IFE
15/09/2022

IFE 5.572

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

IFE
15/09/2022

IFE nº 5.572

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Sérgio Silva
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Ana Eduarda Oliveira, Felipe Gama Diniz, José Vinícius S. Freitas, Luana Oliveira, Maria Luísa Michilin, Matheus Balmas, Sofia Paoli e Vinícius José

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IFE 5.572

Regulação

MME: abertura de mercado de energia é meio de não taxar sol dos pobres

A abertura do mercado de energia para consumidores com menor demanda é a melhor maneira de reduzir custos sem taxar o sol do pobre, disse o ministro de Minas e Energia (MME), Adolfo Sachsida, durante evento promovido pelo Grupo Lide em São Paulo. O termo "taxar o sol dos pobres" é uma referência ao slogan de entidades ligadas à energia solar fotovoltaica que relacionavam a retirada de subsídios da geração própria de energia à taxação do sol. Sachsida, contudo, lembrou que a concessão desses incentivos tem efeito sobre as tarifas de energia, principalmente de consumidores de renda mais baixa e que não têm condições de instalar painéis fotovoltaicos no telhado. Segundo ele, o caminho adequado para o setor elétrico é avançar na pauta de liberalização com a abertura de mercado que tem sido discutida pelo setor há anos. O ministro também mencionou a questão dos incentivos fiscais ao falar de hidrogênio renovável e eólicas offshore. (BroadCast Energia – 14.09.2022) 
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Associação de distribuidoras pede para senadores barrarem prorrogação de subsídios no setor elétrico

Em uma tentativa de barrar a prorrogação por 24 meses dos subsídios a projetos de energias renováveis inseridos na Medida Provisória 1.118, a Abradee, associação que representa as distribuidoras de energia elétrica, encaminhou uma carta aos senadores pedindo o veto das emendas do setor elétrico. A associação abre o ofício dizendo que o Senado Federal pode evitar o aumento de R$ 9 bilhões ao ano nas contas de energia dos brasileiros. A recente polêmica causou reação em diversos agentes do setor elétrico, porque a MP 1.118 inicialmente tratava do uso de créditos tributários no setor de combustíveis, mas recebeu dispositivos que geram mais custos aos consumidores, por isso foi taxada como “jabutis”. (Valor Econômico - 13.09.2022)
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Atualização das regras de comercialização de energia elétrica entra em consulta pública

A Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel abriu nesta quarta-feira (14/9) a Consulta Pública nº 41/2022, dedicada à discussão de possíveis alterações a serem promovidas nas Regras de Comercialização de Energia Elétrica em 2023. Até 31 de outubro, a Agência receberá contribuições sobre as alterações sugeridas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Entre os pontos propostos pela CCEE e outras modificações indicadas pela Aneel, estão: Operacionalização do produto SPR100, referente à repactuação do risco hidrológico. Dentre as classes de produtos criadas para a repactuação do risco hidrológico no Ambiente de Contratação Regulada (ACR), o produto SPR transfere para o consumidor a energia secundária e o risco hidrológico causado pela redução da garantia física. É necessário descrever nas regras como deve ocorrer a transferência do risco hidrológico relativo ao produto SPR100 nos casos de redução da garantia física da usina. (Aneel – 13.09.2022) 
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Aneel discute revisão da norma que trata de procedimentos relacionados ao PMO e à formação do PLD

A Aneel aprovou nesta terça-feira (13/9) a abertura de Consulta Pública para discutir a proposta de revisão da Resolução Normativa nº 843/2019 (norma atualmente consolidada no âmbito da REN 1.032/2022, que entrou em vigor em 1º/9/2022), que estabelece critérios e procedimentos para elaboração do Programa Mensal da Operação Energética (PMO) e para a formação do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD). Prevista na Agenda Regulatória da Aneel, a proposta de revisão da norma tem a finalidade de discutir aperfeiçoamentos relativos à alteração dos dados de entrada dos modelos computacionais utilizados na cadeia da operação e formação de preços, promovendo mais efetividade e transparência aos processos de elaboração do PMO e de formação do PLD. (Aneel – 13.09.2022) 
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Regras de Comercialização sobre usinas híbridas e associadas vão à consulta

A Diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira (13/9) instaurar a Consulta Pública nº 040/2022 para aprovar versão de módulos das Regras de Comercialização. O objetivo é atender o disposto Resolução Normativa (REN) nº 954, de 30 de novembro de 2021, a qual estabeleceu tratamento regulatório para a implantação de UGH e centrais geradoras associadas. Quem quiser contribuir, terá prazo para enviar sugestões de 14 de setembro a 31 de outubro pelo e-mail cp040_2022@aneel.gov.br. A regulação atual de comercialização de energia possui muitas regras específicas por tipo de fonte primária de geração. Com a entrada de Centrais Geradoras Híbridas (UGH) e centrais geradoras associadas, as quais utilizam duas ou mais tecnologias de geração em sua composição, torna-se necessário definir um tratamento dessas diferentes configurações nas Regras de Comercialização sem violar as regras individuais (por tecnologia). (Aneel – 13.09.2022) 
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Consulta pública propõe que as distribuidoras sejam obrigadas a oferecer o PIX como opção de pagamento das faturas de energia elétrica

Em reunião realizada nesta terça-feira (13/9), a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu abrir consulta pública para receber contribuições ao aprimoramento do relatório de Análise de Impacto Regulatório – AIR e da Minuta de Resolução Normativa sobre o uso do PIX como opção de pagamento das faturas de energia elétrica. O objetivo da consulta é garantir acesso ao PIX para os consumidores de todas as áreas de concessão e permissão das distribuidoras. Os interessados poderão enviar contribuições a partir desta quarta-feira (14/9) para o e-mail cp042_2022@aneel.gov.br. Em 2020, a Aneel firmou com o Banco Central do Brasil – BCB um Acordo de Cooperação Técnica para tornar o PIX uma alternativa de pagamento de faturas de energia elétrica e melhorar a experiência de pagamento pelo consumidor, uma vez que a compensação ocorre de forma instantânea. Ocorre, que no segmento de distribuição não há uniformidade na adesão, uma vez que algumas empresas já aderiram essa alternativa, enquanto outras estão com dificuldade. (Aneel – 13.09.2022) 
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STF declara inconstitucional valor do ICMS da energia elétrica e de comunicações na Paraíba

O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou inconstitucionais as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para energia e telecomunicações da Paraíba. O motivo é que o estado, assim como o Ceará e o Rio Grande do Sul, tinham normas que fixavam a porcentagem acima da média. Em nota, a Secretaria de Estado da Fazenda informou que a alíquota cobrada já é de 18%, por causa da decisão do STF que modulou os efeitos para 2024 e as leis complementares 192 e 194. O órgão também citou a decisão do ministro André Mendonça, associada à EC 123, que firmou o patamar com relação aos combustíveis. (G1 – 14.09.2022) 
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Juros futuros têm leve alta com piora nas projeções para o IPCA

Os juros futuros encerraram o pregão desta segunda-feira (12) em ligeira alta ao longo de toda a estrutura a termo da curva. O movimento, segundo participantes do mercado, é impulsionado por um ajuste após a queda recente nas taxas, além de refletir a piora das projeções de inflação para 2024, capturadas no Boletim Focus do Banco Central, que reforça as perspectivas de juros mais altos no país por um período mais extenso. No horário de encerramento da sessão regular, às 16h, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 passou de 12,92% para 12,985%; a do DI para janeiro de 2025 avançou de 11,64% para 11,695%; a do DI para janeiro de 2026 subiu de 11,35% para 11,39%; e a do DI para janeiro de 2027 foi de 11,29% para 11,30%. (Valor Econômico - 12.09.2022)
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Transição Energética

Abren: Energia gerada a partir de resíduos pode suprir 27 milhões de residências

Com 56% do lixo urbano produzido nas 28 regiões metropolitanas do Brasil com mais de 1 milhão de habitantes, seria possível abastecer cerca de 27 milhões de residências com energia elétrica. Os dados são da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (Abren) e mostram o potencial brasileiro para geração de energia elétrica a partir de resíduos sólidos. Adicionalmente, outros benefícios ocorrem, como redução do acúmulo de resíduos nos chamados lixões, que comprometem o solo e as águas subterrâneas por causa da infiltração de chorume além de causarem a proliferação de doenças. Isso também reduz a emissão de gás metano, que possui um grau poluente equivalente a 80 vezes à do CO2. (Engie – 14.09.2022) 
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Projeto de armazenamento de energia visa ajudar a estabilizar a rede elétrica de Vermont

Feito corretamente, e com o suficiente, o armazenamento de energia pode ser o herói de muitas redes, pois a transição energética impulsiona a adoção de recursos mais variáveis movidos pelo vento e pelo sol. Os operadores de rede enfatizam a importância da geração despachável para ajudar a manter a rede em equilíbrio quando outras formas de geração aumentam e diminuem rapidamente em resposta aos elementos. Na Nova Inglaterra, a situação é particularmente terrível , como foi explicado pela ISO New England em uma recente declaração de problema que iniciou um fórum FERC na região em 8 de setembro. (Power Grid – 14.09.2022) 
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Consórcio visa maximizar benefícios de emissão de armazenamento de energia

