IFE
16/09/2022

IFE 5.573

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
16/09/2022

IFE nº 5.573

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.573

Regulação

Aneel/Guerra: MP 1118 com jabutis é absolutamente prejudicial ao setor elétrico

O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Hélvio Guerra afirmou que as inserções de alterações de normas do setor elétrico incluídas na Medida Provisória 1118/2022 “são absolutamente prejudicais” ao segmento. Entre as mudanças propostas está a ampliação do prazo de subsídio para geração solar fotovoltaica e eólica por 48 meses, além do avanço sobre a discussão referente ao chamado sinal locacional, que vem sendo feita pela própria agência. “Se acaba com uma discussão justa sobre quem vai pagar sobre o uso da rede. Então nós temos uma rede hoje na qual as eólicas que estão no Nordeste estão pagando menos do que deveriam pagar por onerar o sistema de transmissão”, disse durante o VI Fórum Cogen: “Cogeração de Energia e Geração Distribuída”, realizado pela Associação da Indústria de Cogeração de Energia (Cogen). (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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Líder do governo no Senado pede retirada de jabutis inseridos na MP 1118

O líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), apresentou um requerimento solicitando a retirada de dispositivos que alteram regras do setor elétrico da Medida Provisória 1118/2022. Em seu pedido, o parlamentar afirma que as emendas aprovadas pela Câmara não têm "pertinência temática" com o teor original do texto enviado pelo Executivo, que tratava do setor de combustíveis. Citando decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o senador afirmou que tal conduta viola a Constituição, o princípio democrático e o devido processo legislativo. “Nessa linha, a Suprema Corte tem reafirmado a inconstitucionalidade de matérias inseridas em Medidas Provisórias que não guardam pertinência material com o objeto original do texto, exercendo assim controle de constitucionalidade.” (BroadCast Energia – 14.09.2022) 
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Fase entrega carta ao senador Rodrigo Pacheco pedindo a revisão da MP 1118/2022

O Fórum das Associações do Setor Elétrico (Fase), que reúne 27 entidades do setor elétrioc, entregou uma carta ao presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, pedindo que a Medida Provisória (MP) 1118/2022 não seja aprovada na casa legislativa com as alterações que afetam o setor elétrico. Segundo a entidade, o texto que será convertido em Lei deve tratar apenas da incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, tema original da MP. As criticas feitas por entidades do setor elétrico devem-se à inclusão de jabutis pela Câmara, como as novas regras para o sinal locacional e o congelamento das tarifas de transmissão, além do aumento em dois anos no prazo para que empreendimentos de fontes incentivadas entrem em operação e tenham direito a subsídios. As medidas devem gerar um custo extra de R$ 8,5 bilhões que serão repassados nas contas de luz. (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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Transmissoras vão recolher R$ 117,150 mi para CDE

A superintendência de Gestão Tarifária da Aneel fixou os valores das quotas referentes ao encargo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de julho de 2022, relativos às concessionárias de transmissão que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor com unidade de consumo conectada às instalações da Rede Básica do SIN. O valor total é de R$ 117.150.165,25 e o prazo para recolhimento será até o dia 10 de outubro de 2022. Outra decisão do regulador foi fixar os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), para o mês de novembro de 2022, relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor com unidade de consumo conectada às instalações da Rede Básica do SIN e as quotas definidas no Anexo do Despacho deverão ser recolhidas à Eletrobras até 10 de outubro de 2022, para crédito da Conta Proinfa, no valor total de R$ 43.190.961,23. (CanalEnergia – 15.09.2022) 
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Aneel: Consulta discute operação e formação de preços

A Agência Nacional de Energia Elétrica vai abrir consulta pública sobre a revisão dos critérios e procedimentos para elaboração do Programa Mensal da Operação Energética (PMO) e formação do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD). A proposta trata de aperfeiçoamentos relacionados aos dados de entrada dos modelos computacionais utilizados no planejamento da operação e na formação de preços. As contribuições serão recebidas a partir desta quinta-feira, 15 de setembro, pelo e-mail cp043_2022@aneel.gov.br. O prazo se encerra em 14 de novembro. (CanalEnergia – 14.09.2022) 
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Aneel é recebida na Procuradoria-Geral da República para tratar da cooperação entre as instituições

