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IFE
01/04/2025

Hidrogênio 192

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Kalyne Brito e Sayonara Andrade Elizário
Pesquisadores: Ana Eduarda Rodrigues
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

IFE
01/04/2025

IFE nº 192

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Kalyne Brito e Sayonara Andrade Elizário
Pesquisadores: Ana Eduarda Rodrigues
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

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Hidrogênio 192

Armazenamento e Transporte

Fluxys Hydrogen inicia a primeira fase da construção do gasoduto de hidrogênio

A Fluxys Hydrogen está desenvolvendo a primeira fase de sua rede de gasodutos de hidrogênio na Bélgica, com conclusão prevista para 2026. O projeto faz parte do European Hydrogen Backbone e conectará portos e áreas industriais como Antuérpia e Ghent. A operadora busca alcançar uma capacidade de transmissão de 30 TWh até 2030 para apoiar a descarbonização industrial. Além disso, a controladora Fluxys desenvolve uma rede de transporte de CO₂, incluindo um gasoduto submarino entre Zeebrugge e a Noruega e um terminal de exportação de CO₂ em Dunkerque. (Gas World - 26.03.2025)


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Kawasaki inicia construção de uma instalação de demonstração para o primeiro compressor centrífugo de hidrogênio para plantas de liquefação de hidrogênio

A Kawasaki Heavy Industries iniciou a construção de uma instalação de demonstração para o KM Comp-H₂, o primeiro compressor centrífugo de hidrogênio do mundo para plantas de liquefação. O projeto, financiado pelo Green Innovation Fund da NEDO, visa aumentar a eficiência da liquefação de hidrogênio, reduzindo os custos de fornecimento. A máquina, projetada para hidrogênio 100% puro, incorpora novos impulsores e um design compacto de alta eficiência. A conclusão da instalação está prevista para novembro de 2025, seguida por um ano de testes operacionais. Os dados obtidos também serão aplicados ao desenvolvimento de compressores para tubulações de hidrogênio. (Hydrogen Central - 28.03.2025)


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Políticas Públicas e Financiamentos

TotalEnergies planeja importar hidrogênio verde do Brasil para descarbonizar refinarias na Europa

A TotalEnergies planeja importar hidrogênio verde do Brasil para abastecer suas refinarias na Europa, segundo fontes anônimas citadas pela Bloomberg. O projeto, ainda em desenvolvimento, é uma parceria com a Casa dos Ventos, que pretende tomar a decisão final de investimento (FID) até o final de 2025 para a planta no Porto do Pecém, no Ceará. O objetivo é iniciar a exportação de amônia verde para o Porto de Roterdã em 2029, atingindo 2 milhões de toneladas até 2030. A TotalEnergies já contratou 200 mil toneladas anuais de hidrogênio renovável para refinarias na França, Bélgica e Holanda, como parte de sua estratégia de descarbonização. (Eixos - 20.03.2025)


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ABIHV firma cooperação com banco de fomento japonês para acelerar projetos de hidrogênio

A Associação Brasileira da Indústria de Hidrogênio Verde (ABIHV) e o Banco Japonês para Cooperação Internacional (JBIC) assinaram um acordo para impulsionar projetos de hidrogênio e amônia. O JBIC busca fomentar parcerias entre empresas brasileiras e japonesas para desenvolver a cadeia de suprimento do setor. A assinatura ocorreu durante a visita de uma delegação brasileira ao Japão, que também resultou em acordos bilaterais para cooperação técnica e transição energética. O marco legal do hidrogênio de baixa emissão de carbono, sancionado em 2024, prevê incentivos fiscais de R$ 18,3 bilhões e a criação do PHBC. (Eixos - 26.03.2025)


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Chile: UE, BEI e KfW financiarão projetos de hidrogênio renovável no Chile

A União Europeia (UE), o Banco Europeu de Investimento (BEI) e o Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW) firmaram acordos para estabelecer a Plataforma de Financiamento de Hidrogênio Renovável Team Europe no Chile. Esta iniciativa visa apoiar a indústria chilena de hidrogênio renovável, contribuindo para a meta do país de alcançar 100% de energia limpa até 2050. O financiamento totaliza até €216,5 milhões, sendo €100 milhões em empréstimos do BEI, €100 milhões do KfW e uma subvenção adicional de €16,5 milhões do Fundo de Investimento da América Latina e Caribe da UE (LACIF). A CORFO será a agência responsável por canalizar os recursos para iniciativas de hidrogênio renovável. Espera-se que a operação contribua para o desenvolvimento de pelo menos 150 MW de nova capacidade de geração de energia renovável e 150 MW de nova capacidade de eletrolisadores no país. A iniciativa também busca criar empregos verdes e gerar oportunidades de negócios para empresas chilenas e europeias (Serviço Europeu de Ação Externa - 28.03.2025)


