IFE
05/08/2022

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ

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IFE nº 5.544

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Transição Energética

Descarbonização barrada pelos desafios do setor de energia – WEF

A transformação dos setores industriais é fundamental para atingir emissões líquidas zero até 2050, no entanto, a descarbonização está atrasada devido à natureza complexa dos desafios enfrentados por esses setores e ao alto risco associado a projetos comerciais. Isso foi destacado no último relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial em colaboração com a Accenture, o Net-Zero Industry Tracker 2022 . A primeira edição do relatório destaca o estado da transição líquida-zero nos principais setores industriais e detalha o escopo e a escala dos desafios que impedem a descarbonização. A descarbonização industrial é urgente, mas há uma lacuna significativa entre o ritmo atual e o ritmo de transformação necessário para limitar o aquecimento global. (Smart Energy – 05.08.2022)
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Eaton foca em transição energética, sustentabilidade e digitalização

A Eaton comemorou os seus 65 anos no Brasil e para acompanhar um mercado que está em constante evolução decidiu apostar em uma estratégia sólida focada em três importantes macrotendências: transição energética, sustentabilidade e digitalização, que estão norteando os negócios da multinacional em nível global e local. Além disso, a expectativa da empresa em relação ao futuro, sobretudo na atuação com o mercado do setor elétrico, é o fornecimento de energia confiável, segura e eficiente. A Eaton vem fazendo uma transformação digital a nível global, que contempla fatores importantes como novos modelos de negócio, experiência digital do cliente e aumento de produtividade. Vale lembrar que a Eaton realizou aquisições importantes no setor elétrico ao longo dos anos, como: Cutler-Hammer, Westinghouse, Blindex, Marine&Daminelli, Powerware, Moeller, Cooper Industries e Optimum Path Systems e TrippLite. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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Empresas

Bank of America reduz preço alvo da ações da Cteep

O Bank Of America reduziu o preço alvo das ações da Cteep, passou de R$ 25 para R$ 23. Segundo relatório da instituição financeira, essa diminuição de 8% incorpora questões como as alterações propostas nos recebíveis de RBSE da nota técnica Aneel 85/2022 e os novos projetos greenfield conquistados pela empresa no último leilão de transmissão cujo capex é estimado em R$ 3,9 bilhões. O Bofa reiterou a classificação de ‘Underperform‘ para a transmissora. Esse posicionamento, explica, deve-se aos rendimentos abaixo dos pares. “Em nossa opinião, os níveis atuais de avaliação não refletem adequadamente os riscos de execução no plano de capex de mais de R$ 7 bilhões, e há o potencial positivo limitado de iniciativas de crescimento devido ao cenário competitivo”, avalia o banco. Segundo o BofA, as ações devem ter um desempenho inferior nos próximos meses, dada a combinação de uma avaliação mais otimista e uma visão mais construtiva sobre o Brasil. Mas, em linhas gerais considera que a transmissora oferece um portfólio premium de linhas de transmissão capaz de sustentar uma geração de caixa livre sólida e estável, bem como um balanço patrimonial robusto, com alavancagem confortável. E ainda considera que a geração de caixa é forte, suportada pelos recebíveis da RBSE. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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Fitch afirma ratings da Taesa com perspectiva estável

A agência de classificação de risco Fitch Ratings afirmou os Ratings de Inadimplência (IDRs) de Longo Prazo da Taesa em Moeda Estrangeira e Local de Longo Prazo em ‘BB’ e ‘BBB-‘ respectivamente, assim como na Escala Nacional em ‘AAA(bra)’. Ambas as perspectivas são consideradas estáveis, com a empresa beneficiada pelo amplo acesso a captações e alongamento do perfil de vencimento da dívida. A análise reflete o baixo risco de negócios em relação ao seu diversificado portfólio de ativos de transmissão de energia no Brasil, com receitas previsíveis e altas margens operacionais. Incorpora também que a empresa manterá sua alavancagem líquida ajustada em níveis adequados em torno de 3,5x mesmo considerando fluxo de caixa negativos devido ao forte programa de investimentos. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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CPFL Santa Cruz, Mux e Codesan levam principal categoria do Prêmio Aneel

