IFE
16/08/2022

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ

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16/08/2022

IFE nº 5.551

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Regulação

Aneel prorroga Tomada de Subsídios que debate normas para campanhas de consumo consciente de energia elétrica

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu prorrogar até 31 de agosto a tomada de subsídios (TS12/2022) que recebe sugestões sobre a elaboração de regulamento e definição de critérios que devem compor as normas sobre a realização de campanhas de consumo consciente com recursos do Programa de Eficiência Energética (PEE). Na Agenda Regulatória da Aneel para o biênio 2022/2023, o tema consta na atividade 98. Segundo a área técnica, como as campanhas de consumo consciente com recursos do PEE têm sido realizadas desde 2015, a sociedade deve se manifestar sobre a regulamentação. (Aneel – 12.08.2022)
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Transição Energética

EUA: Reguladores aceitam atualizações da rede de transmissão para reforçar os recursos de energia renovável de Nova York

Reguladores do estado de Nova York aprovaram o projeto Smart Path Connect, que consiste na reconstrução de uma linha de transmissão de 100 milhas no norte do estado de Nova York, necessária para atender aos requisitos da Lei de Liderança Climática e Proteção Comunitária. O projeto foi desenvolvido para complementar os projetos de Smart Path e AC Transmission previamente aprovados e espera-se que reduza o congestionamento e os cortes que atualmente afetam a geração renovável. Espera-se que o projeto Smart Path Connect forneça economia de custos de congestionamento de mais de US$ 447 milhões. A linha de transmissão North Country é de propriedade e operada pela New York Power Authority (NYPA) e National Grid. (Power Grid – 15.08.2022)
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EUA: Pesquisa e desenvolvimento do sistema de energia geotérmica aprimorada recebe um impulso do dinheiro do DOE

O laboratório de campo do Observatório de Fronteira para Pesquisa em Energia Geotérmica do Departamento de Energia dos EUA anunciou até US$ 44 milhões para projetos de desenvolvimento e teste de tecnologia para promover a inovação em sistemas geotérmicos aprimorados (EGS). O laboratório disse que apenas uma pequena fração dos recursos geotérmicos dos Estados Unidos pode ser aproveitada por meio de água quente ou vapor natural. A grande maioria, disse, é inacessível sem a criação de reservatórios de EGS feitos pelo homem. Gerenciado pela Universidade de Utah, a instalação é um laboratório de campo dedicado ao desenvolvimento de tecnologias para criar, sustentar e monitorar reservatórios EGS. Em termos simples, o EGS é um processo de criação de reservatórios subterrâneos feitos pelo homem para explorar a energia geotérmica que de outra forma seria inacessível. Isso é feito injetando fluido em rochas naturalmente aquecidas no subsolo. Essas rochas não têm o fluxo de fluido necessário para atrair energia geotérmica para a superfície. (Renewable Energy World – 15.08.2022)
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RWE alemã anuncia que este ano investirá mais de 5.000 milhões em energia verde

A empresa de energia RWE planeja investir mais de 5.000 milhões de euros em 2022, 30% a mais do que o planejado originalmente, e aumentar seu portfólio de projetos de geração verde. Estes vão desde energia eólica offshore e onshore e energia solar até baterias e economia de hidrogênio. No primeiro semestre deste ano, a RWE comissionou 1,2 novos GW distribuídos em parques eólicos, usinas solares e sistemas de baterias, o que representa 20% mais eletricidade gerada a partir de energias renováveis. Em construção, tem projetos para um total de 4,8 GW, além da aquisição da usina Magnum, na Holanda, com 1,4 GW e preparada para hidrogênio. (Energías Renovables - 12.08.2022)
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Começa a Semana Americana de Energia Limpa 2022

Durante um período de ação legislativa histórica que irá turbinar a indústria doméstica de energia limpa, a American Clean Power Association deu início à Semana Americana de Energia Limpa. Esta celebração anual de energia eólica, solar, armazenamento e transmissão de energia reconhece as muitas maneiras pelas quais a energia limpa local, acessível e confiável está construindo um futuro melhor para os Estados Unidos. O tema da semana deste ano é “Construindo a Economia de Energia Limpa”, destacando tecnologias de energia limpa por meio de vários eventos presenciais e virtuais com autoridades eleitas, líderes do setor e membros do público em todo o país. A energia eólica terrestre, a energia eólica offshore, a energia solar, a transmissão e o armazenamento de energia são as principais soluções climáticas que ajudarão a cumprir as metas nacionais de energia livre de carbono até 2035, (REVE - 15.08.2022)
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Artigo de Robson Braga de Andrade: “Estratégias para uma economia de baixo carbono”

Em artigo publicado pela Folha de São Paulo, Robson Braga, empresário e presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), aborda estratégias para uma economia de baixo carbono. Segundo o autor “o mundo precisa mudar a forma como consome energia, com uma passagem de uma matriz baseada em fontes fósseis para uma âncora renovável. Nesse processo, o Brasil sai na frente, pois já conta com uma utilização mais elevada dessas fontes e vem ampliando o uso de energia eólica, solar e bioenergia.” Ainda, concluiu-se que “a conservação florestal os quatro pilares da estratégia de transição completa para uma economia de baixo carbono. Combater o desmatamento e como ilegal no país, que possui 58% de seu território coberto por florestas, é fundamental para diminuir como fragmento de carbono e conter o queimado global.” (GESEL-IE-UFRJ – 16.08.2022)
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Empresas