Um consórcio que inclui Meta, Broad Reach Power e REsurety foi formado com o objetivo de maximizar o potencial de redução de gases de efeito estufa das tecnologias de armazenamento de energia. O Energy Storage Solutions Consortium visa criar uma metodologia de código aberto e verificada por terceiros para quantificar os benefícios de GEE de certos projetos de armazenamento de energia conectados à rede, disseram as empresas. A ferramenta poderia então ser usada por organizações para ajudar a alcançar com credibilidade suas metas de sustentabilidade. Vera, um terceiro, será usado para verificar o padrão por meio do Programa de Padrão de Carbono Verificado. Uma vez concluída, a ferramenta seria a primeira metodologia verificada para quantificar os benefícios de emissões de instalações de armazenamento de energia em grande escala. (Renewable Energy World – 24.09.2022) 
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Empresas

Multas de até R$ 1 bi da Abengoa serão usadas para aliviar CDE

A Agência Nacional de Energia Elétrica vai repassar à Conta de Desenvolvimento Energético multas aplicadas às empresas do Grupo Abengoa que podem chegar a R$ 1 bilhão em valores atualizados. Desde a semana passada, foram julgados sete processos que totalizam R$ 730 milhões em penalidades, valor que pode dar um alívio às despesas pagas pelo consumidor por meio da conta setorial. As multas são por descumprimento dos contratos de empreendimentos de transmissão leiloados de 2012 a 2014, que não foram implantados. Na semana passada, a Aneel encerrou cinco processos que somam R$ 521,4 milhões, e nesta terça-feira, 13 de setembro, foram julgados outros dois, no valor de R$ 209,2 milhões. (CanalEnergia – 13.09.2022) 
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Enel lança edição 2022 da PlayEnergy com foco na eletrificação

A Enel lança, em parceria com a Campus Party, a edição digital 2022 da PlayEnergy, iniciativa internacional da empresa que visa aproximar estudantes entre 14 e 20 anos do universo da energia e do seu uso consciente e responsável. A edição deste ano tem foco na eletrificação e convida os participantes a descobrir como a eletrificação a partir de fontes renováveis pode ajudar a combater as alterações climáticas e como os próprios estudantes podem contribuir ativamente para um futuro mais sustentável e brilhante. Para mais informações sobre o PlayEnergy e para se inscrever na competição deste ano visite: https://playenergy.enel.com/. A edição de 2022 vai até 5 de março de 2023, envolvendo alunos de sete países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Grécia, Itália e Peru. (CanalEnergia – 14.09.2022)
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Statkraft cria diretoria de ESG e Comunicação

A Statkraft criou no Brasil a diretoria de ESG e Comunicação, que terá como responsável Ana Cláudia Lima, profissional com experiência no setor de Sustentabilidade, Meio Ambiente, Segurança e Saúde Ocupacional. Para Fernando Lapuerta, CEO da Statkraft Brasil, a criação da área reforça o compromisso da companhia com o papel estratégico do ESG dentro de seu propósito de ser solução para as mudanças climáticas. O executivo acrescenta ainda que a estratégia de responsabilidade corporativa, a nível global, consolidou-se com a publicação da Statkraft Sustainability Strategy. Frente aos grandes desafios do setor energético em todo o mundo, a Statkraft tem o compromisso de contribuir para um futuro mais sustentável. “Para alcançarmos zero emissões e mais oportunidades para as pessoas, traçamos um plano até 2030 que contempla aumentar ativos renováveis, fornecendo aos nossos clientes as melhores soluções energéticas alinhadas aos processos de ESG”, afirma Ana Cláudia Lima. (CanalEnergia – 14.09.2022)
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Energia está no centro do plano de sustentabilidade da Unipar

A energia elétrica representa uma parte do caminho que a Unipar delineou para ser mais sustentável. Em evento realizado na quarta-feira, 14 de setembro, a empresa anunciou um plano de R$ 1,4 bilhão até 2030 em projetos alinhados a essas diretrizes onde o insumo está incluído, afinal representa uma parcela de 50% de seu custo de produção de cloro e soda. A empresa possui três acordos para ter energia renovável por meio de joint ventures. Dois são com a AES Brasil na fonte eólica e um com a Atlas para solar. Esses acordos, lembrou o CEO da empresa, Maurício Russomano, colocaram a Unipar, que foi o primeiro consumidor de energia no mercado livre do país, entre as 10 maiores compradoras de energia renovável do mundo, segundo a Bloomberg. Com o insumo garantido, a empresa iniciou as obras de uma nova fábrica no Nordeste, no Polo de Camaçari, que inicialmente seria para 10 mil toneladas de cloro e já houve inclusive a autorização do conselho para dobrar a capacidade de produção. Essa unidade será uma das abastecidas pela energia das JVs. A Unipar se prepara para colocar acido clorídrico no mercado baseado no hidrogênio verde, o que completa a visão de que a energia limpa é necessária. Serão convertidas 100 mil toneladas em PAC, insumo para a produção de PVC a partir do H2 Verde na fábrica de Santo André (SP) Em linhas gerais, os compromissos apresentados são o de ter 60% de uso de energia elétrica de fonte renovável, reduzir em 30% as emissões de CO2, acelerar o acesso à água limpa e saneamento, impactar mais de 2 milhões de pessoas com programas e projetos de desenvolvimento humano, ter 80% do HCl fabricado a partir de hidrogênio verde, contar com 100% dos fornecedores homologados cumprindo critérios de sustentabilidade e ser referência em sustentabilidade, conforme os principais rankings de governança. (CanalEnergia – 14.09.2022)
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Leilões