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Nova política industrial da Noruega se afasta do hidrogênio para energia

A Noruega, que anteriormente investiu significativamente em estratégias baseadas em hidrogênio para descarbonizar setores como transporte marítimo e indústria pesada, está reavaliando sua abordagem. O governo lançou uma nova estratégia industrial que reduz o foco no hidrogênio como vetor energético, citando desafios como ineficiências energéticas, altos custos e dificuldades logísticas. Embora ainda haja investimentos em combustíveis marítimos alternativos, como a amônia, o entusiasmo inicial pelo hidrogênio diminuiu devido a obstáculos econômicos e técnicos. Essa mudança reflete uma tendência mais ampla de reconsideração do papel do hidrogênio na transição energética da Noruega. (CleanTechnica - 29.03.2025)


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Industrialistas alemães pedem a criação de uma aliança de hidrogênio ao nível da UE

Treze associações alemãs dos setores de energia, gás, hidrogênio e aço enviaram uma carta ao político Friedrich Merz, instando o futuro governo a iniciar uma aliança estratégica de hidrogênio no nível europeu. As associações enfatizam que as mudanças geopolíticas e a concorrência internacional representam desafios significativos para a Europa e a Alemanha, exigindo uma abordagem estratégica para garantir a soberania energética e tecnológica, além de fortalecer a competitividade industrial. O hidrogênio é destacado como um elemento crucial nesse contexto. A proposta sugere que a aliança seja aberta a todas as formas de hidrogênio renovável e de baixo carbono, promovendo uma política ambiciosa e orientada para a implementação no Conselho da UE, perante a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu. Além disso, a aliança poderia servir para estreitar laços com parceiros estratégicos fora da UE, como o Reino Unido e a Noruega. (GMK Center - 27.03. 2025)


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Produção

Piauí aprova projeto de R$ 27 bi para hidrogênio e amônia verde na ZPE de Parnaíba

O Piauí recebeu autorização para instalar o maior projeto de hidrogênio e amônia verde do país, com investimento de R$27 bilhões na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Parnaíba. A aprovação foi concedida pelo Conselho Nacional das ZPEs, com a assinatura do vice-presidente Geraldo Alckmin. Liderado pela Solatio, o empreendimento gerará 3 mil empregos e terá capacidade anual de 3 GW, alinhando-se às metas de descarbonização do programa Nova Indústria Brasil. A produção, destinada principalmente à Europa e Ásia, aguarda análise do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Alckmin destacou o projeto como o maior já aprovado em uma ZPE e elogiou o governador Rafael Fonteles pelo empenho na atração do investimento. (Agência CanalEnergia - 21.03.2025)


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White Martins vai inaugurar segunda planta de hidrogênio verde

A White Martins, líder do mercado de gases industriais no Brasil, está prestes a inaugurar sua segunda planta de hidrogênio verde em Jacareí (SP) ainda neste ano. Com uma capacidade de produção de 800 toneladas anuais, a nova unidade já tem 20% de sua produção comprometida em um contrato de longo prazo com a Cebrace, fabricante de vidros. O CEO da White Martins, Gilney Bastos, revelou que o objetivo da empresa com essa expansão é avaliar a demanda do mercado por esse produto inovador. O hidrogênio verde, produzido por meio de eletrólise da água com energia renovável, tem se destacado como uma alternativa sustentável e promissora para diversos setores industriais que buscam reduzir suas emissões de carbono. Com essa iniciativa, a White Martins demonstra seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade, contribuindo para a transição energética rumo a uma economia mais verde e eficiente. (Broadcast Energia - 21.03.2025)


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Trafigura abandona plano de US$ 471 milhões para planta de hidrogênio verde na Austrália

A Trafigura, empresa global de comércio de commodities, decidiu cancelar seus planos de construir uma planta de hidrogênio verde avaliada em US$ 471,2 milhões em seu fundidor de chumbo em Port Pirie, no sul da Austrália. Anunciado em 2021 com o objetivo de reduzir as emissões de carbono, o projeto passou por um estudo de viabilidade de US$ 5 milhões, financiado conjuntamente pela Trafigura e pelo governo do estado da Austrália do Sul. Apesar da conclusão do estudo em 2023, a Trafigura optou por não prosseguir, sem divulgar razões específicas para essa decisão. O governo do estado da Austrália do Sul ainda não comentou sobre o assunto. A produção de hidrogênio verde, que utiliza eletricidade renovável para dividir moléculas de água em hidrogênio e oxigênio, é considerada uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis em indústrias de difícil descarbonização. (Reuters — 25.03.2025)