A Aneel entregou o Prêmio Aneel de Qualidade às distribuidoras com melhor avaliação dos clientes, medida pela pesquisa de satisfação do consumidor realizada pela autarquia em 2021. A premiação entregue na quinta-feira, 4 de agosto, teve como vencedoras na categoria Brasil as concessionárias CPFL Santa Cruz e Mux Energia, além da cooperativa Cooperativa de Distribuição de Energia Elétrica de Santa Maria (Codesan), classificada como permissionária. Uma curiosidade desse ano foi a ausência de vencedores em três das 14 categorias. Em duas delas, Norte e Centro-Oeste acima de 30 mil unidades consumidoras, nenhuma das distribuidoras alcançou pontuação acima de 60 (em um score de 0 a 100), requisito exigido para a premiação. Já na categoria “Maior Crescimento – Concessionárias”, não houve melhora na avaliação de nenhuma empresa do segmento em todo o país. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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CPFL Energía: Inscrições para o Programa de Estágio vão até 7 de setembro

A CPFL Energia abriu inscrições para seu Programa de Estágio. Ao todo, são 100 vagas direcionadas a estudantes de pelo menos 30 cursos de graduação, técnicos e tecnólogos. As oportunidades se destinam a pessoas que vivem em 7 cidades de São Paulo e 4 do Rio Grande do Sul. As inscrições podem ser feitas até o dia 7 de setembro, pelo link www.grupocpfl.com.br/estagiocpfl. A previsão é de que o processo admissional ocorra entre novembro a dezembro de 2022, com início em fevereiro de 2023. Os estágios podem chegar a dois anos em uma das empresas do Grupo CPFL (CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz, RGE, CPFL Serviços, etc.) Podem se inscrever no Programa de Estágio da CPFL estudantes de Campinas, Araraquara, Bauru, Indaiatuba, Itapetininga, Jundiaí, São José do Rio Pardo e Sorocaba, em São Paulo, e Passo Fundo, Porto Alegre, Santa Maria e São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Para estar apto ao processo, podem se inscrever estudantes dos seguintes cursos: Eletroeletrônica, Eletromecânica, Eletrônica, Eletrotécnica, Mecatrônica, Telecom, Segurança do Trabalho, Administração, Análise de Sistemas, Ciências Contábeis, Ciência da Computação, Comércio Exterior, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias (Ambiental, Civil, Computação, Controle e Automação, Elétrica, Energia, Mecatrônica, Produção, Software e Telecomunicações), Estatística, Gestão de Energia e Eficiência Energética, Gestão de TI, Jornalismo, Matemática, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais, Relações Públicas e Tecnologia em Banco de Dados. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

CCEE: PLD médio diário tem nova queda e fica em R$ 119,84 por MWh para 05/08

O valor médio do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) válido para hoje, 05, em todos os submercados, é de R$ 119,84 por MWh, uma redução de 0,24% frente ao valor registrado ontem, 04, de R$ 120,13/MWh. Trata-se da segunda queda seguida depois de uma sequência de altas. O valor máximo do dia foi estipulado em R$ 126,85 por MWh para a energia vendida às 18h, em todos os submercados. Já o preço mínimo desta quinta-feira ficou em R$ 115,61 por MWh, às 03h, também em todos os submercados. O PLD considera os limites máximos e mínimos para cada período e submercado. O valor reflete os modelos computacionais do setor, que consideram fatores como carga, incidência de chuvas sobre os reservatórios e o nível de armazenamento nas usinas hidrelétricas. (BroadCast Energia – 05.08.2022) 
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Armazenamento se manterá melhor que em anos recentes até janeiro