Eletrobras: Provisões pesam e lucro recua no 2° trimestre

A Eletrobras apresentou um lucro líquido de R$ 1,4 bilhão no segundo trimestre do ano. Esse valor é 45% inferior ao lucro de R$ 2,5 bilhões do mesmo período do ano passado. Essa queda é atribuída ao efeito negativo pela provisão para perdas em investimentos no montante de R$ 890 milhões, em função, principalmente, do aporte de capital realizado por Furnas na Santo Antônio Energia, em junho de 2022 e pela inadimplência da Amazonas Energia, em especial no que se refere a dívida financeira com a holding. A variação cambial negativa de R$625 milhões no trimestre, devido a exposição de dívida da companhia em dólar, também impacto a empresa. Pelo outro lado a companhia teve efeito positivo dos eventos de privatização no montante total de R$ 742 milhões e de R$ 454 milhões com a venda da CEEE-T. O resultado ebitda ajustado da companhia, aumentou 6% no trimestre, somou R$ 4,9 bilhões e no ano esse montante é de R$ 9,8 bilhões. alta de 5% na comparação com o ano passado. A margem ebitda ajustada no trimestre ficou em 55%, queda de 7,08 pontos na ante 2021. Nos seis meses encerrados em junho o índice é de 58%, queda de 4,9 p.p (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Eletrobras prevê aumentar investimentos para modernizar UHEs

A revisão do plano estratégico de investimentos da Eletrobras, o primeiro da empresa privada, poderá constar com mais valores para a renovação e modernização de ativos mais antigos. Entre eles para as usinas hidrelétricas e linhas de transmissão que estão no final de sua vida útil. Atualmente, o plano inclui aportes de R$ 1,5 bilhão para o Complexo de Paulo Afonso (BA). De acordo com o CEO Rodrigo Limp, que dará lugar à volta de Wilson Ferreira Júnior, o cenário dos planos de investimento da Eletrobras com a capitalização sendo efetivada era de algo na casa de R$ 12 bilhões. Esse valor, explicou ele, é uma referência, podendo ser mais ou menos. No foco continuam os aportes em fontes renováveis, que podem incluir ainda geração nas fontes eólica e solar. O diretor de Geração, Pedro Jatobá, afirmou em teleconferência com analistas e investidores que os ativos precisam de investimentos em modernização. Os maiores são da Eletronorte e da Chesf, inclusive este em processo de contratação. Com a capitalização, lembrou o executivo, a Eletrobras tem a obrigação com o Poder Concedente de verificar essa questão de modernizar as usinas. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Eletrobras avalia aquisição de participações

A Eletrobras comentou que avalia a aquisição de participações em ativos como Belo Monte e outras que possam ser colocadas ao mercado e que considera estratégicas. Mas que não há nada de concreto nesse sentido no momento. Caso haja aquisição de participações adicionais de Belo Monte a Eletrobras teria que consolidar mais essa usina estruturante em seu balanço. A companhia detém 49,98% de participação na central localizada no Pará. Essa seria uma solução como acontece nesse momento com a Santo Antonio Energia cujo controle está com Furnas que detém 73% da UHE no Madeira. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Omega diminui prejuízo no 2° trimestre

A Omega Energia encerrou o segundo trimestre com prejuízo de R$ 93,3 milhões, melhorando 42% na comparação ao mesmo período de 2021. A companhia divulgou seus resultados financeiros na manhã da segunda-feira, 15 de agosto, reportando receita liquida de R$ 513 milhões, alta de 30%. O Ebitda ajustado atingiu R$ 476,4 milhões no semestre, crescendo 14% mesmo com um segundo trimestre com ventos abaixo da média histórica. Nos três últimos meses o indicador ficou em R$ 244 milhões, subindo 35% na comparação anual. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Omega: Crescimento de 38% até fim de 2023

Além da aquisição de aproximadamente 20% de participação na Omega, através da compra de ações no mercado secundário, a Actis e a companhia firmaram um investimento inicial de até R$ 850 milhões a um preço de R$ 16 por ação. A ideia é que o movimento suporte o plano de aportes da empresa nos próximos anos, incluindo 455,1 MW em projetos eólicos na Bahia, o ingresso em GD solar e o desenvolvimento de novos produtos digitais, como o que oferta descarbonização digital para o ambiente corporativo, recentemente lançado. Outra parte essencial do plano é a entrada nos EUA, que traz fortes perspectivas de crescimento uma vez que o volume de recursos em expansão das fontes renováveis é 700% maior por lá do que no Brasil. Como primeiro passo, foi anunciado o primeiro projeto eólico no Texas, denominado Goodnight. Combinando Goodnight 1, Assuruá 4 e Assuruá 5, a companhia atingiu um total de 720,6 MW, representando 38% de aumento de capacidade em ativos de alta escala e que devem ser comissionados ao longo de 2022 e 2023. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Cemig: Lucro recua no 2º trimestre de 2022