O Diretor-Geral da Aneel, Sandoval Feitosa, reuniu-se na manhã desta quinta-feira (15) com o Procurador-Geral da República, Augusto Aras. O encontro aconteceu na sede da Procuradoria, em Brasília. Na ocasião, foi discutida a importância da cooperação entre as instituições para o desenvolvimento de relevantes temas do setor elétrico. Pela Procuradoria-Geral da Aneel participaram, o Procurador-Geral, Luiz Eduardo Diniz, e João Pedro Fonseca, Advogado da União. (Aneel – 15.09.2022) 
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Aneel integra discussão sobre Subestações digitais e armazenamento de energia

A Aneel, representada pelo Diretor-Geral, Sandoval Feitosa, participou nesta quarta-feira (14/9) do evento “Subestações digitais e armazenamento de energia”, organizado pela Siemens em parceria com a Chesf e o Fórum PE – Energias. Sediado na cidade de Recife (PE), o evento propiciou debate acerca das últimas tecnologias e oportunidades no segmento de energia. Feitosa dividiu o painel com o Presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral, e o Diretor de Planejamento e Desenvolvimento Energético do MME, Thiago Prado. (Aneel – 14.09.2022) 
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Aneel abre os debates da segunda edição de seminário internacional sobre transmissão

Representada pelo diretor-geral, Sandoval Feitosa, a Aneel participou, na manhã desta quinta-feira (15), da abertura do II Seminário Internacional de Transmissão de Energia Elétrica: Inovação, Regulação e Qualidade da Prestação do Serviço Público (II SINTRE). O evento, promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (ABRATE) e pelo Instituto ABRATE de Energia e em parceria com o Comitê Nacional Brasileiro de Produção e Transmissão de Energia Elétrica (CIGRE-Brasil), acontece nesta quinta (15) e sexta-feira (16/9), em Brasília. Em sua fala, Feitosa destacou os temas que serão debatidos no seminário e a evolução no âmbito da Aneel. Dentre eles, o diretor-geral apontou a qualidade no serviço da transmissão como um assunto amplamente discutido na Agência, com previsão de simplificação das regras relacionadas ao incentivo econômico da qualidade do serviço. Para isso, Sandoval pontuou que Agência abrirá uma tomada de subsídios, onde deverão ser identificadas as oportunidades de melhorias e a simplificação dos processos associados. (Aneel – 15.09.2022) 
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PCS: ainda há espaço para usinas entrarem em operação

A situação da Âmbar Energia e da Karpowership em relação à Agência Nacional de Energia Elétrica está no mesmo patamar. Ambas empresas estão aguardando a avaliação de mérito do excludente de responsabilidade para saber quais os próximos passos das suas usinas, que somadas representam quase 90% de todo o leilão de contratação simplificado, realizado em outubro do ano passado. De acordo com o diretor Hélvio Guerra, o pedido de revogação das outorgas da KPS, processo de sua relatoria, foi pedido com base nas informações que foram apresentadas pela empresa. Posteriormente o diretor-geral, Sandoval Feitosa, concedeu o efeito suspensivo da revogação – e isto está dentro das competências do diretor-geral da Aneel – porque a empresas apresentou outros pontos e a análise está com a área técnica. (CanalEnergia – 15.09.2022) 
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Usinas iniciam operação comercial e em teste de 16,9 MW

A Aneel autorizou para início da operação em teste, a partir de 15 de setembro, unidades geradoras das usinas eólicas Ventos de São Januário 17, Oitis 3, além da UTE ASJA Jaboatão, que juntas somam 11,4 MW de capacidade instalada. Para operação comercial, a Aneel liberou unidades geradoras da EOL Oitis 7, com 5,5 MW de capacidade instalada. (CanalEnergia – 15.09.2022)
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Transição Energética

Moody’s: mudanças climáticas afetam setor elétrico na América Latina

Relatório da Moody’s Investors sinaliza que no Brasil o estresse hídrico representa o principal risco para as concessionárias de serviços públicos. Segundo o levantamento da agência de risco, cerca de aproximadamente 67% da geração de energia no país vem de energia hidrelétrica, embora a elevada taxa de investimento em transmissão e alternativas renováveis diminua o risco sistêmico. As mudanças dos padrões climáticos também podem levar a prejuízos nas safras e produtividade para a agricultura e os produtores de proteína, embora a diversificação geográfica alivie o risco. Para a Moody’s, a América Latina e o Caribe enfrentam riscos variados cada vez mais frequentes em consequência da mudança climática: desde um aumento do nível do mar a incêndios, seca, enchentes e condições meteorológicas extremas sem precedentes. O aumento das temperaturas e outros riscos ambientais diretos em consequência da mudança climática piorarão cada vez mais, e ameaçam a qualidade de crédito em várias regiões geográficas e setores (CanalEnergia – 15.09.2022) 
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Os negócios de impacto socioambiental e a transição para uma economia circular