Mesmo com chuvas abaixo da média, típicas do período seco, os reservatórios das usinas hidrelétricas fecharam o mês de julho com armazenamentos superiores aos dos últimos anos, o que contribui para a segurança do atendimento nos próximos meses. Essa tendência deve se manter pelo menos até o final de janeiro de 2023, na avaliação feita pelo ONS, durante a reunião mensal do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. As projeções do ONS indicam o pleno atendimento em termos de energia e de potência nos próximos seis meses. A versão mais recente do Plano Anual da Operação Energética (PEN), que avalia o horizonte entre 2022 e 2026, reforça as previsões até o ano que vem de manutenção dos reservatórios das hidrelétricas em níveis mais elevados que no passado recente. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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Região Nordeste está com 81,5% da capacidade

Operando com 81,5% de sua capacidade de armazenamento, os reservatórios do Nordeste tiveram redução de 0,3 ponto percentual em seus níveis na última quarta-feira, 03 de agosto, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do ONS. A energia armazenada marca 42.141 MW mês e ENA de 2.238 MW med, equivalente a 69% da MLT. A região Norte teve recuo de 0,1 p.p e os reservatórios trabalham com 88,8% da capacidade. A energia retida é de 13.591 MW mês e ENA de 3.483 MW med, valor que corresponde a 109% da MLT. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste diminuiu 0,3 p.p e a capacidade está em 60,8%. A energia armazenada mostra 124.337 MW mês e a ENA é de 14.720 MW med, valor que corresponde a 70% da MLT. Os reservatórios da Região Sul tiveram queda de 1,2 p.p e operam com 72,1%. A energia armazenada é de 14.177 MW mês e a energia natural afluente marca 3.729 MW med, correspondendo a 39% da MLT. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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AES Brasil: margens melhoram na geração hídrica, mas caem na eólica no 2º trimestre de 2022

 Diante da melhora do cenário hídrico, a AES Brasil registrou no segundo trimestre deste ano, uma melhora nas margens líquidas a partir de seus ativos hídricos, mas que foi compensada pela piora no desempenho de seus parques eólicos. Entre abril e junho, a companhia conseguiu aumentar em R$ 20,4 milhões à margem a partir de suas usinas hidrelétricas, decorrente, principalmente, do resultado positivo no mercado spot na comparação dos trimestres. Em termos de geração própria de energia, a companhia anotou um crescimento de 27,2% da geração hídrica, refletindo a melhora do nível dos reservatórios das usinas observado neste ano. Mas se o desempenho hidrelétrico foi positivo, a geração eólica da AES Brasil deixou a desejar, recuando 6,8% entre abril e junho, frente a igual etapa de 2021, para 467,1 GWh. A queda refletiu a piora na velocidade dos ventos, especialmente nos parques de Mandacaru e Salinas, ocasionada pelo aumento das chuvas na região em função do fenômeno La Niña. (BroadCast Energia – 04.08.2022) 
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Inovação e Tecnologia

Governo aprova norma do CNPE sobre política do hidrogênio

O governo publicou despacho do presidente da República Jair Bolsonaro aprovando a resolução do Conselho Nacional de Politica Energética que institui o Programa Nacional do Hidrogênio e cria o Comitê Gestor da política pública. Votada pelo CNPE em 23 de junho, a Resolução nº 6 determina que as ações do PNH2 deverão considerar, simultaneamente, o desenvolvimento de políticas públicas, de tecnologias e de mercado. São princípios do programa a valorização do potencial nacional de recursos energéticos; o reconhecimento da diversidade de fontes e alternativas tecnológicas disponíveis ou potenciais; a descarbonização da economia; o desenvolvimento de um mercado competitivo; o incentivo ao desenvolvimento tecnológico nacional; a sinergia e articulação com outros países e o reconhecimento da contribuição da indústria nacional. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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Energy TechTalks debate tecnologias aplicadas em subestações do futuro

O Grupo CanalEnergia | Informa Markets promoverá no dia 17 de agosto, às 10h, o segundo episódio da websérie Energy TechTalks: A transformação digital no setor de energia: tecnologias aplicadas em subestações do futuro. Com conteúdo oferecido pela LACTEC, grandes nomes discutirão como serão os passos para a concretização desta jornada, do planejamento a operação, considerando também a manutenção. Serão apresentados também alguns cases de sucesso de projetos já realizados no Brasil. A transmissão será totalmente online, pela plataforma ZOOM e gratuita. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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Artigo de Arthur Oliveira: “Como a inteligência artificial pode dar confiabilidade a uma matriz energética limpa e renovável”

Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Arthur Oliveira, Gerente executivo de Data&Analytcs NTT DATA e especialista no setor elétrico, trata da importância da inteligência artificial para a construção de uma matriz energética confiável. Segundo o autor, “a construção de uma matriz energética confiável passa pela garantia de ininterrupção do processo de geração e distribuição de energia. Pessoas e empresas não admitem sofrerem com desabastecimento.Uma ferramenta fundamental à disposição das empresas do setor para o cumprimento desses desafios são as novas tecnologias digitais. Mais especificamente, a inteligência artificial.”. Ele conclui que “o Brasil está muito bem posicionado para se tornar um dos maiores produtores globais de energia limpa e renovável. O país tem boa taxa de insolação e vento estável, principalmente na Região Nordeste. Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), quase 85% da matriz elétrica brasileira vem de fontes renováveis. O uso de inteligência artificial é o ponto que faltava para termos uma matriz energética confiável e que apresente menos riscos de escassez ou racionamentos”. (GESEL-IE-UFRJ – 05.08.2022)
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Energias Renováveis

Câmara aprova urgência de PL que regula redução do PIS/Cofins a produtores de biocombustível

 A Câmara aprovou nesta quinta-feira (4) um requerimento de urgência para votação do projeto de lei (PL) que cria o Selo Biocombustível Socioambiental, concedido aos produtores que adquirem matérias-primas da agricultura familiar e promovem o uso sustentável do meio ambiente. De acordo com o texto, o objetivo do PL é regular a atividade para o produtor ter acesso à redução das alíquotas da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, previstas na lei que trata do registro especial de produtor ou importador de biodiesel. Com a aprovação da urgência, a proposta poderá ser analisada pelo plenário sem passar pelas comissões da Casa. (BroadCast Energia – 04.08.2022) 
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Mapeamento da Absolar revela que o Rio de Janeiro já possui quase 53 mil conexões operacionais com energia solar

Um mapeamento recente da Absolar revela que o estado do Rio de Janeiro possui atualmente 52,9 mil conexões operacionais de energia solar em telhados, fachadas e pequenos terrenos. A região conta com 451,5 MW em operação nas residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. Desde 2012, a geração própria de energia solar já proporcionou ao Rio de Janeiro a atração de aproximadamente R$ 2,4 bilhões em investimentos, geração de mais de 13,5 mil empregos e a arrecadação de mais de R$ 560,6 milhões aos cofres públicos. A potência instalada no território fluminense coloca o estado na oitava posição do ranking nacional da Absolar. Segundo a entidade, o Rio de Janeiro responde sozinho por 4,0% de toda a potência instalada de energia solar na modalidade. Atualmente, são mais de 61,3 mil consumidores de energia elétrica que já contam com redução na conta de luz, maior autonomia e confiabilidade elétrica com o uso da geração própria de energia solar. (Petronotícias – 05.08.2022)
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Complexo Solar da Neoenergia inicia operação comercial

O Complexo Solar Neoenergia Luzia, localizado na Paraíba, iniciou a operação comercial de sua primeira parte. O ativo, formado por parques que somam 149 MWp de capacidade instalada, tem entrada completa em operação comercial prevista para o segundo semestre de 2022, e os avanços estão seguindo o previsto no plano de negócios. A Neoenergia informou que em linha com o posicionamento da companhia na liberalização do mercado de energia brasileiro, a operação de Neoenergia Luzia está totalmente destinada ao Ambiente de Contratação Livre (ACL), sendo 100% da produção já vendida até 2026. A comercialização foi feita por meio de um acordo com a Claro na modalidade PPA (no inglês, Power Purchase Agreement), que prevê o fornecimento de energia a longo prazo. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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Elgin amplia usina solar na fábrica de Mogi das Cruzes