A Cemig registrou um lucro líquido de R$ 49,9 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), uma queda de 97,4% em relação ao mesmo período do ano anterior quando registrou um lucro de R$ 1,9 bilhão. Já a receita líquida da companhia no 2T22 atingiu os R$ 8,2 bilhões, um avanço de 11,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. No semestre a empresa registrou receita de R$ 16 bilhões, uma alta de 11,0%. Entretanto, o resultado financeiro no 2T22 ficou negativo em R$ 870,9 milhões, uma queda de 282% em relação aos R$ 478,5 milhões positivos do ano anterior. De acordo com a companhia, uma parte dessas perdas é explicada pela atualização de créditos de PIS/Cofins. A Cemig registrou uma receita com energia vendida a consumidores finais de R$ 6,9 bilhões no 2T22 comparado aos R$ 6,2 bilhões no mesmo período de 2021. Já a receita de transmissão subiu 69,7%, em função do aumento dos investimentos em reforços e melhorias, gerando aumento de 154,2% na receita de construção, do aumento na remuneração financeira do ativo de contrato da transmissão em decorrência da variação dos índices de inflação IPCA e IGPM. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Santo Antônio: Prejuízo chega a quase R$ 3 bi no 1º semestre

A Santo Antônio Energia terminou o primeiro semestre com prejuízo de quase R$ 3 bilhões de reais, uma piora de quase R$ 2 bilhões de reais quando comparado ao resultado do ano passado. A geradora reportou suas demonstrações financeiras e operacionais na noite da última sexta-feira, 12 de agosto, apontando receita líquida de R$ 1,8 bilhão, 7% superior na relação anual, enquanto o Ebitda ficou em R$ 268 milhões. A SAE registrou um saldo disponível de caixa de R$ 1,7 bilhão, sendo R$ 780 milhões por meio de uma gestão eficiente de gastos e aproveitamento do standstill do BNDES Finem (Direto e Repasse) e R$ 983 milhões do saldo remanescente do aporte para resolução da arbitragem junto ao Consorcio Construtor Santo Antônio. Já os custos operacionais do período apresentaram um incremento de 42%, passando de R$ 1,3 bilhão para R$ 1,9 bilhão, impactados pela decisão preliminar da arbitragem junto ao CCSA. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Nordex: Prejuízo aumenta no 1º semestre

O Grupo Nordex reportou que seu prejuízo nos seis primeiros meses de 2022 somou 283,2 milhões de euros, uma piora ante os 63,7 milhões em perdas registradas no mesmo período do ano passado. O resultado ebitda da companhia saiu de 68,4 milhões de euros positivos para 173,3 milhões de euros negativos. A margem ebitda saiu do campo positivo de 2,5% para o negativo em 8,1%. Apesar dos números, a companhia aponta que o desempenho de seus negócios nos primeiros seis meses de 2022 ficou em linha com as expectativas. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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ENC Energy conclui emissão de debêntures no Brasil

A ENC Energy Brasil anunciou a liquidação de sua terceira emissão de R$ 110 milhões em debêntures simples, com vencimento em 2029. Os recursos serão destinados para o reperfilamento de compromissos financeiros, com alongamento do perfil da dívida da empresa, além de novos investimentos que darão continuidade ao plano de expansão da empresa. Segundo a geradora, que atua com foco no biogás proveniente da decomposição de lixo nos aterros em seis estados do país, os recursos captados possibilitarão atingir a meta de alcançar 60 MW de capacidade instalada até 2026, com a ampliação de cinco usinas e a criação de mais oito unidades em dez estados brasileiros. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Startup se destaca com três soluções de dados para a Neoenergia

Fruto de um projeto de três estudantes da Universidade Federal de Pernambuco em 2018, a Loomi virou um negócio real após a definição dos primeiros clientes ainda no tempo de empresa júnior. A concepção aconteceu através do desenvolvimento de soluções digitais para algumas dores de empresas, como a falta de dados confiáveis para tomadas de decisão. Atualmente a startup busca dobrar seu faturamento para R$ 10 milhões, mirando a aceleração de novos negócios, clientes e atuação no mercado internacional. Para a Neoenergia foram produzidas três soluções após a identificação de processos muito manuais e descentralização de informações. O LOGO é um sistema de gestão de obras, do planejamento à execução, operando desde 2020. Já SOFIA monitora recursos eólicos e solares desde 2021. E mais recentemente o NEO-OS gerencia todo corpo de prestadores de serviços, documentos e dados trabalhistas para parceiros e fornecedores. Todas contam com metodologia autoral denominada Digital Transformation Sprint (DTS), algo que vem sendo refinado há quatro anos e seis meses. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Leilões

Aneel publica revogação de outorga das usinas da Karpowership contratadas no leilão emergencial

A Aneel publicou no Diário Oficial da União (DOU) resoluções revogando a outorga das quatro usinas da Karpowership Brasil Energia que venceram o leilão emergencial, chamado oficialmente de Procedimento de Contratação Simplificado (PCS), realizado em outubro do ano passado. A decisão de caçar a outorga das usinas Karkey 13, Karkey 19, Porsud I e Porsud II foi tomada na última reunião ordinária da diretoria da agência reguladora, que indeferiu o pedido de reconhecimento de excludente de responsabilidade pelo descumprimento do cronograma de implantação dos empreendimentos. (BroadCast Energia – 15.08.2022) 
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diária cai mais de 20% e fica em R$ 70,30/MWh para 15/08