O lixo excessivo e o esgotamento de recursos naturais são alguns dos grandes desafios ambientais do nosso tempo e, ao mesmo tempo, a consequência de mais de um século de atividade econômica negligente às limitações de recursos do planeta. Diante da gravidade da situação, a Economia Circular tem se consolidado como uma via possível, entretanto, ela demanda uma mudança sistêmica que desafia as sociedades a substituir a lógica de extração–produção–descarte para um novo modelo produtivo. Pensar no resíduo como um recurso é um dos pontos de partida para ativar a circularidade da economia no País. Esse pensar e agir significa fazer com que o Brasil pare de “enterrar dinheiro” e passe a enxergar oportunidades de negócio, de empregos e de novos mercados dentro da Economia Verde. (O Estado de São Paulo – 15.09.2022)
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ASEAN pode cobrir dois terços da demanda de energia com renováveis

Os países do Sudeste Asiático podem atender sua crescente demanda de energia com energias renováveis e cortar 75% de suas emissões de CO2 relacionadas à energia até 2050, metade das emissões em comparação com hoje. Lançado pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) durante a Reunião Ministerial de Energia da ASEAN, a 2ª edição do Renewable Energy Outlook for ASEAN: Rumo a uma transição energética regional mostra que quase dobrar a energia renovável até 2030 cria oportunidades regionais significativas de negócios e investimentos. A ASEAN abriga uma das frotas de usinas de carvão mais jovens do mundo. No entanto, um número crescente de membros da ASEAN estabeleceu metas de emissões líquidas zero por volta de meados do século. O planejamento da transição deve começar agora para que as metas climáticas sejam alcançadas, com a substituição da energia do carvão como prioridade máxima, principalmente para evitar ativos ociosos. O Outlook da IRENA identifica caminhos de transição com foco em energias renováveis, eletrificação e tecnologias emergentes, como hidrogênio e baterias. Baseia-se no impulso político para a mudança na região. (EE – Online – 16.09.2022) 
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Empresas

Enel Rio inaugura SE Entroncamento Lagos

A Enel Rio inaugurou na última quarta-feira, 14 de setembro, a Subestação Entroncamento Lagos, localizada em Rio das Ostras, que vai beneficiar cerca de 700 mil clientes da Baixada Litorânea. Com investimento de R$ 140 milhões, o projeto contempla, além da subestação, uma linha de transmissão. Com capacidade instalada de 1.200 MVA de potência, a subestação também vai atender à crescente demanda por energia nas regiões dos Lagos e Norte. De acordo com a Enel, a Subestação Entroncamento Lagos é 100% automatizada, equipada com um sistema que se comunica diretamente com o Centro de Operação do Sistema, localizado no Rio de Janeiro. Isso significa que, se houver algum problema no fornecimento de energia, ele será detectado no menor tempo possível, assim como o restabelecimento da energia, porque essa comunicação dos sistemas é feita em tempo real. A subestação conta com uma infraestrutura de cerca de 13 mil m² e o projeto contemplou iniciativas sustentáveis desde a etapa do planejamento. Foram implementadas ações sustentáveis e circulares para Criação de Valor Compartilhado a longo prazo. No canteiro de obras, por exemplo, houve reutilização de materiais e resíduos, reaproveitamento do solo, destinação de resíduos para reciclagem e reflorestamento com espécies nativas. A empresa também priorizou a contratação de mão de obra local para as obras, contribuindo para a geração de renda na cidade. (CanalEnergia – 15.09.2022)
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Braskem anuncia criação da Voqen Energia

A Braskem anunciou hoje o lançamento da Voqen Energia Ltda., controlada integral da Braskem. A empresa, explica, é uma comercializadora de energia elétrica e gás natural e tem o objetivo de alavancar oportunidades de negócio por meio da criação colaborativa de soluções competitivas que acelerem a transição energética sustentável da Braskem e da indústria. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários, a empresa destaca que o lançamento da Voqen está alinhado com o macro objetivo da companhia de reduzir as emissões de carbono em 15% até 2030, visando a neutralidade de carbono até 2050. (BroadCast Energia – 15.09.2022)
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WIN Solar amplia parceria com chinesa Hoymilles