Governo cancela leilões de energia para sistemas isolados e de reserva de capacidade

O Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou nesta terça-feira, 13 de setembro, o cancelamento de mais dois leilões previstos para este ano: o de Suprimento aos Sistemas Isolados, inicialmente previsto para outubro, e o de Reserva de Capacidade na forma de potência, marcado para novembro. Além disso, a pasta reiterou o cancelamento do Leilão de Energia Nova A-6, que foi originalmente anunciado em meados de agosto. Em portaria publicada nesta quarta-feira, 14, no Diário Oficial da União, o MME afirma que até o final deste ano atualizará a programação dos leilões para o período entre 2023 e 2025. Em comunicado, afirmou que a medida representa "economia administrativa e aumento da efetividade de iniciativas públicas, além da melhoria contínua dos processos e planejamentos que envolvem contratações suportadas pelos agentes que compõem o setor elétrico brasileiro". (BroadCast Energia – 14.09.2022) 
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Aneel define que Leilão A-5 será em 14 de outubro

O leilão para contratação de energia nova A-5 foi reagendado para 14 de outubro, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O certame estava inicialmente marcado para esta sexta-feira, 16, mas foi suspenso devido à detecção de inconsistências no Sistema de Gerenciamento de Leilões (SGL) da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Com a remarcação, afasta-se qualquer suspeita de falta de demanda e geradores podem retomar os estudos visando a participação no certame. (BroadCast Energia – 14.09.2022) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Dcide: Preço da energia convencional para 3 meses sobe 1,84% na semana, para R$ 76,43 por MWH

Os preços de referência para a energia convencional nos próximos três meses foram calculados em R$ 76,43 por MWh, de acordo com o mais recente levantamento da consultoria Dcide divulgado. O valor representa uma alta de 1,84% na comparação com o levantamento anterior, quando o montante registrado foi de R$ 75,05 por MWh. No mês, o índice acumula redução de 26,81%, enquanto na comparação com o mesmo período do ano passado, o atual preço de referência da energia convencional está 84,80% mais baixo. Já o índice para a energia incentivada 50% - que considera o valor do MWh produzido por usinas eólicas, fotovoltaicas, térmicas, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) com desconto de 50% no fio - subiu 0,65% ante o verificado na semana passada, passando de R$ 108,45 por MWh para R$ 109,16 por MWh. Na comparação mensal, a queda foi de 17,41%, e em um ano, a redução é de 80,27%. (BroadCast Energia – 15.09.2022) 
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CCEE: PLD médio diário volta ao mínimo regulatório de R$ 55,70 por MWh em todos os submercados

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) foi estabelecido no mínimo regulatório de R$ 55,70 por megawatt-hora (MWh) para todos os submercados do País, no dia 14 de setembro, informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Em relação aos R$ 55,72/MWh praticados no dia 13 de setemrbo, esse preço corresponde a um recuo de 0,03%. Não há oscilação no valor praticado ao longo do dia, de modo que os preços médios, mínimos e máximos são coincidentes, em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. (BroadCast Energia – 14.09.2022) 
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Com níveis estáveis, região Sul opera com 82,9% da capacidade dos reservatórios

Os reservatórios do Sul apresentaram níveis estáveis na última segunda-feira, 12 de setembro, segundo o boletim do ONS. O subsistema trabalha com 82,9% de sua capacidade. A energia armazenada marca 16.960 MW mês e ENA é de 9.557 MW med, equivalente a 67% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A região Nordeste contou com redução de 0,3 p.p e está operando com 70,3% de sua capacidade. A energia retida é de 36.356 MW mês e ENA aponta 1.767 MW med, valor que corresponde a 63% da MLT. Já o submercado do Sudeste/Centro-Oeste diminuiu 0,3 p.p e operava com 53,6% do armazenamento. A energia armazenada mostra 109.708 MW mês e a ENA aparece com 13.801 MW med, o mesmo que 66% da MLT. A Região Norte teve queda de 0,3 p.p e trabalha com 82,5%. A energia armazenada indica 12.623 MW mês e a energia natural afluente computa 1.578 MW med, correspondendo a 86% da MLT. (CanalEnergia – 13.09.2022) 
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Mobilidade Elétrica