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) válido para 15 de agosto em todos os submercados é de R$ 70,30 por MWh, uma queda de 22% frente ao registrado na sexta-feira (12), de R$ 90,07/MWh, que, até então, havia sido o PLD diário mais baixo do mês até o momento. O valor máximo do dia foi estipulado em R$ 78,34 por MWh para a energia vendida às 18h, em todos os submercados. Já o preço mínimo desta segunda-feira ficou em R$ 63,42 por MWh, às 03h, também em todos os submercados. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas sobre os reservatórios e o nível de armazenamento nas usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 15.08.2022) 
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Carga em agosto deverá recuar 0,5%, indica ONS

Previsão inicial do PMO de agosto era de crescimento de 0,7%, carga desacelerou e agora a expectativa é de queda na comparação com o mesmo período de 2021. A terceira revisão semanal do Programa Mensal de Operação (PMO) de agosto segue a tendência vista nas previsões e já projeta carga 0,5% menor quando comparado ao mesmo mês do ano passado. A previsão inicial era de alta de 0,7%, previsão essa que veio sendo reduzida. Ainda assim no subsistema Sudeste/Centro-Oeste é esperado elevação de 0,2%, no Norte alta de 4,2% por conta da retomada de um grande consumidor intensivo. No Sul e Nordeste a estimativa é de queda de 3,6% e de 2%, respectivamente. A previsão de vazões voltou a aumentar. O destaque está no Sul com perspectiva de que a energia natural afluente fique em 134% da média histórica. No SE/CO é esperado ENA de 75%, enquanto no Norte é de 83% e no NE de 68% da MLT. (CanalEnergia – 12.08.2022)
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ONS projeta reservatórios do Sudeste com 32,9% ao final de 2022

A previsão do ONS para o nível de armazenamento no Sudeste/Centro-Oeste em agosto segue a curva de redução, normal para esse período do ano. A estimativa é de que fique em 54,4%. Com os dados atuais a projeção é de um volume equivalente a 32,9% na hipótese mais conservadora, e na mais favorável, com 49,3%. Esse dado consta da atualização dos cenários das condições de atendimento eletroenergético do Sistema Interligado Nacional (SIN). Em relação às expectativas de afluências, a estimativa ficou entre 64% e 77% da Média de Longo Termo (MLT) para o SIN. Porém, explicou o ONS que em julho, já se observou uma redução significativa de precipitações, resultando em baixos valores de afluências nas usinas hidrelétricas, em quantidade inferior se comparado com as médias históricas em todas as regiões. No que diz respeito ao país, a previsão mensal para agosto é de 72% da MLT. (CanalEnergia – 12.08.2022)
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Reservatórios do Sul tem aumento de 0,8 p.p e operam com 71% do volume

O submercado do Sul teve aumento de 0,8 ponto percentual e estava operando com 71% da capacidade, na última quinta-feira, 11 de agosto, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada marca 13.965 MW mês e ENA é de 17.193 MW med, equivalente a 72% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A região Sudeste/Centro-Oeste teve recuo de 0,2 ponto percentual e a capacidade está em 59,2%. A energia armazenada mostra 121.186 MW mês e a ENA é de 15.877 MW med, valor que corresponde a 70% da MLT. Os reservatórios do Norte apresentaram redução de 0,1 p.p, que conta com 87,6% da capacidade. A energia armazenada marca 13.411 MW mês e ENA é de 2.822 MW med, equivalente a 100% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A Região Nordeste diminuiu 0,4 p.p e opera com 79% da sua capacidade. A energia armazenada indica 40.819 MW mês e a energia natural afluente computa 2.269 MW med, correspondendo a 69% da MLT. (CanalEnergia – 12.08.2022)
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Embate entre CTG e União sobre oferta de energia de hidrelétricas pode pesar na conta de luz

A disputa entre a CTG Brasil, e a União sobre a revisão do volume de energia que quatro hidrelétricas da empresa podem entregar ao sistema ganha um novo capítulo em um julgamento que vai acontecer no Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1). O imbróglio jurídico sobre a revisão da garantia física das usinas Capivara (643 MW), Chavantes (414 MW), Taquaruçu (525 MW) e Rosana (354 MW) dura desde 2017. O MME reduziu em 4,9% a garantia física das hidrelétricas da CTG em relação à garantia vigente em dezembro de 2017, porém uma liminar obtida pela empresa impediu a alteração. A companhia diz que o principal argumento apresentado é que a redução de garantia física foi efetuada antes de decorrido o prazo de cinco anos desde a última revisão de garantia física. Especialistas afirmam que o argumento temporal da CTG para contestar a legalidade da Revisão Ordinária da Garantia Física poderia ser utilizado por qualquer outro agente cuja garantia física tenha sido revisada de forma extraordinária no período de cinco anos antes do processo de revisão ordinária que lhe reduz a garantia física. (Valor Econômico – 15.08.2022)
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Mobilidade Elétrica