A WIN Solar, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos pertencente ao Grupo All Nations, está ampliando sua parceria comercial com a fabricante chinesa Hoymilles. A iniciativa visa intensificar a comercialização da tecnologia de microinversores em projetos de energia solar no Brasil. Segundo a empresa, o novo acordo prevê um cronograma de compra de 100 MW de microinversores nos próximos meses, o que representa o maior plano de pedidos em montante único para a Hoymilles no Brasil. No mês passado, a WIN Solar assinou a primeira aquisição de 10% do total de compras previstas e deve receber os MW em equipamentos até outubro deste ano, complementando o estoque atual e os embarques que já estão em processo de chegada no Brasil. A companhia segue investindo tanto em estrutura quanto em tecnologia. Investiram US$163 milhões em um novo escritório, US$237 milhões em uma nova fábrica e contratação de pessoal. Já na tecnologia, haverá ainda esse ano, o lançamento do microinversor híbrido, micro inversor com wi-fi integrado dispensando o uso de DTU, o transmissor Hoymiles HT10, dispositivo de rapid shutdown e como plano futuro a implementação de otimizadores. (CanalEnergia – 15.09.2022)
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Soltec termina 2º trimestre com lucro de € 535 mi

A Soltec Power Holdings encerrou o segundo trimestre do ano com um lucro líquido de € 5,5 milhões. As receitas atingiram € 146,7 milhões, o que representa um aumento de 150% em relação ao mesmo período do ano passado e um Ebitda ajustado de € 7,9 milhões. A empresa reportou receitas de € 244,5 milhões no primeiro semestre, vindos principalmente do fornecimento de trackers solares em conjunto com outros serviços de construção. O Ebitda ajustado foi negativo em € 5,1 milhões, enquanto o resultado líquido foi de um prejuízo de €10 milhões. (CanalEnergia – 15.09.2022)
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Leilões

MME cancela leilões A-6, de Sistemas Isolados e de Potência

O MME publicou nesta quarta-feira, 14 de setembro, a portaria 48/2022, que cancela a realização dos leilões de Energia Nova A-6, previsto para setembro; o Leilão para Suprimento aos Sistemas Isolados, planejado para outubro; e o Leilão para Contratação de Reserva de Capacidade, na forma de potência, previsto para novembro. A justificativa para não realização do leilão A-6 seria a ausência de declaração de necessidade de compra de energia pelas distribuidoras. O Leilão para Suprimento aos Sistemas Isolados não será realizado porque os déficits de suprimento de energia levantados pela EPE não foram suficientes para a indicação de leilão para contratação de novas soluções de suprimento este ano. Já o Leilão para Contratação de Reserva de Capacidade, na forma de potência, não acontecerá porque o MME segue elaborando, em conjunto com a EPE e o ONS estudos para viabilizar um certame pautado pela neutralidade tecnológica. (CanalEnergia – 14.09.2022) 
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Governo estuda mudanças na estrutura dos leilões de energia, diz Sachsida

O governo federal está estudando mudanças na estrutura dos leilões de contratação de energia elétrica, disse nesta quarta-feira (14) o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida. Em evento em São Paulo, Sachsida disse que a ideia é "diminuir o poder de Brasília" na escolha das fontes de geração de energia que são contratadas nos certames voltados ao atendimento do mercado regulado. Ele defendeu que o "mercado" faça essa escolha, com base no melhor preço ao consumidor. O ministro disse ainda que todos os contratos serão cumpridos, e que eventuais mudanças seriam aplicadas em certames futuros. Nesta quarta-feira, o governo cancelou três leilões de energia que estavam previstos para 2022. (Folha de São Paulo – 14.09.2022) 
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ONS: Cancelamento de leilão de potência não é surpresa e permitirá certame mais robusto