Stellantis: Sete lançamentos de carros VEs e híbridos no Brasil até 2025

A Stellantis reiterou que pretende expandir a linha de carros elétricos e híbridos no país, com pelo menos sete lançamentos até 2025. Os próximos lançamentos eletrificados ainda não foram detalhados, mas esperamos ainda para este o ano o SUV elétrico compacto Peugeot e-2008. E considerando a linha atual do grupo na Europa, há possibilidades para modelos como o Peugeot 3008 PHEV, Citroën C4 elétrico, além do futuro C3 elétrico e o recém-apresentado Peugeot E-308, sem contar os demais veículos comerciais elétricos das marcas Peugeot e Citroën. Por sua vez, a marca Jeep anunciou nos últimos dias uma linha de veículos elétricos que tem como destaque o Jeep Avenger, um SUV elétrico compacto com pouco mais de 4 metros e menor que o Renegade, além dos inéditos Jeep Recon e Wagonner S, também totalmente elétricos e pensados para o mercado dos Estados Unidos, ao menos inicialmente, mas que chegarão aos demais mercados num segundo momento. (Inside EVs - 14.09.2022)
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Stellantis amplia a rede de carregamento para 500 pontos no Brasil

Mesmo antes de começar a vender carros elétricos no Brasil, a Stellantis já trabalhava em iniciativas para criar e expandir uma infraestrutura de recarga para a mobilidade elétrica aqui no país. Agora, já com os primeiros carros elétricos no mercado (Fiat 500e, Peugeot 208 e-GT, Citroën e-Jumpy e Peugeot e-Expert) e um híbrido plug-in (Jeep Compass 4Xe), a Stellantis faz um novo anúncio onde renova por mais três anos o contrato das Ecovagas, uma parceria que envolve a Estapar, maior rede de estacionamentos do país, e a Enel X Way, divisão da Enel dedicada à mobilidade elétrica. O novo anúncio inclui a extensão da parceria e a ampliação do número de vagas com pontos de recargas para carros elétricos e híbridos plug-in. Dessa forma, das atuais 200 vagas com carregador, a previsão é que até o fim do ano, cerca de 500 vagas estejam disponíveis em todo o país – a partir de 2023, a previsão é que esse número chegue a 1.000 pontos de recarga. Atualmente presente em 29 cidades de 13 estados, esta é a primeira rede de recarga semipública para veículos híbridos plug-in e elétricos do país, sendo que a localização de cada ponto de recarga está disponível para consulta nos sites de veículos elétricos e híbridos plug-in das marcas Stellantis (Fiat, Peugeot e Jeep). Não há previsão de término desta parceria e novas parcerias e associações já estão mapeadas e em desenvolvimento pelo time da unidade de negócio de e-Mobility da Stellantis presente no Brasil. (Inside EVs - 13.09.2022)
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Hintech: Planos de expansão para o mercado brasileiro de VEs

Há dois anos, a indústria automotiva acirrou uma interessante competição para importar veículos eletrificados para o Brasil. Afinal, todas as marcas querem ser representadas por modelos híbridos ou elétricos, no País. De uma forma bem mais tímida, empresas brasileiras também entram, aos poucos, na corrida da eletromobilidade, criando soluções caseiras, principalmente, direcionadas à prestação de serviço. É o caso da Hitech Eletric, startup de Curitiba (PR) que, desde 2017, desenvolve projetos de veículos 100% elétricos. Seu portfólio tem, hoje, quatro produtos: o compacto e.co2 Cargo, para entregas urbanas, os veículos de carga e.co Truck e e.co Cargo e a van e.Van, para transportar carga ou passageiros. Os clientes são empresas de entregas de pequeno e médio porte, que buscam veículos adequados para suas frotas. “Em 2023, queremos iniciar a produção no Brasil, o que trará maior competitividade econômica, permitindo até mesmo reduzir os preços ao cliente final”, afirma Rodrigo Scheffer Contin, fundador e presidente da Hitech. “Fabricar aqui nos dará outras vantagens, como melhorar a logística dos negócios, criar linhas de crédito e aumentar a rede de assistência técnica.” Com a nacionalização integral nas operações, a Hitech projeta vender 60 veículos, por mês, em uma primeira fase. “O potencial de crescimento é exponencial. O mercado mostra-se promissor, e nossos carros não dependem de eletropostos. A bateria pode ser recarregada em tomadas domésticas de 110 V ou 220 V”, garante. (O Estado de São Paulo - 14.09.2022)
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Movi Electric: Planos para produção de VEs no Brasil