Carros elétricos tendem a continuar caros

A falta de semicondutores que também abala o mercado de carros a combustão e a escassez de lítio para a produção de baterias são parte do problema de encarecimento dos carros elétricos. Assim como no Brasil, os EUA também afrenta dificuldades em reduzir os custos dos veículos. O preço é o principal responsável por dificultar o interesse em um VE, e o atual cenário não é favorável para o segmento. Além disso, a falta de estrutura pública como pontos de recarga espalhados pelas cidades também são fatores que contribuem para a baixa adesão. De acordo com especialistas os motivos pelos quais tornam um carro elétrico mais caro irão demorar anos para serem resolvidos. Uma das soluções encontradas por diferentes marcas é a fabricação própria de baterias e chips, algo que fará com que elas não dependam da produção e disponibilidade externa. (Garagem 360 - 15.08.2022)
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Intelbras entra no mercado de carregadores para VEs

A Intelbras vai ampliar seu portfólio no mercado de tecnologia com o fornecimento de uma linha de carregadores de veículos elétricos prevista para comercialização a partir de 2023. Segundo a companhia, os carregadores são de diferentes potências e design: desde os portáteis para o proprietário de carro elétrico até modelos para garagens de estacionamentos particulares, empresas de frotas veiculares e postos de recarga públicos. (Automotive Business - 15.08.2022)
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Volkswagen/Mahindra: Cooperação em componentes de VEs

A Volkswagen e Mahindra expandiram uma parceria ontem (15) com um termo de compromisso sob o qual a montadora alemã fornecerá componentes elétricos. O acordo abrange componentes da plataforma aberta para veículos elétricos da Volkswagen, chamada MEB, a ser fornecida à nova plataforma elétrica INGLO da Mahindra, disseram as empresas. A cooperação visa um volume de mais de 1 milhão de veículos até 2030 e inclui o equipamento de cinco utilitários esportivos elétricos (SUV) baseados na INGLO, disseram as empresas. (Forbes - 15.08.2022)
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Mercedes dobra a meta de produção de baterias da parceira chinesa CATL

Após o anúncio da CATL sobre a nova fábrica de baterias de 100 GWh/ano na Hungria, a Mercedes-Benz anunciou uma expansão da parceria de fornecimento de baterias com a empresa chinesa, a maior do mundo no segmento. A Mercedes-Benz anunciou em julho de 2021 que gostaria de se tornar uma marca totalmente elétrica até o final da década (ao menos nos mercados onde isso for possível), o que exigirá mais de 200 GWh de células de bateria anualmente. Espera-se que a fábrica da CATL na Hungria forneça células de bateria para os modelos Mercedes-Benz de próxima geração. (Inside EVs - 15.08.2022)
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Inovação e Tecnologia

China constrói a maior fábrica de hidrogênio verde do mundo

O projeto em Kuqa, no sul da região, usa fontes de energia renovável, incluindo energia solar e eólica, para produzir hidrogênio que pode ser liquefeito e transportado por longas distâncias por gasodutos e ajudar a combater a escassez de energia nas partes mais populosas do país. A fábrica, construída como parte do plano de Pico de Emissões de Dióxido de Carbono do país, foi projetada para produzir 20.000 toneladas de hidrogênio por ano. O local está atualmente em construção e os painéis solares cobrirão uma área de mais de 630 hectares, equivalente ao tamanho de mais de 900 campos de futebol. (REVE - 14.08.2022)
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Hidrogênio é alternativa para descarbonizar cadeias industriais

Dos 990 projetos de hidrogênio sustentável mapeados no mundo desde o ano 2000, apenas quatro estão no Brasil, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que lançará nesta semana o estudo "Hidrogênio Sustentável: Perspectivas e Potencial para a Indústria Brasileira". A entidade destaca as oportunidades para consolidar duas tecnologias de produção de hidrogênio no setor industrial. De um lado, o "hidrogênio verde", a partir de fontes de energia renováveis sem emissão de gases, como a geração eólica e solar. De outro, "hidrogênio azul", a partir da exploração do gás natural com captura e armazenamento de carbono. O documento, de 142 páginas, aponta que os setores industriais de refino e fertilizantes têm potencial de uso imediato do hidrogênio sustentável como estratégia de descarbonização. Além disso, os segmentos de siderurgia, metalurgia, cerâmica, vidro e cimento têm grande potencial para adoção do hidrogênio sustentável no curto e médio prazo - entre três e cinco anos. (BroadCast Energia – 15.08.2022)
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Energias Renováveis

Cesbe cria área de energia e mira 500 MW solares até 2030

Com mais de sete décadas de expertise em diferentes tipos de obras, como entre os 10 GW já construídos entre hidrelétricas, termelétricas, parques eólicos e um solar, a Cesbe Engenharia anunciou o processo de reposicionamento de suas marcas, com nova identidade visual e a criação de uma área específica para o negócio energia. São 500 MW em novos ativos, a maioria para a fonte solar, o que dependerá também da concorrência para a construção de novas plantas. No caso Sol do Cerrado é a primeira construção da empresa na tecnologia fotovoltaica, após ter sido contratada para implantação da UFV Parque Norte, com 265 MW de potência e agora para a instalação total, que totaliza 765 MW. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Expansão da energia eólica no Brasil