O cancelamento do leilão Reserva de Capacidade na forma de potência, que havia sido marcado para novembro, pelo MME não foi surpresa para o ONS, afirmou o diretor-geral Luiz Carlos Ciocchi. Ele afirmou que, para este ano, o ONS "não vê nenhuma necessidade" de realização do certame, mas que este não foi extinto e deverá ser realizado a diante para atender a demanda futura. "Não é que foi extinto o leilão de potência. Ele não vai ser feito agora, ele vai ser feito obviamente no futuro, ano que vem, com outros estudos, com outros dados para que a gente possa fazer a coisa com mais tranquilidade". Ciocchi disse, ainda, tratar-se de uma oportunidade para aproveitar todos os aprendizados do ano passado, no qual o País passou por uma crise hídrica que afetou profundamente o setor elétrico, bem como os acontecimentos no exterior, que permitirão "fazer realmente um leilão mais robusto para o ano que vem". (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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Cancelamento de leilões provoca diferentes reações

A decisão do governo de cancelar os leilões A-6, de sistemas isolados e de reserva de capacidade causou diferentes avaliações nas associações do setor. Houve um misto de compreensão e surpresa. Na fonte eólica, a ABEEólica compreende o cenário que levou o governo a cancelar o Leilão A-6. De acordo com a presidente- executiva da associação, Élbia Gannoum, foi uma decisão acertada considerando-se a baixíssima demanda prevista ou, no caso, a ausência de declaração das distribuidoras. A associação também entendeu como correta a decisão de cancelar o Leilão para Contratação de Reserva de Capacidade para que se tenha tempo de concluir estudos que estão em elaboração para viabilizar um certame pautado pela neutralidade tecnológica. Para a ABSOLAR, apesar da fonte não estar incluída no A-6, o cancelamento dos certames não é bom. O vice-presidente Marcos Trannin destaca que a decisão mostra que há uma incerteza das distribuidoras para os próximos seis anos sobre a demanda. Para a fonte térmica, o cancelamento do leilão de capacidade, que seria realizado em novembro, não foi bem compreendido. De acordo com o presidente da ABRAGET, Xisto Vieira, os agentes foram pegos de surpresa com o cancelamento, uma vez que havia muita expectativa para o certame. (CanalEnergia – 14.09.2022) 
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Cancelamento de leilões mostra necessidade de repensar contratação

Consumidores e distribuidoras de energia elétrica veem o cancelamento de leilões regulados pelo governo como um sinal da necessidade de repensar a contração por meio do mecanismo. O próprio MME sinalizou alguma coisa nesse sentido, ao explicar as razões para a suspensão do leilão de energia nova A-6, previsto para setembro; do Leilão para Suprimento aos Sistemas Isolados, planejado para outubro; e do Leilão para Contratação de Reserva de Capacidade, marcado para novembro. O presidente da Frente Nacional de Consumidores de Energia, Luiz Eduardo Barata, afirma que os certames foram cancelados porque não eram necessários. O mesmo se aplica, em sua opinião, ao leilão de capacidade que vai contratar energia de reserva de usinas a gás, no próximo dia 30 de setembro. Para o presidente da ABRADEE, Marcos Madureira, há uma necessidade clara de adequação do modelo de leilões, e isso é percebido pelo próprio ministério. (CanalEnergia – 14.09.2022) 
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MME define garantia física e inflexibilidade de termelétricas para leilão de capacidade

A Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME) definiu os montantes de garantia física de energia e inflexibilidades de usinas termelétricas que poderão participar do Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Energia, marcado para o próximo dia 30. Os montantes de garantia física constantes no documento são determinados nas Barras de Saídas dos Geradores. Para efeitos de comercialização, o consumo interno das usinas e as perdas na Rede Elétrica deverão ser abatidos dos montantes de garantia física de energia definidos na portaria. Os valores divulgados perderão a validade e a eficácia após o leilão, caso não sejam objetos de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CERs). (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário segue no mínimo regulatório de R$ 55,70 por MWh em todos os submercados

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) segue no mínimo regulatório de R$ 55,70 por MWh para todos os submercados do País, nesta quinta-feira, 15 de setembro, mesmo patamar observado no dia anterior conforme informações da CCEE. Não há oscilação no valor praticado ao longo do dia, de modo que os preços médios, mínimos e máximos são coincidentes em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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EPE disponibiliza o Boletim Trimestral de Consumo de Eletricidade

A EPE disponibiliza ao seu público o Boletim Trimestral do Consumo de Eletricidade, que em conjunto com a Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, ampliam a disseminação de informação sobre os principais movimentos do mercado de eletricidade no País. Nesta edição do Boletim Trimestral, são analisados os principais movimentos ocorridos de abril a junho de 2022 nas classes de consumo industrial, residencial e comercial, bem como a sua associação com a conjuntura econômica verificada no período. (EPE – 13.09.2022) 
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Região SE/CO opera com 53,3% da capacidade dos reservatórios após queda de 0,3 p.p