A fábrica da Elgin conta com uma usina solar de telhado desde 2019 e acaba de receber uma ampliação para abastecer parte das operações administrativas e de manufatura da companhia. Localizada na cidade de Mogi das Cruzes, interior de São Paulo, o local é destinado para produção e armazenagem de equipamentos das áreas de climatização, refrigeração e automação, contando com aproximadamente 800 colaboradores. Segundo a empresa, a usina solar em operação saltou de 1,8 MW para 2,3MW em julho de 2022. No total, a unidade fabril possui mais de 6,3 mil painéis instalados no telhado, dispostos numa área de cerca de 13 mil metros quadrados. A energia gerada pela usina pode ser utilizada diretamente na fábrica ou injetada na rede elétrica de distribuição da cidade, para recebimentos de créditos ou abatimentos na conta de energia. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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2W Energia expandirá atuação para sete novos estados a partir de 2023

A 2W Energia fechou um contrato de arrendamento de usinas fotovoltaicas com a GreenYellow e irá fornecer energia solar em sete estados a partir de 2023, no modelo de Geração Distribuída . Cada uma das sete usinas possui 5 MW de potência, somando 35 MW (ou 48,6 MWp). O arrendamento dessas plantas terá duração de quinze anos a partir do início da operação comercial. Esta parceria irá fornecer anualmente 102 GWh de energia aos clientes da 2W nos seguintes estados: Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Ceará, Piauí e São Paulo. A 2W oferece energia solar no modelo de GD desde junho do ano passado, quando a empresa lançou o 2W Wave, em Minas Gerais. A solução está prevista para chegar também a Pernambuco, mas ainda sem data de lançamento. (Petronotícias – 05.08.2022)
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Política de armazenamento leva acoplamento de UHE a 70%, indica Match da Energia

Uma análise feita com base em dados do Match da Energia, aponta que no mês de junho de 2022, o acoplamento horário das hidrelétricas foi de 69,95%. Esse índice foi reportado em decorrência da política de armazenamento dos reservatórios. O Match é uma plataforma desenvolvida pela Abraceel e Volt Robotics que acompanha de perto os encontros e os desvios entre os aplicativos de formação de preço e a operação real do sistema. A análise decorre da comparação entre os dados de operação do sistema de geração de energia brasileiro em relação ao planejamento determinado pelos modelos computacionais. Enquanto o aplicativo “opta” por armazenar água nos reservatórios a jusante das UHEs – e consequentemente aumenta a eficiência da geração nas usinas na foz das bacias – a operação real tem priorizado o armazenamento a montante. Segundo análise, o índice obtido deve-se à consideração de outras estratégias definidas pelo ONS e que não fazem parte dos aplicativos. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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Aneel autoriza teste de 75,48 MW de diversas fontes

A Aneel autorizou para início da operação em teste, a partir de 4 de agosto, unidades geradoras da UFV Janaúba 8, com 49,98 MW, as eólicas Ventos de Santo Alderico e Gravier, que juntas somam 13 MW de capacidade instalada e por fim, a UHE Curuá-Una, com 12,5MW. No total, foram liberados para teste, 75,48 MW de capacidade instalada. (CanalEnergia – 04.08.2022)
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Espanha: Banco Sabadell vai financiar a construção dos novos parques fotovoltaicos na Andaluzia

O Banco Sabadell vai financiar a construção de dois novos parques fotovoltaicos na Andaluzia com 30 milhões de euros, que em conjunto somarão 69,5 MW. A Ansasol, empresa espanhola de engenharia, desenvolvimento e construção de usinas fotovoltaicas e projetos de hidrogênio verde, operará essas instalações na propriedade. O empréstimo firmado com a entidade bancária representará parte do investimento total que a Ansasol destinará para a construção dos parques. Com esta operação, a Ansasol continua a promover a energia fotovoltaica e a consolidar a sua posição de Produtor Independente de Energia no mercado. A empresa está presente em toda a cadeia de valor: desde a promoção e desenvolvimento de parques, geração, operação e manutenção, incluindo parques próprios. Em seus 15 anos de atividade na Espanha, desenvolveu mais de 1.200 MW, cuja geração de eletricidade limpa equivale ao consumo de 330.000 residências por ano. (Energías Renovables - 05.08.2022)
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Gás e Termelétricas