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Uso Final

Comissão Europeia anuncia plano de ação para descarbonizar a indústria siderúrgica

A Comissão Europeia anunciou um plano de ação para garantir a competitividade e a sustentabilidade da indústria siderúrgica, com foco na descarbonização da produção de aço por meio de energia limpa e hidrogênio de baixo carbono. O plano inclui medidas para reduzir os custos de energia, como a diminuição de taxas e encargos sobre a eletricidade, e incentivos ao uso de hidrogênio verde, especialmente para substituir o gás natural na produção de aço. A iniciativa visa combater a crescente concorrência global, especialmente da China, e apoiar a transição para tecnologias mais verdes. Além disso, o plano prevê o uso do hidrogênio verde como uma alternativa viável à produção local de aço, com a importação de HBI (intermediário entre minério de ferro e aço) de países como o Brasil, considerado mais competitivo do que a produção na Europa. (Agência Eixos - 19.03.2025)


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EPM testa mistura de hidrogênio e gás natural

A EPM, em parceria com a Universidade Pontifícia Bolivariana, iniciou testes de mistura de hidrogênio com gás natural na infraestrutura existente, como parte de sua estratégia de inovação para a transição energética. Os testes foram anunciados no evento Circuito H2: Hidrogênio nas Regiões – Edição Antioquia e visam analisar o comportamento da mistura em redes de distribuição e equipamentos a gás. Caso os resultados sejam favoráveis, a Colômbia poderá avançar na preparação do mercado para uma transição energética mais sustentável sem a necessidade de grandes substituições na infraestrutura atual. (BNAmericas - 27.03.2025)


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Airbus apresenta tecnologias de aeronaves movidas a hidrogênio durante a 2025 Airbus Summit

Durante a 2025 Airbus Summit, a Airbus atualizou seu plano para liderar o futuro da aviação comercial, destacando o desenvolvimento de uma aeronave de corredor único de nova geração prevista para entrar em serviço na segunda metade da década de 2030. A empresa também revisou o projeto ZEROe, focado em tecnologias para voos movidos a hidrogênio. Bruno Fichefeux, chefe de Programas Futuros da Airbus, reafirmou o compromisso com a descarbonização da aviação, enfatizando o potencial das aeronaves totalmente elétricas alimentadas por células a combustível de hidrogênio. A Airbus apresentou um conceito teórico de aeronave movida a hidrogênio com quatro motores elétricos de 2 megawatts, cada um alimentado por um sistema de célula a combustível que converte hidrogênio e oxigênio em energia elétrica, abastecidos por dois tanques de hidrogênio líquido. Glenn Llewellyn, chefe do Projeto ZEROe, destacou que, após cinco anos explorando diversos conceitos de propulsão a hidrogênio, a empresa está confiante na viabilidade desse conceito totalmente elétrico. Testes integrados em solo estão planejados para 2027 em Munique, visando validar os sistemas de propulsão e distribuição de hidrogênio. Além disso, a Airbus continuará promovendo o desenvolvimento de uma economia de aviação baseada em hidrogênio e do marco regulatório associado. ​ (Poder Aéreo - 27.03.2025)


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A nova máquina de venda automática movida a hidrogênio da Coca-Cola não precisa de tomada

A Coca-Cola instalará 58 máquinas de venda automática movidas a hidrogênio na World Expo 2025, em Osaka, Japão. Desenvolvidas com a Fuji Electric, essas máquinas utilizam cartuchos de hidrogênio substituíveis para gerar eletricidade sem necessidade de tomada. A energia é armazenada em uma bateria, permitindo maior flexibilidade na instalação. Cada máquina contará com um display educativo sobre o uso do hidrogênio. A empresa não divulgou a duração dos cartuchos antes da substituição, mas a manutenção será necessária também para reposição de bebidas. (Hydrogen Central - 25.03.2025)


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Fornecedor de energia japonês utilizará hidrogênio verde para aquecimento distrital e eletricidade

A empresa japonesa Akasaka Heating & Cooling Supply anunciou planos para empregar hidrogênio verde na geração de calor e eletricidade para o sistema de aquecimento distrital Akasaka 5-chome, localizado em Minato-ku, no centro de Tóquio. Este projeto pioneiro busca reduzir as emissões de CO₂ ao substituir parte do gás natural por hidrogênio verde. O hidrogênio será produzido em uma localidade não especificada no Japão e transportado por caminhão até a instalação subterrânea da empresa em Tóquio. Lá, será armazenado em tanques de 1.350 metros cúbicos normais (Nm³) e utilizado em células a combustível para produzir eletricidade, cujo calor residual será aproveitado para aquecimento e resfriamento. A empresa planeja iniciar a operação deste sistema em abril de 2025. (PV Magazine - 31.03.2025)