O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou recuo de 0,3 ponto percentual e a capacidade está em 53,3% na última terça-feira, 13 de setembro, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada mostra 109.086 MW mês e a ENA é de 13.501 MW med, valor que corresponde a 67% da MLT. A Região Sul teve elevação de 0,5 p.p e está operando com 83,4% da capacidade. A energia armazenada marca 17.068 MW mês e ENA é de 11.897 MW med, equivalente a 70% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. Os reservatórios do Norte contaram com redução de 0,4 p.p e contam com 82,1% da capacidade. A energia armazenada marca 12.558 MW mês e ENA é de 1.727 MW med, equivalente a 85% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste apresentou diminuição de 0,3 p.p e operava com 70% da sua capacidade. A energia armazenada indica 36.206 MW mês e a energia natural afluente computa 1.748 MW med, correspondendo a 63% da MLT. (CanalEnergia – 14.09.2022) 
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Estados do Acre e Rondônia sofrem desligamentos automáticos de 203 MW

O Operador Nacional do Sistema Elétrico informou em seu boletim diário, IPDO, que na última terça-feira, 13 de setembro, às 16h14min, ocorreu o desligamento automático das Linhas de transmissões Pimenta Bueno/Vilhena C1, C2 e C3 e Pimenta Bueno/Ji-Paraná 3 com atuação dos 1º e 2º estágios do ERAC. Como consequência houve a interrupção de 203 MW de cargas para os estados do Acre e Rondônia. A normalização do sistema foi iniciada às 16h37min no estado do Acre e Rondônia, sendo concluída às 16h37min no estado de Rondônia e às 16h39min no estado do Acre. As causas estão sendo apuradas pelo Operador. (CanalEnergia – 14.09.2022) 
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Mobilidade Elétrica

Caoa Chery iCar foi o carro elétrico mais vendido do Brasil em agosto

Lançado em junho, o novo Caoa Chery iCar foi o carro elétrico mais vendido no Brasil em agosto. O primeiro modelo totalmente elétrico da Caoa Chery fez sucesso durante a pré-venda e começa a registrar bons resultados nas primeiras semanas de vendas regulares. Ao todo foram 102 unidades vendidas no país durante o mês passado, sendo na parcial de setembro (até o dia 15), foram registradas 165 unidades do citycar elétrico, com grandes chances de uma nova liderança do segmento no fechamento deste mês - desde o lançamento já foram 297 emplacamentos. (Inside EVs - 16.09.2022)
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Volvo: Investimentos para eletrificação no Brasil

A Volvo Group, divisão de veículos pesados e equipamentos, anunciou no início do ano que está renovando seu ciclo de investimentos no Brasil, o que inclui o desenvolvimento dos primeiros ônibus e caminhões elétricos que serão produzidos no país, previstos para chegar ao mercado a partir de 2025. Segundo o comunicado divulgado nesta semana, a empresa sueca investirá R$ 1,5 bilhão em suas operações no país no período de 2022/2025. Os recursos são voltados principalmente para pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e serviços. (Inside EVs - 14.09.2022)
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Volvo inicia produção em série de caminhões elétricos pesados

A Volvo Trucks anuncia o início da produção em série dos caminhões elétricos Volvo FH, FM e FMX, modelos com capacidade total de 44 toneladas. Com isso, a marca torna-se a primeira a fabricar caminhões elétricos pesados em escala industrial de forma regular. A produção em série dos caminhões elétricos pesados Volvo teve início na fábrica de Tuve, em Gotemburgo, na Suécia, e no próximo ano chega à planta de Ghent, na Bélgica. As baterias são fornecidas pela nova unidade de montagem de baterias da Volvo Trucks em Ghent. Agora a Volvo Trucks está produzindo em série seis modelos elétricos, entre semipesados e pesados, a mais ampla gama da indústria de caminhões. A linha elétrica da marca tem condições de atender boa parte da demanda de transportes na Europa. A linha da Volvo cobre ampla variedade de aplicações, como distribuição urbana, coleta de lixo, transporte regional e canteiros de obras. (Inside EVs - 14.09.2022)
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EUA anunciam novas estações de recarga para VEs

O presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou que os primeiros planos para a instalação de 500.000 estações de carregamento até 2030 foram finalmente aprovados. E vem aí a primeira parcela do financiamento. São 900 milhões de dólares para o período 2022-2023, parte dos 5 bilhões (de um total de 1 trilhão alocados em infraestrutura pela Lei Bipartidária de Infraestrutura) distribuídos ao longo de 5 anos para ajudar os estados federados a plantar as colunas. Ele servirá para infraestrutura de 53.000 milhas de rodovias (cerca de 85.300 quilômetros) em 35 estados. Com esse super plano, a Casa Branca visa não apenas o boom de carros elétricos e o combate às mudanças climáticas, mas também a criação de empregos e um incentivo para a economia crescer. Tudo isso acompanha o projeto de aumentar os emplacamentos de elétricos e híbridos plug-in para 50% do total e tornar os Estados Unidos menos dependentes da Ásia. Parte do recurso vem da Inflation Reduction Act, a nova legislação que vincula os incentivos de US$ 7.500 para veículos movidos a bateria à montagem na América do Norte e do uso de baterias feitas de minerais extraídos nos EUA ou países com os quais Washington tem acordos de livre comércio. Apesar dos obstáculos pelo caminho e das recentes medidas tidas como controversas, os EUA dão um passo importante ao colocar no centro do debate a discussão sobre a transição energética. Algo que o Brasil precisa fazer urgentemente. (Inside EVs - 15.09.2022)
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Energias Renováveis

EDP acelera oferta de energia solar no Brasil

As vantagens da energia solar estão à disposição até mesmo de empresas que não têm capital para investir, nem espaço em solo ou no telhado para instalar um sistema de produção. É possível alugar uma usina solar remota e utilizar os créditos na conta de energia da empresa, serviço que a EDP oferece por meio da solução Solar Digital. Trata-se da locação da energia solar produzida em usinas solares construídas pela EDP em locais apropriados e com os melhores requisitos técnicos. Ao oferecer a portabilidade para a energia limpa, a EDP cumpre os objetivos de acelerar a transição energética do País, tornando a energia solar mais acessível. Não há custos de adoção do serviço pela empresa cliente, pois a energia continua chegando da forma que sempre chegou, pelas redes da distribuidora de energia. Mesmo empresas com baixo consumo de energia podem adotar a energia solar, por meio da geração distribuída compartilhada – alternativa em que a planta solar não é inteiramente direcionada a um só consumidor, e sim compartilhada por vários clientes. Para viabilizar essas parcerias, os especialistas da EDP analisam a quantidade de energia necessária e fazem a conexão remota com a usina no modelo de locação. (O Estado de São Paulo – 15.09.2022)
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Raízen: geração elétrica via biogás é menos vantajosa do que substituição do diesel

O presidente da Raízen, Ricardo Mussa, afirmou que dentre as opções energéticas disponíveis por meio do biogás e da biomassa, a geração elétrica é a menos vantajosa economicamente frente a possibilidade de substituição do diesel. Ele afirmou que, com o avanço tecnológico, os usos potenciais da biomassa deixaram de ser um desafio para torna-se uma oportunidade: "criou-se um mercado hoje que tem muita opcionalidade" e que, nesse contexto, a dificuldade é definir o investimento no qual haverá maior maximização dos recursos aplicados. Ele avaliou, no entanto, que devido à falta de infraestrutura para escoamento e da competitividade de fontes como a energia solar fotovoltaica, a substituição do diesel pode ser a mais interessante no momento. (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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Nova lei nos EUA busca atrair capital para energia renovável com créditos fiscais

Um mercado totalmente novo para créditos fiscais verdes começa a tomar forma, enquanto banqueiros e consultores tentam descobrir maneiras de canalizar isenções fiscais de empresas de energia para companhias ávidas por pagar impostos menores.O mercado está se formando porque, no mês passado, o Congresso norte-americano expandiu os créditos fiscais de energia renovável, tornando-os transferíveis na chamada Lei de Redução da Inflação, que também diminui os preços dos medicamentos com receita médica e impõe novos tributos às grandes corporações. A venda de créditos fiscais marca uma mudança na estratégia dos EUA para atrair capital público e privado para projetos de energia renovável, e deve seguir ao lado de mercados já existentes, como as compras de compensação de carbono. Os negócios não devem começar de fato antes de 2023, mas advogados e financistas já começam a estruturar transações. Eles discutem acordos segundo os quais os créditos seriam vendidos com desconto em relação ao valor de face e avaliam formas de proteger os compradores de créditos fiscais contra possíveis riscos. (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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Gás e Termelétricas