O Brasil tem 427 projetos de parques eólicos totalizando 15,4 GW de capacidade instalada em desenvolvimento, segundo dados da Aneel. Desse total – que inclui usinas com energia já contratada – 178 projetos eólicos com 6,6 GW estão sendo construídos, enquanto 249 ainda não iniciaram as obras. São 833 projetos em operação, totalizando 22 GW de capacidade instalada, sendo Rio Grande do Norte (221 parques/6,7 GW) e Bahia (229/6,1 GW) os principais players. Os números referem-se apenas a projetos eólicos onshore, pois a energia eólica offshore ainda não foi regulamentada no Brasil. (REVE - 13.08.2022)
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Energia eólica no Brasil tem 22 GW e 9.294 aerogeradores

Em julho de 2022, a energia eólica no Brasil atingiu a marca de 22 GW de capacidade instalada, suficiente para abastecer 28,8 milhões de residências por mês. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o setor representa 12% da matriz elétrica do país, com 812 parques eólicos, distribuídos em 12 estados, e 9.294 aerogeradores em operação. Só no mês de junho, o Brasil obteve um aumento de 165,6 MW na matriz elétrica, segundo a Aneel. Do total, mais da metade (87,6 MW) são provenientes de parques eólicos. (REVE - 15.08.2022)
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RN terá Polo para acelerar startups e pequenos negócios de energias renováveis

O SEBRAE no Rio Grande do Norte lançou oficialmente, em parceria com o SENAI-RN, o projeto de instalação do “Polo para Aceleração de Negócios de Energias Renováveis do Brasil”. O foco da investida será a geração de conhecimentos, de conexões e negócios para turbinar pequenas empresas e startups que atuam ou queiram entrar nos setores de energia eólica, solar fotovoltaica, de biogás e hidrogênio verde. A estrutura física será instalada no Hub de Inovação e Tecnologia (HIT) do SENAI-RN, em Natal, complexo que já sedia o Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) e o Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER), principais referências do SENAI no Brasil em Pesquisa, Desenvolvimento, Inovação (PD&I) e educação profissional para o setor de energia. A expectativa é que o projeto seja desenvolvido ao longo de, no mínimo, três anos, com estruturação iniciada ainda neste semestre. (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Grupo Telles entra em energia renovável

O grupo cearense Telles, que atua em distribuição de combustíveis, fabricação de embalagens e água mineral, vai entrar no ramo de energia renovável com investimento de R$ 200 milhões em um parque solar de até 50 MW no município de Jaguaruana (CE). O investimento será feito com recursos próprios da família controladora, que embolsou R$ 900 milhões com a venda da cachaça Ypióca para a multinacional Diageo, há dez anos. A usina solar faz parte da estratégia de diversificação dos negócios da família, que devem alcançar esse ano uma soma R$ 788 milhões em faturamento, sendo cerca de 50% proveniente da distribuição de combustíveis, com a YPetro. Até 2025, com a entrada no segmento de energia, a empresa projeta ultrapassar R$ 1 bilhão em vendas brutas. (BroadCast Energia – 15.08.2022)
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Bureau Veritas lança Balcão Único para mercado de energia Eólica Offshore

O Bureau Veritas lança o Balcão Único, serviço que facilita e agiliza o processo de licenciamento ambiental para implementação de Parques Eólicos Offshore no Brasil e oferece todo o suporte necessário para as empresas interessadas em atuar no setor. De acordo com a empresa, o número de projetos do setor subiu 200% no último ano e a obtenção de licença ambiental, que antes dependia apenas de um órgão, agora passa previamente por outros 11 departamentos e entidades regulatórias, um cenário que torna todo o processo de licenciamento mais complexo e demorado. Cada entidade possui critérios específicos e padronização própria de apresentação dos documentos exigidos, o que torna o processo complexo. O serviço inclui análise de documentação, revisão e recomendações para maior robustez dos projetos e acompanhamento do processo para uma pronta resposta aos respectivos Termos de Referência (TR). (CanalEnergia – 15.08.2022)
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Engie financia parque eólico no Peru

A Engie assinou um contrato de empréstimo de 290,2 milhões de euros com o Banco Interamericano de Desenvolvimento e seu braço do setor privado IDB Invest para um projeto de energia eólica de 296,4 MW. A Engie Peru disse que o empréstimo tem prazo de 11 anos. Ele cobrirá os custos do parque eólico Punta Lomitas de 260 MW, sua expansão de 36,4 MW e uma linha de transmissão de energia de 60 quilômetros que conectará a usina à rede nacional. Localizada na província de Ica, Punta Lomitas terá 57 aerogeradores, dos quais sete serão instalados como parte da expansão. (REVE - 12.08.2022)
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EUA: Massachusetts se compromete com meta de energia eólica offshore de 5,6 GW

O governador de Massachusetts, Charlie Baker, assinou um novo projeto de lei de energia renovável que reformará o processo de aquisição de energia eólica offshore do estado e se compromete com uma meta de 5.600 MW. Além dos compromissos de energia limpa e do processo de aquisição, os legisladores de Massachusetts criaram novas ferramentas para apoiar o desenvolvimento da indústria de turbinas eólicas por meio do avanço da cadeia de suprimentos, financiamento de infraestrutura e desenvolvimento de força. na forma de novos incentivos fiscais e subsídios. (REVE - 12.08.2022)
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ScottishPower Renewables aumenta eletricidade verde no Reino Unido com construção de parque eólico