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Tecnologia e Inovação

Método sustentável gera material de alta pureza para uso na produção de hidrogênio verde

Em artigo publicado na Electrochimica Acta, pesquisadores do Centro de Inovação em Novas Energias (CINE) desenvolveram um método fotoeletroquímico de purificação para filmes de ferrita de bismuto (Bi₂Fe₄O₉), melhorando sua eficiência na geração de hidrogênio verde. O processo, realizado na Unicamp, elimina fases secundárias indesejadas utilizando luz, eletricidade e glicerol, tornando o material mais puro e sustentável. Apesar de ainda haver desafios para aplicação prática, a descoberta representa um avanço na produção de materiais eficientes e de baixo custo para reações fotoeletroquímicas. (Agência Fapesp - 28.03.2025)


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Novo material orgânico produz hidrogênio de forma eficiente sem uso de metais

Pesquisadores desenvolveram um fotocatalisador orgânico livre de metais que produz hidrogênio de forma eficiente a partir de água do mar e água doce sob luz visível, sem necessidade de cocatalisadores. A estrutura covalente β-cetoenamina alcançou taxas de produção superiores às de materiais com platina, graças à ampla absorção de luz, separação eficiente de cargas e sítios ativos de oxigênio. A descoberta abre caminho para soluções mais baratas e escaláveis na produção de hidrogênio verde.tir da água (Nature Communications - 2025)



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Eventos

Hintco Roadshow - 2ª rodada de leilões H2Global

A Hintco, com apoio da GIZ e da CCEE, está organizando um Workshop em São Paulo sobre a 2ª rodada de leilões H2Global. O evento é voltado para produtores de hidrogênio renovável e profissionais da cadeia de valor do hidrogênio. Serão discutidos os critérios de elegibilidade, preparação de propostas e o processo do leilão. O evento será híbrido, com tradução simultânea em inglês e português. As vagas são limitadas, e é necessário se inscrever até 23 de abril para garantir a participação.


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Planta de Hidrogênio e Segurança Funcional

A segurança do hidrogênio é um fator crítico em toda sua cadeia de valor, mas muitos projetos ignoram requisitos essenciais. Em webinar promovido pela Dräger e Pilz, especialistas discutirão a importância dos Sistemas Instrumentados de Segurança adaptados para aplicações de hidrogênio, destacando diferenças em relação a plantas industriais convencionais. O evento abordará segurança funcional, estratégias para infraestrutura crítica e insights sobre eletrolisadores e HRS, ressaltando a necessidade de soluções integradas para garantir confiabilidade e eficiência. O evento ocorrerá no dia 9 de abril.


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Artigos e Estudos

Setor de hidrogênio verde no Brasil enfrenta desafios de infraestrutura e barreiras burocráticas

O setor de hidrogênio verde no Brasil enfrenta desafios significativos devido à dificuldade de acesso à infraestrutura elétrica necessária para viabilizar seus projetos, especialmente no Nordeste. Empresas como a Fortescue enfrentam barreiras burocráticas e técnicas, como a negativa do Parecer de Acesso para usar a infraestrutura de energia, o que gera incertezas sobre os investimentos. O sistema de transmissão local, particularmente no Porto do Pecém, não tem capacidade para suportar a carga adicional exigida pelos projetos. Além disso, a discrepância entre o cronograma de expansão das redes de transmissão e a necessidade imediata de energia cria riscos para o setor. Embora o Brasil tenha grande potencial para produzir hidrogênio verde com energia renovável barata, a falta de infraestrutura e os atrasos nas obras de transmissão podem prejudicar o avanço dos projetos e o atrativo do país para investimentos estrangeiros. A pressão por novas linhas de transmissão na região e a necessidade de uma solução para o impasse são fundamentais para o sucesso dessa indústria. (Valor Econômico - 20.03.2025)


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Hydrogen Council: Fechando a lacuna de custos para a demanda de hidrogênio limpo até 2030

Em relatório publicado pelo Hydrogen Council com suporte da McKinsey & Co, estima-se que ~8 Mt/ano de hidrogênio limpo podem ser absorvidos na UE, EUA e Leste Asiático até 2030 com a implementação efetiva de políticas já existentes, como a REDIII da UE, os CfDs do Japão e o CHPS da Coreia do Sul. O estudo aponta que melhorias em infraestrutura e redução de custos poderiam viabilizar outros ~13 Mt/ano, principalmente em setores emergentes como transporte rodoviário. Já a adoção em novos segmentos, como marítimo e aviação, enfrenta desafios maiores, mas pode se tornar um pilar de demanda no longo prazo. (Hydrogen Council - 11.03.2025)


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