gás natural

Em 2016, o mercado de gás natural entrou no radar da ENGIE. O objetivo, segundo o Diretor-presidente da TAG, Gustavo Labanca, era diversificar o portfólio da companhia. “Queríamos entrar na cadeia do gás, mas também podia ser na distribuição. Era uma oportunidade que surgiu naquele momento”, contou o executivo, em entrevista ao jornalista Roberto Rockmann, responsável pela elaboração do livro que conta a história dos 25 anos de atuação da ENGIE no Brasil. Hoje, a empresa é protagonista no segmento. “A intenção era reduzir a dependência da geração de energia elétrica, pois havia risco hidrológico e volatilidade, e o gás natural dava maior previsibilidade no fluxo de caixa”, afirmou. (Engie – 19.09.2022) 
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TotalEnergies anuncia investimento de US$ 706 mi em campo de gás na Argentina

Dinheiro novo para a economia da Argentina. A francesa TotalEnergies anunciou hoje (19) a decisão final de investimento para o desenvolvimento do campo de gás offshore Fenix, localizado a 60 km da costa do arquipélago Terra do Fogo, no sul da Argentina. Ao todo, a companhia pretende desembolsar US$ 706 milhões no projeto. O início de produção está previsto para 2025. A TotalEnergies é a operadora do campo, com 37,5% de participação, em parceria com a WintershallDea (37,5%) e a Pan American Sur (25%). O campo de Fenix será desenvolvido através de três poços horizontais, perfurados a partir de uma nova plataforma não tripulada em lâmina d’água de 70 metros. O gás será transportado por um gasoduto de 35 km até a plataforma Véga Pleyade, operada pela TotalEnergies, e tratado em terra nas usinas de Rio Cullen e Cañadon Alfa, também operadas pela Companhia. O campo deve produzir 10 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural (70.000 barris de óleo equivalente por dia). (Petronotícias - 19.09.2022) 
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Alemanha negocia nacionalizar gigante do setor de energia Uniper, prejudicada por Rússia

A Alemanha mantém conversas para nacionalizar a gigante do setor de energia Uniper, a fim de salvar a importante fornecedora do setor, atingida pelos cortes no fluxo de gás da Rússia para a Europa, informou a companhia nesta terça-feira. Maior importadora alemã de gás natural russo até recentemente, a Uniper sofreu fortes perdas após Moscou cortar embarques nos últimos meses e foi forçada a comprar gás no mercado em que os preços atingiram recordes. O Estado alemão se comprometeu em julho a comprar uma fatia de 30% da empresa e a estender linhas de crédito como parte de um pacote de ajuda. A Uniper disse hoje que estava em conversas finais com o governo alemão, que injetaria 8 bilhões de euros em troca de uma fatia majoritária na empresa. A Alemanha ainda adquiriria uma parcela da controladora da Uniper, a finlandesa Fortum Oyj, acrescentou a Uniper, ressalvando que um acordo final não foi concluído. (BroadCast Energia – 20.09.2022) 
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Alemanha restringirá o acesso de empresas ao produto da taxa de gás

Um projeto de lei na Alemanha planeja impor uma taxa de gás aos consumidores a partir de 1º de outubro, com o objetivo de ajudar os importadores com os custos adicionais de substituição do gás russo. As empresas que recebem ajuda por meio da taxa devem ter pelo menos 1% de participação de mercado, disseram as fontes. O projeto de lei, que deve ser aprovado até o final de setembro, também exclui as empresas que obtiveram lucros e impõe restrições aos salários que os diretores recebem se a empresa estiver se beneficiando da taxa, acrescentaram as fontes. (BroadCast Energia – 20.09.2022) 
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Nigéria começa a construção de um gasoduto bilionário que vai levar gás para o Marrocos e de lá para a Europa

A Nigerian National Petroleum Company Limited (NNPC) iniciou a construção de um gasoduto multibilionário, o NMGP, que vai levar parte de sua produção de gás para o Marrocos. O gasoduto tem 5.600 quilômetros e passará por 13 países africanos antes de conectar-se à Europa via Marrocos. O CEO da NNPC, empresa estatal africana, Mele Kyari, observou que os benefícios incluem a criação de riqueza e melhoria do padrão de vida, integração das economias da região, mitigação contra a desertificação e outros benefícios que serão acumulados como resultado da redução da emissão de carbono. E disse que esse foi um passo significativo no cumprimento do esforço para aproveitar os abundantes recursos de gás da Nigéria: “O NMGP é um gasoduto que quando concluído fornecerá gás da Nigéria aos países da África Ocidental através do Reino de Marrocos e posteriormente à Europa.”
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Biblioteca Virtual

CASTRO, Nivalde de; SANTOS, Vitor. "Dura transição energética europeia".

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ZAMBONI, Lucca; BOTELHO, Vinicius; GOMES, João Pedro; ROSA, Cristina. "O papel dos Pequenos Reatores Nucleares na Transição Energética: Uma visão a partir de aplicações industriais".

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