A ScottishPower Renewables iniciou a construção de seu segundo parque eólico na costa de Suffolk, que proporcionará um aumento de eletricidade verde para o Reino Unido. East Anglia THREE, parte do East Anglia Hub, tem capacidade de 1.400 MW de eletricidade verde – o suficiente para abastecer aproximadamente 1,3 milhão de residências e uma parte significativa da meta do governo de 50 GW de energia eólica offshore até 2030. O hub de £ 6,5 bilhões fornecerá aproximadamente 3 GW de energia limpa no total. Além de produzir mais eletricidade verde no Reino Unido para o Reino Unido, também gerará empregos e investimentos que terão um impacto positivo na economia local. (Energy Global - 12.08.2022)
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Espanha: Castilla la Mancha acelera o processamento de projetos de energia renovável

A Lei de Medidas para a Racionalização Administrativa de Projetos de Energias Renováveis em Castilla-La Mancha entrará em vigor dentro de duas semanas, após sua aprovação, em 28 de julho. O texto estabelece uma série de medidas temporárias para agilizar os projetos de energia renovável, a fim de acelerar a descarbonização e reduzir a dependência energética. A lei regulamenta a aplicação imediata em Castilla-La Mancha, com a mesma validade temporária, do procedimento de determinação da condição ambiental para projetos de energias renováveis estabelecido no referido Decreto Real, acrescentando disposições adicionais à Lei de Avaliação Ambiental de Castilla-La Mancha, e o Decreto que regulamenta os procedimentos de autorização de instalações de energia elétrica a serem processadas pela Junta Comunitária de Castilla-La Mancha. (Energías Renovables - 15.08.2022)
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Como a Espanha assumiu a liderança em P&D de energia eólica flutuante

A principal razão é a complexidade técnica (mas também o esforço econômico) envolvido na instalação de aerogeradores deste tipo no país. E o fato é que na Espanha não há uma plataforma continental adequada para este tipo de tecnologia: assim que se afasta da costa, a profundidade aumenta, o que impede a instalação de aerogeradores fixados no fundo do mar. A consequência é que, com poucas exceções, a Espanha precisa usar turbinas eólicas flutuantes se quiser desenvolver seu potencial eólico offshore. E esta tecnologia, ao contrário da ancorada no subsolo marinho, exige maior investimento econômico e ainda está em processo de desenvolvimento. Mas esta situação tem um lado positivo, como resposta aos obstáculos, a Espanha se posicionou como uma potência em P&D de energia eólica flutuante. No momento, os próximos passos que o Ministério anunciou na energia eólica offshore são a publicação do Plano de Gestão do Espaço Marítimo (POEM), que irá identificar as áreas de instalação deste tipo de parque, e a realização do primeiro leilão eólico offshore no início de 2023. (REVE - 15.08.2022)
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Keppel Corporation e Keppel Infrastructure Trust investem em conjunto em parque eólico offshore

A Keppel Corporation Limited e a Keppel Infrastructure Fund Management Pte Ltd (KIFM), anunciaram que estão investindo em conjunto € 305 milhões para adquirir uma participação de 50,01% em um veículo de propósito especial (SPV) que detém 50% do Borkum Riffgrund 2 (BKR2), um parque eólico offshore na Alemanha. A SPV é atualmente detida integralmente pela Gulf International Holding Pte. Ltd., uma subsidiária da Gulf Energy Development Public Company Limited (Gulf), uma das maiores produtoras privadas de energia da Tailândia. Após a aquisição, a Gulf manterá uma participação de 49,99% na SPV. Ørsted detém os 50% restantes da BKR2. Totalmente operacional desde 2019, o BKR2 tem uma capacidade operacional de aproximadamente 465 MW e está localizado a 59 km da costa da Baixa Saxônia, no Mar do Norte, na Alemanha, que é uma área com alta disponibilidade eólica. (Energy Global - 15.08.2022)
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Começa a consulta sobre as primeiras zonas de energia eólica offshore da Austrália

O Ministro Federal para Mudanças Climáticas e Energia, Chris Bowen, declarou seis áreas propostas nas águas da Commonwealth australiana ao largo de Gippsland em Victoria para projetos de energia renovável offshore. Esta declaração é a primeira feita sob a Lei de Infraestrutura de Eletricidade Offshore 2021 e fornece alguma certeza para aqueles que consideram o desenvolvimento de infraestrutura de energia renovável offshore nesta área. Na sequência de um processo de consulta às partes interessadas, o Governo está agora a desenvolver regulamentos que definirão os detalhes e requisitos dos planos de gestão, incluindo o requisito de consultar a comunidade. Se o Ministro declarar a área como adequada para o desenvolvimento de energia renovável offshore e as licenças de viabilidade forem concedidas por até 7 anos, os desenvolvedores poderão investigar uma área e começar a planejar seu projeto. Se a licença comercial for concedida, que é por um período de 40 anos, a construção do parque eólico pode começar. (REVE - 14.08.2022)
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Siemens Gamesa faz parceria com Azure Power na instalação eólica indiana