MME: térmicas do PCS que não entraram em operação devem ter contrato rescindido

O ministro de Minas e Energia (MME), Adolfo Sachsida, reiterou que pretende cumprir o que está previsto nos contratos das usinas do Procedimento Competitivo Simplificado (PCS), e rescindir com as 11 usinas que não entraram em operação até 1º de agosto. Segundo Sachsida, a tendência é que a contratação dessas usinas não será mantida pelo governo. “Eu cumpro contratos e exijo que os contratos sejam cumpridos. Já demonstrei minha posição e irei adiante com isso, porque contrato é para ser cumprido”, afirmou o ministro. A rescisão é um pleito de entidades de defesa do consumidor, que veem a contratação dessas usinas como um gasto exagerado num cenário em que os níveis de água armazenada nos reservatórios das hidrelétricas estão melhores do que no ano passado. Nos últimos dias, a Abrace encaminhou cartas ao MME e à Aneel cobrando que sejam adotadas medidas para a rescisão dos contratos. (BroadCast Energia – 04.08.2022) 
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Justiça suspende instalação de térmicas emergenciais no litoral do Rio de Janeiro

A juíza Flávia Tavares da 2a Vara da Fazenda Pública do Rio de Janeiro mandou a empresa turca Karpowership (KPS) suspender a instalação de quatro usinas termelétricas flutuantes na Baía de Sepetiba, área de relevante interesse ecológico e um dos últimos refúgios do boto cinza, espécie ameaçada de extinção, segundo o Instituto Internacional Arayara. A suspensão é válida até que a empresa apresente os estudos de Eia-Rima - que foram dispensados pelo governo do estado do Rio de Janeiro -, para avaliar os impactos ambientais do complexo termelétrico. A principal alegação apresentada é o descumprimento da Instrução Normativa n.º 16/2013, do Ibama, que regulamenta os procedimentos técnicos e administrativos para a emissão da autorização ambiental para a realização de operações ship-to-ship (STS), de transferência de carga de petróleo e seus derivados, em águas jurisdicionais brasileiras. (BroadCast Energia – 04.08.2022) 
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União Europeia classifica energia nuclear e gás natural como fontes “verdes”

A energia produzida por reatores nucleares e gás natural foi considerada “verde” pela União Europeia, em votação ocorrida no dia 6 de julho. O argumento principal a favor da decisão é o fato de que o gás, produzido principalmente a partir do metano, emite menos dióxido de carbono do que o carvão. A energia nuclear, por sua vez, também não gera diretamente emissões de carbono. Depois da votação, a expectativa é de que as novas orientações entrem em vigor em 2023. A decisão, no entanto, gerou críticas de cientistas e defensores ambientais. Para que as novas diretrizes passem a ser aplicadas, serão necessários investimentos privados e subsídios, além – principalmente – da aceitação dos estados-membros da União Europeia. (Além da Energia – 05.08.2022)
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Pela falta do gás, a Alemanha já estuda estender a vida útil de pelo menos três usinas nucleares

As dificuldades para se ter energia na Alemanha fizeram o primeiro ministro alemão, Olaf Scholz, defender a extensão da vida útil das três últimas centrais nucleares ativas no país. Estas centrais “só são relevantes para a produção de eletricidade e apenas para uma pequena parte”, mas “ainda podem fazer sentido”, disse. A Alemanha tinha decidido eliminar gradualmente a energia nuclear até ao final deste ano, mas a escassez de entregas de gás russo ao país europeu trouxe de volta a questão de manter as últimas centrais a operar por mais tempo. Berlim deve decidir nas próximas semanas sobre uma possível extensão da operação dessas centrais nucleares. A abertura da porta à manutenção da operação nuclear na Alemanha foi explicada por Scholz com o fato de o desenvolvimento de energias renováveis, que deveriam substituir a energia nuclear e o carvão, está mais lento do que o esperado. (Petronotícias – 05.08.2022)
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Biblioteca Virtual

OLIVEIRA, Arthur. “Como a inteligência artificial pode dar confiabilidade a uma matriz energética limpa e renovável”.

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