Engie vende UTE Pampa Sul aos fundos Grafito e Perfin Space X por R$ 2,2 bi

A Engie Brasil Energia assinou um contrato para a venda da totalidade da Usina Termelétrica Pampa Sul aos fundos de investimento Grafito e Perfin Space X. O anúncio marca a concretização do plano já divulgado pela empresa de sair da geração de energia a carvão. O valor do negócio, segundo comunicado da Engie ao mercado, será de aproximadamente R$ 2,2 bilhões, sendo o preço da venda de até R$ 450 milhões e assunção do endividamento da Pampa Sul, de cerca de R$ 1,8 bilhão. A termelétrica Pampa Sul se localiza em Candiota, no Rio Grande do Sul, e utiliza o carvão mineral como fonte de energia. Tem 345,0 MW de capacidade instalada e 323,5 MWm de garantia física bruta. No 20º Leilão de Energia Nova (A-5/2014), vendeu 294,5 MWm em contrato de 25 anos, tendo entrado em operação comercial em junho de 2019. (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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IBP e associações lançam manifesto contra mudança na classificação do gasoduto Subida da Serra

O Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) e associações de grandes consumidores de energia lançaram, hoje, manifesto conjunto contra o arranjo em curso na ANP para viabilizar o gasoduto Subida da Serra, da distribuidora Comgás, controlada pela Compass (Cosan) como um gasoduto de distribuição. O manifesto pede que seja mantida a classificação da estrutura como gasoduto de transporte a ser, portanto, regulado pela União, e não como gasoduto de distribuição, submetido à regulação estadual. Em setembro de 2021, a área técnica da ANP já tinha definido o Subida da Serra como estrutura de transporte de gás, o que vem sendo relativizado desde junho. Caso haja mudança de entendimento do regulador, diz o documento, o resultado será "insegurança jurídica, redução de concorrência, reserva de mercado, ineficiência nas decisões de investimento e diminuição da competitividade do gás frente a outros combustíveis". (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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Gazprom diz que Europa não tem alternativa para gás natural russo

Vice-CEO da estatal de energia russa Gazprom, Oleg Aksyutin disse nesta quinta-feira, 15 de setembro, que a Europa não tem uma alternativa para o gás natural da Rússia. Aksyutin afirmou também que não são esperados fluxos adicionais significativos de gás natural no futuro próximo. (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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EDF: Problemas em reatores nucleares impactar negativamente Ebitda em 29 bi de euros em 2022

O Grupo EDF estima um impacto de 29 bilhões de euros em seu Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda) para este ano, devido a problemas em reatores nucleares da empresa na França. A estimativa é que a produção de energia na fonte nuclear encerre o ano na faixa inferior da meta de 280 a 300 TWh previstos para 2022. Para 2023, a empresa disse acreditar que seus objetivos estão sujeitos à revisão assim que os termos regulatórios para o próximo ano forem definidos. Essa reavaliação é decorrente do anúncio feito ontem pelo governo francês de que haverá um teto para o aumento das tarifas de energia reguladas no ano que vem em alta máxima de 15%. Em comunicado a companhia disse que a estimativa de produção nuclear no país será entre 300 e 330 TWh. Já no ano seguinte, a EDF espera uma produção nuclear entre 315 e 345 TWh. (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

Abrace: Após reformulação, programa de Redução da Demanda atrairá mais adesões

A reformulação no programa de Redução Voluntária na Demanda (RDV) permitiu um grande avanço para os grandes consumidores de energia, que agora contam com um instrumento permanente de resposta da demanda, o que deve atrair mais adesões do que no passado, disse a analista de energia da Associação Brasileira de Grandes Consumidores de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Jéssica Guimarães. Segundo ela, os grandes consumidores achavam o programa anterior muito burocrático, e as melhorias feitas desde o ano passado resolvem esse problema. Contudo, Guimarães lembra que a indústria ainda não recebeu todas as informações sobre o novo programa, uma vez que o ONS e a CCEE ainda precisam publicar regras mais específicas até o início de outubro. E, a partir de então, a Abrace deve procurar os associados para incentivar a adesão. (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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