A Movi Electric divulgou o plano de produzir carros elétricos no parque industrial da cidade de Toledo, no Paraná. A Movi tem acordo comercial para fabricar os modelos da empresa argentina Sero Electric. O catálogo é composto por um carro elétrico para duas pessoas e dois veículos de carga – um com caçamba e outro com baú, que pode levar até 500 quilos de carga. São microcarros movidos a bateria e feitos com estrutura de ligas de alumínio de alta resistência, o que aumenta a segurança em casos de impacto. De uso urbano, eles chegam a 50 km/h de velocidade máxima e são capazes de rodar 150 quilômetros. Assim como os veículos da Hitech, os carros elétricos da Movi são recarregados nas tomadas de 110 V e 220 V, em tempo que varia de cinco a sete horas. (O Estado de São Paulo - 14.09.2022)
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Leoparda Electric quer massificar motos elétricas na AL

A start up de motos e baterias elétricas Leoparda Electric recebeu US$ 8,5 milhões em sua primeira rodada de investimentos. O montante será utilizado para a contratação do time de profissionais globais, desenvolvimento de software próprio para a execução do negócio e também para a operação piloto no Brasil. Esse primeiro aporte foi coliderado pela Monashees, gestora de capital de risco no Brasil, e pela Construct Capital, fundo norte-americano especializado em hardware e mobilidade. Marcelo Claure, que lançou o Softbank na América Latina, também investiu por meio da Claure Capital. A Leoparda, tem o objetivo de reduzir as emissões de carbono na América Latina e tornar a mobilidade mais acessível. O modelo de negócios da Leoparda Electric consiste no fornecimento de motocicletas elétricas e uma rede de estações que permitem que usuários possam trocar suas baterias descarregadas por outras prontas para uso imediato a um baixo custo de assinatura mensal. Desse modo, no modelo da start up, os usuários vão poder trocar a bateria descarregada para uma nova completamente carregada em menos tempo do que abastecer com gasolina. Além disso, os clientes poderão comprar a motocicleta elétrica sem a bateria, em valor menor do que uma tradicional. Tudo isso significa que os trabalhadores vão poder reduzir seus gastos mensais em mais de 50%. Trocas ilimitadas de baterias recarregáveis e toda a manutenção está incluída para o usuário na assinatura mensal. (CanalEnergia – 14.09.2022)
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EUA: Biden aprova US$ 900 mi para financiamento de pontos de recarga de VEs

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciará nesta quarta-feira a aprovação dos primeiros 900 milhões de dólares em financiamento para construção de estações de recarga de veículos elétricos em 35 Estados como parte de uma legislação de 1 trilhão de dólares aprovada em novembro, disse a Casa Branca. A falta de estações de recarga segue sendo um obstáculo importante para uma adoção mais ampla de veículos elétricos, dizem as autoridades. (Money Times - 14.09.2022
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EUA: Crescimento da compra de VEs por parte do governo norte-americano

Em uma aparição no salão do automóvel de Detroit, Joe Biden anunciou que as compras de VEs pelo governo norte-americano aumentaram drasticamente. Em 2020, menos de 1% das novas aquisições foram de veículos elétricos, mais que dobrando em 2021, enquanto em 2022 “as agências adquiriram cinco vezes mais veículos elétricos do que todo o ano fiscal passado”, disse a Casa Branca. Até 2030, Biden quer que metade de todos os novos veículos vendidos sejam elétricos ou híbridos plug-in, além de 500 mil novas estações de recarga; ele não endossou a eliminação progressiva das vendas de novos veículos movidos a gasolina até 2030. (Money Times - 14.09.2022)
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Inovação e Tecnologia

Certificadoras não esperam governo e preparam regra própria para hidrogênio verde

A União Europeia está criando um mercado voltado para o hidrogênio verde, mas o MME não irá necessariamente orientar a matriz de hidrogênio do País para o combustível 100% limpo, admitindo a produção também por processos com pegada de carbono, com uso de combustíveis fósseis. Enquanto o governo não faz uma aposta clara pelo hidrogênio verde e admite até mesmo o uso do hidrogênio cinza na matriz energética nacional, certificadoras já começam a formatar projetos para garantir exportações do combustível para a Europa e outras regiões que somente comprarão o combustível com selo sustentável. Com presença em mais de 140 países nas áreas de Teste, Inspeção e Certificação, o Bureau Veritas já tem trabalhado com empresas que procuram levantar recursos no mercado financeiro para colocar de pé projetos de produção de hidrogênio e amônia verdes. Como o hidrogênio é um gás que demanda altíssimas pressões para ser liquefeito, a conversão em amônia tem sido a principal alternativa para o transporte e comercialização do combustível. (BroadCast Energia – 14.09.2022) 
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PSR lança software para sistemas de energia