A Siemens Gamesa garantiu seu primeiro pedido na Índia com a Azure Power India Private Limited (Azure Power) para fornecer 96 turbinas eólicas SG 3.6-145 para um projeto de 346 MW no estado de Karnataka. O projeto abre uma nova parceria na Índia com o Azure Power, um fornecedor independente de soluções de energia sustentável e produtor de energia na Índia. A Azure tem um portfólio no país de mais de 7,4 GW de ativos de energia renovável em operação ou em construção, principalmente em energia solar. O contrato de fornecimento de turbinas eólicas, inédito para o Azure, atenderá a seus projetos sob as licitações SECI Hybrid IV, SECI XI e seus outros gasodutos de energia. Quando totalmente implantadas, essas turbinas eólicas produzirão energia limpa suficiente para atender às necessidades de energia de mais de um milhão de residências indianas. (Energy Global - 15.08.2022)
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Gás e Termelétricas

Aneel multa três térmicas do PCS

A Agência Nacional de Energia Elétrica aplicou multas em três termelétricas do Procedimento de Contratação Simplificado somando mais de R$ 25 milhões. A maior multa foi para a Povoação Energia, que terá que pagar R$ 12,841 milhões, pelo atraso na execução da UTE Povoação I. A Termelétrica Viana foi penalizada em R$ 6,570 milhões pelo atraso da UTE Viana 1. Já a Linhares Geração terá de pagar R$ 5,753 milhões pelo atraso na expansão da usina Luiz Oscar Rodrigues de Melo. As multas foram aplicadas pela superintendência de fiscalização dos serviços de geração da Aneel e os despachos publicados no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 12 de agosto. (CanalEnergia – 12.08.2022)
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Sistemas da ANP estão há 11 dias fora do ar e sem perspectiva de retorno

Desde o dia 4 de agosto, os dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estão indisponíveis e não há perspectiva de volta, segundo a agência. As informações até julho e a série histórica podem ser acessadas sem problemas. O site da ANP foi vítima de uma tentativa de ataque cibernético, e como medida de segurança todos os sistemas foram retirados do ar para avaliação dos riscos à segurança cibernética, informou a ANP. Com isso, não é possível acessar, por exemplo, os dados sobre os preços dos combustíveis nos postos de abastecimento após a segunda redução do preço do diesel pela Petrobras em uma semana, no último dia 5, assim como as informações sobre arrecadação com Participações Especiais, entre outros. (BroadCast Energia – 15.08.2022) 
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Tendência de uso de termelétricas fósseis é permanente

Uma estimativa divulgada pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema) mostrou que a geração de energia por meio de usinas termelétricas por fontes fósseis quase dobrou entre janeiro e setembro de 2021 em relação ao ano anterior, para 81,2 TWh, com inevitáveis impactos nocivos tanto nos preços finais para o consumidor quanto para as emissões de gases do efeito estufa. O avanço da matriz fóssil na geração de energia elétrica tem sido constante nas últimas décadas, independentemente dos ciclos hídricos ou dos acordos internacionais assinados pelo Brasil com o objetivo de descarbonizar a economia. A tendência está longe de ser interrompida, levando em consideração as últimas decisões do governo federal e do Poder Legislativo. Para André Luís Ferreira, diretor-presidente do Iema, há um forte discurso de que a segurança do abastecimento do sistema só pode ser garantida pelas termelétricas, apesar de existir outros caminhos, mais sustentáveis, possíveis a se seguir. (O Estado de São Paulo – 14.08.2022)
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Mercado Livre de Energia Elétrica

BBCE migra pregão de contratos de energia para nova plataforma e mira novos serviços

Cinco meses após o pré-lançamento de sua nova estrutura tecnológica EHUB, a BBCE realizou a abertura do primeiro pregão na nova plataforma. Criada com base na experiência do usuário, visando superar as críticas sobre a estabilidade das operações, a nova solução deve permitir à empresa ampliar a oferta de produtos e serviços e, assim, aumentar a participação da BBCE dentro do mercado livre de energia. Ao mesmo tempo, a plataforma traz oportunidade para novos saltos da empresa, em outros segmentos, um movimento, porém, que não deve ocorrer no curto prazo. A efetivação dos primeiros negócios na nova plataforma, ocorrida na última sexta-feira (12), foi o primeiro desafio de André Brandão à frente da BBCE, onde chegou em maio para substituir Carlos Ratto. Ele garante que o EHUB trará mais resiliência e velocidade nas transações e prevê a criação de uma espécie de marketplace para o mercado livre de energia elétrica. Inicialmente, estão disponíveis na plataforma apenas os contratos de energia para entrega física. A expectativa é que até o fim do ano ocorra a migração dos produtos derivativos negociados na BBCE, o que ainda depende de um aval da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Paralelamente, a empresa trabalha na introdução de algumas facilidades na plataforma, como a possibilidade de registro de contratos bilaterais negociados fora dos parâmetros do contrato-padrão da BBCE. (BroadCast Energia – 15.08.2022)
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Biblioteca Virtual

ANDRADE, Robson Braga de. “Estratégias para uma economia de baixo carbono”.

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