A PSR apresentará o software “open source” ToQUBO, para otimização de sistemas de energia com computação quântica, no “Workshop on Quantum Computing and Operations Research”, em Toronto, no Canadá. O software foi desenvolvido em colaboração com David Bernal, do Laboratório de Computação Quântica da NASA. Ele transforma automaticamente problemas da área de energia resolvidos por computadores convencionais, tais como planejamento de redes de transmissão e fluxo de potência ótimo AC, para o formato Quadratic Unconstrained Binary Optimization, adequado para computação quântica. A PSR e outros desenvolvedores de aplicações utilizam o D-WAVE remotamente através de serviços “web” da empresa ou da Amazon Web Services. (CanalEnergia – 14.09.2022) 
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Energias Renováveis

Pernambuco vai contratar geração de energia solar para prédios públicos

A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Estado de Pernambuco, por meio do Programa de Parcerias Estratégicas (PPPE), abriu na última segunda-feira, 12 de setembro, a etapa de diálogo público no processo de concessão para construção, operação, manutenção e gestão de usinas flutuantes de geração de energia solar fotovoltaica. As usinas irão gerar energia para 3.666 prédios do Estado consumidores do Grupo B (baixa tensão), como escolas, unidades de saúde, de segurança e de outras áreas. De acordo com a Seplag, além de construir as usinas, a empresa vencedora da licitação ficará responsável pela gestão e operação de serviços de compensação de créditos de energia elétrica para a redução dos custos nos órgãos do poder público do Estado de Pernambuco. (CanalEnergia – 14.09.2022) 
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Aneel libera 20,7 MW de eólicas e CGH para teste

A Aneel autorizou para início da operação em teste, a partir de 14 de setembro, unidades geradoras das usinas eólicas Ventos de São Januário 15 e 16, Ventos de São Roque 17 e 18, além da CGH Boa Vista, que juntas somam 20,7 MW de capacidade instalada. Para operação comercial, a Aneel liberou unidades geradoras da EOL Oitis 8, com 27,5 MW de capacidade instalada. (CanalEnergia – 14.09.2022)
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EDF Renewables/Prumo: Parceria para futuros projetos de eólicas offshore

A EDF Renewables e a Prumo Logística anunciaram na última terça-feira, 13 de setembro, um Memorando de Entendimentos (MoU, na sigla em inglês) para estudar o desenvolvimento e a infraestrutura de parques eólicos offshore na região Norte Fluminense. Segundo as empresas, o acordo representa um passo importante no desenvolvimento da EDF Renewables no setor eólico offshore no Brasil e prevê o uso do Porto do Açu como hub logístico e de energia renovável, possibilitando, inclusive, a produção de hidrogênio verde (H2V) no complexo porto-indústria da América Latina. A experiência global da EDF Renewables em projetos offshore somada à sua atuação no mercado onshore brasileiro garantem a capacidade técnica necessária ao desenvolvimento e futura implantação do projeto. (CanalEnergia – 14.09.2022)
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Planta de biogás da Tereos para mercado de GD servirá também para abastecer caminhões

A planta piloto de biogás construída pela Tereos Açúcar & Energia Brasil em Olímpia, no interior de São Paulo, terá outras finalidades além de atender a entrada no mercado de geração distribuída (GD) pela empresa. A companhia planeja usar o equipamento para substituir o combustível de sua frota de caminhões canavieiros. De acordo com o superintendente de operações agroindustriais da empresa, Everton Carpanezi, a unidade está em momento de validação de tecnologia. A ideia é entre 2025 e 2026 atender com biometano uma frota que tem de 100 a 150 caminhões, hoje abastecidos com diesel. A usina na qual a planta foi colocada tem espaço para mais 13 lagoas de biogás. A que já está em funcionamento é utilizada para geração de energia elétrica em parceria com a Lemon Energy, que faz a gestão dos clientes de GD atendidos pelo empreendimento. (BroadCast Energia – 14.09.2022) 
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Em quatro anos, Leste Europeu e Ásia Central batem recorde de capacidade renovável

Entre 2017 e 2021, 17 países do Sudeste e Leste Europeu, Cáucaso e Ásia Central, além do Kosovo, tiveram um crescimento sem precedentes na capacidade de energia renovável. Nesse período, eles adicionaram cumulativamente 21 GW de capacidade, para uma capacidade total instalada de energia renovável de 106 GW. Pela primeira vez, o crescimento foi impulsionado principalmente pelas adições de energia solar (58%) e eólica (25%). Apesar do progresso revolucionário em energias renováveis, esses países foco continuam a depender fortemente de fontes de combustíveis fósseis e contam com um número limitado de exportadores de energia, especialmente a Rússia. De acordo com Rana Adib, Diretora Executiva da REN21, o crescimento de energia renovável na região até 2021 foi impulsionado por políticas favoráveis e pela queda dos custos das tecnologias de energia renovável – mas agora, a segurança energética está absolutamente na vanguarda. Segundo a diretora, afastar-se do combustível fóssil nunca foi tão importante para a região.(CanalEnergia – 14.09.2022) 
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Gás e Termelétricas

Copel deve inscrever UTE Araucária em leilão de capacidade

A Copel deve inscrever a termelétrica de Araucária (PR – 469 MW) no próximo leilão de capacidade, em novembro. A usina a gás é de propriedade da Copel e da Petrobras. O anúncio foi feito pelo CFO da estatal paranaense, Adriano Rudek de Moura, em reunião virtual com investidores nesta terça-feira, 13 de setembro. O executivo, que disse estar atento a oportunidades no médio e longo prazo, considerou a usina um ativo estratégico, destacando o seu desempenho financeiro na crise hídrica do ano passado. “A ideia é que tenhamos contrato de longo prazo para que além de atender a diversificação do portfólio com hedge natural, tenha uma receita normalizada de longo prazo”, explicou. Ainda de acordo com Moura, não há um indicativo claro de venda dos ativos térmicos da Copel, que tem meta de zero carbono até 2030. A matriz atual do Brasil, com forte presença hídrica, não permitiria um abandono das usinas a gás, assim como o portfólio da Copel. (CanalEnergia – 13.09.2022) 
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Equinor troca diesel por gás natural em Peregrino para reduzir emissões

A petroleira norueguesa Equinor, informou que está substituindo o diesel pelo gás natural como combustível principal para geração de energia nas operações do campo de Peregrino, na Bacia de Campos (RJ). O gás natural será entregue em Peregrino por meio do gasoduto ‘Rota 2’, da Petrobras. A Equinor, que opera Peregrino, tem 60% do negócio, enquanto a sócia chinesa Sinochem tem os 40% restantes. A Equinor informou, em nota, que realizou uma série de modernizações em Peregrino para diminuir a intensidade de carbono do campo e que espera redução "significativa" do resíduo. “Nós teremos uma redução de 80% em consumo de diesel e esperamos que cada barril de óleo produzido por Peregrino agora emita menos 50% de CO2”, acrescenta a presidente da Equinor, Veronica Coelho. (BroadCast Energia – 14.09.2022) 
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Alemanha: acordo da empresa de gás Uniper com governo pode tornar estado sócio majoritário

A Uniper, empresa do setor de gás da Alemanha, informou nesta quarta-feira, 14 de setembro, que as discussões com o governo alemão sobre um acordo de resgate incluem um potencial aumento de capital que passaria o controle da empresa ao estado. A empresa informou ainda que nenhuma decisão além do que foi acordado no pacote de estabilização em julho foi tomada, mas as partes envolvidas estão procurando soluções alternativas à medida que a crise de energia piorou. Após a interrupção dos fluxos de gás da Rússia através do gasoduto Nord Stream e como resultado dos preços de gás e energia extremamente altos e voláteis, a Uniper disse que suas perdas financeiras aumentaram significativamente devido ao maior custo de aquisição de gás. (BroadCast Energia – 14.09.2022) 
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Mercado Livre de Energia Elétrica

BBCE tem crescimento de 50,4% no volume negociado

A BBCE fechou agosto com alta de 50,4% no volume energético negociado em relação ao mesmo período de 2021. Ao todo, foram transacionadas 20.759 GWh, crescimento de 1,4% em comparação a julho, que já tinha registrado aumento em comparação com o ano passado. Segundo a BBCE, esse é o maior montante já operado nos sistemas em um mês de agosto. De acordo com a BBCE, em quantidade de operações, a alta foi ainda mais expressiva. Foram 5.040 negócios, aumento de 134,6% em relação a agosto de 2021 e de 5,2% no comparativo com julho de 2022. O volume financeiro negociado no mês, contudo, teve queda. Foram R$ 2,54 bilhões, redução de 56,4% em comparação com agosto de 2021. De acordo com Felipe Nasciben, diretor de Produtos, Comunicação e Marketing da BBCE, a volatilidade contribuiu ao movimento. (CanalEnergia – 13.09.2022) 
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